Lubrificação automotiva

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  1. 1. CARLOS ALBERTOHUMBERTO COSTAJOO PAULO TEIXEIRA
  2. 2. O alto desempenho de um veculo moderno, s possvelatravsde lubrificantes eficientes cuja principal funo prover egarantirlubrificao contnua a todas as superfcies das peas emmovimento.A lubrificao incorreta ou ineficiente e a utilizao delubrificantescom caractersticas e propriedades inadequadas, afetam ofuncionamento do motor e das outras partes lubrificadas de umveculo, ocasionando um desgaste acentuado das peas e umagrande possibilidade de grimpamento das mesmas, inutilizando-as.
  3. 3. Um veculo possui centenas de partes que se movimentam edevemser separadas por uma pelcula de lubrificante. Para que possahaver uma lubrificao eficiente o leo lubrificante forado avencer uma srie de obstculos. Deve possuir a propriedade deformar pelcula protetora entre as peas em contato, tanto nasbaixas como nas altas temperaturas que se produzem noscilindros,como mesmo grau de proteo. Deve formar pelcula protetoraemvelocidades muito baixas e, ao mesmo tempo, assegurarlubrificao perfeita em grandes velocidades. Deve sersuficientemente fino para penetrar nas menores folgas e, aomesmotempo ser bastante espesso para manter uma pelcula constanteentre as partes em movimento e amortecer os choques sem seromper.
  4. 4. POR GRAVIDADE POR CAPILARIDADE POR SALPICO POR IMERSO FORADO A GRAXA
  5. 5. Neste sistema o p da biela apresenta umprolongamento afilado denominado pescador. Uma bomba alimenta com leo o pescador. Ao girar o motor o leo borrifado pelo pescador nasparedes dos cilindros e nas demais partes mveis nointerior do bloco.
  6. 6. leo sob presso Passa atravs dos eixos (manivelas, comando devlvulas e balancins) A parte superior dos cilindros e dos pistes lubrificadapelo leo que escapa de furos existentes nas conexesdas bielas com os pinos dos pistes;
  7. 7. O leo bombeado para parte superior e flui pelo motorpor ao da gravidade at chegar ao crter. No eficientepor no apresentar uma camada de lubrificaohomognea.
  8. 8. No dispositivo copo com mecha o lubrificante flui atravsde um pavio que fica encharcado de leo. A vazodepende da viscosidade do leo, da temperatura e dotamanho e do traado do pavio. No outro, age por ao capilar, o leo de embebimentoescoa pela estopa (ou pela almofada) em direo aosmancais.
  9. 9. Tambm chamado de lubrificao por banho de leo.Nesse mtodo, as peas a serem lubrificadas mergulhamtotal ou parcialmente num recipiente de leo. O excesso delubrificante distribudo por meio de ranhuras a outraspeas.O nvel do leo deve ser constantemente controladoporque,alm de lubrificar, ele tem a funo de resfriar a pea. Essetipo de lubrificao empregado em mancais derolamentosde eixos horizontais e em caixas de engrenagens.
  10. 10. Consiste em um mtodo que faz uso de uma bomba para aretirada do leo lubrificante de um reservatrio, de modo aempurr-lo por entre as superfcies metlicas quedevero receber o produto. J a lubrificao por circulao,outra forma de lubrificao por sistema forado, olubrificante bombeado de um recipiente para as peasque necessita de leo. Depois de passar por todas aspeas, o produto retorna ou recipiente.
  11. 11. A graxa pode ser aplicada atravs de sistemas deaplicao centralizada, sistemas de aplicao automticade um nico ponto mais na maioria das vezes aplicada evedada por coifas de borracha, para que permaneamnaquele local e no se contamine.
  12. 12. Reduzir o atrito e evitar o desgaste entre as partes emmovimento. Proteger contra a corroso e a ferrugem. Ajudar na vedao. Contribuir na refrigerao. Limpar e facilitar a eliminao de produtos indesejveis. Evitar a formao de espuma.
  13. 13. Os modernos leos lubrificantes para motores soprojetados edesenvolvidos to cuidadosamente quanto os prpriosmotores.Devem prover lubrificao plena e eficiente sob as maisvariadascondies de operao e garantir um funcionamentoperfeito domotor por um longo perodo.
  14. 14. A mais importante funo de um leo para motor manter uma pelcula lubrificante entre todas aspeas em movimento, evitando o contato entre assuperfcies metlicas, reduzindo o desgaste eprolongando a vida do motor.
  15. 15. A segunda importante funo do leo para motor reduzir o atrito entre as partes mveis. Nos ltimosanos, os fabricantes de motores tm trabalhado nosentido de introduzir alteraes nos seus projetos,com o propsito de reduzir o atrito entre as peasem movimento, a fim de obterem maior eficinciamecnica dos Motores.
  16. 16. A terceira funo importante desempenhar opapel de fluido refrigerante, removendo parte docalor gerado pelo motor. Em um motor, cerca de 5a 10% do calor gerado, provm do atrito produzidopelas partes em movimento, como anis, mancaisda rvore de manivelas, cames da rvore decomando de vlvulas.
  17. 17. Alm disso, um bom lubrificante para motor deve possuirasseguintes caractersticas: permitir uma partida rpida,mesmo emcondies de baixa temperatura, manter limpas as peasmveis do motor, arrefecer as partes mveis do motor,vedar as altas presses geradas na combusto, evitar aformao de espuma.Os modernos leos para motores so produtos de altatecnologia, cuidadosamente desenvolvidos porengenheiros e qumicos, para executaremsatisfatoriamente todas as funes que deles senecessitam.
  18. 18. Quando o motor acionado, o leo lubrificante devecircularimediatamente e lubrificar todas as partes em movimento,paraprevenir o contato de metal com metal, o que resultaria emdesgaste. O lubrificante deve ser fornecido continuamente,atravs de um fluxo adequado e de uma distribuioapropriada, a fim de manter as superfcies em movimentoseparadas por uma pelcula de lubrificante constante,completa e inquebrvel, denominada lubrificaohidrodinmica.
  19. 19. Em condies de lubrificao hidrodinmica, existe umapelculaespessa de leo lubrificante, que evita o contato diretoentre aspartes em movimento. Entretanto, o movimento relativodessaspeas, exige uma fora adicional para vencer o atrito fluidodolubrificante. Assim, a viscosidade do leo deve ser alta osuficiente para manter uma pelcula estvel, mas deve serbaixa o suficiente para oferecer o menor atrito fluido, a fimde no aumentar a quantidade de fora necessria para
  20. 20. As faixas de viscosidade apropriadas de acordo com astemperaturas ambientes, so especificadas pelos graus SAE erecomendadas pelos fabricantes de veculos. Mudanassignificativas na viscosidade do leo durante sua operao sopotencialmente perigosas para o motor. Isto ocorreprincipalmentequando existe contaminao do lubrificante. Com a diluio pelocombustvel, a viscosidade diminui. Com a fuligem, sujeira,borra egua, a viscosidade aumenta. Assim, os nveis decontaminantespresentes no leo devem ser mantidos baixos, atravs da trocadosfiltros e do leo nos intervalos recomendados.
  21. 21. A facilidade da partida de um motor no depende apenasdascondies da bateria, das velas da volatilidade docombustvel e da relao de mistura ar-combustvel.Depende tambm daspropriedades de fluidez do leo que, se estiver muitoviscosoquando da partida, ir gerar um esforo adicional paravencer oatrito fluido, de forma que o motor no ir girar com rapidezsuficiente para pegar e manter-se funcionando.
  22. 22. Sob condies ideais a queima do combustvel em um motorformacomo subprodutos apenas dixidos de carbono e gua.Entretanto,dificilmente ocorre uma combusto completa. Parte docombustvelno queimado passa por complexas reaes qumicas durante acombusto, formando em algumas condies especficasfuligem ecarbono, que conseguem escapar juntamente com ocombustvelpelos anis dos pistes, indo depositar-se no crter, onde existeatendncia de reagirem com gua, formando borras e depsitosdevernizes. O acmulo de borra pode obstruir as galerias de
  23. 23. Na formulao de um leo lubrificante para motores, oobjetivobsico no somente manter as peas do motor limpas,mastambm prevenir a formao de depsitos de verniz eborra. Aformao de borra no motor geralmente um problematpico deoperaes sob baixas temperaturas, sendo formada pelacombinao da gua de condensao, sujeira, produtos daoxidao do leo e resduos de combusto incompleta.
  24. 24. Durante a lubrificao do motor, parte do leo atinge area do anel superior do pisto para lubrificar as paredesdos cilindros e os anis. Este leo exposto s altssimastemperaturas, da cmara de combusto e parte dele queimado. As modernas tecnologias de refino produzemleos que, nestas condies queimam deixando pouco, oumesmo nenhum resduo de carbono.
  25. 25. A maioria dos motoristas julga que a totalidade do arrefecimentodomotor seja feito atravs do ar ou da gua do sistema derefrigerao. Na verdade, o sistema de lubrificao responsvelpor aproximadamente 40% do arrefecimento dos motores. Arvoredo comando de vlvulas, os mancais da rvore de manivelas, osmancais das bielas, as engrenagens de distribuio, os pistesemuitos outros componentes das partes inferiores do motor,dependem diretamente do leo lubrificante para o arrefecimentonecessrio. Todas estas peas tm temperaturas limite detrabalho
  26. 26. Para manter o processo de arrefecimento em constantefuncionamento, grandes quantidades de leo devem sercontinuamente circuladas pelos mancais e por outraspartes mveis do motor. Se o fornecimento de leo forinterrompido, estas partes do motor iro aquecer-serapidamente, devido ao atrito e s temperaturas decombusto.O arrefecimento adequado ainda requer que o nvel deleo no crter esteja sempre entre as marcas mnimo emximo na vareta medidora de nvel do crter.
  27. 27. Uma bomba de leo do tipo de engrenagens ou dembolo, situada quase sempre no fundo do crter esubmersa no leo, fornece leo sob presso para osmanuais da rvore de manivelas, bronzinas das bielas,pino do pisto, mancais da rvore de comando de vlvulase paredes dos cilindros. Geralmente, existe uma peneirana entrada da bomba, um filtro de leo e um manmetroque indica a presso de circulao do leo, localizado nopainel