Nr 12 supermercado economia

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  • 1. NR 12 SUPERMERCADO - AOUGUE

2. GRUPO Jaques Alexandre Khede Franklin Rafael Marcus Maldonado Romulo 3. 1 IDENTIFICAO DA EMPRESA 1.1 DADOS GERAIS Nome Fantasia: Supermercado Economia Endereo: Rua Baro dos Aymors, n 107 - Bairro Rbia. Cidade: Nova Vencia ES CEP: 29.830-000 CNAE: 47.11 - 3 Grau de Risco: 2 Ramo de Atividade: Comrcio varejista de mercadorias em geral, com predominncia de produtos alimentcios hipermercados e supermercados. N de Colaboradores: 65 Homens: 38 Mulheres: 27 4. 1.2 DESCRIO SUCINTA DO AMBIENTE A empresa possui trs pavimentos. O subterrneo e o primeiro andar, so destinados ao armazenamento de mercadorias em geral, possuem paredes em alvenaria, cobertura de laje concretada, piso de cimento rstico, iluminao natural e artificial, p direito de aproximadamente 3,0 m e ventilao natural. O pavimento trreo, utilizado para a comercializao dos produtos, possui paredes em alvenaria partes com revestimento de cermica, cobertura parte em laje pr moldada e parte de forro PVC, piso de granito, iluminao natural e artificial, p direito de aproximadamente 3,0 m, ventilao natural. Ainda no andar trreo existe uma sobreloja utilizada como escritrio administrativo/financeiro constitudo por paredes de alvenaria, cobertura de laje pr moldada, piso de cermica, cobertura de laje pr moldada, p direito de aproximadamente 2,8 m, iluminao natural e artificial, ventilao natural e artificial. 5. 1.3 PROCESSO PRODUTIVO/OPERACIONAL O processo produtivo/operacional da empresa se inicia com a chegada das mercadorias que so descarregadas e encaminhadas aos depsitos sob a superviso dos conferentes. De acordo com a demanda na loja, os colaboradores apanham as mercadorias nos depsitos para a reposio nas prateleiras e gndolas. Mercadorias estas, que so levadas at os caixas pelos clientes para a conferncia e pagamentos. Aps a conferncia e pagamento das mercadorias nos caixas, inicia-se o processo de embalagem das mesmas em sacolas ou caixas que, de acordo com a solicitao do cliente, so levadas pelos prprios ou entregues em domiclio por meio de veculos da empresa. 6. FUNO N DE FUNCIONRIOS Aougueiro 09 Auxiliar Administrativo/Escritrio 08 Auxiliar de Supermercado 23 Auxiliar de Supermercado/Limpeza 02 Conferente de Mercadorias 02 Motorista 05 Caixa 14 Gerente 01 Sub Gerente 01 1.3.1 Quadros de Atividades Supermercado economia 7. 1.3.2 - DESCRIO DAS ATIVIDADES Aougueiro: Realiza o atendimento dos clientes no balco do setor e de acordo com os pedidos so realizados os cortes em carnes e a separao de outras mercadorias. Quando necessrio realiza a desossa, limpeza e separao de peas de carnes. Auxiliar Administrativo/Escritrio: Realiza servios administrativos como controle de documentos variados cumprindo todos os procedimentos necessrios referentes aos mesmos; realiza servios burocrticos da empresa como emisso de notas fiscais, entrada de notas no sistema, calculo dos preos das mercadorias e controle de estoques e servios; organizao e controle de credirio; digitao em micro computador. 8. Auxiliar de Supermercado: Organiza e repem mercadorias das prateleiras e gndolas do supermercado, buscando os produtos no depsito quando necessrio; embalar em caixas de papelo e/ou plsticas ou em sacolas plsticos as mercadorias de clientes no fim do caixa; separar e controlar as caixas de entregas; colocar quando solicitado, mercadorias no veculo dos clientes; auxiliar e orientar os clientes no salo do supermercado quanto a localizao, preos e qualidade das mercadorias. Auxiliar de Supermercado/Limpeza: Realizar a limpeza e higienizao dos diversos setores da empresa e tambm dos produtos e prateleiras. Conferente de Mercadorias: Recebe, confere e arruma as mercadorias nos depsitos; realiza a limpeza do local de trabalho, alm de auxiliar na reposio de mercadorias nas prateleiras e gndolas do supermercado. 9. Motorista: Dirigi veculo de pequeno porte nas entregas de mercadorias nas residncias dos clientes; realiza a carga e descarga do veculo e quando necessrio auxilia na embalagem dos produtos na sada dos caixas. Caixa: Passar as mercadorias pelo leitor tico de cdigo de barras e/ou digitar os cdigos de mercadorias que no possam passar pelo leitor tico de cdigo de barras; receber valores dos clientes e passar, quando necessrio, o troco aos mesmos; fazer de forma eventual a embalagem de mercadorias; fazer o controle de entregas a domiclio quando solicitado pelo cliente. Gerente: Coordenar, organizar e orientar todos os colaboradores da empresa quanto as suas tarefas e funes; atender a sugestes e reclamaes de clientes; conferir, receber e fazer o pedido de mercadorias. Sub Gerente: Auxiliar o gerente nas atividades de superviso da empresa, responder pelo gerente quando na ausncia do mesmo. 10. 3.5.1 RELATIVAS AOS RISCOS FSICOS Adotar critrio para controle de fornecimento de EPIs com ficha adequada para comprovao de seu fornecimento. Adotar sistema de identificao dos EPIs em funo do local / rea ou atividade utilizando placas. Implantar sistema administrativo para cobrana do uso dos EPIs especificados. Fornecer os EPIs adequados para as atividades. Desenvolver um programa efetivo de controle de entrada e sada das cmaras conforme o Art. 253 da CLT. 11. 3.5.2 RELATIVAS AOS RISCOS QUMICOS Adotar critrio para controle de fornecimento de EPIs com ficha adequada para comprovao de seu fornecimento . Adotar sistema de identificao dos EPIs em funo do local / rea ou atividade utilizando placas. Implantar sistema administrativo para cobrana do uso dos EPIs especificados. 12. 3.5.3 RELATIVAS AOS RISCOS BIOLGICOS Embora no sejam riscos biolgicos tpicos, h que se tomar cuidados especiais com relao aos sanitrios e bebedouros. Os sanitrios devem ser separados por sexo, estarem na proporo de 01 (um) para cada grupo de 20 (vinte) empregados, terem piso e paredes revestidos com material resistente, liso, impermevel e lavvel. As portas devem ter trancas internas de forma a torn-los indevassveis. A higienizao dos sanitrios deve ser feita pelo menos uma vez ao dia, de preferncia no final do expediente. Os sanitrios devem ser providos de papel apropriado para a higiene pessoal, aps a satisfao de necessidades fisiolgicas. Os bebedouros devem ser de jato inclinado e na proporo de 01 (um) para cada grupo de 50 (cinqenta) empregados. No deixar sobre o bebedouro, ou prximo dele, recipientes de uso coletivo que sirvam para tomar gua. Os bebedouros tambm devem ser objeto de higienizao constante. Continuar o uso de carnes e alimentos inspecionados pelo Ministrio da Agricultura para o aougue. A empresa deve fornecer e exigir o uso de calados impermeveis, luvas de PVC sem forro e avental de PVC impermevel a quem realiza a limpeza e higienizao dos diversos setores da empresa da empresa. 13. 3.5.4 RELATIVAS AOS RISCOS GERAIS Manter os extintores de incndio em perfeitas condies de uso, com acesso livre e realizar a recarga e manuteno do mesmo conforme validade indicada em etiqueta na carcaa. Manter placas de advertncias e orientao do uso de EPIs e para voltagem (tenso) das tomadas e locais de alimentao eltrica. Conferir se os equipamentos eltricos esto corretamente aterrados. Em atividades que gerem risco de ruptura de fragmentos utilizar sempre culos de proteo ou protetor facial. Adotar critrio de controle de fornecimento de EPIs com ficha adequada para comprovao de seu fornecimento. 14. Treinar os empregados quanto a importncia, correto uso, conservao e higienizao dos EPIs. Adquirir somente EPIs com Certificado de Aprovao do Ministrio do Trabalho CA. Todos os componentes mveis (correias, polias e engrenagens) de mquinas e equipamentos devem possuir proteo. Manter todo o local de trabalho organizado sem ferramentas e peas espalhadas pelo cho e/ou fora do seu local adequado. Prover as escadas de corrimo. Manter o piso sempre limpo, sem gua ou produtos escorregadios e sem imperfeies que podem gerar algum tipo de queda. 15. 3.5.6 ANEXO VII DA NR-12 - MQUINAS PARA AOUGUE E MERCEARIA Este Anexo estabelece requisitos especficos de segurana para mquinas de aougue e mercearia, novas, usadas e importadas, a saber: serra fita, fatiador de bifes, amaciador de bife, moedor de carne e fatiador de frios. 16. Serra fita - para corte de carnes em varejo. 3.5.6.1.1. Para fins deste anexo considera-se serra fita a mquina utilizada em aougue para corte de carnes, principalmente com osso. 3.5.6.1.2. Os movimentos da fita no entorno das polias devem ser protegidos com protees fixas ou protees mveis intertravadas, conforme os itens 12.38 a 12.55 e seus subitens desta Norma, exceo da rea operacional necessria para o corte da carne, onde uma canaleta regulvel deslizante deve enclausurar o permetro da fita serrilhada na regio de corte, liberando apenas a rea mnima de fita serrilhada para operao. 3.5.6.1.3. Deve ser adotado brao articulado vertical - empurrador, com movimento pendular em relao serra, que serve para guiar e empurrar a carne e impedir o acesso da mo rea de corte. 3.5.6.1.3.1. O brao articulado deve ser firmemente fixado estrutura da mquina, no podendo apresentar folga lateral que comprometa a segurana, e ser rgido, de modo a no permitir deformaes ou flexes. 17. 3.5.6.1.4. A mesa fixa deve ter guia regulvel paralela serra fita utilizada para limitar a espessura do corte da carne. 3.5.6.1.5. As mesas de corte das mquinas fabricadas a partir da vigncia desta Norma devem possuir uma parte mvel para facilitar o deslocamento da carne. 3.5.6.1.5.1. A mesa mvel deve ter dispositivo limitador do seu curso para que a proteo para as mos no toque a fita. 3.5.6.1.5.2. A mesa mvel deve ter guia que permita o apoio da carne na mesa e seu movimento de corte. 3.5.6.1.6. A mesa mvel e o brao articulado - empurrador - devem ter manpulos - punhos, com anteparos para proteo das mos. 3.5.6.1.7. Deve ser utilizado dispositivo manual para empur