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( Espiritismo) # - a e e - 3º p e e

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  • 1. 33 EENNCCOONNTTRROO DDEE PPLLAANNEEJJAAMMEENNTTOO EESSPPIIRRIITTUUAALL DDAA AALLIIAANNAA EESSPPRRIITTAA EEVVAANNGGLLIICCAA 2288 ddee aaggoossttoo ddee 22001111

2. SUMRIO APRESENTAO NA SEMEADURA I 46 EXIGNCIAS DOUTRINRIAS 47 ESTGIOS EVOLUTIVOS 48 COMUNHO PELA PRECE 49 ATIVIDADES DO ESPRITO 54 CONSCIENTIZAO 60 VERDADES INICITICAS 61 MUNDO INTERNO 64 ESFORO DE PREPARAO 66 INICIAO ESPRITA 142 COMBATE A DEFEITOS 146 SINTONIA COM DEUS 156 AMADURECIMENTO ESPIRITUAL 171 PROGRESSO ESPIRITUAL 246 ENCERRAMENTO NA SEMEADURA II 80 RESPOSTAS 120 VALOR DA INICIAO ESPIRITUAL 194 INICIAO ESPIRITUAL LENDO E APRENDENDO NA SEMEADURA III 20 SER VERDADEIRO 102 MORTE E EVOLUO 103 PODER ESPIRITUAL 104 LEI DO PROGRESSO 117 SETORES DE AO 119 TESOUROS DO ESPRITO 127 SETORES DE ATIVIDADE 137 CHAMAMENTO DIVINO 139 TAREFAS SEMELHANTES 140 ESPIRITUALIZAO 141 VALOR DA INICIAO EVANGLICA 142 VECULOS DE MANIFESTAO 143 SIMPLIFICAO 146 A LEI DA REENCARNAO VERDADES E CONCEITOS I 9 A TAREFA MAIOR 20 PARA OS DISCPULOS VERDADES E CONCEITOS II 1 COMO EVOLUIR MAIS DEPRESSA I: O CORPO ORGNICO 2 COMO EVOLUIR MAIS DEPRESSA II 15 PERGUNTAS OCIOSAS 17 DESPERTAMENTO 20 MEDITAO 36 REDENO PELO AMOR 38 DUAS FORAS PODEROSAS I 39 DUAS FORAS PODEROSAS II 44 ESPIRITUALIZAO 45 VERDADES SOBRE AS ESCOLAS DE APRENDIZES DO EVANGELHO 55 CUIDEMOS DA BOA PLANTA 60 O VALOR DA INICIAO ESPRITA MENSAGENS E INSTRUES 12 MENSAGEM PARA A INAUGURAO DA 1 EAE DE BUENOS AIRES, ARGENTINA 1974 23 MENSAGEM PARA DIRIGENTES DE TURMAS 1975 GUIA DO APRENDIZ 0 ENUNCIADOS 4 A INICIAO ESPRITA 10 INICIAO SEM ESCOLA 11 COMENTRIOS FINAIS 12 TRANSCRIES 3. APRESENTAO A Aliana Esprita Evanglica est desenvolvendo seu segundo Planejamento Estratgico. Em uma primeira fase foram constitudos quatro grupos de trabalhos para aprofundar e propor aes que melhorem ainda mais a conduo de suas atividades. O Grupo de Trabalho PE 03 Iniciao Espiritual, tem como objetivo propor aes para Melhorar a conscientizao e Vivncia dos Conceitos de Iniciao Esprita proposto pela Escola de Aprendizes. O grupo estuda algumas aes prticas que possibilitem o reavivamento dos conceitos iniciticos da Escola de Aprendizes, a ponto de que todos os que tomem contato com ela busquem conscientemente seus objetivos e instrumentos, caminhando para o mais alto, como demonstra a metfora da escada na capa da nossa apostila Iniciao Esprita. A presente compilao de textos de Edgard Armond um apoio para esta tarefa e est sendo apresentada neste 6 Encontro de Dirigentes de Escolas de Aprendizes do Evangelho. Esperamos que todos possam aqui encontrar um rico material para melhorar a conscientizao e vivncia dos conceitos de Iniciao Espiritual. Bom encontro! So Paulo, 18 de outubro de 2009. 4. NA SEMEADURA I 46 EXIGNCIAS DOUTRINRIAS O Espiritismo religioso exige muito dos seus adeptos, no campo moral, onde no pode haver contemporizaes. Por isso, dizer-se algum esprita fora disso, nada significa de real e positivo; e coisa muito diferente possuir o ideal, o anseio de espiritualizao, a fora ntima que leva evangelizao redentora, acima de qualquer outra preocupao ou desejo. Verdadeiramente esprita aquele que, primeiramente, evangelizou-se pela reforma ntima e passou, em seguida, a viver segundo os ensinamentos recebidos, no campo coletivo, em bem do prximo; mas no esses que somente pregam, mandam fazer mas no fazem; adeptos inoperantes ou meros simpatizantes, que foram tocados pelas influncias divinas da Doutrina mas no penetraram nela, no se submetem s suas exigncias do campo moral, condio liminar irrecorrvel, primeiro e nico degrau do prtico que leva aos interiores iluminados dos mundos superiores. Jesus no veio somente para esclarecer os homens intelectualmente, mas sim para redimir uma humanidade condenada. 47 ESTGIOS EVOLUTIVOS Os Espritos criados simples e ignorantes, no contm em si nada de mau, porque vm de Deus, onde o mal inexiste. Todavia, na involuo ou queda, sofrendo a atrao e os contatos com as esferas materiais por onde transitam, corrompem-se, adensam-se, envolvem-se de sombras. Mais tarde, quando iniciam o movimento de retorno origem, na evoluo que iniciada nos reinos inferiores, mineral, vegetal e animal, os contatos e as impregnaes pesadas se multiplicam e os Espritos prosseguem impulsionados pelos instintos, no tendo ainda conscincia do mal. Somente quando penetram no reino humano, conquistam o livre-arbtrio e a faculdade da razo, e comeam a agir conscientemente, assumindo responsabilidade dos seus atos. Esse o momento crucial em que as revelaes espirituais so de ingente necessidade, para apontar rumos certos; e o importante que essas revelaes ou inspiraes sejam de elevada condio moral, para que o encaminhamento seja feito no bom sentido, no representem perda de tempo, concorram ao apressamento do progresso, rumo s esferas espirituais luminosas e puras, donde os Espritos procedem. Da a grande importncia de cursos e escolas de iniciao doutrinria esprita, que oferecem conhecimentos selecionados e autnticos, afins com as realidades espirituais, dignos portanto de confiana da parte dos nefitos, que buscam encaminhamento. Cursos e escolas desse tipo foram criados desde 1950 na Federao Esprita do Estado de So Paulo, na Aliana Esprita Evanglica, a partir de 1973, e em outras Casas Espritas, que realizam a iniciao espiritual com base evanglica, com a necessria fidelidade s verdades crists. 48 COMUNHO PELA PRECE necessrio manter constante comunho com o Plano Espiritual, recolhendo-se, pelo menos uma vez por dia, ao silncio do mundo interno, na adversidade como no xito, no sofrimento como no bem-estar, para buscar diretamente a Deus. A prece mecanizada, sistemtica, decorada, quase intil, podendo mesmo representar uma ofensa a Deus, por significar desprezo aos canais sempre abertos da inspirao, que 5. nos mantm sintonizados aos cus, a qualquer hora, em todos os momentos de nossa vida. 49 ATIVIDADES DO ESPRITO Na evoluo espiritual, eterna e progressiva, jamais h um fim definitivo, um alvo final. O Esprito sobe degrau a degrau, a imensa escada ascensional, havendo sempre um novo comeo para coisas novas; ele nunca descansa nas atividades psquicas e, quando atinge as esferas superiores, ainda menos o faz, pelo desdobramento crescente dos encargos e das responsabilidades. Para compreender isto, basta verificar que, mesmo agora, neste mundo inferior, submerso na matria pesada, no tem o Esprito descanso nem mesmo no sono quando, ento, vaga pelo espao, em atividade constante, boa ou m, segundo seus prprios pendores e sintonias. 54 CONSCIENTIZAO Quando o homem, qualquer que seja, puder encontrar-se com a luz misteriosa e clara, que vem da profundidade do seu prprio ntimo, e encarar a verdade face a face, ento ter realizado a tarefa mais difcil de sua longa trajetria evolutiva: e no ser mais simplesmente um homem. 60 VERDADES INICITICAS H trs verdades iniciticas fundamentais para a aquisio do conhecimento espiritual, que podem ser formuladas da seguinte maneira por autores respeitveis: 1) A alma humana imortal e o seu futuro algo cujo crescimento e esplendor no tm limites. 2) O princpio que d a vida reside em ns e fora de ns, porque universal, imortal e eternamente beneficente; no se pode ouvi-lo, nem v-lo, nem senti-lo, mas quem deseja percepo, percebe-o. 3) Cada ente humano seu absoluto legislador, dispensador de glria ou de obscuridade a si mesmo; determinador de sua vida, sua recompensa ou sua punio. 61 MUNDO INTERNO O verdadeiro discpulo, mesmo quando envolvido no tumulto da vida ambiente, integra-se, quando necessrio, no silncio interior. No esbanja palavras para expressar sentimentos e pensamentos, porque os atos melhormente os revelam. Est sempre atento ao seu mundo interior, para que possa ver-se e sentir-se tal qual , e ver como desperta e cresce a luz interna, o resplendor eterno de Deus em si mesmo, pela ecloso de sentimentos purificados, pelas transformaes ntimas que podem surpreender dia por dia. 64 ESFORO DE PREPARAO Desde que o mundo existe, a conquista espiritual tem se apresentado aos homens como um srio problema a ser resolvido, mesmo quando no deliberadamente; inmeras instituies tm se devotado a isso, sem resultados satisfatrios, ou porque permanecem no campo das exterioridades, ou no das introspeces pouco acessveis maioria. Muitos milnios transcorreram at que Jesus apontasse, de forma objetiva, mesmo quando, algumas vezes, simblica, o modo simples de faz-lo, mostrando que a soluo reside no prprio homem e se resume na eliminao dos vcios e defeitos morais, com a purificao dos sentimentos e dos atos; e que 6. aquilo que todos procuram exteriormente s se encontra dentro deles mesmos, no ntimo da alma, porque o ser humano, como Esprito que evolui, o nico responsvel por essa realizao, cabendo-lhe inteiramente o esforo correspondente. Em cada milhar de indivduos, uns poucos se destacam como interessados no seu adiantamento espiritual e, em menor nmero ainda, se dispem aos esforos e s transformaes indispensveis que esse adiantamento exige. Isso mostra, de um lado, as dificuldades do empreendimento, quando no se tem como escudo a confiana em Deus e a f como fora de sustentao; e, doutro, o quanto a humanidade terrena carece de conhecimentos espirituais verdadeiros. Para auxiliar os que desejam evoluir mais rpido e seguramente, criou-se na Federao Esprita de So Paulo, a Escola de Aprendizes do Evangelho, em 1950, e na Aliana Esprita Evanglica, em 1973. Nessa escola logo nos primeiros dias indaga-se do candidato que se inscreveu, porque veio: a) por simples curiosidade? Neste caso dificilmente encontrar o que deseja e sofrer desiluses; b) por inspirao momentnea? de crer ento que haja merecido a interferncia espiritual de algum amigo interessado no seu adiantamento; c) mas se o fez por si mesmo, deliberadamente, por deciso consciente e firme, ento porque j amadureceu o que baste para compreender que era urgente a medida, para o seu adiantamento espiritual. Mas, seja como for que

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