indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa e financeira e patrim³nio pr³prio. Regeu-se

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  • ndice

    I - NOTA INTRODUTRIA 6

    1.1 Breve anlise conjuntural 6

    1.2 Orientaes gerais e especficas prosseguidas pelo organismo 7

    1.3 Sntese da atividade 9

    1.4 Publicidade institucional (RCM 47/2010) 11

    II - AUTOAVALIAO 11

    2.1 Anlise dos resultados alcanados e dos desvios, positivos e negativos, verificados de acordo com o QUAR 2012

    12

    2.2 Apreciao, por parte dos utilizadores, da quantidade e qualidade dos servios prestados

    15

    2.3 Avaliao do sistema de controlo interno (SCI) 18

    2.4 Anlise das causas de incumprimento de aes ou projetos no executados ou com resultados insuficientes, no Plano de Atividades

    22

    2.5 Desenvolvimento de medidas para um reforo positivo do desempenho 26

    2.6 Comparao com o desempenho de servios idnticos, no plano nacional e internacional

    29

    2.7 Audio de dirigentes intermdios e demais trabalhadores na autoavaliao do IPQ 30

    2.8 Atividades desenvolvidas, previstas e no previstas no Plano de Atividades, com indicao dos resultados alcanados

    33

    2.8.1 Normalizao 33

    2.8.2 Metrologia 40

    2.8.3 Informao, Desenvolvimento e Assuntos Europeus 48

    2.8.4 Administrao Geral 65

    2.8.5 Atividade jurdica e produo legislativa nacional e comunitria 68

    2.9 Afetao real e prevista dos recursos humanos, materiais e financeiros 68

    III - BALANO SOCIAL

    71

    IV AVALIAO FINAL

    A. Apreciao qualitativa e quantitativa dos resultados alcanados B. Meno proposta pelo dirigente mximo C. Concluses prospetivas

    72

    72

    73

    ANEXOS

    Anexo A1 Mapa de execuo do QUAR 2012 76

    Anexo A2 Legislao de referncia no domnio da Qualidade publicada em 2012 78

    Anexo A3 Organismos europeus e internacionais com participao institucional do IPQ 85

    Anexo A4 Lista de publicaes/artigos/comunicaes da Metrologia 86

    Anexo A5 Balano Social 91

  • I NOTA INTRODUTRIA

    RELATRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2012 Instituto Portugus da Qualidade

    6

    I - NOTA INTRODUTRIA

    O Instituto Portugus da Qualidade (IPQ), que tem sede em Caparica, no Concelho de Almada, um

    instituto pblico, na tutela do Ministrio da Economia e do Emprego (MEE), integrado na administrao

    indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa e financeira e patrimnio prprio. Regeu-se

    durante todo o ano de 2012 pelo Decreto-Lei 71/2012 de 21 de maro pela Portaria n 540/2007, de 30

    de abril, alterada e republicada pela Portaria n. 888/2010, de 13 de setembro, que aprovam,

    respetivamente, a sua orgnica e estatutos e que determinou a sua organizao interna, criando quatro

    unidades orgnicas nucleares e remetendo para Regulamento interno a criao de unidades flexveis at

    ao nmero mximo de oito.

    A organizao interna dos servios foi mantida durante o ano de 2012 com o Organograma seguinte:

    O r g a n o g r a m a I P Q

    CONSELHO DIRETIVO

    ASSESSORIA

    JURDICA

    DEPARTAMENTO DE

    NORMALIZAO

    DEPARTAMENTO DE

    METROLOGIA

    DEPARTAMENTO DE INFORMAO,

    DESENVOLVIMENTO E ASSUNTOS EUROPEUS

    DEPARTAMENTO

    DE

    ADMINISTRAO

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    Unidade

    Financeira

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    Patrimonial

  • 7 RELATRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2012 Instituto Portugus da Qualidade

    1.1 Breve anlise conjuntural

    A evoluo da economia portuguesa1 em 2012 foi marcada pela contrao da atividade econmica, pela

    deteriorao das condies no mercado de trabalho e pelo ajustamento acentuado da balana de

    pagamentos, tendo o saldo da balana corrente e de capital passado de um dfice de 5,8% do PIB em

    2011 para um excedente de 0,8%.

    O Produto Interno Bruto (PIB) registou uma queda de 3,2% em 2012, face a -1,6% em 2011, refletindo a

    diminuio acentuada de todas as componentes da procura interna. de destacar a evoluo do consumo

    privado (-3,9% em 2011; -5,6% em 2012) e da Formao Bruta de Capital Fixo (FBCF) (-11,4% em 2011;

    -14,5% em 2012), que acentuaram em 2012 a contrao observada no ano anterior.

    O impacto negativo da procura interna sobre a atividade econmica, acompanhado por uma queda

    marcada das importaes, foi parcialmente compensado pelo crescimento das exportaes, que

    continuaram a registar um ganho muito significativo de quota de mercado no conjunto do ano, embora

    registando um abrandamento face a 2011.

    Em 2012, verificou-se, em termos mdios anuais, um aumento da taxa de desemprego para 15,7% da

    populao ativa e uma queda do emprego de 4,2%, particularmente no ltimo trimestre em que se

    registou um aumento da taxa de desemprego para os 16,9%.

    A taxa de inflao em Portugal, medida pela variao mdia do ndice Harmonizado de Preos no

    Consumidor (IHPC), situou-se em 2012 nos 2,8%, apresentando uma reduo face a 2011 (3,7%). Este

    valor sofreu a influncia de medidas associadas ao processo de consolidao oramental que entraram

    em vigor, em 2011 e em 2012, com destaque para o aumento das taxas do Imposto sobre o Valor

    Acrescentado (IVA) aplicveis a alguns produtos. A inflao dever reduzir-se e estabilizar em torno de

    1% ao longo de 2013-2014, por dissipao do efeito do aumento da tributao indireta e dos preos de

    bens administrados, registados no incio de 2012.

    Em 2012 registou-se uma estratgia de consolidao oramental focada predominantemente no aumento

    da receita e, em particular, nos impostos sobre as famlias. Do lado da despesa, destacou-se a suspenso

    dos subsdios de frias e de Natal para o setor pblico, a continuao da reduo do nmero de efetivos e

    das despesas de investimento das administraes pblicas.

    As atuais projees para a economia portuguesa apontam para uma contrao da atividade econmica de

    2,3% em 2013 (-3,2%em 2012).

    1.2 Orientaes gerais e especficas

    O IPQ tem como atribuies promover a qualidade em Portugal, assumindo-se como um agente

    privilegiado de mudana no pas, ao nvel da economia interna e da competitividade internacional; criar

    e disponibilizar a infraestrutura indispensvel para potenciar a prtica de melhores processos e mtodos

    de gesto pela qualidade; gerir e coordenar o Sistema Portugus da Qualidade (SPQ); ser o Organismo

    Nacional de Normalizao e a Instituio Nacional de Metrologia.

    O Sistema Portugus da Qualidade engloba, de forma integrada, as entidades e organizaes envolvidas

    na Qualidade e assegura a coordenao dos subsistemas da Normalizao, da Metrologia e da

    Qualificao. Tem por objetivo a garantia e o desenvolvimento da Qualidade atravs das entidades e

    organizaes que, voluntariamente ou por inerncia de funes, congregam esforos para estabelecer

    1 Fonte: Banco de Portugal

  • 8 RELATRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2012 Instituto Portugus da Qualidade

    princpios e meios, bem como para desenvolver aes que permitam de forma credvel o alcance de

    padres de qualidade adequados e a demonstrao da sua obteno efetiva, tendo em vista o universo das

    atividades, seus agentes e resultados nos vrios setores da sociedade.

    O seu funcionamento credvel e transparente, baseando-se em regras e mtodos reconhecidos e aceites

    a nvel nacional ou estabelecidos por consenso internacional. um sistema horizontal e universal que

    pode abranger todos os setores da sociedade, bem como todos os tipos de atividades e seus agentes

    econmicos. O SPQ descentralizado, assentando na autonomia de atuao das entidades que o

    compem e no respeito pela unidade de doutrina e ao do sistema no seu conjunto, cabendo a cada

    entidade a deciso de aderir voluntariamente. Com o SPQ podem coexistir outros sistemas setoriais ou

    entidades desde que demonstrem cumprir as exigncias e regras estabelecidas, visando o seu

    funcionamento, contribuir para a igualdade de oportunidades e para o desenvolvimento sustentado.

    Misso

    Desenvolver polticas, disponibilizar infraestruturas e metodologias, facilitadoras da afirmao da

    especificidade e da competitividade do tecido socioeconmico nacional, num contexto de globalizao,

    atravs dos subsistemas da Normalizao, da Metrologia e da Qualificao e da participao integrada da

    sociedade no desenvolvimento harmonioso do SPQ.

    Viso

    Afirmar o SPQ como suporte ao desenvolvimento da Q