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 · o prémio Uncontainable II do Ballet Real da Flandres e também como coreógrafo no 13th ... Sonata em Dó maior, K 545, 1º andamento,

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Mostra de dana

14 a 16 NOV13

ENSAIOS SOBRE O JOGO DE SOMBRASNA DANA CONTEMPORNEApor Daniel Trcio | crtico de dana e professor universitrio

Depois de uma primeira edio em 2012, o Teatro Viriato volta a apresentar New Age, New Time. Este ano, a mostra inclui os mais recentes trabalhos dos criadores Victor Hugo Pontes (ZOO), Peter Michael Dietz (I Dont Belong Here Believe Me...), Andr Mesquita (Salto), Lander Patrick (Noodles Never Break When Boiled) e Tnia Carvalho (O reverso das palavras e Como que eu vou fazer isto?, este ltimo em es-treia absoluta).

Mais uma vez, New Age, New Time procura potenciar o encontro entre coregrafos, intrpretes e pblico, proporcionando novas oportunidades de circulao dos espetculos apresentados.

PROGRAMA

14 NOV quinta

21h30

ZOOVICTOR HUGO PONTES

| 60 min.

19h30

I DONT BELONG HERE... BELIEVE ME...PETER MICHAEL DIETZ

| 45 min.

11h30

NOODLES NEVERBREAK WHEN BOILEDLANDER PATRICK

| 40 min.

16h30

O REVERSODAS PALAVRASTNIA CARVALHO

| 60 min.

22h00

SALTOANDR MESQUITA

| 60 min.

21h30

COMO QUE EU VOU FAZER ISTO?TNIA CARVALHO

| 20 min. aprox.

15 NOV sexta 16 NOV sbado

eSTReIA

ABSOluTA

1. as frases em itlico assinalam a voz de Tnia carvalho a propsito da pea como que eu vou fazer isto?

ZOO, a mais recente criao de Victor Hugo Pontes, parte de Why Look at Animals, um ensaio do britnico John Berger que reflete sobre a relao en-tre humanos e animais, tornando-a material teatral. O espetculo resulta dos pares, ora dicotmicos, ora com-plementares, a discutidos: homem e animal, observador e observado, p-blico e cena.

Da natureza para as sociedades huma-nas e para o teatro: este o fio condu-tor de ZOO. Num espao de assumida artificialidade exibe-se um produto. As pessoas interessam-se pela obser-vao de outras pessoas, de animais, de espetculos, do mundo a partir da sua janela ou a partir de um palco. ZOO reflete sobre esse processo enquanto experincia esttica.

14NOV

T

una

TNSJ

ZOOdireo VicTor HUGo PonTeS

qui 21h30 60 min.

Durao 60 min. Pblico-alvo m/ 12 anos Direo Victor Hugo Pontes Interpretao Diletta Bindi, Joana Castro, Marco da Silva Ferreira, Paulo Mota,Pedro Rosa, Valter Fernandes e Vtor Kpez Cenografia F. Ribeiro Desenho de luz Wilma Moutinho Msica original Rui Lima e Srgio Martins Apoio dramatrgico Madalena Alfaia Construo cenogrfica Maia & Rocha Coproduo Nome Prprio, Maria Matos Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor e TNSJ Apoios Circolando, Companhia Instvel, Teatro de Ferro, Zoo de Lisboa e Zoo da Maia Agradecimentos Ana Carvalhosa, Ana Figueira, Andr Braga, Carla Veloso, Ctia Esteves, Cludia Figueiredo, Eva ngelo, Igor Gandra e Ricardo Quintas ZOO um projeto apoiado pelo Secretrio de Estado da Cultura/Direo-Geral das Artes

PORQue OlHAMOS OS ANIMAIS? por JoHn BerGer

VICTOR HUGO PONTES 15NOV

L

us

Bel

o

I DONT BELONG HERE... BELIEVE ME...de e com PeTer MicHael DieTZ

sex 19h30 45 min.

O conflito constante inerente cria-o de uma performance, as tentativas constantes, o conflito do artista, a inti-midade dos bastidores e a capacidade de fazer algo ou no atravessam este solo de Peter Michael Dietz, que se desdobra numa multiplicidade de per-sonagens com um tempo prprio mar-cadas pelo momento em que tudo falha drasticamente.

Uma tragicomdia assente numa ques-to central: Que posio esta de es-tar em frente de um pblico ou no meio dele?.

Durao 45 min. Pblico-alvo m/ 12 anosConceito, desenho de som, cenografia, figurino e interpretao Peter Michael Dietz Desenho de luz Rui CunhaColaborao Valentina Parravicini Produo NACO e Teatro Viriato Agradecimentos Adriana de Faria Gehres, Companhia Paulo Ribeiro, Cristvo Cunha, Nuno Rodrigues, Rui Cunha e equipa do Teatro Viriato

PETER MICHAEL DIETZ

Isto um solo, que no deveria ser um espetculo enorme mas falhou dramaticamenteH gente, que gosta de danar Eu sou um delesH gente, que gosta de ver Eu sou um delesNo acredito que sou o nico a danar, por isso dancem comigo sobre qualquer coisa, que esperamos se possa ver um momento do vosso tempo, e do meuEstar junto com algum Mas estar com ns prprios ainda pior

Meu irmo.Tu s o meu irmo.s o meu irmo?Queres ser o meu irmo?Vamos ser irmos.Ei mano, fixe!Muito fixe!

Porreiro ter um irmo.Eu e o meu irmo somos irmos.

Peter Michael Dietz

Em Salto, o coregrafo Andr Mesquita, artista residente do Teatro Viriato, ex-plora as possibilidades entre o pensa-mento contemporneo e o corpo. No toque descontnuo das ideias e na sua articulao atravs do corpo em movi-mento, encontra-se o que parece ser uma contrariedade: um corpo de dan-a e de desejo traduzvel. Em palco, os bailarinos Miguel Oliveira e Teresa Alves da Silva protagonizam aquilo que o co-

regrafo descreve como uma ideia de coliso.

Andr Mesquita viu no conceito de do-bra de Gilles Deleuze o ponto de parti-da para a criao. Salto equaciona des-sa forma possibilidades que implicam um debate com o seu prprio processo, com o seu prprio tema. Dobrar, saltar no mesmo lugar e, assim, deformar, deslocar o solo.

15NOV

T

una

TNSJ

SALTOcoreografia anDr MeSQUiTa

sex 22h00 60 min.

Durao 60 min. Pblico-alvo m/ 12 anos Coreografia Andr Mesquita Espao cnico Andr Mesquita e Xana Monteiro Figurinos Andr Mesquita Desenho de luz Nuno Salsinha e Andr Mesquita Msica Miguel Oliveira, David Lang e Adam Tendler Assistncia de coreografia Filipa Peraltinha Interpretao Teresa Alves da Silva e Miguel Oliveira Coproduo TOKART Plataforma de Criao, Teatro Viriato e TNSJ

TRS. Que SO DOIS. Que uM. SAlTO.por Sara GoMeS

Nasceu em 1979. Fez a sua formao artsti-ca na Academia de Dana Contempornea de Setbal e na Companhia Nacional de Bailado. Iniciou a sua carreira como bailarino na CeDe-Ce (Setbal) e na Companhia Portuguesa de Bailado Contemporneo com direo artstica de Vasco Wellenkamp. Desenvolve uma ati-vidade independente desde 2006, ano em que cessou funes como bailarino solista e professor residente na Tanz Companie do Sta-dtTheater Hildesheim.

Fundador da TOKART Plataforma de Criao, partilha a respetiva direo artstica com Te-resa Alves da Silva e nela desempenha tam-bm as funes de coregrafo associado.

Coreografou em companhias como, o Ballet Real da Flandres (Anturpia, Blgica), o Bal da Cidade de So Paulo (Brasil), o Danish Dance Theater (Copenhaga, Dinamarca), a Companhia Portuguesa de Bailado Contem-porneo e o Tanz Luzern Theater (Sua), entre outros. Em 2009 foi galardoado com o prmio Uncontainable II do Ballet Real da Flandres e tambm como coregrafo no 13th International Solo-Tanz-Theater Festival de Estugarda.

Foi artista residente do Centro Cultural do Cartaxo de 2007 a 2011.Em Portugal tem criado atravs da TOKART e em parceria com a EGEAC, o Teatro Maria Matos, o Teatro Viria-to e a Companhia Nacional de Bailado.

ANDR MESQUITA

16NOV

L

us

Mar

tins

NOODLES NEVER BREAK WHEN BOILEDde e com lanDer PaTricK

sb 11h30 40 min.

O Reverso das Palavras explora a rela-o entre msica e movimento. A partir de um convite para criar um trabalho coreogrfico em colaborao com a compositora contempornea norte-americana Julia Wolfe, Tnia Carvalho desenvolve uma pea cuja vida est no pensamento e na alegria do movi-mento, no momento em que atravessa um espao liberto de palavras.

Estou convencida de que as palavras s me limitam e bloqueiam, diz Tnia Carvalho. O Reverso das Palavras resul-ta dessa ausncia: o instante em que as palavras deixam de estar presentes, para darem lugar expresso.

16NOV

D

R

O REVERSO DAS PALAVRASdireo e coreografia Tnia carValHo

sb 16h30 60 min.

Durao 40 min. Pblico-alvo m/ 12 anos Conceito e coreografia Lander Patrick Interpretao Lander Patrick Figurinos Lander Patrick Desenho de luz Lander Patrick Operao de luz Rui Daniel Residncia artstica NEGCIO (PT) Produo e difuso Clara Antunes e Andreia CarneiroConsultores criativos Jonas, Srgio Matias e Gui Garrido

Durao 60 min. Pblico-alvo m/ 12 anos Direo e coreografia Tnia Carvalho Msica Julia Wolf Interpretao Tnia Carvalho, Lus Guerra e Marlene Monteiro FreitasMsico Jean Blanchard Desenho de luz Zeca Iglsias Figurinos Aleksandar Protic Operador de som Rgis EstreichProduo Bomba Suicida Produo e difuso Sofia Matos Residncia artstica Les Subistences (Lyon)e Centre Chorgraphique de Rillieux-la-Pape (Frana) Coproduo Les Subistences (Lyon) e Centre Chorgraphique de Rillieux-la-Pape (Frana) Apoio alkantara (Lisboa), Centro Cultural de Belm (Lisboa), Museu do Traje (Viana do Castelo), Escola Superior de Comunicao (Viana do Castelo) e Hotel Borges Chiado (Lisboa)Bomba suicida financiada pelo Governo de Portugal, Secretrio de Estado da Cultura e Direo-Geral das Artes.

LANDER PATRICK

Foi muito estimulante receber um con-vite para fazer uma pea de dana cujo mote principal seria o trabalho de uma compositora de msica contempornea. Tenho um grande fascnio pela msica dela, e por isso estou ansiosa por chegar a ver o resultado final.

cada vez mais difcil para mim escrever sobre o meu trabalho, pois evito meter palavras ao barulho na minha cabea no momento em que crio uma pea de dana. Estou convencida de que as palavras s me limitam e bloqueiam.

No decurso do meu trabalho, com o tem-po, habituei-me a pensar sem palavras. Em vez disso, penso por movimentos, por intensidades do corpo, ritmos, pau-sas, figuras, atmosferas. Tento pensar apenas atravs de imagens, que se vo acumulando gradualmente, at que co-meam a configurar uma forma espec-fica. Gosto de pensar nos movimentos como uma linguagem que eles so, de facto. E precisamente por isso, ao pen-sar deste modo, sou levada a evitar as palavras.

bvio que no incio da criao existe uma ideia base, esta sim feita de pa-lavras. Mas se vou ao encontro dessa

ideia, atravs daquele pensamento em imagens; e se avano, por meio de escolhas e decises que vou tomando intuitivamente. S assim possvel dizer que a pea comea a ganhar uma forma, um sentido, uma linha de evoluo.

Neste caso em particular, essa ideia base uma msica, o que torna ainda mais difcil falar daquilo em que vai tor-nar-se esta pea, ou do que ela possa ser neste momento. Mesmo o simples gesto de lhe dar um ttulo revelou ser extrema-mente difcil.

Mais do que qualquer outra coisa, a vida desta pea est no pensamento e na ale-gria do movimento, no momento em que atravessa um espao liberto de palavras. A natureza, a sequncia do movimento o reverso, o afastamento das palavras: no aquilo que elas escondem atrs de si, mas o instante em que deixam de estar presentes, para darem lugar expresso.

Tnia Carvalho, janeiro 2013

NOTAS GRAVES EM CORPOS AGUDOS

SOBRE O ReVeRSO DAS PAlAVRAS

No momento em que atinge a maiori-dade artstica, Leonor Keil, intrprete incontornvel da dana contempornea portuguesa, trabalha pela primeira vez com a coregrafa Tnia Carvalho. Como que eu vou fazer isto? surge por con-vite da Companhia Paulo Ribeiro a Tnia Carvalho, que v na dana de Leonor Keil um grito muito alto, muito grande. Um grito que capaz de nos varrer a to-

dos. Esse grito enorme, gigante, est sempre prestes a sair... mas nunca sai. Quero trabalhar a partir desta ideia de inquietao, de vontade de gritar mas no gritar. De algo que, em vez de sair de uma vez, vai saindo devagar, e de vrias formas.

16NOV

Iv

o R

ibei

ro K

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COMO QUE EU VOU FAZER ISTO? coreografia Tnia carValHo

sb 21h30 20 min.

TNIA CARVALHO

Durao 20 min. Pblico-alvo m/ 12 anos Coreografia Tnia Carvalho Interpretao Leonor Keil Figurinos e desenho de luz Tnia Carvalho Msica W.A. Mozart: Piano Sonata em D maior, K 545, 1 andamento, por Uri Caine Ensemble e J.S.Bach: Preldio - Wer nur den lieben Gott lt wal-ten, BWV 691, por Tnia Carvalho Produo Companhia Paulo Ribeiro Coproduo A Oficina Centro Cultural Vila Flor, Centro Cultural de Belm e Teatro Nacional So Joo Parceria Teatro Viriato

eSTReIA

ABSOluTA

TNIA CARVALHO

LEONOR KEIL

Vinte anos de uma carreira sem sair mui-to do lugar!

Neste ponto em que me encontro, penso no tempo em que ando nesta vida de sal-timbanco, de criador em criador, de pal-co em palco, de pas em pas, de pblico em pblico.

O tempo voa e no consigo sentir que te-nham passado 20 anos.

Sempre admirei quem festeja longas datas e perguntava-me se algum dia eu iria sentir necessidade do mesmo. E sim, esse desejo surgiu-me, mas olhando para trs penso que tantos anos no so assim tantos, parecem poucos, sinto-me cansada, mas cansada de no andar mais, quero mais!

O desafio trabalhar com quem muito admiro, mas cujo encontro ainda no se proporcionou.

Quero mais 20 e, depois, vou querer plantar flores.

Leonor Keil

A dana da Leonor inquieta-me. In-quieta-me positivamente. Inquieta-me... e no consigo tirar os olhos dela. Parece-me que tem l dentro um grito muito alto, muito grande. Um grito que capaz de nos varrer a todos e nos pr fora do teatro. Voados... num instante.

H qualquer coisa que habita o corpo da Leonor e que maior que ela, e, por isso, esse grito, enorme, gigante, est sempre prestes a sair... mas nunca sai. No que isto seja a verdade da Leo-nor, mas, a minha verdade ao v-la.

Quero trabalhar com a Leonor a partir desta ideia de inquietao, de vontade de gritar, mas no gritar. De algo den-tro muito grande que, em vez de sair de uma vez, vai saindo devagar, e de vrias formas. At que...

Tnia Carvalho

TEATRO VIRIATO | CENTRO DE ARTES DO ESPECTCULO DE VISEU Paulo Ribeiro Diretor-geral e de Programao Jos Fernandes Diretor Administrativo Paula Garcia Diretora Adjunta Ana Cludia Pinto Assistente de Direo Maria Joo Rochete Responsvel de Produo Carlos Fernandes Assistente de Produo Nelson Almeida, Paulo Matos e Pedro Teixeira Tcnicos de Palco Marisa Miranda Imprensa e Comunicao Manuel Poas Tcnico de Comunicao e Imprensa Teresa Vale Produo Grfica Gislia Antunes Bilheteira Emanuel Lopes Tcnico de Frente de Casa Raquel Marcos Assistente de Secretariado Consultores Maria de Assis Swinnerton Programao Colaboradores Antnio Ribeiro de Carvalho Assuntos Jurdicos Jos Antnio Loureiro Eletricidade Contraponto Contabilidade Paulo Ferro Coordenao Tcnica de Palco Jos Antnio Pinto Informtica Cathrin Loerke Design Grfico Acolhimento do Pblico Andr Rodrigues, Bruna Pereira, Bruno Marques, Catarina Ferreira, Daniela Fernandes, Franciane Maas Frana, Francisco Pereira, Joana Tarana, Joo Almeida, Lus Sousa, Margarida Fonseca, Neuza Seabra, Ricardo Meireles, Rui Guerra, Sandra Amaral e Vnia Silva.

Sostenuto Do Quinta do Perdigo Allegro BMC CAR Tipografia Beira Alta, Lda. Moderato Famlia Caldeira Pessanha Andante Grupo de Amigos do Museu Gro Vasco Joo Carlos Osrio de Almeida Mateus Adgio Amvel dos Santos Pendilhe Ana Lusa Nunes Afonso Ana Paula Ramos Rebelo Ana Maria Ferreira Carvalho Antnio Cndido Rocha Guerra Ferreira Armanda Paula Frias Sousa Santos Benigno Rodrigues Fernanda de Oliveira Ferreira Soares de Melo Fernando Soares Poas Figueiredo e Maria Adelaide Seixas Poas Geraldine de Lemos Isabel Pais e Antnio Cabral Costa Isaas Gomes Pinto Jos Lus Abrantes Jos Gomes Moreira da Costa Jlia Alves Jlio da Fonseca Fernandes Maria de Ftima Ferreira Magdalena Rondeboom e Pieter Rondeboom Maria de Ftima Rodrigues Ferreira Moreira de Almeida Maria de Lurdes da Silva Alves Poas Marina Bastos Martin Obrist e Maria Joo de Ornelas Andrade Diogo Obrist Miguel Costa e Mnica Sobral Nanja Kroon Patrcia Morgado Costa Mateiro Santos Paula Nelas Paulo Jorge dos Santos Marques Raul Albuquerque e Vitria Espada Teresa da Conceio Azevedo Vtor Domingues 3XL Segurana Privada Unipessoal, Lda Jnior Ana Mafalda Seabra Abrantes Beatriz Afonso Delgado Carla Filipa Seabra Abrantes Eduardo Miguel de Amorim Barbosa Jlia Pereira Arede Oliveira Costa Maria Leonor Teixeira Ferreira David Martins Matilde Figueiredo Alves Pedro Dinis de Amorim Barbosa.

Colaborao Tcnica

estrutura financiada por: parceria para a divulgao:

MECENAS

Prximo espetculo

Caf-ConCerto / foyer

21 nov

incompletocom CLuDIo Da SILva, JoS vaLeNTe e SRgIo TavaReS

qui 22h00 | 60 min. | m/ 12 anos | preo nico 2,503

C

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Pho

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