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1 CONTROLES E O TRIBUNAL DE CONTAS TRIBUNAL DE CONTAS Edemilson José Pego Téc.Cont.Contábil-DCM / TC / PR Edemilson José Pego Téc.Cont.Contábil-DCM / TC

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  • 1 CONTROLES E O TRIBUNAL DE CONTAS TRIBUNAL DE CONTAS Edemilson Jos Pego Tc.Cont.Contbil-DCM / TC / PR Edemilson Jos Pego Tc.Cont.Contbil-DCM / TC / PR CONTABILIDADE PBLICA Tribunal de Contas do Paran
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  • 2 Na Administrao Pblica, no h liberdade pessoal. Enquanto na Administrao Particular lcito fazer tudo que a lei no probe, na Administrao Pblica s permitido fazer o que a lei autoriza. (Hely Lopes Meirelles)
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  • 3 PLANO DE AO LDOLDO LOALOAPPAPPA Planejar Orientar Executar Polticas Pblicas e Programas de Governo Polticas Pblicas e Programas de Governo Instrumentos de Planejamento
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  • 4 Projeto Encaminhamento ao Poder Legislativo Devoluo ao Poder Executivo (aprovao) Plano Plurianual 4 meses antes do encerramento do primeiro exerccio financeiro (31 de agosto). At 22 de dezembro do exerccio em que for encaminhado da sesso legislativa Lei de Diretrizes Oramentrias 8 meses e meio antes do encerramento do exerccio financeiro (15 de abril) At 17 de julho Lei Oramentria Anual 4 meses antes do encerramento do exerccio financeiro (31 de agosto) Ate 22 de dezembro A LRF e o Sistema de Planejamento Oramentrio
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  • 5 JR 15/04/0531/08/0501/01/0631/12/06200720082009 ENCAMINHA - PPA ENCAMINHA - PPA ENCAMINHA LOA VALIDADE VALIDADE VALIDADE INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO ENCAMINHA LDO V I G N C I A
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  • 6 JR 01/01/0615/04/0631/08/0631/12/0601/01/0731/12/0720082009 VIGNCIA - LDO PPA EM VIGNCIA VIGNCIA - LOA VALIDADE VALIDADE VALIDADE INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO ENCAMINHA - LDO ENCAMINHA - LOA VIGNCIA - LDO VIGNCIA - LOA ENCAMINHAMENTO LDO (15/04/05) ENCAMINHAMENTO LOA (31/08/05)...
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  • 7 LEI DE DIRETRIZES ORAMENTRIAS LEI LOA PPA
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  • 8 LOA LEI ORAMENTRIA ANUAL Art.165 CF e 5 LRF
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  • 9 LEI ORAMENTRIA ANUAL Aprovao e fiscalizao do oramento: funo mais importante dos rgos legislativos, no regime democrtico.Aprovao e fiscalizao do oramento: funo mais importante dos rgos legislativos, no regime democrtico. O oramento deve:O oramento deve: -ser compatvel com os objetivos e metas do Anexo de Metas Fiscais da LDO; -demonstrar os efeitos das renncias fiscais sobre receitas e despesas (isenes, anistias, remisses, subsdios, benefcios de natureza financeira, tributria e creditcia); -conter reserva de contingncia. Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR
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  • 10 Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Principais Bases Legais: CONSTITUIO FEDERAL Art. 165....... 5 A lei oramentria anual compreender: I o oramento fiscal referente aos Poderes da Unio, seus fundos, rgos e entidades da administrao direta e indireta, inclusive fundaes institudas e mantidas pelo Poder Pblico; II o oramento de investimento das empresas em que a Unio direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; III o oramento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e rgos a ela vinculados, da administrao direta ou indireta, bem como os fundos e fundaes institudos e mantidos pelo Poder Pblico.
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  • 11 Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Principais Bases Legais: Diretrizes oramentrias gerais da LDO Definio de Estratgias - Metas e Prioridades Estrutura e Organizao dos Oramentos Dvida Pblica Despesas com Pessoal e Encargos Sociais Alteraes na Legislao Tributria Metas Fiscais (Res. Nominal / Res. Primrio) Evoluo do Patrimnio Lquido Avaliao da Situao Financeira e Atuarial da Previdncia e Fundos Renncia de Receitas e Expanso de Despesas Continuadas Diretrizes para Elaborao e Execuo de Oramentos Anexo de Riscos Fiscais Critrio limitao de empenho
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  • 12 Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Metas fiscais o resultado da execuo oramentria, quer dizer, da poltica fiscal, que representa o compromisso assumido pelo ente governamental com vistas conteno ou eliminao de dficits, tendo, para sua operacionalizao a adoo de conjunto de restries, fundadas sempre na inibio propenso de realizao de despesas, tais como: de pessoal, endividamento, incentivos ou investimentos; e, tambm, a avaliao pode ser associada aos resultados fiscais primrio e nominais consolidados.
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  • 13 Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Metas fiscais O objetivo, em contraposio funo pblica de prestao de servios ou estruturao, a agregao de reservas ou resultados tendentes proporcionar dependncia financeira em nveis desejveis, seja de origem interna ou externa, visando maior conforto ao contribuinte.
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  • 14 Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Programa de Trabalho: Segundo o Art. 2 da Lei n 4.320/64: A Lei de Oramento conter a discriminao da receita e despesa de forma a evidenciar a poltica econmico-financeira e o programa de trabalho do governo, obedecidos os princpios de unidade, universalidade e anualidade.(....) designa o conjunto de projetos e atividades a cargo de um rgo ou Unidade Oramentria, em determinado exerccio, podendo tambm se referir toda a Administrao.
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  • 15 PROGRAMAO FINANCEIRA Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR
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  • 16 PROGRAMAO FINANCEIRA Art. 8-At trinta dias aps a publicao dos oramentos, nos termos em que dispuser a lei de diretrizes oramentrias e observado o disposto na alnea c do inciso I do art. 4, o Poder Executivo estabelecer a programao financeira e o cronograma de execuo mensal de desembolso. (Lei Complementar n 101/2000 Lei de Responsabilidade Fiscal) Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR
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  • 17 PROGRAMAO FINANCEIRA Art. 9 -Se verificado, ao final de um bimestre, que a realizao da receita poder no comportar o cumprimento das metas de resultado primrio ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministrio Pblico promovero, por ato prprio e nos montantes necessrios, nos trinta dias subseqentes, limitao de empenho e movimentao financeira, segundo os critrios fixados pela lei de diretrizes oramentrias. (Lei Complementar n 101/2000 Lei de Responsabilidade Fiscal) CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 18 PROGRAMAO FINANCEIRA 1 - No caso de restabelecimento da receita prevista, ainda que parcial, a recomposio das dotaes cujos empenhos foram limitados dar-se- de forma proporcional s redues efetivadas. (art. 9 da Lei Complementar n 101/2000 Lei de Responsabilidade Fiscal) CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 19 PROGRAMAO FINANCEIRA 2 -No sero objeto de limitao as despesas que constituem obrigaes constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento do servio da dvida, e as ressalvas pela lei de diretrizes oramentrias. (art. 9 da Lei Complementar n 101/2000 Lei de Responsabilidade Fiscal) CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 20 PROGRAMAO FINANCEIRA 3 -No caso de os Poderes Legislativo e Judicirio e o Ministrio Pblico no promoverem a limitao n prazo estabelecido no caput, o Poder Executivo autorizado a limitar os valores financeiros segundo os critrios fixados pela lei de diretrizes oramentrias. (art. 9 da Lei Complementar n 101/2000 Lei de Responsabilidade Fiscal) CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 21 PROGRAMAO FINANCEIRA 4 -At o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, o Poder Executivo demonstrar e avaliar o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre, em audincia pblica na comisso referida no 1 do art. 166 da Constituio ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e municipais. (art. 9 da Lei Complementar n 101/2000 Lei de Responsabilidade Fiscal) CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 22 O Controle Interno aquele que os rgos da administrao exercem sobre suas prprias atividades CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 23 LEGISLAO CF CE LOM CTN CTM LRF DL 200/67 Lei 8666/83 PLANEJAMENTO PPA LDO LOA DESPESA Programao Financeira Licitao Empenho Liquidao Pagamento CONTROLE ORAMENTRIO Execuo Oramentria Adicionais Publicao (Leis e Decretos) CONTROLE FINANCEIRO Caixa / Bancos (Por fontes ) CONTROLE PATRIMONIAL Incorporaes Desincorporaes Supervenincias Insubsistncias RECURSOS HUMANOS Remunerao Agentes Polticos Exigncias Constitucionais especificas: (i) Sade: 15%; (ii) Pessoal: Executivo: 54%, Legislativo: 6% - (iii) Despesas com Ensino: 25% RI OUTRAS DESPESAS Publicidade Subvenes Fundos Fundaes. LRF AM MPOP PCA PENALIDADES CP DL 2848/40, DL 201/67- Resp. Prefeitos e Vereadores, LC 64/90-Inelegibilidades, Lei 8429/92-Improbidade, Lei 10028/00-Crimes Fiscais. RECEITA Lanamento / Arrecadao / Recolhimento CONTROLES
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  • 24 RESULTADO PRIMRIO Receitas Correntes Receitas de Capital ( - ) Excluses Receitas de Operaes de Crdito Receitas de Privatizaes Anulao de Restos a Pagar Rend. Aplicaes Financeiras Retorno Operaes de Crdito Transferncias Intragovernamental I -Receitas Fiscais Lquidas Despesas Correntes ( - ) Juros e Encargos da Dvida SubTotal Despesas de Capital ( - ) Excluses Amortizao da Dvida Concesso de Emprstimos Aquis. Ttulos de Cap. J Intregralizados Transferncias Intragovernamental II -Despesas Fiscais Lquidas III -Resultado Primrio (I - II) CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 25 RESULTADO NOMINAL I -DVIDA CONSOLIDADA - DC Dvida Mobiliria Dvida Contratual Precatrios a partir de 5/5/2000 Operaes de Crdito inferiores a 12 meses Parcelamentos com a Unio Outras Dvidas II -DEDUES Ativo Disponvel Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados OBRIGAES NO INTEGRANTES DA DC Precatrios anteriores a 5/5/2000 Insuficincia Financeira Outras Obrigaes III -DVIDA CONSOLIDADA LQUIDA ( I - II ) Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR
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  • 26 ANEXO DE METAS FISCAIS CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 27 EXECUO ORAMENTRIA (controle interno) RECEITASDESPESAS Correntes Capital Estgios: Estgios: lanamento lanamento arrecadao arrecadao recolhimento recolhimento programa. financeira programa. financeira Licitao Licitao Empenho Empenho Liquidao Liquidao pagamento pagamento SISTEMA ORAMENTRIO (Balano Art. 102 de Lei 432064) RECEITA > DESPESA = Supervit RECEITA < DESPESA = Dficit RECEITA: Previso < Arrecadao = Excesso Previso > Arrecadao = Arrecadao Insuficiente DESPESA: Fixada > Realizada = Economia de dotaes Fixada < Realizada = Impossibilidade (art. 167, II CF. Vedao
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  • 28 SISTEMA FINANCEIRO (Balano Art. 103 da Lei 432064) RECEITASDESPESAS ORAMENTRIA Por categoria econmica EXTRA-ORAMENTRIA (contrapartida da despesa a pagar) ORAMENTRIA Por funo de Governo EXTRA-ORAMENTRIA SALDO ANTERIOR SALDO P/EXERCCIO SEGUINTE Caixa e Bancos
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  • 29 SISTEMA PATRIMONIAL ATIVOPASSIVO (Saldos devedores) BENS (Saldo credores) OBRIGAES + + DIREITOS PATRIMNIO LQUIDO
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  • 30 DEMONSTRAO DAS VARIAES PATRIMONIAIS ATIVOPASSIVO RESULTANTE DA EXECUO ORAMENTRIA Receita Oramentria (Fatos Permutativos e Modificativos aumentativos ) Despesa Oramentria ( Fatos Permutativos e Modificativos diminutivos ) MUTAES PATRIMONIAIS (Ajuste dos fatos permutativos) Mutaes Ativas Mutaes Passivas INDEPENDENTES DA EXECUO ORAMENTRIA Supervenincias Ativas Insubsistncias Passivas Supervenincias Passivas Insubsistncias Ativas RDITOS Dficit Supervit
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  • 31 Prestao de Contas o ato pelo qual o agente responsvel, quer pelos negcios da entidade, quer por bens ou valores pblicos, em face de dispositivo legal, toma a iniciativa de relatar fatos ocorridos em relao sua gesto, ao rgo ou pessoa que de direito competente para apreci-las. (A Lei n 4.320/64 COMENTADA) (A Lei n 4.320/64 COMENTADA) CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 32 O Controle Social aquele exercido pela Sociedade sobre as atividades da Administrao Pblica www.controlesocial.pr.gov.br CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 33 CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran Particularidades do conceito de crditos adicionais e sua aplicabilidade (suplementares, especiais e extraordinrios) Destinam-se basicamente corrigir ou ajustar distores oramentrias, tendo por fator determinante a insuficincia de saldos na dotao: a) falha de planejamento b) fatos imprevisveis, urgentes ou emergenciais c) desempenho ineficiente na arrecadao d) cenrio econmico e, e) principalmente so os nicos tipos de crdito admitidos pela Constituio. Conceitos
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  • 34 CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran Suplementares (Art. 41, I da Lei n 4320/64): Alcanado pela exceo ao princpio da exclusividade); Especiais (Art. 41, II, da Lei n 4320/64): Adicionam-se ao oramento vigente e podem ter os saldos incorporados ao oramento do exerccio seguinte nas condies do Art. 167, 3 / CF - i.e. se a lei autorizadora tiver sido promulgada nos ltimos quatro meses do encerramento do exerccio. Extraordinrios: (Art. 41, III, Lei 4320/64) so abertos por Decreto e devem ser submetidos imediatamente ao Poder Legislativo (Art. 167, 3 / CF) e nas mesmas condies dos crditos especiais podem ter os saldos incorporados ao oramento do exerccio. (*) os municpios cujas LOM tenham previso podem abrir por meio de Medida Provisria. Conceitos
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  • 35 Ressalvados os crditos extraordinrios, a abertura de crditos suplementares e especiais depende da existncia de recursos disponveis* (Art. 167, V / CF): 1. Recursos indicados pelo Art. 43, 1 da Lei 4320/64: a) (Inc. I) Supervit Financeiro (sobras de recursos) b) (Inc. II) Excesso de Arrecadao c) (Inc. III) Anulao parcial ou total de dotaes, inclusive de saldos de crditos especiais ou extraordinrios d) (Inc. IV) Operaes de crdito 2. Reservas de Contingncias como possibilitado pelo art. 5, III, b da LRF 3. Mediante lei especfica (Art. 166, 8/CF). Recursos no comprometidos em decorrncia de vetos, emenda ou rejeio do projeto de LOA * Lembrar de descontar os crditos extraordinrios. CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 36 Anulao parcial ou total de dotaes no pode implicar em alterao da categoria de programao, assim s possvel no mesmo projeto/ou atividade entre despesas da mesma categoria econmica. * Verificar que a Reserva Oramentria do RPPS no constitui recurso, mas conta demonstrativa do equilbrio entre a receita e despesa. Os recursos so, anulao, excesso de arrecadao e o supervit financeiro. Restam a essa o excesso de arrecadao e o supervit financeiro, considerando que no pode anular a Reserva Oramentria, j que no constitui elemento de despesa. Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR
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  • 37 A transferncia, transposio e remanejamentos de dotaes Figuras de manejo oramentrio acrescidas pela Constituio Federal (art. 167, VI) Caracterstica diferencial: reprogramao ou reavaliao das prioridades das aes, mediante a) realocao de recursos de uma categoria de programao para outra, ou seja, deslocamento de fundos em nvel de funo, subfuno, programa, projeto/atividade/operao especial e das categorias econmicas de despesas b) destinao de recursos de um rgo/unidade para outro. Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR
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  • 38 Transferncia de Fundos. Realocao de recursos que ocorre dentro do mesmo rgo e do mesmo programa de trabalho ao nvel de categorias econmicas de despesas. Decorre de mudana de deciso entre aumentar um gasto corrente utilizando recursos reservados a investimentos, ou vice e versa. Trao que identifica: Alterao assemelhada ao do crdito especial, sendo distinto em face apenas da clareza quanto manuteno do programa em funcionamento, traduzindo em mera reopo quanto ao meio adotado no previsto na lei oramentria(exemplo: em vez de uma ao de natureza econmica corrente, muda para determinado equipamento A diferena que nos crditos adicionais especiais ocorre a implantao de uma atividade nova. CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 39 Transposies Realocao de recursos que ocorre no nvel de programas de trabalho, dentro do mesmo rgo. Trao que identifica: A mudana de deciso ocorre em relao a opo por ampliar um programa previsto na LOA com recursos de outro tambm previsto na LOA. Diferencia-se dos crditos suplementares por referir-se tomada de deciso diferente da programao autorizada na LOA, por isso a necessidade de nova autorizao. Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR
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  • 40 Remanejamento Refere-se modalidade de realocao de recursos em sede intra-organizacional, ou seja, de um rgo/entidade para outro nos casos de reformas administrativas de que resulte a criao, extino, fuso ou ciso. Trao que identifica: Instrumento tcnico destinado a compatibilizar as atividades e os respectivos programas de trabalho da administrao direta, ou administrao indireta no caso de reestruturao administrativa. CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 41 Remanejamento Exige crdito adicional especial apenas para cobertura das despesas novas, como no caso da criao de cargos novos. CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR Tribunal de Contas do Paran
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  • 42 Transposio e Remanejamento ENTIDADE A C.P. (1)C.P. (2) 500200 -100+100 -400 ENTIDADE B C.P. = Categoria de Programao Y +400 Transposio Remanejamento Tribunal de Contas do Paran CONTABILIDADE PBLICA TCE/PR
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  • 43 OBJETIVOS DA LRF: Ao planejada e transparente;Ao planejada e transparente; Preveno de riscos e correo de desvios que afetem o equilbrio das contas pblicas;Preveno de riscos e correo de desvios que afetem o equilbrio das contas pblicas; Cumprimento de metas de resultados da receita e despesa, limites e condies de renncia de receita, gerao de despesas de pessoal, seguridade, dvida, operaes de crdito, concesso de garantia e inscrio de restos a pagar.Cumprimento de metas de resultados da receita e despesa, limites e condies de renncia de receita, gerao de despesas de pessoal, seguridade, dvida, operaes de crdito, concesso de garantia e inscrio de restos a pagar.
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  • 44 Da Transparncia (Art. 48 e parg.nico): Divulgao por meio eletrnico: Planos, Oramentos, LDO, Prestaes de Contas e o Parecer Prvio, RREO (Relatrio Resumido da Execuo Oramentria), RGF; Incentivo participao popular em audincias pblicas (elaborao de planos, LDO e LOA);
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  • 45 Da Transparncia (Art. 49): As contas apresentadas pelo Chefe do Poder Executivo ficaro disponveis, durante todo o exerccio, no respectivo Poder Legislativo e no rgo tcnico responsvel pela sua elaborao, para consulta e apreciao pelos cidados e instituies da sociedade. Art.8, 4. Realizao de audincias pblicas em maio, setembro e fevereiro para avaliao do cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre.
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  • 46 DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS Art. 5 C.F. LXXIII - qualquer cidado parte legtima para propor ao popular que vise a anular ato lesivo ao patrimnio pblico ou de entidade de que o Estado participe, moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimnio histrico e cultural ficando o autor, salvo comprovada m-f, isento de custas judiciais e do nus da sucumbncia. DA FISCALIZAO CONTBIL, FINANCEIRA E ORAMENTRIA Art. 78 C.E. - 2. Qualquer cidado, partido poltico, associao ou ou entidade sindical parte legtima para, na forma da lei, denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas do Estado.
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  • 47 O Controle externo aquele exercido pelo Legislativo e Tribunal de Contas sobre a atuao dos demais rgos do Governo Controle Externo: poltico e tcnico
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  • 48 CONSTITUIO FEDERAL (Art. 31) Fiscalizao: Poder Legislativo Municipal controle externo Poder Executivo sistema de controle interno ( 1) Controle externo da C. M. exercido com o auxlio dos Tribunais de Contas dos Estados ou do Municpio. ou dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municpios onde houver.
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  • 49 CONSTITUIO ESTADUAL Art. 18. A fiscalizao do Municpio ser exercida pelo Poder Legislativo Municipal, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno do Poder Executivo, na forma da lei. 1. O controle externo da Cmara Municipal ser exercido com o auxlio do Tribunal de Contas do Estado, competindo-lhe, no que couber, o disposto no art. 75, desta Constituio.
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  • 50 CONSTITUIO ESTADUAL Art. 74. fiscalizao contbil financeira - oramentria operacional e patrimonial (Estado -administrao direta e indireta) quanto legalidade, legitimidade, economicidade, aplicao das subvenes e renncia de receitas controle externo da Assemblia controle interno de cada Poder. (Art. 70 da CF) Quem prestar contas? Pessoa fsica, jurdica, ou entidade pblica que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiro, bens e valores pblicos ou pelos quais o Estado responda, ou que, em nome deste, assuma obrigaes de natureza pecuniria.
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  • 51 CONSTITUIO ESTADUAL Art. 75. O controle externo, a cargo da Assemblia Legislativa, ser exercido com auxlio do Tribunal de Contas do Estado, ao qual competir: (Art. 71 CF) apreciar as contas do governador;apreciar as contas do governador; julgar as contas dos administradores e demais responsveis por dinheiro; bens e valores pblicos;julgar as contas dos administradores e demais responsveis por dinheiro; bens e valores pblicos; registros de admisso e concesses de aposentadorias;registros de admisso e concesses de aposentadorias; fiscalizar a aplicao de convnios).fiscalizar a aplicao de convnios).
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  • 52 CONSTITUIO ESTADUAL 2. O parecer prvio, emitido pelo rgo competente, sobre as contas que o Prefeito deve anualmente prestar, s deixar de prevalecer por deciso de dois teros da Cmara Municipal. 3. As contas dos Municpios ficaro, a cada ano, durante sessenta dias, nas Cmaras Municipais, disposio de qualquer contribuinte, para exame e apreciao, o qual poder questionar-lhes a legitimidade, nos termos da lei
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  • 53 O PAPEL DO TRIBUNAL DE CONTAS LEI COMPLEMENTAR N 113 - 15/12/2005 Publicado no Dirio Oficial N 7123 de 15/12/2005
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  • 54 LEI COMPLEMENTAR 101 LRF Art. 59. O Poder Legislativo, diretamente ou com o auxlio dos Tribunais de Contas, e o sistema de controle interno de cada Poder e do Ministrio Pblico, fiscalizaro o cumprimento das normas desta Lei Complementar, com nfase no que se refere : I - atingimento das metas estabelecidas na lei de diretrizes oramentrias; II - limites e condies para realizao de operaes de crdito e inscrio em Restos a Pagar;
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  • 55 III - medidas adotadas para o retorno da despesa total com pessoal ao respectivo limite, nos termos dos arts. 22 e 23; IV - providncias tomadas, conforme o disposto no art. 31, para reconduo dos montantes das dvidas consolidada e mobiliria aos respectivos limites; V - destinao de recursos obtidos com a alienao de ativos, tendo em vista as restries constitucionais e as desta Lei Complementar; VI - cumprimento do limite de gastos totais dos legislativos municipais, quando houver.
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  • 56 1. Os Tribunais alertaro os Poderes ou rgos da Administrao quando constatarem: I possibilidade de ocorrncia das situaes previstas no art. 9. ( frustrao de receita limitao de empenho); II despesa de pessoal acima de 90%; III dvidas consolidada e mobiliria, das operaes de crdito e da concesso de garantia se encontram acima de 90% dos limites:
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  • 57 IV gastos com inativos e pensionistas encontram-se acima do limite definido em lei; V fatos que comprometam os custos ou os resultados dos programas ou indcios de irregularidade na gesto oramentria; 2.Compete ainda aos Tribunais de Contas verificar os clculos dos limites da despesa total com pessoal de cada Poder e rgo referido no art. 20.
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  • 58 Sejamos vigilantes do patrimnio de todos ns
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  • 59 Obrigado por terem participado em mais um encontro de cidadania Sua participao e sempre ser importante na vida da comunidade
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  • 60 Tribunal de Contas do Paran Contatos: (Equipe SIM-AM) [email protected] Fones: (41)3350-1780; (41)3350-1779; (41)3350-1750; - Edemilson Jos pego Tcnico de Controle Contbil/ DCM