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1. Módulo Escrevente TJSP 2015

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1. Módulo Escrevente TJSP 2015

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  • www.abcdireitoconstitucional.com.brconcursos pblicos prof. Joo Caldeira [email protected]

  • Matrias solicitadas

  • Matrias solicitadas

  • Matrias solicitadas

  • Como comeo estudar para alcanar meu objetivo?O Estudo para concursos pblicos, de maneira geral, envolve no to-somente, leitura de textos, mas tambm tcnicas, memorizao de textos (legais por exemplo), anotaes implcitas (antigo fichamento).

    No slide abaixo apresentamos uma destas tcnicas (fonte: Resumo como estudar para provas e concursos. Fonte: curso Damsio/LGF/MARCATO

  • EXEMPLO DE MAPA MENTAL BLOCOS

  • EXEMPLO DE PLANEJAMENTOVALE APENA USAR DIVERSAS CORES

  • EXEMPLO DE PLANEJAMENTOsugesto: ORGANIZE-SE

  • DISSECANDO O MAPA MENTAL -defragmentaoPARTINDO PARA O ESTUDO EFETIVO

  • MAPA MENTAL (bloco ntegro)

  • Mdulo 1. O que Crime?Resposta: depende. De pende da teoria adotada. Existem inmeras teorias diferentes em diversos pases.

    C=H dois conceitos principais: conceito material de crime: leso ou perigo de leso a um bem jurdico.Conceito formal ou analtico do crime: fato tpico e antijurdico (critrio bipartite).

  • Mdulo 1. CRIMEConceito analtico do crime: o que estuda a estrutura do crime, considerado como objeto de estudo. Comea a surgir no sculo XIX- dividia-se o crime em 3 elementos fundamentais: Fato tpico FTAntijurdico /ilcitoCulpvel C

    CRIME = FATO TPICO + ILCITO ou antijurdico. [teoria finalista da ao] Segundo a teoria finalista da ao a culpabilidade pressuposto de inflio da pena no fazendo parte do conceito de crime. A culpabilidade refere-se ao juzo de reprovabilidade da conduta cometida pelo sujeito.

  • Mdulo 1. ELEMENTOS DO FATO TPICOQuais os Requisitos do fato tpico? FT ou quais os elementos do fato tpico?

    Nos crimes materiais [aqueles que se exige resultado]: 1.Conduta [elementos da conduta = vo/fi/ex/co]2.Resultado3.Nexo de causalidade4.TipicidadePARTE GERALTTULO IDA APLICAO DA LEI PENAL(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)Anterioridade da LeiArt. 1 - No h crime sem lei anterior que o defina. No h pena sem prvia cominao legal.(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)

  • Mdulo 1. ELEMENTOS DO FATO TPICOQuais os Requisitos do fato tpico?: ou quais os elementos do fato tpico?

    Nos crimes de mera conduta [h a consumao com a mera conduta]: Conduta [elementos da conduta = vo/fi/ex/co]tipicidade

    PARTE GERALTTULO IDA APLICAO DA LEI PENAL(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)Anterioridade da LeiArt. 1 - No h crime sem lei anterior que o defina. No h pena sem prvia cominao legal.(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)

  • Mdulo 1. CONDUTA.CONCEITO OBS: o conceito de conduta varia conforme a teoria. Mas nosso CP adotou postura finalista. (fundamento , v.g., artigo 20).Para o finalismo conduta o comportamento humano voluntrio psiquicamente dirigido a uma finalidade. Obs: dolo e culpa migram da culpabilidade para o fato tpico.

    PARTE GERALTTULO IDA APLICAO DA LEI PENAL(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)Anterioridade da LeiArt. 1 - No h crime sem lei anterior que o defina. No h pena sem prvia cominao legal.(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)

  • WELZEL FINALISMO

  • Mdulo 1. CONDUTA.CONCEITOConduta humana ELEMENTOS:Elementos da conduta:VontadeFinalidadeExteriorizaoConscincia

    PARTE GERALTTULO IDA APLICAO DA LEI PENAL(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)Anterioridade da LeiArt. 1 - No h crime sem lei anterior que o defina. No h pena sem prvia cominao legal.(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)

  • Mdulo 1. CONDUTA.CONCEITOQuais as hipteses de ausncia de conduta?Caso fortuito ou fora maior;Coao fsica irresistvel; (cuidado : a coao moral irresistvel exclui a culpabilidade e no conduta). Movimentos reflexos; Estados de inconscincia; (ex: sonambulismo).

    PARTE GERALTTULO IDA APLICAO DA LEI PENAL(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)Anterioridade da LeiArt. 1 - No h crime sem lei anterior que o defina. No h pena sem prvia cominao legal.(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)

  • Mdulo 1. TIPO CONCEITOTipo: denomina-se tipo a descrio do fato criminoso prevista pela lei penal incriminadora. O tipo o conjunto de requisitos do crime.Qual a importncia do tipo penal? O tipo penal limita o mbito do proibido. uma garantia. O tipo cria a norma penal incriminadora.

    No se confunde com o FATO TPICO FTPARTE GERALTTULO IDA APLICAO DA LEI PENAL(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)Anterioridade da LeiArt. 1 - No h crime sem lei anterior que o defina. No h pena sem prvia cominao legal.(Redao dada pela Lei n 7.209, de 11.7.1984)

  • Mdulo 1. CONDUTA aindaConduta humana:

    Pode ser:

    DOLOSA (VONTADE)

    CULPOSA (NO QUERO)Impercia (falta hab tcn)Negligncia -Imprudncia +Art. 18 - Diz-se o crime:Crime dolosoI - doloso, quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo;Crime culposoII - culposo, quando o agente deu causa ao resultado por imprudncia, negligncia ou impercia.Pargrafo nico - Salvo os casos expressos em lei, ningum pode ser punido por fato previsto como crime, seno quando o pratica dolosamente.

  • Mdulo 1. nexo causal NNexo Causal ( elemento do FATO TPICO) o elo de ligao que se estabelece entre a conduta e o resultado naturalstico. O nexo causal uma relao ditada pelas leis da causa e do efeito. Dizer que existe nexo causal dizer que, por meio das leis da fsica, a conduta provocou o resultado.

    TTULO IIDO CRIME

    Relao de causalidadeArt. 13 - O resultado, de que depende a existncia do crime, somente imputvel a quem lhe deu causa. Considera-se causa a ao ou omisso sem a qual o resultado no teria ocorrido. (N)

  • Mdulo 1. nexo causal NTeoria da equivalncia dos antecedentes [vide artigo 13] O Cdigo Penal adotou a teoria da conditio sine qua non. Essa teoria prega que toda e qualquer causa que tenha contribudo, ainda que minimamente, para o resultado ingressa na cadeia causal. OBS no explica todas as hipteses (h hoje discuss)

    TTULO IIDO CRIME

    Relao de causalidadeArt. 13 - O resultado, de que depende a existncia do crime, somente imputvel a quem lhe deu causa. Considera-se causa a ao ou omisso sem a qual o resultado no teria ocorrido. (N)

  • Mdulo 1. RESULTADO RResultado naturalstico a modificao que o crime provoca no mundo natural, no mundo concreto (ex.: antes do furto, a vtima tinha posse do seu patrimnio). possvel que um crime exista sem um resultado naturalstico. De acordo com a existncia ou no do resultado naturalstico, possvel classificar os crimes em trs espcies:

    TTULO IIDO CRIME

    Relao de causalidadeArt. 13 - O resultado, de que depende a existncia do crime, somente imputvel a quem lhe deu causa. Considera-se causa a ao ou omisso sem a qual o resultado no teria ocorrido. (N)

  • Mdulo 1. RESULTADO Respcies:crimes materiais: so crimes que somente se consumam com a produo do resultado naturalstico(ex.: homicdio, furto, seqestro etc.);crimes formais: so crimes em que a ocorrncia do resultado naturalstico, apesar de admitida, no relevante, pois se consumam antes desta (ex.: extorso mediante seqestro: [vide artigo 159]crimes de mera conduta: o resultado naturalstico impossvel, ou seja, no existe (ex.: crime de desobedincia).

    Extorso mediante seqestroArt. 159 - Seqestrar pessoa com o fim de obter, para si ou para outrem, qualquer vantagem, como condio ou preo do resgate:Pena - recluso, de oito a quinze anos.

  • Mdulo 1. TIPICIDADE T2. TIPICIDADE (4 elemento do FATO TPICO):

    TRATA-SE DA SUBSUNO [ENCAIXE] DA CONDUTA HUMANA PRATICADAS previso da NORMA PENAL.

    O tipo o modelo descritivo da conduta contido na lei. [EXEMPLO DA CAIXINHA DE FSFOROS] O tipo legal composto de elementares e circunstncias.

    Art. 14 - Diz-se o crime:Crime consumadoI - consumado, quando nele se renem todos os elementos de sua definio legal;TentativaII - tentado, quando, iniciada a execuo, no se consuma por circunstncias alheias vontade do agente.Pena de tentativaPargrafo nico - Salvo disposio em contrrio, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuda de um a dois teros.

  • CRIME = teoria bipartida finalista

    FATO TPICO +

    ILCITO (antijurdico)

  • Mdulo 1. ILICITUDE [2 REQUISITO DO CRIME [TEORIA FINALISTA] = ILICITUDE OU antijuridicidadeA ILICITUDE a existente na conduta humana que fere o interesse tutelado pela norma. a leso ou perigo de leso ao bem jurdico. (material). objetiva.Excluso de ilicitude Art. 23 - No h crime quando o agente pratica o fato: I - em estado de necessidade; II - em legtima defesa; III - em estrito cumprimento de dever legal ou no exerccio regular de direito. Excesso punvel Pargrafo nico- O agente, em qualquer das hipteses deste artigo, responder pelo excesso doloso ou culposo.

  • Mdulo 1. ILICITUDEJustificativas ou causas excludentes da ilicitude.

    Na parte geral do Cdigo Penal: artigo 23

    Estado de necessidade; [artigo 24 CP] Legtima defesa; [art. 25]Estrito cumprimento de dever legal; Exerccio regular de direito;

    Excluso de ilicitude Art. 23 - No h crime quando o agente pratica o fato: I - em estado de necessidade; II - em legtima defesa; III - em estrito cumprimento de dever legal ou no exerccio regular de direito. Excesso punvel Pargrafo nico- O agente, em qualquer das hipteses deste artigo, responder pelo excesso doloso ou culposo.

  • Mdulo 1. ILICITUDENa parte especial do CP h outras causas excludentes de ilicitude: exemplos: Coao para impedir suicdio (146 3, inciso II) Aborto para salvar a vida da gestante (art. 128) Violao de domiclio, quando um crime est ali sendo praticado (art. 150 3, II);

    Excluso de ilicitude Art. 2