#19 - GUIA CURITIBA APRESENTA - JANEIRO/2009

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JANEIRO 2009 CURITIBA APRESENTA - nº19 - janeiro de 2009 | Distribuição Gratuita

Text of #19 - GUIA CURITIBA APRESENTA - JANEIRO/2009

  • JANEIRO2009

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    Confira toda a Programao da

    XXVII Oficina de Msica de Curitiba

    Pg. 12

  • n d i c e

    Entrev ista Curit iba ter 30 Pontos de Cultura com apoio do MinC 04

    Imperd ve l 06

    Teatro e C i rco Iniciao teatral nas frias 08

    L i teratura Casas da Leitura emprestam l ivro e cadeira para ler no parque 12

    Dana Dana de Rua, performance na calada 14

    Msica Uma cidade envolvida em msica 16

    C inema Mostra de Fi lmes e Documentrios de Blues 35

    Artes V isuais A arte displ icente dOSGEMEOS 40

    In fant i l Fazeres e afazeres 48

    Ar te por Onde Voc Anda Ruas da Cidadania oferecem cursos durante a Oficina de Msica 54

    D iv i r ta -se 56

    Endereos e Contatos 58

    Conselho Editorial - Paulino Viapiana, Jos Roberto Lana, Loismary Pache, Chris-tine Vianna Baptista, Thaisa Marques Teixeira Sade. Jornalista Responsvel - Juli-ana Ceccato Pires MTB 5788. Colaboradores - Ado de Arajo, Aparecido Casemiro de Oliveira, Carla Anete Berwig, Izabel Taschini, Jayne Sfair Suny, Lucas Ajuz, Luclia Guimares, Luiz Ce-quinel, Mayra Pedroso, Miguel Gubert, Srgio Serena, Silvia Guinsk, Vivian Siedel Schroeder, Zeca Cor-ra Leite. Capa Ilustrao de Marcos Minini. Contatos - Departamento de Imprensa (41) 3213-7590 - agendacultural@fcc.curitiba.pr.gov.br e Departamento Comercial (41) 3213-7514 - comercial@icac.org.br. Projeto Grfico - Aliens Design. Endereo - Rua Eng. Rebouas, 1732 Cep: 80230-040 Curitiba-PR. Esta uma publicao do Instituto Curitiba de Arte e Cultura. Todos os direitos reservados.

    Cinemateca de CuritibaCriada em abril de 1975, no antigo Mu-seu Guido Viaro, a Cinemateca funcio-nava numa pequena sala, onde eram ar-mazenados e exibidos filmes histricos. Em 1998, foi inaugurada sua nova sede, com equipamentos de som e projeo de ltima tecnologia. Na programao, clssicos do cinema mundial e filmes inditos do circuito de cinema de arte, alm da exibio de vdeos e pelculas nacionais. Na rea de pesquisa, a Ci-nemateca oferece uma biblioteca es-pecializada, um rico acervo de filmes e videoteca. Tambm promove cursos tericos e prticos na rea da comuni-cao audiovisual. Desde sua criao a Cinemateca j formou dezenas de cin-filos e cineastas na cidade, proporcio-nando um espao de discusso sobre a produo cinematogrfica local.

    Programao:- Meu Nome Dindi - de 9 a 15 de ja-neiro. Pg. 37

    - Bola na Tela: Mostra de Filmes sobre Futebol - dias 17 e 18 de janeiro. Pg. 37

    - Uma Viagem ao Mundo do Blues: Mostra de Filmes e Concertos de Blues - de 20 a 24 de janeiro. Pg. 38

    - Semana do Anime - de 25 a 31 de janeiro. Pg. 38

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  • Curitiba ter 30 Pontos de Cultura com apoio do MinC

    Como o senhor definiria Pontos de Cultura?O Ponto de Cultura no um centro cultural do go-verno feito para a sociedade, mas na verdade um conceito. E que conceito esse? o processo de autonomia onde a populao quem faz a cultura, no o estado. E ao agir dessa forma, como agora com o edital da rede de Pontos de Cultura, o que estamos promovendo tanto o governo federal como o municipal o reconhecimento desse fato. Quem faz cultura so as pessoas e as pessoas tm o direito de receber um recurso pblico para desenvolver esse trabalho com mais eficcia, de modo a retornar para sua comunidade toda aquela experimentao, todo aquele exerccio que ele j desenvolve.

    Os Pontos de Cultura privilegiam quais reas arts-ticas?O programa existe no governo federal desde 2004

    e cabe tudo dentro dele, porque a cultura brasi-leira muito diversa. Ele potencializa as iniciativas culturais da coletividade. Tem Pontos de Cultura em aldeias indgenas, quilombos, com grupos de teatros de bonecos, audiovisuais, dana, msica, pontos de cultura em favelas, periferias.

    Como se processa esse programa?Os convnios so feitos entre o governo federal e as entidades, no valor de 180 mil reais, dividido em trs parcelas anuais de 60 mil. Os recursos so aplicados conforme a necessidade de cada grupo cultural. Por exemplo, um recurso pode ir para com-pra de equipamentos, para montagem de estdio de gravao musical, para construir um forno de cermica, realizar obras de reforma ou tambm em oficinas, para pagamento de professores e com-pras de materiais. A partir de agora, com o edital de Curitiba, estamos descentralizando a ao. Isso

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    > Clio Turino

    muito bom porque o processo de seleo fica mais prximo da realidade local, o acompanhamento do ponto de cultura tambm fica mais prximo e o prprio investimento mais direto na comunidade, alm de agregar recursos municipais. O convnio para 30 pontos de cultura tem o valor de 5 milhes e 400 mil reais, sendo que 3 milhes e 600 mil investimento direto do governo federal e 1 milho e 800 mil investimento da Fundao Cultural de Curitiba. Ou seja, mais um recurso que est sen-do aplicado diretamente nas comunidades e isso permite que mais grupos participem da rede. At o momento so 850 pontos de cultura em todo o Brasil.

    A descentralizao que o Sr. colocou comea por aqui ou j vem acontecendo?J vem acontecendo desde o final de 2007. Fir-mamos primeiramente convnios com governos estaduais, que j somam 22. O Paran ainda no firmou por uma srie de dificuldades e exatamente por isso estamos procurando prefeituras para que a populao do Paran no fique de fora. Assim, com esse convnio com a prefeitura de Curitiba pos-svel que a populao da cidade seja beneficiada mais rapidamente e diretamente.

    Que leitura se tem dos trabalhos desenvolvidos at agora?O Ponto de Cultura faz parte do programa Cultura Viva, que uma forma de gesto em rede, mais leve, onde o Estado e a sociedade desenvolvem uma gesto compartilhada. Quando ns efetivamos um investimento diretamente na ponta, sem inter-mediao o recurso se reproduz de forma muito in-tensa e o desenvolvimento desses Pontos, dessas entidades que fazem cultura muito grande, pois alm de receber o dinheiro, ele se conecta em rede com outros Pontos, com outras formas de viso, outras tcnicas, outras interpretaes estticas.

    No Paran h Pontos de Cultura muito bons que participam da rede em convnios diretos com o go-verno federal, como o Minha Vila Filmo Eu, aqui em Curitiba, e em Londrina tem um projeto muito bacana que a Casa das Fases, trabalho muito sensvel de teatro com a terceira idade. Tem Pon-tos de Cultura em assentamentos rurais. Veja que so diferenciados, mas quando um se aproxima do outro h um crescimento comum. E assim desenca-deia-se todo um processo de desenvolvimento.

    Por parte da sociedade, sente-se uma tendncia a uma determinada atividade? Diria que a forma varia. O Brasil um pas to di-verso que eu arriscaria a dizer que dos 850 Pontos que temos espalhados, que logo sero 2 mil, inclu-dos os 30 de Curitiba, cada Ponto um Ponto. Na forma h uma variedade, mas na essncia no. A essncia muito prxima. Qual essa essncia? a idia da criao comum, do se dar, do oferecer ao outro, da solidariedade construda a partir da cul-tura, do encantamento, da arte, da magia mesmo, que vai estabelecendo um outro tecido social, que poderia ser resumido no seguinte: Uma sociedade que bem cuidada gosta de si mesma, e a gente s pode construir bem uma coisa se gostamos primeiramente de ns mesmos. isso que esta-mos fazendo com o Ponto de Cultura. Ele onde as pessoas e a sociedade cuidam de si.

    Servio:As inscries podero ser feitas por instituies da sociedade civil sem fins lucrativos, legalmente constitudas, de carter cultural ou com histrico de atividades culturais, e que atuem na produo arts-tico-cultural em Curitiba h pelo menos trs anos. O prazo encerra dia 31 de janeiro. As entidades sero escolhidas por meio de edital.

    Informaes: www.fccdigital.com.br

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    ta

    O prefeito Beto Richa e o secretrio de Programas e Projetos do Ministrio da Cultura, Clio Turino, assinaram um convnio, em novembro passado, para a instalao de 30 Pontos de Cultura em Curitiba. A Prefeitura e o MinC vo apoiar, por meio de repasse de recursos financeiros, iniciativas culturais da comunidade. Sobre o programa Clio Turino concedeu a seguinte entrevista:

    Quem faz cultura so as pessoas e as pessoas tm o direito de receber um recurso pblico para desenvol-

    ver esse trabalho com mais eficcia, de modo a retornar para sua comu-

    nidade toda aquela experimenta-o, todo aquele exerccio que ele j

    desenvolve.

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  • Imperd ve lpor Fani Schi f fer Dures

    Imperd ve lpor Fani Schi f fer Dures

    Que satisfao constatar que nossa querida cidade de Curitiba est repleta de eventos culturais de alto nvel. Difcil ter que optar de quais atividades participar j que nem sempre nosso restrito tempo nos permite participar de tudo o que gostaramos.

    Fani Schiffer Dures Pr-reitora de Extenso da Universidade Positivo. Ph.D em Literatura Brasileira e Alem pela Albert-Ludwigs-Universitt de Freiburg/Alemanha, onde desenvolveu o tema na rea da Hermenutica In-tercultural sobre o mito de Fausto em Grande Serto: Veredas comparado ao Fausto de Goethe.

    > Jos Hlio SantAna

    Ensemble MediterrainO Ensemble Mediterrain, como muito comum das novas formaes alems, atua como formao camerstica mais flexvel com repertrio diversificado. Apresentaro em Curitiba obras de Corte-Real, Dohnany e Beethoven.Data: 9 de jane