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2 morfologia externa de plantas vasculares

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  • 1. MORFOLOGIA EXTERNA DE PLANTASVASCULARES

2. I Raz - rgo de suporte da planta e absoroFig. I ; 1-raz com coifa e pelosradiculares; 2 raz fasciculada; 3 raz aprumada; 4 raz tuberoso-aprumada;5 raz tuberosa fasciculada;6 raz tuberoso-fasciculada deorqudea;7 - razes areas de hera;8 razes aquticas; 9 pneumatforo;10 raz coralide(simbiose commicorrizas ou cianobactrias;11 raz com ndulos(simbiosecom micorrizas). (adaptado deVasconcelos, 1969) 3. II CAULE - o caule tem como funes dar s folhas posio favorvel para as funesque estas desempenham; estabelecer comunicao entre raz e folhas; local de circulao de gua e sais minerais ehidratos de carbono. 4. Constitudo por ns e entrens.Podem ser : areos, aquticos ou subterrneos.Porte:Fig. II Porte de planta jovem:1- erecto;2 suberecto, cresce fazendo um ngulo superior a 45com o solo;3 subprostrado - cresce fazendo um ngulo inferior a 45com o solo;4 prostrado cresce alongando-se sobre o solo. 5. Principais tipos de caulesFig. III 1 Planta acaule; 2 Caule estolhoso,prostrado;3 Caule volvel; 4 Caule estolhoso -rizomatoso;5 rizoma;6 Corte de bolbo tunicado:7 Bolbo escamoso;8 Bolbo slido; 9 Colmo;10 Caule espalmado decacto; 11 espique de palmeira; 12 tronco lenhoso 6. Rizoma caule subterrneo que cresce na horizontal ou obliquamente coberto de folhasescamiformes e provido de razes.Tubrculo Caule volumoso, rgo de reserva, desprovido de razes (batata)Estolho caule prostrado rastejante que enraza nos nsBolbo Caule subterrneo curto revestido de folhas escamiformes, as mais internas das quaisso de reserva: tunicados, escamiformes ou slidosEscapo ou hstea Caule florfero prprio de plantas que durante parte do ciclo so acaulesColmo caule de ns bem marcados que internamente correspondem a tabiques, com osentrens revestidos pela bainha das folhas; pode ou no ser oco.Espique Caule cilndrico coroado por um tufo de folhas que s engrossa enquanto jovem emantm o mesmo dimetro durante o crescimento em alturaTronco Caule cnico lenhoso que engrossa com a idade, sem ramificaes na parte basalSarmento caule flexvel lenhoso alongado prprio de plantas trepadoras como a videira 7. Adaptaes e modificaes do caule Adaptaes destinadas propagao e acumulao de reservas:estolhos, rizomas, tubrculos e bolbos Gavinhas caulinares adaptao que permite s plantas crescer sobreSuportes Espinhos adaptao secura (xeromorfia)Filocldios ramos curtos achatados em forma de folha que cumprem asrespectivas funes nos casos em que estas so de reduzidas dimensesBraquiblastos ramos curtos diferenciados apenas para a insero defolhas ou flores e no para o alongamento da planta Eixos florais escapos ou hsteas Eixo das inflorescncias 8. Fig. IV Modificaes de caule:1 filocldios;2 braquiblastos (a) e macroblastos (b);3 gavinhas;4 - espinhos 9. III FOLHA - Orgo de assimilao e transpiraoLocalizao: Areas Aquticas (flutuantes ou submersas) Subterrneas 10. Constituio Uma folha completa encontra-se esquematizada na Fig. V.Nalguns casos a folha incompleta, podendo estarreduzida bainha, comonalgumas gramneas, ou aopecolo, caso em que tomao nome de fildio. Mais frequentemente, quando incompleta, a folha est reduzida ao limbo e diz-seFig. V Constituio de rente ou sssil.uma folha completa 11. InseroFig. VI Insero das folhas:1 Oposta;2 Alterna;3 - Verticilada 12. Diviso do limboFig. VII Diviso do limbo:1 folha inteira;2 folha imparipinulada;3 folha composta paripinulada 13. Folha trifoliadaFolha recompostaimparipinulada 14. Forma Geral do LimboFig. VIII. Forma geral do limbo: 1 arredondada; 2 - elptica; 3 ovada; 4 obovada; 5 lanceolada; 6 violina; 7 oblonga; 8 espatulada; 9 linear; 10 ensiforme; 11 falciforme;12 alabardina; 13 cordiforme; 15 escamiformes; 16 reniforme; 17 deltide; 18 romboidal; 19 sagitada. (Adaptado de Vasconcelos, 1969). 15. Forma do pice e da base do limboFig. IX Forma da base do limbo: 1 acunheada; 2 arredondada; 3-truncada; 4 auriculado - cordiforme; 5 auriculado - alabardina; 6 auriculado sagitada; 7 hastada; 8 com aurculas estipuliformes. Formado vrtice do limbo: 9 acuminado;10 agudo; 11 assovelado; 12 obtuso; 13 arredondado; 14 truncado emucronado; 15 chanfrado ouemarginado. (Adaptado de Vasconcelos, 1969). 16. NervaoFig. X Nervao 1 peninrvea;2paralelinrvea;3 - palminrvea 17. Recorte do limbo Quanto ao recorte pode distinguir-se aquele que afecta apenas a margem dolimbo, normalmente pequenos recortes recorte marginal - e o recorte queafecta uma percentagem aprecivel do limbo - recorte profundo. Uma margem no recortada caracterstica das folhas inteiras. Folhas de limbo com recorte profundo podem ou no possuir, adicionalmente, recorte marginal. Fig. XI Recorte marginal: 1 inteira; 2 - serrada; 3 serrilhada; 4 duplamente serrada; 5 dentada; 6 denticulada: 7 crenada; 8 -crenulada 18. Fig. XIII FolhapalmatilobadaFolhas lobadas folhas cujo recorte noFig. XII Recorte profundo ultrapassa metade da maior largura do limbo1 lobada; at nervura;2 fendida;Folha fendida recorte at metade da maior3 partida;largura do limbo at nervura;4 -penatissectaFolha partida recorte que ultrapassa metadeda maior largura do limbo;Folha secta o recorte to profundo que asdiversas pores do limbo ficam apenas ligadaspela nervura. 19. Adaptaes e modificaes Fig. XIV Modificaes e apndices: 1- espinhos de Opuntia; 2 folhas com estpulas ligadas ao pecolo; 3 3 folhas modificadas em gavinhas 20. Flores e InflorescnciasAs flores podem ser solitrias ou encontrar-seagrupadas (vrias flores no mesmopednculo), formando inflorescncias 21. IV- INFLORESCNCIAS - disposio das flores no eixo floral Solitrias s uma flr na extremidade do pednculo Grupadas vrias flores dispostas ao longo do eixo da inflorescnciaQuanto localizao: Axilares TerminaisSe o pednculo da inflorescncia fr muito reduzido dizem-se rentes ou ssseis.Quanto ao sexo: Unissexuais (femininas ou masculinas) Hermafroditas Heterogmicas (parte das flores so hermafroditas e outra parte unissexuais ou neutras)Quando muito jovens podem estar protegidas por brcteas (folhas modificadas, por vezes muito diferentes das folhas assimiladoras). 22. Tipos de inflorescncias Definidas ou cimeiras o eixo termina poruma flr que a primeira a abrir. As floresabrem do centro para a periferia ou do cimopara a base da inflorescncia. (Fig. XV) Indefinidas o eixo pode ou no existir.Quando existe e tem uma flr terminal, esta a ltima a abrir. As flores abrem da periferiapara o centro ou da base para o cimo. (Fig. XV) 23. Inflorescncias definidas:Fig. XV Inflorescnciasdefinidas:1 monocsioflabeliforme;2 monocsiofalciforme;3 monocsiohelicide (projecohorizontal);4 monocsioescorpiide (projecohorizontal);5 dicsio;6 - pleiocsio(Adaptado deVasconcelos, 1969) 24. Considera-se um eixo principal, que est no prolongamento dopednculo.Se desse eixo parte um s, dois ou mais eixos secundrios, asinflorescncias designam-se, respectivamente: unparas ou monocsios, bparas ou dicsios multparas ou pleiocsiosUnparas ou monocsios heliides e escorpiides; falciformes, se oseixos esto todos para o mesmo lado ou flabeliformes, se os eixos ficamtodos no mesmo plano e as flores todas mesma altura.Bparas ou dicsios: simtricas, assimtrica ou formadas porinflorescncias unparasMultparas ou pleiocsios possuem vrios eixos substituindo o eixocentral 25. Inflorescncias indefinidas:Fig. XVI Inflorescnciasindefinidas:1 rcimo ou rcemo;2 pancula;3 corimbo4 tirso;5 espiga;6 espigueta;7 captulo;8 umbela simples;9 umbela composta 26. Os tipos de Inflorescncias indefinidasRcemo formado por um eixo no qual se inserem as flores alternadamente, podendo ou no possuir brcteas;Pancula - rcemo composto;Corimbo rcemo ou pancula com os eixos da base mais compridos que os do pice da inflorescncia, ficando as flores mais ou menos todas mesma altura;Tirso pancula em que os eixos a meio da inflorescncia so os mais compridos. Panculas e tirsos podem ter as ramificaes todas para o mesmo lado e designam-se, neste caso unilaterais.Espiga formada por um eixo no qual se dispem as flores alternadamente,que neste caso so ssseis.Espdice caso especial de espiga, de eixo carnudo e flores unissexuais, as masculinas e femininas no mesmo eixo, protegida externamente por uma brctea de nominada espata . Espdice de Arum 27. Espigueta pequena espiga, elemento constitutivo de vrias inflorescnciascompostas: as flores inserem-se na axila de brcteas, denominadas glumas, ouestas glumas ocorrem apenas na base da espigueta a as flores, por sua vezestarem envolvidas por, habitualmente, duas glumelas. As espiguetas podem serconstitudas por uma ou mais flores.1 espigueta; 2 espigueta expandida; gs gluma superior; gi gluma inferior; l lemna ou glumela inferior;pa plea ou glumela superior .Amentilho ou amento Caso particular de uma espiga ou racemo espiciforme comflores de um s sexoAmentilho 28. Umbela inflorescncia em que os pedunculos das flores partem de ums ponto do eixo. Podem ser simples ou compostas de pequenasumblulas. Aos pedicelos das flores de uma umbela denomina-se raios.Umbela 29. Captulo Nesta inflorescncia o pednculo dilata-se no pice de modo a formarum receptculo mais ou menos horizontal onde se inserem as flores que sorentes. Este receptculo est vulgarmente coberto de brcteas denominadas asbrcteas do invlucro. captulo: 1 , 2 captulo heterogmico; 3 captulo isogmico ligulado; 4 seco longitudinal de um captulo heterogmico Escama spala modificada Os captulos podem ser homo ou heterogmicos consoante : as flores que os compem tm as corolas todas do mesmo tipo (tubulosas ou liguladas) ; ou tm as flores da margem com um tipo de corola (geralmente ligulada) e as centrais ou do disco com corolas geralmente tubulosas. . 30. Flor estigmaanteraAntera com polnestiletefilete ptalavulo ovrioestame estamindiospala receptculoEsquemas de uma flor completa 31. Androceu conjunto dos estames (filete eantera)Gineceu conjunto dos carpelos

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