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2011 ppt mestrado ppt inglaterra

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Text of 2011 ppt mestrado ppt inglaterra

  • 1.

2. Portflio 3. Faculdade Mrio Schenberg Prof. Maria Regina Peres 4. Sumrio

  • 1- Introduo
  • 2-Desenvolvimento
  • 2.1 Reflexo e Educao
  • 2.2 A formao do professor reflexivo
  • 2.3 - O Professor como profissional reflexivo
  • 3-Consideraes
  • 3.1
  • 3.2
  • 3.3
  • 4-Referncias
  • 5-Anexos

5. 1. Introduo

  • A finalidade deste trabalho a produo deum Portflio com uma concepo reflexiva a fim de torn-lo um instrumento potencializador de reflexes do educando, na construo do conhecimento.

6. 1. Introduo

  • Sero abordadasconsideraes de autores que:
  • -acreditam na pessoa do professor reflexivo como elemento de ligao entre o aluno e o conhecimento;
  • - que enxergam a possibilidade de transformar a escola a partir da conscientizao de seus membros;

7. 1. Introduo

  • - que enxergam a necessidade de proporcionar ao aluno as condies indispensveis ao seu desenvolvimento e sua incluso no mundo globalizado: mundo da tecnologia, da informao e do conhecimento.

8. 2. Desenvolvimento

  • 2.1 Reflexo e Educao:
  • = Objetivosda educao = criar pessoas capazes de fazer coisas novas, pessoas criativas, inventivas e descobridoras; formar mentes que possam ser crticas, possam verificar e no aceitar tudo o que lhes oferecido.
  • = Para tanto,precisamos de discpulos ativos, que aprendam cedo a encontrar as coisas por si mesmos, em parte por sua atividade espontnea e, em parte, pelo material que preparamos para eles. (Jean Piaget).

9. 2. Desenvolvimento

  • 2.2 -A Formao do Professor Reflexivo
  • = Quanto s prticas de formao de professores, a tendncia investigativa mais recente a que concebe o ensino como atividade reflexiva.
  • = A introspeco a nica forma de proporcionar, a cada um, as condies necessrias anlise do seu prprio grau de amadurecimento e de comprometimento.

10. 2. Desenvolvimento

  • 2.2 -A Formao do Professor Reflexivo
  • um processo individual, nico, que no se aprende na escola. Por isso, nossas Universidades buscam despertar nos alunos uma conscincia crtica, analtica e reflexiva para que, depois de formados, sejam capazes de difundir, como profissionais, essa prtica e estabelecer uma outra poca para as novas geraes.

11. 2. Desenvolvimento

  • 2.2 -A Formao do Professor Reflexivo
  • Reflexibilidade uma arte que deve estar incutida no ser humano e, independente de seu querer, faz parte da sua responsabilidade como cidado que quer transformar o mundo.
  • A educao no o instrumento que ir modificar as coisas e proporcionar um novo modelo de mundo. to somente, um recurso prprio para forjar indivduos capazes, prontos a decidir e optar por uma nova concepo de sociedade.

12. 2. Desenvolvimento

  • 2.2 -A Formao do Professor Reflexivo
  • A reflexo , na atualidade, um dos conceitos mais utilizados por investigadores, formadores de professores e educadores diversos, para se referirem s novas tendncias da formao de professores.

13. 2. Desenvolvimento

  • 2.3 - O Professor como profissional reflexivo
  • aquele que pensa no que faz, que comprometido com a profisso e se sente autnomo, capaz de tomar decises e ter opinies. Ele , sobretudo, uma pessoa que atende aos contextos em que trabalha, os interpreta e adapta a prpria atuao a eles. Os contextos educacionais so extremamente complexos e no h um igual a outro. Eu posso ser obrigado a, numa mesma escola e at numa mesma turma, utilizar prticas diferentes de acordo com o grupo. Portanto, se eu no tiver capacidade de analisar, vou me tornar um tecnocrata.

14. 2. Desenvolvimento

  • = Alarco (1996), quando fala da
  • "Reflexo crtica sobre o pensamento deD. Schnenfatiza ser no agir profissional queele faz surgir aquilo que denominou como noes fundamentais,
  • noes que fazem olhar atravs de um novo prisma a competncia do professor.

15. 2. Desenvolvimento

  • O papel do professor e continuar sendo fundamental, pois, segundo ele, no haver sociedade do conhecimento sem a escola e o professor. Nada substitui o bom professor,Antonio Nvoa, 1996.

16. 2. Desenvolvimento

  • Em relao formao, ZEICHNER( 1993) ressalta a importncia de preparar
  • professores que assumam uma atitude reflexiva em relao ao seu ensino e s condies sociais que o influenciam.
  • Para ele, a formao de professores na tendncia reflexiva se configura como
  • uma poltica de valorizao do desenvolvimento pessoal-profissional dos professores e das
  • instituies escolares,

17. 3. Referncias

  • -Nvoa, Antnio.Osprofessoresesuaformao . Lisboa:D.Quixote, 1995.
  • - SCHN, Donald.Educandooprofissionalreflexivo:um novodesignparaoensinoeaaprendizagem .Porto Alegre, Artes Mdicas, 2000.
  • Zeichner, K.Aformao reflexiva de professores: idias e prticas.Lisboa:Educa, 1993.

18. Consideraes Finais 19. 20. 21. 22. Lucia Velloso Verginelli

  • Profissional graduada em Letras e Gastronomia, ps graduada em Administrao Hoteleira e Vigilncia Sanitria de Alimentos, atualmente cursaSuperviso Pedaggica e Formao de Formadores com acesso ao Mestrado Europeu em Cincias da Educao.

23. Lucia Velloso Verginelli

  • Experincia profissional voltada
  • consultoria, em restaurantes na rea de segurana alimentar
  • bem como
  • docncia em Gastronomia atuando no Senac e Faculdade Mrio Schenberg

24. Anexos 25. Reflexes voltadas Gastronomia

  • Com o intuito de favorecer o aprendizado de uma aula prtica de gastronomia, o aluno, nos primeiros 20 minutos de aula, conduzido a entrar no clima do tema da aula, antes da prtica em si =mtodo de ensino utilizado.

26. Reflexes voltadas Gastronomia

  • Os alunos so levados a fazer pesquisa: =ora a Chefs da localidade abordada,
  • =ora a ingredientes tpicos.
  • Isso aferido oralmente em
  • um bate bola no incio
  • da aula, com alunos
  • escolhidos, onde todos
  • participam compartilhando
  • suas buscas.

27. Reflexes voltadas Gastronomia

  • Observa-se oprofessor em uma relao de dilogo,
  • em uma funo reguladora e supervisiva: dilogo entre diversas vozes.

28. Um rpido exemplo

  • Hum!.............

29. Inglaterra Influncias e Gastronomia 30. O Reino Unido 31. Gr-Bretanha 32. Inglaterra 33. Bandeiras: evoluo 34. Inglaterra

  • Uma das naes que constitui o Reino Unido.
  • Ocupa a metade sul da ilha da Gr-Bretanha, Capital = Londres.
  • Populao = 49 milhes de habitantes.
  • Limita-se:
  • Norte com a Esccia,
  • Leste com o mar do Norte,
  • Sul com o canal da Mancha
  • Oeste com o oceano Atlntico, Gales e o mar da Irlanda.

35. William Somerset Maugham

  • Quem disse que no existe gastronomia britnica?
  • possvel, sim, fazer trs timas refeies por dia na Inglaterra. Basta pedir o breakfast trs vezes durante odia!'

36. Culinria Inglesa

  • sempre criticada
  • nunca foi sinnimo de boa gastronomia
  • Boom da culinria britnica na TV.
  • Chefs ingleses
  • = Jamie Oliver e
  • = Gordon Ramsay

37. Jamie Oliver

  • =Projetos:
  • Merenda escolar no
  • Reino Unido;
  • Anti-obesidade em Huntington, na Virgnia Ocidental.
  • Criou novo menu:participou do preparo e ajudou a servir
  • Projeto "Feed Me Better:
  • - Iniciativa ousada e solidria
  • - Obteve suporte na televiso e na internet, caiu rapidamente na boca da mdia e das pessoas do mundo todo.

38. Gordon Ramsay

  • Chef escocs, com diversos restaurantes espalhados pelo Reino Unido e Estados Unidos
  • Conhecido no Brasil pela srie Hells Kitchen;
  • Diversos programas na televiso entre eles algunsreality shows.

39. Inglaterra - Influncias:

  • Tradies tm valor especial.
  • No foi conquistada pela fora das armas.
  • Membros de outros povos forampara l:
  • asiticos, africanos, australianos
  • Absorveram idias e costumes desses povos e integrou-os no seu dia-a-dia
  • Oficiais britnicos:
  • -hbitos de vida,
  • -alimentao,
  • -receitas de pratos
  • exticos

40. Pratos tpicos com muitos frutos do mar, carne de porco, peixes e muita batata

  • Este prato em especial o Fish and Chips, um dos mais tradicionais da culinria inglesa.

41. Yorkshire Pudding 42. Steak and kidney pie 43. Salsichas de Lincolnshire, recheadas com carne e batatas. 44. Caf da Manh; um banquete parte

  • Consiste de ovos, bacon, salsichas, po frito, feijo cozido, cogumelos, sucos, frutas desidratadas, salmo, torradas com marmelada, dentre outros, mas a composio pode variar de um lugar para outro no Reino Unido. Tambm servido em praticamente todos os hotis e pousadas do pas.

45. Caf da Manh; um banquete parte

  • Acompanha caf (geralmente no muito forte) ou o tradicional ch com leite inglsque consiste em um caneca cheia de ch preto com um pouquinho de leite.

46. Caf da Manh; um banquete parte

  • O caf da manh tradicional Ingls referenciado nos locais comerciais como sendo o Full English Breakfast ou Full English Fry-up e pode ser vendido em partes ou completo, podendo o cliente geralmente escolher a quantidade de ovos, bacon e feijo cozido.

47. Inglaterra: sinnimo de Ch

  • A Hora do Ch = Duquesa de Bedford.
  • Hoje o ritual tem outro sentido:
  • - estabeleceencontro social
  • - shortbread de manteiga ou as oatcakes de aveia.

48. Bolo Bakewell, com cobertura farta de gelia e amndoas.

  • Acompanha o five oclock tea

49. 50. No mundo das bebidas inglesas

  • Duas se destacam:cerveja e whisky
  • A CERVEJA mais popular :
  • a amarga, escura, com espuma e servida em temperatura ambiente,
  • no entanto a Lager (dourada e leve) est ganhando cada vez mais adeptos.

51. Cerveja

  • Origem no Egito h mais de 8 mil anos.
  • Feita a partir de cereais como milho, trigo e cevada.
  • Graduao alcolica mdia de 5 GL.
  • (Gay Lussacna criou a unidade de medida de volume para lcool)
  • Normalmente consumida bem gelada
  • Europa tomada temperatura ambiente devido a diferente composio.

52. Whisky

  • uma bebida bem popular
  • Os melhores so da Esccia e Irlanda.
  • Se for bebido com meia dose de cerveja chamado nip and a hauf.

53. WHISKY

  • Origem na regio da atual Esccia.
  • Matrias-primas: gua,leveduras e o famoso malte, responsvel pela colorao e sabor do produto final.
  • Graduao alcolica mdia de 40 GL.
  • Pode ser single (puro) ou misturado com outros cereais (milho) tornando-se um blended (misturado).
  • Os EUA produzem uma variedade da bebida chamado de Bourbon que possui alta concentrao de milho.
  • Deve-se consumir puro, com pouco gelo ou com pouca gua.

54. Aps... iniciada a aula prtica

  • iniciada a parte prtica da execuo das produes pertinentes, exercitando as tcnicas aprendidas de corte, coco, visando que oaluno conhea ingredientes,
  • processos adequados de manipulao e tcnicas de preparo, cuidando da apresentao final da produo, cujoslay outso entre todos os alunos compartilhados.

55. Portflio do Professor permite:

  • =ao nosso cliente =aluno, fazer auto avaliao da sua aprendizagem e o que acrescentou como elemento enriquecedor, o que provocar uma atividade reflexiva intrapessoal e avaliar.

56. Avaliao dos Alunos relativamente Metodologia de Ensino(pontuar de 1 a 5)

  • Relao Aluno Professor:
  • ----- Revela sentido de justia em relao aos alunos
  • ----- Possui sentido de humor
  • ----- Sorri com frequncia
  • ----- Explica o porqu de uma repreenso ou de uma
  • recompensa
  • ----- D um bom exemplo aos alunos
  • ----- Aceita as idias dos alunos mesmo quando so
  • diferentes das suas
  • ----- Transmite aos alunos o gosto de trabalhar
  • ----- Gosta daquilo que faz
  • ----- Ouve-nos com ateno
  • ----- Aborda assuntos quotidianos
  • ----- Respeita os alunos
  • ----- Chama-nos ateno sem perder a pacincia
  • ----- Felicita-nos e valoriza-nos

57. Avaliao do Aluno/Professor usando escala de 1 a 5.

  • Gesto do Processo de Ensino
  • ----- Ensina-nos muitas coisas
  • ----- Utiliza uma linguagem acessvel
  • ----- Faz-nos participar nas aulas
  • ----- Est sempre disponvel para nos ajudar
  • ----- Utiliza material adequado para nos fazer
  • compreender a matria
  • ------ Aceita os nossos erros sem dramatizar
  • ------ Fornece-nos instrumentos para aprender
  • ------ Prope-nos projectos interessantes
  • ------ Respeita a nossa forma de aprender

58. Avaliao do Aluno/Professor usando escala de 1 a 5.

  • Gesto de Contedos
  • ------ Mostra-se disponvel para reformular as
  • questes sempre que um aluno no
  • compreende?
  • ------ Domina bem a matria?
  • ------ Desenvolve-nos as competncias necessrias
  • para o futuro?
  • ------ Explica a matria de forma viva e interessante?
  • ------ Prope tarefas ligadas ao quotidiano?

59. Avaliao do Aluno/Professor usando escala de 1 a 5.

  • Gesto da Turma
  • ------ D-nos liberdade para que possamos ser
  • autnomos
  • ------ Permite-nos que faamos escolhas
  • ------ Respeita o nosso ritmo de aprendizagem
  • ------ Deixa-nos gerir o nosso trabalho
  • ------ Faz-nos participar na dinmica da turma
  • ------ Favorece a aprendizagem pela entre ajuda
  • e cooperao

60. Avaliao do Professor&Aluno

  • Entendendo que a avaliao da prtica do professor precisa envolver o aluno, a mesma deve ser feita atravs de questionrios abertos e livres, que permitem o discente expor suas crticas, dvidas e propostas. Com isso, o professor precisa sempre estar aberto a sugestes e crticas que, com certeza, ajudaro na sua reflexo como profissional com o intuito de reformular ou melhorar a sua prtica.

61. Avaliao do Professor&Aluno

  • Sendo o Portflioum instrumento que analisa, organiza e orienta a ao do professor, o mesmo tem que ter o senso deauto-crtica sobre tudo que ensinou,
  • sobre os mtodos de ensino que utilizou e sobre o processo de avaliao a que se sujeitou.

62. Agradecimento

  • Obrigada!