2012 Tfc Dr Jsilva

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  • EDIO DE

    APECA

    Este trabalho s foi possivel, em tempo til, com a colaborao do meu scioDr. Antnio Rodrigues Neto e dos meus colaboradores Davide Ribeiro, Celestino

    O TRABALHODE FECHO DE CONTASDE 2012

    Coordenadao: DR. JORGE MANUEL TEIXEIRA DA SILVA

    REVISOROFICIALDECONTAS

    Araujo, Fbio Pinho, Ricardo Macias, Joo Pedro Rino, Rui Matos e Joo Santiago.

    Jorge Silva

    ESTA EDIO DISPONIBILIZADA APENAS EM SUPORTE DIGITAL

  • Reproduo expressamente proibida, total ou parcialmente, sem autorizao escrita do Autor ou da APECA.

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    NDICE

    TRABALHO DE FECHO DE CONTAS DE 2012

    1. PARTE ASPECTOS DA LEGISLAO COMERCIAL E FISCAL RELACIONADOS COM O FECHO E A PRESTAO DE CONTAS.

    1 Introduo 2 Obrigaes dos Comerciantes 3 Os Livros dos Comerciantes 4 Os documentos de Prestao de Contas e dever de apresentao e relatar a Gesto 5- As Convocatrias das Assembleias Gerais 6 Perda de metade do Capital 7 Deliberaes dos Scios 8 Deliberaes sobre as Contas 9 rgos de Administrao e Fiscalizao 10- Distribuio de Bens aos Scios 11 Lucros no distribuveis 12 Entidades sujeitas Reviso Legal

    2. PARTE ASPECTOS CONTABILISTICOS E FISCAIS

    Breves notas sobre: 1.1 - O Sistema de Normalizao Contabilstica 1.1.1 A transio POC/SNC 1.1.2 A Estrutura Conceptual 1.1.3 As Bases p/ apresentao das Demonstraes Financeiras 1.1.4 As NCRF, NCRFPE, NCM e a N ESNL 1.1.5 Resumo das Demonstraes Financeiras a apresentar

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    1.2-O regime de preos de transferncia

    2 O Trabalho de Fecho de Contas propriamente dito

    2.1 Meios Financeiros Lquidos 2.1 Contas a receber e a pagar 2.3 Pessoal 2.4 Estado e Outros Entes Pblicos 2.5 Financiamentos Obtidos 2.6 Scios 2.7 Acrscimos de Rendimentos, Acrscimos de Gastos e Diferimentos 2.8 Provises, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes 2.9 Inventrios 2.10 Ativos Biolgicos 2.11 Investimentos Financeiros 2.12 Propriedades de Investimento, Depreciaes e Perdas por Imparidade 2.13 Ativos Fixos Tangveis, Depreciaes e Perdas por Imparidade 2.14 Ativos Intangveis, Depreciaes e Perdas por Imparidade 2.15 Ativos No Correntes Detidos p/Venda 2.16 Rdito e Contratos de Construo 2.17 Subsdios do Governo

    2.18 Programa de Trabalho p/Encerramento de Contas de 2012 2.19 Anexos: 2.19.1- Criao lquida de Postos de Trabalho 2.19.2- Circular n 24/91 da DGCI- Regime das rendas devidas pelo aluguer

    sem condutor das viaturas ligeiras de passageiros ou mistas 2.19.3- Esclarecimentos s/ Perdas de Imparidade em Clientes 2.19.4- Coeficientes de Desvalorizao da Moeda a utilizar em 2011 2.19.5- Taxas de Cmbio a utilizar em 31-12-2012 2.19.6- Taxas de Derrama a aplicar relativamente a 2012 2.19.7- Lista de Pases, Territrios e Regies com regime de tributao claramente mais favorvel

    2.19.8-Circular n 6/2011 2.19.9-Circular n 7/2011

    3. PARTE (A disponibilizar pela APECA-Trabalho do Dr. Joaquim Alexandre Silva)) 3 - ASPECTOS FISCAIS DO FECHO DE CONTAS DE 2011

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    3.1 Apuramento do Lucro Tributvel 3.2 A determinao da Matria Coletvel 3.3 O Clculo do Imposto 3.4 Benefcios Fiscais 3.5 Depreciaes e Amortizaes 3.6 Provises /Perdas por Imparidade 3.7 Diferimentos 3.8 Ajudas de Custo e Subsdios de Deslocaes 3.9 Dissoluo Liquidao de Sociedades 3.10 Declarao Mod.22 e seus anexos

    4. PARTE INVENTRIO PERMANENTE E SUAS IMPLICAES

    1 Critrios Valorimtricos Aplicveis s Existncias 1.1 Sistema de Normalizao Contabilistica I Enquadramento II Mensurap 1.2 Cdigo do IRC 1.2.1 Aspectos Gerais 1.2.2. Obras de Carcter Plurienal 2 O sistema de inventrio permanente no S.N.C. (DL n 158/09 de 13/07) 3 Consequncias da no implementao do Sistema de Inventrio Permanente 4 Breves Noes de Contabilidade Analtica 4.1 Custos, Gastos, Despesas, Pagamentos e Proveitos, Receitas e Recebimentos 4.2 Custos e as Funes da Empresa 4.3 Custos dos Produtos e Custos do Perodo 4.4 O Custo e os Produtos 4.4.1 Componentes do Custo Industrial 4.4.2 A Hierarquia dos Custos 4.5 Custos Fixos e Variveis 4.6 Mtodos de Apuramento de Custos I Mtodo Directo II Mtodo Indirecto ou de Custos por Processos 4.7 Sistemas de Custeio 4.7.1 Momentos do Clculo 4.7.2 Tratamento de Custos 4.7.2.1 Custeio por Absoro ou Custeio Racional 4.7.2.2 Custeio Varivel

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    4.8 Determinao do Custo dos Resduos, Sub-produtos e Co-produtos 4.8.1 Custos dos Resduos 4.8.2 Sub-produtos 4.8.3 Co-produtos 4.9 Repartio e Imputao dos Custos 4.10 Custos Reais, Custos Bsicos ? 5 Custeio por Absoro versus Custeio Varivel 5.1 Descrio dos Sistemas 5.1.1 Custeio por Absoro 5.1.2 Custeio Varivel 6 Planificao Contabilstica 6.1 Formas de Articulao I Monista Radical II Sistema nico Diviso III Sistema Duplo Contabilstico IV Sistema Duplo Misto 6.2 Plano de Contas Propostos I Proposta de Plano de Contas de Contabilidade Analtica para Empresas de Construo Civil II Proposta de Plano de Contas de Contabilidade Analtica para Outras Empresas Industriais 7 Exemplos Prticos em Sistema de Inventrio Permanente 7.1- Empresa Comercial 7.2 Exemplo Prtico Sistema Dualista 8 Nota final Bibliografia

    5. PARTE IMPOSTOS DIFERIDOS (A disponibilizar muito brevemente)

    1 Relaes entre Contabilidade e Fiscalidade 1.1 Normas Contabilsticas e Normas Fiscais 1.2 Diferenas entre o Lucro Tributvel e o Lucro Contabilstico 1.3 Diferenas Permanentes ou Definitivas 1.4 Diferenas Temporrias 1.4.1- Diferenas Temporrias Tributveis 1.4.2 Diferenas Temporrias Dedutveis 2 Natureza do Imposto sobre Lucros. Os Mtodos de Contabilizao 2.1 O Imposto s/ os Lucros Gasto do Exerccio ou Distribuio de Resultados 2.2 Mtodos de Contabilizao

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    2.2.1 Mtodo do Imposto a Pagar 2.2.2. Mtodos de Contabilizao dos Efeitos Tributrios 2.2.2.1 O Mtodo do Diferimento 2.2.2.2 Mtodo da Dvida 2.2.2.2.1 Mtodo de Dvida Baseado na Demonstrao de Resultados 2.2.2.2.2- Mtodo da Dvida Baseado no Balano 2.2.2.3 O Mtodo do Valor Lquido de Imposto 3 Reconhecimento e Mensurao dos Ativos e Passivos por Impostos Diferidos 4 Tratamento Contabilstico dos Impostos Diferidos 5 Prejuzos Fiscais 5.1 Regime Fiscal dos Prejuzos 5.2 Tipos de Reporte de Prejuzos Fiscais 5.3 Natureza de Direito de Compensao de Perdas Fiscais 5.4 O Clculo e Contabilizao de Efeito Tributrio da Compensao 6 Apresentao e Divulgao e Regime Transitrio 6.1 Apresentao 6.2 Divulgao 6.3 Disposies Transitrias 7 Concluses 8 Exemplos Prticos Principais situaes em Portugal 8.1 Exemplo de Diferena Temporria Tributvel 8.2 Exemplos de Diferenas Temporrias Dedutveis 8.3 Ajustamentos de dvidas a receber 8.4 Exemplos de diferenas temporrias tributveis 8.5 Regime Transitrio 8.6 Prejuzos Fiscais 9 - Bibliografia

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    1. PARTE

    ASPECTOS DA LEGISLAO COMERCIAL

    RELACIONADA COM O TRABALHO DE FECHO DE CONTAS DE 2012

    DR. JORGE MANUEL TEIXEIRA DA SILVA REVISOR OFICIAL DE CONTAS

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    ASPECTOS DA LEGISLAO COMERCIAL RELACIONADA COM O TRABALHO DE ENCERRAMENTO DAS

    CONTAS DE 2012

    1 - INTRODUO 1

    I) QUEM COMERCIANTE 1. As pessoas que tendo capacidade para praticar actos de comrcio, fazem deste profisso, e

    2. As sociedades comerciais (Art. 13 do Cdigo Comercial). Portanto, os requisitos para a qualificao so:

    No caso de Comerciantes Individuais: a) - Ter capacidade Comercial. b) - Exercer a profisso de comrcio. d) - Exercer o comrcio em nome prprio. No caso de Sociedades Comerciais, para que ela tenha a qualificao de comerciante

    necessrio: a) - Ter um objecto comercial: Prtica de actos de comrcio. b) - Adoptar um tipo de forma referido no n. 2 do Art. 1 do Cdigo das Sociedades Comerciais: Sociedade em nome colectivo. Sociedade por quotas. Sociedades annimas. Sociedades em comandita. Sociedade unipessoal por quotas.

    Quanto responsabilidade dos scios, as sociedades comerciais podem classificar-se em: a) Sociedades de responsabilidade ilimitada (em nome colectivo); b) Sociedades de responsabilidade limitada (annimas e por quotas plurais e unipessoais); c) Sociedades de responsabilidade mista (em comandita, simples e por aces).

    Esta classificao auxilia-nos a distinguir as sociedades comerciais umas das outras. Isto porque a responsabilidade dos scios uma caracterstica fundamental a atender, e pode mesmo dizer-se que, volta dela, gira toda a organizao das sociedades.

    Para comprovar este facto, basta-nos considerar que o nome pelo qual toda a sociedade designada no exerccio do comrcio - a sua firma - deve dar sempre a conhecer a responsabilidade que os scios tomam pelas obrigaes assumidas pela sociedade. (sobre os requisitos da firma ver

    1 A exposio deste ponto 1) segue, na sua parte inicial, de perto a obra Lies de Direito Comercial 12 Edio, Rei dos Livros.

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    art. 10 do C.S.C.) Neste sentido, nas sociedades em nome colectivo, a firma deve incluir a expresso e Companhia ou qualquer outra que indique a existncia de outros scios, como seja e Sucessores (art. 177 do C.S.C.); nas sociedades por quotas, a firma deve incluir, em todos os casos, as palavras responsabilidade limitada ou simplesmente limitada (Lda), nos termos do art. 200 do C.S.C.; nas sociedades, annimas, a firma deve incluir a expresso Sociedade Annima ou simplesmente as iniciais S.A., de acordo com preceituado no art. 275 do C.S.C.; nas sociedades em comandita, a firma formada pelo nome ou firma de um, pelo menos, dos scios comanditados e o aditamento em Comandita ou Comandita, em Comandita por Aces ou Co