20485476 Modelo de Monografia

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    05-Aug-2015

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<p>NOME DA INSTITUIO</p> <p>TEMA DO TRABALHONOME DO ALUNO Orientador._____________________</p> <p>{COLOCAR O NOME DA CIDADE} ANO</p> <p>i</p> <p>NOME DO ALUNO</p> <p>TEMA DO TRABALHO Monografia apresentada Faculdade ..................... para aprovao no Curso de Graduao em ................... sob a orientao do Prof _________________</p> <p>{COLOCAR O NOME DA CIDADE} ANO</p> <p>ii</p> <p>TEMA DO TRABALHO</p> <p>NOME DO ALUNO Aprovada em ____/____/_____.</p> <p>BANCA EXAMINADORA</p> <p>_________________________________________________ Nome Completo (orientador) Titulao-Instituio</p> <p>__________________________________________________ Nome Completo Titulao-Instituio</p> <p>__________________________________________________ Nome Completo Titulao-Instituio</p> <p>CONCEITO FINAL: _____________________</p> <p>AGRADECIMENTOS</p> <p>A Jesus Cristo, amigo sempre presente, sem o qual nada teria feito. Aos amigos, que sempre incentivaram meus sonhos e estiveram sempre ao meu lado. Aos meus colegas de classe e demais formandos pela amizade e companheirismo que recebi. Ao Prof. .............., que me acompanhou, transmitindome tranqilidade.</p> <p>RESUMO A predominncia do sedentarismo, principalmente em naes desenvolvidas e em desenvolvimento, tem se tornado um motivo de preocupao para a sociedade atual. O desenvolvimento do conceito de atividade fsica como um hbito na vida das pessoas, tem sido bem pesquisado, mas, somado a esse fato, o crescimento da populao idosa tambm um fator marcante em todo o mundo. Embora se divulguem amplamente os benefcios oriundos da atividade fsica regular para todas as pessoas de todas as idades e, especialmente, os idosos, os indivduos com mais de 60 anos representam a parcela da populao mais sedentria. Por isso, a atividade fsica tem sido apontada como uma das estratgias a serem utilizadas para a melhora da qualidade de vida das pessoas. Este trabalho tem como objetivo analisar os benefcios das prticas de atividades fsicas e de recreao para os idosos. Alm disto, tambm tem como intuito mostrar como as atividades fsicas contribuem para o resgate do idoso ao convvio social e para que o envelhecimento no seja um perodo de perdas e sim possa ser considerado um perodo de novas experincias. Verificando que atravs das atividades ldicas podemos ajudar a transformar a terceira idade em uma experincia gratificante, para que esta no seja apenas um perodo de inatividade e excluso social e sim uma nova e bem sucedida etapa da vida. Palavras chaves: Atividade fsica na terceira idade, recreao, socializao, e qualidade de vida.</p> <p>SUMRIO INTRODUO........................................................................................................................06 1. OS IDOSOS NO BRASIL....................................................................................................09 1.1 Envelhecimento......................................................................................................10 1.2 - A Alteraes Fisiolgicas no Processo de Envelhecimento....................................12 2. A ATIVIDADE FSICA.......................................................................................................14 3. ATIVIDADES FSICAS: BENEFCIOS PARA A QUALIDADE DE VIDA....................21 4. A RECREO E O LAZER COMO FORMA DE ENTRETENIMENTO........................25 4.1. Uma Terceira Idade bem sucedida, self e bem-estar subjetivo................................26 CONSIDERAOES FINAIS....................................................................................................29 REFERNCIAS........................................................................................................................31</p> <p>6</p> <p>INTRODUO O contato com atividades fsicas na terceira idade inicia-se geralmente por indicao mdica. Essas pessoas acabam encontrando nos exerccios muito mais que alvio para suas dores, fazem novas amizades e tm momentos de descontrao. Alm dos aspectos ligados sade, as atividades fsicas trazem inmeros benefcios psicolgicos, de auto-estima e de melhoria do relacionamento social, aspectos muito importantes para pessoas da terceira idade, devido s inmeras mudanas desta fase da vida. A terceira idade, nova terminologia do idoso na sociedade contempornea, implica na constatao de uma nova etapa de vida compreendida entre a idade adulta e a velhice. Categoria de idade, como as demais, opera em recorte no todo social, com direitos e deveres diferenciais caractersticos dessa populao. As categorias de idade so constitutivas de realidades sociais especficas (BRANDO, 2004). A terceira idade acompanhada de um conjunto de prticas, instituies e agentes especializados encarregados de definir e atender s necessidades dessa populao. Foi a partir de 1970 que, na maioria das sociedades europias e americanas, o idoso passou a ser visto como vtima da marginalizao e da solido (DEBERT, 2003). A pesquisa antropolgica tem demonstrado que as fases da vida, como a infncia, a adolescncia e a velhice, no so propriedades substanciais que o indivduo adquire com o avano da idade cronolgica. As categorias de idade so construes histricas e sociais. H trabalhos de diferentes autores que so unnimes em afirmar que os comportamentos em diferentes idades correspondem aos estmulos da natureza social, histrica e cultural que caracterizam diferentes pocas (DEBERT, 2003). As representaes sobre a velhice, a posio social dos idosos e o tratamento que ele recebe da sociedade ganham significados diversos conforme os contextos da sua poca. Assim, o aposentado vem ganhando notoriedade nas falas das lideranas, nas suas associaes, que desde a dcada de 1980 j vinham se concretizando em discusses sobre a Previdncia Social. O idoso, como aposentado, ganhou identidade e formas de atuao no espao pblico (SIMES, 2003). Os idosos se nutrem do passado. Da sua trajetria se origina sua prpria identidade, constituda pela representao de papis sociais, papis esses que vo dimensionar essa identidade. E h uma relao entre memria e construo de identidade social, compreendida no processo de envelhecimento. A memria, para o processo de envelhecimento tem lugar</p> <p>7</p> <p>privilegiado na construo de sua identidade e suas estratgias de afirmao nos espaos sociais (FERREIRA, 2003). Geralmente, a velhice est ligada s modificaes do corpo, com o aparecimento das rugas e dos cabelos brancos, com o andar mais lento, diminuio das capacidades auditivas e visual, o corpo frgil. Essa a velhice biologicamente normal, que evolui progressivamente e prevalece sobre o envelhecimento cronolgico. Cientistas e geriatras preferem separar a idade cronolgica da idade biolgica. Para eles, tanto o homem quanto mulher se encontra na terceira idade por parmetros fsicos, orgnicos e biolgicos (CACHIONI, 1999) A cada ano a populao que pertence ao grupo da terceira idade, cresce de forma acelerada e sem os devidos esclarecimentos a respeito desses tais benefcios. Atividades simples e leves como, caminhadas, viagens tursticas a lazer em geral, proporcionam uma melhoria na condio fsica e psicolgica, auxiliando na realizao de movimentos do dia-adia, tornando esses indivduos prestativos em seu meio social e cidados. A importncia da recreao para o idoso est relacionada em utilizar o tempo livre, deixando de lado o sentimento de inutilidade, solido e abandono, que muitas vezes ajudam no desenvolvimento de patologias. Aproveitar ao mximo este novo tempo com passeios, danas, teatro, jogos, esporte e tudo o que tiver vontade de fazer para viver com prazer. (BRANDO, 2004). O lazer de muita importncia para sade fsica e psicolgica das pessoas, assim como tambm responsvel pela socializao e aumento a auto-estima. Praticar algum tipo de atividade fsica como, por exemplo, caminhadas, danas, ginsticas, dentre outras, pode ser um instrumento de recreao e lazer para o idoso. (BRANDO, 2004). A populao de idosos no Brasil estimada atualmente em 13,5 milhes de pessoas. Isso faz com que se tenha uma crescente preocupao com a qualidade de vida dos idosos. A qualidade de vida na terceira idade importante para que se possa viver bem com sade, sem sofrer tanto impacto com as alteraes fisiolgicas, psicolgicas e cognitivas, prprias do processo de envelhecimento, e as modificaes e intensificaes sociais, fsicas, polticas e morais que ocorrem ao mesmo tempo no ambiente. Para garantir a qualidade de vida, fundamental adotar hbitos saudveis, praticar atividade fsica regular e realizar uma alimentao equilibrada. Estas medidas precisam ser adotadas o quanto antes, pois contribuem para a melhoria das funes cardiovascular, endcrina, metablica, msculo-esqueltica e mental, prevenindo e adiando doenas debilitantes como osteoporose, diabetes e doenas cardiovasculares (PLUGIA, 2004). conscientes enquanto</p> <p>8</p> <p>Na sociedade atual, a qualidade de vida, no apenas de idosos, mas de todos crianas, jovens e adultos - reflexo da alimentao adequada e tambm da prtica de exerccios fsicos. Uma dedicao a qualidade de vida dos idosos torna-se essencial, para uma reintegrao social dos idosos, contribuindo para a sua sade fsica e mental. Segundo Dumazedier (1974), o lazer tambm busca da auto-satisfao, no qual o indivduo procura suprir as necessidades do corpo e do esprito. H, portanto, os lazeres fsicos, artsticos, sociais e culturais, condicionados de acordo com o nvel scio-econmico e poltico-cultural de cada sociedade. Segundo este autor, o lazer resulta de uma livre escolha do indivduo e o seu carter desinteressado faz com que quem o pratique no busque fins lucraticos ou utilitrios, somente a realizao pessoal. O lazer um direito dos cidados e um pr-requisito fundamental para uma vida saudvel. O lazer uma constante para grande parte das crianas e adolescentes o lazer. Muitas vezes os adultos se esquecem desta parte da vida dedicando-se apenas s atividades produtivas, onde o trabalho, a realizao profissional ou a superposio de atividades remuneradas vm em primeiro lugar. (VELOSO, 2004) No momento em que esses adultos se aposentam, sente-se, de certa forma, descartada pela sociedade e acometida por uma srie de distrbios psquicos, como a depresso, que vem sendo considerada por especialistas o verdadeiro mal do sculo para a terceira idade. Com a mudana de certos hbitos, a ociosidade, a terceira idade chega, para a maioria das pessoas, acompanhada de frustraes pessoais, perda de pessoas queridas e fragilidades de sade. Ao mesmo tempo, muitas vezes tambm nessa hora que o lazer volta a fazer parte da vida e, assim, contribui para um aumento na qualidade de vida fsica e mental das pessoas. (VELOSO, 2004). O contato direto com o meio ambiente uma das formas que os idosos encontram para relaxar. Parques e praas so endereos certos para quem se interessa em momentos de alta qualidade de vida e tranqilidade garantida. So espaos em que se pode perceber a natureza em todas as suas formas e praticar atividades fsicas. (VELOSO, 2004)</p> <p>9</p> <p>1. OS IDOSOS NO BRASIL O acelerado ritmo de envelhecimento no Brasil cria novos desafios para a sociedade brasileira contempornea. O envelhecimento ocorre num cenrio de profundas transformaes sociais, urbanas, industriais e familiares. A famlia encontra grandes dificuldades para o desempenho das funes tradicionais a ela atribudas, de educadora das crianas e cuidadora dos mais velhos. Se as instituies para idosos, conhecidas como asilos, se destinavam velhice desvalida, hoje, na sociedade marcada pelo envelhecimento, passam a ter uma nova misso: cuidar de idosos necessitados de vrias modalidades de servios; em face das perdas funcionais que tornaram problemtica a vida a ss ou com a famlia. (LEITE, 1996) O envelhecimento da populao brasileira sofreu um rpido aumento a partir dos anos 60, quando comeou a crescer em ritmo bem mais acelerado do que as populaes adulta e jovem. De 1970 at hoje, o peso da populao idosa sobre a populao total passou de 3% para 8% e esse percentual deve dobrar nos prximos vinte anos. Devido reduo nas taxas de natalidade, da ordem de 35,5% nos ltimos 15 anos, e o aumento da expectativa de vida por ocasio do nascimento, que passou de 61,7 anos em 1980, para 69 anos nos dias atuais, a base da pirmide populacional vem se estreitando nas ltimas dcadas. E existe ainda a expectativa de uma intensificao desse processo de envelhecimento populacional. Estima-se que a partir de meados do prximo sculo, a populao brasileira com mais de 60 anos ser maior que a de crianas e adolescentes com 14 anos ou menos. (LEITE, 1995) Para o Brasil, os custos do envelhecimento so desafiadores e alarmantes, pois os mecanismos que este possui para lidar com os problemas da velhice avanada so precrios e escassos. Os custos mdicos, assistenciais e da aposentadoria indicam que o sistema atual para a gesto da velhice invivel e que, provavelmente, no poder arcar com esses gastos sociais num futuro bem prximo. (TAVARES, 1999) Essa temtica provocou uma preocupao generalizada em diversos segmentos profissionais e fez com que, nos ltimos anos, proliferassem no Brasil os programas e associaes destinados aos idosos, como o movimento dos aposentados, os movimentos assistenciais e os scio-culturais. Em razo dessa visibilidade alcanada pelos idosos nos ltimos anos, e graas aos esforos de organizao dos profissionais dedicados essa rea de atuao, atravs de ncleos de estudo e pesquisa, os estudos tericos e empricos na rea do envelhecimento comearam a florescer no Brasil.</p> <p>10</p> <p>Segundo Debert (1999), (...) a perspectiva do idoso como fonte de recurso exige a criao de um novo ideal de produtividade, com receitas que ensinam, aos que no querem sentir-se velhos, a maneira adequada de dirigir a vida e participar de atividades de lazer e de preveno contra a velhice. Os idosos institucionalizados apresentam um perfil diferenciado, grande nvel de sedentarismo, carncia afetiva, perda de autonomia causada por incapacidades fsicas e mentais, ausncia de familiares para ajudar no auto cuidado e insuficincia de suporte financeiro. Estes fatores contribuem para a grande prevalncia de limitaes fsicas e comorbidades refletindo em sua independncia e autonomia. O novo paradigma de sade do idoso brasileiro como manter a sua capacidade funcional mantendo-o independente e preservando a sua autonomia. Portador de mltiplas doenas crnicas, problemas associados e sendo mais fragilizado, o idoso institucionalizado e a entidade que o abriga, geralmente, no conseguem arcar sozinhos com a complexidade e as dificuldades da senescncia e/ou senilidade. Como se pode ver, o prolongamento da vida no uma atitude isolada. (OKUMA, 1998) Profissionais que trabalham com o processo do envelhecimento nas mais diversas reas de saber (mdicos, fisioterapeutas, enfermeiros, terapeutas ocupacionais e outros), tentam proporcionar, em todos os nveis de ateno sade (primrio, secundrio e tercirio), o bem estar bio-psico-social dos idosos institucionalizados, potencializando suas funes globais, a fim de obter uma maior independncia, autonomia e uma melhor qualidade para essa fase de vida. (PLUGIA, 2004) Com o crescimento dessa popu...</p>