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3º ano PIP

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Text of 3º ano PIP

ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR LEVINDO LAMBERT PROJETO DE INTERVENO PEDAGGICA 3 ANO NVEL MDIO PORTUGUS PROFESSORES: FLVIA, EVA e JESWESLEY Nobreza Popular Uma das muitas cenas memorveis do imperdvel filme Brasileirinho do diretor finlands Mika kaurismki a do Guinga contando como nasceu a msica Senhorinha, dedicada sua filha. Depois Zez Gonzaga canta a msica. Quem no se emocionar deve procurar um mdico urgentemente porque pode estar morto. Senhorinha tem letra de Paulo Csar Pinheiro e uma das coisas mais bonitas j feitas no Brasil e no estou falando s de msica. O filme todo uma exaltao do talento brasileiro, da nossa vocao para a beleza tirada do simples ou, no caso do chorinho, do complicado, mas com um virtuosismo natural que parece fcil. Recomendo no s a quem gosta de msica, mas a quem anda contagiado por sorumbatismo de origem psicossomtica ou paulista e achando que o Brasil vai acabar na semana que vem. No a msica que vai nos salvar, claro. Mas passei o filme todo vendo e ouvindo o Guinga, o Trio Madeira Brasil, o Paulo Moura, o Yamand, o Silvrio Ponte, a Elza Soares, a Teresa Cristina, a Zez Gonzaga (e at Adenilde Fonseca!) e pensando: essa a nossa elite. Essa a nossa nobreza popular, a que representa o melhor que ns somos. O oposto do patriciado que confunde qualquer ameaa ao seu domnio com o fim do mundo. Uma das alegrias que nos d o filme constatar que o chorinho, longe de estar acabando, est se revitalizando. Tem garotada aprendendo choro hoje como nunca antes. Substitua-se o choro pelo Brasil que no tem nojo de si mesmo e pronto: a esperana em por a. Parafraseando o Chico Buarque: Contra desnimo, desiluso, dispneia, o trombone do Z da Via. O Globo, 02/09/2007 1. Qual o tema do texto: a) A aprendizagem da msica pelos jovens. b) A beleza das cenas do filme Brasileirinho. c) A emocionante cano de Paulo Csar Pinheiro. d) A exaltao do valor da msica popular. e) A rejeio da cultura da elite. A temperatura terrestre Nos ltimos 120 anos, a temperatura mdia da superfcie da Terra subiu cerca de um grau Celsius. Os efeitos disso sobre a natureza so muito graves e afeta bichos, plantas e o prprio ser humano. Esse aquecimento provoca, por exemplo, o derretimento de geleiras nos plos. Por causa disso, o nvel da gua dos oceanos aumentou em 25 centmetros e o mar avanou at 100 metros sobre o continente nas regies mais baixas. Furaces que geralmente se formam em mares de gua quente esto cada vez mais fortes. Os ciclos das estaes do ano e das chuvas esto alterados tambm. A poluio do ar uma das principais causas do aquecimento. A superfcie terrestre reflete uma parte dos raios solares, mandando- os de volta para o espao. Uma camada de gases se concentra ao redor do planeta, formando a atmosfera, e alguns deles ajudam a reter o calor e a manter a temperatura adequada para garantir a vida por aqui. Nas ltimas dcadas, muitos gases poluentes vm se acumulando na atmosfera e produzindo uma espcie de capa que concentra cada vez mais calor perto da superfcie da Terra, aumentando ainda mais a temperatura global. o chamado efeito estufa. Outro problema que afeta diretamente o clima a devastao das matas, que ajudam a manter a umidade e a temperatura do planeta. Infelizmente, o desmatamento j eliminou quase metade da cobertura vegetal do mundo. www.recreioonline.abril.com.br 2. Por que o nvel da gua dos oceanos aumentou at 25 centmetros? a) Por causa da mudana do ciclo das estaes do ano. b) Por causa do derretimento das geleiras nos plos. c) Porque o mar avanou 100 metros sobre o continente. d) Porque os furaces esto cada vez mais fortes. e) Porque a poluio est muito grande.

3. O uso da expresso finalmente, no primeiro quadrinho, indica que a arrumao foi: a) Completa. b) Corrida. c) Demorada. d) Mal feita. e) Rpida. A surdez na infncia Podemos classificar as perdas auditivas como congnitas (presentes no momento do nascimento) ou adquiridas (contrrias aps o nascimento). Os problemas de aprendizagem e agressividade infantil podem estar ligados a problemas auditivos. A construo da linguagem est intimamente ligada compreenso do conjunto de elementos

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simblicos que dependem basicamente de uma boa audio. Ela a chave para a linguagem oral, que, por sua vez, forma a base da comunicao escrita. Uma pequena diminuio da audio pode acarretar srios problemas no desenvolvimento da criana, tais como: problemas afetivos, distrbios escolares, de ateno e concentrao, inquietao e dificuldades de socializao. A surdez na criana pequena (de 0 a 3 anos) tem consequncias muito mais graves que no adulto. Existem algumas maneiras simples de saber se a criana j possui problemas auditivos como: bater palmas prximo ao ouvido, falar baixo o nome da criana e observar se ela atende, usar alguns instrumentos sonoros (agog, tambor, apito), bater com fora a porta ou a mesa e, dessa forma, poder avaliar as reaes da criana.COELHO, Cludio. A surdez na infncia. O Globo, Rio de Janeiro, 13/04/2003, p. 6. Jornal da Famlia. Qual o seu problema?

4. O objetivo desse texto : a) Comprovar que as perdas auditivas so irrelevantes. c) Mostrar as maneiras de saber se a criana ouve bem. Vi ontem um bicho Na imundice do ptio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma cosia, No examinava nem cheirava: 5. O que motivou o bicho a catar restos foi: a) A prpria fome. b) A imundice do ptio.

b) Ressaltar que a surdez ainda uma doena incurvel. d) Alertar o leitor para os perigos da surdez na infncia. O bicho Engolia com voracidade. O bicho no era um co, No era um gato. No era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem.BANDEIRA, Manuel. Poesias reunidas. Rio de Janeiro: tica, 1985.

c) O cheiro da comida.

d) A amizade pelo co.

6. De acordo com o mapa pode-se concluir que: a) Vai chover em todo o estado de Minas, durante a semana. b) Todo o estado estar sujeito a pancadas violentas de chuva. c) Na maior parte do estado predomina tempo aberto como sol. d) Na maior parte do estado predomina tempo semi-nublado. e) Vai chover na regio Sul e Zona da Mata. No se perca na rede A internet o maior arquivo pblico do mundo. De futebol a fsica nuclear, de cinema a biologia, de religio a sexo, sempre h centenas de sites sobre qualquer assunto. Mas essa avalanche de informaes pode atrapalhar. Como

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chegar ao que se quer sem perder tempo? para isso que foram criados os sistemas de busca. Porta de entrada na rede para boa parte dos usurios, eles so um filo to bom que j existem s centenas tambm. Qual deles escolher? Depende do seu objetivo de busca. H vrios tipos. Alguns so genricos, feito para uso no mundo todo (Google, por exemplo). Use esse site para pesquisar temas universais. Outros so nacionais ou estrangeiros com verses especficas para o Brasil (cad, yahoo, e altavista). So ideias para achar pginas com.br.Paulo D Amaro

7. O perodo que apresenta uma opinio do autor : a) foram criados sistemas de busca. b) essa avalanche de informaes pode atrapalhar. c) sempre h centenas de sites sobre qualquer assunto. d) A internet o maior arquivo pblico do mundo. e) H vrios tipos. Texto I Sou completamente a favor da flexibilizao das relaes trabalhistas, pois a velhssima legislao brasileira, alm de anacrnica, vem comprometendo seriamente a nossa competitividade. Texto II uma falcia dizer que com a eliminao dos direitos trabalhistas se criaro mais empregos. O trabalhador brasileiro j por demais castigado para suportar mais essa provocao.O Povo, 17 abr. 1997

8. Os textos acima tratam do mesmo assunto, ou seja, da relao entre patro e empregado. Os dois se diferenciam, porm, pela abordagem temtica. O texto II em relao ao texto I apresenta uma: a) Ironia. b) Semelhana. c) Oposio. d) Aceitao. e) Confirmao. Texto I Tio Pdua Tio Pdua e tia Marina moravam em Braslia. Foram um dos primeiros. Mudaram-se para l no final dos anos 50. Quando Dirani, a filha mais velha, fez dezoito anos, ele saiu pelo Brasil afora atrs de um primo pra casar com ela. Encontrou Jairo, que morava em Marlia. Esto juntos e felizes at hoje. Jairo e Dirani casaram-se em 1961. Fico pensando se os casamentos arranjados no tm mais chances de dar certo do que os desarranjados.Ivana Arruda Leite. Tio Pdua. Internet: http://www.doidivana.zip.net. Acesso em 07/01/2007

Texto II O casamento e o amor na Idade Mdia (fragmento) Nos sculos IX e X, as unies matrimoniais eram constantemente combinadas sem o consentimento da mulher, que, na maioria das vezes, era muito jovem. Sua pouca idade era um dos motivos da falta de importncia que os pais davam a sua opinio. Diziam que estavam conseguindo o melhor para ela. Essa total falta de importncia dada opinio da mulher resultava muitas vezes em raptos. Como o consentimento da mulher no era exigido, o raptor garantia o casamento e ela deveria permanecer ligada a ele, o que era bastante difcil, pois os homens no davam importncia fidelidade. Isso acontecia talvez principalmente pelo fato de a mulher no poder exigir nada do homem e de no haver uma conduta moral que proibisse tal ato.Ingo Muniz Sabage. O casamento e o amor na Idade Mdia. Internet: http://www.milenio.com.br/ingo/ideias/hist/casamento.htm

9. Sobre o casamento arranjado, o texto I e o texto II apresentam opinies: a) Complementares. b) Duvidosos. c) Opostas. d) Preconceituosas. e) Semelhantes. Sermo do Mandato O primeiro remdio que dizamos, o tempo. Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo a colunas de mrmore, quanto mais a coraes de cera? So as afeioes como as vidas, que no h mais certo de haverem de durar pouco, que terem durado muito. So como as linhas, que partem do centro para a circunferncia, que tanto mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os Antigos sabiamente pintaram o amor menino; porque no h amor to robusto que chegue a ser velho. De todos os instrumentos com que o armou a natureza, o desarma o tempo. Afrouxa-lhe o arco, com que j no atira; embota-lhe as