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  • 5654 Dirio da Repblica, 1. srie N. 153 7 de agosto de 2015

    Cdigo Designao Preo(euros) Pond.

    EcografiaEcografia (ver tabela de Radiologia)Doppler escrotal (ver Tabela de Radiologia, cdigo 17301)Doppler (adicional a qualquer dos exames de ecografia), (ver Tabela de Radiologia, cdigo 17299)

    Urodinmica90900 Cistometria 81,70 15,790910 Cistometria com estudo P/F 135,30 26,090920 Electromiografia esfincteriana 23,60 4,590960 Monitorizao da presso vesical e abdominal em ambulatrio (registo contnuo) 188,40 36,290967 Perfilometria uretral 69,10 13,390975 Perfilometria uretral com cateter e microtransdutor 188,40 36,290980 Perfilometria uretral com determinao simultnea da presso vesical e da influncia das variaes da presso

    abdominal, mulher 88,00 16,990985 Urofluxometria 25,10 4,890995 Urofluxometria com avaliao ecogrfica de resduo ps-miccional (no inclui ecografia) 25,10 4,890997 Vdeo-urodinmica 319,40 61,3

    MINISTRIO DA EDUCAO E CINCIA

    Portaria n. 235/2015de 7 de agosto

    Considerando o reconhecimento de interesse pblico do Instituto Politcnico da Maia, operado pelo Decreto -Lei n. 114/2015, de 22 de junho, bem como o requerimento de registo dos seus estatutos formulado pela respetiva en-tidade instituidora, a Maiutica Cooperativa de Ensino Superior, C. R. L.;

    Considerando que, nos termos do n. 3 do artigo 35. da Lei n. 62/2007, de 10 de setembro, que aprovou o regime jurdico das instituies de ensino superior, em caso de reconhecimento de interesse pblico e, consequentemente, da sua alterao, juntamente com o reconhecimento de interesse pblico, so registados os estatutos do estabeleci-mento de ensino atravs de portaria do ministro da tutela;

    Considerando, ainda, que, nos termos do n. 1 do ar-tigo 142. da citada Lei n. 62/2007, os estatutos dos estabelecimentos de ensino superior privados e suas altera-es esto sujeitos a verificao da sua conformidade com a lei ou regulamento, com o ato constitutivo da entidade instituidora e com o diploma de reconhecimento de inte-resse pblico do estabelecimento, para posterior registo nos termos da presente lei;

    Considerando o parecer da Secretaria -Geral do Minis-trio da Educao e Cincia, no sentido de que os referi-dos estatutos se encontram conformes com as disposies legais aplicveis;

    Ao abrigo do disposto no n. 3 do artigo 35. e no n. 1 do artigo 142. da Lei n. 62/2007, de 10 de setembro, e da competncia que me foi delegada pelo Despacho n. 10368/2013, de 31 de julho, publicado no Dirio da Repblica, n. 152, 2. srie, de 8 de agosto de 2013;

    Manda o Governo, pelo Secretrio de Estado do Ensino Superior, o seguinte:

    Artigo nicoSo registados os estatutos do Instituto Politcnico da

    Maia, cujo texto vai publicado em anexo presente portaria.O Secretrio de Estado do Ensino Superior, Jos Alberto

    Nunes Ferreira Gomes, em 17 de julho de 2015.

    ESTATUTOS DO INSTITUTO POLITCNICO DA MAIA

    CAPTULO I

    Disposies gerais

    Artigo 1.Denominao, sede, natureza e regime jurdico

    1 O Instituto Politcnico da Maia, adiante designado abreviadamente por IPMaia, ou por Instituto, um estabe-lecimento de ensino superior politcnico privado, com sede nas instalaes da entidade instituidora, na Avenida Carlos Oliveira Campos, Castlo da Maia, concelho da Maia.

    2 O IPMaia insere -se no sistema educativo portugus, sendo a sua atividade considerada de interesse pblico e gozando a sua entidade instituidora das prerrogativas das pessoas coletivas de utilidade pblica, e rege -se pelos presentes estatutos e pela legislao aplicvel.

    3 Os presentes estatutos so complementados pelos respetivos regulamentos e outros normativos, aprovados pelos rgos competentes, no mbito dos seus poderes especficos.

    Artigo 2.Entidade instituidora

    1 A entidade instituidora do IPMaia a Maiuti-ca Cooperativa de Ensino Superior, C. R. L., com sede na Avenida Carlos Oliveira Campos, Castlo da Maia, concelho da Maia.

    2 Compete entidade instituidora:

    a) Criar as condies necessrias para o normal funcio-namento do IPMaia, assegurando a sua gesto adminis-trativa, econmica, financeira, patrimonial e disciplinar, no quadro do direito vigente em Portugal em matria de ensino superior;

    b) Afetar ao estabelecimento de ensino um patrimnio especfico em instalaes e equipamentos, bem como os necessrios recursos financeiros e humanos;

    c) Celebrar e manter contrato de seguro vlido paracobertura da manuteno dos recursos materiais e finan-ceiros que assegurem o funcionamento do Instituto;

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    d) Submeter os estatutos do IPMaia a apreciao e re-gisto, e a outras obrigaes legalmente exigidas, bem como as suas alteraes, pelo ministrio da tutela;

    e) Proceder criao, transformao, fuso, ciso e extino de escolas e de unidades de investigao ou de outra natureza, mediante proposta do presidente do Insti-tuto, ouvido o conselho tcnico -cientfico;

    f) Aprovar o plano anual de atividades, o oramento e o relatrio anual do Instituto, elaborados pelo conselho de gesto;

    g) Submeter aprovao da assembleia geral a reviso do oramento do Instituto, quando estiver em causa o equilbrio financeiro da instituio e sempre que o seu desenvolvimento estratgico o justifique;

    h) Certificar as suas contas atravs de um revisor oficial de contas;

    i) Designar e destituir o presidente do Instituto e os titulares do conselho de gesto;

    j) Nomear e destituir, sob proposta do presidente do Instituto, os diretores das escolas, das unidades de inves-tigao ou de outra natureza, os coordenadores de curso, o diretor da biblioteca, o provedor do estudante e o secretrio dos conselhos geral e de gesto;

    k) Contratar e demitir os docentes e investigadores, sob proposta do presidente do Instituto, ouvido o conselho tcnico -cientfico;

    l) Contratar e demitir o pessoal no docente;m) Convidar as personalidades externas com assento

    no conselho geral;n) Requerer superiormente a acreditao e o registo de

    ciclos de estudos, depois de emitidos pareceres do pre-sidente do Instituto e dos conselhos tcnico -cientfico e pedaggico;

    o) Fixar o montante das propinas e demais encargos devidos pelos estudantes pela frequncia do estabeleci-mento de ensino, ouvido o conselho de gesto, devendo ser conhecidas e adequadamente publicitadas;

    p) Manter, em condies de autenticidade e segurana, os registos acadmicos de que constem, designadamente, os estudantes candidatos inscrio no estabelecimento de ensino, os estudantes nele admitidos, as inscries realiza-das, o resultado final obtido em cada unidade curricular, as creditaes e reconhecimento de habilitaes atribudas e os graus e diplomas conferidos e a respetiva classificao ou qualificao final.

    3 As competncias da entidade instituidora devem ser exercidas sem prejuzo da autonomia pedaggica, cientfica e cultural do IPMaia.

    Artigo 3.Patrimnio e administrao

    1 O IPMaia no possui patrimnio prprio, pelo que todos os bens e receitas que advm da sua atividade so propriedade da entidade instituidora.

    2 A entidade instituidora exerce a gesto adminis-trativa, econmica, financeira, patrimonial e disciplinar, devendo assegurar os meios necessrios para a realizao dos seus fins.

    3 A entidade instituidora pode, ouvidos o presidente do Instituto e o conselho tcnico -cientfico, determinar a criao de escolas e de outras unidades orgnicas fora da sua sede, as quais se submetem ao disposto na lei e ao regime geral da organizao e funcionamento estabelecido nos presentes estatutos.

    Artigo 4.Autonomia

    1 A autonomia do IPMaia tem por limite as normas imperativas e os princpios bsicos do sistema educativo portugus.

    2 Todas as decises de natureza administrativa, eco-nmica e financeira, que no se enquadrem no oramento do IPMaia, carecem de autorizao da direo da entidade instituidora.

    3 O IPMaia exerce a sua autonomia no respeito pelos princpios da legalidade, da no discriminao e demais garantias constitucionais:

    a) No mbito da sua autonomia pedaggica, cient-fica e cultural, goza da capacidade de livremente definir, programar e executar as aes de investigao e demais atividades culturais, cientficas e tecnolgicas, compatveis com a natureza e os fins da instituio;

    b) No domnio pedaggico, tem a faculdade de elaborar planos de estudo e programas das unidades curriculares, definir mtodos e tcnicas de ensino, criar situaes de aprendizagem, escolher processos de avaliao de conhe-cimentos e ensaiar novas experincias pedaggicas;

    c) Nos campos administrativo, econmico e financeiro, gere as verbas que lhe forem atribudas pela direo da entidade instituidora, dentro do oramento, carecendo a sua execuo de parecer positivo desta direo, de acordo com o plano financeiro aprovado;

    d) No que se refere ao recrutamento de docentes, pro-cede respetiva seleo, segundo critrios previamente definidos;

    e) Quanto ao acesso dos estudantes, possui a liberdade de fixar as normas do respetivo regime, sem prejuzo do previsto na lei geral.

    Artigo 5.Princpios

    1 O IPMaia, nas suas linhas orientadoras de conce-o, ao, estratgias e desenvolvimentos metodolgicos, rege -se pelos seguintes princpios:

    a) Liberdade de ensinar, aprender e investigar;b) Respeito pelos direitos, liberdades fundamentais e

    participao democrtica na vida acadmica;c) Dignidade do ensino, em interligao com a inves-

    tigao aplicada;d) Respeito pelos princpios da identidade nacional e

    da educao para a cidadania;e) Assuno da educao e da cultura como valores de-

    terminantes para adaptao s mudanas que condicionam a vida humana;

    f) Atitude de cooperao e solidariedade acadmicas;g) Reconhecimento e valorizao do mrito cientfico,

    tcnico, cultural e profissional, especialmente ao servio do Instituto.

    2 Os princpios enunciados, no ponto anterior, con-correm para a definio do projeto pedaggico, cientfico e cultural do IPMaia.

    Artigo 6.Misso e objetivos

    1 O IPMaia tem por misso formar diplomados nos diversos ramos do saber cientfico, tcnico e cultural, aptos

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    para a insero qualificada e com sucesso nos diversos se-tores profissionais, com participao no desenvolvimento da sociedade portuguesa, prestando servios especializados comunidade.

    2 Para cumprir a sua misso, enunciada no ponto anterior, o IPMaia prope -se:

    a) Criar, transmitir e difundir a cultura e o saber de natureza profissional, atravs da articulao do estudo, do ensino, da investigao orientada e do desenvolvimento experimental, tendo em vista um quadro de referncia internacional;

    b) Incentivar a formao intelectual e profissional dos seus estudantes, ministrando -lhes conhecimentos cient-ficos de ndole terica e prtica e as suas aplicaes com vista ao exerccio de atividades profissionais e garantindo--lhes o acesso aprendizagem ao longo da vida;

    c) Promover o relacionamento com as empresas e com a comunidade, transferindo conhecimentos e valorizando economicamente o conhecimento cientfico e tecnol-gico;

    d) Estabelecer acordos de associao ou cooperao com outras instituies, pblicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, para a prossecuo de projetos comuns, promoo da mobilidade dos estudantes, desenvolvimento de programas de graus conjuntos e para a partilha de re-cursos e equipamentos.

    Artigo 7.Projeto cientfico, pedaggico e cultural

    1 O projeto cientfico, pedaggico e cultural do IP-Maia consubstancia -se na promoo do conhecimento cientfico e tecnolgico nas diferentes reas do saber, no-meadamente: Educao; Artes e humanidades; Cincias sociais, comrcio e direito; Cincias, matemtica e infor-mtica; Engenharia, indstrias transformadoras e constru-o; Sade e proteo social; e Servios.

    2 O projeto cientfico, pedaggico e cultural do IP-Maia contempla, entre outras, as seguintes vertentes:

    a) Manuteno e desenvolvimento de um ambiente educativo e relacional apropriado sua misso e objetivos;

    b) Prestao de ensino de qualidade e apoio per-manente investigao cientfica, enquadrados numa dinmica interdisciplinar, flexvel e de atualizao e inovao;

    c) Produo e difuso de conhecimento cientfico, tecno-lgico e cultural e sua valorizao econmica, com sentido social, quer por iniciativa prpria quer em parceria;

    d) Realizao de eventos diversos e de aes de for-mao, no mbito dos cursos, visando o reforo da sua qualidade e da eficcia do ensino/aprendizagem para a insero na vida ativa dos seus diplomados;

    e) Prestao de servios comunidade, em conformi-dade com a vocao politcnica e a capacidade da insti-tuio.

    3 O IPMaia pode promover acordos de cooperao e o intercmbio com instituies congneres de ensino universitrio ou politcnico, nacionais e estrangeiras p-blicas ou privadas, ou com outras entidades, nas verten-tes cientfica, tcnica e cultural, nomeadamente com as comunidades dos pases de lngua portuguesa e da Unio Europeia.

    Artigo 8.Garantia interna da qualidade institucional

    1 O IPMaia, atravs do seu presidente, promove e aplica instrumentos de autoavaliao destinados a asse-gurar a qualidade da sua atividade cientfico -pedaggica.

    2 Os resultados das avaliaes internas e externas devem refletir -se, necessariamente, na implementao de medidas de melhoria da qualidade.

    Artigo 9.Graus e diplomas

    O IPMaia, nos termos da lei, tem em vista:a) A realizao de ciclos de estudos conducentes

    atribuio dos graus acadmicos de licenciado e mestre, de certificados e diplomas, conforme previsto no RJIES, acreditados e registados pelas entidades legalmente com-petentes;

    b) A realizao de cursos de ensino ps -secundrio no superior, bem como criar e regulamentar ciclos de estudos superiores no conferentes de grau acadmico, visando a formao profissional especializada, cursos de formao ps -graduada e outros, nos termos da lei;

    c) A concesso de equivalncias, alm da creditao de competncias acadmicas, experincia profissional e outra formao, adquiridas nos termos da lei;

    d) A atribuio de certificados no conferentes de grau acadmico, bem como de ttulos honorficos.

    Artigo 10.Smbolos e insgnias

    1 O IPMaia tem selo, timbre, sinete e bandeira, bem como outros smbolos prprios definidos e protegidos por lei.

    2 A divisa do IPMaia arte et labore (pela arte e pelo trabalho).

    CAPTULO II

    Estrutura orgnica

    SECO I

    Estrutura organizacional

    Artigo 11.Organizao

    1 Para o desenvolvimento da misso e objetivos ins-titucionais, o IPMaia possui unidades orgnicas de ensino e de investigao, integrando:

    a) Unidades orgnicas de ensino, designadas por Es-colas Superiores, que constam do anexo aos presentes estatutos;

    b) Uma unidade orgnica conducente ao desenvolvi-mento de atividades de investigao aplicada atravs de um Ncleo de Investigao (NI) envolvendo docentes e investigadores.

    2 A organizao e funcionamento das unidades or-gnicas e dos demais servios centrais constam de regu-lamentos prprios.

  • Dirio da Repblica, 1. srie N. 153 7 de agosto de 2015 5657

    3 Podem ser criadas ou integradas novas unidades orgnicas, assim como a modificao ou extino das exis-tentes, por iniciativa da entidade instituidora ou mediante proposta do presidente do Instituto, ouvido o conselho geral e de acordo com a legislao em vigor.

    Artigo 12.Organizao das unidades de ensino

    As unidades orgnicas de ensi...