6. AS CARTAS PAULINAS AUTENTICAS

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6. AS CARTAS PAULINAS AUTENTICAS. Francisco Niño Súa, Pbro. ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO CURSO DE ATUALIZAÇ Ã O PARA O CLERO ANO PAULINO 2008-2009. Primeira carta aos Tessalonicenses Primeira carta aos Coríntios Segunda carta aos Coríntios Gálatas Romanos Filipenses Filemon. - PowerPoint PPT Presentation

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  • 6. AS CARTAS PAULINAS AUTENTICASFrancisco Nio Sa, Pbro.ARQUIDIOCESE DE SO PAULOCURSO DE ATUALIZAO PARA O CLEROANO PAULINO 2008-2009

    Pablo, Francisco Nio Sa, Pbro.

  • Pablo, Francisco Nio Sa, Pbro.

  • CARTAS PAULINAS AUTNTICASPrimeira carta aos Tessalonicenses Primeira carta aos Corntios Segunda carta aos Corntios Glatas Romanos Filipenses Filemon

    Pablo, Francisco Nio Sa, Pbro.

  • GENERALIDADES DAS CARTAS Objetivo: consolidao das comunidades fundadas (?) por Paulo.Seu contedo revela os processos de Paulo. Gnero literrio: carta - epstola. Contexto:Tradio do judasmo helenista (midrash retrica). Destinatrios: usualmente pessoas simples, humildes, de origem judia e pagano-cristDiversidade temtica:DoutrinaMoralVida comunitria e fraternaApologia e polmicaVida comunitria e eclesialExortao advertnciaAgradecimento - reconciliao

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  • 1. I TS Data: 51 d.C.Lugar: Corinto, poucos meses depois da passagem de Paulo por Tessalnica Finalidade: renovar o dilogo do apstolo com a recm fundada comunidade. Destaca a responsabilidade testemunhal dos que crem. Destinatrios: cristos de origem humilde e procedncia mista (gentil e judia). Contexto: Tessalnica. Os temerosos de Deus so de novo os primeiros convertidos. Outra vez os judeus provocam dificuldades e os missionrios so acusados por alguns instigadores. Tm que pagar una fiana e fogem para Beria (1Tes 1,7). Paulo escrever aos tessalonicenses defendendo sua vocao e sua misso frente aos adversrios (At 17,1ss). Transfundo de literatura e filosofia moral popular da poca. Manifesta interesse por temas que preocupam a autores pagos.Problemas particulares: alguns pensam que 5, 1-11 uma adio.

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  • como uma vista epistolar. Comea com um cumprimentos ampliada (Pablo, Silvano e Timteo Igreja dos tessalonicenses) e termina com uma saudao de despedida (1 Ts 5, 26), concluda com bnos (5, 23s.28).Ao ttulo de cabeceira segue uma certa captao de benevolncia, que toma a forma de ao de graas a Deus pelos progressos que fez aquela comunidade (v.3ss). No corpo da carta, e como prprio de um texto pastoral, existem sees narrativas, doutrinais e exortativas. Precisamente, porque narrao, instruo e exortao em geral, encontra-se nesta ordem prpria do discurso greco-latino: exordio, narratio, argumentatio, peroratio:Ao de graas: 1 Tes 1,2 y 2, 13.Descrio (2, 1-12), sobre o estado da comunidade. Final do fragmento (3, 11-13)Ensinamento doutrinal: os distintos anncios da vinda do Senhor (4,13-5,11; 4,9-12).Exortao na ltima seo (5, 12-22) y (4, 1-8). Concluso (5,23-28).

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  • ESTRUTURA Encabeamento / Frmula introdutria (1,1)Ao de graas 1, 2-5 1, 2-10Corpo da carta:2,1 3,13 ( 1,6 3,13): Indicativo paulino2, 1-12: A atuao de Paulo2, 13-16: Sofrimento dos tessalonicenses2, 17-20: Captatio benevolentia 3,1 - 3, 10: Antecedentes da carta3, 11-13: Desejo de amor e santidade.4, 1- 5, 22: Imperativo paulinoPrimeira exortao (4, 1-8) Deus quer santidade.Primeira instruo (4, 9-12) Sobre o amor fraterno.Segunda instruo (4, 13-18) Sobre os defuntos.Terceira instruo (5, 1-10) Sobre o dia a hora da vinda do SenhorSegunda exortao (5, 12-22)Viso rpida da marcha da Igreja.Segundo final epistolar (5, 23-28) Todo seu ser tem que preparar-se para a vinda do Senhor.

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  • MEGA TEMASPerseguio: Paulo e os novos cristos em Tessalnica experimentaram perseguies por causa de sua f em Cristo. O mesmo passa com todo aquele que cr. Mas, necessrio permanecer firmes, sustentados pelo Esprito. Graas a Ele pode-se manter o carter moral em meio das provas.O ministrio de Paulo: Inclusive em meio das calunias Paulo se manifesta sensvel, preocupado, generoso.Esperana: A esperana crist vai alm da morte. Clarificar as prprias compreenses escatolgicas.Estar preparados: Uma das maiores insistncias de Jesus reiterada por Paulo: Nossa vida moral deve caracterizar-se pela santidade. Nunca descuidar as responsabilidades dirias. O evangelho no s o que cremos, mas tambm o que devemos viver.O ministro (2, 3-12): fala a verdade e tem motivaes puras (v. 3); est atento ao que agrada a Deus, no aos homens (v. 4); no adula nem cobia (v. 5); no busca a glria humana (v. 6); amvel como uma me com seus filhos (v. 7); ama aos crentes at dar a vida (v. 8); trabalha duro para no ser carga, para no fazer-se servir (v. 9); se comporta santa, justa e irrepreensivelmente (v. 10); trata a comunidade como um bom pai trata a seus filhos (v. 11); exorta, anima, exige caminhar para a santidade (v. 12)

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  • PAULO NA IGREJA DE CORINTO

    Misso: plantar a semente do Evangelho e colocar as bases, para edificar: A Igreja de Deus que est em Corinto (1,9).Permanece um ano e meio aqui. Os tementes de Deus so seu apoio frente aos problemas com os judeus, que o acusam ante Galio de inimigo do Estado. Provoca-se um tumulto em que Paulo e sua comunidade saem livres. Depois disto, com quila e Priscila vai a feso, para depois continuar s em Palestina e Antioquia e voltar novamente a feso. Pelas Cartas que Paulo dirige a feso, se conhece a comunidade de Corinto que ele fundou.

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  • 2. I CORData: at 54-56 d.CLugar: feso.Finalidade: construir a comunidade; grande diversidade de temas.Corinto era uma cidade moderna e florescente, centro de comrcio e comunicaes por sua situao geogrfica.Paulo faz tendas junto com quila e se hospeda em sua casa.Uma primeira carta foi perdida (cf. 5, 9)Integridade: no existe interpolaes importantes ainda que se discuta o cap. 13 e 14, 34-35 (mulheres, ver nota BJ)Unidade: No se discute, mas se pensa que a epstola foi composta por etapas e que em meio ao processo, chegou a Paulo nova informao desde Corinto.

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  • ESTRUTURA Saudao frmula introdutria. (1,1-3)Ao de graas (1, 4-9)Corpo da carta: 1, 10-16,8Seo I: diviso e faces na comunidade (1,10-4,21)Seo II: Problemas de conduta, o que Paulo escutou e o que lhe perguntam; incesto, pleitos, comportamento sexual (5,1-6,20)Seo III: matrimnio e vida de solteiro. (7,1-40)Seo IV: os cristos e a carne de sacrifcios ante os judeus. (8,1-11,1)Seo V: participao na assemblia crist. (11,2-14,40)Seo VI: A ressurreio dos mortos. (15,1-58). Despedida (16,1-18)Frmula conclusiva (16,19-24)

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  • MEGA TEMAS Lealdade: As lealdades humanas conduzem ao orgulho intelectual e criam esprito de divisoImoralidade: o ambiente hedonista pode conduzir a condutas equivocadas que so facilmente justificveis. O legal nem sempre moral.Liberdade: Existem aes e condutas no expressamente proibidas na Escritura. A liberdade crist deve alimentar-se da sensibilidade frente aos outros.Culto: desordem e confuso em relao com os papeis e as prticas. O critrio bsico o que constri a comunidade.Ressurreio: alguns negam a ressurreio ou entendem-na equivocadamente (reencarnao).O significado de a cruz de Cristo, (1,17ss) no d espao ao falso orgulho ou atitude de sabe tudo.Dons e carismas. O amor, maior don.O futuro escatolgico.

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  • 3. II COR

    Data: at 54-57 d.C.Lugar: feso, Macednia Destinatrios: a Igreja de Acaia.Unidade: Pode ser combinao de vrias cartas (de duas a cinco).Integridade: alguns pensam que 6, 14-7,1 (sobre os infiis) uma interpolao no paulina.

    Pablo, Francisco Nio Sa, Pbro.

  • ESTRUTURASaudao frmula introdutria. (1,1-2)Ao de graas (1,3-11)Corpo da carta: 1, 12-13,10Seo I: Relaes de Paulo com os cristos de CorintoParte I: A visita posposta e a carta das lgrimas (1,12-2,13)Parte II: Ministrio de Paulo (2,14-7,16)Seo II: Coleta para a Igreja de Jerusalm (8,1-9,15)Seo III: Paulo responde s dvidas sobre sua autoridade apostlica (10,1-13,10).Frmula conclusiva: saudaes, bnos (13,11-13)

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  • MEGA TEMAS Provas: Paulo experimentou grande sofrimento, perseguies e oposies em seu ministrio; lutou tambm contra sua debilidade pessoal. Apesar de tudo afirmou a fidelidade de Deus.A Disciplina na Igreja: Paulo defendeu o carter da disciplina eclesial. No se pode ignorar nem a imoralidade nem os falsos ensinamentos. Nem negligncia, nem legalismo. Aos problemas, devem-se enfrentar, no ignorar. O propsito da disciplina a correo, no a vingana e o critrio o amor.Esperana: Enfrentar as dificuldades sem desnimo. Constncia.Solidariedade: Compromisso inclusive econmico por parte de todos os crentes, incluindo os ministros. Ortodoxia. Os falsos mestres destroem a Igreja. A autoridade no para deixar que cada um faa o que quer.Saber repreender: ser firme; defender o que bom; ser cuidadoso e honesto; reconhecer os atos; fazer acompanhamento depois do confronto; ser amvel e firme; ser reflexo da mensagem de Cristo, no das prprias idias; recorrer a castigos e penas somente quando foram esgotadas todas as possibilidades.

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  • FUND-RAISING NA IGREJASaber pedir para poder dar (2Cor 8, 4-22)Informar-se das necessidades (v. 4)Entusiasmo (7-8.11)Ser claro no propsito (4)Persistncia (2ss)Prontido e vontade na resposta (9,7)Honestidade e diafaneidade (21)Dedicao (5)Levar e dar contas (9,3)Liderana (7)Dinamizadores de processos (18-22)

    Pablo, Francisco Nio Sa, Pbro.

  • ESTRUTURA Saudao e ao de graa em forma de bno (1,1-14,) I. Paulo e os Corntios, alegrias e tristezas (1,15-2,13) II. O ministrio da Nova Aliana (2,14-4,6)III. A novidade de Jesus (4,7-6,10)IV. Concluso da primeira parte (6,11-7,16) V. Coleta (8,1-9,15) VI. Paulo Apstolo (10,1-13,10) Concluso final (13,11-13).

    Pablo, Francisco Nio Sa, Pbro.

  • 4. GLData: at 55-57 d.C.Lugar: feso.Destinatrios: Igrejas em torno a Ancira (atual Ankara) ou as evangelizadas na p