A COOPERATIVA DE CREDITO MUTUO DOS ... 100,00% Acima de 180 NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

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  • NOTAS EXPLICATIVAS DAS DEMONSTRAES CONTBEIS 30.06.2014 SICOOB COOPMAIALUIZA

    C C M DOS EMPREGADOS DO MAGAZINE LUIZA, EMPRESAS CONTROLADAS E COLIGADAS Rua 13 de Maio, 127 - Centro - Joo Pessoa/PB CEP: 58.013-070.

    FONE: (83) 3133-3786 E-mail: coopmaialuiza@magazineluiza.com.br

    1. Cooperativas de crdito e suas caractersticas

    A COOPERATIVA DE CREDITO MUTUO DOS EMPREGADOS DO MAGAZINE LUIZA, EMPRESAS CONTROLADAS E COLIGADAS - SICOOB COOPMAIALUIZA - CNPJ: 02.093.154/0001-09 uma instituio financeira no bancria privada, com personalidade jurdica prpria, sem fins lucrativos e no sujeitas falncia, cujo objetivo propiciar crdito e prestar servios aos seus associados. Foi constituda em 09 de abril de 1997 e autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil em 26 de agosto de 1997. A cooperativa visa educao financeira e cooperativista dos seus associados, atravs da ajuda mtua, da economia sistemtica e do uso adequado do crdito. Procurar ainda, por todos os meios, fomentar a expanso do cooperativismo de crdito mtuo. Reger-se- pelos princpios de neutralidade poltica e indiscriminao religiosa, racial e social disposto nas Leis n.. 5.764, de 16/12/1971, e 4.595, de 31/12/1964, nos atos normativos baixados pelo Conselho Monetrio Nacional e pelo Banco Central do Brasil e pelo respectivo Estatuto Social. E, para tanto, vedado cooperativa de crdito utilizar em sua denominao a palavra banco. 1.1 So elementos caractersticos da cooperativa de crdito: a) adeso voluntria; b) variabilidade do capital social, representado por quotas-partes; c) limitao do nmero de quotas partes do capital para cada associado; d) inacessibilidade das quotas-partes do capital a terceiros, estranhos sociedade; e) singularidade do voto; f) quorum para o funcionamento e deliberao da assemblia geral, baseado no nmero de associados e no no capital; g) retorno das sobras lquidas do exerccio, proporcionalmente s operaes realizadas pelo associado, salva deliberao em contrrio da assemblia geral; h) indivisibilidade dos fundos de Reserva e de Assistncia Tcnica, Educacional e Social; i) neutralidade poltica e indiscriminao religiosa, racial e social; j) prestao de assistncia aos associados e; l) rea de admisso de associados limitada s possibilidades de reunio, controle, operaes e prestao de servios (Lei 5.764, de 16/12/1971 e MNI-17-1-6).

    2. Apresentao das demonstraes financeiras

    As demonstraes financeiras da COOPERATIVA DE CREDITO MUTUO DOS EMPREGADOS DO MAGAZINE LUIZA, EMPRESAS CONTROLADAS E COLIGADAS - SICOOB COOPMAIALUIZA - CNPJ: 02.093.154/0001-09 foram elaboradas de acordo com a Lei das Sociedades Cooperativas (Lei 5.764/71), normas e instrues do Banco Central do Brasil BACEN (COSIF e demais normativos), normas do Conselho Federal de Contabilidade - CFC, que incluem prticas e estimativas contbeis, no que se refere constituio de proviso, aplicados com uniformidade em relao ao mesmo perodo do exerccio anterior. Para efeito de comparabilidade, foram apresentadas as demonstraes financeiras dos semestres encerrados em 30.06.2013 e em 30.06.2014, demonstradas em Reais (R$) e com centavos.

    3. Principais prticas contbeis

    3.1. Apurao de resultado As receitas e despesas so reconhecidas e apropriadas mensalmente, segundo o regime de competncia e observncia aos dispositivos regulamentares das normas do Banco Central do Brasil (COSIF Plano Contbil das Instituies do Sistema Financeiro Nacional). 3.2. Ativo Circulante e No Circulante

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    C C M DOS EMPREGADOS DO MAGAZINE LUIZA, EMPRESAS CONTROLADAS E COLIGADAS Rua 13 de Maio, 127 - Centro - Joo Pessoa/PB CEP: 58.013-070.

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    Ttulos e valores mobilirios Aplicao em Fundos de Instrumento no Banco Cooperativo do Brasil - Bancoob, cuja alocao dos recursos, conforme prospecto do fundo, efetuada em ttulos de emisso do Tesouro Nacional, do Banco Central do Brasil ou em ttulos e valores mobilirios de renda fixa cujos emissores estejam classificados na categoria de baixo risco de crdito ou equivalente. A remunerao dessas aplicaes equivalente taxa de juros dos Certificados de Depsito Interfinanceiro CDI ou da taxa SELIC mediante aplicao de seus recursos em cotas de fundos de investimento.

    Operaes de crdito, depsitos a prazo, depsitos sob aviso prvio e demais operaes ativas e passivas:

    As operaes com clusula de atualizao monetria ps-fixada esto registradas a valores presentes, calculadas pro rata die com base na variao dos respectivos indexadores pactuados. Aquelas com encargos financeiros pr-fixados esto registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar ou despesas a apropriar, observando a periodicidade da capitalizao contratual.

    Proviso para crditos de liquidao duvidosa:

    A proviso para crditos de liquidao duvidosa foi constituda e registrada com base na anlise dos riscos de realizao dos crditos, em montante considerado suficiente para cobertura de eventuais perdas, levando-se em considerao a conjuntura econmica e os riscos especficos e globais bem como as normas do Conselho Monetrio Nacional e Banco Central do Brasil. A Resoluo n 2.682 do BACEN, de 21/12/1999, alterou as regras para a constituio da proviso. A partir de 01/03/2003 as provises passaram a ser constitudas quando da concesso do crdito, em funo da anlise peridica da qualidade do associado/crdito, e no apenas quando da ocorrncia de inadimplncia, conforme regras que vigoraram at 29/02/2003.

    responsabilidade da COOPERATIVA DE CREDITO MUTUO DOS EMPREGADOS DO MAGAZINE LUIZA, EMPRESAS CONTROLADAS E COLIGADAS - SICOOB COOPMAIALUIZA - CNPJ: 02.093.154/0001-09 a classificao da operao no nvel de risco correspondente, que vem sendo efetuada com base em critrios consistentes e verificveis, amparada por informaes internas e externas, contemplando todos os aspectos determinados na referida resoluo.

    3.3. Classificao da carteira de emprstimos

    As operaes de crdito esto distribudas nos correspondentes nveis de risco, conforme previsto no Art. 1 da Resoluo 2.682 do BACEN, de 21/12/1999:

    NVEL DE RISCO % DE PROVISIONAMENTO RISCO POR ATRASO EM DIAS

    AA 0,00% A vencer

    A 0,50% De 0 a 15

    B 1,00% De 16 a 30

    C 3,00% De 31 a 60

    D 10,00% De 61 a 90

    E 30,00% De 91 a 120

    F 50,00% De 121 a 150

    G 70,00% De 151 a 180

    H 100,00% Acima de 180

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    3.4. Permanente

    Investimentos:

    Representados pelo custo de aquisio e deduzido, conforme o caso, das provises para perda;

    Imobilizado:

    demonstrado pelo custo de aquisio ou construo, e deduzido das depreciaes acumuladas. As depreciaes so calculadas pelo mtodo linear, sobre o valor corrigido, observando-se a vida til dos bens, em conformidade com a legislao tributria. Os valores mensais da depreciao so obtidos com base na mdia da UFIR e taxas em vigor: a) Instalaes, Mquinas e Equipamentos de Uso e Sistema de Comunicao....... 10% a.a; b) Mobilirios Aparelhos de Refrigerao e Sistema de Segurana.........................10% a.a; c) Sistema de Transporte e Sistema de Processamento de Dados......................... 20% a.a; d) Bens Imveis sujeitos a depreciao.................................................................. 4% a.a.

    Diferido:

    Demonstrado pelo custo incorrido e, deduzidos das amortizaes acumuladas, obedecendo ao prazo legal.

    Intangvel:

    Demonstrado pelo custo incorrido e, deduzidos das amortizaes acumuladas, obedecendo ao prazo legal.

    3.5. Passivo Circulante e No Circulante

    Provises operacionais:

    As provises de salrios, frias, 13 salrio so constitudas por competncia mensal, segundo o perodo de aquisio, bem como os respectivos encargos sociais - INSS, FGTS e PIS. Observando-se, ainda, o regime de competncia, so provisionadas tambm todas as outras despesas administrativas.

    Imposto de Renda e Contribuio Social:

    O imposto de renda e a contribuio social sobre o lucro lquido so calculados sobre o resultado apurado em operaes consideradas como atos no cooperativos. O resultado apurado em operaes realizadas com cooperados isento de tributao.

    4. Disponibilidades

    No h saldo neste grupo.

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    5. Relaes Interfinanceiras

    Inclui-se neste item o valor de R$ 187.698,60 (Cento e oitenta e sete mil, seiscentos e noventa e oito reais e sessenta centavos), depositados em conta corrente na Central das Cooperativas de Crdito do Nordeste SICOOB CENTRAL NE, que o aplica de forma centralizada com os recursos das demais cooperativas singulares a ela vinculadas, obtendo remunerao mais vantajosa, cuja receita , mensalmente, creditada s singulares proporcionalmente conforme critrios determinados em normas internas pelo Conselho de Administrao do SICOOB CENTRAL NE.

    6. Ttulos e Valores Mobilirios

    Ttulos De Renda Fixa Compem o saldo desse grupo:

    DESCRIO 30/06/2014 30/06/2013

    COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO 217.389,67 384.174,86

    TOTAL 217.389,67 384.174,86

    7. Operaes de Crdito

    So constitudas de emprstimos e financiamentos aos associados, estando class