A Valia Cao Passivo s Ambient a Is

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  • Passivos

    Ambientais

    Avaliao dePassivos Ambientais

    Roteiros Tcnicos

    Diviso de Meio-Ambiente

    Departamento de Engenharia e Meio-Ambiente

    Diretoria de Engenharia

    Centrais Eltricas Brasileiras S.A. - Eletrobrs

    Ministrio de Minas e Energia - MME

  • DDiivviissoo ddee MMeeiioo--AAmmbbiieennttee -- DDEEAAAA

    DDeeppaarrttaammeennttoo ddee EEnnggeennhhaarriiaa ee MMeeiioo AAmmbbiieennttee -- DDEEAA

    DDiirreettoorriiaa ddee EEnnggeennhhaarriiaa -- DDEE

    CCeennttrraaiiss EEllttrriiccaass BBrraassiilleeiirraass SS..AA.. -- EELLEETTRROOBBRRSS

    MMiinniissttrriioo ddee MMiinnaass ee EEnneerrggiiaa -- MMMMEE

    AVALIAO DE PASSIVOS AMBIENTAIS

    ROTEIROS TCNICOS

    Rio de Janeiro Julho de 2000

    i.exe

  • CENTRAIS ELTRICAS BRASILEIRAS S/A ELETROBRS

    Presidente: FIRMINO FERREIRA SAMPAIO NETO Diretoria de Engenharia: MARCO AURLIO PALHAS DE CARVALHO Departamento de Engenharia e Meio Ambiente: LUCIANO NOBRE VARELLA Diviso de Meio Ambiente: ROGRIO NEVES MUNDIM Elaborao: CONSRCIO IESA/PROMON/THEMAG/ENGEVIX Projeto Grfico e Edio em CD-Rom: ASSESSORIA DE COMUNICAO SOCIAL - PRC Normatizao: DIVISO DE BIBLIOTECA E ARQUIVO Edio: JORGE LUIS PIRES COELHO

    ELETROBRS. DEA. Avaliao de passivos ambientais: roteiros tcnicos / Centrais Eltricas Brasileiras S.A., DEA; coordenado por Fani Baratz. Rio de Janeiro : Eletrobrs, 2000. 130p. 1. Meio ambiente 2. Legislao Ambiental. I. Baratz, Fani, coord. II. Ttulo.

    Estudo realizado com recursos do contrato de emprstimo No. 1051/OC-BR Projeto de Interligao Eltrica Norte-Sul, celebrado entre a Centrais Eltricas Brasileiras Eletrobrs e o Banco Interamericano de Desenvolvimento BID. Executado pelo CONSRCIO IESA/PROMON/THEMAG/ENGEVIX como parte integrante de um conjunto de atividades de reforo da rea de meio ambiente da ELETROBRS. Departamento de Engenharia e Meio Ambiente Av. Pres. Vargas, 409 - 21 andar CEP 20071-003 Rio de Janeiro

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    APRESENTAO O presente estudo foi realizado com recursos do contrato de emprstimo No. 1051/OC-BR Projeto de Interligao Eltrica Norte-Sul, celebrado entre a Centrais Eltricas Brasileiras Eletrobrs e o Banco Interamericano de Desenvolvimento BID. Foi executado pelo Consrcio IESA/PROMON/THEMAG/ ENGEVIX ao amparo do Contrato n ECE-1042/98, firmado em 04 de novembro de 1998 entre esse Consrcio e as Centrais Eltricas Brasileiras S.A. ELETROBRS, como parte integrante de um conjunto de atividades de reforo da rea de meio ambiente da ELETROBRS. A ELETROBRS ressalva que a efetiva adoo dos critrios e procedimentos para avaliao de passivos ambientais de empreendimentos do Setor Eltrico, contidos nesse Relatrio, estar sujeita apreciao e, caso seja pertinente, ajustes por parte da equipe interna da ELETROBRS ou de outros usurios interessados.

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    DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS EQUIPE TCNICA

    Coordenao Geral: Edval de Oliveira Novaes Coordenao Adjunta: Sara Lia Werdesheim Coordenao ELETROBRS: Fani Baratz Equipe: Hubmaier Lucas Bernardes de Andrade Ricardo Silva Arajo Silveira Stella Maris Gomes de Almeida Alberto Henrique Veiga Nunes Eduardo Lopes de Freitas Fernando Ozrio Rosa Acompanhamento: Cassandra G. Molisani Jussara Lopes da Silva Maria Luiza L. S. Milazzo

    Solange Nogueira Puente Santos Anibal Rodrigues Ribeiro Silva Israel Bernardo Nissenbaum Idel Cvi Frydman Jos Ernesto de S. Vietes Luiz Carlos Arigony Marcelo Appel da Silva

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    CONTEDO 1. INTRODUO ......................................................................................................... 1 2. OBJETIVO ............................................................................................................... 1 3. APLICABILIDADE ................................................................................................... 2 4. CRITRIOS .............................................................................................................. 3 5. METODOLOGIA ...................................................................................................... 5 5.1. Histrico .................................................................................................................. 5 5.2. Metodologia ............................................................................................................ 5 5.3. Limitaes da Metodologia ................................................................................... 8 6. PROTOCOLOS E PROCEDIMENTOS ................................................................... 9 6.1. Confidencialidade .................................................................................................. 9 6.2. Seleo da Equipe ................................................................................................. 9 6.2.1 Tamanho da equipe .................................................................................... 9 6.2.2 Experincia da equipe ................................................................................ 10 6.3. Procedimentos de Pr-avaliao .......................................................................... 10 6.3.1 Informaes pblicas ................................................................................. 10 6.3.2 Informaes fornecidas pelo proprietrio/operador ............................... 11 6.3.3 Informaes gerais sobre cada unidade avaliada .................................. 11 6.4. Procedimentos de Avaliao ................................................................................ 12 6.4.1 Identificao dos passivos ....................................................................... 12 6.4.2 Agenda a ser seguida ................................................................................ 14 6.4.3 Protocolos .................................................................................................. 14 6.4.4 Entrevistas .................................................................................................. 14 6.4.5 Visita ao local ............................................................................................. 15 6.5. Procedimentos de Ps-avaliao ........................................................................ 16 6.5.1 Compilao das informaes coletadas ................................................. 16 6.5.2 Anlise dos dados ..................................................................................... 16 6.5.3 Classificao e Valorao dos passivos em forma de range ............... 16 6.5.4 Relatrio Resultados e Concluses ..................................................... 16 7. BIBLIOGRAFIA ...................................................................................................... 17 ANEXO 1 - Glossrio .................................................................................................... 19 ANEXO 2 - Planilhas Causa x Efeito x Controle ......................................................... 23 ANEXO 3 - Listas de Verificao .................................................................................. 47 ANEXO 4 - Normas Tcnicas Brasileiras de Interesse Normas Emitidas pela

    Associao Brasileiras de Normas Tcnicas ABNT ............................. 109

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    1. INTRODUO A determinao econmica dos passivos ambientais , por si s, de grande valia na gesto das organizaes, contribuindo para a hierarquizao mais racional das aes a serem desenvolvidas nas diversas reas, auxiliando assim na alocao dos recursos, sempre limitados, de que dispem as empresas para os programas nos quais eles sejam mais necessrios. A utilizao dessa ferramenta ganha importncia quando as organizaes realizam operaes de associao, fuso, compra ou venda de ativos, seguro, transaes imobilirias e abertura ou aumento de capital, entre diversas outras, nas quais o valor de mercado do prprio objeto das operaes fortemente impactado pelo passivo ambiental ou, mais intensamente ainda, pelas expectativas exacerbadas em torno do mesmo passivo. Quem compra se torna titular do ativo e do passivo, a mxima exaustivamente repetida. O conceito de passivo, mesmo na rea contbil, implica em procedimentos muito seguros de verificao, tanto para que os clculos vinculados a esse conceito sejam capazes de levantar o exigvel completamente e sem dupla contagem, como para evitar que o que no exigvel seja contabilizado juntamente com o efetivo passivo. A transposio desse conceito contbil para a rea ambiental muito sensvel. Primeiro, por envolver conceitos culturais. Segundo, porque os recursos naturais so chamados recursos em virtude de serem compreendidos como coisa que tem valor, com o agravante de estarem submetidos a usos freqentemente conflitantes, ou seja, um usurio normalmente diminui a abundncia ou deprecia o valor do recurso deixado disponvel para outros usurios. Em decorrncia das constataes acima, nem sempre possvel determinar, com preciso e aceitao universais, quais seriam as metas de controle de emisses de uma fonte ou ainda de uma remediao ambiental. Todo o trabalho focalizar o Setor Eltrico, envolvendo desde a legislao especfica at o conhecimento dos processos tpicos dessa indstria, com seus respectivos aspectos e impactos ambientais. Sero consideradas todas as intervenes e atividades relativas ao Setor, compreendendo as etapas de Planejamento, Construo e Operao dos empreendimentos. Este trabalho possui carter inovador, sendo parte inicial de um processo de estabelecimento de mtodo de valorao de passivos ambientais para o Setor Eltrico, fornecendo subsdios iniciais para consolidao futura de uma metodologia especfica. 2. OBJETIVO A Avaliao de Passivos Ambientais um instrumento que visa principalmente fo