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Administração Pública Direta e Indireta

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Administração Pública Direta e Indireta. Aula 09. Prof. José Cláudio Carneiro Filho. e-mail: [email protected] A DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA. Administração Direta (Centralizada). &. Administração Indireta (Descentralizada). Entidades Distintas. - PowerPoint PPT Presentation

Text of Administração Pública Direta e Indireta

Apresentação do PowerPointDefinição Legal de Entidade
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Autarquias (Decreto-Lei n° 200-67, art. 4°, II, a);
Empresas Públicas (Decreto-Lei n° 200-67, art. 4°, II, b);
Sociedades de Economia Mista (Decreto-Lei n° 200-67, art. 4°, II, c);
Fundações públicas (Decreto-Lei n° 200-67, art. 4°, II, d);
Consórcios Públicos – Associações Públicas­* (Lei nº 11.107/05, art. 6°, §1°)
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Administração Indireta, em um sentido subjetivo (art. 4º do Decreto-Lei nº 200/67), seria o conjunto de pessoas jurídicas, de direito público ou privado, criadas ou autorizadas por lei, para o desempenho de atividades assumidas pelo Estado, como serviços públicos ou a título de intervenção no domínio econômico. (MARIA SYLVIA)
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Pessoa jurídica de direito público ou de direito privado?
Autarquias:
Criação e extinção com origem em lei específica
Personalidade jurídica própria
Capacidade de auto-administração
Sujeição à tutela (controle) por parte da Administração Direta
Sujeição aos princípios constitucionais expressos e normas do artigo 37 da CF
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Etimologia
Conceitos
 
 
 
São pessoas jurídicas de direito público interno: (...) IV – as autarquias, inclusive as associações públicas
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Conceitos
 
Definição doutrinária (MARÇAL JUSTEN):
 
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
 
Lei nº 4.595, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1964
Art. 8º A atual Superintendência da Moeda e do Crédito é transformada em autarquia federal, tendo sede e foro na Capital da República, sob a denominação de Banco Central da República do Brasil, com personalidade jurídica e patrimônio próprios este constituído dos bens, direitos e valores que lhe são transferidos na forma desta Lei e ainda da apropriação dos juros e rendas resultantes, na data da vigência desta lei, do disposto no art. 9º do Decreto-Lei número 8495, de 28/12/1945, dispositivo que ora é expressamente revogado.
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Lei nº 11.182, DE 27 DE SETEMBRO DE 2005.
Fica criada a Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC, entidade integrante da Administração Pública Federal indireta, submetida a regime autárquico especial, vinculada ao Ministério da Defesa, com prazo de duração indeterminado.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
 
Lei de iniciativa privativa de quem? Art. 61, § 1º, e, da CF.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
A respeito da iniciativa de lei para criação de autarquia,
deve-se ponderar a respeito das autarquias do Legislativo e do Judiciário.
Exemplos:
Instituto de Previdência da Assembléia Legislação do Estado do Rio de Janeiro - IPALERJ, criado pela Lei Estadual nº 6099,  de 12 de julho de 1968.
Instituto Pedro Ribeiro de Administração Judiciária, instituído pela Lei nº 4.384, de 06 de dezembro de 1984, alterada pela Lei nº 7.031, de 06 de fevereiro de 1997, é uma Autarquia com personalidade jurídica de direito público, autonomia administrativa e financeira, patrimônio próprio, sede e foro em Salvador e atuação em todo o território do Estado da Bahia. O IPRAJ é uma entidade da administração indireta do Poder Judiciário, integrante dos Serviços Auxiliares do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia e vinculada à Presidência deste.
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Exemplo: Extinção do DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem), no início do milênio, com a Lei nº 10.233 de 2001 (que criou o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes – DNIT, a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ): 
Art. 102-A - Instaladas a ANTT, a ANTAQ e o DNIT, ficam extintos a Comissão Federal de Transportes Ferroviários-COFER e o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem- DNER e dissolvida a Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes-GEIPOT.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Notícia de agosto de 2009:
 
“O Instituto Pedro Ribeiro de Administração Judiciária (Ipraj), que administra o Tribunal de Justiça da Bahia há 25 anos, deverá ser extinto por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo despacho assinado pelo do corregedor, Gilson Dipp, e pelo presidente do conselho, Gilmar Mendes, o instituto não poderia existir, pois os próprios tribunais têm a obrigação de cuidar da gestão interna, como determina a Constituição Federal. Como se não bastasse essa irregularidade, foram constatados desvios de R$ 30 milhões do instituto”. (fonte: jornal O GLOBO)
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Criação mediante Lei
Personalidade jurídica própria e de direito público
Direitos e obrigações definidos em lei
Patrimônio próprio, inalienável, impenhorável
Autonomia* administrativa e financeira
celebrar contratos e termos de colaboração
com particulares voltados à prestação desses serviços.
Não possui capacidade política
Receitas próprias e/ou orçamentárias
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
 
 
Municipais (exemplos: IPMC (Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba), IPPUC (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba), IMAP (Instituto Municipal de Administração Pública))
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Decreto-lei 200/67
 
Art. 4º, Parágrafo único - As entidades compreendidas na Administração Indireta vinculam-se ao Ministério em cuja área de competência estiver enquadrada sua principal atividade.
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Decreto-lei 200/67
 
Art. 26. No que se refere à Administração Indireta, a supervisão ministerial visará a assegurar, essencialmente:
I - A realização dos objetivos fixados nos atos de constituição da entidade.
II - A harmonia com a política e a programação do Governo no setor de atuação da entidade.
III - A eficiência administrativa.
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Decreto-lei 200/67
Art. 26 (...)
Parágrafo único. A supervisão exercer-se-á mediante adoção das seguintes medidas, além de outras estabelecidas em regulamento:
a) indicação ou nomeação pelo Ministro ou, se for o caso, eleição dos dirigentes da entidade, conforme sua natureza jurídica;
b) designação, pelo Ministro dos representantes do Governo Federal nas Assembléias Gerais e órgãos de administração ou controle da entidade;
c) recebimento sistemático de relatórios, boletins, balancetes, balanços e informações que permitam ao Ministro acompanhar as atividades da entidade e a execução do orçamento-programa e da programação financeira aprovados pelo Governo;
d) aprovação anual da proposta de orçamento-programa e da programação financeira da entidade, no caso de autarquia;
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Decreto-lei 200/67
Art. 26 (...)
e) aprovação de contas, relatórios e balanços, diretamente ou através dos representantes ministeriais nas Assembléias e órgãos de administração ou controle;
f) fixação, em níveis compatíveis com os critérios de operação econômica, das despesas de pessoal e de administração;
g) fixação de critérios para gastos de publicidade, divulgação e relações públicas;
h) realização de auditoria e avaliação periódica de rendimento e produtividade;
i) intervenção, por motivo de interesse público.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
“Entre nós, o controle das autarquias se realiza na tríplice linha política, administrativa e financeira, mas todos eles adstritos aos termos da lei que os estabelecesse. O controle político, normalmente se faz pela nomeação de seus dirigentes pelo Executivo; o controle administrativo se exerce através da supervisão ministerial (Decreto-Lei 200/67, art. 26) ou de órgão equivalente no âmbito estadual e municipal, bem como por meio de recursos administrativos internos e externos, na forma regulamentar; o controle financeiro se opera nos moldes da Administração Direta, inclusive prestação de contas ao Tribunal competente” (HELY LOPES).
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
TUTELA PODE SER
TUTELA EXTRAORDINÁRIA
 
Exemplos: Atos de intervenção e de destituição de dirigentes autárquicos.
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TUTELA ORDINÁRIA PODE SER
 
“É repressiva sempre que exercida após a prática do ato autárquico, cuja produção de efeitos ou eficácia independe do prévio pronunciamento da Administração Pública. (...) A tutela repressiva, pois, pode ser de legalidade e de mérito. Expressa-se pela revogação, modificação ou invalidação” (GASPARINI).
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Art. 37, § 6º, da CF - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
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Órgãos públicos – Desconcentração
 
 
Constituído, inicialmente, pela transferência de bens e de direitos da Administração Pública criadora.
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A autarquia é imune com relação aos impostos sobre seu patrimônio, renda e serviços (art. 150, § 2º, CF, com a ressalva do § 3º);
Suas dívidas estão sujeitas à prescrição qüinqüenal (Decreto-Lei nº 4.597/42);
Tem prazo em dobro para recorrer e em quádruplo para contestar (art. 188, CPC e Decreto-Lei nº 7.659/45);
E os seus atos gozam da presunção de veracidade e legalidade.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
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ADIn 3.026 (“A OAB não é uma entidade da Administração Indireta da União. A Ordem é um serviço público independente, categoria ímpar no elenco das personalidades jurídicas existentes no direito brasileiro. (...) a OAB não está sujeita a controle da Administração, nem a qualquer das suas partes está vinculada. (...) A Ordem dos Advogados do Brasil, cujas características são autonomia e independência, não pode ser tida como congênere dos demais órgãos de fiscalização profissional. A OAB não está voltada exclusivamente a finalidades corporativas. Possui finalidade institucional”.
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Lei nº 9.649/98 - Art. 51 - O Poder Executivo poderá qualificar como Agência Executiva a autarquia ou fundação que tenha cumprido os seguintes requisitos:
I - ter um plano estratégico de reestruturação e de desenvolvimento institucional em andamento;
II - ter celebrado Contrato de Gestão com o respectivo Ministério superior.
§ 1º - A qualificação como Agência Executiva será feita em ato do Presidente da República.
§ 2º - O Poder Executivo editará medidas de organização administrativa específicas para as Agências Executivas, visando assegurar a sua autonomia de gestão, bem como a disponibilidade de recursos orçamentários e financeiros para o cumprimento dos objetivos e metas definidos nos Contratos de Gestão.
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Art. 24.  É dispensável a licitação:
(...)
 
R$30mil (obras e serviços de engenharia) e R$16mil (os demais).
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Agências previstas na CF: art. 21, XI, e 177, § 2º, III
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Pretensão legislativa pelo regime celetista:
 
 
Art. 1o As Agências Reguladoras terão suas relações de trabalho regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e legislação trabalhista correlata, em regime de emprego público. 
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Mas prevaleceu o Regime de Servidor Estatutário:
 
 
Liminar na ADIn 2.310-1/DF (Min. Marco Aurélio) – pela função que exercem (poder de polícia)
E, após, o artigo 37 da Lei nº 10.871/04 revogou expressamente esse artigo, e constou em seu artigo 6º que Art. 6o O regime jurídico dos cargos e carreiras referidos no art. 1o desta Lei é o instituído na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, observadas as disposições desta.
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Possuem, como as demais autarquias, cargos comissionados:
Lei nº 9.986/00
Art. 3o Os Cargos Comissionados de Gerência Executiva, de Assessoria e de Assistência são de livre nomeação e exoneração da instância de deliberação máxima da Agência.
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Lei nº 9.986/00 (composição e escolha)
Art. 4o As Agências serão dirigidas em regime de colegiado, por um Conselho Diretor ou Diretoria composta por Conselheiros ou Diretores, sendo um deles o seu Presidente ou o Diretor-Geral ou o Diretor-Presidente.
Art. 5o O Presidente ou o Diretor-Geral ou o Diretor-Presidente (CD I) e os demais membros do Conselho Diretor ou da Diretoria (CD II) serão brasileiros, de reputação ilibada, formação universitária e elevado conceito no campo de especialidade dos cargos para os quais serão nomeados, devendo ser escolhidos pelo Presidente da República e por ele nomeados, após aprovação pelo Senado Federal, nos termos da alínea f do inciso III do art. 52 da Constituição Federal.
Parágrafo único. O Presidente ou o Diretor-Geral ou o Diretor-Presidente será nomeado pelo Presidente da República dentre os integrantes do Conselho Diretor ou da Diretoria, respectivamente, e investido na função pelo prazo fixado no ato de nomeação.
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Lei nº 9.986/00 (mandato)
 
Art. 6o O mandato dos Conselheiros e dos Diretores terá o prazo fixado na lei de criação de cada Agência.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Lei nº 9.986/00 (impedimento - “geladeira” ou “quarentena”)
(...)
(...)
§ 5o  Na hipótese de o ex-dirigente ser servidor público, poderá ele optar pela aplicação do disposto no § 2o, ou pelo retorno ao desempenho das funções de seu cargo efetivo ou emprego público, desde que não haja conflito de interesse.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Lei nº 9.986/00 (impedimento - “geladeira” ou “quarentena”)
(...)
§ 3o Aplica-se o disposto neste artigo ao ex-dirigente exonerado a pedido, se este já tiver cumprido pelo menos seis meses do seu mandato.
 § 4o  Incorre na prática de crime de advocacia administrativa, sujeitando-se às penas da lei, o ex-dirigente que violar o impedimento previsto neste artigo, sem prejuízo das demais sanções cabíveis, administrativas e civis.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Lei nº 9.986/00 (impedimento - “geladeira” ou “quarentena”)
 
Exemplo de normatização em lei específica (Lei nº9.472/97, da ANATEL):
Art. 30. Até um ano após deixar o cargo, é vedado ao ex-conselheiro representar qualquer pessoa ou interesse perante a Agência.
      Parágrafo único. É vedado, ainda, ao ex-conselheiro utilizar informações privilegiadas obtidas em decorrência do cargo exercido, sob pena de incorrer em improbidade administrativa.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
 
Art. 36-A.  É vedado aos ocupantes de cargos efetivos, aos requisitados, aos ocupantes de cargos comissionados e aos dirigentes das Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei o exercício regular de outra atividade profissional, inclusive gestão operacional de empresa ou direção político-partidária, excetuados os casos admitidos em lei.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Lei nº 9.986/00 (garantias aos dirigentes)
 
Art. 9o Os Conselheiros e os Diretores somente perderão o mandato em caso de renúncia, de condenação judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar.
Parágrafo único. A lei de criação da Agência poderá prever outras condições para a perda do mandato.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
Lei nº 9.986/00 (procedimento licitatório)
 
Art. 37. A aquisição de bens e a contratação de serviços pelas Agências Reguladoras poderá se dar nas modalidades de consulta* e pregão, observado o disposto nos arts. 55 a 58 da Lei no 9.472, de 1997, e nos termos de regulamento próprio.
 
*Consulta: Exclusiva para agências reguladoras federais, visando a aquisição de bens e serviços não comuns, excetuados obras e serviços de engenharia civil. O procedimento envolve ao menos cinco licitantes, e as propostas são julgadas por um júri, segundo critério que leve em consideração o custo e benefício (modalidade “criada” pela Resolução nº5/98 da ANATEL).
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Fundações e Consórcios Públicos...
... como espécies do gênero Autarquia
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
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(PROCURADOR BACEN – CESPE – 2009) A responsabilidade das autarquias pelos prejuízos causados a terceiros não é direta, de modo que, diante da ocorrência de dano, o lesado deve buscar a reparação diretamente ao ente federativo e não à autarquia.
(TRF5 – Juiz Federal – 2005) A qualificação de uma autarquia como agência executiva, o que lhe assegura aumento dos valores de contratação de obras e serviços de engenharia com dispensa de licitação, depende de ela ter um plano estratégico de reestruturação e de desenvolvimento institucional em andamento ou, alternativamente, da celebração de contrato de gestão com o respectivo ministério supervisor.
(PROCURADOR BACEN – CESPE – 2009) Não colide materialmente com a CF a determinação de que sejam previamente aprovadas, pelo Poder Legislativo, as indicações dos presidentes das entidades da administração pública indireta.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
 
 
(PROCURADOR BACEN – CESPE – 2009) O consórcio público, mesmo com personalidade jurídica de direito público, não passa a integrar a administração indireta de todos os entes da Federação consorciados.
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(AGU-2008-CESPE) No caso de constituir associação pública, o consórcio público adquirirá personalidade jurídica de direito público, mediante a vigência das leis de ratificação do protocolo de intenções. Nesse caso, a associação pública integrará a administração indireta de todos os entes da Federação consorciados. A União somente participará de consórcios públicos de que também façam parte todos os estados em cujos territórios estejam situados os municípios consorciados.
(ANATEL-ASSESSOR JURÍDICO-2008-CESPE) A ANATEL tem natureza de autarquia especial e é caracterizada pela autonomia administrativa e pela ausência de autonomia financeira.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
 
(ANATEL-ASSESSOR JURÍDICO-2008-CESPE) O ex-dirigente de agência reguladora fica impedido para o exercício de atividades ou de prestar qualquer serviço no setor regulado pela respectiva agência, por um período de quatro meses, contados da exoneração ou do término do seu mandato.
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(ANATEL-ASSESSOR JURÍDICO-2008-CESPE) O presidente, o diretor-geral ou o diretor-presidente das agências reguladoras devem ser escolhidos pelo presidente da República e por ele nomeados, após aprovação pelo Senado Federal.
 
 
(ANATEL-ASSESSOR JURÍDICO-2008-CESPE) Durante o período de impedimento para o exercício de atividades no setor regulado, o ex-dirigente de agência reguladora ficará vinculado à agência, fazendo jus a remuneração compensatória equivalente à do cargo de direção que exerceu e aos benefícios a ele inerentes.
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(CESPE - Analista Judiciário - TRT6 - 2002) As agências reguladoras constituem espécies distintas de ente da administração pública indireta: não são autarquias nem empresas públicas; possuem personalidade jurídica de direito privado, amplos poderes normativos e seus dirigentes não são demissíveis ad nutum.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
 
(PROCURADOR BACEN – CESPE – 2009) Proposta ação popular contra uma autarquia pública federal, o prazo para contestação será contado em quádruplo, e o prazo para recorrer, em dobro.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
 
 
(ANATEL-ASSESSOR JURÍDICO-2008-CESPE) Os conselheiros e os diretores das agências reguladoras somente perdem o mandato em caso de renúncia, de condenação judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar, não podendo a lei de criação da agência prever outras condições para a perda do mandato.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
 
 
(Técnico Judiciário - TRE-MA - CESPE - 2005) Todas as entidades da administração indireta têm personalidade jurídica de direito público.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
(OAB/RJ/I-2005) Assinale a opção correta:
a) A autarquia possui personalidade jurídica, se sujeita ao regime de direito público, não tem autonomia, há bens que compõem seu patrimônio; extinguindo-se a autarquia, seus bens são reincorporados ao ativo da entidade estatal que a criou; expressa a gestão descentralizada; os privilégios fiscais não lhes são transmitidos, mas os privilégios processuais, sim.
b) A criação de uma autarquia somente poderá ocorrer por lei, sendo o projeto de iniciativa privativa do Legislativo.
c) Não há subordinação hierárquica da autarquia para com o ente político que a criou.
d) A autarquia é entidade da Administração Indireta criada para atender uma finalidade social, com objetivo não-lucrativo, patrimônio próprio e dotada de personalidade jurídica de direito privado.
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(OAB/SP 133º) Segundo a Lei n.º 9.472/1997, a Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL - caracteriza-se por ser
a) órgão independente, auxiliar do Congresso Nacional, na fiscalização dos serviços públicos de telecomunicações.
b) autarquia especial que atua como autoridade administrativa independente.
c) entidade independente do Poder Executivo e de personalidade jurídica de direito privado.
d) órgão integrante do Poder Executivo, que possui subordinação hierárquica ao Ministro das Telecomunicações e ao Presidente da República.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
(OAB/RN/08.2003) Indique a entidade dotada de personalidade jurídica de direito público:
a) Empresa pública.
c) Autarquia.
Prof. José Cláudio Carneiro Filho
(TRT-4ª Região, FCC - Analista Judiciário - 2006) Com relação às entidades da Administração indireta, é certo que as:
a) autarquias possuem capacidade de auto-administração e são constituídas por capital público e privado.
b) fundações são pessoas jurídicas de direito privado, destinadas à exploração de atividade econômica.
c) empresas públicas são…