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8/12/2019 Afo - Cespe - Aula 01 http://slidepdf.com/reader/full/afo-cespe-aula-01 1/48 CURSO EM PDF – Administração Financeira e Orçamentária Prof. Alexandre Teshima www.canaldosconcursos.com.br/curso_pdf 1 AULA 1 CONTEÚDO 1. INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO ...................................................... 2 a. PLANO PLURIANUAL (PPA) ......................................................................................................... 2 b. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS (LDO) ......................................................................... 4 c. LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL (LOA) .......................................................................................... 7 d. PRAZO DE ELABORAÇÃO DOS INSTRUMENTOS ORÇAMENTÁRIOS ................................. 8 2. CRÉDITOS ADICIONAIS ...............................................................................................................11 a. CONCEITO DE CRÉDITOS ADICIONAIS ....................................................................................12 b. ESPÉCIES DE CRÉDITOS ADICIONAIS ......................................................................................12 c. AUTORIZAÇÃO E ABERTURA ....................................................................................................13 d. VIGÊNCIA ........................................................................................................................................14 e. RECURSOS PARA ABERTURA DE CRÉDITOS ADICIONAIS..................................................15 3. CICLO ORÇAMENTÁRIO ..............................................................................................................17 a. ELABORAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA ...................................................................17 b. DISCUSSÃO E APROVAÇÃO DA PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA ...........................................18 c. EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO ....................................................................................................18 d. CONTROLE E AVALIAÇÃO DO ORÇAMENTO .........................................................................18 4. PROCESSO LEGISLATIVO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ....................................................18 a. EMENDAS ORÇAMENTÁRIAS .....................................................................................................20 5. BATERIA I – QUESTÕES CESPE/UNB 2010 A 2013 ...................................................................21 6. BATERIA II – QUESTÕES CESPE/UNB 2004 A 2010 ..................................................................24 7. GABARITO COMENTADO - BATERIA I – QUESTÕES CESPE/UNB 2010 A 2013 .................32 8. GABARITO COMENTADO - BATERIA II – QUESTÕES CESPE/UNB 2004 A 2010 ................37 V AN I A P A R OD I D E S O U Z A 6 6 1.0 7 2 . 2 9 0 0 0

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    AULA 1

    CONTEDO1. INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO ORAMENTRIO ...................................................... 2

    a. PLANO PLURIANUAL (PPA) ......................................................................................................... 2

    b. LEI DE DIRETRIZES ORAMENTRIAS (LDO) ......................................................... ................ 4

    c. LEI ORAMENTRIA ANUAL (LOA) .............................................................. ............................ 7

    d. PRAZO DE ELABORAO DOS INSTRUMENTOS ORAMENTRIOS ................................. 8

    2. CRDITOS ADICIONAIS ...............................................................................................................11

    a. CONCEITO DE CRDITOS ADICIONAIS ....................................................................................12

    b. ESPCIES DE CRDITOS ADICIONAIS ......................................................................................12

    c. AUTORIZAO E ABERTURA ....................................................................................................13

    d. VIGNCIA .................................................................. .................................................................. ....14

    e. RECURSOS PARA ABERTURA DE CRDITOS ADICIONAIS ..................................................15

    3. CICLO ORAMENTRIO .............................................................. ................................................17

    a. ELABORAO DA PROPOSTA ORAMENTRIA ............................................................... ....17 b. DISCUSSO E APROVAO DA PROPOSTA ORAMENTRIA ...........................................18

    c. EXECUO DO ORAMENTO ....................................................................................................18

    d. CONTROLE E AVALIAO DO ORAMENTO .......................................................... ...............18

    4. PROCESSO LEGISLATIVO NA CONSTITUIO FEDERAL ....................................................18

    a. EMENDAS ORAMENTRIAS ................................................................ .....................................20

    5. BATERIA I QUESTES CESPE/UNB 2010 A 2013 ...................................................................21

    6. BATERIA II QUESTES CESPE/UNB 2004 A 2010 .............................................................. ....24

    7. GABARITO COMENTADO - BATERIA I QUESTES CESPE/UNB 2010 A 2013 .................32

    8. GABARITO COMENTADO - BATERIA II QUESTES CESPE/UNB 2004 A 2010................37

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    1. INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO ORAMENTRIO

    A Unio, os Estados, Distrito Federal e os Municpios devem instituir osseguintes instrumentos de planejamento oramentrio, conforme determina oartigo 165 da Constituio Federal:

    Instrumentos Sigla Planejamento Vigncia

    Plano Plurianual PPA Estratgico 4 anos

    Lei de Diretrizes Oramentrias LDO Operacional 1 ano

    Lei Oramentria Anual LOA Operacional 1 ano

    Alerta 1: So trs instrumentos oramentrios (PPA, LDO e LOA), mas ooramento pblico propriamente dito , apenas, a LOA.

    Alerta 2: O PPA e a LDO foram criados pela CF 88.

    Alerta 3 : Alguns autores consideram que a LD O tem vigncia de,aproximadamente, um ano e meio, j que ela aprovada, em regra, na metade

    do exerccio financeiro anterior ao qual se refere.a. PLANO PLURIANUAL (PPA)

    Sobre o PPA, a CF assim dispe:

    Art. 165 1 - A lei que instituir o plano plurianual estabelecer, de

    forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administrao

    pblica federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes

    e para as relativas aos programas de durao continuada.

    O PPA um instrumento que vai se preocupar em estabelecer oplanejamento de mdio prazo (4 anos). Atravs deste instrumento soestabelecidas as diretrizes, objetivos e metas ( DOM):

    Diretrizes Conjunto de critrios de ao e de deciso que deve disciplinar eorientar os diversos aspectos envolvidos no processo deplanejamento.

    Objetivos Resultados que se pretende alcanar com a re alizao das aes

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    governamentais.

    Metas Especificao e a quantificao fsica dos objetivos estabelecidos.

    Ressalta-se que as metas estabelecidas abrangem as:

    Despesas de Capital Compreende os recursos governamentaisdestinados a investimentos e outros gastos decapital.

    Programas de DuraoContinuada

    Conjunto de aes governamentais queapresentam prazo de realizao superior a umano.

    Alerta 1: Apesar da Constituio Federal destacar as despesas de capital, o PPAtambm contm algumas despesas correntes desde que decorrentes dasdespesas de capital.

    Alerta 2: Nenhum investimento cuja execuo ultrapasse um exercciofinanceiro poder ser iniciado sem prvia incluso no plano plurianual, ou semlei que autorize a incluso, sob pena de crime de responsabilidade.

    Alerta 3: No confundir programas de durao continuada com as despesasobrigatrias de durao continuada previstas no art. 17 da Lei deResponsabilidade Fiscal.

    VIGNCIA DO PPA

    A vigncia do PPA adotada pela Unio, Estados, Distrito Federal eMunicpios de quatro anos em decorrncia da interpretao dada ao dispostono 2 do art. 35 do ADCT que determina que o projeto do plano plurianual,para vigncia at o final do primeiro exerccio financeiro do mandatopresidencial subseqente, ser encaminhado at quatro meses antes doencerramento do primeiro exerccio financeiro e devolvido para sano at oencerramento da sesso legislativa.

    Resumo: Plano Plurianual

    Vigncia : 4 anosElaborao, votao e sano : 1 ano do mandato do chefe do PoderExecutivoVAN

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    Incio da vigncia : a partir do 2 ano do mandato do chefe do Poder Executivo

    Fim da vigncia : trmino do 1 ano do mandato do chefe do Poder Executivosubseqente.

    Exemplificando:

    Presidentes Mandato Vigncia do PPA

    Incio Fim Incio Fim

    FHC 1999 2002 2000 2003

    Lula 2003 2006 2004 2007

    Lula 2007 2010 2008 2011

    Dilma 2011 2014 2012 2015

    Como podemos verificar o mandato da Presidente Dilma comeou em2011 e terminar em 2014, porm a vigncia do seu PPA somente teve incioem 2012 e se estender at o fim do primeiro ano do prximo mandatopresidencial que ocorrer em 2015.

    Alerta 1: O prazo de vigncia do PPA o mesmo do mandato (4 anos),diferentes so os perodos de vigncia.Alerta 2: A no coincidncia do perodo de vigncia do PPA como o do mandatovisa fortalecer o planejamento governamental.

    Alerta 3: O PPA elaborado no primeiro ano do mandato, somente a vigncia que comea no segundo ano.

    Alerta 4: O PPA elaborado somente no primeiro ano do mandato, porm nadaimpede que, nos anos subseqentes, o chefe Poder Executivo elabore umprojeto de lei visando modificar o PPA aprovado.

    b. LEI DE DIRETRIZES ORAMENTRIAS (LDO)

    Sobre a LDO, a CF assim dispe:

    Art. 165 2 - A lei de diretrizes oramentrias compreender as

    metas e prioridades da administrao pblica federal, incluindo as

    despesas de capital para o exerccio financeiro subseqente, orientar

    a elaborao da lei oramentria anual, dispor sobre as alteraes naVANIA

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    legislao tributria e estabelecer a p oltica de aplicao das

    agncias financeiras oficiais de fomento.

    A lei de diretrizes oramentrias compreender:

    Metas e prioridades para o exerccio financeiro subseqente;

    Orientar a elaborao da Lei Oramentria Anual;

    Estabelecer a poltica das agencias financeiras oficiais de fomento;

    Dispor sobre as alteraes na Legislao Tributria;

    Autorizar a concesso de qualquer vantagem ou aumento deremunerao, a criao de cargos, empregos e funes ou

    alterao de estrutura de carreiras, bem como a admisso oucontratao de pessoal (CF. Art 169 1, I).

    Alerta 1: A meta oramentria para o exerccio seguinte definida na LD O(anual) representa uma parcela da meta estabelecida pelo PPA (quadrienal).

    Alerta 2: Exemplos de agncias financeiras oficiais de fomento: Banco Nacionalde Desenvolvimento Social (BNDES), Banco do Brasil (BB) e Caixa EconmicaFederal (CEF).

    Alerta 3: A LDO no cria, majora ou extingue tributo, apenas sinaliza possveismudanas na legislao tributria para o prximo exerccio.

    Despesa de Pessoal

    Segundo o a rt. 169 da CF, a despesa com pessoal ativo e inativo daUnio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios no poder exceder oslimites estabelecidos em lei complementar.

    Os limites com despesa de pessoal foram estabelecidos pela LeiComplementar 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal).

    Entes Limites

    Unio 50% da Receita Corrente Lquida

    Estados e Distrito Federal 60% da Receita Corrente Lquida

    Municpios 60% da Receita Corrente Lquida

    Alerta 1: Os atos que provoquem aumento da despesa de pessoal s podero

    ser realizados quando houver prvia dotao oramentria na LOA e autorizaoespecfica na LDO. As empresas pblicas e sociedades de economia mista noprecisam de autorizao da LDO para incrementar as referidas despesas.VAN

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    Por determinao da Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de DiretrizesOramentrias tambm deve contar os seguintes pontos:

    Fixar, em percentual da RCL (Receita Corrente Lquida), o montanteda Reserva de Contingncia.

    Estabelecer critrios e formas de utilizao da Reserva deContingncia.

    Dispor sobre o equilbrio entre receitas e despesas

    Estabelecer critrios e formas de limitao de empenho

    Aprovar normas relativas ao controle de custos e av aliao dosresultados dos programas financiados pelo oramento

    Disciplinar as condies e exigncias para transferncias de

    recursos a entidades pblicas e privadas Previso de ndice de preos cuja variao servir de limite para

    atualizao monetria da divida mobiliria

    Estabelecer condies para concesso ou ampliao de incentivo oubeneficio de natureza tributria

    Definir o que se considera despesa irrelevante

    Prev condies excepcionais para contratao de horas extras

    Definir requisitos para a incluso e novos projetos nas LeisOramentrias

    Estabelecer condies para que os Municpios contribuam para ocusteio de despesas de competncia de outros entes da Federao

    A Lei de Responsabilidade Fiscal tambm determina que o Projeto de Leide Diretrizes Oramentria seja encaminhado para apre ciao do Poder

    Legislativo com seguintes anexos: Anexo de Metas Fiscais (Conter as metas para receitas, despesas,

    resultado nominal e primrio e o montante da d vida para oexerccio a que se refere e para os dois seguintes).

    Anexo de Riscos Fiscais (Conter a av aliao dos passivoscontingentes e outros riscos capazes de afetar as contas pblicas,informando as providencias a serem tomadas caso se concretizem).

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    c. LEI ORAMENTRIA ANUAL (LOA)

    Sobre a LOA, a CF assim dispe:

    Art. 165 5 - A lei oramentria anual compreender:

    I - o oramento fiscal referente aos Poderes da U nio, seus fundos,

    rgos e entidades da administrao direta e indireta, inclusive

    fundaes institudas e mantidas pelo Poder Pblico;

    II - o oramento de investimento das empresas em que a Unio,

    direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com

    direito a voto;

    III - o oramento da s eguridade social, abrangendo todas asentidades e rgos a ela vinculados, da administrao direta ou

    indireta, bem como os fundos e fundaes institudos e mantidos pelo

    Poder Pblico.

    6 - O projeto de lei oramentria ser acompanhado de

    demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas,

    decorrente de isenes, anistias, remisses, subsdios e benefcios de

    natureza financeira, tributria e creditcia. 7 - Os oramentos previstos no 5, I e II, deste artigo,

    compatibilizados com o plano plurianual, tero entre suas funes a

    de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critrio

    populacional.

    A CF determina que a Lei Oramentria seja desmembrada em trsoramentos visando dar maior transparncia aos recursos pblicos:

    Oramento da Seguridade Social : Constam as receitas e despesasassociadas seguridade social, ou seja, o oramento vinculado as funes:sade, previdncia e assistncia social.

    Oramento de Investimento das Empresas : Constam os valoresdestinados as empresas controladas de forma direta e indireta (empresaspblicas e sociedades de economia mista) pelo Governo a ttulo deinvestimento .

    Oramento Fiscal: Constam as receitas e despesas associadas aos

    rgos da administrao pblica direta e indireta no compreendidas nosoramentos da seguridade social e de investimento.

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    Ressalta-se que os oramentos fiscal e de investimento das empresas,compatibilizados com o Plano Plurianual, so os nicos que possuem a funo dereduzir desigualdades interregionais segundo critrio populacional. O Oramentoda Seguridade Social devido vinculao legal dos seus gastos, no contemplaa referida funo.

    Outro ponto a destacar que a CF88, visando maior transparncia eclareza oramentria, determina que o chefe do poder executivo encaminhe oprojeto de lei oramentria anual acompanhado de um demonstrativo queevidencie o impacto sobre as receitas e despesas, decorrente de isenes,anistias, remisses, subsdios e benefcios de natureza financeira, tributria ecreditcia.

    Alerta 1: Como regra geral, os recursos que no representam investimentosdirecionados para as empresas pblicas e sociedades de economia mista devemficar alocados no Oramento Fiscal.

    Por exemplo, se uma empresa pblica recebe recursos para despesas de custeioe de investimento, em regra, os recursos destinados para custeio (ex:pagamento de pessoal e contas de luz, gua e telefone) ficam alocados noOramento Fiscal, j os recursos destinados para investimento (ex: aquisio demquinas e equipamentos e realizao de obras) ficam alocados no Oramentode Investimento.

    Alerta 2: Na Unio, as sociedades de economia mista e empresas pblicasindependentes (Petrobrs, Banco do Brasil, Caixa Econmica Federal, etc.) , osservios sociais (ex: SESI, SESC, SENAI, etc.), os conselhos profissionais (ex:CRC, CRA, CREA, CRM, etc.) e as organizaes no governamentais nointegram o Oramento Fiscal.

    Alerta 3: O que determina em qual oramento o recurso deve ficar alocado afuno do gasto e no o rgo que realiza a d espesa. Portanto, pode ocorreruma despesa de um rgo associado seguridade social estar contemplada noOramento Fiscal e vice-versa. Por exemplo, o gasto administrativo (FunoAdministrao) do INSS fica alocado no Oramento Fiscal, j os gastos compagamento dos benefcios previdencirios (Funo Previdncia) realizado peloINSS so alocados no Oramento da Seguridade Social.Alerta 4: O oramento da seguridade social no tem a f uno de reduzirdesigualdades interregionais.

    d. PRAZO DE ELABORAO DOS INSTRUMENTOSORAMENTRIOS

    Os Instrumentos Oramentrios so institudos atravs de leis ordinrias

    de iniciativa privativa do chefe do Poder Executivo. Os prazos deencaminhamento do projeto ao Poder Legislativo para votao e devoluo parasano ao Poder Executivo devem ser institudos atravs de lei complementarVAN

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    como previsto no artigo 165 da Constituio Federal. Entretanto a re ferida leicomplementar ainda no foi instituda, valendo ento para a Unio os prazosestabelecidos no artigo 35 dos Atos de Disposies Constitucionais Transitrias:

    2 - At a entrada em vigor da lei complementar a que se refere o

    Art. 165, 9, I e II, sero obedecidas as seguintes normas:I - o projeto do plano plurianual, para vigncia at o final do primeiro

    exerccio financeiro do mandato presidencial subseqente, ser

    encaminhado at quatro meses antes do encerramento do primeiro

    exerccio financeiro e devolvido para sano at o encerramento da

    sesso legislativa;

    II - o projeto de lei de diretrizes oramentrias ser encaminhado at

    oito meses e meio antes do encerramento do exerccio financeiro edevolvido para sano at o encerramento do primeiro perodo da

    sesso legislativa;

    III - o projeto de lei oramentria da Unio ser encaminhado at

    quatro meses antes do encerramento do exerccio financeiro e

    devolvido para sano at o encerramento da sesso legislativa.

    Sintetizando:

    Prazos de Elaborao na Unio

    Envio para votao

    (Executivo o para Legislativo)

    Devoluo para sano

    (Legislativo para o Executivo)

    PPA At 31/08quatro meses

    antes do trminodo exerccio

    At22/12

    encerramento da sessolegislativa

    LDO At 15/04oito meses emeio antes do

    trmino doexerccio

    At17/07

    encerramento do primeiroperodo da sesso

    legislativa

    LOA At 31/08quatro meses

    antes do trminodo exerccio

    At22/12

    encerramento da sessolegislativa.

    De acordo com o art. 57 da CF, na Unio, a sesso legislativa ser de 2 defevereiro a 17 de julho e de 1 de agosto a 22 de dezembro.

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    Destaca-se que a sesso legislativa no ser interrompida sem aaprovao do projeto de lei de diretrizes oramentrias.

    Alerta 1: Estados e Municpios podem estabelecer prazos diferenciados deelaborao dos instrumentos oramentrios enquanto no aprovada a leicomplementar que regulamente o assunto.

    Por exemplo, no Estado do Rio de Janeiro e M unicpio do Rio de Janeiro, oProjeto de Lei Oramentria poder ser enviado at 3 meses antes do trminodo exerccio pelo chefe do Poder Executivo para o Legislativo.

    Alerta 2: Na Unio, conforme dispe o 2 do art. 57 da CF, a nica leioramentria que impede o recesso parlamentar a L ei de DiretrizesOramentrias. O PPA e a LOA no impedem o recesso.

    Regras especiais para casos de descumprimento dos prazos deelaborao da Lei Oramenmtria Anual:

    1 No-envio da Proposta Oramentria para Votao

    Lei 4320/64 - Art. 32. Se no receber a proposta oramentria no prazofixado nas Constituies ou nas Leis Orgnicas dos Municpios, o PoderLegislativo considerar como proposta a Lei de Oramento vigente.

    Ressalta-se que o no envio da proposta oramentria constitui crimede responsabilidade do chefe do Poder Executivo.

    2 No-devoluo da Proposta Oramentria para Sano

    Caso no haja devoluo da Proposta Oramentria pelo PoderLegislativo, no h dispositivo legal regulando os procedimentosdevidos na Constituio Federal ou Lei Complementar.

    Obs: Geralmente, a Lei de Diretrizes Oramentrias autoriza a

    realizao de determinada parcela da proposta oramentriaenquanto esta no aprovada. Como, por exemplo, a po ssibilidade derealizar despesas mensais correspondente a um doze avos da proposta.(duodcimo).

    3 Rejeio da Proposta Oramentria

    Caso haja rejeio total ou parcial da Proposta Oramentria. Asdespesas sero autorizadas por crditos adicionais especiais esuplementares.

    CF Art. 166, 8 - Os recursos que, em decorrncia de veto, emendaou rejei o do projeto de lei oramentria anual, ficarem sem despesascorrespondentes podero ser utilizados, conforme o caso, mediante crditosVAN

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    especiais ou suplementares, com prvia e especfica autorizao legislativa.

    Obs: A doutrina predominante entende que o Poder Legislativo nopode rejeitar o PPA e a LDO.

    2. CRDITOS ADICIONAIS

    A realizao de despesas oramentrias pelo governo requer a existnciade prvia autorizao legislativa. Portanto, a re alizao de despesas como:pagamento de pessoal, contratao de servios, realizao de obras, aquisio

    de material, etc, s pode ser efetivada, em regra, se existir uma lei autorizandoos gastos. Estas autorizaes so denominadas de crditos oramentriosiniciais quando constam da Le i Oramentria Anual e crditos oramentriosadicionais quando no computadas ou insuficientemente dotadas na LOA.

    Por exemplo, se um governante decidir realizar uma obra, primeiramenteele ter que verificar se existe crdito oramentrio (autorizao legislativa) naLei Oramentria Anual para a realizao daquele gasto. Se a despesa noestiver no oramento, a ni ca forma de obter esta autorizao atravs daabertura de um crdito adicional.

    Importante: O governo s poder realizar uma despesa oramentria se tiverautorizao legislativa (crdito oramentrio) no montante necessrio pararealizao do gasto.

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    a. CONCEITO DE CRDITOS ADICIONAISO oramento anual pode ser alterado por meio de crditos adicionais.

    Segundo a Lei 4320, crditos adicionais so autorizaes de despesas nocomputadas ou insuficientemente dotadas na lei oramentria.

    b. ESPCIES DE CRDITOS ADICIONAIS

    Os crditos adicionais se dividem em trs espcies:

    Suplementares Destinados a re foro de dotao oramentria (Lei4320/64, art. 41, I).

    Especiais

    Destinados a despesas para as quais no haja dotao

    oramentria especfica (crdito novo). (Lei 4320/64, art.41, II).

    ExtraordinriosDestinados a despesas imprevisveis e urgentes, como asdecorrentes de guerra, comoo interna ou calamidadepblica. (CF. art. 167, 3).

    O suplementar destinado a situaes onde existe o crditooramentrio (especificao) na LOA, mas a dotao (valor) insuficiente.

    Por exemplo, se um governante desejar realizar uma obra no valor deR$100.000,00, porm a LOA s autorizou recursos no valor de R$70.000,00.Neste caso, a realizao da despesa s ser possvel aps o reforo da dotaoem R$30.000,00 atravs da abertura de um crdito suplementar.

    Alerta: Diferena entre crdito e dotao: Segundo o Manual de ContabilidadeAplicado ao Setor Pblico, crdito oramentrio (inicial ou adicional) aautorizao legislativa para a realizao da despesa, j a dotao aimportncia consignada no Oramento Anual para atender determinada despesa.

    Resumindo, o crdito a especificao do gasto (o que vai ser adquirido), j adotao o valor do gasto.

    O especial destina-se a situaes onde no existe o crdito oramentrio(especificao).

    Por exemplo, caso a LOA no fixasse crditos para realizao de obras, adespesa s poderia ser realizada atravs da abertura de um crdito adicionalespecial autorizando uma nova despesa com obras no valor (dotao) deR$100.000,00.

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    Alerta: No suplementar, o crdito j existe na LO A s a do tao que insuficiente, no caso do especial, o crdito no existe, portanto dever sercriado um crdito novo.

    O extraordinrio destina-se a despesas que possuem duascaractersticas: urgncia e imprevisibilidade. Situaes como guerra,comoo interna e calamidade pblica so exemplos de fatos que justificam arealizao de despesas autorizadas atravs de crditos extraordinrios.

    Por exemplo: Uma estrada destruda por uma chuva muito forte. Nestecaso, o governo pode conseguir a autorizao para realizar a reconstruo destaestrada atravs de um crdito adicional extraordinrio tendo em vista que setrata de uma despesa urgente (importncia da ro dovia para a l ocomoo dosveculos) e imprevisvel (no tinha como prever durante a elaborao dooramento que iria acontecer uma chuva capaz de destruir a estrada).

    Alerta: As despesas s podero ser autorizadas, atravs de crditosextraordinrios, se apresentarem as duas caractersticas juntas: urgncia eimprevisibilidade.

    Por exemplo, as despesas com o combate a epidemia de dengue (ocorrepraticamente todo ano no Brasil) no justifica a abertura de crditoextraordinrio j que a d espesa, apesar de urgente, totalmente comum eprevisvel, portanto a LOA j deve comportar oramento para tais despesas. J adespesa com o combate a epidemia de gripe suna (doena nova para o Brasil)

    justifica a abertura visto que juntam os dois critrios: urgncia eimprevisibilidade.

    c. AUTORIZAO E ABERTURAA Lei 4.320/1964 determina, em seus artigos 42 e 43, que os crditos

    suplementares e especiais sero abertos por decreto executivo, dependendo deprvia autorizao legislativa, necessitando da existncia de recursos disponveise precedida de exposio justificada.

    Na Unio, para os casos onde haja necessidade de autorizao legislativapara os crditos adicionais, estes so considerados autorizados e abertos com a

    sano e publicao da re spectiva lei, conforme disposto no Manual deContabilidade Aplicado ao Setor Pblico.

    O artigo 44 da Lei n 4.320/1964 regulamenta que os crditosextraordinrios devem ser abertos por decreto do poder executivo e submetidosao poder legislativo correspondente. Na Unio, esse tipo de crdito aberto pormedida provisria do poder executivo e submetido ao Congresso Nacional (CF.Art. 167 3).

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    Sintetizando:

    Crditos Autorizao Formas de Abertura

    Suplementar Lei Especfica ou naLOA Decreto Executivo

    Especial Lei Especfica Decreto Executivo

    ExtraordinrioIndepende deautorizaolegislativa

    Medida Provisria (Unio)

    Decreto do Poder Executivo (Estados eMunicpios)

    Alerta 1: Somente o crdito suplementar pode ser autorizado na Lei

    Oramentria Anual. Ressalta-se que o crdito suplementar no aberto atravsda LOA, o que consta na LOA apenas a autorizao para abertura.

    Alerta 2: Na Unio, os crditos extraordinrios so abertos por medidaprovisria e nos Estados e Municpios, onde no h a figura da medidaprovisria, utiliza-se o decreto do poder executivo.

    Alerta 3: Ressalta-se que, no caso do suplementar e especial, a forma deabertura definida na Lei 4320/64 decreto executivo, j para o extraordinrio alei especifica decreto do Poder Executivo. Na prtica, comum encontrarcrditos suplementares e especiais sendo abertos por atos proferidos tambmpelo Legislativo e Judicirio.

    d. VIGNCIAA vigncia dos crditos adicionais restringe-se ao exerccio financeiro em

    que foram autorizados, exceto os crditos especiais e extraordinrios,abertos nos ltimos quatro meses do exerccio financeiro, que poderoter seus saldos reabertos por instrumento legal apropriado, para vigerem at otrmino do exerccio financeiro subseqente.

    Crditos Adicionais Data da Autorizao Vigncia

    Suplementares 01/01 a 31/12 Fim do ExerccioFinanceiro

    Especiais/Extraordinrios01/01 a 31/08

    (primeiros oito meses do ano)Fim do ExerccioFinanceiro

    Especiais/Extraordinrios01/09 a 31/12

    (ltimos quatro meses do ano)

    Fim do ExerccioFinanceiroSubseqente

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    Alerta 1: Os crditos especiais e extraordinrios autorizados nos ltimos quatromeses do ano so chamados de crditos com vigncia plurianual ou crditosreabertos.

    Alerta 2 : O crdito suplementar nunca poder ter sua vigncia postergada parao exerccio seguinte.

    Alerta 3: Somente os crditos especiais e extraordinrios autorizados nosltimos 4 meses do ano podem ter sua vigncia postergada para o exerccioseguinte.

    Alerta 4 : Os crditos especiais e extraordinrios autorizados nos ltimos 4meses do ano (crdito com vigncia plurianual) so considerados como exceoao Princpio da Anualidade pela doutrina.

    e. RECURSOS PARA ABERTURA DE CRDITOS ADICIONAISUm dos requesitos para abertura de crditos adicionais suplementares e

    especiais a i ndicao da fonte de recursos que ser usada para c ustear areferida despesa. Sobre o assunto a Constituio Federal assim dispe:

    CF Art. 167. So vedados: V - a abertura de crdito suplementar ou

    especial sem prvia autorizao legislativa e sem indicao dos

    recursos correspondentes;

    Os crditos extraordinrios no precisam indicar a f onte de recurso queser usada para o seu custeio. Cuidado, no precisa indicar a fonte no momentoda abertura do crdito, mas depois ter que arrumar verbas para realizar opagamento das despesas.

    Crditos Indicao da Fonte de Recursos

    Suplementares Obrigatria

    Especiais Obrigatria

    Extraordinrios Independe (facultativa)

    De acordo com a l egislao, so fontes para ab ertura de crditosadicionais:

    Supervit financeiro apurado em balano patrimonial do anoanterior, resultante da diferena positiva entre o ativo e opassivo financeiro , conjugando-se, ainda, os saldos dos crditosadicionais reabertos e as operaes de crdito a eles vinculadas.Esse supervit deve ser apurado por fonte de recursos e quandoVAN

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    b. DISCUSSO E APROVAO DA PROPOSTAORAMENTRIA

    A proposta oramentria elaborada pelo Poder Executivo encaminhadapara discusso e aprovao do Legislativo.

    No Parlamento Federal, o projeto encaminhado Comisso MistaPermanente, a que se refere o pargrafo 1 do art. 166 da Constituio. OPresidente da C omisso designa o Relator-Geral. A este, caber submeter Comisso um parecer preliminar, em que so fixados parmetros que orientaroa elaborao dos relatrios parciais e setoriais, inclusive quanto formulao deemendas. O Relatrio-Geral discutido e votado pelo Plenrio da Comisso e,posteriormente, submetido ao Plenrio do Congresso Nacional. Aprovada aredao final, o projeto ento encaminhado sano do Presidente daRepblica. Os parlamentos dos estados e municpios tambm possuem umaComisso Permanente com idnticas competncias.

    c. EXECUO DO ORAMENTOAps a aprovao, sano e publicao da Lei Oramentria, desencadeia-

    se, ento, o processo de execuo do oramento. Nesta fase, as despesasfixadas so empenhadas, liquidadas e pagas e as receitas previstas solanadas, arrecadadas e recolhidas. A execuo do oramento se desenvolvedentro de um perodo denominado de exerccio financeiro que, na administraopblica, deve obrigatoriamente coincidir como o ano civil (01 de janeiro a 31 dedezembro), conforme dispe o art. 34 da Lei n 4.320/64.

    d. CONTROLE E AVALIAO DO ORAMENTOO controle e a avaliao constituem a ltima fase do ciclo oramentrio. Existemdois tipos de controle: interno e externo. Denomina-se interno quando exercidodentro da prpria Administrao, ou seja, por agentes do mesmo Poder, eexterno quando exercido por rgos independentes desse Poder. Ressalta-seque o controle, quanto ao momento, se classifica em: prvio (a priori),concomitante (pari-passu) e subseqente (a posteriori).

    Alerta 1: A execuo oramentria compreende um periodo anual (01/01 at31/12), j o ciclo oramentrio envolve um perodo muito maior, iniciando como processo de elaborao do oramento, passando pela execuo eencerramento com a anlise definitiva da prestao de contas.

    4. PROCESSO LEGISLATIVO NA CONSTITUIO FEDERAL

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    Sobre o Processo Legislativo, a CF assim dispe:

    CF Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, s

    diretrizes oramentrias, ao oramento anual e aos crditos adicionais

    sero apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma

    do regimento comum.

    CF. Art. 166 1 - Caber a uma Comisso mista permanente de

    Senadores e Deputados:

    I - examinar e emitir parecer sobre os projetos referidos neste artigo

    (PPA, LDO, LOA e Crditos Adicionais)

    Sintetizando:

    Fluxo dos Projetos de lei relativos ao plano plurianual, s diretrizesoramentrias, ao oramento anual e aos crditos adicionais

    1 - Chefe do Poder Executivo Elabora o Projeto de Lei Ordinria eapresenta a CMO

    2 - Comisso Mista Permanentede Deputados e Senadores(CMO)

    Emite Parecer e encaminha ao Plenrio paravotao.

    3 Plenario das duas casas doCongresso Nacional (Cmara eSenado)

    Aprecia (maioria simples nas duas casas)

    Alerta 1: Na Unio, a comisso mista permanente de oramento denominadade: Comisso de Planos, Oramentos Pblicos e Fiscalizao, sendo compostaatualmente por 40 membros titulares, sendo 30 Deputados e 10 Senadores,com igual nmero de suplentes, conforme disposto no artigo 5 da Resoluon 01/2006 do Congresso Nacional.

    Alerta 2: A CF prev as seguintes competncias para a CMO: exercer oacompanhamento e a fiscalizao oramentria; examinar e emitir parecersobre: Projetos do PPA, LDO e LOA e Crditos Adicionais; Contas do Presidenteda Repblica e Emendas Oramentrias.

    Alerta 3: Os parlamentos dos demais entes (estados, municpios e distritofederal) tambm devem instituir uma comisso de oramento com as mesmascompetncias da comisso federal.

    CF. Art. 166 5 - O Presidente da Repblica poder enviar

    mensagem ao Congresso Nacional para propor modificao nosVANIA

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    projetos a que se refere este artigo enquanto no iniciada a votao,

    na Comisso mista, da parte cuja alterao proposta.

    Alerta: O chefe do Poder Executivo pode propor alteraes nos projetos de leido PPA, LDO, LOA e crditos adicionais, mesmo depois de encaminhados,

    atravs de mensagem retificadora. Ressalta-se que a a lterao s poder serefetuada se ainda no niciada a votao na C MP da parte que se pretendealterar.

    a. EMENDAS ORAMENTRIAS

    CF. Art. 166 2 - As emendas sero apresentadas na Comisso

    mista, que sobre elas emitir parecer, e apreciadas, na formaregimental, pelo Plenrio das duas Casas do Congresso Nacional.

    Sintetizando:

    Fluxo das Emendas Oramentrias

    1 Parlamentares Elabora as emendas oramentrias eapresenta a Comisso Mista de Oramento

    2 - Comisso Mista deDeputados e Senadores (CMO)

    Vota para aprovar Parecer e encaminha aoPlenrio para votao da redao final.

    3 - Duas Casas do CongressoNacional (Cmara e Senado) Vota a redao final.

    CF. Art. 166 3 - As emendas ao projeto de lei do oramento anual

    ou aos projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadascaso:

    I - sejam compatveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes

    oramentrias;

    II - indiquem os recursos necessrios, admitidos apenas os

    provenientes de anulao de despesa, excludas as que incidam sobre:

    a) dotaes para pessoal e seus encargos;

    b) servio da dvida;

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    Constituio Federal de 1988, o Congresso Nacional pode entrar em recessosem que tenha sido aprovado o projeto de lei de diretrizes oramentrias.

    05 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno A Constituio Federal (CF)de 1988 dispe que a Le i Oramentria Anual (LOA) deve compreender trsoramentos: o de investimentos em empresas, o fiscal e o de seguridade social.

    06 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno O projeto de lei contendo aproposta oramentria para o prximo ano deve ser encaminhado at trsmeses antes do encerramento do exerccio corrente.

    07 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno No setor pblico, existemdois tipos de controle da execuo oramentria e f inanceira: o externo e ointerno. O exerccio do controle interno cabe ao Poder Legislativo.

    08 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno A vigncia de todo crditoadicional est restrita ao exerccio em que esse crdito foi aberto. A prorrogaoda vigncia permitida somente para os crditos especiais e extraordinrios,quando autorizados em um dos quatro ltimos meses do exerccio.

    09 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno Os crditos adicionais sosomente aqueles destinados a autorizaes de despesas includas na LOA queno foram suficientemente dotadas.

    10 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno Os crditos suplementarese especiais devem ter autorizao prvia obrigatoriamente includa na pr pria

    LOA.

    11 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno Quanto finalidade, oscrditos suplementares so reforos para a categoria de programaocontemplada na LOA, enquanto os crditos especiais e os extraordinriosatendem a despesas imprevisveis e urgentes.

    12 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno A CF estabelece que osPoderes Legislativo, Executivo e Judicirio devem manter, de forma integrada, osistema de controle interno da execuo oramentria e financeira.VAN

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    13 UnB/CESPE MPU 2010 Oramento De acordo com a C onstituioFederal de 1988 (CF), a LDO dispor sobre as alteraes na legislao tributriae orientar a elaborao do Plano Plurianual (PPA).

    14 UnB/CESPE MPU 2010 Oramento As principais etapas do ciclooramentrio so: elaborao da pro posta oramentria; discusso, votao eaprovao da lei oramentria; execuo oramentria e controle e avaliao daexecuo oramentria.

    15 UnB/CESPE MPU 2010 Oramento LDO, que contempla o perodode quatro anos de mandato poltico, tal como a lei que institui o PPA, cabe, deacordo com a CF, orientar a elaborao da LOA.

    16 UnB/CESPE MPU 2010 Oramento O PPA contempla o planejamentopara quatro anos de governo, iniciando-se no segundo ano de mandatopresidencial e terminando no primeiro ano de mandato do chefe do PoderExecutivo subsequente.

    17 CESPE/UnB CAPES 2012 O Congresso Nacional s poder entrar emrecesso aps a apro vao da l ei de diretrizes oramentrias, ao final de cadaexerccio financeiro.

    18 CESPE/UnB CAPES 2012 Cabe Comisso Mista de Planos, OramentosPblicos e Fiscalizao examinar e emitir parecer sobre o projeto de lei dooramento, do plano plurianual, das diretrizes oramentrias e de crditosadicionais.

    19 CESPE/UnB CAPES 2012 O plano plurianual, uma sntese dos esforos deplanejamento da administrao pblica, orienta a elaborao dos demais planose programas de governo e a elaborao do oramento anual.

    20 CESPE/UnB TRT 10. REGIO 2013 Os crditos suplementares tmcomo objetivo reforar a dotao oramentria existente e sua vigncia ser de

    sua abertura ao trmino do exerccio financeiro. Contudo, se a abertura se dernos ltimos quatro meses daquele exerccio, esses crditos podero ser

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    reabertos no limite de seus saldos e incorporados ao oramento do exercciosubsequente.

    21 CESPE/UnB TRT 10. REGIO 2013 No necessria a indicao derecursos para a abertura de crditos extraordinrios. Sua abertura se faz, naUnio, por meio de medida provisria, e nos demais entes, por decreto doExecutivo.

    22 CESPE/UnB TRE/RJ 2012 Se o presidente da Repblica desejar alterar aproposta oramentria enquanto ela estiver em tramitao no CongressoNacional, ele no precisar utilizar nenhum dos crditos adicionais previstos nalegislao vigente.

    23 CESPE/UnB TRT 10. REGIO 2013 Sendo os trs poderes da Repblicaindependentes e as leis oramentrias iniciativa do Poder Executivo, h,naturalmente, uma relao polmica quanto ao encaminhamento das propostasremuneratrias dos Poderes Legislativo e Judicirio. Para que eventuais litgios eingerncias nesse mbito sejam minimizados, a legislao determina que osparmetros para a fixao da remunerao no Poder Legislativo, assim como oslimites para a proposta oramentria do Poder Judicirio e do Ministrio Pblico,sejam includos no PPA.

    6. BATERIA II QUESTES CESPE/UNB 2004 A 2010

    01 UnB/CESPE MS/Tcnico em Contabilidade 2009 Caber LOA oestabelecimento de metas e prioridades da administrao pblica federal,incluindo as despesas de capital para o exerccio financeiro subsequente. A LOAdeterminar, ainda, a poltica de aplicao das agncias financeiras oficiais de

    fomento.02 UnB/CESPE MS/Tcnico em Contabilidade 2009 A LOA compreende ooramento de investimentos das empresas em que a U nio indiretamentedetenha a maioria do capital social com direito a voto.

    03 UnB/CESPE MS/Contador 2009 O PPA compreende as metas eprioridades da administrao pblica federal, orientando a elaborao da LOA eas alteraes na l egislao tributria, enquanto que a LDO estabelece asdiretrizes, os objetivos e as metas da administrao pblica federal,especialmente para as despesas de capital e outras delas decorrentes.

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    04 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 A realizao deobra cuja execuo perdure dois anos depende de sua prvia incluso na lei doPlano Plurianual.

    05 UnB/CESPE TRE/MT - Analista Judicirio 2010 No mbito do processooramentrio pblico, a auto rizao para a c oncesso de vantagens ouaumentos de remunerao de servidores pblicos deve constar

    A no plano plurianual.

    B na lei de diretrizes oramentrias.

    C na lei oramentria anual.

    D na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    E na lei de normas gerais para a elaborao dos oramentos.

    06 UnB / CESPE SGA / AAJ Contador 2004 O oramento da seguridadesocial, compatibilizado com o PPA, tem, entre as suas funes, a de reduzir asdesigualdades regionais, segundo critrios populacionais.

    07 UnB / CESPE SGA / AAJ Contador 2004 O PPA est voltado para aprogramao da administrao pblica e idealizado como guia para asautorizaes oramentrias anuais, referentes ao perodo de um mandatopresidencial.

    08 UnB / CESPE GDF / SGA / ADM CONTADOR 2004 De acordo com aConstituio Federal, a lei que instituir o PPA deve estabelecer, de formaregionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da administrao pblicafederal para os programas de durao continuada.

    09 UnB / CESPE GDF / SGA / ADM CONTADOR 2004 O PPA deve serencaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional at o dia 31 deagosto do segundo ano de mandato presidencial.

    10 CESPE/UNB- CONTADOR DPU 2010 Os oramentos fiscal e da seguridadesocial integram a LOA, sendo apresentados conjuntamente no mesmo

    documento. Tais oramentos compreendemA as organizaes no governamentais que recebam recursos pblicos contade convnios com rgos e entidades da prpria administrao.

    B as sociedades de economia mista que dependam do Tesouro Nacional parasuas despesas de custeio.

    C os conselhos profissionais, desde que constitudos como autarquias.

    D as empresas pblicas prestadoras de servios a rgos da administrao.

    E os servios sociais autnomos.

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    11 (Perito Contbil 2004 PF (CESPE) As entidades que no estocompreendidas na l ei oramentria anual incluem os conselhos de fiscalizaode profisses regulamentadas, constitudos como autarquias, e as organizaesno-governamentais que recebem transferncias do Tesouro.

    12 - -(Perito Contbil 2004 PF Regional/CESPE ) De acordo com ocalendrio vigente, o presidente da Repblica, no primeiro ano de seu mandato,governa o pas com o plano plurianual, a lei de diretrizes oramentrias e a leioramentria anual aprovados pelo seu antecessor, embora no esteja impedidode propor alteraes.

    13 (T R E ALAGOAS 2004 ADMINISTRATIVA CESPE) A LDOcompreender as metas e prioridades regionais da ad ministrao pblicafederal, incluindo as despesas de capital para o exerccio financeirosubseqente.

    14 (T R E ALAGOAS 2004 ADMINISTRATIVA CESPE) A LDOestabelecer a poltica de aplicao das agncias financeiras oficiais de fomento.

    15 ( Analista Judicirio rea: Administrativa UnB / CESPE TRT / 16.Regio ) O Congresso Nacional no poder entrar em recesso caso no vote alei de diretrizes oramentrias at o encerramento da sesso legislativa.

    16 (T R E ALAGOAS 2004 CONTABILIDADE/CESPE) A ConstituioFederal determina que a l ei que instituir o PPA deve estabelecer objetivos emetas da administrao pblica, de forma regionalizada, para as despesas de

    capital e as delas decorrentes.17 (T R E ALAGOAS 2004 CONTABILIDADE/CESPE) Um PPA dever terincio no segundo ano de mandato de um presidente e vigncia at o final doprimeiro exerccio financeiro do mandato presidencial subseqente.

    18 (Controlador de Recursos Pblicos rea: Direito 2004 TCE-ES UnB /CESPE) Se a l ei federal estabeleceu determinada iseno, o governo deveinformar anualmente ao Congresso Nacional os efeitos dessa iseno sobre areceita.

    19 (Controlador de Recursos Pblicos rea: Direito 2004 TCE-ES UnB /CESPE) Apesar de ser caracterizado como um plano de investimentos, o PPAtambm deve trazer algumas das despesas correntes.

    20 (Contador 2002 TJ-/AC UnB / CESPE) A lei oramentria anual constituda de trs oramentos: fiscal, da seguridade social e das empresasestatais. O oramento da seguridade social compreende os rgos e entidadesda administrao direta e indireta, fundos e fundaes do poder pblico estadualresponsveis por aes nas reas da educao, sade, previdncia social eassistncia social.

    As trs leis que compem o ciclo oramentrio brasileiro so: o plano plurianual(PPA), a lei de diretrizes oramentrias (LDO) e a lei do oramento anual (LOA).VAN

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    O papel dessas leis integrar as atividades do planejamento e oramento paraassegurar o sucesso da ao governamental nos municpios, nos estados e nopas. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

    21 UnB/CESPE MS/Contador 2009 Devido ausncia de lei complementarna esfera federal, conforme previsto na Constituio Federal de 1988 (CF), noh prazos estabelecidos para o Poder Executivo encaminhar os projetos de leique tratam do PPA, da LDO e do oramento anual.

    22 UnB/CESPE UNIPAMPA/Contador 2009 Com o objetivo de aumentar adotao oramentria para a educao, os deputados podem apresentaremendas ao PLOA, cancelando recursos destinados ao servio da dvida ealocando-os na funo Educao.

    23 UnB/CESPE UNIPAMPA/Contador 2009 At a edio de leicomplementar que regulamente o P lano Plurianual (PPA), a Lei de DiretrizesOramentrias (LDO) e o oramento anual, no tocante ao exerccio financeiro,vigncia, prazos, elaborao e organizao, o PPA tem como perodo deexecuo o incio do segundo exerccio financeiro do mandato presidencial at ofinal do primeiro exerccio financeiro do mandato subsequente.

    24 UnB/CESPE SECONT/ES/Auditor do Estado 2009 As propostasoramentrias parciais dos Poderes Legislativo e Judicirio e do MinistrioPblico sero elaboradas respeitando os limites estipulados na Lei de DiretrizesOramentrias (LDO).

    25 FUB/CESPE / Auditor 2009 No mbito federal, o projeto de lei do planoplurianual ser encaminhado anualmente pelo Poder Executivo ao CongressoNacional at quatro meses antes do encerramento do exerccio.

    26 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 O PoderLegislativo pode tomar a iniciativa de propor alteraes Lei OramentriaAnual aprovada.

    27 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 O CongressoNacional est impedido de incluir na Lei Oramentria Anual receitas que oPoder Executivo tenha omitido no projeto de lei respectivo.

    28 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 O presidente daRepblica deve enviar o projeto anual de lei de diretrizes oramentrias at oitomeses antes do encerramento do exerccio financeiro, e o C ongresso Nacionaldever devolv-lo para sano at o encerramento do primeiro perodo dalegislatura, que no ser interrompida sem a aprovao do projeto.

    29 CESPE/UNB Analista Administrativo ANEEL 2010 O processo deelaborao do PLOA se desenvolve no mbito do Ministrio da Fazenda eenvolve um conjunto articulado de tarefas complexas, compreendendo a

    participao dos Poderes Legislativo, Executivo e Judicirio, o que pressupe aconstante necessidade de tomada de decises nos seus vrios nveis.

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    30 (UnB/CESPE 2009 TRE/MA - Analista Judicirio) Com relao aoprojeto de LOA, julgue os itens seguintes.

    I Se o Poder Executivo no enviar a proposta oramentria at 31 de dezembrode cada ano, o Poder Legislativo poder elaborar e aprovar sua prpriaproposta.

    II No governo federal, o rgo central do sistema de planejamento aSecretaria de Oramento e Gesto.

    III O Poder Executivo pode enviar ao Poder Legislativo modificaes do projetode lei oramentria a qualquer tempo, desde que no tenha sido iniciada avotao da parte que se pretende alterar.

    IV O Poder Legislativo somente pode reestimar a receita global prevista noprojeto de lei oramentria se comprovar a e xistncia de erro ou omisso de

    ordem tcnica ou legal.Esto certos apenas os itens

    A) I e II.

    B) I e III.

    C) II e III.

    D) II e IV.

    E) III e IV.31 (UnB/CESPE 2009 TCU - Auditor Federal de C. Externo) Cabe a umacomisso mista permanente de senadores e deputados o exerccio doacompanhamento e da fiscalizao oramentria, sem prejuzo da atuao dasdemais comisses do Congresso Nacional e de suas casas.

    32 - (Escrivo PF 2004 Nacional/CESPE) Alteraes no projeto de leioramentria aps seu envio ao Congresso Nacional s podem ser efetuadas poriniciativa do Poder Legislativo.

    33 (T R E RIO GRANDE DO SUL 2003 ADMINISTRATIVA/ CESPE) NoCongresso, o projeto de Lei de Diretrizes Oramentrias poder receberemendas, desde que compatveis com o Plano Plurianual vigente, que seroapresentadas na Comisso Mista de Planos, Oramentos Pblicos e Fiscalizao,onde recebero parecer, sendo apreciadas pelas duas casas, na forma doregimento comum.

    34 (T R E ALAGOAS 2004 CONTABILIDADE/CESPE) O projeto de leioramentria da Unio deve ser apreciado pelas duas casas do CongressoNacional, na forma do regimento comum.

    35 (T R E ALAGOAS 2004 CONTABILIDADE/CESPE) Considere que,durante a fase de discusso e aprovao no Poder Legislativo, foi submetida aVAN

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    votao uma emenda modificando o projeto de lei oramentria. Nessa situao,a emenda poder ser aprovada desde que indique a anu lao de qualquerdespesa.

    36 (T R E ALAGOAS 2004 CONTABILIDADE/CESPE) Um processooramentrio desenvolve-se integralmente dentro de um exerccio financeiro.

    37 (Analista Especializao: Gesto Financeira 2008 / CESPE UNB) Asemendas ao projeto de LDO no podero ser aprovadas quando foremincompatveis com o PPA.

    38 - (Analista Especializao: Gesto Financeira 2008 / CESPE UNB) vedado o incio de programas ou projetos no includos na LOA.

    39 - TCE Tocantins Contabilidade 2009 / C ESPE UNB) Segundo aConstituio Federal de 1988 (CF), leis de iniciativa do Poder Executivo devem

    estabelecer os seguintes instrumentos legais de planejamento: Plano Plurianual(PPA); Lei de Diretrizes Oramentrias (LDO); e Lei de Oramento Anual (LOA).A respeito das leis oramentrias, assinale a opo correta.

    A A LOA compreender o oramento fiscal e o oramento da seguridade social.

    B vedado o incio de programas ou projetos no includos no PPA.

    C O projeto de LDO ser encaminhado ao Congresso Nacional at quatro mesesantes do encerramento do exerccio financeiro.

    D O projeto do PPA, com vigncia at o final do mandato presidencial, serencaminhado ao Congresso Nacional at quatro meses antes do encerramentodo exerccio financeiro.

    E As emendas ao projeto de LDO no podero ser aprovadas quando foremincompatveis com o PPA.

    40 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 Em situaesemergenciais, possvel autorizar dotaes oramentrias sem indicar asreceitas correspondentes que e as financiaro.

    41 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 No caso deiminncia de guerra contra outro pas, as despesas podem ser autorizadasmediante medida provisria, sem definio dos tetos dos valores a seremdespendidos.

    42 CESPE/UNB- CONTADOR DPU 2010 De acordo com o disposto na Lei n.4.320/1964, assinale a opo correta acerca dos crditos adicionais.

    A A abertura de crditos suplementares e especiais depende da e xistncia derecursos disponveis para ocorrer a de spesa e ser precedida de exposio

    justificada.

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    B Os crditos adicionais tero vigncia limitada ao exerccio financeiro em queforem abertos, salvo expressa disposio legal em contrrio quanto aos crditossuplementares.

    C Os crditos especiais sero abertos por decreto do Poder Legislativo, que delesdar imediato conhecimento ao Poder Executivo.

    D Para o fim de apurar os recursos utilizveis, provenientes de excesso dearrecadao, deduzir-se- a importncia dos crditos suplementares abertos noexerccio.

    E Entende-se por supervit financeiro o saldo positivo das diferenasacumuladas ms a ms entre a arrecadao prevista e a realizada,considerando-se, ainda, a tendncia do exerccio.

    43 CESPE/UNB- CONTADOR DPU 2010 Perto do final do exerccio de um

    ente, havia a inteno de abertura de um crdito especial no valor de R$ 5milhes. Na poca, esse ente dispunha dos dados a seguir.

    receitas e despesas oradas no exerccio . . . . . . . . . R$ 50 milhes

    receita realizada no exerccio . . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 56 milhes

    despesa realizada no exerccio . . . . . . . . . . . . . . . . R$ 47 milhes

    despesas passveis de cancelamento . . . . . . . . . . . . . . R$ 1 milho

    dficit financeiro no balano patrimonial do exerccio anterior. . R$ 2,5 milhes

    crdito extraordinrio aberto no exerccio . . . . . . . R$ 0,8 milho

    Considerando que crditos adicionais podem ser abertos se houver necessidadede autorizao para despesas no computadas ou insuficientemente dotadas, correto afirmar que, na situao acima descrita, havia recursos para abertura decrditos suplementares e especiais no valor, em reais, de at

    A 3,7 milhes.

    B 4,5 milhes.

    C 5,0 milhes.

    D 6,2 milhes.

    E 6,7 milhes.

    44 CESPE/UNB ADMINISTRADOR 2010 O crdito especial o nico quepode ter sua abertura autorizada no mbito da prpria lei oramentria anual.

    45 (UnB/CESPE 2009 ANAC - Analista Administrativo) O supervit

    financeiro pode ser utilizado como fonte para abe rtura de crditossuplementares e especiais.

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    46 (Perito Contbil 2004 PF Regional/CESPE) Os crditos adicionaisdistinguem-se dos oramentrios propriamente ditos por alterarem a l eioramentria anual. Tanto os crditos suplementares e especiais como osextraordinrios requerem a e xistncia de recursos e a indicao de sua fonte.Nesse ltimo caso dos crditos extraordinrios , embora o presidente da

    Repblica possa abri-los sem autorizao prvia do Congresso Nacional, suautilizao est condicionada existncia prvia de recursos especificamenteidentificados.

    47 (TRE TO 2007 CONTABILIDADE/CESPE) So crditos adicionais asautorizaes de despesas no computadas ou insuficientemente dotadas na Leide Oramento. Com relao aos crditos especiais, assinale a opo correta.

    A So crditos destinados ao reforo da dotao oramentria.

    B So crditos destinados a despesas urgentes e imprevisveis, como em casode guerra.C Os crditos especiais somente tero vigncia adstrita a exerccio financeiro emque forem abertos.

    D A abertura de crditos especiais depende da existncia de recursos disponveispara ocorrer a despesa e deve ser precedida de justificativa.

    E Os crditos especiais so abertos por decreto do Poder Executivo, que delesdar imediato conhecimento ao Poder Legislativo.

    48 (T R E RIO GRANDE DO SUL 2003 ADMINISTRATIVA/ CESPE) Se aabertura do crdito suplementar for promulgada nos ltimos seis meses doexerccio, este poder ser reaberto no exerccio seguinte, nos limites de seusaldo, sendo incorporado ao oramento do exerccio financeiro subseqente.

    49 (Tcnico de Contabilidade 2008 - UnB/CESPE TCE/TO) Os crditosadicionais so autorizaes de despesas no computados ou insuficientementedotados ou programados na LOA. Acerca de crditos adicionais, assinale a opocorreta.

    A Quando o ato de autorizao do crdito adicional ao oramento forpromulgado nos ltimos 4 meses do exerccio financeiro, estes podero serreabertos nos limites de seus saldos.

    B Na apurao do excesso de arrecadao, fonte para abertura de crditossuplementares e especiais, ser deduzida a importncia dos crditosextraordinrios abertos no exerccio.

    C Os crditos suplementares destinam-se a ate nder programas de trabalhonovos, que no estariam inicialmente previstos no oramento.

    D O produto de operaes de crdito por antecipao de receita oramentriaconstitui-se fonte de recursos para abertura de crditos suplementares.

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    E A LOA deve conter em seu texto a auto rizao para abertura de crditosextraordinrios.

    50 ( Analista de Transportes Urbanos - Contador 2008 DFTRANS/CESPE) _ A abertura de crditos extraordinrios depende daexistncia de recursos e deve ser precedida de justificativa.

    7. GABARITO COMENTADO - BATERIA I QUESTES CESPE/UNB2010 A 2013

    01 UnB/CESPE MPU 2010 Analista Administrativo Para que se atinja oequilbrio distributivo e se reduzam as possveis desigualdades inter-regionais, ooramento fiscal deve ser compatvel com o plano plurianual.

    Gabarito: Certo Os Oramentos fiscal e d e Investimento devem sercompatveis com o PPA e possuem a funo de reduzir desigualdades inter-regionais conforme previsto no 7 do art. 165.

    Art. 165. 7 - Os oramentos previstos no 5, I e II, deste artigo,compatibilizados com o plano plurianual, tero entre suas funes a de reduzirdesigualdades inter-regionais, segundo critrio populacional.

    02 UnB/CESPE MPU 2010 Analista Administrativo Os recursos queficarem sem despesas correspondentes podero ser realocados, conforme ocaso, mediante crditos especiais ou suplementares, com prvia e especficaautorizao legislativa.

    Gabarito: Certo Estes recursos podem ser utilizados para abertura decrditos adicionais suplementares e especiais porque as despesascorrespondentes foram rejeitas pelo Legislativo durante o processo de discussoe aprovao da LOA conforme previsto no 8 do art. 166 da CF.

    8 - Os recursos que, em decorrncia de veto, emenda ou rejeio do projetode lei oramentria anual, ficarem sem despesas correspondentes podero serutilizados, conforme o caso, mediante crditos especiais ou suplementares, comprvia e especfica autorizao legislativa.

    03 UnB/CESPE MPU 2010 Analista Administrativo O projeto de leioramentria deve ser encaminhado, pelo Congresso Nacional, para s anopresidencial, at o dia 31 de agosto do ano anterior sua aplicao.

    Gabarito: Errado O PLOA deve ser devolvido pelo Congresso Nacional parasano do presidente at o fim da sesso legislativa (22 de dezembro).

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    04 UnB/CESPE MPU 2010 Analista Administrativo De acordo com aConstituio Federal de 1988, o Congresso Nacional pode entrar em recessosem que tenha sido aprovado o projeto de lei de diretrizes oramentrias.

    Gabarito: Errado Na Unio, conforme dispe o 2 do art. 57 da CF, a nicalei oramentria que impede o recesso parlamentar a Le i de DiretrizesOramentrias. O PPA e a LOA no impedem o recesso.

    05 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno A Constituio Federal (CF)de 1988 dispe que a Le i Oramentria Anual (LOA) deve compreender trsoramentos: o de investimentos em empresas, o fiscal e o de seguridade social.

    Gabarito: Errado A LOA composta do oramento fiscal, oramento da

    seguridade social e o oramento de investimento das empresas em que a Unio,direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto.A questo fala de oramento em empresas de forma genrica, sem especificarque so empresas controladas pelo governo.

    06 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno O projeto de lei contendo aproposta oramentria para o prximo ano deve ser encaminhado at trsmeses antes do encerramento do exerccio corrente.

    Gabarito: Errado A PLOA deve ser encaminhado pelo Executivo para votaono Legislativo at 4 meses antes do encerramento do exerccio financeiro.

    07 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno No setor pblico, existemdois tipos de controle da execuo oramentria e f inanceira: o externo e ointerno. O exerccio do controle interno cabe ao Poder Legislativo.

    Gabarito: Errado : O controle Interno competncia de todos os poderes, j ocontrole externo competncia do Poder Legislativo com auxilio do Tribunal deContas.

    08 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno A vigncia de todo crditoadicional est restrita ao exerccio em que esse crdito foi aberto. A prorrogaoda vigncia permitida somente para os crditos especiais e extraordinrios,quando autorizados em um dos quatro ltimos meses do exerccio.

    Gabarito: Certo - A vigncia dos crditos adicionais restringe-se ao exerccio

    financeiro em que foram autorizados, exceto os crditos especiais eextraordinrios, abertos nos ltimos quatro meses do exerccio financeiro, que

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    podero ter seus saldos reabertos por instrumento legal apropriado, paravigerem at o trmino do exerccio financeiro subseqente.

    09 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno Os crditos adicionais sosomente aqueles destinados a autorizaes de despesas includas na LOA queno foram suficientemente dotadas.

    Gabarito: Errado De acordo com o art. 41 da Lei 4320/64, os crditosadicionais so as autorizaes de despesa no computadas ou insuficientementedotadas na Le i de Oramento. Portanto, os crditos adicionais contemplamtambm autorizaes de despesas no includas na LOA.

    10 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno Os crditos suplementarese especiais devem ter autorizao prvia obrigatoriamente includa na pr priaLOA.

    Gabarito: Errado Somente os crditos suplementares podem ser autorizadosna LOA, os crditos especiais s podem ser autorizados em lei especfica.

    11 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno Quanto finalidade, oscrditos suplementares so reforos para a categoria de programao

    contemplada na LOA, enquanto os crditos especiais e os extraordinriosatendem a despesas imprevisveis e urgentes.

    Gabarito: Errado As despesas imprevisveis e urgentes so autorizadas porcrditos extraordinrios.

    Vale acrescentar que o crdito suplementar utilizado para reforar a dotaode categoria de programao contemplada na LOA, j o crdito especial paraautorizar despesa no contemplada em categoria de programao constante naLOA.

    12 UnB/CESPE MPU 2010 Controle Interno A CF estabelece que osPoderes Legislativo, Executivo e Judicirio devem manter, de forma integrada, osistema de controle interno da execuo oramentria e financeira.

    Gabarito: Certo o que dispe o artigo 74 da CF.

    Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judicirio mantero, de formaintegrada, sistema de controle interno....

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    13 UnB/CESPE MPU 2010 Oramento De acordo com a C onstituioFederal de 1988 (CF), a LDO dispor sobre as alteraes na legislao tributriae orientar a elaborao do Plano Plurianual (PPA).

    Gabarito: Errado A LDO orienta a elaborao da LOA e no do PPA.

    14 UnB/CESPE MPU 2010 Oramento As principais etapas do ciclooramentrio so: elaborao da pro posta oramentria; discusso, votao eaprovao da lei oramentria; execuo oramentria e controle e avaliao daexecuo oramentria.

    Gabarito: Certo o que dispe a doutrina.

    15 UnB/CESPE MPU 2010 Oramento LDO, que contempla o perodode quatro anos de mandato poltico, tal como a lei que institui o PPA, cabe, deacordo com a CF, orientar a elaborao da LOA.

    Gabarito: Errado A LDO contempla apenas um perodo anual.

    16 UnB/CESPE MPU 2010 Oramento O PPA contempla o planejamentopara quatro anos de governo, iniciando-se no segundo ano de mandatopresidencial e terminando no primeiro ano de mandato do chefe do PoderExecutivo subsequente.

    Gabarito: Certo O PPA elaborado no 1 ano do mandato, porm suavigncia inicia-se no 2 ano e vai at o 1 ano do mandato subseqente.

    17 CESPE/UnB CAPES 2012 O Congresso Nacional s poder entrar emrecesso aps a apro vao da l ei de diretrizes oramentrias, ao final de cadaexerccio financeiro.

    Gabarito: Errado O CN dever votar e encaminhar o PLDO para sanopresidencial at o final primeiro perodo da sesso legislativa (17/07). OCongresso Nacional no entrar em recesso enquanto no aprovada a LDO. Aquesto esta errada porque fala em final do exerccio financeiro e no final doprimeiro perodo da sesso legislativa (onde comea o primeiro recesso).

    18 CESPE/UnB CAPES 2012 Cabe Comisso Mista de Planos, OramentosPblicos e Fiscalizao examinar e emitir parecer sobre o projeto de lei do

    oramento, do plano plurianual, das diretrizes oramentrias e de crditosadicionais.

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    Gabarito: Certo o que determina o artigo 166 da CF. Vale acrescentar que,na Unio, a Comisso Mista de Oramento prevista no 1 do Art. 166 da CF denominada de Comisso Mista de Planos, Oramentos Pblicos e Fiscalizao.

    Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, s diretrizesoramentrias, ao oramento anual e aos crditos adicionais sero apreciadospelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum.

    1 - Caber a uma Comisso mista permanente de Senadores e Deputados:

    I - examinar e emitir parecer sobre os projetos referidos neste artigo e sobre ascontas apresentadas anualmente pelo Presidente da Repblica;

    19 CESPE/UnB CAPES 2012 O plano plurianual, uma sntese dos esforos deplanejamento da administrao pblica, orienta a elaborao dos demais planose programas de governo e a elaborao do oramento anual.

    Gabarito: Certo o que dispe a doutrina com base no artigo 165 da CF.

    Art. 165 - 4 - Os planos e programas nacionais, regionais e setoriaisprevistos nesta Constituio sero elaborados em consonncia com o planoplurianual e apreciados pelo Congresso Nacional.

    A respeito de crditos adicionais e suas peculiaridades, julgue os itenssubsequentes.

    20 CESPE/UnB TRT 10. REGIO 2013 Os crditos suplementares tmcomo objetivo reforar a dotao oramentria existente e sua vigncia ser desua abertura ao trmino do exerccio financeiro. Contudo, se a abertura se dernos ltimos quatro meses daquele exerccio, esses crditos podero serreabertos no limite de seus saldos e incorporados ao oramento do exercciosubsequente.

    Gabarito: Errado O crdito suplementar no pode ter sua vigncia

    postergada para o exerccio seguinte.

    21 CESPE/UnB TRT 10. REGIO 2013 No necessria a indicao derecursos para a abertura de crditos extraordinrios. Sua abertura se faz, naUnio, por meio de medida provisria, e nos demais entes, por decreto doExecutivo.

    Gabarito: Certo - Devido a urgncia, a legislao permite que o crditoextraordinrio seja aberto independentemente da indicao de recursos e de leiautorizativa prvia.

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    22 CESPE/UnB TRE/RJ 2012 Se o presidente da Repblica desejar alterar aproposta oramentria enquanto ela estiver em tramitao no CongressoNacional, ele no precisar utilizar nenhum dos crditos adicionais previstos nalegislao vigente.

    Gabarito: Certo O Chefe do Executivo pode fazer a al terao atravs demensagem retificadora desde que a Comisso Mista de Oramento ainda notenha iniciada a votao da parte que ele pretendendo alterar. o que dispe oartigo 166 da CF.

    Art. 166 5 - O Presidente da R epblica poder enviar mensagem aoCongresso Nacional para propor modificao nos projetos a que se refere esteartigo enquanto no iniciada a votao, na C omisso mista, da parte cujaalterao proposta.

    23 CESPE/UnB TRT 10. REGIO 2013 Sendo os trs poderes da Repblicaindependentes e as leis oramentrias iniciativa do Poder Executivo, h,naturalmente, uma relao polmica quanto ao encaminhamento das propostasremuneratrias dos Poderes Legislativo e Judicirio. Para que eventuais litgios eingerncias nesse mbito sejam minimizados, a legislao determina que osparmetros para a fixao da remunerao no Poder Legislativo, assim como oslimites para a proposta oramentria do Poder Judicirio e do Ministrio Pblico,

    sejam includos no PPA.Gabarito: Errado . Os limites para a proposta oramentria do Poder Judicirio,Ministrio Pblico e qualquer rgo que tenha autonomia oramentria efinanceira devem ser includos na LDO e no PPA.

    8. GABARITO COMENTADO - BATERIA II QUESTES CESPE/UNB2004 A 2010

    01 UnB/CESPE MS/Tcnico em Contabilidade 2009 Caber LO A oestabelecimento de metas e prioridades da administrao pblica federal,incluindo as despesas de capital para o exerccio financeiro subsequente. A LOAdeterminar, ainda, a poltica de aplicao das agncias financeiras oficiais defomento.

    Gabarito: Errado Cabe a LDO.

    02 UnB/CESPE MS/Tcnico em Contabilidade 2009 A LOA compreende o

    oramento de investimentos das empresas em que a U nio indiretamentedetenha a maioria do capital social com direito a voto.

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    Gabarito: Certo: A LOA composta pelos Oramento Fiscal, Oramento daSeguridade Social e Oramento de Investimento. O Oramento de Investimentocontempla os recursos que sero investidos nas empresas controladas de formadireta e indireta pelo Governo.

    03 UnB/CESPE MS/Contador 2009 O PPA compreende as metas eprioridades da administrao pblica federal, orientando a elaborao da LOA eas alteraes na l egislao tributria, enquanto que a LD O estabelece asdiretrizes, os objetivos e as metas da administrao pblica federal,especialmente para as despesas de capital e outras delas decorrentes.

    Gabarito: Errado: LDO estabelece as metas e prioridades anuais e orienta aelaborao da LOA enquanto o PPA estabelece as diretrizes, objetivos e metas.

    04 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 A realizao deobra cuja execuo perdure dois anos depende de sua prvia incluso na lei doPlano Plurianual.Gabarito: Certo: Investimentos (exemplo: obras) com prazo de execuosuperior a 1 ano s podero ser realizados se previamente includo no PPA.

    05 UnB/CESPE TRE/MT - Analista Judicirio 2010 No mbito do processooramentrio pblico, a auto rizao para a c oncesso de vantagens ouaumentos de remunerao de servidores pblicos deve constar

    A no plano plurianual.

    B na lei de diretrizes oramentrias.C na lei oramentria anual.

    D na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    E na lei de normas gerais para a elaborao dos oramentos.

    Gabarito: B Aumento de despesa com pessoal s pode ocorrer se houverautorizao na LDO previamente, ressalvadas as empresas pblicas esociedades de economia mista que no precisam desta autorizao.

    06 UnB / CESPE SGA / AAJ Contador 2004 O oramento da seguridadesocial, compatibilizado com o PPA, tem, entre as suas funes, a de reduzir asdesigualdades regionais, segundo critrios populacionais.

    Gabarito: Errado Somente os oramentos fiscal e de investimento tm comofuno reduzir desigualdades inter-regionais.

    07 UnB / CESPE SGA / AAJ Contador 2004 O PPA est voltado para aprogramao da administrao pblica e idealizado como guia para asautorizaes oramentrias anuais, referentes ao perodo de um mandatopresidencial.

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    Gabarito: Errado : A vigncia do PPA de 4 anos, porm no coincidente com operodo de vigncia do mandato presidencial.

    08 UnB / CESPE GDF / SGA / ADM CONTADOR 2004 De acordo com aConstituio Federal, a lei que instituir o PPA deve estabelecer, de formaregionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da administrao pblicafederal para os programas de durao continuada.

    Gabarito: Certo O PPA estabelece diretrizes, objetivos e metas para asdespesas de capital (e outras delas decorrentes) e para os programas dedurao continuada (vigncia superior a 1 ano).

    09 UnB / CESPE GDF / SGA / ADM CONTADOR 2004 O PPA deve serencaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional at o dia 31 de

    agosto do segundo ano de mandato presidencial.Gabarito: Errado : O PPA encaminhado no primeiro ano do mandato at 31de agosto (4 meses antes do trmino do exerccio financeiro). No segundo anodo mandato comea a vigncia.

    10 CESPE/UNB- CONTADOR DPU 2010 Os oramentos fiscal e da seguridadesocial integram a LOA, sendo apresentados conjuntamente no mesmodocumento. Tais oramentos compreendem

    A as organizaes no governamentais que recebam recursos pblicos conta

    de convnios com rgos e entidades da prpria administrao.B as sociedades de economia mista que dependam do Tesouro Nacional parasuas despesas de custeio.

    C os conselhos profissionais, desde que constitudos como autarquias.

    D as empresas pblicas prestadoras de servios a rgos da administrao.

    E os servios sociais autnomos.

    Gabarito: B Os recursos direcionados para despesas de custeio das empresaspblicas e sociedades de economia mista dependentes so alocados nooramento fiscal, j os recursos com investimentos so alocados no oramentode investimento.

    11 (Perito Contbil 2004 PF (CESPE) As entidades que no estocompreendidas na l ei oramentria anual incluem os conselhos de fiscalizaode profisses regulamentadas, constitudos como autarquias, e as organizaesno-governamentais que recebem transferncias do Tesouro.

    Gabarito: Certo A Unio no inclui no oramento os conselhos profissionais(CRC, CRA, CREA, CRM, etc.) porque no dependem de recursos pblicos etambm no inclui as organizaes governamentais porque no pertencem aadministrao pblica, apesar de receber recursos pblicos.VAN

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    12 - -(Perito Contbil 2004 PF Regional/CESPE ) De acordo com ocalendrio vigente, o presidente da Repblica, no primeiro ano de seu mandato,governa o pas com o plano plurianual, a lei de diretrizes oramentrias e a leioramentria anual aprovados pelo seu antecessor, embora no esteja impedidode propor alteraes.

    Gabarito: Certo A LDO e a LOA so elaboradas e aprovadas no ano anterior aoda execuo e o PPA no primeiro ano do mandato. Portanto, no primeiro ano degoverno, todos os instrumentos foram aprovados pelo antecessor. Ressalta-seque podero ocorrer alteraes por lei ordinria elaboradas pelo chefe do PoderExecutivo.

    13 (T R E ALAGOAS 2004 ADMINISTRATIVA CESPE) A LDOcompreender as metas e prioridades regionais da ad ministrao pblicafederal, incluindo as despesas de capital para o exerccio financeirosubseqente.

    Gabarito: Certo A LDO estabelece as metas e prioridades, incluindo asdespesas de capital para o exerccio financeiro subseqente. Estas metas soregionais porque representam uma parcela das metas regionais estabelecidas noPPA.

    14 (T R E ALAGOAS 2004 ADMINISTRATIVA CESPE) A LDOestabelecer a poltica de aplicao das agncias financeiras oficiais de fomento.

    Gabarito: Certo funo de a LDO estabelecer a poltica de aplicao das

    agncias financeiras oficiais de fomento como o BNDES.15 ( Analista Judicirio rea: Administrativa UnB / CESPE TRT / 16.Regio ) O Congresso Nacional no poder entrar em recesso caso no vote alei de diretrizes oramentrias at o encerramento da sesso legislativa.

    Gabarito: Errado Realmente a LDO impede o r ecesso, porm ela deve seraprovada at o encerramento do primeiro perodo da sesso legislativa (17/07)e no encerramento da sesso (22/12).

    16 (T R E ALAGOAS 2004 CONTABILIDADE/CESPE) A Constituio

    Federal determina que a l ei que instituir o PPA deve estabelecer objetivos emetas da administrao pblica, de forma regionalizada, para as despesas decapital e as delas decorrentes.

    Gabarito: Certo As metas estabelecidas no PPA so regionalizadas.

    17 (T R E ALAGOAS 2004 CONTABILIDADE/CESPE) Um PPA dever terincio no segundo ano de mandato de um presidente e vigncia at o final doprimeiro exerccio financeiro do mandato presidencial subseqente.

    Gabarito: Certo. O PPA um instrumento cuja vigncia ultrapassa o mandato.

    18 (Controlador de Recursos Pblicos rea: Direito 2004 TCE-ES UnB /CESPE) Se a l ei federal estabeleceu determinada iseno, o governo deveVAN

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    informar anualmente ao Congresso Nacional os efeitos dessa iseno sobre areceita.

    Gabarito: Certo Junto com o encaminhamento do projeto da lei oramentriaanual dever ser enviado um demonstrativo do impacto nas receitas e despesasprovenientes de benefcios fiscais concedidos.

    19 (Controlador de Recursos Pblicos rea: Direito 2004 TCE-ES UnB /CESPE) Apesar de ser caracterizado como um plano de investimentos, o PPAtambm deve trazer algumas das despesas correntes.

    Gabarito: Certo O PPA deve trazer as metas para despesa de capital e outrasdelas decorrentes (as despesas correntes decorrentes das despesas de capitalconstam no PPA). Por exemplo: A construo de uma escola uma despesa decapital que gera uma despesa corrente (manuteno da escola).

    20 (Contador 2002 TJ-/AC UnB / CESPE) A lei oramentria anual constituda de trs oramentos: fiscal, da seguridade social e das empresasestatais. O oramento da seguridade social compreende os rgos e entidadesda administrao direta e indireta, fundos e fundaes do poder pblico estadualresponsveis por aes nas reas da educao, sade, previdncia social eassistncia social.

    Gabarito: Errado O Oramento da Seguridade Social o composto pela Sade,Previdncia e Assistncia Social.

    As trs leis que compem o ciclo oramentrio brasileiro so: o plano plurianual(PPA), a lei de diretrizes oramentrias (LDO) e a lei do oramento anual (LOA).O papel dessas leis integrar as atividades do planejamento e oramento paraassegurar o sucesso da ao governamental nos municpios, nos estados e nopas. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

    21 UnB/CESPE MS/Contador 2009 Devido ausncia de lei complementarna esfera federal, conforme previsto na Constituio Federal de 1988 (CF), noh prazos estabelecidos para o Poder Executivo encaminhar os projetos de leique tratam do PPA, da LDO e do oramento anual.

    Gabarito: Errado Realmente os prazos devem ser estabelecidos por leicomplementar, porm esta lei no foi instituda. Sendo assim, esta valendo osprazos estabelecidos no art. 35 do ADCT para Unio.

    22 UnB/CESPE UNIPAMPA/Contador 2009 Com o objetivo de aumentar adotao oramentria para a educao, os deputados podem apresentaremendas ao PLOA, cancelando recursos destinados ao servio da dvida ealocando-os na funo Educao.

    Gabarito: Errado No podem ser anulados recursos para despesa de pessoal,

    servios da dvida e transferncias tributrias constitucionais para fins deemenda oramentria.

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    23 UnB/CESPE UNIPAMPA/Contador 2009 At a edio de leicomplementar que regulamente o Plano Plurianual (PPA), a L ei de DiretrizesOramentrias (LDO) e o oramento anual, no tocante ao exerccio financeiro,vigncia, prazos, elaborao e organizao, o PPA tem como perodo deexecuo o incio do segundo exerccio financeiro do mandato presidencial at o

    final do primeiro exerccio financeiro do mandato subsequente.Gabarito: Certo. Esta regra visa fortalecer o planejamento em relao aoadministrador pblico.

    24 UnB/CESPE SECONT/ES/Auditor do Estado 2009 As propostasoramentrias parciais dos Poderes Legislativo e Judicirio e do MinistrioPblico sero elaboradas respeitando os limites estipulados na Lei de DiretrizesOramentrias (LDO).

    Gabarito: Certo Os rgos que possuem autonomia oramentria e financeiradevem elaborar suas propostas obedecendo aos limites estabelecidos na LD O.Depois de elaboradas, so enviadas para o Poder Executivo consolidar eencaminhar ao Legislativo para votao e aprovao.

    25 FUB/CESPE / Auditor 2009 No mbito federal, o projeto de lei do planoplurianual ser encaminhado anualmente pelo Poder Executivo ao CongressoNacional at quatro meses antes do encerramento do exerccio.

    Gabarito: Errado O PPA no encaminhado anualmente porque tem vignciaplurianual. Porm nada impede que haja uma reviso anual.

    26 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 O PoderLegislativo pode tomar a iniciativa de propor alteraes Lei OramentriaAnual aprovada.

    Gabarito: Errado - Depois de aprovada, a l ei oramentria s pode sermodificada por projeto de lei de autoria do Poder Executivo.

    27 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 O CongressoNacional est impedido de incluir na Lei Oramentria Anual receitas que oPoder Executivo tenha omitido no projeto de lei respectivo.

    Gabarito: Errado O Poder Legislativo pode alterar o projeto quando houvererro ou omisso do Poder Executivo.

    28 UnB / CESPE CENSIPAM/Analista de Suporte 2009 O presidente daRepblica deve enviar o projeto anual de lei de diretrizes oramentrias at oitomeses antes do encerramento do exerccio financeiro, e o Congresso Nacionaldever devolv-lo para sano at o encerramento do primeiro perodo dalegislatura, que no ser interrompida sem a aprovao do projeto.

    Gabarito Errado O prazo de encaminhamento da LDO de at oito meses emeio antes do trmino do exerccio (15/04).

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