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Noções de Administração Financeira e Orçamentária (AFO) Resumo com esquemas e questões: I-Orçamento público II-O orçamento público no Brasil Gabriela Melo Junho de 2015

Afo Resumo Versao2

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Afo Resumo Versao2

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  • Noes de Administrao Financeira e Oramentria (AFO)

    Resumo com esquemas e questes:

    I-Oramento pblico

    II-O oramento pblico no Brasil

    Gabriela Melo

    Junho de 2015

  • Lei do Direito Autoral n 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Probe a reproduo total ou parcial desse material ou divulgao com fins comerciais ou no, em qualquer meio de comunicao, inclusive na Internet, sem autorizao da StartCon Sistema de Ensino Online.

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    Contedo

    AFO Resumo com esquemas e questes .................................................................................................. 2

  • Lei do Direito Autoral n 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Probe a reproduo total ou parcial desse material ou divulgao com fins comerciais ou no, em qualquer meio de comunicao, inclusive na Internet, sem autorizao da StartCon Sistema de Ensino Online.

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    AFO Resumo com esquemas e questes

    I. Oramento Pblico

    Conceito

    uma lei de iniciativa do poder executivo, e aprovada pelo poder legislativo, que estima a receita e fixa a despesa da administrao governamental. Essa lei deve ser elaborada por todas as esferas de governo em um exerccio para, depois de devidamente aprovada, vigorar no exerccio seguinte. (ABOP)

    A Lei do Oramento conter a discriminao da receita e despesa de forma a evidenciar a poltica econmica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princpios de unidade, universalidade e anualidade. (Art. 2, LRF)

    Caractersticas

    Documento legal / Lei formal elaborado pelo poder executivo e autorizado pelo poder legislativo

    Temporrio compreende determinado perodo, normalmente 12 meses (ano fiscal / exerc. financeiro)

    Plano de trabalho descreve as aes que sero executadas Prev receitas a serem arrecadas pelo poder pblico Fixa despesas a serem realizadas nas aes previstas

    Tipos de oramento

    Quanto ao rgo de elaborao (legislativo, executivo, misto adotado no Brasil -) Quanto forma de elaborao

    1-Oramento tradicional ou clssico

    - controle das atividades governamentais em que o governo gasta objeto do gasto

    - preocupaes: polticas, contbeis e financeiras

    - mera previso de receitas e de autorizao de despesas

    - classificava as despesas pelos seguintes critrios:

    - por unidades administrativas (os rgos responsveis pelo gasto)

    - por objeto ou item de despesa

    - no privilegiava um programa de trabalho ou um conjunto de objetivos a atingir

    2-Oramento moderno

    A) Oramento de desempenho ou de realizaes

    - a nfase era as coisas que o governo fazia foco nos resultados

    - planejamento e oramento existe, mas desvinculado

    - realizao de grandes obras elefantes brancos

    B) Oramento-programa

    - nfase nos objetivos plano de trabalho do governo

    - plano de trabalho expresso por um conjunto de aes a realizar e pela identificao dos recursos necessrios a sua execuo

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    - programa mdulo comum integrador entre o plano e o oramento

    - permite avaliao dos resultados das aes governamentais

    - planejamento e oramento integrado / vinculado

    - deve conter: objetivos, programas, custos e medidas de desempenho

    - implementao no Brasil 1964, legalizado na lei 4.320/64 (ler art. 2)

    - decreto lei 200/67 reforou a ideia em seu art 7 e art 16 (ler)

    - CF/88 importante ferramenta na implementao reorganizou o sistema de planejamento e oramento nacional estabelecendo os instrumentos oramentrios PPA, LDO (inovao completa) e LOA.

    - dec 2829/98 (ler art. 1 e 2) e PPA 2000-2003 efetiva implementao no pas

    Tcnicas Oramentrias

    Oramento base zero

    Oramento participativo

    Princpios oramentrios

    Do oramento bruto Todas as receitas devem constar na LOA e na lei de crditos adicionais por seus valores brutos, vedadas dedues, impedindo a incluso de quantias lquidas.

    Da Anualidade e periodicidade A autorizao dada pelo poder legislativo ao executivo compreende ao perodo de 1 ano, o oramento anual. (Exceto: crditos extraordinrios e especiais).

    Da Discriminao, especificao ou especializao

    Tem por finalidade vedar as dotaes globais.

    A discriminao da despesa se faz no mnimo por elementos.

    Da Unidade ou totalidade No permitido oramentos paralelos.

    Da no afetao de receitas Veda a vinculao de impostos a determinados rgos, entidades ou fundos, salvo excees previstas em lei.

    Da Universalidade No pode haver receitas e despesas que no estejam previstas na LOA. O

    oramento nico, contendo seus valores brutos. Incluindo o oramento fiscal, de investimentos e o da seguridade.

    Da exclusividade O oramento deve conter apenas matrias oramentrias. Excees: abertura de crdito suplementar e operaes de crdito por antecipao da receita

  • Lei do Direito Autoral n 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Probe a reproduo total ou parcial desse material ou divulgao com fins comerciais ou no, em qualquer meio de comunicao, inclusive na Internet, sem autorizao da StartCon Sistema de Ensino Online.

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    II. Oramento Pblico Questes

    1-Com relao s caractersticas especficas do oramento-programa, julgue o item abaixo.

    O oramento-programa fornece subsdios ao planejamento, visto que possibilita a ligao entre o controle da execuo oramentria e a elaborao oramentria.

    2-Com relao ao ciclo e aos princpios oramentrios, julgue os itens que se seguem.

    A utilizao de linguagem simples e inteligvel, como forma de dar transparncia ao oramento pblico, atende ao princpio oramentrio da clareza.

    3-No Brasil, adota-se o oramento misto, visto que sua elaborao competncia do Poder Executivo, e sua votao e controle so competncias do Poder Legislativo.

    4-O atendimento ao princpio oramentrio da universalidade condio necessria para que o ente governamental possa realizar operaes de crdito por antecipao da receita oramentria.

    A respeito do oramento-programa, julgue os itens a seguir.

    5-O oramento-programa, que passou a integrar a legislao a partir da Constituio Federal de 1988 (CF), consolidou a vinculao do oramento ao planejamento constante do plano plurianual.

    6-A elaborao do oramento com nfase nas necessidades das unidades organizacionais e nos aspectos contbeis caracteriza o oramento-programa.

    7-A respeito dos princpios oramentrios, julgue os itens a seguir.

    O princpio da unidade estabelece que o montante da despesa no deve ultrapassar a receita prevista para o perodo.

    8-O impedimento apropriao de receitas de impostos, com exceo das ressalvas previstas na Constituio Federal de 1988 (CF), tipifica o princpio da no vinculao das receitas.

    9-A proibio relativa insero, na lei oramentria, de norma estranha previso da receita e fixao da despesa advm do princpio da universalidade.

    O ciclo oramentrio corresponde ao perodo de tempo em que se processam as atividades tpicas do oramento pblico, desde sua concepo at a

    apreciao final. Com relao ao processo do ciclo oramentrio, julgue os itens a seguir.

    10-No Brasil, o ciclo oramentrio se divide em duas etapas: a elaborao/planejamento da proposta oramentria e a execuo oramentria/financeira.

    11-As principais etapas do ciclo oramentrio so: elaborao da proposta oramentria; discusso, votao e aprovao da lei oramentria; execuo oramentria e controle e avaliao da execuo oramentria.

    12-No processo de elaborao da proposta oramentria, a Secretaria de Oramento Federal coordena, consolida e supervisiona a elaborao da LDO e da proposta oramentria da Unio, compreendendo o oramento fiscal e o oramento da seguridade social.

    No que se refere ao oramento pblico, julgue os itens subsequentes. 13-O ciclo oramentrio corresponde ao perodo de tempo em que se processam as atividades tpicas do oramento pblico, desde sua concepo at a apreciao final.

    14-No oramento base zero, salvo os casos especificados em lei, os programas devem ser justificados a cada exerccio financeiro, respeitando-se os direitos adquiridos sobre verbas anteriormente outorgadas.

    15-A organizao e a apresentao do oramento pblico so as principais preocupaes do oramento base-zero, enquanto a avaliao e a tomada de deciso acerca das despesas ocupam, nesse modelo, um papel secundrio.

    Tendo em vista que o crescimento dos gastos pblicos e o consequente aumento do peso do governo na economia tornam o planejamento da ao governamental cada vez mais importante, julgue os itens subsequentes, relativos evoluo do oramento pblico e ao papel do Estado na economia.

    16-O oramento-programa uma tcnica ambiciosa de conciliao entre planejamento e controle poltico na pea oramentria. sua eficcia como instrumento de controle poltico que torna difcil sua implantao, j que no h grandes dificuldades tcnicas para a sua operacionalizao.

  • Lei do Direito Autoral n 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Probe a reproduo total ou parcial desse material ou divulgao com fins comerciais ou no, em qualquer meio de comunicao, inclusive na Internet, sem autorizao da StartCon Sistema de Ensino Online.

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    Gabarito: 1-C, 2-C, 3-C,4-E, 5-E,6-E, 7-E,8-C, 9-E, 10-E, 11-C, 12-C, 13-C, 14-E, 15-E, 16-E

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    III. O Oramento Pblico no Brasil

    Constituio da Repblica Federativa do Brasil de 1988, Artigos 165 at 169 (Esquematizados)

    Seo II - DOS ORAMENTOS

    Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecero:

    I - o plano plurianual;(PPADOM)

    II - as diretrizes oramentrias;(LDOMP)

    III - os oramentos anuais.(LOA)

    1 A lei que instituir o plano plurianual estabelecer, de forma regionalizada, as Diretrizes, Objetivos e Metasda administrao pblica federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de durao continuada.

    CLASSIFICAO DA DESPESA ORAMENTRIA

    1-CORRENTE 2-DE CAPITAL

    So despesas de custeio de manuteno das atividades dos rgos da administrao pblica.

    So despesas que, normalmente, concorre para a formao de um bem de capital, assim como para a expanso das atividades do rgo.

    CONSUMO (n impacta positivamente no patliq do ente) INOVAO / EXPANSO (Compras, Amortizaes)

    MANUTENO CONTRIBUI P FORMAO DO PAT PBLICO

    a) CUSTEIO a) INVESTIMENTOS (aumenta o PIB)

    Manuteno svs anteriormente criados Planejamento e execuo de obras (aquisio de imveis - novo)

    Obras de conservao e adaptao Prog. Especial de trabalho

    Pessoal Inst / Equip / Material permanente - novo

    Svs de terceiros Participao em const ou aumento de cap de emp n comer/financ

    Enc. Diversos

    b) INVERSES FINANCEIRAS

    b) TRANSFERNCIAS CORRENTES Aquisio de imveis (n novos)

    Dotaes sem contra partida Participao em const ou aumento de cap de emp comer/financ

    Subvenes (econmicas / sociais) Titulosrepresent.de cap de emp em func (n pode ter aumento de cap)

    Inativos, Pensionistas Concesso de emprstimos

    Salrio famlia Concesso de fundos rotativos

    Juros da dvida pblica Diversas inverses financeiras

    Contribuio da Previdncia Social

    c) TRANSFERNCIAS DE CAPITAL (dotaes em contraprestao)

    Amortizao da dvida pblica

    Auxlios para obras pblicas

    Auxlios para equip e instalaes

    Auxlios para inverses financeiras

    Outras contribuies

    Despesas correntes que decorram das despesas de capital, por exemplo, despesas correntes necessrias a investimentos a serem realizados durante mais de um exerccio financeiro; e despesas correntes relativas aos programas de durao continuada.

    Oramento Fiscal

    Oramento de Investimento

    Oramento de Seguridade Social

  • Lei do Direito Autoral n 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Probe a reproduo total ou parcial desse material ou divulgao com fins comerciais ou no, em qualquer meio de comunicao, inclusive na Internet, sem autorizao da StartCon Sistema de Ensino Online.

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    2 A lei de diretrizes oramentrias compreender as Metas e Prioridadesda administrao pblica federal, incluindo as despesas de capital para o exerccio financeiro subseqente, orientar a elaborao da lei oramentria anual, dispor sobre as alteraes na legislao tributria e estabelecer a poltica de aplicao das agncias financeiras oficiais de fomento.

    Quadro esquematizado

    PPA (Plano Plurianual)

    LDO (Diretrizes Oramentrias)

    LOA (Oramentos Anuais)

    1-VIGENCIA 4 ANOS* (+-1ANO) ANUAL

    2-ENCAMINHA 1 ANO 31/08 15/4 31/8

    3-DEVOLUO 22/12 17/7 22/12

    4-FUNO Diretrizes Objetivos Metas

    Metas Prioridades

    Prever receita Fixar despesa

    5-COMPOSIO Programas Ampla Oramento (fiscal, seguridade social, investimento)

    3 O Poder Executivo publicar, at 30 dias aps o encerramento de cada bimestre, relatrio resumido da execuo oramentria.

    Princpio Oramentrio da Publicidade O princpio da publicidade do Art. 37, CF tambm oramentrio. As decises sobre oramento s tem validade aps publicao em rgo da imprensa oficial.

    4 Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituio sero elaborados em consonncia com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional.

    5 A lei oramentria anual compreender:

    I - o oramento fiscal referente aos Poderes da Unio, seus fundos, rgos e entidades da administrao direta e indireta, inclusive fundaes institudas e mantidas pelo Poder Pblico;(Empresas Dependentes)

    II - o oramento de investimento das empresas em que a Unio, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;(Empresas Independentes)

    III - o oramento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e rgos a ela vinculados, da administrao direta ou indireta, bem como os fundos e fundaes institudos e mantidos pelo Poder Pblico.

    (Sade, Previdncia Social e Assistncia Social.)

    6 O projeto de lei oramentria ser acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenes, anistias, remisses, subsdios e benefcios de natureza financeira, tributria e creditcia.

    7 Os oramentos previstos no 5, I e II, deste artigo, compatibilizados com o plano plurianual, tero entre suas funes a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critrio populacional.

    8 A lei oramentria anual no conter dispositivo estranho previso da receita e fixao da despesa, no se incluindo na proibio a autorizao para abertura de crditos suplementares e contratao de operaes de crdito, ainda que por antecipao de receita, nos termos da lei.

    Princpio da Exclusividade Excees: abertura de crdito suplementar e operaes de crdito por antecipao da receita.

    Ex: BNDES, BB, CEF, Banco do Nordeste, Banco da Amaznia...

    31/08 =4 meses antes do encerramento do 1 exerccio financeiro (31/12)

    22/12 = encerramento da sesso legislativa

    15/04 = 8,5 meses antes do encerramento do exerccio financeiro

    17/07 = 1 perodo da sesso legislativa

    I - Oramento Fiscal

    II - Oramento de Investimento

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    9 Cabe lei complementar:

    I - dispor sobre o exerccio financeiro, a vigncia, os prazos, a elaborao e a organizao do plano plurianual, da lei de diretrizes oramentrias e da lei oramentria anual;

    II - estabelecer normas de gesto financeira e patrimonial da administrao direta e indireta bem como condies para a instituio e funcionamento de fundos.(LRF)

    III - dispor sobre critrios para a execuo equitativa, alm de procedimentos que sero adotados quando houver impedimentos legais e tcnicos, cumprimento de restos a pagar e limitao das programaes de carter obrigatrio, para a realizao do disposto no 11 do art. 166. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, s diretrizes oramentrias, ao oramento anual e aos crditos adicionais sero apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum.

    1 Caber a uma Comisso mista permanente de Senadores e Deputados(CMO):

    I - examinar e emitir parecer sobre os projetos referidos neste artigo e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente da Repblica;

    II - examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituio e exercer o acompanhamento e a fiscalizao oramentria, sem prejuzo da atuao das demais comisses do Congresso Nacional e de suas Casas, criadas de acordo com o art. 58.

    2 As emendas sero apresentadas na Comisso mista, que sobre elas emitir parecer, e apreciadas, na forma regimental, pelo Plenrio das duas Casas do Congresso Nacional.

    3 As emendas ao projeto de lei do oramento anual ou aos projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadas caso:

    I - sejam compatveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes oramentrias;

    II - indiquem os recursos necessrios, admitidos apenas os provenientes de anulao de despesa, excludas as que incidam sobre:

    a) dotaes para pessoal e seus encargos;

    b) servio da dvida;

    c) transferncias tributrias constitucionais para Estados, Municpios e Distrito Federal; ou

    III - sejam relacionadas:

    a) com a correo de erros ou omisses; ou

    b) com os dispositivos do texto do projeto de lei.

    4 As emendas ao projeto de lei de diretrizes oramentriasno podero ser aprovadas quando incompatveis com o plano plurianual.

    5 O Presidente da Repblica poder enviar mensagem ao Congresso Nacional para propor modificao nos projetos a que se refere este artigo enquanto no iniciada a votao, na Comisso mista, da parte cuja alterao proposta.

    6 Os projetos de lei do plano plurianual, das diretrizes oramentrias e do oramento anual sero enviados pelo Presidente da Repblica ao Congresso Nacional, nos termos da lei complementar a que se refere o art. 165, 9.

    7 Aplicam-se aos projetos mencionados neste artigo, no que no contrariar o disposto nesta seo, as demais normas relativas ao processo legislativo.

    Essa lei ainda no foi criada.

    II - Oramento de Investimento

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    8 Os recursos que, em decorrncia de veto, emenda ou rejeio do projeto de lei oramentria anual, ficarem sem despesas correspondentes podero ser utilizados, conforme o caso, mediante crditos especiais ou suplementares, com prvia e especfica autorizao legislativa.

    9 As emendas individuais ao projeto de lei oramentria sero aprovadas no limite de 1,2% (um inteiro e dois dcimos por cento) da receita corrente lquida prevista no projeto encaminhado pelo Poder Executivo, sendo que a metade deste percentual ser destinada a aes e servios pblicos de sade. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    10. A execuo do montante destinado a aes e servios pblicos de sade previsto no 9, inclusive custeio, ser computada para fins do cumprimento do inciso I do 2 do art. 198, vedada a destinao para pagamento de pessoal ou encargos sociais. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    11. obrigatria a execuo oramentria e financeira das programaes a que se refere o 9 deste artigo, em montante correspondente a 1,2% (um inteiro e dois dcimos por cento) da receita corrente lquida realizada no exerccio anterior, conforme os critrios para a execuo equitativa da programao definidos na lei complementar prevista no 9 do art. 165. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    12. As programaes oramentrias previstas no 9 deste artigo no sero de execuo obrigatria nos casos dos impedimentos de ordem tcnica. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    13. Quando a transferncia obrigatria da Unio, para a execuo da programao prevista no 11 deste artigo, for destinada a Estados, ao Distrito Federal e a Municpios, independer da adimplncia do ente federativo destinatrio e no integrar a base de clculo da receita corrente lquida para fins de aplicao dos limites de despesa de pessoal de que trata o caput do art. 169. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    14. No caso de impedimento de ordem tcnica, no empenho de despesa que integre a programao, na forma do 11 deste artigo, sero adotadas as seguintes medidas: (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    I - at 120 (cento e vinte) dias aps a publicao da lei oramentria, o Poder Executivo, o Poder Legislativo, o Poder Judicirio, o Ministrio Pblico e a Defensoria Pblica enviaro ao Poder Legislativo as justificativas do impedimento; (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    II - at 30 (trinta) dias aps o trmino do prazo previsto no inciso I, o Poder Legislativo indicar ao Poder Executivo o remanejamento da programao cujo impedimento seja insupervel; (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    III - at 30 de setembro ou at 30 (trinta) dias aps o prazo previsto no inciso II, o Poder Executivo encaminhar projeto de lei sobre o remanejamento da programao cujo impedimento seja insupervel; (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    IV - se, at 20 de novembro ou at 30 (trinta) dias aps o trmino do prazo previsto no inciso III, o Congresso Nacional no deliberar sobre o projeto, o remanejamento ser implementado por ato do Poder Executivo, nos termos previstos na lei oramentria. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    15. Aps o prazo previsto no inciso IV do 14, as programaes oramentrias previstas no 11 no sero de execuo obrigatria nos casos dos impedimentos justificados na notificao prevista no inciso I do 14. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    16. Os restos a pagar podero ser considerados para fins de cumprimento da execuo financeira prevista no 11 deste artigo, at o limite de 0,6% (seis dcimos por cento) da receita corrente lquida realizada no exerccio anterior. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    17. Se for verificado que a reestimativa da receita e da despesa poder resultar no no cumprimento da meta de resultado fiscal estabelecida na lei de diretrizes oramentrias, o montante previsto no 11 deste artigo poder ser reduzido em at a mesma proporo da limitao incidente sobre o conjunto das despesas discricionrias. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    18. Considera-se equitativa a execuo das programaes de carter obrigatrio que atenda de forma igualitria e impessoal s emendas apresentadas, independentemente da autoria. (Includo pela Emenda Constitucional n 86, de 2015)

    Acesse o link abaixo e faa o download de um material completo sobre a EC 86/15. Alm de um vdeo explicativo com o prof. Marcelo Adriano:

    http://blog.startcon.com.br/dica-de-afo-ec-no-8615-aspectos-orcamentarios-prof-marcelo-adriano/

  • Lei do Direito Autoral n 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Probe a reproduo total ou parcial desse material ou divulgao com fins comerciais ou no, em qualquer meio de comunicao, inclusive na Internet, sem autorizao da StartCon Sistema de Ensino Online.

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    Art. 167. So vedados:

    Ateno a todo esse artigo! Muito recorrente em questes de provas.

    I - o incio de programas ou projetos no includos na lei oramentria anual;

    II - a realizao de despesas ou a assuno de obrigaes diretas que excedam os crditos oramentrios ou adicionais;

    III - a realizao de operaes de crditos que excedam o montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante crditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta;(Princpio do Equilbrio Oramentrio)

    IV - a vinculao de receita de impostos a rgo, fundo ou despesa, ressalvadas a repartio do produto da arrecadao dos impostos a que se referem os arts. 158 e 159, a destinao de recursos para as aes e servios pblicos de sade, para manuteno e desenvolvimento do ensino e para realizao de atividades da administrao

    tributria, como determinado, respectivamente, pelos arts. 198, 2, 212 e 37, XXII, e a prestao de garantias s operaes de crdito por antecipao de receita, previstas no art. 165, 8, bem como o disposto no 4 deste artigo; (Redao dada pela Emenda Constitucional n 42, de 19.12.2003)(Princpio da no afetao da receita)

    V - a abertura de crdito suplementar ou especial sem prvia autorizao legislativa e sem indicao dos recursos correspondentes;

    VI - a transposio, o remanejamento ou a transferncia de recursos de uma categoria de programao para outra ou de um rgo para outro, sem prvia autorizao legislativa;

    VII - a concesso ou utilizao de crditos ilimitados;

    VIII - a utilizao, sem autorizao legislativa especfica, de recursos dos oramentos fiscal e da seguridade social para suprir necessidade ou cobrir dficit de empresas, fundaes e fundos, inclusive dos mencionados no art. 165, 5;

    IX - a instituio de fundos de qualquer natureza, sem prvia autorizao legislativa.

    X - a transferncia voluntria de recursos e a concesso de emprstimos, inclusive por antecipao de receita, pelos Governos Federal e Estaduais e suas instituies financeiras, para pagamento de despesas com pessoal ativo, inativo e pensionista, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios. (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    XI - a utilizao dos recursos provenientes das contribuies sociais de que trata o art. 195, I, a, e II, para a realizao de despesas distintas do pagamento de benefcios do regime geral de previdncia social de que trata o art. 201. (Includo pela Emenda Constitucional n 20, de 1998)

    1 Nenhum investimento cuja execuo ultrapasse um exerccio financeiro poder ser iniciado sem prvia incluso no plano plurianual, ou sem lei que autorize a incluso, sob pena de crime de responsabilidade.

    2 Os crditos especiais e extraordinrios tero vigncia no exerccio financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorizao for promulgado nos ltimos quatro meses daquele exerccio, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, sero incorporados ao oramento do exerccio financeiro subseqente.

    3 A abertura de crdito extraordinrio somente ser admitida para atender a despesas imprevisveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoo interna ou calamidade pblica, observado o disposto no art. 62.

    4 permitida a vinculao de receitas prprias geradas pelos impostos a que se referem os arts. 155 e 156, e dos recursos de que tratam os arts. 157, 158 e 159, I, a e b, e II, para a prestao de garantia ou contragarantia Unio e para pagamento de dbitos para com esta. (Includo pela Emenda Constitucional n 3, de 1993)

    5 A transposio, o remanejamento ou a transferncia de recursos de uma categoria de programao para outra podero ser admitidos, no mbito das atividades de cincia, tecnologia e inovao, com o objetivo de viabilizar os resultados de projetos restritos a essas funes, mediante ato do Poder Executivo, sem necessidade da prvia autorizao legislativa prevista no inciso VI deste artigo. (Includo pela Emenda Constitucional n 85, de 2015)

  • Lei do Direito Autoral n 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Probe a reproduo total ou parcial desse material ou divulgao com fins comerciais ou no, em qualquer meio de comunicao, inclusive na Internet, sem autorizao da StartCon Sistema de Ensino Online.

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    Os artigos 168 e 169 no so to cobrados em prova, mas vale pena uma leitura atenta:

    Art. 168. Os recursos correspondentes s dotaes oramentrias, compreendidos os crditos suplementares e especiais, destinados aos rgos dos Poderes Legislativo e Judicirio, do Ministrio Pblico e da Defensoria Pblica, ser-lhes-o entregues at o dia 20 de cada ms, em duodcimos, na forma da lei complementar a que se refere o art. 165, 9. (Redao dada pela Emenda Constitucional n 45, de 2004)

    Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios no poder exceder os limites estabelecidos em lei complementar.(LRF)

    1 A concesso de qualquer vantagem ou aumento de remunerao, a criao de cargos, empregos e funes ou alterao de estrutura de carreiras, bem como a admisso ou contratao de pessoal, a qualquer ttulo, pelos rgos e entidades da administrao direta ou indireta, inclusive fundaes institudas e mantidas pelo poder pblico, s podero ser feitas: (Renumerado do pargrafo nico, pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    I - se houver prvia dotao oramentria suficiente para atender s projees de despesa de pessoal e aos acrscimos dela decorrentes; (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    II - se houver autorizao especfica na lei de diretrizes oramentrias, ressalvadas as empresas pblicas e as sociedades de economia mista. (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    2 Decorrido o prazo estabelecido na lei complementar referida neste artigo para a adaptao aos parmetros ali previstos, sero imediatamente suspensos todos os repasses de verbas federais ou estaduais aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municpios que no observarem os referidos limites. (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    3 Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo, durante o prazo fixado na lei complementar referida no caput, a Unio, os Estados, o Distrito Federal e os Municpios adotaro as seguintes providncias: (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    I - reduo em pelo menos vinte por cento das despesas com cargos em comisso e funes de confiana; (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    II - exonerao dos servidores no estveis. (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998) (Vide Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    4 Se as medidas adotadas com base no pargrafo anterior no forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinao da lei complementar referida neste artigo, o servidor estvel poder perder o cargo, desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional, o rgo ou unidade administrativa objeto da reduo de pessoal. (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    5 O servidor que perder o cargo na forma do pargrafo anterior far jus a indenizao correspondente a um ms de remunerao por ano de servio. (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    6 O cargo objeto da reduo prevista nos pargrafos anteriores ser considerado extinto, vedada a criao de cargo, emprego ou funo com atribuies iguais ou assemelhadas pelo prazo de quatro anos. (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    7 Lei federal dispor sobre as normas gerais a serem obedecidas na efetivao do disposto no 4. (Includo pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)

    I - 13,2% (treze inteiros e dois dcimos por cento) da receita corrente lquida no primeiro exerccio financeiro subsequente ao da promulgao desta Emenda Constitucional;

    II - 13,7% (treze inteiros e sete dcimos por cento) da receita corrente lquida no segundo exerccio financeiro subsequente ao da promulgao desta Emenda Constitucional;

    III - 14,1% (quatorze inteiros e um dcimo por cento) da receita corrente lquida no terceiro exerccio financeiro subsequente ao da promulgao desta Emenda Constitucional;

    IV - 14,5% (quatorze inteiros e cinco dcimos por cento) da receita corrente lquida no quarto exerccio financeiro subsequente ao da promulgao desta Emenda Constitucional;

    V - 15% (quinze por cento) da receita corrente lquida no quinto exerccio financeiro subsequente ao da promulgao desta Emenda Constitucional.

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    Art. 3 As despesas com aes e servios pblicos de sade custeados com a parcela da Unio oriunda da participao no resultado ou da compensao financeira pela explorao de petrleo e gs natural, de que trata o 1 do art. 20 da Constituio Federal, sero computadas para fins de cumprimento do disposto no inciso I do 2 do art. 198 da Constituio Federal.

    Art. 4 Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicao e produzir efeitos a partir da execuo oramentria do exerccio de 2014.

    Art. 5 Fica revogado o inciso IV do 3 do art. 198 da Constituio Federal.

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    IV. O Oramento Pblico no Brasil Questes

    1-A respeito do ordenamento constitucional em vigor no contexto do oramento pblico, julgue os itens subsecutivos.

    No contexto de elaborao do Plano Plurianual (PPA), o conceito de iniciativa definido como as entregas de bens e servios sociedade, resultantes da coordenao de aes oramentrias e outras aes institucionais e normativas, bem como do pacto entre entes federados, entre Estado e sociedade e da integrao de polticas pblicas.

    2-Uma notvel modificao introduzida pela CF no processo oramentrio foi a integrao entre plano e oramento, por meio da criao do plano plurianual (PPA) e da lei de diretrizes oramentrias (LDO).

    3-O PPA o instrumento de planejamento utilizado no setor pblico. Nele devem ser estabelecidas, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da administrao pblica federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes.

    4-De acordo com a legislao vigente, se o mandato do presidente da Repblica fosse alterado, o prazo de vigncia do plano plurianual da Unio (PPA) tambm seria alterado na mesma proporo.

    O Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Oramentrias (LDO) e a Lei Oramentria Anual (LOA) formam a trade que constitui a estrutura bsica de planejamento e implementao do oramento no Brasil. A respeito desses dispositivos, julgue os itens a seguir.

    5-Como a gerncia da dvida pblica responsabilidade exclusiva do Poder Executivo, apenas o ato de contratao de dvida nova controlado pelo Poder Legislativo, devendo, por isso, ser includo na LOA. Outras despesas relativas dvida so isentas dessa obrigao.

    6-De acordo com a LDO, na condio de se verificar, ao final do semestre, que a realizao da receita no comportar o cumprimento das metas de resultado primrio, o Poder Executivo promover, por ato prprio, limitaes no empenho e na movimentao financeira dos trs poderes.

    Em relao ao oramento pblico, julgue os prximos itens.

    7-Pode-se autorizar, mediante edio de lei especfica, a incluso, no plano plurianual, de investimentos cuja execuo ultrapasse um exerccio financeiro.

    8-Considere que a Lei de Diretrizes Oramentrias (LDO) de determinado exerccio financeiro tenha autorizado a contratao de uma operao de crdito com instituio financeira estrangeira, com a finalidade de equilibrar as necessidades de gastos com os recursos disponveis. Nessa situao, correto afirmar que a LDO estar tratando de matria alheia s suas finalidades.

    9-O anexo de metas fiscais integra a lei oramentria anual, compreendendo, entre outras informaes, a margem de expanso das despesas obrigatrias de carter continuado.

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    Gabarito:

    1-C

    Lei n 12593/2012 (Institui o PPA 2012-2015): "Art. 5o O PPA 2012-2015 reflete as polticas pblicas e organiza a atuao governamental por meio de Programas Temticos e de Gesto, Manuteno e Servios ao Estado, assim definidos:

    I - Programa Temtico: que expressa e orienta a ao governamental para a entrega de bens e servios sociedade; e

    II - Programa de Gesto, Manuteno e Servios ao Estado: que expressa e orienta as aes destinadas ao apoio, gesto e manuteno da atuao governamental.

    Pargrafo nico. No integram o PPA 2012-2015 os programas destinados exclusivamente a operaes especiais.

    Art. 6o O Programa Temtico composto por Objetivos, Indicadores, Valor Global e Valor de Referncia.

    1o O Objetivo expressa o que deve ser feito, reflete as situaes a serem alteradas pela implementao de um conjunto de Iniciativas e tem como atributos:

    I - rgo Responsvel: rgo cujas atribuies mais contribuem para a implementao do Objetivo;

    II - Meta: medida do alcance do Objetivo, podendo ser de natureza quantitativa ou qualitativa; e

    III - Iniciativa: atributo que declara as entregas de bens e servios sociedade, resultantes da coordenao de aes governamentais, decorrentes ou no do oramento."

    2-C

    3-C

    4-C

    5-E

    Por partes:

    1) Como a gerncia da dvida pblica responsabilidade exclusiva do Poder Executivo (Certo)

    A Secretaria do Tesouro Nacional o rgo do Ministrio da Fazenda responsvel pela gesto da Dvida Pblica Federal (domstica e externa). Dentre os motivos para a manuteno das atribuies de gesto da dvida no Ministrio da Fazenda, destaca-se a importncia de se manter um relacionamento estreito com outros entes do governo responsveis, por exemplo, pela execuo oramentria e da poltica fiscal. (Fonte: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/divida-publica/gestao-da-divida ) 2) [...] apenas o ato de contratao de dvida nova controlado pelo Poder Legislativo, devendo, por isso, ser includo na LOA. [...] (Certo) 3) Outras despesas relativas dvida so isentas dessa obrigao. (Errado) LRF: Art. 5o O projeto de lei oramentria anual, elaborado de forma compatvel com o plano plurianual, com a lei de diretrizes oramentrias e com as normas desta Lei Complementar: [...] 1o Todas as despesas relativas dvida pblica, mobiliria ou contratual, e as receitas que as atendero, constaro da lei oramentria anual.

    Para constar na lei oramentria anual, necessria a autorizao legislativa.

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    6-E

    2 erros:

    De acordo com a LDO, na condio de se verificar, ao final do semestre, que a realizao da receita no comportar o cumprimento das metas de resultado primrio, o Poder Executivo promover, por ato prprio, limitaes no empenho e na movimentao financeira dos trs poderes.

    LRF, Art. 9 Se verificado, ao final de um bimestre, que a realizao da receita poder no comportar o cumprimento das metas de resultado primrio ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministrio Pblico promovero, por ato prprio e nos montantes necessrios, nos trinta dias subsequentes, limitao de empenho e movimentao financeira, segundo os critrios fixados pela lei de diretrizes oramentrias.

    7-C

    Fundamento: CF, Art 167.

    8-E

    O erro est em afirmar que a LDO estar "tratando de matria alheia s suas finalidades". Veja que a questo fala que a contratao da operao de crdito com instituio financeira estrangeira tem como objetivo equilibrar as necessidades de gastos com os recursos disponveis. Dessa forma, a LDO no extrapola as suas atribuies, pelo contrrio, cumpri com o dispositivo da LRF que determina que a LDO dispor sobre o equilbrio entre receitas e despesas.

    LRF (Lei Complementar n. 101/2000): Seo II - Da Lei de Diretrizes Oramentrias Art. 4 A lei de diretrizes oramentrias atender o disposto no 2 do art. 165 da Constituio e: I - Dispor tambm sobre: a) equilbrio entre receitas e despesas;

    9-E

    O anexo de Metas Fiscais segundo a LC 101 (Lei de Responsabilidade Fiscal) integra a Lei de Diretrizes Oramentrias - LDO e no a Lei Oramentria Anual - LOA.