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  • Agncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis (ANP)

    Superintendncia de Biocombustveis e Qualidade de Produtos (SBQ)

    Centro de Pesquisas e Anlises Tecnolgicas (CPT)

    RELATRIO TCNICO N 2/2016/SBQ/CPT DF

    PANORAMA DOS LEOS BSICOS NO BRASIL

    PROJETO: REVISO DAS PORTARIAS ANP N 129/99 e N 130/99

    RESPONSVEIS TCNICOS

    Celma Rocco - SBQ

    Claudio dos Santos Dutra - SBQ

    Felipe Oliveira - CPT

    Guilherme Jacintho (lder de projeto) - CPT

    M da Conceio Frana - CPT

    M do Socorro Quintino - CPT

    Maristela Melo - CPT

    Valria Ferreira - CPT

    24/03/2016

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    Sumrio

    1. INTRODUO .................................................................................................................... 6

    2. OBJETIVO .......................................................................................................................... 7

    3. LEOS BSICOS ................................................................................................................. 7

    3.1 CONCEITO E CARACTERSTICAS PRINCIPAIS ................................................................................ 7

    3.2 CLASSIFICAO DOS LEOS BSICOS....................................................................................... 9

    3.3 LEOS BSICOS MINERAIS .................................................................................................. 10

    3.4 LEOS BSICOS SINTTICOS ................................................................................................ 17

    3.4.1 leos Minerais Hidrocraqueados ............................................................................ 18

    3.4.2 Polialfaolefinas (PAO) .............................................................................................. 19

    3.4.3 steres ..................................................................................................................... 21

    3.4.4 Polisiloxanos ............................................................................................................ 22

    3.5 LEOS VEGETAIS ............................................................................................................... 23

    3.6 LEO LUBRIFICANTE USADO E CONTAMINADO E A RECICLAGEM ................................................ 25

    3.6.1 Rerrefino .................................................................................................................. 27

    3.7 QUALIDADE DOS LEOS BSICOS ......................................................................................... 30

    3.7.1 Propriedades Fsicas dos leos Bsicos ................................................................... 31

    3.7.2 Propriedades Qumicas dos leos Bsicos .............................................................. 36

    3.7.3 Propriedades Composicionais.................................................................................. 40

    3.7.4 Propriedades Toxicolgicas ..................................................................................... 42

    3.7.5 Caractersticas no previstas na norma ASTM D6074 ............................................ 43

    4. INTERCAMBIABILIDADE DE LEOS BSICOS .................................................................... 43

    5. MERCADO INTERNACIONAL E EXPECTATIVAS PARA O FUTURO ...................................... 45

    6. MERCADO NACIONAL DE BSICOS E EXPECTATIVAS PARA O FUTURO ............................ 49

    7. TENDNCIAS NA INDSTRIA DE LUBRIFICANTES ............................................................. 49

    7.1 TENDNCIAS AUTOMOTIVAS ................................................................................................ 50

    7.2 IMPLICAES PARA OS LEOS BSICOS E LUBRIFICANTES ........................................................... 52

    7.3 TENDNCIAS DO SEGMENTO INDUSTRIAL ................................................................................ 52

    8. DEMANDAS DOS PRODUTORES DE LEOS ACABADOS.................................................... 53

    9. PROBLEMAS E DESAFIOS DO MERCADO .......................................................................... 54

    9.1 IMPORTADORES DE LEOS BSICOS OFCIO CIRCULAR N 2/2014 ............................................ 54

    9.2 FORMULADORES DE LEO LUBRIFICANTE ACABADO OFCIO CIRCULAR N 03/2014 ..................... 64

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    9.3 RERREFINADORES OFCIO CIRCULAR N 3/2015 ................................................................... 73

    10. CENRIOS REGULATRIOS .............................................................................................. 75

    11. REUNIO COM O MERCADO 13/5/2015 ....................................................................... 82

    12. CONSULTA PBLICA DO RELATRIO ............................................................................... 82

    13. RESPOSTAS CONSULTA PBLICA .................................................................................. 88

    14. CONCLUSO .................................................................................................................... 96

    15. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS ....................................................................................... 96

    ANEXO 1 - OFCIO CIRCULAR N 02/2014/SBQ/CPT-DF ......................................................... 103

    ANEXO 2 - OFCIO CIRCULAR N 03/2014/SBQ/CPT-DF ......................................................... 104

    ANEXO 3 - OFCIO CIRCULAR N 03/2015/SBQ/CPT-DF ......................................................... 108

    ANEXO 4 - POSICIONAMENTO DOS RERREFINADORES ......................................................... 111

    ANEXO 5 - LISTA DE PRESENA ............................................................................................. 147

    ANEXO 6 - REUNIO COM O MERCADO ................................................................................ 149

    ANEXO 7 - PROPOSTA DA COMISSO DE LUBRIFICANTES DO IBP ......................................... 159

    ANEXO 8 - CONTRIBUIES CONSULTA PBLICA ............................................................... 160

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    Lista de Figuras

    FIGURA 1. GRFICO ILUSTRANDO A RELAO DO NDICE DE VISCOSIDADE (IV) COM A TEMPERATURA (6). ........................... 9

    FIGURA 2. ESQUEMA DA DESTILAO ATMOSFRICA E A VCUO (8)........................................................................... 12

    FIGURA 3. ESQUEMA DA DESASFALTAO A PROPANO. ........................................................................................... 13

    FIGURA 4. ESQUEMA REPRESENTATIVO DA DESAROMATIZAO (8). .......................................................................... 14

    FIGURA 5. ESQUEMA REPRESENTATIVO DA DESPARAFINAO (8). ............................................................................. 15

    FIGURA 6. REAES TPICAS QUE OCORREM EM UM REATOR DE HIDROGENAO (6). ................................................... 16

    FIGURA 7. POLIALFAOLEFINAS A PARTIR DE -ALCENOS. .......................................................................................... 20

    FIGURA 8. DISTERES UTILIZADOS COMO LEOS BSICOS......................................................................................... 22

    FIGURA 9. ESTRUTURA BSICA DOS SILOXANOS. .................................................................................................... 23

    FIGURA 10. FORMAO DE LEOS VEGETAIS A PARTIR DE CIDOS GRAXOS E GLICEROL. ................................................. 24

    FIGURA 11. ESQUEMA DA EXTRAO A PROPANO (6) ............................................................................................. 29

    FIGURA 12. EVAPORADOR POR PELCULA. FONTE LWART LUBRIFICANTES. .................................................................. 30

    FIGURA 13 PORCENTAGEM DE LEO BSICO CONSUMIDO NO MUNDO (81). ............................................................ 46

    FIGURA 14 PROJEO DO MERCADO DE LEOS LUBRIFICANTES BSICOS EM 2017 (82). ............................................ 47

    FIGURA 15 CAPACIDADE PRODUTIVA DE LEOS BSICOS LUBRIFICANTES (81). .......................................................... 47

    FIGURA 16 EVOLUO DA CAPACIDADE PRODUTIVA DE LEOS BSICOS DE QUALIDADE SUPERIOR (83). ......................... 48

    FIGURA 17 NMERO TIPOS DE LEOS BSICOS IMPORTADOS POR EMPRESA EM 2013. .............................................. 56

    FIGURA 18 PORCENTAGEM DE LEOS BSICOS IMPORTADOS POR GRUPO. ............................................................... 58

    FIGURA 19 NMERO DE FORMULADORES DE LUBRIFICANTE ACABADO QUE ADQUIREM LEO BSICO DE PRIMEIRO REFINO

    POR FORNECEDOR (DADOS FORNECIDOS PELOS FORMULADORES DE LUBRIFICANTE ACABADO). ............................... 65

    FIGURA 20 FATORES LIMITANTES PARA COMPRA DE LEO BSICO DE PRIMEIRO REFINO NACIONAL. ............................... 66

    FIGURA 21 FATORES LIMITANTES PARA COMPRA DE LEO BSICO DE PRIMEIRO REFINO IMPORTADO. ............................ 67

    FIGURA 22 DISTRIBUIO DO NMERO DE FORMULA