AGENTES EXTINTORES

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    07-Nov-2014

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<p>QUESTIONRIOA) Velocidade de extino altssima em solventes polares e excelente resistncia reignio so caractersticas apresentadas pelo lquido gerador de espuma: Resistente a lcool AFFFB) Um composto que tenha o nome qumico Bromoclorodifluorometano e cuja numerao conhecida como halon 1211 possui a seguinte frmula qumica: CF2ClBr C) O teor mnimo de p base de bicarbonato de sdio para extino de incndio de: (95%) D) um composto que tenha o nome qumico Bromotrifluorometano, e cuja frmula qumica seja CF3Br conhecido como halon: 1301 1</p> <p>E) Os lquidos geradores de espuma AFFF foram desenvolvidos decorrentes das limitaes apresentadas pelos lquidos geradores de espuma Protenica F) As espuma de fluoroprotena possuem maior velocidade de extino de incndio e maior tempo de vida em estoque em relao s espumas de protena. Esse fato se deve em consequncia da adio do Surfactante fluorado G) Os lquidos geradores de espuma Protenica , so de Baixo Custo/Kg, porm apresentam baixa velocidade de extino e alto grau de sedimentao. H) Os acidentes aeronuticos, pela enorme quantidade de combustvel transportado, so combatidos, normalmente, com agentes extintores especficos da classe B. Em funo disto, classifcamos os agentes extintores em Principais e Complementares</p> <p>2</p> <p>I) Consideramos como agentes complementares os seguintes: PQ e Halon J) Os lquidos geradores de espuma protenica so adicionados alginatos ou pectinas, que servem para Abaixar o ponto de congelamento e inibir a corroso L) A espuma qumica formada a partir de uma reao qumica entre dois elementos, utilizando a protena hidrolizada para estabilizar a espuma formadora e contendo no interior de suas bolhas CO2 M) uma massa estvel de pequenas bolhas de baixa densidade , podendo flutuar sobre os espuma lquidos inflamveis: 3</p> <p>N) Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F).</p> <p>V</p> <p>Em geral, os LGE de protena no so compatveis com p qumico</p> <p>VV V</p> <p>O surfactante contido na espuma AFFF atua resfriando. O lquido gerador de espuma fluoroprotenica similar ao de protena, exceto que um surfactante fluorado adicionado. O lquido gerador de espuma de alta expanso obtido de surfactante que no contm flor.4</p> <p>O) Correlacione as duas colunas123453 45 1Solventes Polares Membrana Polimrica Surfactante Fluorado Sinttico Baixo Tempo de vida em estoque No deve ser aplicado em reas abertas AFFF Protena Espuma de Alta Expanso</p> <p>Espuma resistente a lcoolEspuma resistente a lcool sinttico5</p> <p>2</p> <p>OBJETIVO(Cn)-IDENTIFICAR EXTINTORES. OS AGENTES(Cp)-DISTINGUIR AS CARACTERSTICAS DOS AGENTES EXTINTORES PRINCIPAIS E COMPLEMENTARES, BEM COMO SUAS RESPECTIVAS EFICINCIAS. (Cn)-IDENTIFICAR O DISPOSTO NAS NORMAS NACIONAIS/INTERNACIONAIS.</p> <p>6</p> <p>ROTEIRO DEFINIES AGENTE EXTINTOR PRINCIPAL (ESPUMA) ESPUMA (CLASSIFICAO) ESPUMA MECNICA (CLASSIFICAO) AGENTES EXTINTORES COMPLEMENTARES (PQ / HALON) NORMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS7</p> <p>AGENTES EXTINTORESSUBSTNCIAS QUMICAS, SIMPLES OU COMPOSTAS, CAPAZES DE REAGIREM NUM AMBIENTE DE INCNDIO, PROVOCANDO POR ABAFAMENTO OU RESFRIAMENTO, UMA SOLUO DE CONTINUIDADE NA COMBUSTO.OS ACIDENTES AERONUTICOS, PELA ENORME QUANTIDADE DE COMBUSTVEL TRANSPORTADO, SO COMBATIDOS, NORMALMENTE, COM AGENTES ESPECFICOS DA CLASSE B. EM FUNO DISTO, CLASSIFICAMOS OS AGENTES EM PRINCIPAIS E COMPLENTARES.8</p> <p>AGENTES EXTINTORES PRINCIPAISSO ASSIM CHAMADOS PELA CAPACIDADE DE COMBATE A GRANDES INCNDIOS EM AERONAVES, SEM NECESSITAR DE UM AGENTE COMPLEMENTAR. AGENTES EXTINTORES PRINCIPAIS - ESPUMAS</p> <p>AGENTES EXTINTORES COMPLEMENTARES</p> <p>- P QUMICO- HALON9</p> <p>FINAL DO SEC. XIX ELEMENTOS FUNDAMENTAIS PRINCPIO DE EXTINO CLASSE DE INCNDIO CLASSIFICAO DAS ESPUMASESPUMA PARA COMBATE A INCNDIO</p> <p>INTRODUO</p> <p>LEO GUA</p> <p>10</p> <p>REAO QUMICA</p> <p>ESPUMA QUMICA</p> <p>6NaHCO ELEMENTOS QUMICOS AL2 (SO)3 RESULTANTE 2AL(HO)3 + 3Na2 SO + 6CO2 ALCAUZ ESTABILIZADOR SAPONINA, ETC.SULFATO DE ALUMNIO (B) BICARBONATO DE SDIO (A)</p> <p>EXTINTOR DE ESPUMA QUMICA</p> <p>11</p> <p>ESPUMA MECNICA AQUELA FORMADA A PARTIR DA INTRODUO DO AR ATMOSFRICO, ATRAVS DE UM EQUIPAMENTO MECNICO, A UMA SOLUO DE GUA + LQUIDO GERADOR DE ESPUMA, DE ORIGEM SINTTICA OU PROTENICA, E CONTENDO NO INTERIOR DE SUAS BOLHAS O OXIGNIO DO AR (O2). ESPUMA MECNICA</p> <p>AR12</p> <p>CLASSIFICAO DAS ESPUMAS MECNICASPROTENICAFLUOROPROTENICA</p> <p>FORMADORA DE AQUOSO (AFFF)ALTA EXPANSO</p> <p>UM</p> <p>FILME</p> <p>RESISTENTE A LCOOL13</p> <p>CLASSIFICAO DAS ESPUMAS MECNICAS (Cont.)OS LQUIDOS GERADORES DE ESPUMA MECNICA SO MISTURAS DE SUBSTNCIAS QUMICAS QUE DILUDAS EM GUA PRODUZEM UMA SOLUO OU ESPUMA NO EXPANDIDA, QUE QUANDO MISTURADA COM O AR, TORNA-SE UMA ESPUMA ESTVEL PARA COMBATE A INCNDIO.GUA</p> <p>LGESOLUOTUBO VENTURI AR ESPUMA</p> <p>14</p> <p>OS LQUIDOS GERADORES DE ESPUMA SO DISPONVEIS EM FORMULAES DE 3% OU 6%.</p> <p>97GUA</p> <p>L G E 3</p> <p>SOLUO100</p> <p>TAXA DE EXPANSO A CAPACIDADE DO LGE EM ACEITAR A INCORPORAO DE AR PELOS EQUIPAMENTOS, MANTENDO A ESTABILIDADE DAS BOLHAS DA ESPUMA. 15</p> <p>EM FUNO DA TAXA DE EXPANSO, AS ESPUMAS CLASSIFICAM-SE EM:</p> <p>BAIXA ESPANSO: EXPANSO AT 20</p> <p>TAXA</p> <p>DE</p> <p>MDIA EXPANSO: TAXA DE EXPANSO ACIMA DE 20 AT 200 ALTA EXPANSO: TAXA EXPANSO ACIMA DE 200 DE16</p> <p>LQUIDO GERADOR DE ESPUMA PROTENICADESENVOLVIMENTO DECORRNCIA BAIXA EXPANSO COMERCIALIZADA A 6% COMPOSIO DO LGE</p> <p>ESTABILIZADORESEXTRATO DE PROTENA</p> <p>Estabilizadores Inibidores de corroso Cresc. de Bactrias Ponto de Congelamento</p> <p>17</p> <p>LQUIDO GERADOR DE ESPUMA PROTENICA (Cont.)ESPECFICO PARA EXTINO EM DERIVADO DE PETRLEO FORMAO ESPUMA DE COLCHO DE</p> <p>GUA DRENADA DA ESPUMA</p> <p>APLICAO, SUAVEMENTE SOBRE OS LQUIDOS EM CHAMAS (CONTAMINAO) 18</p> <p>LQUIDO GERADOR DE ESPUMA PROTENICA (Cont.)</p> <p>VANTAGEM</p> <p>BAIXO CUSTO DESVANTAGEMBAIXA VELOCIDADE DE EXTINO BAIXO TEMPO DE VIDA EM ESTOQUE</p> <p>EM GERAL, NO SO COMPATVEIS COM O PQALTO GRAU DE SEDIMENTAO</p> <p>ARESPUMA DE PROTENA</p> <p>COMBUSTVEL</p> <p>19</p> <p>LQUIDO GERADOR DE ESPUMA FLUOROPROTENICADESENVOLVIMENTO DECORRNCIAEXTINO MAIS RPIDA</p> <p>COMPATVEL COM O P QUMICO</p> <p>BAIXA EXPANSO COMERCIALIZADA A 6%</p> <p>ESTABILIZADORESCOMPOSIO DO LGEEXTRATO DE SURFACTANTE</p> <p>= PROTENICA + SURFACTANTE FLUORADOFLUOROPROTENA</p> <p>PROTENA</p> <p>20</p> <p>LQUIDO GERADOR DE ESPUMA FLUOROPROTENICA (Cont.)</p> <p>DIFERENA BSICAMAIOR VELOCIDADE DE EXTINO MAIOR TEMPO DE VIDA EM ESTOQUE CUSTO / KG MAIORARESPUMA DE FLUOROPROTENA</p> <p>COMBUSTVEL 21</p> <p>LQUIDO GERADOR DE ESPUMA AFFF DESENVOLVIMENTO DECORRNCIA</p> <p>BAIXA EXPANSOCOMERCIALIZADA A 3 E 6% ESTABILIZADORES COMPOSIO DO LGE SURFACTANTE FLUORADO SINTTICO + AGENTES ESPUMANTES 22</p> <p>MECANISMO DE EXTINO DA ESPUMA AFFF1) FILME AQUOSO DE FLUIDEZ EXTREMAMENTE VELOZ, FORMADO PARA PREVENIR A LIBERAO DOS VAPORES E TENDE A TORNAR-SE NOVAMENTE ESPUMA, QUANDO SOFRE UM DISTRBIO; 2) UM COLCHO DE ESPUMA SUPRIME OS VAPORES E EXCLUI EFETIVAMENTE O OXIGNIO DO AR DA SUPERFCIE DO LQUIDO EM CHAMAS; E 23</p> <p>MECANISMO DE EXTINO DA ESPUMA AFFF (Cont.)</p> <p>3) SURFACTANTE CONTIDO NA ESPUMA, ATUA RESFRIANDO.AQUEOUS FILM FORMING FOAM - AFFF</p> <p>Filme Aquoso</p> <p>24</p> <p>PRINCIPAIS DIFERENAS EM RELAO S ESPUMAS DE PROTENA E FLUOROPROTENA ALTSSIMA VELOCIDADE DE EXTINO; TEMPO DE VIDA EM ESTOQUE SUPERIOR A 20 ANOS; TOTAL COMPATIBILIDADE COM P QUMICO; PODEM SER UTILIZADAS COM EQUIP. SEM ASPIRAO DE AR; TESTADA E APROVADA PARA O USO EM INJEO SUBSUPERFICIAL; NO APRESENTAM SEDIMENTAES;</p> <p>25</p> <p>PRINCIPAIS DIFERENAS EM RELAO S ESPUMAS DE PROTENA E FLUOROPROTENA (Cont.)</p> <p>MAIOR EFICINCIA EM INCNDIOS DE CLASSE A; BAIXA TENSO DE SUPERFCIE; E REDUO DE 1/3 DA QUANTIDADE DE GUA EM RELAO AOS OUTROS LGE.ESPUMA FORMADORA DO FILME AQUOSO - AFFF</p> <p>FILME AQUOSO A.F.F.F. (ESPUMA)</p> <p>COMBUSTVEL 26</p> <p>LIQUIDO GERADOR DE ESPUMA RESISTENTE A LCOOLCOMPOSIO QUMICAPROTENA (ADITIVO ESP.)SINTTICO (TENSOA. ESP.) RESISTNCIA REIGNIO REDUZ 95% TAXA DE VAPOR</p> <p>TENSOATIVO ESPECIAL</p> <p>PODEM SER USADOS EM DERIVADOS DE PETRLEO TESTADA E APROVADA PARA USO EM INJEO SUBSUPERFICIAL27</p> <p>MECANISMO DE EXTINO DA ESPUMA RESISTENTE A LCOOL (SINTTICA)1) FORMAO DE MEMBRANA POLIMRICA, REDUZINDO APROXIMADAMENTE 95% DA TAXA DE VAPORIZAO; 2) UM COLCHO DE ESPUMA SUPRIME OS VAPORES E EXCLUI EFETIVAMENTE O OXIGNIO DO AR DA SUPERFCIE DO LQUIDO EM CHAMAS; E 3) O SURFACTANTE CONTIDO NA ESPUMA ATUA RESFRIANDO.</p> <p>MEMBRANA POLIMRICA</p> <p>28</p> <p>LQUIDO GERADOR DE ESPUMA DE ALTA EXPANSO Desenvolvimento Decorrncia Alta expanso</p> <p>Surfactante que no contm flor; Equipamento especial para aplicao; No deve ser aplicada em reas abertas.SOLUO</p> <p>500 : 1 1000 : 1</p> <p>29</p> <p>P QUMICO PARA EXTINO DE INCNDIO - NBR 9695 NORMAS COMPLEMENTARESNBR 8654 - DETERMINAO DA MASSA ESPECFICA APARENTE NBR 8655 - DETERMINAO DO TEOR DE BCARBONATO DE SDIO NBR 8656 - DETERMINAO DA FLUIDEZ NBR 8657 - DETERMINAO DO TEOR DE UMIDADE NBR 8658 - P QUMICO PARA A EXTINO DE INCNDIO BASE DE BICARBONATO DE SDIO NBR 8659 - VERIFICAO DA TENDNCIA A AGLOMERAO. AGLOMERAO 30</p> <p>P QUMICO PARA EXTINO DE INCNDIO - NBR 9695 NORMAS COMPLEMENTARES (Cont.)</p> <p>NBR 9694 AVALIAO DA CAPACIDADE EXTINTORA APS 30 DIAS 50 C NBR 9696 - ANLISE GRANULOMTRICA NBR 9697 - VERIFICAO DE ENVELHECIMENTO MB 1110 - PARTE 1 (1977) - DETERMINAO DA HIGROSCOPIDADE ASTM D 877 - DIELECTRIC BREAKDOWM VOLTAGE .F INSULATING ASTM / ANSI UL 711 - FIRE FIGHTING EQUIPMENT31</p> <p>P QUMICO - BASE DE BICARBONATOO P QUMICO PARA EXTINO DE INCNDIO SER CONSTITUDO DE UM PRODUTO INIBIDOR OU MISTURA DE PRODUTOS INIBIDORES DO FOGO, DEVENDO CONTER SUBSTNCIA QUE LHE PROPORCIONE FLUIDEZ E DIMINUA A TENDNCIA A AGLOMERAO DO PRODUTO FINAL; A MISTURA NO DEVE CONTER SUBSTNCIAS QUE DEM ORIGEM A PRODUTOS OU COMBINAES TXICAS QUANDO AQUECIDO EM USO.32</p> <p>COMPORTAMENTO NA ARMAZENAGEMO MATERIAL NA SUA EMBALAGEM ORIGINAL E SOB CONDIES NORMAIS (TEMPERATURA DE -10 A 50C) E EMBALAGEM EFETUADA UMIDADE RELATIVA DE NO MXIMO 80%, NO DEVE SOFRER QUALQUER ALTERAO NO PRAZO INFERIOR A 5 ANOS.</p> <p>TEOR DE PRODUTO INIBIDORPARA O P A BASE DE BICARBONATO DE SDIO, O MNIMO DE 95%. 33</p> <p>UMIDADEPARA O P A BASE DE BICARBONATO DE SDIO, NO DEVE EXCEDER A 0,1%.</p> <p>TENDNCIA A AGLOMERAONO PERMITIDA NENHUMA TENDNCIA A AGLOMERAO EM QUALQUER ESTADO NORMAL DE UTILIZAO DO P.34</p> <p>COMPOSTOS HALOGENADOSPERIGO DE CORROSO (POR TENSOFISSURAO) FUNO DE BAIXO PONTO DE EBULIO (-57 C)</p> <p>OS GASES HALON NO DEIXAM RESDUOS, NOS SO ELETROCONDUTORES, NO REAGEM COM MATERIAIS SINTTICOS E NO PROVOCAM DANOS A EQUIPAMENTOS ENERGIZADOS, TENDO A MESMA EFICINCIA QUE O TRIPLO DE CO2.</p> <p>HALON = 3 X CO2.35</p> <p>SISTEMA DE CDIGO NUMRICO</p> <p>N.</p> <p>OS</p> <p>C, F, Cl, BrCF2ClBr(BROMOCLORODIFLUORMETANO)</p> <p>1211</p> <p>1301</p> <p>CF3Br</p> <p>(BROMOTRIFLUORMETANO)</p> <p> EXERCCIO TOXIDEZ (TABELA 1)</p> <p> PROPRIEDADES (TABELA 2)</p> <p>36</p> <p>TABELA - TOXIDEZ (EB 1232/1980)GRUPO6 (MENOS TXICO) 5 4</p> <p>DEFINIO</p> <p>EXEMPLOS</p> <p>3</p> <p>2</p> <p>1</p> <p>Gases ou vapores que em concentrao de at pelo menos Halon 1301 HALON 122 20% por volume para durao de exposio da ordem de 2 h, no (R-12) apresentaram a produo de efeitos nocivos. Gases ou vapores muito menos txicos do que o grupo 4, Halon 1211 Halon 2402 porm mais txicos que os do grupo 6. CO2 Gases ou vapores que em concentraes da ordem de 2 a Cloreto Metila 2 % por volume para a durao de exposio da ordem de 2 h, Brometo de Etila so letais e produzem srias intoxicaes. Dibromodifluormetano Gases ou vapores que em concentraes da ordem de 2 a Clorobromometano 2 % por volume para a durao de exposio da ordem de 1 h, Tetracloreto de Carbono so letais e produzem srias intoxicaes. Clorofrmio Gases ou vapores que em concentraes da ordem de 2 a Brometo de Metila 2 % por volume para a durao de exposio da ordem de h, Amnio Amnia so letais e produzem srias intoxicaes. Gases ou vapores que em concentraes da ordem de Dixido de Enxfre 1% a 1% por volume para a durao de exposio da ordem de 5 min, so letais e produzem srias intoxicaes.</p> <p>NOTA: Desta forma, por excluso, somente os halogenados conhecidos pelo nome de halon 1301, halon 122, halon 1211 e halon 2402, ficam compreendidos nesta norma. 37</p> <p>TABELA - PROPRIEDADES FSICAS DOS HIDROCARBONETOS HALOGENADOS (EB - 1232/80)NOME QUMICONmero halon Frmula qumica Peso molecular Ponto de ebulio (C) Presso atmosfrica (F) Ponto de congelamento (C) (F) Temperatura crtica (C) (F) Presso crtica, psia Densidade crtica (Ib/galo) 3 (g/cm ) Densidade a 70 F (Ib/galo) 3 (lquido g/cm ) Calor de vaporizao (cal/gm) a 760 mm (Btu/Ib) Densidade a 130 F (l/galo) 3 (Lquido g/cm ) Presso de vapor a 130 F, psia Presso de vapor a 65 F, psia</p> <p>BROMOCLORODIFLUORMETANO1211 CBrClF2 165,4 -4,0 24,8 -160,5 -257,0 153,8 309,0 595 5,94 0,713 15,25 1,83 32,0 57,6 14,15 1,69 75 0</p> <p>BROMOTRIFLUORMETANO1301 CBrF3 148,9 -57,9 -72,0 -174,4 -282,0 67,4 153,5 574 6,2 0,745 13,1 1,57 28,2 50,8 10,4 1,25 4,35 2,5</p> <p>DIBROMOTETRAFLUORETANO2402</p> <p>CCBrF BrF BrF 22 2 2 2BrF259,8 47,4 117,3 -110,5 -166,8 214,5 418,0 500 6,58 0,790 18,0 2,16 25,0 45,0 17,1 2,05 17,6 0</p> <p>38</p> <p>EXTINTORES DE INCNDIO PORTTEIS DE HIDROCARBORETOS HALOGENADOS EB 1232/80NORMAS COMPLEMENTARES NB 76 - NORMA DE COR NA SEGURANA DOTRABALHO;</p> <p>NB 97 - ROSCA ISO - PARTE 1 - DIMENSESBSICAS, DIMETROS NOMINAIS E PASSOS;</p> <p>NB</p> <p>- DETERMINAO DO GRAU DE ENFERRUJAMENTO DE SUPERFCIES PINTADAS;</p> <p>772</p> <p>NB</p> <p>- EXECUO DE ENSAIOS DE RESISTNCIAS CORROSO POR EXPOSIO NVOAS SALINAS - CONDIES GERAIS;</p> <p>775</p> <p>39</p> <p>Cont...DIN 50017 - TESTING OF MATERIALSSTRUCTURAL COMPONENTS AND EQUIPMENT, METHOD OF TEST IN DAMP HEAT ATMOSPHERES;</p> <p>DIN 50018 - TESTING OF CORROSION,METHODS OF TEST IN CONDESATION WATER ALTERNATING ATMOSPHERE CONTAINING SULPHER DIOXIDE;</p> <p>DIN</p> <p>- TESTING OF PAINTS, VARNISHES AND SIMILAR COATING MATERIALS, CROSS-ART TEST ON PAINT COATINGS AND SIMILAR COATINGS; 40</p> <p>53151</p> <p>Cont...UL 1093 UNDERWRITERS LABORATORIES INC. ESTADOS UNIDOS GAXETAS E O-RINGS; UL 711 UNDERWRITERS LABORATORIES INC. ESTADOS UNIDOS AVALIAO E TESTES DE FOGO EXTINTORES DE INCNDIO;</p> <p>NFPA 12A - 12B - NATIONAL FIRE PROTECTION ASSOCIATION.41</p> <p>LQUIDO GERADOR DE ESPUMA DE PELCULA AQUOSA (AFFF) A 6% PARA USO AERONUTICO - NBR 11830 LQUIDO GERADOR DE ESPUMA DE PELCULA AQUOSA (AFFF) A 3% PARA USO AERONUTICO - NBR 13436</p> <p>DOCUMENTOS COMPLEMENTARESSECRETARIA ESPECIAL DO MEIO AMBIENTE MANUAL DE TESTES PARA A AVALIAO DA ECOTOXICIDADE DE AGENTES QUMICOS, EDITADO PELA SEMA. NR 17 - NORMA REGULAMENTADORA MINISTRIO DO TRABALHO - ERGONOMIA. DO42</p> <p>Cont...NR 18 - NORMA REGULAMENTADORA MINISTRIO DO TRABALHO - OBRAS CONSTRUO, DEMOLIO E REPAROS. DO DE</p> <p>NBR 5778 - DETERMINAO DO NDICE DE REFRAO.NBR 7353 SOLUES AQUOSAS DETERMINAO DO PH COM ELETRODOS DE VIDRO. NBR 9695 -P PARA EXTINO DE INCNDIO. NBR 12714 - GUA - ENSAIO DE TOXICIDADE AGUDA COM PEIXES - PARTE 1 - SISTEMA ESTTICO. 43</p> <p>Cont...NBR 12715 - GUA - ENSAIO DE TOXICIDADE AGUDA COM PEIXES PARTE 2 - SISTEMA SEMI-ESTTICO. NBR 12716 -GUA - ENSAIO DE TOXICIDADE AGUDA COM PEIXES PARTE 3 - SISTEMA DE FLUXO CONTNUO. ASTM-D-96 - TEST METHODS FOR WATER AND SEDIMENT IN CRUD OILS BY THE CENTRIFUGE METHOD (FIELD 44 PROCEDURE).</p> <p>Cont...ASTM-D-445 - TEST METHODS FOR KINEMATIC VISCOSITY OF TRANSPARENT AND OPAQUE LIQUIDS. ASTM-D-1177 - TESTE METHOD FOR FREEZING POINT OF AQUEOUS ENGINE COOLANT SOLUTIONS. ASTM-D-1298 - TEST METHOD FOR DENSITY, RELATIVE DENSITY (SPECIFIC GRA...</p>