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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ ESTÊVÃO

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  • Projeto

    Educativo do

    Agrupamento

    de Escolas

    Jos Estvo

    2015/2018

    AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOS ESTVO

  • Pgina 2 de 25

    ndice

    ndice

    Introduo ........................................................................................................................................................................................ 3

    Identidade do Agrupamento ............................................................................................................................................................. 4

    Origem Breve Retrospetiva .............................................................................................................................................. 4

    Viso estratgica .................................................................................................................................................................. 5

    Misso.............................................................................................................................................................................................. 6

    Princpios e valores orientadores ....................................................................................................................................... 6

    Valores democrticos e cvicos ............................................................................................................................................................................... 6

    Valores profissionais e sociais ................................................................................................................................................................................ 7

    Valores pessoais e interpessoais ............................................................................................................................................................................. 7

    Diagnstico Estratgico ................................................................................................................................................................... 7

    Caracterizao do Agrupamento ........................................................................................................................................ 7

    Dimenso do Agrupamento .................................................................................................................................................................................... 7

    O Meio Fsico, Socioeconmico e Cultural ............................................................................................................................................................ 9

    Estrutura Organizacional .................................................................................................................................................. 11

    Oferta Educativa ................................................................................................................................................................. 12

    Atividades de enriquecimento curricular, Clubes e Projetos......................................................................................... 13

    Resultados .......................................................................................................................................................................... 14

    Redes, Parcerias e Protocolos.......................................................................................................................................... 15

    Recursos Humanos ........................................................................................................................................................... 15

    Alunos .................................................................................................................................................................................................................. 15

    Corpo Docente e Pessoal Tcnico Superior .......................................................................................................................................................... 17

    Pessoal No Docente ............................................................................................................................................................................................ 18

    Equipamentos e Servios ................................................................................................................................................. 19

    Apoio Educativo ................................................................................................................................................................................................... 19

    Recursos materiais ................................................................................................................................................................................................ 19

    Anlise SWOT..................................................................................................................................................................... 20

    Objetivos, Estratgias e Metas do Projeto Educativo .................................................................................................................... 22

    Objetivos ............................................................................................................................................................................. 22

    ESTRATGIAS .................................................................................................................................................................... 22

    Metas do Agrupamento ..................................................................................................................................................... 24

    Monitorizao e Avaliao do Projeto Educativo .......................................................................................................................... 25

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    Introduo

    O Projeto Educativo a forma mais nobre da liberdade educativa de

    cada Escola. , por excelncia, um documento de compromisso acerca

    das linhas orientadoras da ao educativa; compromisso entre a poltica

    educativa nacional e a sua adequao aos interesses regionais e locais. o

    rosto filosfico- pedaggico de cada escola.

    Joaquim Azevedo

    O Projeto Educativo (PE) um documento estruturante que, num quadro de democratizao e de

    autonomia das escolas, enquanto espao promotor de responsabilidades partilhadas, consagra a

    orientao educativa do agrupamento (), elaborado e aprovado pelos seus rgos de administrao e

    gesto para um horizonte de trs anos, no qual se explicitam os princpios, os valores, as metas e as

    estratgias segundo os quais o agrupamento () se prope cumprir a sua funo educativa. (Decreto-Lei n.

    75/2008, art.. 9, ponto 1).

    Sendo um instrumento do exerccio da autonomia do agrupamento, este documento constitui o resultado da

    interao dos diversos elementos da comunidade educativa e da comunidade local, espelhando, assim, um

    processo de mobilizao com vista construo de uma identidade coletiva.

    Pretende-se, pois, conferir singularidade ao agrupamento e pretende-se, tambm, que o projeto educativo seja a referncia global das polticas educativas que orientaro toda a vida escolar, um documento operacional e de fcil consulta que motive a participao e permita a sua apropriao pela comunidade educativa. Nesta medida, a sua construo constituiu uma atividade de planeamento da organizao da escola, uma planificao estratgica a longo prazo, uma forma de conceber um futuro com base na caracterizao do agrupamento e do meio em que se insere, e, tambm, no conhecimento dos recursos disponveis para o alcanar. Decorrente deste propsito, o projeto educativo inclui contedos como o diagnstico (elementos que

    caracterizam o agrupamento e o meio envolvente), as orientaes estratgicas enquanto resposta s

    necessidades fundamentais da comunidade educativa e do meio econmico e social (misso, viso, valores,

    objetivos e metas) e indica, por fim, o modelo adotado para a sua avaliao. No esquecendo as mudanas e

    as incertezas que marcam a atualidade, este projeto deve ser encarado como um documento global e

    integrador que se reconstri em funo de novos contextos internos e externos, fonte de estratgias

    emergentes.

    Nesta perspetiva, este projeto educativo pretende ser um documento estratgico, orientador da ao do

    Agrupamento de Escolas Jos Estvo. Pretende ser tambm um instrumento operatrio de toda a ao

    educativa para aqueles que trabalham no seio do agrupamento. Visa ser tambm um guia informativo, para

    os pais e encarregados de educao, acerca das opes escolares e profissionais para o futuro dos seus

    filhos. Pretende ser, finalmente, para o tecido empresarial, um indicador relevante de recursos humanos

    disponveis no mundo do trabalho, potenciador de emprego e do desenvolvimento econmico e social local.

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    Identidade do Agrupamento

    Origem Breve Retrospetiva

    O Agrupamento de Escolas Jos Estevo constituiu-se a 1 de abril de 2013, pela ligao da escola Secundria

    de Jos Estvo ao agrupamento de escolas de S. Bernardo, anteriormente composto por Jardins de Infncia,

    Centros Escolares e Escolas EB1 e pela EB2 de So Bernardo, localizados em So Bernardo, Vilar, Areais, Presa

    e Solposto. Perfila-se assim, como uma unidade de gesto relativamente nova no que respeita

    consolidao das prticas pedaggicas e de articulao e coordenao pedaggica entre os diferentes nveis

    de ensino. Apesar disso, so j visveis alguns sinais de consolidao de uma cultura partilhada no

    agrupamento.

    A sede do agrupamento funciona numa das mais antigas Escolas do pas, o antigo Liceu Nacional de Aveiro,

    indissocivel do servio de educao e formao dos jovens, bem como do progresso registado no municpio

    em que se instalou. Por tal, na comemorao dos 150 anos do Liceu (), foi o mesmo reconhecido com a

    medalha de Mrito Municipal em ouro.

    As obras de construo do edifcio decorrem entre 1948 e 1952. A sua entrega oficial foi feita no dia 25 de

    maio de 1952 e depois de realizada a transferncia ao longo do ms de setembro, teve lugar, a 13 de

    outubro, a inaugurao solene do novo edifcio, ao mesmo tempo que se iniciava um novo ano letivo. Sem

    alteraes traa original, o edifcio sofreu obras de requalificao que deram justificaram a reinaugurao

    de 29 de janeiro de 2011.

    As escolas EB1, anteriormente designadas como escolas primrias, foram construdas nas dcadas de 50, 60

    e 70 do sculo XX, na segunda metade do perodo da ditadura. A escola EB2, inicialmente designada como

    escola C+S, foi construda na dcada de 90, no auge da massificao do ensino em Portugal. tambm neste

    perodo que surge o investimento pblico na educao pr-escolar e que se convertem alguns espaos das

    escolas do 1 ciclo do ensino bsico em salas para a educao pr-escolar.

    O patrono do Agrupamento, Jos Estvo Coelho de Magalhes (Aveiro, 26 de dezembro de 1809

    Lisboa, 4 de novembro de 1862), personalidade multifacetada de poltico, jornalista, professor, advogado e

    soldado, provavelmente o mais ilustre dos aveirenses, tido consensualmente como o principal responsvel

    pela construo do primeiro edifcio do Liceu Nacional de Aveiro. Distinguem-no as suas qualidades pessoais,

    a sua verticalidade moral e a sua benevolncia.

    Filho de Lus Cipriano Coelho de Magalhes e de D. Clara Miquelina de Azevedo Leito, fez em Aveiro os seus

    primeiros estudos. Quando em 1828 D. Miguel, regressado de Viena, se declara rei absoluto, alista-se no

    Terceiro Batalho Acadmico (como alis o faro Garrett e Herculano), interrompendo o curso de Direito que

    frequentava em Coimbra. Participa ento nas revoltas liberais de Aveiro e do Porto, acabando por se refugiar

    em Plymouth (Inglaterra) e escapar assim aos suplcios de que foram vtimas os Mrtires do Gravito. Em

    janeiro de 1829 junta-se aos liberais refugiados na Ilha Terceira, onde chega D. Pedro, em 1832, depois de

    abdicar do trono brasileiro em favor do seu filho. Participou na tomada da cidade do Porto (cuja interveno

    lhe mereceu uma alta condecorao), em 1832, e na de Lisboa.

    Terminada a guerra civil em 1834 e j com D. Maria II instalada no trono, regressa a Coimbra para

    completar os seus estudos.

    Defensor da Constituio de 1822, mais progressista do que a Carta Constitucional outorgada por D.

    Pedro, faz-se eleger deputado por Aveiro s Constituintes (1837) depois da sua entrada em vigor (Governo

    setembrista). Foi durante este ministrio que se consolidou a liberdade de pensamento, de imprensa e de

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    associao e se procedeu reforma o ensino pblico, com o estabelecimento do ensino primrio gratuito, a

    fundao dos liceus e do ensino politcnico, a fim de alargar a participao poltica dos cidados e de

    promover o necessrio crescimento econmico. Apesar deste esforo, a retrica de Jos Estvo denuncia a

    impotncia do governo face aos novos bares liberais, de um pas em que o povo se mostra alheio s

    convulses citadinas e dos militares, e cujas estruturas arcaicas permanecem.

    Deste modo, foi rpida a evoluo do pas para as ditaduras, para os levantamentos populares e para a

    guerra civil. Durante este perodo de instabilidade Jos Estvo, o professor da Escola Politcnica e jornalista,

    mantm-se na clandestinidade. Em 1851, a Regenerao tr-lo de volta ao Parlamento. neste perodo, de

    forte atividade politica, que luta pela construo do Liceu de Aveiro e pela passagem, pela cidade, do

    caminho-de-ferro Lisboa-Porto, participando tambm na criao do asilo de S. Joo, em Lisboa, e na de um

    asilo para a infncia desvalida, em Aveiro.

    Viso estratgica

    Todos os jovens atingem o sucesso se viverem num ambiente que encoraje e promova o seu

    desenvolvimento enquanto pessoas individuais e enquanto cidados pertencentes a uma comunidade.

    O Agrupamento de Escolas Jos Estvo tem como ambio consolidar o estatuto de unidade de educao e

    ensino de referncia na comunidade, pela promoo dos valores, da disciplina, da excelncia e do mrito de

    todos os atores de uma organizao inclusiva, aberta inovao pedaggica e organizacional e capaz de dar

    resposta aos desafios do seu tempo. Toda a dinmica da coordenao da ao educativa dever

    permanecer centrada no rigor e na formao integral, privilegiando a capacidade de inovao e integrao e

    afirmando-se pela educao para a cidadania.

    A concretizao desta viso exige:

    A promoo da cultura cientfica, humanstica, artstica e desportiva;

    O desenvolvimento de competncias acadmicas, profissionais, tecnolgicas, de trabalho, de

    comunicao, sociais, afetivas e ticas;

    A promoo das vrias literacias, inseridas no mundo da comunicao escala global;

    Uma oferta formativa diversificada e flexvel, capaz de responder a um pblico heterogneo;

    A adoo atempada de medidas adequadas s diferentes situaes, com especial ateno para a

    orientao profissional e vocacional;

    A promoo, num clima de liberdade responsvel, do sentido do coletivo, dos valores da

    solidariedade, do respeito mtuo, da tolerncia, da autonomia e do esforo, enquanto elementos

    essenciais construo do conhecimento;

    A promoo de uma cidadania esclarecida e participativa nas escolas do agrupamento e no meio

    envolvente;

    A dinamizao cultural, atravs da interao com parceiros do meio local, regional e nacional, numa

    perspetiva de ligao ao meio envolvente e ao mundo;

    O aprofundamento de metodologias centradas no aluno.

  • Pgina 6 de 25

    Misso

    O Agrupamento de Escolas Jos Estvo assume, como sua misso, preservar o conjunto de valores e de

    princpios que tm fundamentado a sua prtica e que lhe so prprios, tomando-os como parte integrante

    da sua cultura e da sua identidade. fundamental que a Escola, enquanto instituio formal de educao,

    assegure a formao integral e harmoniosa de todos os educandos, atravs do pleno desenvolvimento da

    personalidade, da formao do carcter e do desenvolvimento do sentido cvico, preparando-os para o

    futuro, quer este seja o prosseguimento de estudos ou a vida ativa, para que possam contribuir para o

    progresso social. Procura-se, assim, ir ao encontro dos interesses dos alunos, das suas capacidades e da sua

    vocao.

    Assim, o agrupamento de Escolas Jos Estvo assume, como sua misso, promover o sucesso de cada um

    dos seus alunos, em cada momento do percurso educativo e formativo, promovendo o desenvolvimento das

    suas competncias de forma adequada ao desenvolvimento harmonioso das suas capacidades, habilitando-

    os a exercer uma cidadania ativa, responsvel e empreendedora, pautada pela noo de servio social. No

    cumprimento desta misso, o Agrupamento de Escolas Jos Estvo procura disponibilizar uma vasta oferta

    educativa, desde a educao Pr-Escolar ao Ps-Secundrio.

    Princpios e valores orientadores

    O Agrupamento de Escolas, enquanto escola pblica centrada na prestao de um servio de pblico de

    qualidade, alicera os seus princpios na Constituio da Repblica Portuguesa e na Lei de Bases do Sistema

    Educativo (LBSE). Assim, o seu mandato social traduz-se em garantir a todos o direito educao atravs de

    uma permanente ao formativa orientada para favorecer o desenvolvimento global da personalidade, o

    progresso social e a democratizao da sociedade (artigo 1 da LBSE).

    O regime de autonomia, administrao e gesto dos agrupamentos de escolas constitui um dos meios para

    que a escola cumpra a sua misso, regendo-se pelos seguintes princpios gerais:

    Igualdade;

    Participao;

    Transparncia;

    Democraticidade;

    Liberdade e a responsabilidade de prestao de contas.

    Consideram-se valores essenciais a promover os que se relacionam diretamente com a vida escolar, bem

    como os que ultrapassam as fronteiras da escola. Assim, destacam-se:

    Valores democrticos e cvicos Igualdade de oportunidades no acesso educao e ao sucesso escolar;

    Pluralismo de opinies, dilogo, tolerncia, esprito crtico e criativo, to necessrios s constantes

    transformaes sociais que vivemos;

    Respeito pela diversidade tnica, cultural, poltica e religiosa, em prol da equidade;

    Cidadania ativa (consciencializao dos direitos e deveres pessoais e cvicos e promoo do

    compromisso e da participao;

    Valores locais, nacionais e universais;

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    Valores profissionais e sociais tica;

    Rigor, esforo e exigncia como meios de alcanar o sucesso;

    Trabalho, como forma de valorizao pessoal e coletiva;

    Mrito e excelncia;

    Lealdade e transparncia;

    Qualidade e competncia;

    Iniciativa, flexibilidade e inovao;

    Responsabilizao, reflexo, partilha e corresponsabilizao.

    Valores pessoais e interpessoais Valorizao do indivduo, em todas as suas vertentes;

    Solidariedade e altrusmo;

    Cooperao e colaborao;

    Aceitao da diferena, promovendo uma cultura de incluso que permita o desenvolvimento das

    potencialidades de cada um;

    Cortesia;

    Sensatez.

    Diagnstico Estratgico

    Caracterizao do Agrupamento

    Dimenso do Agrupamento O Agrupamento de Escolas de Jos Estvo encontra-se sedeado na ESJE

    (antigo Liceu de Aveiro), localizada na Avenida 25 de Abril, em Aveiro, onde

    funcionam turmas do 7. ao 12. ano e EFA para adultos.

    Na Escola Bsica 2/3 de S. Bernardo, localizada na Rua Dr. Jos Giro Pereira, a

    norte da freguesia de S. Bernardo, funcionam turmas do 2. e do 3. ciclo.

    O 1. ciclo e o Ensino Pr-Escolar funcionam em cinco Centros Educativos, a

    saber:

    Centro Educativo de S. Bernardo, localizado na Rua da Cabreira e com

    uma Extenso a funcionar na EB 23 de Bernardo;

    Centro Educativo do Solposto, localizado na Rua Quinta do Torto, em

    Santa Joana;

    Centro Educativo da Presa, na Rua da Fraternidade, Presa;

    Centro Educativo dos Areais, situado na Rua do Caio, em Santa Joana;

    A Escola EB1 das Areias de Vilar, na Rua Areias de Vilar (apenas 1. ciclo).

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    Desde 2003 que o Centro de Formao das Escolas dos Concelhos de Albergaria-a-Velha e de Aveiro

    (anteriormente Centro de Formao de Escolas de Aveiro Jos Pereira Tavares) se encontra sedeado na

    Escola Bsica 2/3 de S. Bernardo.

    A partir de setembro de 2006 esta escola passou a ser sede do Centro de Reconhecimento e Validao de

    Competncias de So Bernardo - CNO de Escolas de Aveiro. Desde 2014 que o Agrupamento tem em

    funcionamento o CQEP, naquela escola-sede.

    1 - Secundria Jos Estvo - Av. 25 de Abril - 3811 901 Aveiro

    2 - EB 23 de So Bernardo - Rua Dr. Jos Giro Pereira

    3 - Centro Educativo de S. Bernardo - Rua da Cabreira - 3810 071 Aveiro

    4 - Centro Educativo do Solposto - Rua Quinta do Torto - Santa Joana - 3810 319 Aveiro

    5 - Centro Educativo da Presa - Rua da Fraternidade - Presa - 3810 156 Aveiro

    6 - Centro Educativo dos Areais - Rua do Caio - Santa Joana - 3810 376 Aveiro

    7 - EB 1 de Areias de Vilar - Rua Areias de Vilar - Vilar - 3810 213 Aveiro

    Em 2014/ 2015 o Agrupamento conta com cerca de 2700 alunos divididos por estas instalaes e em que a

    escola sede alberga cerca de 1400 alunos e na EB 2 So Bernardo frequentada por cerca de 700 alunos

    entre o 1 e 9 ano de escolaridade.

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    com agrado que os intervenientes no processo educativo vivem o espao escolar. Os alunos e os

    encarregados de educao sentem orgulho pela exigncia e pelos resultados da sua escola, pelas atividades

    que organizam ou em que participam. unnime a ideia de um ensino exigente (opinio de 88% dos alunos

    inquiridos e de 84% dos docentes), prestado por profissionais empenhados no sucesso dos alunos (85% dos

    alunos e 92% dos docentes) e que encorajam os mesmos a trabalhar com vista ao sucesso (74% dos alunos e

    90% dos docentes).

    Promove-se um clima propiciador das aprendizagens, numa perspetiva de formao integral, em interao

    com o outro, responsabilizando os alunos pelo clima da sala de aula e da escola, pelo sucesso dos seus pares

    e pelo seu contributo para os resultados das equipas de trabalho. Valoriza-se o envolvimento dos discentes

    na organizao e na participao em projetos e atividades culturais e de solidariedade, a fim de lhes

    permitir o desenvolvimento de competncias, esprito crtico e criatividade, bem como de os preparar para a

    mudana e para a resoluo de problemas.

    O Meio Fsico, Socioeconmico e Cultural O Agrupamento de Escolas Jos Estevo est inserido na Unidade Territorial do Baixo Vouga, concelho de

    Aveiro, com os diferentes estabelecimentos de ensino distribudos pelas freguesias da Vera Cruz / Glria, S.

    Bernardo e Santa Joana.

    O concelho de Aveiro tem uma populao residente de 77 450 habitantes distribudos por uma superfcie de

    197,6 Km2.

    A densidade populacional elevada nas freguesias urbanas (Vera Cruz/Glria) e nas freguesias suburbanas

    de Esgueira, Aradas, Santa Joana e S. Bernardo, diminuindo a par do afastamento para as zonas da periferia

    urbana.

    Seguindo a tendncia do pas, a estrutura da populao ativa revela um grande declnio da populao

    inserida no setor primrio e um grande acrscimo de populao ativa na rea dos servios, com uma

    crescente terciarizao das atividades funcionais.

    No que respeita estrutura etria da populao, de registar uma forte diminuio da percentagem de

    jovens e um aumento crescente de adultos e de populao idosa acima dos sessenta e quatro anos, pelo que

    o envelhecimento da populao evidente.

    O concelho, pelo seu grande dinamismo e vitalidade, tem vindo a atrair populao de diversas origens, quer

    de mbito nacional, quer internacional, registando-se um nmero elevado de alunos estrangeiros

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    matriculados no Agrupamento1.

    A sede do Agrupamento est localizada numa rea de elevada centralidade na malha urbana, habitada por

    um estrato social mdio e mdio alto, com grande proximidade de servios de elevada importncia, dos

    quais a escola usufrui, ou com eles estabelece parcerias/protocolos (Universidade de Aveiro, Cmara

    Municipal de Aveiro, CERCIAV, Centro de Sade de Aveiro, Museu de Aveiro, Juntas de Freguesia Vera

    Cruz/Glria, So Bernardo e Santa Joana Instituto de Emprego e Formao Profissional, entre outros).

    A sua rea de influncia diferenciada em funo do nvel de escolaridade: os alunos do 3. ciclo residem

    maioritariamente nas freguesias de So Bernardo, Santa Joana e na Unio das Freguesias de Glria e Vera-

    Cruz, e os alunos do ensino secundrio so oriundos de todo o concelho e ainda dos concelhos vizinhos, por

    via da sua oferta curricular na rea das Artes Visuais.

    As trajetrias sociais familiares apresentam marcas predominantemente ascensionais, motivadas pela

    escolarizao crescente e tambm pelas oportunidades de emprego criadas na zona. Trata-se de um grupo

    alfabetizado, em que os conjuntos de nvel superior e do 1ciclo se destacam. A restante populao reparte-

    se pelas formaes intermdias. Predominam as profisses ligadas carreira tcnica, indstria, comrcio e

    profisses liberais.

    Faz parte do Agrupamento, a Escola Bsica 2/3 de S. Bernardo, antiga sede do Agrupamento de Escolas de

    So Bernardo. Est localizada numa zona semiurbana, a norte da freguesia de S. Bernardo, em que um

    nmero elevado de residentes efetua diariamente movimentos pendulares para os locais de emprego

    situados na malha urbana. Esta escola acolhe alunos provenientes das freguesias da Vera Cruz/Glria, Aradas

    e de S. Bernardo.

    Em ambas as escolas do Agrupamento se constata a preferncia de matrcula por parte de um nmero

    significativo de encarregados de educao cujos agregados familiares residem noutras freguesias, devido s

    boas prticas nelas desenvolvidas.

    A populao das freguesias de S. Bernardo e de Santa Joana caracteriza-se por estdios muito diferenciados

    de desenvolvimento social e econmico e de escolaridade. Contudo, e no que respeita especificamente

    Escola dos Areais, esta serve uma populao, que ao nvel do Agrupamento atpica. Muitos dos alunos so

    oriundos de trs bairros sociais com famlias socialmente desestruturadas, observando-se a existncia de

    delinquncia e mesmo de alguma criminalidade, o que nos coloca particulares desafios.

    A presena de crianas de etnia cigana, com todas as questes relacionadas com a sua multiculturalidade,

    dificuldades de integrao, da mobilidade quase permanente potencia um maior nvel de absentismo escolar

    que importa prevenir, exigindo-se um maior acompanhamento dessas crianas.

    Constata-se que as realidades dos outros estabelecimentos de ensino, no se configuram com o perfil j

    descrito para a Escola dos Areais. No entanto, e como ser expectvel, em todos as escolas encontram-se

    pontualmente alguns casos semelhantes aos acima descritos, os quais trazem para dentro das escolas

    desafios constantes a todos os adultos que lidam diariamente com estas crianas e adolescentes.

    1 Fonte. Pordata 2011-2014

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    Estrutura Organizacional

    Co

    nse

    lho

    Ger

    al

    Diretor / Direo

    Conselho Pedaggico

    Conselho Administrativo

    rea da Coordenao Educativa de Superviso

    Pedaggica

    Departamentos Curriculares

    Grupos de Recrutamento

    Coordenadores

    Diretores de Turma

    Conselhos de Diretores de Turma

    Conselhos de Turma 2 Ciclo

    Conselhos de Turma 3 Ciclo

    Conselhos de Turma Secundrio

    Conselhos de Turma Profissional e Vocacional

    De Ano

    rea Disciplinar

    Ensino Profissional Direes de Curso

    Servios Tcnico Pedaggicos

    Biblioteca

    Servios de Psicologia e Orientao

    Servios da Educao Especial

    Servios da Unidade de Multideficincia

    rea do Desenvolvimento

    Educativo

    Gabinete de Apoio ao Aluno

    Gabinete de Resoluo de Conflitos

    Gabinete de Recuperao dos Cursos Profissionias

    rea do Plano Tecnolgico

    rea do Plano Anual de Atividades

    Servios Administrativos

    Comunicao, Imagem e Relaes

    Institucionais

    Comunicao

    Portal do Agrupamento

    Jornal Agrupamento

    Relaes Institucionais

    Parcerias

    Estgios

    Estgios em entidades parceiras

    Estgios de entidades parceiras Clube do Desporto

    Escolar do Agrupamento

    Coordenador do Desporto Escolar

    Treinadores

    rea da Qualidade

    Avaliao Interna

    Formao do Pessoal

    Avaliao do Pessoal

    Instalaes e Equipamentos

    Direes de Instalaes

    Projetos

    Desenvolvimento de Projetos

    Inovao e Desenvolvimento

    Curricular

    Clubes

    CQEP

    Acolhimento / Encaminhamento

    Reconhecimento de Competncias

    Equipa Tcnico Pedaggica

    Curso EFA Equipa Tcnico

    Pedaggica

    Centro de Formao de Professores

    Diretor

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    Os intervenientes no processo educativo encontram-se satisfeitos com a liderana de um agrupamento em

    que a informao circula bem.

    A equipa disponvel e capaz de gerir conflitos. Recebe contributos para o funcionamento da escola e

    partilha responsabilidades.

    Alunos e encarregados de educao tm mais dificuldade em pronunciar-se, eventualmente por no reverem

    a Direo na ao das estruturas intermdias com que contactam, pelo que no ser significativa a

    informao colhida a partir dos resultados destes dados.

    A liderana do agrupamento afigura-se positiva para 72% dos docentes, que consideram a equipa disponvel

    (80%), capaz de partilhar competncias e responsabilidades (73%) ou de gerir conflitos (70%). 60% destes

    (contra 9%) considera que os seus contributos para o funcionamento da escola so valorizados e 62% (contra

    12%) entende haver uma boa circulao da informao.

    Dado que muitos dos alunos no se pronunciam sobre estas matrias, 65% (contra 3%) avalia positivamente

    a liderana, considerando a equipa disponvel (56%, contra 7%), capaz de partilhar competncias e

    responsabilidades (62%, contra 5%) ou de gerir conflitos (57%, contra 7%). 45% destes (contra 13%)

    considera que os seus contributos para o funcionamento da escola so valorizados e 66% (contra 11%).

    Quanto aos encarregados de educao, 65% (contra 3%) avalia positivamente a liderana, considerando a

    equipa disponvel (56%, contra 7%), capaz de partilhar competncias e responsabilidades (62%, contra 5%)

    ou de gerir conflitos (57%, contra 7%). 46% destes No Se pronuncia sobre a valorizao dos seus contributos

    para o funcionamento da escola so valorizados e 65% dos entende haver uma boa circulao da

    informao.

    Oferta Educativa

    O Agrupamento est no quarto ano de implementao do Ensino Bilingue no 1 Ciclo o que permite aos

    alunos de 7 turmas do 1 Ciclo usufrurem de duas reas curriculares (Estudo do Meio e Expresses)

    ministradas alternadamente em Portugus e Ingls.

    Para alm do ensino regular, o Agrupamento disponibiliza, ao nvel de 3. Ciclo, Cursos Vocacionais para dar

    resposta aos educandos que no se identificam com a formao orientada apenas para prosseguimento de

    estudos, e que pretendem obter uma formao direcionada para uma rea profissional.

    No mbito das disciplinas de oferta de escola ou de opo no ensino secundrio, o Agrupamento

    disponibiliza das expresses s tecnologias ou das lnguas estrangeiras economia uma oferta diversificada

    que permite abranger a maioria dos interesses e vocaes dos alunos bem como a valorizao pessoal e

    social que estas disciplinas trazem aos alunos quer pela aquisio de conhecimentos quer pelas

    competncias que desenvolvem.

    Ao chegar ao Ensino Secundrio, o aluno encontra uma oferta educativa igualmente diversificada, podendo

    optar por 3 reas dos cursos Cientfico Humansticos Lnguas e Humanidades, Artes Visuais e Cincias e

    Tecnologias ou por Cursos Profissionais cuja oferta varia em funo das necessidades locais, regionais e

    nacionais das empresas e do mercado de emprego.

    No respeitante formao de adultos, o agrupamento integra cursos EFA (Educao e Formao de Adultos),

    bem como um Centro de Qualificao e de Ensino Profissional CQEP, sedeado na EB2 de So Bernardo.

    Os Servios de Psicologia do Agrupamento prestam servios de orientao e apoio aos alunos, no decurso do

    seu percurso formativo, ajudando-os a encontrar o caminho mais adequado ao seu perfil.

  • Pgina 13 de 25

    Os Servios da Educao Especial procedem necessria integrao dos alunos identificados com

    necessidades educativas especiais, ao abrigo da legislao em vigor, potenciando o desenvolvimento de

    competncias e capacidades e a educao e formao plena destes alunos.

    A Unidade de Multideficincia apoia e desenvolve dentro da Unidade e conjuntamente com os professores

    nas disciplinas do Ensino Secundrio trabalho para o desenvolvimento das competncias e para a formao

    integral dos alunos.

    O Agrupamento tem ainda a misso de proporcionar aos estrangeiros residentes em Portugal a possibilidade

    de realizarem a Prova Nacional de Lngua Portuguesa com o objetivo de se candidatarem obteno da

    cidadania portuguesa.

    Atividades de enriquecimento curricular, Clubes e Projetos O Agrupamento promove o desenvolvimento de um conjunto de projetos e atividades de enriquecimento

    curricular, com vista ao cumprimento da sua misso de instituio centrada no sucesso pleno de todos os

    alunos e na sua formao integral.

    Atravs das atividades de enriquecimento curricular, so postas em marcha, umas vezes de forma ldica,

    outras cimentando vocaes, competncias de diferentes reas dos saberes e do saber fazer, intelectuais,

    pessoais e sociais, promovendo o encontro e a partilha com o outro e a busca de solues criativas para os

    problemas.

    Atualmente funcionam no Agrupamento os seguintes Clubes e Projetos:

    Projetos Clubes

    - Eco-Escolas

    - Riscos&Ecos projeto de dinamizao de

    contactos e de conhecimentos.

    - PES - Educao para a Sade

    - RAIA projeto de Tutorias

    - Justia para [email protected]

    - Direitos Humanos

    - Euro4Science EXPLORING CSI EFFECT

    - Projeto da Fundao Ildio de Pinho

    - AFS mobilidade de jovens

    - MINORSAL propem-se reduzir o sal adicionado

    na confeo dos alimentos (po e sopa).

    - LETEEM - projeto europeu que visa incentivar o

    desenvolvimento de parcerias entre alunos,

    professores e empregadores.

    - Jornal do Agrupamento

    - Projeto da turma 7E -

    - Bibliotecas Escolares

    - Clube do Desporto Escolar

    - Clube de Cidados

    - Parlamento Europeu dos Jovens

    - Clube de Teatro

    - Clube de Fotografia

    - Clube de Cincias

    - Clube das Artes

  • Pgina 14 de 25

    Resultados Os resultados do Agrupamento tm vindo a melhorar gradualmente quanto s taxas de sucesso escolar e s

    taxas de abandono escolar dos seus alunos.

    Tomando como referncia os resultados escolares do ano letivo 2013/2014 quase todos eles se situam acima

    da mdia nacional e que refletem o posicionamento desta unidade orgnica no que diz respeito ao seu

    enquadramento socioeconmico.

    Quer as taxas de sucesso escolar quer as de abandono escolar tm vindo a melhorar desde h pelo menos 3

    anos.

    Verifica-se, ainda, no ensino secundrio cientfico-humanstico e profissional, a existncia de alguns

    resultados que fragilizam a operao, nomeadamente no incio do ensino secundrio e na concluso dos

    cursos profissionais.

    Estes resultados, embora tendo vindo a melhorar nos ltimos anos, necessitam de estar em maior coerncia

    com os resultados dos outros anos de escolaridade para ajudarem a credibilizar os bons resultados que tm

    sido obtidos pelos nossos alunos nos exames nacionais.

    Resultados Escolares 2013 / 2014

    Ensino/Modalidade/Ano ou Tipo Taxa de Sucesso

    da UO Nacional

    Bsico 92,3% 89,09%

    Regular 92,3% 89,21%

    1 Ano 100,0% 100.0 %

    2 Ano 89,12% 88.8 %

    3 Ano 95,95% 94.7 %

    4 Ano 96,83% 96.1 %

    5 Ano 94,69% 88.2 %

    6 Ano 91,06% 86.7 %

    7 Ano 89,19% 82.1 %

    8 Ano 93,46% 86.0 %

    9 Ano 84,86% 83.6 %

    Secundrio 84,52% 81,72%

    Regular CH 83,97% 79,06%

    10 Ano 84,41% 84.4 %

    11 Ano 87,95% 87.4 %

    12 Ano 78,65% 63.9 %

    Profissional 86,3% 87,53%

    1 Ano 100,0% 98.5 %

    2 Ano 100,0% 99.2 %

    3 Ano 51,61% 62.3 %

  • Pgina 15 de 25

    Ensino/Modalidade/Ano ou Tipo Transi-tou

    No

    Transi-

    tou

    Concluiu No

    Concluiu

    Anulou

    Matricula

    Transferido Excludo por

    Faltas

    Em

    ProcAval.

    Retido por

    Faltas Total

    Bsico Regular 1 Ano 151 7 158

    2 Ano 131 16 5 152

    3 Ano 166 6 12 1 185

    4 Ano 122 3 8 1 134

    5 Ano 107 6 9 122

    6 Ano 112 10 4 1 127

    7 Ano 198 21 3 3 225

    8 Ano 243 17 6 266

    9 Ano 185 30 15 1 2 233

    996 66 419 43 69 1 8 1602

    996 66 419 43 69 1 8 1602

    Secundrio Regular CH 10 Ano 249 46 12 307

    11 Ano 197 25 1 4 2 229

    12 Ano 151 41 8 200

    446 71 151 41 1 24 2 736

    Profissional 1 Ano 2 79 81

    2 Ano 2 78 80

    3 Ano 32 30 1 63

    32 30 1 4 157 224

    446 71 183 71 2 28 2 157 960

    Total 1442 137 602 114 2 97 3 157 8 2562

    Redes, Parcerias e Protocolos Fruto do investimento realizado nos ltimos anos na concretizao de parcerias com empresas, instituies e

    organizaes, 75% dos alunos e 88% dos docentes consideram o Agrupamento uma instituio aberta ao

    exterior.

    Entende-se que se trata de uma rea que merece especial ateno para que o Agrupamento, pela sua ao

    e interveno marcantes. Deve contribuir para a construo da comunidade e sociedade e, tambm, para

    que, enquanto Escola, receba contributos valiosos para a formao humana, social, intelectual e profissional

    dos seus alunos.

    Recursos Humanos

    Alunos

    Dados: Distribuio dos alunos (geral; subsidiados; com Portugus Lngua No Materna; minorias tnicas) e

    turmas por Pr-Escolar e Ciclos de Ensino; Distribuio por reas de residncia

    Atualmente frequentam os Estabelecimentos de Educao e Ensino do Agrupamento um total de cerca de

    2700 alunos em regime diurno.

    A maioria dos alunos reside nas imediaes das escolas do agrupamento. Contudo, o ensino secundrio e os

    cursos profissionais e vocacional so frequentados por alunos residentes desde o concelho de Ovar at aos

    concelhos de Vagos e Mira, dada a natureza destas opes de ensino.

    A maioria destes jovens originria das classes mdias, mas h tambm um conjunto de famlias que cumpre

    requisitos para serem abrangidas pela Ao Social Escolar. No entanto, aps um perodo de reforo dos

    apoios prestados s famlias, constata-se, ao nvel do concelho, uma diminuio do nmero de alunos dos

    escales A e B de 2013/2014 para 2014/2015.

  • Pgina 16 de 25

    N de Beneficirios por Escola em 2014/2015

    Beneficirios ASE Escales Abono de Famlia

    Escolas A B C Total 1 2 3 Total

    334 278 0 612 302 303 1 606

    256754 4 2 0 6 4 2 0 6

    256780 10 5 0 15 10 5 0 15

    259433 29 49 0 78 29 49 0 78

    259664 46 7 0 53 46 7 0 53

    275943 25 16 0 41 25 16 0 41

    343500 72 68 0 140 64 76 0 140

    401961 148 131 0 279 124 148 1 273

    Tem aumentado significativamente o nmero de alunos estrangeiros que frequenta as escolas do

    agrupamento.

    Nmero de Alunos Estrangeiros

    Bsico Secundrio

    Afeganisto 1 0

    Angola 2 2

    Brasil 4 11

    Bielo-Rssia 1 0

    China 1 5

    Espanha 1 3

    Frana 4 6

    Reino Unido da Gr-Bretanha e Irlanda do Norte 2 1

    Guin-Bissau 2 3

    Luxemburgo 4 3

    Lbia 1 0

    Moldvia 1 1

    Moambique 1 1

    Pases e territrios ignorados 4 0

    Ucrnia 4 6

    Estados Unidos da Amrica 1 2

    Usbequisto 2 0

    Venezuela 8 9

    frica do Sul 2 0

    Canad 0 1

    Sua 0 6

    Cuba 0 1

    Alemanha 0 4

    Iraque 0 2

    Itlia 0 2

    Coreia do Sul 0 1

    Cazaquisto 0 2

    Romnia 0 2

    Rssia 0 3

    So Tom e Prncipe 0 1

  • Pgina 17 de 25

    99 alunos esto identificados ao abrigo da legislao das Necessidades Educativa Especiais o que equivale a

    uma percentagem de 3,5%

    Corpo Docente e Pessoal Tcnico Superior

    No Agrupamento trabalham 206 professores/educadores que constituem um corpo docente qualificado e

    relativamente estvel, dos quais, 173 pertencem ao Quadro do Agrupamento (84%).

    Predominam os docentes do sexo feminino (75%), assim como docentes com grande experincia profissional

    sendo que 157 docentes possuem 20 ou mais anos de tempo de servio (76%).

    Os professores possuem como habilitao mnima a licenciatura, tendo alguns o grau de mestre e/ou doutor

    ou cursos de ps-graduao/especializao.

    A distribuio do servio docente assenta num quadro de gesto integral dos recursos humanos e em

    critrios relacionados com a formao cientfica e a continuidade pedaggica.

    O Agrupamento possui ainda uma tcnica de carreira (Psicloga).

    Distribuio Segundo o tipo de vnculo ao Agrupamento (Em 01/09/2014)

    QA QZP Contrato

    Completo

    Contrato

    Parcial

    Sexo Sexo TOTAL 20 ou

    + Anos

    servio

    Nvel

    Escolaridade

    H M H M H M H M Masc Fem

    Pr-Escolar 0 5 0 2 0 0 0 0 0 7 7 7

    1 CEB 2 24 1 8 0 0 0 0 3 32 35 24

    2 CEB 3 15 1 3 0 0 0 0 4 18 22 17

    3 CEB/SEC. 40 84 4 13 0 0 0 1 44 98 142 109

    TOTAL 45 128 6 26 0 0 0 1 51 155 206 157

    Nmero de docentes por Departamento Curricular e Tcnicos Superiores (Em 01/09/2014)

    Departamento

    Curricular

    Pr- Esc

    e Educ

    Esp

    1

    CEB

    Mat. /

    Cincias

    Exp

    Cincias

    Socias

    Humanas

    Lnguas EF, Artes,

    Tecnologias

    Tcnica

    Superior

    Psicloga

    TOTAL

    N Docentes 7 35 51 24 40 48 1 206

    No existe uniformidade face ao recurso s novas tecnologias em sala de aula (enquanto70% dos docentes as

    considera prtica comum, s dos alunos 36% possui esta viso), podendo concluir-se que as estratgias

    aplicadas no se esgotam nestas.

    A competncia cientfica ou pedaggica de educadores e professores merece reconhecimento da

    comunidade. Regista-se, no entanto, um dfice de competncias na utilizao de plataformas tecnolgicas

    de carcter pedaggico.

    Merece ainda meno, uma deficiente articulao entre pares, tanto na articulao entre Ciclos de ensino

    como entre anos de escolaridade, ao nvel do ensino secundrio.

    Em termos de disciplina, se 47% dos alunos no se pronuncia e s 37% o considera bom, em contrapartida,

    56% considera que estes respeitam os professores (31% no se pronuncia), 59% considera que respeitam o

    pessoal no docente (28% no se pronuncia) e 53% entende que as situaes de indisciplina so bem

    resolvidas.

  • Pgina 18 de 25

    A posio assumida pelos docentes parece mais coerente. 49% (contra 31%) dos professores considera o

    comportamento bom, em contrapartida, 57% considera que os alunos respeitam os professores (contra

    24%), 45% considera que respeitam o pessoal no docente (contra 29%) e 55% (contra 16%) entende que as

    situaes de indisciplina so bem resolvidas.

    Os encarregados de educao possuem uma viso positiva sobre a disciplina. 72% consideram que os alunos

    respeitam os professores, 70% considera que respeitam o pessoal no docente.

    De facto, um nmero de processos disciplinares e de dificuldade de controlo de comportamentos e atitudes

    irreverentes, traz alguma preocupao sobre esta matria, tornando-se fundamental o combate ao insucesso

    escolar, a aposta em princpios e valores fundamentais e uma ao concertada e direcionada para a

    construo da personalidade e da pessoa assente na exigncia, rigor e responsabilidade.

    Pessoal No Docente No que concerne ao pessoal no docente, a Escola dispe de 63 elementos distribudos pelas carreiras de

    Assistente Tcnico, Assistente Operacional e CSAE.

    Os Assistentes Operacionais colaboram no desenvolvimento de toda a ao educativa e so um corpo

    imprescindvel para que o servio prestado tenha a qualidade desejvel. So fundamentalmente do sexo

    feminino e tm uma ligao contratual estvel. O seu nmero encontra-se abaixo do desejvel, em funo

    das necessidades do Agrupamento. Tem sido possvel a contratao de funcionrios ao abrigo do Programa

    Ocupacional (POC) do Instituto do Emprego e Formao Profissional (IEFP).

    Distribuio por Categoria e Vnculo (Em 01/09/2014)

    Nvel de

    Escolaridade

    Categoria

    Profissional

    CITTI Contrato

    Termo

    Contrato

    Emprego

    Insero

    TOTAL

    Pr - Escolar Assistente

    Operacional

    0 0 0 0

    1 CEB Assistente

    Operacional

    47 0 0 47

    2/3 CEB e

    Secundrio

    CSAE 2 0 0 2

    Assistente

    Tcnico

    14 0 0 14

    TOTAL 63 0 0 63

    A avaliao dos servios administrativos, por um lado, e dos assistentes operacionais e tcnicos

    administrativos, por outro, positiva para 93% e 79% dos docentes, respetivamente, baixando a avaliao

    dos discentes para 66% e 67%.

    No entanto, a ao do pessoal no docente nem sempre se coaduna com o processo educativo dos alunos e

    com os objetivos e a misso da organizao, sendo fundamental uma aposta na formao e na monitorizao

    da sua ao

  • Pgina 19 de 25

    Equipamentos e Servios A avaliao dos servios administrativos, por um lado, e dos assistentes operacionais e tcnicos

    administrativos, por outro positiva para 93% e 79% dos docentes, respetivamente, baixando a avaliao

    dos discentes para 66% e 67%.

    O refeitrio merece avaliao negativa, da parte de 40% dos alunos (contra 27%) e de 13% dos professores,

    dos quais 53% no se pronunciam.

    Existem apenas 35% (40% no se pronuncia) dos pais satisfeitos com o refeitrio. Apenas 41% (54% no se

    pronuncia) satisfeitos com o servio de bar.

    Identifica-se, em algumas famlias, a existncia de problemas de alcoolismo e natureza diversa, com grave

    dimenso social e econmica. Apesar do reflexo negativo que esses problemas tm no desempenho dirio

    dos e, assim, no aproveitamento escolar desses alunos, a escola o local onde se sentem mais seguros e

    mais protegidos, dada a dedicao dos professores e funcionrios que os acompanham, o que favorece

    aprendizagens mais sustentadas e um maior equilbrio afetivo.

    O Agrupamento tenta investir na componente de apoio famlia, designadamente atravs da Cooperao

    interinstitucional.

    Apoio Educativo A falta de solues ajustadas pode acelerar a desmotivao, por parte de discentes e de Encarregados de

    Educao. Procurando dar resposta a este problema, o Agrupamento disponibiliza vrios meios de

    pedagogias diferenciadas, ajustadas s necessidades particulares dos educandos e de, dentro do possvel,

    assegurar a escolha dos Encarregados de Educao: Gabinete de Apoio ao Aluno, Gabinete de Resoluo de

    Conflitos, Gabinete de Recuperao dos Cursos Profissionais, Servios de Psicologia e Orientao; Servios de

    Biblioteca, Clube do Desporto Escolar, entre outros.

    Recursos materiais A partir dos dados do inqurito aplicado aos alunos e docentes do Agrupamento, possvel inferir uma ideia

    global positiva face ao ambiente vivido na instituio, j que 79% dos alunos e 75% dos docentes inquiridos

    considera que a sua escola um lugar onde agradvel estar.

    Todos os edifcios exigem um esforo acrescido dos recursos humanos do Agrupamento,

    independentemente de a sua construo ser recente ou antiga: os novos, pelas deficincias na construo e

    pela quantidade de equipamento que exige ateno e manuteno redobradas, e os antigos, pelas

    necessidades habituais dos equipamentos antigos.

    As instalaes das Escolas dos Areais, Presa e Areias de Vilar tambm sofrem da deteriorao e do

    desajustamento s necessidades atuais, pela fora da idade dos edifcios.

    No que respeita s instalaes, se 63% dos docentes considera que as salas de aula confortveis, s 57% dos

    alunos (contra 23%) partilha desta opinio. De facto, do ponto de vista dos discentes, dimenso das

    cadeiras queixa mais recorrente h que refletir sobre a arrumao dos seus pertences, com destaque

    para os cabides ou mesmo prateleiras.

    J a adequao dos espaos de educao fsica e de desporto merece uma avaliao mais positiva por parte

    dos discentes (65%, contra 14%) do que dos docentes (26%, contra 21%).

  • Pgina 20 de 25

    O mesmo acontece com a avaliao dos espaos vocacionados para o trabalho autnomo e entre pares,

    positiva para 75% dos discentes (contra 11%) e apenas para 57% dos docentes (contra 30%), que sentiro

    eventualmente a falta dos gabinetes de trabalho de que a ESJE dispunha.

    Do nota positiva aos espaos de recreio e de convvio, 82% dos alunos (apesar de apenas 64% dos docentes

    o fazerem), biblioteca, 84% destes (que a merece de 87% dos docentes), ao funcionamento e qualidade dos

    servios de bar, 76% (avaliao que desce para 70% com os docentes) e ao funcionamento da reprografia,

    71% (avaliao que sobe para 93% quando efetuada pelos docentes).

    Pais satisfeitos com os espaos (rondam os 50-60% de satisfao), com apenas c. 40% a considerar

    satisfatrios os espaos de estudo autnomo.

    notria a falta de espaos cobertos para convvio dos alunos na EB 23 de S. Bernardo.

    O Centro Escolar do Solposto v deterioradas de ano para ano as suas instalaes, mantm uma rea

    ocupada pela Junta de Freguesia, sendo o recreio e as instalaes sanitrias dos alunos um perigo que urge

    sanar.

    O Parque informtico, no primeiro ciclo, est muito desatualizado, exceto o do edifcio de construo

    recente - EB1 de S. Bernardo.

    Anlise SWOT

    AN

    LI

    SE E

    XTE

    RN

    A

    OPORTUNIDADES

    - Localizao estratgica, num concelho de

    forte dinamismo e vitalidade econmica.

    - Implantao numa regio de elevada

    densidade populacional e de significativa

    terciarizao.

    - Proximidade de servios de importncia

    estratgica, com os quais a escola celebra

    parcerias e protocolos.

    - Preferncia de matrcula por parte de um

    nmero significativo de encarregados de

    educao residentes noutras freguesias e que

    apostam na excelncia dos seus educandos.

    - Complementaridade no Agrupamento e na

    Regio da oferta dos Cursos Profissionais.

    - Aumento para 12 anos da escolaridade

    obrigatria.

    - Criao de Emprego no Concelho e na

    Regio.

    AMEAAS

    - Envelhecimento da populao, apesar de

    compensado por migraes populacionais.

    - Incidncia de problemas familiares e sociais

    diversos.

    - Tendncia dos alunos e das famlias para a

    centralizao, optando pelas escolas do centro

    da cidade.

  • Pgina 21 de 25

    AN

    LI

    SE IN

    TER

    NA

    PONTOS FORTES

    - Nvel de exigncia rumo excelncia.

    - Qualidade e empenho do corpo docente,

    no acompanhamento do aluno (nas

    diferentes vertentes da sua formao) e no

    seu sucesso.

    - Sentimento de satisfao por parte dos

    membros da comunidade educativa com o

    ambiente fsico relacional e de trabalho.

    - Boas condies materiais.

    - Apetrechamento de equipamentos de TIC

    suficientes para responder de forma

    satisfatria aos desafios da atualidade.

    - Servios funcionais.

    - Responsabilizao dos alunos, pelo seu

    desenvolvimento pessoal e pelo dos seus

    pares.

    - Atividades e projetos centrados no

    desenvolvimento pessoal e social.

    - Valorizao das atividades experimentais e

    das competncias fundamentais para a

    resoluo de problemas.

    - Adequao do perfil do professor ao

    exerccio das funes inerentes Direo de

    Turma.

    - Uma liderana disponvel, capaz de

    partilhar competncias e responsabilidades,

    de articular vrios rgos e

    estabelecimentos de educao e ensino e de

    gerir conflitos.

    - Integrao na vida ativa e/ou

    encaminhamento dos alunos da Unidade de

    Multideficincia e Currculo Especfico

    Individual.

    PONTOS FRACOS

    - Alguns problemas de indisciplina.

    - Alguns espaos de convvio de alunos e

    equipamentos carecem de interveno.

    - Carncia de pessoal no docente na rea da

    Ao Auxiliar Educativa.

    - Insuficiente articulao entre os diferentes

    anos de escolaridade e nveis de ensino.

    - Ausncia de um processo sistemtico de

    autoavaliao.

    - Resultados escolares.

    - Monitorizao dos apoios ministrados aos

    alunos no inseridos nas Necessidades

    Educativas Especiais.

    -Taxa de concluso dos alunos dos cursos

    profissionais;

    - Articulao pedaggica nos Conselhos de

    Turma dos Cursos Profissionais.

  • Pgina 22 de 25

    Objetivos, Estratgias e Metas do Projeto Educativo

    Objetivos Atendendo misso do Agrupamento os objetivos a alcanar dirigem-se em particular para a promoo do

    sucesso escolar dos alunos, concretizando-se nas seguintes vertentes:

    a. Melhoria da qualidade das ofertas educativas;

    b. Melhoria Global do aproveitamento escolar;

    c. Promoo da incluso de alunos que manifestam mais dificuldades de aprendizagem;

    d. Melhorar a integrao e o percurso escolar dos alunos com deficincias ou com necessidades

    educativas especiais;

    e. Melhoria da prtica do processo educativo;

    f. Elevar a Cultura e Misso do Agrupamento;

    g. Melhoria da ao e eficincia pedaggica do pessoal docente;

    h. Melhoria da ao e eficincia do pessoal no docente;

    i. Melhoria da atividade dos servios de psicologia e orientao;

    j. Melhoria da atividade dos servios de educao especial;

    k. Promoo de ambientes educativos disciplinados;

    l. Renovao de infraestruturas e equipamentos;

    m. Valorizao e promoo da imagem do agrupamento;

    ESTRATGIAS Salientando-se novamente o sucesso escolar como o objetivo fundamental que congrega outros objetivos

    com afinidades comuns que cooperam para esse mesmo fim, define-se um conjunto de estratgias centradas

    nesta mesma perspetiva:

    a. Criao de um curriculum prprio do Agrupamento para a Educao em Direitos Humanos que

    abranja da educao pr-escolar ao ensino secundrio.

    b. Reforo da Identidade de Agrupamento Bilingue.

    c. Reforo da Identidade de Agrupamento Promotor do Sucesso Educativo.

    d. Alterao dos critrios de constituio de Turmas.

    e. Redefinio dos critrios de distribuio do servio docente.

    f. Adequao do perfil dos docentes de acordo com as ofertas educativas e formativas;

    g. Alterao dos critrios de organizao dos horrios.

    h. Constituio de equipas educativas.

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    i. Promoo do trabalho colaborativo e cooperativo entre docentes.

    j. Diminuio temporria da heterogeneidade das turmas e rotao temporria dos alunos

    entre turmas de origem.

    k. Apoio mais individualizado aos alunos que revelem mais dificuldades.

    l. Interveno sobre as disciplinas onde se verifica mais insucesso.

    m. Estabelecimento de compromissos com metas de sucesso.

    n. Reforo de processos de monitorizao, contratualizao e avaliao formativa.

    o. Fomento da partilha entre docentes de rea disciplinar, ano de escolaridade e conselho de turma,

    incentivando a interdisciplinaridade de prticas.

    p. Conduo da deslocao do foco de trabalho da turma para o ano de escolaridade e deste para o

    Ciclo.

    q. Investimento na formao do pessoal docente e no docente.

    r. Implementao de Sistemas de monitorizao de atividade do pessoal no docente.

    s. Generalizao do Sistema de monitorizao dos resultados escolares.

    t. Gesto otimizada de recursos humanos.

    u. Valorizao da avaliao diagnstica.

    v. Reforo de parcerias.

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    Metas do Agrupamento

    Atendendo combinao entre os compromissos na Estratgia 2015, aos resultados do Agrupamento e ao

    Projeto de Interveno do diretor, estabelecem-se como Metas de Sucesso a atingir:

    METAS

    2013/2014 2014/2015 2017/2018

    % de Alunos com

    Sucesso nos

    Resultados dos

    Exames Nacionais

    Lngua Portuguesa - 4 Ano 96.1 % 96.1 % 96.5 %

    Matemtica - 4 Ano 94.3 % 94.3 % 94.0 %

    Portugus - 6 Ano 96.3 % 96.3 % 96.5 %

    Matemtica - 6 Ano 92.7 % 92.7 % 93.0 %

    Portugus - 9 Ano 84.65 % 84.65 % 80.0 %

    Matemtica - 9 Ano 62.2 % 62.9 % 60.0 %

    Portugus - 12 Ano 76% 76% 76%

    Matemtica A- 12 Ano 77% 78% 78%

    % de Alunos Retidos

    1 Ano 0% 0% 0%

    2 Ano 3.7 % 3.2 % 5%

    3 Ano 2% 1.5 % 3%

    4 Ano 3% 3% 5%

    5 Ano 0% 0% 3%

    6 Ano 3.4 % 3.4 % 6%

    7 Ano 6% 6% 7%

    8 Ano 5% 5% 5%

    9 Ano 6% 6% 8%

    10 Ano 13% 12% 12%

    11 Ano 9% 8% 8%

    12 Ano 26% 25% 25%

    % de desistncia

    aos 14 anos 0% 0% 0%

    aos 15 anos 1% 1% 1%

    aos 16 anos 4% 3% 3%

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    Monitorizao e Avaliao do Projeto Educativo

    O grau de execuo do atual Projeto Educativo de Agrupamento ser objeto de avaliao no final do perodo

    vigente. Essa avaliao ser implementada e coordenada pelo Conselho Geral e pelo Conselho Pedaggico,

    no mbito das suas competncias.

    Apresenta-se, de seguida, um quadro com os vrios intervenientes, instrumentos e calendarizao do

    processo.

    Intervenientes Instrumentos Calendarizao

    Conselho Geral Relatrios externos

    Ao longo e no final do

    tempo de vigncia do

    PEA

    Direo Executiva Relatrios internos/Plano

    de melhoria

    Avaliao intermdia no

    final de cada ano letivo

    Conselho Pedaggico Relatrios internos Avaliao intermdia no

    final de cada ano letivo

    Equipa de

    Coordenao do PEA

    Comparao com resultados

    externos

    No final do tempo de

    vigncia do PEA

    Equipa de

    autoavaliao do

    Agrupamento

    Relatrios internos,

    relatrios com resultados

    externos, Plano de melhoria

    Durante a vigncia do PE e

    no final da vigncia do

    mesmo

    O presente Projeto Educativo corresponsabiliza toda a comunidade escolar.

    (Verso final aprovado no CG de 25/6/2015)