ALVES, Jean Carlos Miranda - s3.· 3 BRAZ, Maíra. Crime de roubo praticado com arma de brinquedo

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    ALVES, Jean Car los Miranda . Responsabilidade civil do Estado pela morte de

    presidirios sob sua custdia. So Manuel,SP : FMR,2017.

    RESUMO

    Visando elucidao do enorme questionamento surgido no incio do deste ano, a presente pesquisa tem

    por objetivo o estudo da responsabilidade civil do Estado pela morte de presidirios. Procura-se, portanto,

    definir se a Administrao Pblica ou no obrigada a reparar os danos causados pela morte de um preso,

    seja por ao de seus agentes pblicos, seja por sua omisso, ou, at mesmo, pela ao dos prprios

    companheiros dos custodiados. Foram utilizados, como fonte de pesquisa, doutrinas e artigos cientficos de

    Direito Administrativo, Civil e Constitucional, alm da jurisprudncia do Supremo Tribunal Federal, em

    especial o acrdo publicado recentemente que trata da responsabilidade pelas ms condies do crcere.

    Abordados os pressupostos da responsabilidade civil, as espcies e teorias aplicadas, conclumos que

    objetiva a responsabilidade do Estado pela morte do preso, por conta de expressa previso constitucional que

    aduz ser dever do Estado garantir a inviolabilidade fsica e moral dos custodiados, tanto aos atos comissivos,

    quanto aos atos omissivos. Por ser objetiva a responsabilidade, dispensvel a anlise de elementos subjetivos

    dos agentes envolvidos, ou seja, irrelevante se estes agiram com dolo ou culpa. No entanto, mesmo sendo

    objetiva a responsabilidade estatal, conclumos que perfeitamente possvel a aplicao de causas excludentes

    e atenuantes de responsabilidade, por no ser aplicada a teoria do risco integral. Por fim, uma vez caracterizada

    a responsabilidade do Estado pelos danos causados em virtude da morte de um preso, estar obrigado a

    indenizar danos materiais e morais, seguindo-se o disciplinado pelo Cdigo Civil.

    Palavras-chave: Morte de presidirios; Responsabilidade Civil do Estado; Responsabilidade objetiva.

  • 2

    BENEDITO,Joo dos Santos. O amicus Curiae no cdigo de processo civil. So Manuel,SP :

    FMR,2017.

    RESUMO

    Neste trabalho, a abordagem do instituto do amicus curiae, tradicionalmente traduzido como

    amigo da corte, no direito processual brasileiro, passa, primeiramente e de forma sucinta, pelo

    seu desenvolvimento no direito estrangeiro. No direito processual brasileiro, ele inicialmente surge

    como instrumento meramente tcnico-processual, com previso no artigo 31 da Lei n 6.385, de

    07/12/1976, com redao dada pela Lei n 6.616/78, e assume papel democrtico a partir da

    abertura do controle de constitucionalidade proporcionado pela Constituio Federal de 1988. Seu

    carter democrtico evidente nas leis que regulam a ao direta de inconstitucionalidade, a ao

    declaratria de constitucionalidade e a ao de arguio de descumprimento de preceito

    fundamental. E mais: a incluso deste instituto no Cdigo de Processo Civil de 2015, em seu artigo

    138, consagra, definitivamente, a possibilidade de sua participao em processo civil de primeira

    instncia, o que, sem dvida alguma, valoriza, de maneira evidente, a vertente democrtica que

    fundamenta a Repblica Federativa do Brasil, conforme o artigo 1, caput, da Constituio Federal.

    A misso do amicus curiae , acima de tudo, apresentar ao julgador elementos que possam auxiliar

    este na produo de uma deciso que se aproxime, tanto quanto possvel, da verdade real.

    Palavras-chave: amigo da justia; evoluo; novo CPC

  • 3

    BRAZ, Mara. Crime de roubo praticado com arma de brinquedo. So

    Manuel,SP : FMR,2017.

    RESUMO

    O presente trabalho aborda a temtica do crime de roubo praticado com arma de brinquedo.

    H divergncia de posicionamento doutrinrio e jurisprudncia ao equiparar o uso da arma de

    brinquedo com arma real e enquadrar tal situao como causa de aumento de pena previsto no

    artigo 157, 2, I do Cdigo Penal. Diante do exposto, o trabalho teve como objetivo realizar uma

    analise bibliogrfica, utilizando como mtodo de pesquisa doutrinas, princpios constitucionais do

    direito penal e jurisprudncias de diferentes tribunais. De acordo com a anlise do material, os

    resultados obtidos nos mostram que a teoria adotada como majoritria a teoria objetiva, no

    prevendo caracterizao de majorante de pena quando o crime de roubo praticado com arma de

    brinquedo, tendo por base a vedao da analogia in malam partem, ou seja, prejudicial ao ru, a

    desproporcionalidade da aplicao da pena e por fim a proteo do princpio do No bis in idem,

    para que o agente no seja punido duplamente pelo crime de ameaa.

    Palavras-chave: Arma de brinquedo. Direito Penal. Grave ameaa. Roubo.

  • 4

    BUENO, Jos Carlos. A preservao da gua no direito ambiental.So Manuel,SP : FMR,

    2017.

    RESUMO

    O presente trabalho aborda a importncia da preservao da gua em nosso planeta e

    aponta instrumentos para inibir prticas abusivas que possam causar dano ao meio ambiente

    em especial no que se refere gesto consciente da gua, analisando os princpios

    fundadores do direito ambiental e as leis postas a disposio que regulamentam o uso dos

    recursos hdricos em nosso pas, com a finalidade de preservar este recurso natural to

    precioso para as presentes e futuras geraes.

    Palavras-chave: recursos hdricos, preservao da gua, princpios de direito ambiental.

  • 5

    FRANCISCATO, Moyse Cristine .CRIMES CIBERNTICOS: UMA ANLISE SOBRE O ARTIGO

    154-A DO CDIGO PENAL, BEM COMO O "TERMO DE SEGURANA" EXIGIDO PELA LEI

    12.737/2012. So Manuel,SP : FMR,2017.

    RESUMO

    O presente trabalho aborda a nova modalidade de crimes virtuais tipificada no artigo 154-A do Cdigo

    Penal. Para tanto, foi feita uma breve anlise do seu surgimento; conceito e a exigncia do termo de segurana

    para tipificao do crime. A lei n 12.737/2012 que introduziu em nosso ordenamento, dentre outros, o artigo

    supracitado, entrou em vigor em nosso ordenamento jurdico no dia 03 de Abril de 2013, devido a grande

    repercusso nacional referente atriz Carolina Dieckman ter sido vtima de crackers que invadiram seu

    dispositivo informtico e tiveram o acesso s suas fotos pessoais que foram divulgadas na internet. Foi

    abordado tambm, alguns aspectos negativos de quando a lei passou a vigorar em nosso ordenamento, em

    especial a exigncia no termo de segurana, que impede a punio de vrios crimes. Por ltimo, foi abordado

    sobre a novidade das Delegacias eletrnicas especializadas no Brasil.

    Palavras chave: Crimes cibernticos. Invaso do dispositivo informtico. Lei Carolina Dieckman.

  • 6

    GARCIA,Lucas Felipe Rodrigues. As polticas pblicas no mbito das medidas

    socioeducativas. So Manuel,SP : FMR,2017.

    RESUMO

    O presente trabalho tratou das medidas socioeducativas imputadas aos adolescentes em

    conflito com a lei, demonstrando que em conjunto com polticas

    pblicas, podem ensejar a ressocializao do adolescente. O objetivo do trabalho foi fazer uma

    abordagem da histria do adolescente infrator, demonstrando suas necessidades, direitos e

    deveres perante a famlia e a comunidade. Concluiu-se que as medidas socioeducativas em

    conjunto com polticas pblicas eficazes levaro a reeducao do adolescente. Estudou-se a

    evoluo histrica dos direitos da criana e do adolescente, as legislaes pertinentes, princpios

    processuais, garantidores de um processo clere e justo. Abordou-se, de maneira sucinta, o tema

    da reduo da maioridade penal. Concluiu-se que a preveno a principal arma contra a prtica

    de atos infracionais, sendo responsabilidade do Estado, da famlia e da comunidade em geral.

    Palavraschave: Adolescente infrator. Ato Infracional. Medidas socioeducativas. Polticas

    Pblicas.

  • 7

    GRANCIEIRO,Ana Lcia. Georreferenciamento como meio de prova no dimensionamento de

    imveis rurais. So Manuel,SP : FMR,2017.

    RESUMO

    O objetivo do presente trabalho servir de orientao aos proprietrios rurais e profissionais

    ligados rea, quanto a obrigatoriedade de executar o referido procedimento, o momento que deve

    ser apresentado, especialmente no tocante a regularizaodos imveis rurais junto aos rgos

    competentes, tais como INCRA e Cartrio de Registro de Imveis. De uma forma geral, se

    comparado a outros, trata-se de um procedimento cuja importncia reconhecida pela lei, doutrina,

    jurisprudncia e proprietrios, que para realiza-lo devem procurar um profissional credenciado e de

    sua confiana. A certificao da rea real do imvel tornou-se tema de bastante importncia, razo

    pela qual qualquer alterao desta deve ser averbada junto sua matrcula. Essa necessidade

    envolve tambm os proprietrios de imveis com escrituras antigas, que possuem registro sob

    formade Transcries, situaes tambm abrangidas pelo presente estudo. Este trabalho foi

    desenvolvido baseando-se emleis especficas referentes ao tema,sendo que os processos

    degeorreferenciamentoso referenciados ao Sistema Geodsico Brasileiro-SGB, cujo responsvel

    o IBGE, controlados pelo INCRA e Secretaria da Receita Federal, cuja autorizao ser analisada

    ao longo do presente trabalho e com ampla explanao acerca de como funciona o sistema de

    cobrana dos tributos referentes aos imveis rurais em todo o pas.De outro vrtice, junto a anlise

    tcnica do instituto, a abordagem sob a tica do direito ressalta sua importncia como meio de

    prova especialmente para as questes imobilirias.

    Palavras-chave: