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Anatomia humana Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência , o que compromete sua credibilidade. (desde junho de 2010). Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé . Encontre fontes: Google notícias , livros , acadêmico Scirus Desenho anatômico dos músculos humanos da Encyclopédie . Anatomia humana é um campo especial dentro da anatomia . Ele estuda grandes estruturas e sistemas do corpo humano , deixando o estudo de tecidos para a histologia e das células para a citologia . O corpo humano, como no corpo de todos os animais , consiste de sistemas, que são formados de

Anatomia humana

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Anatomia humanaOrigem: Wikipdia, a enciclopdia livre.

Ir para: navegao, pesquisa Esta pgina ou seco no cita nenhuma fonte ou referncia, o que compromete sua credibilidade. (desdejunho de 2010).

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Desenho anatmico dos msculos humanos da Encyclopdie. Anatomia humana um campo especial dentro da anatomia. Ele estuda grandes estruturas e sistemas do corpo humano, deixando o estudo de tecidos para a histologia e das clulas para a citologia. O corpo humano, como no corpo de todos os animais, consiste de sistemas, que so formados de rgos, que so constitudos de tecidos, que por sua vez so formados de clulas. Os princpios de pesquisa podem ser a anatomia descritiva, quando analisa-se e descreve-se os rgos baseado nos tecidos Biolgicos que o compem ou pode ainda ser adotado o critrio da anatomia topogrfica , quando analisa-se e descreve-se os rgos com base em sua localizao no corpo (regio corporal). atravs da dissecao (ou disseco) e de outras tcnicas adjacentes que se consegue visualizar, analisar e estudar cada parte do corpo humano.

Veja o artigo histria da anatomia para detalhes a respeito do desenvolvimento desta rea, incluindo a anatomia humana.

ndice[esconder]y y

y y y y y y y

1 Estudando a anatomia humana 2 Diviso do corpo humano o 2.1 Grupos regionais o 2.2 Sistemas do corpo humano 3 Caractersticas externas 4 rgos internos 5 Anatomia do Crebro 6 O corpo humano na filosofia 7 O corpo humano nas artes 8 Ver tambm 9 Ligaes externas

[editar] Estudando a anatomia humana

Esqueleto humano. Certas profisses, especialmente a medicina e a fisioterapia, requerem um estudo aprofundado da anatomia humana. A anatomia humana pode ser dividida em duas principais subdisciplinas: anatomia humana regional e anatomia humana sistemtica normal (descritiva).

[editar] Diviso do corpo humano

Cl i i i i t

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[edili iy y y y y y y

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C i l it t i t t i i Membro superior i lui a mo, antebrao, brao, ombro, axila, regio peitoral e regio escapular. Trax a regio do peito compreendida entre a abertura torcica superior e o diafragma torcico Abdmen a parte do tronco entre o trax e a pel e. Costas a coluna vertebral e seus componentes, as vrtebras e os discos intervertebrais Pelve e Perneo sendo aquele a regio de transio entre tronco e membros inferiores e este a regio superficial entre snfise pbica e cccix Membro inferior geralmente tudo que est abaixo do ligamento inguinal, incluindo a coxa, articulao do quadril, perna e p.

[edi

Si emas do corpo humano

O corpo humano pode ser sub-dividido, conforme a Terminologia Anatmica Internacional (FCAT) em:y y y y y y y y y y y y y

Sistema circulatrio: circulao do sangue como corao e vasos sanguneos. Sistema digestrio: processamento do alimento com a boca, estmago e intestinos. Glndulas endcrinas: comunicao interna do corpo atravs de hormnios. Clulas imunolgicas: defesa do corpo contra os agentes patognicos. Tegumento comum: pele, cabelo e unhas. Sistema linftico: estruturas envolvidas na transferncia de linfa entre tecidos e o fluxo sanguneo. Sistema articular: junto com msculos e ossos proporciona mobilidade ao corpo Sistema muscular: proporciona a fora necessria ao movimento ao corpo. Sistema nervoso: coleta, transfere e processa informao com o crebro e nervos. Sistema reprodutor: os rgos sexuais. Sistema respiratrio: os rgos usados para inspirao e o pulmo. Sistema esqueltico: suporte estrutural e proteo atravs dos ossos.Junto com msculos e articulaes proporciona mobilidade ao corpo Sistema urinrio: os rins e estruturas envolvidas na produo e excreo da urina.

[edi ar] Caractersticas externas

Nomes comuns de partes bem conhecidas do corpo humano, de cima para abaixo:y

Cabea Testa Olho Orelha Nariz Boca Lngua Dente Mandbula Face Bochecha Queixo Pescoo Garganta Pomo-de-ado Ombros Brao Cotovelo Pulso Mo Dedos da mo Polegar Coluna Peito Mama Costela Abdmen Umbigo rgo sexual (Pnis/Escroto ou Clitris/Vagina) Reto nus Quadril Ndegas Coxa Joelho Perna Panturrilha Calcanhar Tornozelo P Dedos do p

y y y y

y

[editar] rgos internosNome comum de rgos internos, em ordem alfabtica: Apndice vermiforme Bao Bexiga Crebro Duodeno Estmago Corao Fgado Intestino delgado Intestino grosso Olho Ouvido Ovrio P ncreas Paratireides Pele Pituitria Prstata Pulmo Rim Supra-renal Testculo Timo Tireide Veias Vescula biliar tero

[editar] Anatomia do CrebroVer artigo principal: Crebro humano Amgdala Cerebelo Crtex cerebral Hipotlamo Sistema lmbico Bulbo raquidiano Hipfise (pituitria) cranio

[editar] O corpo humano na filosofiaO corpo sempre foi objeto de curiosidade por ser uma engrenagem misteriosa. Esse fato levou com que cada rea do conhecimento humano apresentasse possveis definies para o corpo como seu objeto de estudo. Plato definiu o homem composto de corpo e alma. A teoria filosfica de Plato baseia-se fundamentamente na ciso entre dois mundos: o inteligvel da alma e o sensvel do corpo. O pensamento platnico essencial para a compreenso de toda uma linhagem filosfica que valoriza o mundo inteligvel em detrimento do sensvel. A alma detentora da sabedoria e o corpo a priso quando a alma dominada por ele, quando incapaz de regrar os desejos e as tendncias do mundo sensvel.

Foucault concebeu o corpo como o lugar de todas as interdies. Todas as regras sociais tendem a construir um corpo pelo aspecto de mltiplas determinaes. J paraLacan, o corpo o espelho da mente e diz muito sobre ns mesmos. Para Nietzsche, s existe o corpo que somos; o vivido e este mais surpreendente do que a alma de outrora (Vontade de Potncia II). Em Michel de Certeau, encontra-se o corpo como lugar de cristalizao de todas as interdies e tambm o lugar de todas as liberdades. George Bataille definiu o corpo s como uma coisa vil, submissa e servil tal como uma pedra ou um bocado de madeira. ue Para Descartes, o corpo enquanto organismo uma mquina tanto q tem aparelhos, enquanto Espinosa, objetivando desconstruir o dualismo mente/corpo e outras oposies binrias do iluminismo como natureza/cultura, essncia/construo social, concebe o corpo como tecido histrico e cultural da biologia. Para o crtico literrio Pardal Mallet, o autor empresta o seu prprio corpo para dar corpo ao seu texto e ao mesmo tempo cria dentro do texto outros corpos de pensonagens que transitam no discurso corporal romanesco, porque o texto tambm tem o seu corpo. Jlia Kristeva e Nancy Chodorow, adeptadas da noo de construo social e da subjetividade, o corpo deve ser visto como forma positiva, marc ando socialmente o masculino e o feminino. Para estas estudiosas essas categorias ajudam a entender a complexidade do ser humano. Para Gilles Deleuze, um corpo pode ser controlvel, j que a ele pode se atribuir sentidos lgicos. Afirmou este filsofo que somos "mquinas desejantes". Em sua teoria, ao discorrer sobre corpos-linguagem disse que o corpo " linguagem porque pode ocultar a palavra e encobri-la". Ivaldo Bertazzo, danarino, um instrumento de vida. A descrio do corpo psicomotora no psquica, uma unio entre psiquismo e motricidade.

[editar] O corpo humano nas artesA partir dos anos 70, a body art passou a incluir o corpo enquanto sujeito do espectculo e da forma artstica em si. Com o impulso tecnolgico, a partir dos anos 90, ocorreu uma maior auto-apropriao pelo artista do seu corpo e do corpo de outrem como sujeito e objecto da experincia esttica. Todos os dias a televiso est estampando dentro de nossas casas "vinhetas" e aberturas de novelas com efeito digital, virtual e em espao 3-D, mostrando performances corporais: o simulacro do corpo. Na actualidade o grande artista da mdia televisiva Hans Donner, o inventor da mulata globeleza Valria Valenssa, que o desposou e ao mesmo tempo a transformou em mulata virtual e smbolo do carnaval carioca. Numa mgica corporal, tecnolgica, miditica inditas e criativas para a televiso brasileira. Criatura e criador integram o virtual.

[editar] Ver tambm

A Wikipdia possui a categoria: Anatomia humanay y y y y y

Anatomia Termos tcnicos de anatomia Lista de ossos do esqueleto humano Lista de msculos do corpo humano Humano Biologia humana

AnatomiaOrigem: Wikipdia, a enciclopdia livre.

Ir para: navegao, pesquisa Esta pgina ou seco no cita nenhuma fonte ou referncia, o que compromete sua credibilidade. (desdejaneiro de 2009).

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Desenho anatmico dos msculos humanos da Encyclopdie.

Anatomia (do grego antigo [anatome], "seccionar"), o ramo da biologia no qual se estudam a estrutura e organizao dos seres vivos, tanto externa quanto internamente. Alguns autores usaram este termo incluindo na anatomia igualmente o estudo das funes vitais (respirao, digesto, circulao sangunea, mecanismos de defesa, etc) para que o organismo viva em equilbrio (homeostase) com o meio ambiente. Segundo esta definio, mais lata, a anatomia de certa forma o equivalente morfofisiologia (do grego morphe, forma + logos, razo, estudo). A anatomia humana (ver abaixo), a anatomia vegetal e a anatomia comparada so especializaes da anatomia. Na anatomia comparada faz o estudo comparativo da -se estrutura de diferentes animais (ou plantas) com o objetivo de verificar as relaesentre eles, o que pode elucidar sobre aspectos da sua evoluo.

ndice[esconder]y y y

y

1 Histria da Anatomia 2 Anatomia Humana 3 Ver tambm o 3.1 Sistemas do corpo humano o 3.2 rgos do corpo humano o 3.3 Gl ndulas o 3.4 Partes visveis do corpo humano o 3.5 Posio anatmica o 3.6 Outros termos 4 Ligaes externas

[editar] Histria da Anatomia

Diagrama de anatomia humana retirado da Cyclopaedia, Dicionrio Universal das Artes e Cincias, de 1728

Ver artigo principal: Histria da anatomia Em termos mais restritos e clssicos, a anatomia confunde-se com a morfologia (biologia) interna, isto , com o estudo da organizao interna dos seres vivos, o que implicava uma vertente predominantemente prtica que se concretizava atravs de mtodos precisos de corte e dissecao (ou disseco) de seres vivos (cadveres, pelo menos no ser humano), com o intuito de revelar a sua organizao estrutural. O mais antigo relato conhecido de uma dissecao pertence ao grego Teofrasto (? 287 a. C.), discpulo de Aristteles. Ele a chamou de anatomia (em grego, anna temnein), o termo que se generalizou, englobando todo o campo da biologia que estuda a forma e a estrutura dos seres vivos, existentes ou extintos. O nome mais indicado seria morfologia (que hoje indica o conjunto das leis da anatomia), pois anna temnein tem, literalmente, um sentido muito restrito: significa apenas dissecar. Conforme seu campo de aplicao, a anatomia se divide em vegetal e animal (esta, incluindo o homem). A anatomia animal, por sua vez, divide-se em dois ramos fundamentais: descritiva e topogrfica. A primeira ocupa-se da descrio dos diversos aparelhos (sseo, muscular, nervoso, etc...) e subdivide-se em macroscpica (estudo dos rgos quanto a sua forma, seus caracteres morfolgicos, seu relacionamento e sua constitu io) e microscpica (estudo da estrutura ntima dos rgos pela pesquisa microscpica dos tecidos e das clulas). A anatomia topogrfica dedica-se ao estudo em conjunto de todos os sistemas contidos em cada regio do corpo e das relaes entre eles. A anatomia humana se define como normal quando estuda ocorpo humano em condies de sade, e como patolgica ao interessar-se pelo organismo afetado por anomalias ou processos mrbidos. O desejo natural de conhecimento e as necessidades vitais levaram o homem, desde a pr-histria, a interessar-se pela anatomia. A dissecao de animais (para sacrifcios) antecedeu a de seres humanos. Todos os seres vivos possuem estruturas diferenciadas. Dentro do corpo humano, por exemplo, h milhes de clulas vivas e que por sua vez so formadas por outras formas e sistemas. Seria impossvel descrevermos todos os tipos de seres vivos e cada estrutura que ele apresenta, j que existem seres que no apresentam alguma estruturas. Dessa forma existem seres mais desenvolvidos e menos desenvolvidos estruturalmente, apresentando diferenas e semelhanas entre eles. Alcmon, na Grcia, lutando contra o tabu que envolvia o estudo do corpo humano, realizou pesquisas anatmicas j no sculo VI a.C. (por isso muitos o consideram o pai da anatomia). Entre 600 e 350 a.C. , Empdocles, Anaxgoras, Esculpio e Aristteles tambm se dedicaram a dissecaes. Foi, porm, no sculo IV a.C, com a escola Alexandrina, que a anatomia prtica comeou a progredir. Na poca, destacou -se Herfilo, que, observando cadveres humanos, classificou os nervos como sensitivos e motores, reconhecendo no crebro a sede da inteligncia e o centro do sistema nervoso. Escreveu trs livros Sobre a Anatomia, que desapareceram. Seu contempor neo Erasstrato descobriu que as veias e artrias convergem tanto para o corao quanto para o fgado.

Galeno, nascido a 1 1 na sia Menor, onde provavelmente morreu em 201, aperfeioou seus estudos anatmicos em Alexandria. Durante toda a Idade Mdia, foi atribuda enorme autoridade as suas teorias, que incluam errneas transposies ao homem de observaes feitas em animais. Esse fato, mais os preconceitos morais e religiosos que consideravam sacrlega a dissecao de cadveres, retardaram o aparecimento de uma anatomia cientfica. Os grandes progressos da medicina rabe no incluram a anatomia prtica, tambm por questes religiosas. As numerosas informaes do Cnon de Medicina, de Avicena, por exemplo, referem-se apenas anatomia de animais. No sculo IX, o estudo do corpo humano voltou a interessar os sbios, graas escola de mdica de Salerno, na Itlia, e obra de Constantino, o Africano, que traduziu do rabe para o latim numerosos textos mdicos gregos. Logo depois, Guglielmo de Saliceto, Rolando de Parma e outros mdicos medievais enfatizaram a afirmao de Galeno segundo a qual o conhecimento anatmico era importante para o exerccio da cirurgia: Pela ignorncia da anatomia, pode-se ser tmido demais em operaes seguras ou temerrio e audaz em operaes difceis e incertas. O edito de Frederico II, obrigando a escola de Npoles a introduzir em seu currculo o treinamento prtico de anatomia (12 0), foi decisivo para o desenvolvimento dessa cincia. Cerca de meio sculo mais tarde, Mondino de Liuzzi executava em Bolonha as primeiras dissecaes didticas de cadveres, publicando em 1 1 um manual sobre autpsia. O clima geral do Renascimento favoreceu o progresso dos estudos anatmicos. A descoberta de textos gregos sobre o assunto, e a influncia dos pensadores humanistas, levou a Igreja a ser mais condescendente com a disseco de cadveres. Artistas como Michelangelo(responsvel pela construo da Capela Sistina, inspirado na anatomia do corao e seus vasos da base), Leonardo da inci e Rafael mostraram grande interesse sobre a estrutura do corpo humano. Leonardo dissecou, talvez, meia dzia de cadveres. O maior anatomista da poca foi o mdico flamengo Andr esalius, cujo nome real era Andreas esaliusum dos maiores contestadores da obscurantista tradio de Galeno. Dissecou cadveres durante anos, em Pdua, e descreveu detalhadamente suas descobertas. Seu De Humani Corporis Fabrica, publicado em Basileia em 1 , foi o primeiro texto anatmico baseado na observao direta do corpo humano e no no livro de Galeno. Este mtodo de pesquisa lhe dava muita autoridade e, no obstante as duras polmicas que precisou enfrentar, seus ensinamentos suscitaram a ateno de mdicos, artistas e estudiosos. Entretanto, provavelmente as tcnicas de dissecao e preservao das pecas anatmicas da poca no permitiam um processo mais detalhado, incorrendo esalius em alguns erros, talvez pela necessidade de disseces mais rpidas. Entre seus discpulos, continuadores de sua obra, esto Gabriele Fallopio, clebre por seus estudos sobre rgos genitais, tmpanos e msculos dos olhos, e Fabrizio dAcquapendente, que fez construir o Teatro Anatmico, em Pdua (onde lecionou por cinquenta anos). A DAcquapendente se deve, ainda, a exata descrio das vlvulas das veias. A partir de ento, o desenvolvimento da anatomia acelerou-se. Berengario da Carpi estudou o apndice e o timo, e Bartolomeu Eustquio os canais auditivos. A nova anatomia do Renascimento exigiu a reviso da cincia. O ingls William Harvey, educado em Pdua, combinou a tradio anatmica italiana com a cincia experimental que nascia na Inglaterra. Seu livro a respeito, publicado em 1 2 , trata de anatomia e fisiologia. Ao lado de problemas de dissecao e descrio de rgos isolados, estuda a

mec nica da circulao do sangue, comparando o corpo humano a uma mquina hidrulica. O aperfeioamento do microscpio (por Leeuwenhoek) ajudou Marcello Malpighi a provar a teoria de Harvey, sobre a circulao do sangue, e tambm a descobrir a estrutura mais ntima de muitos rgos. Introduzia-se, assim, o estudo microscpico da anatomia. Gabriele Aselli punha em evidncia os vasos linfticos; Bernardino Genga falava, ento, em anatomia cirrgica. Nos sculos XVIII e XIX, o estudo cada vez pormenorizado das tcnicas operatrias levou subdiviso da anatomia, dando-se muita import ncia anatomia topogrfica. O estudo anatmico-clnico do cadver, como meio mais seguro de estudar as alteraes provocadas pela doena, foi introduzido por Giovan Battista Morgani. Surgia a anatomia patolgica, que permitiu grandes descobertas no campo da patologia celular, por Rudolf Virchow, e dos agentes responsveis por doenas infecciosas, por Pasteur e Koch. Recentemente, a anatomia tornou-se submicroscpica. A fisiologia, a bioqumica, a microscopia eletrnica e positrnica, as tcnicas de difrao comraios X, aplicadas ao estudo das clulas, esto descrevendo suas estruturas ntimas em nvel molecular. Hoje em dia h a possibilidade de estudar anatomia mesmo em pessoas vivas, atravs de tcnicas de imagem como a radiografia, a endoscopia, a angiografia, a tomografia axial computadorizada, a tomografia por emisso de positres, a imagem de resson ncia magntica nuclear, a ecografia, a termografia e outras.

[editar] Anatomia HumanaVer artigo principal: Anatomia humana Partindo de um ponto de vista utilitarista, a diviso mais importante da anatomia a anatomia humana, que pode ser abordada sob diferentes pontos de vista. Do ponto vista mdico, a anatomia humana consiste no conhecimento da forma exata, posio exata, tamanho e relao entre as vrias estruturas do corpo humano, enquanto caractersticas relacionadas sade. Esse tipo de estudo chamado anatomia descritiva ou topogrfica; s vezes chamada tambm de antropometria. Um conhecimento preciso de todos os detalhes do corpo humano leva anos de paciente observao para ser adquirido, e um conhecimento possudo por poucos. O corpo humano de tal modo intricado que s uns poucos anatomistas tm completo domnio sobre todos os seus detalhes; a maior parte dos anatomistas, ainda, tem domnio apenas sobre uma parte do corpo (crebro, sistema respiratrio, etc), ficando satisfeitos com um conhecimento mdio do restante do corpo. A an atomia topogrfica aprendida atravs de exerccios repetidos de dissecao e inspeo de partes (cadveres especialmente destinados pesquisa). A anatomia descritiva no mais cincia do que prtica, e como tal, precisa ser exata e estar disponvel nos momentos de urgncia. Do ponto de vista morfolgico, a anatomia humana um estudo cientfico que tem por objetivo descobrir as causas que levaram as estruturas do corpo humano a serem tais como so, e para tanto solicita ajuda s cincias conhecidas como embriologia, biologia evolutiva, filogenia e histologia.

Anatomia patolgica o estudo de rgos defeituosos ou acometidos por doenas. J os ramos da anatomia normal com aplicaes especficas, ou restritas a determinados aspectos, recebem nomes como anat ia mdi a, anat mia ci ica, anat mia art tica, anat mia de superfcie. A comparao entre as diferentes etnias humanas parte da cincia conhecida como antropologia . nossa.

[editar] Ver tambmy y y y

Termos tcnicos de anatomia Anatomia da cabea e pescoo Anatomia de superfcie rgo (anatomia)

[editar] Sistemas do corpo humano sistema respiratri sistema sse | sistema excret r | sistema circulatr i |

[editar] rgos do corpo humanoapndice | nus | bao | crebro | corao | diafragma | estmago | faringe | fgado | intestino delgado | intestino grosso | laringe | lngua | olho | ouvido | ovrio | nariz | pncreas | pele | pnis | placenta | pulmo | seios | rim | tero | vagina

[editar] Glndulas( er: glndula endcrina, glndula excrina, glndula mista) glndula mamria | glndula salivar | glndula tireide | glndula paratireide | glndula adrenal | glndula pituitria | glndula pineal

[editar] Partes visveis do corpo humanoabdmen | boca | brao | cabea | cabelo | costas | dente | face | genitlia | lngua | ndegas | olho | ouvido | nuca | pele | perna | pescoo | trax

[editar] Posi o anatmicadistal | proximal | medial | anterior | posterior | lateral | sagital

[editar] Outros termosartria | exoesqueleto | lbio | nervo | celoma | trato digestrio (gastrointestinal) | membrana serosa | medula espinhal | medula ssea | veia[gonorria; chato; piolho.

Anexo:Lista de ossos do esqueleto humanoOrigem: Wi ipdia, a enciclopdia livre.

Ir para: navegao, pesquisa Um tpico esqueleto humano adulto consiste em 20 ossos. Entretanto, uma pequena poro da populao humana tem um ou mais ossos extras, por exemplo: costela supranumerria cervical. Ou a ausncia de um ou mais ossos, exemplo: esterno (ausncia congnita). [1] (Os nmeros em negrito referem-se ao diagrama direita.)

Na cabea:

y

y

Ossos do crnio ( ): o 1. frontal o 2. parietal (2) o 3. temporal (2) o 4. occipital o esfenide o etmide Ossos da face (1 ): o 5. zigomtico ou malar (2) o 6. maxilar (2) o 9. nasal (2) o 7. mandbula o palatino (2) o lacrimal (2) o vmer o concha nasal inferior (2)

Nos ouvidos (6):y y y

martelo (2) bigorna (2) estribo (2)

No pescoo (1):y

hiide

Na cintura escapular (4):y y

25. clavcula (2) 29. escpula ou omoplata (2)

No t rax (25):y y

Na coluna vertebral (24):y y y

Nos braos (6):y y y

10. esterno 28. costelas (2 x 12)

8. vrtebras cervicais ( ) incluindo o atlas e o xis 14. vrtebras lombares ( ) vrtebras torcicas (12)

11. mero (2) o 26. cndilo do mero 12. ulna ou cbito (2) 13. rdio (2) o 27. cabea do rdio

Nas mos (54):y

y y

Ossos do carpo (do punho): o escafoide (2) o semilunar (2) o piramidal (2) o pisiforme (2) o trapzio (2) o trapezoide (2) o capitato (2) o hamato (2) Ossos do metacarpo: o metacarpicos ( x 2) Ossos dos dedos ou falanges: o falange proximal ( x 2) o falange mdia ( x 2) o falange distal ( x 2)

No plvis ou cintura plvica (4):y y y

15. osso do quadril (formado pela fuso, no final da adolescncia, do ossos lio, squio e pbis) 16. sacro cccix

Nas pernas (8):y

y y y

18. fmur (2) o 17. articulao do quadril o 22. trocnter maior do fmur ou grande trocnter do fmur o 23. cndilo do fmur 19. patela ou rtula (2) 20. tbia (2) 21. fbula ou pernio (2)

No p (52):y

y y

Ossos do tornozelo (do tarso): o calcneo (2) o tlus (2) o navicular (2) o cuneiforme medial (2) o cuneiforme intermdio (2) o cuneiforme lateral (2) o cuboide (2) Ossos do peito do p: o metatarsais ( x 2) Ossos dos dedos do p: o falanges proximais ( x 2) o falanges mdias ( x 2)

o

falanges distais ( x 2)

O esqueleto infantil/adolescente possui os seguintes ossos em complemento com os acima: 1. vrtebras sacrais ( ou ), que se fundem nos adultos para dar forma ao sacro 2. vrtebras coccgeas ( a ), que se fundem nos adultos para dar forma ao cccix . lio, squio e pbis, que se fundem nos adultos para dar forma ao osso do quadril

Referncias1. Q76 - Malformaes congnitas da coluna vertebral e dos ossos do t rax. CID-10. Pgina visitada em 2 de outubro de 2010.

ve

Coluna vertebral vrtebra (cervical - atlas - xis - torcica - lombar) - sacro - cccix Trax esterno - costelas Ossos do crnio occipital - parietal - frontal - temporal - esfenoide - etmoide Ossos da face nasal - maxilar - lacrimal - zigomtico - palatino - concha nasal inferior - vmer e do pescoo - mandbula - hioide Extremidade piramidal - pisiforme - trapzio - trapezoide - capitato - hamato) - metacarpais superior falanges (proximais - mdias - distais) Extremidade tlus - navicular - cuneiforme - cubide ) - metatarsais - falanges (proximais inferior mdias - distais) Ossculos martelo - bigorna - estriboosso do quadril (lio, squio, pbis) - fmur - patela - fbula - tbia - (calcneo clavcula - escpula - mero - ulna - rdio - carpais (escafoide - semilunar -

Obtida de "http://pt.wi ipedia.org/wi i/Anexo:Lista_de_ossos_do_esqueleto_humano" Categorias: Anatomia humana | Esqueleto

Anexo:Lista de msculos do corpo humanoOrigem: Wi ipdia, a enciclopdia livre.

Ir para: navegao, pesquisa Esta uma lista de msculos da anatomia humana. Existem aproximadamente 0 msculos esquelticos em um ser humano. Entretanto, o nmero exato difcil de ser

[Esconder]

Ossos Humanos

determinado porque as diferentes fontes (livros conceituados) agrupam os msculos de maneira diferente.[Esconder]ve

Miologia da cabeaMsculos subcutneos do crnio: Msculo occipitofrontal, Msculo temporoparietal Msculos do pavilho auricular: Msculo auricular Msculos das palpebras: Msculo orbicular do olho, Msculo corrugador do superclio Msculos subcutneos Msculos do nariz: prcero, nasal, Msculo abaixador do septo nasal da cabea Msculos da boca:Msculo bucinador, Msculo orbicular da boca, Msculo levantador do ngulo da boca, Msculo abaixador do ngulo da boca, Msculo levantador do lbio superior, Msculo abaixador do lbio inferior, Msculo levantador do lbio superior e da asa do nariz, Msculo zigomtico maior, Msculo zigomtico menor), Msculo mentual, Msculo risrio de Santorini

Msculos mastigadores

Msculo masseter, Msculo temporal, Msculo pterigideo lateral, Msculo pterigideo medial

Msculos extraoculares: Msculo levantador superior da plpebra, Msculo tarsal superior, Msculo reto superior, Msculo reto inferior, Msculos dos Msculo reto medial, Msculo reto lateral, Msculo oblquo superior, rgos dos sentidos Msculo oblquo inferior (olho, e ouvido) Msculos intraoculares: Msculo dilatador da pupila, Msculo esfncter da pupila, Msculo ciliar Msculos do ouvido: Msculo estapdio, Msculo tensor do tmpano Msculos extrnsecos da lngua: Msculo genioglosso, Msculo hioglosso, Msculo condroglosso, Msculo estiloglosso Msculos intrnsecos da lngua: Msculo longitudinal superior, Msculos viscerais Msculo longitudinal inferior, Msculo transverso, Msculo vertical (lngua e palato mole) Msculos do palato mole: Msculo levantador do vu palatino, Msculo tensor do vu palatino, da vula, Msculo palatoglosso, Msculo palatofarngeo

[Esconder]ve

Miologia do pescooMsculos cervicais platisma, esternocleidomastideo Msculos supra-hiideos hiideo, Msculo genio-hiideoMsculo digstrico, Msculo estilo-hiideo, Msculo miloMsculo esterno-hiideo, Msculo esternotireideo, Msculo Msculo longo do colo, Msculo longo da cabea, Msculo reto Msculos escalenos: Msculo escaleno anterior, Msculo

Msculos infra-hiideos tireo-hiideo, Msculo omo-hiideo

Msculos vertebrais anteriores anterior da cabea, Msculo reto lateral da cabea Msculos vertebrais laterais escaleno mdio, Msculo escaleno posterior

Msculos constritores da faringe: Msculo constritor inferior da faringe, Msculo constritor mdio da faringe, Msculo constritor superior da faringe Msculos viscerais Msculos elevadores da farnge: Msculo estilofarngeo, (faringe e laringe) Msculo salpingofarngeo Msculos da laringe: cricotireideo, Msculo cricoaritenideo posterior, Msculo cricoaritenideo lateral, Msculo aritenideo, Msculo tireoaritenideo

[Esconder]ve

Msculos do troncoesplnios (da cabea, cervical) - eretor da espinha (iliocostal, longussimo dorsal, espinhal) - grande dorsal DORSO Transversos espinais: (semiespinal torcico, semiespinal do pescoo, semiespinal da cabea, multfidos, rotadores) - interspinais - intertransverso

SUBOCCIPITAIS superior)

retos da cabea (anterior, posteiror, lateral) - oblquos da cabea (inferior, intercostais (externos, internos, ntimos) - subcostais - transverso do trax -

TRAX levantadores das costelas - serrteis posteriores (inferior, superior) diafragma anterior/parede lateral: oblquos (externo, interno) - transverso do abdome - reto do abdome - piramidal

ABDOME

parede posterior: quadrado lombar - psoas maior/psoas menor - ilaco Cremaster

PELVE/ASSOALHO levantador do nus (iliococcgeo, pubococcgeo, puborretal) - coccgeotrgono anal: esfncteres do nus (externo, interno) espao superficial do perneo (transverso superficial do perneo,

PERNEO bulboesponjoso, isquiocavernoso)espao profundo do perneo (transverso profundo do perneo, esfncter externo da uretra)

[Esconder]ve

Msculos do membro superiorColuna vertebral trapzio - grande dorsal - romboides (maior, menor) - levantador da escpula Cavidade torcica peitoral maior - peitoral menor - subclvio - serrtil anterior Ombro subescapular) - redondo maior Braodeltoide - manguito rotador (supra-espinhal, infra-espinhal, redondo menor,

Anterior coracobraquial - bceps braquial - braquial Posterior trceps braquial - ancneo

Antebrao Anterior superficiais - pronador redondo - palmar longo - flexor

radial do carpo - flexor ulnar do carpo - flexor superficial dos dedos profundos - pronador quadrado - flexor profundo dos dedos - flexor longo do polegar superficiais - braquiorradial - extensor radial longo do carpo - curto do carpo - extensor dos dedos - extensor do dedo mnimo - extensor ulnar do carpo Posterior profundos - supinador - tabaqueira anatmica (abdutor longo do polegar, extensor curto do polegar, extensor longo do polegar) - extensor do ndex tenar (oponente do polegar, flexor curto do palmares laterais polegar, abdutor curto do polegar) - adutor do polegar Mo hipotenar (oponente do mnimo, flexor curto do palmares mediais mnimo, abdutor do mnimo) - palmar breve intermedirios lumbricais - intersseos (dorsais, palmares)[Esconder]ve

Miologia do membro inferiorMsculos anteriores da pelve: Msculo psoas maior, Msculo psoas menor, Msculo ilaco Msculos posteriores da pelve: Msculo glteo mximo, Msculo glteo Msculos da Anca mdio, Msculo glteo mnimo Msculos pelvi-trocanterianos: Msculo piriforme, Msculo gmeo inferior, Msculo gmeo superior, Msculo obturador interno, Msculo obturador externo, Msculo quadrado crural Loca anterior da coxa:Msculo sartrio Msculo tensor da fscia lata, Msculo quadrceps femoral (Msculo reto da coxa, msculo vasto lateral, msculo vasto intermdio e msculo vasto medial) Msculos da Coxa Loca medial da coxa:Msculo pectneo, Msculo grcil, Msculo adutor longo, Msculo adutor curto, Msculo adutor magno Loca posterior da coxa:Msculo bceps da coxa, Msculo semitendneo, Msculo semimembranceo Loca anterior da perna: Msculo tibial anterior, Msculo extensor longo do hlux, Msculo extensor longo dos dedos, Msculo terceiro fibular Loca lateral da perna Msculo fibular longo, Msculo fibular curto Msculos da Perna Loca posterior da perna: Msculo trceps sural (Msculo gastrocnmio e Msculo sleo), Msculo plantar delgado, Msculo flexor longo do hlux, Msculo flexor longo comum dos dedos, Msculo tibial posterior, Msculo poplteo Msculos dorsais: Msculo extensor curto dos dedos Msculos plantares internos: Msculo abdutor do hlux, Msculo adutor do hlux, Msculo flexor do hlux Msculos plantares externos: Msculo abdutor do dedo, Msculo flexor Msculos do P curto do dedo, Msculo oponente do dedo Msculos plantares mdios: Msculo flexor curto plantar, Msculo quadrado plantar, Msculos lombricides Msculos intersseos do p: Msculos intersseos plantares, Msculos

intersseos dorsais

[editar] Fontesy y y

http://www.meddean.luc.edu/lumen/MedEd/GrossAnatomy/dissector/muscles/m uscles.html http://www.ptcentral.com/muscles/ http://www.rad.washington.edu/atlas2/[Expandir]

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Sistema muscular

Obtida de "http://pt.wi ipedia.org/wi i/Anexo:Lista_de_m%C3%BAsculos_do_corpo_humano" Categorias: Anatomia humana | Sistema muscular

ANATOMIASaiba mais sobre o corpo humano, os sistemas, funcionamento dos rgos e muito mais

Corao O corao o rgo responsvel pelo bombeamento do sangue. Esqueleto Humano Ossos O esqueleto o responsvel pela sustentao do corpo humano.

Sistema Imunolgico Ele serve para proteger nosso organismo, combatendo os vrus, bactrias etc. Sistema Linftico Ele o responsvel por manter o equilbrio dos fludos em nosso corpo.

Sangue o sangue que transporta os nutrientes e outras substncias pelo corpo.

Sistema Tegumentar A pele, unhas, glndulas e plos fazem parte do sistema tegumentar. Saiba mais. Sistema Nervoso Saiba mais sobre neurnios, clulas nervosas, sistema nervoso central e perifrico... Sistema Respiratrio Conhea as funes do sistema respiratrio, seus rgos, problemas respiratrios e suas consequncias, etc. Sistema Digestrio Conhea as funes do sistema digestrio, seus rgos, sua importncia na absoro de nutrientes, etc.

Sistema Circulatrio Saiba como ocorre a circulao do sangue dentro do corpo humano.

Articulaes Sistema Articular Saiba mais sobre o sistema articular do corpo humano, suas caracatersticas, funes, etc. Histologia Tecidos do Corpo Saiba como so formados rgos, tecidos e sistemas de nosso corpo e descubra a origem de toda esta estrutura.

Outros temas sobre Anatomia

Abdmen - o que , funes do abdmen no corpo humano, rgos interno, anatomia. Artrias - conhea suas funes, circulao do sangue, classificao. Apndice - informaes sobre a funo do apndice e apendicite. Bile ou Bilis - funes, produo, vias bileares, ictercea. Crebro - funes do crebro, funcionamento, importncia e outras informaes importantes. Cerebelo - o que , localizao, funes, ataxia e outras informaes. Coluna Vertebral - funes, principais problemas, medula espinal, espinha dorsal e muito mais. Crescimento sseo - o que , fatores, clcio, raquitismo e outras informaes. Dentes - funo dos dentes, localizao, tipos de dentes do ser humano. Esfago - localizao, funo e anatomia deste rgo do corpo humano. Diafragma - caractersticas, funes e outras informaes sobre este msculo localizado no trax. Estmago - funes do estmago, suco gstrico, digesto, anatomia, processo digestivo. Fgado - saiba mais sobre este orgo que possui vrias funes no corpo humano. Glndulas Endcrinas - o que so, funes, principais glndulas endcrinas, hormnios. Hemoglobina - informaes sobre os glbulos vermelhos do sangue. Hormnio do Crescimento - funes, importncia e produo pelo corpo. Imunologia - o que e temas abordados pela cincia que estuda o sistema imunolgico. Intestino - funes do intestino, grosso e delgado, participao na disgesto. Liplise e Lipognese - funes, importncia e diferenas. Livros sobre Anatomia Humana - indicao bibliografica sobre anatomia humana. Livros de Fisiologia - indicao bibliografica sobre fisiologia. Nervo - o que , funo, tipos de clulas nervosas, sistema nervoso. Ovrio - conhea este importante rgo do sistema reprodutor feminino. Prstata - conhea a funo, localizao e doenas que atingem este rgo do corpo do homem. Sistema Endcrino - Hormnios - saiba mais sobre a funo do sistema endcrino, hormnios, glndulas endcrinas. Sistema Muscular - componentes, funes, msculos principais do corpo humano, tecidos musculares. Sistema Reprodutor Feminino - rgos, funo, imagem, tero, ovrios, trompas de falpio e outras informaes. Sistema Reprodutor Masculino - informaes e imagem

dos os e ormam o s s ema re rodutor feminino. Sist U in io - conhea os rgos formadores do sistema urinrio: rins ureteres be iga, uretra. T ido Adiposo - saiba mais sobre este tecido que concentra grande quantidade de gordura no corpo humano. T ido pit li l - o que , fun es, caractersticas principais, onde se encontra, anatomia. t o - fun es do tero, anatomia, gestao, apare ho reprodutor feminino, endomtrio. V s ul Bili - saiba mais sobre este importante rgo responsve pe o armazenamento da bile

Homo sapiensOrigem: Wikipdia, a enciclopdia livre.

(Redirecionado de Humano) Ir para: navegao, pesquisa Nota: Raa humana e humano redireciona para este artigo. Para o conceito antropolgico, veja Raas humanas. Para outros usos de Humano, veja Humano (desambiguao). Ser humanoOcorrncia: 0.20 Ma Pre O S D C P T J KPg

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Desenho de um homem e uma mulher, conforme seriam vistos sem as vestimentas, Ilustrao por Linda Salzman Sagan, utilizada em placas levadas pelas naves Pioneer 10 e 11

Estado de conservao

Pouco preocupante

Classificao cientfica

Domnio: Reino: Subreino: Filo: Subfilo: Classe: Subclasse: Infraclasse: Ordem: Subordem: Infraordem: Famlia: Subfamlia: Gnero: Espcie: Subespcie:

Eukaryota Animalia Eumetazoa Chordata Vertebrata Mammalia Theria Eutheria Primates Haplorrhini Simiiformes Hominidae Homininae Homo H. sapiens H. s. sapiens

Superfamlia: Hominoidea

Nome binomial Homo sapi sLinnaeus, 1

Subespcies H. s. sapi s H. s. idaltu (disputada) H. s. neanderthalensis (disputada) Sinnimos ver notas [a]

Um humano, ser humano, pessoa, gente ou homem um animal membro da espcie de primata bpede Homo sapi s, pertencente ao gnero Homo, famlia Hominidae (taxonomicamente Homo sapi s - latim: "homem sbio").[1][2] Os membros dessa espcie tm um crebro altamente desenvolvido, com inmeras capacidades como o raciocnio abstrato, a linguagem, a introspeco e a resoluo de problemas. Esta capacidade mental, associada a um corpo ereto possibilitaram o uso dos braos para manipular objetos, fator que permitiu aos humanos a criao e a utilizao de ferramentas para alterar o ambiente a sua volta mais do que qualquer outra espcie de ser vivo. Evidncias de DNA mitocondrial indicam que o homem moderno teve origem na frica oriental h cerca de 200 000 anos. Atualmente os seres humanos esto distribudos em toda a Terra, principalmente nos continentes e ilhas do planeta. No entanto, outros grupos de indivduos esto voando em veculos particulares na atmosfera, outros viajando ao longo dos oceanos e at mesmo um pequeno nmero de indivduos que vivem na rbita terrestre baixa. A populao humana na Terra, em abril de 2010, era superior a , bilhes de indivduos.[3] Desde o surgimento da civilizao, os humanos so uma forma dominante de vida biolgica, em termos de distribuio espacial e efeitos sobre a biosfera do planeta. Como a maioria dos primatas superiores, os seres humanos so sociais por natureza, sendo particularmente hbeis em utilizar sistemas de comunicao, principalmente verbal, gestual e escrita para se expressar, trocar ideias e se organizar. Os humanos criaram complexas estruturas sociais compostas de muitos grupos cooperantes e concorrentes, de famlias at naes. As interaes sociais entre os humanos criaram uma variedade extremamente grande de tradies, rituais, normas sociais e ticas, leis e valores, que em conjunto formam a base da sociedade humana. A cultura humana marcada pelo apreo pela beleza e esttica o que, combinado com o desejo de expresso, levou a inovaes como a arte, a escrita, a literatura e a msica. O Homo sapiens, como espcie, tem como caracterstica o desejo de entender e influenciar o ambiente sua volta, procurando explicar e manipular os fenmenos naturais atravs da filosofia, artes, cincias, mitologia e da religio. Esta curiosidade natural levou ao desenvolvimento de ferramentas e habilidades avanadas. O ser humano a nica espcie conhecida capaz de criar o fogo, cozinhar seus alimentos,

DC BA

876 54

@9

vestir-se, alm de utilizar vrias outras tecnologias. Os humanos passam suas habilidades e conhecimentos para as prximas geraes e, portanto, so considerados dependentes da cultura.

ndice[esconder]y y

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1 Terminologia 2 Histria o 2.1 Origem o 2.2 Paleoltico o 2.3 Transio para a civilizao 3 Habitat e populao 4 Biologia o 4.1 Anatomia e Fisiologia o 4.2 Fisiologia o 4.3 Gentica o 4.4 Ciclo de vida o 4. Dieta 5 Psicologia o 5.1 Conscincia e pensamento o 5.2 Motivao e emoo o 5.3 Sexualidade e amor 6 Cultura o 6.1 Linguagem o 6.2 Espiritualidade e religio o 6.3 Filosofia e auto-reflexo o 6.4 Arte, msica e literatura o 6.5 Utilizao de ferramentas e tecnologia o 6.6 Raa e etnia o 6. Sociedade, governo e poltica o 6. Guerra o 6. Comrcio e economia 7 Notas 8 er tambm 9 Referncias o 9.1 Bibliogrficas 10 Ligaes externas 11 References

[editar] TerminologiaEm latim, humanus a forma adjectival do nome homo, traduzido como Homem (para incluir machos e fmeas). Por vezes, em Filosofia, mantida uma distino entre as noes de ser humano (ou Homem) e de pessoa. O primeiro refere-se espcie biolgica enquanto que o segundo

refere-se a um agente racional (ver, por exemplo, a obra de John Locke, Ensaio sobre o Entendimento Humano II 27, e a obra de Immanuel Kant, Introduo Metafsica da Moral). Segundo a perspectiva de John Locke, a noo de pessoa passa a ser a de uma coleo de aces e operaes mentais. O termo pessoa poder assim ser utilizado para referir animais para alm do Homem, para referir seres mticos, uma inteligncia artificial ou um ser extraterrestre. Uma importante questo em Teologia e na Filosofia da religio concerne em saber se Deus uma pessoa. No geral, a palavra pessoas utilizada quando se quer referir a um grupo especfico de indivduos. No entanto, quando se quer referir a um grupo que possui semelhana tnica, cultural ou de nacionalidade, utiliza-se o termo povo (exemplos: povo ndio, povo falante de portugus). O macho juvenil desta espcie denominado rapaz, (no Brasil, tambm podendo ser usado o termo "moo"). fmea juvenil d-se o nome de rapariga, (no Brasil, esse termo pode ser considerado pejorativo, sendo mais usual o termo "moa"). O termo Homem, com inicial maiscula, geralmente utilizado para referir o conjunto de todos os seres humanos (em contraste com homem, o macho da espcie), tal como o termo humanidade, raa humana ou gnero humano. O termo humano utilizado como sinnimo de ser humano. Como adjectivo, o termo humano, tem signific ncia neutra, mas poder ser utilizado para enfatizar os aspectos positivos da natureza humana e ser sinnimo de benevolncia (em contraposio com o termoinumano ou desumano).

[editar] Histria[editar] OrigemVer artigos principais: Antropologia, Evoluo humana e Homo.

Reconstruo do Australopithecus afarensis, ancestral humano que desenvolveu o bipedalismo, mas que no tinha o grande crebro do homem moderno.

O estudo cientfico da evoluo humana engloba o desenvolvimento do gnero Homo, mas geralmente envolve o estudo de outros homindeos e homininaes, tais como o Australopithecus. O "homem moderno" definido como membro da espcie Homo sapiens, sendo a nica subespcie sobrevivente (Homo sapiens sapiens). O Homo sapiens idaltu e o Homo neanderthalensis, alm de outras subespcies conhecidas, foram extintos h milhares de anos.[4] O homo neanderthalensis, que se tornou extinto h 30 000 anos, tem sido ocasionalmente classificado como uma subespcie classificada como "Homo sapiens neanderthalensis", mas estudos genticos sugerem uma divergncia entre as espcies Neanderthal e Homo sapiens que ocorreu h cerca de 500 000 anos.[5] Da mesma forma, os poucos espcimes de Homo rhodesiensis so tambm classificados como uma subespcie de Homo sapiens, embora isso no seja amplamente aceito. Os humanos anatomicamente modernos tm seu primeiro registro fssil na frica, h cerca de 195 000 anos, e os estudos de biologia molecular do provas de que o tempo aproximado da divergncia ancestral comum de todas as populaes humanas modernas de 200 000 anos atrs.[6][7][8][9][10] O amplo estudo sobre a diversidade gentica Africana chefiado pelo Dr. Sarah Tishkoff encontrou no povo San a maior expresso de diversidade gentica entre as 113 populaes distintas da amostra, tornando-os um de 14 "grupos ancestrais da populao". A pesquisa tambm localizou a origem das migraes humanas modernas no sudeste da frica ocidental, perto da orla costeira da Nambia e de Angola.[11] A raa humana teria colonizado a Eursia e a Oceania h 40 000 anos e as as Amricas apenas h cerca de 10 000 anos.[12] A recente (2003) descoberta de outra subespcie diferente da atual Homo sapiens sapiens, o Homo sapiens idaltu, na frica, refora esta teoria, por representar um dos elos perdidos no conhecimento da nossa evoluo..[13] Os parentes vivos mais prximos dos seres humanos so os gorilas e os chimpanzs, mas os humanos no evoluram a partir desses macacos: em vez disso, os seres humanos modernos compartilham com esses macacos um ancestral comum.[14] Os seres humanos so provavelmente os animais mais estreitamente relacionados com duas espcies de chimpanzs: o Chimpanz-comum e o Bonobo.[14] O sequenciamento completo do genoma levou concluso de que "depois de 6,5 [milhes] de anos de evolues distintas, as diferenas entre chimpanzs e humanos so dez vezes maiores do que entre duas pessoas independentes e dez vezes menores do que aquelas entre ratos e camundongos" . A concordncia entre as sequencias do DNA humano e o do chimpanz variam entre 95% e 99%.[15][16][17][18] Estima-se que a linhagem humana divergiu da dos chimpanzs h cerca de cinco milhes de anos atrs e da dos gorilas h cerca de oito milhes de anos. No entanto, um crnio de homindeo descoberto no Chade, em 2001, classificado como Sahelanthropus tchadensis, possui cerca de sete milhes de anos, o que pode indicar uma divergncia mais anterior.[19]

Mapa das primeiras migraes humanas, de acordo com anlises efectuadas aoDNA mitocondrial (unidades: milnios at ao presente). A perspectiva deste planisfrio centra-se no plo norte, para facilitar a compreenso das rotas das migraes. A evoluo humana caracterizada por uma srie de importantes alteraes morfolgicas, de desenvolvimento, fisiolgico e comportamental, que tiveram lugar desde que a separao entre o ltimo ancestral comum de humanos e chimpanzs. A primeira grande alterao morfolgica foi a evoluo de uma forma de adaptao de locomoo arborcola ou semi-arborcola para uma forma de locomoo bpede,[20] com todas as suas adaptaes decorrentes, tais como um joelho valgo, um ndice intermembral baixo (pernas longas em relao aos braos), e reduo da fora superior do corpo. Mais tarde, os humanos ancestrais desenvolveram um crebro muito maior normalmente de 1.400 cm em seres humanos modernos, mais de duas vezes o tamanho do crebro de um chimpanz ou gorila. O padro de crescimento ps-natal do crebro humano difere do de outros primatas (heterocronia) e permite longos perodos de aprendizagem social e aquisio da linguagem nos seres humanos juvenis. Antroplogos fsicos argumentam que as diferenas entre a estrutura dos crebros humanos e os dos outros macacos so ainda mais significativas do que as diferenas de tamanho. Outras mudanas morfolgicas significantes foram: a evoluo de um poder de aderncia e preciso;[21] um sistema mastigatrio reduzido; a reduo do dente canino; e a descida da laringe e do osso hiide, tornando a fala possvel. Uma importante mudana fisiolgica em humanos foi a evoluo do estro oculto, ou ovulao oculta, o que pode ter coincidido com a evoluo de importantes mudanas comportamentais, tais como a ligao em casais. Outra mudana significativa de comportamento foi o desenvolvimento da cultura material, com objetos feitos pelo homem cada vez mais comuns e diversificados ao longo do tempo. A relao entre todas estas mudanas ainda tema de debate.[22][23] As foras da seleo natural continuam a operar em populaes humanas, com a evidncia de que determinadas regies do genoma exibiram seleo direcional nos ltimos 15 000 anos.[24]

[editar] PaleolticoVer artigos principais: Hiptese da origem nica, Homo sapiens arcaico, e Paleoltico Superior.

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A expresso artstica surgiu no Paleoltico Superior: A estatueta da Vnus de Doln V stonice uma das primeiras representaes conhecidas do corpo humano, datando de aproximadamente 29 000-25 000 anos AP. Anatomicamente o homem moderno evoluiu do Homo sapiens arcaico na frica durante o Paleoltico Mdio, h cerca de 200 000 anos. At o incio do Paleoltico Superior, h cerca de 50 000 AP, o comportamento moderno, que inclui a linguagem, a msica e outras expresses culturais universais, j tinham se desenvolvido. O amplo estudo sobre a diversidade gentica Africana chefiado pelo Dr. Sarah Tishkoff encontrou no povo San a maior expresso de diversidade gentica entre as 113 populaes distintas da amostra, tornando-os um de 14 "grupos ancestrais da populao". A pesquisa tambm localizou a origem das migraes humanas modernas no sudeste da frica ocidental, perto da orla costeira da Nambia e de Angola.[11] Estima-se que a migrao para fora da frica ocorreu h cerca de 70 000 anos AP. Os seres humanos modernos, posteriormente distribudos por todos oscontinentes, substituindo os homindeos anteriores: eles habitaram a Eursia e a Oceania h 40 000 AP e as Amricas h pelo menos 14 500 anos AP.[25] Eles acabaram com o Homo neanderthalensis e com outras espcies descendentes do Homo erectus (que habitavam a Eursia h 2 milhes de anos), atravs do seu maior sucesso na reproduo e na competio por recursos.[26] Evidncias acumuladas da arqueogentica desde a dcada de 1990, deram forte apoio ao "Hiptese da origem nica", e tem marginalizado a hiptese de competio multirregional, que propunha que os humanos modernos evoluram, pelo menos em parte, de independentes de populaes de homindeos.[27] Os geneticistas Lynn Jorde e Henry Harpending, da Universidade de Utah, propem que a variao no DNA humano minuta quando comparada com a de outras espcies. Eles tambm propem que durante o Pleistoceno Superior, a populao humana foi reduzida a um pequeno nmero de pares reprodutores - no maior de 10 000 e, possivelmente, no menor de 1 000 - resultando em um pool gentico residual muito pequeno. Vrias

razes para esse gargalo hipottico tm sido postuladas, sendo uma delas ateoria da catstrofe de Toba.[28]

[editar] Transio para a civili aoVer artigos principais: Revoluo Neoltica e Histria do mundo. H 10 000 anos, a maioria dos seres humanos viviam como caadores-coletores, em pequenos grupos nmades. O advento da agricultura levou a Revoluo Neoltica, quando o acesso a grande quantidade de alimentos levou formao de assentamentos humanos permanentes, a domesticao dos animais e a utilizao de instrumentos metlicos. A agricultura incentivou o comrcio e a cooperao, resultando em sociedades complexas. Devido import ncia desta poca para o surgimento das civilizaes humanas, essa era ficou conhecida como "Era dos Humanos".

O surgimento da agricultura e a domesticao de animais resultou em assentamentos humanos estveis. H cerca de 6.000 anos, os primeiros proto-estados desenvolveram-se na Mesopot mia, no Saara/Nilo e no Vale do Indo. Foras militares foram formadas para a proteo das sociedades e burocracias governamentais foram criadas para facilitar a administrao dos estados. Os estados colaboraram e concorreram entre si em busca de recursos e, em alguns casos, travaram guerras. Entre 2.000 e 3.000 anos atrs, alguns estados, como a Prsia, a ndia, a China, o Imprio Romano e a Grcia, desenvolveram-se e expandiram seus domnios atravs da conquista de outros povos. Religies influentes, como o judasmo, originrio do Oriente Mdio, e o hindusmo, uma tradio religiosa que se originou no Sul da sia, tambm aumentaram de import ncia neste momento. No final da Idade Mdia ocorre o surgimento de ideias e tecnologias revolucionrias. Na China, uma avanada e urbanizada sociedade promoveu inovaes tecnolgicas, como a impresso. Durante a "Era de Ouro do Islamismo" ocorreram grandes avanos cientficos nos imprios muulmanos. Na Europa, a redescoberta das aprendizagens e invenes da Era clssica, como a imprensa, levou ao Renascimento no sculo XIV. Nos 500 anos seguintes, a explorao e o colonialismo deixaram as Amricas, a sia e a frica sob o domnio europeu, levando posteriores lutas por independncia. A Revoluo Cientfica no sculo XVII e a Revoluo Industrial nos sculos XVIII e XIX promoveram importantes inovaes no setor dos transportes (transporte ferrovirio e o automvel), no desenvolvimento energtico (carvo e a electricidade) e avanos nas formas de governo (democracia representativa e o comunismo).

Com o advento da Era da Informao, no final do sculo XX, os humanos modernos passaram a viver em um mundo que se torna cada vez mais globalizado e interligado. Em 2008, cerca de 1,4 bilhes de seres humanos estavam ligados uns aos outros atravs da Internet,[29] e 3,3 bilhes pelo telefone celular.[30] Embora a interligao entre os seres humanos tenha estimulado o crescimento das cincias, das artes e da tecnologia, ocorreram tambm confrontos culturais, o desenvolvimento e a utilizao de armas de destruio em massa e o aumento da poluio e da destruio ambiental, que alm de afetarem a prpria sociedade humana, afetaram todas as outras formas vida no planeta.

[editar] Habitat e populaoVer artigos principais: Demografia e Populao mundial.

Os seres humanos muitas vezes vivem em famlia criando complexas estruturas sociais e abrigos artificiais. Os primeiros assentamentos humanos eram dependentes da proximidade degua e, dependendo do estilo de vida daquele grupo, outros recursos naturais, tais como terras arveis, para a prtica da agricultura e criao de animais herbvoros, e presena de populaes de animais selvagens para a caa. No entanto, graas a grande capacidade dos seres humanos de alterar o seu prprio habitat atravs de mtodos como a irrigao, o planejamento urbano, a construo de abrigos, o transportes de suprimentos e pessoas, a fabricao de mercadorias, a agricultura e a pecuria, a proximidade de assentamentos humanos a fontes de recursos naturais tornou-se desnecessria e, em muitos lugares, esse fator j no uma fora motriz no crescimento ou declnio de uma populao. A maneira pela qual um habitat alterado muitas vezes fator determinante na evoluo demogrfica humana. A tecnologia permitiu ao homem colonizar todos os continentes e adaptar-se a praticamente todos os climas. Nas ltimas dcadas, os seres humanos tm explorado a Antrtida, as profundezas dos oceanos e o espao exterior, embora a longo prazo a colonizao desses ambientes ainda seja invivel. Com uma populao de mais de seis bilhes de indivduos, os seres humanos esto entre os mais numerosos grandes mamferos do planeta. A maioria dos seres humanos (61%) vive na sia. O restante vive nas Amricas (14%), na frica (14%), na Europa (11%) e na Oceania (0,5%).

A habitao humana em sistemas ecolgicos fechados e em ambientes hostis, como a Antrtida e o espao exterior, cara, normalmente limitada no que diz respeito ao tempo e restrita a avanos e expedies cientficas, militares e industriais. A vida no espao tem sido muito espordica, com no mais do que treze pessoas vivendo no espao por vez. Entre 1969 e 1972, duas pessoas de cada vez estiveram na Lua. Desde a conquista da Lua, nenhum outro corpo celeste foi visitado por seres humanos, embora tenha havido uma contnua presena humana no espao desde o lanamento da primeira tripulao a habitar a Estao Espacial Internacional, em 31 de outubro de 2000. No entanto, outros corpos celestes foram visitados por objetos criados pelo ser humano.

Em 2004 39,7% dos seres humanos viviam em aglomeraes urbanas denominadas cidades. Na fotografia, uma imagem de satlite da Terra noite, mostrando todos os pontos luminosos formados pelas cidades. Desde 1800, a populao humana aumentou de um bilho a mais de seis bilhes de indivduos.[31] Em 2004, cerca de 2,5 bilhes do total de 6,3 bilhes de pessoas (39,7%) residiam em reas urbanas, e estima-se que esse percentual continue a aumentar durante o sculo XXI. Em Fevereiro de 2008, a Organizao das Naes Unidas estimou que [32] metade da populao mundial viveria em zonas urbanas at ao final daquele ano. Existem muitos problemas para os seres humanos que vivem emcidades como a poluio e a criminalidade,[33] especialmente nos centros e favelas de cada cidade. Entre os benefcios da vida urbana incluem o aumento da alfabetizao, acesso global ao conhecimento humano e diminuio da suscetibilidade para o desenvolvimento da fome. Os seres humanos tiveram um efeito dramtico sobre o ambiente. A atividade humana tem contribudo para a extino de inmeras espcies de seres vivos. Como atualmente os seres humanos raramente so predados, eles tm sido descritos como superpredadores.[34] Atualmente, atravs da urbanizao e da poluio, os humanos so [35] os principais responsveis pelas alteraes climticas globais. A espcie humana tida como a principal causadora da extino em massa do Holoceno, uma extino em massa, que, se continuar ao ritmo atual, poder acabar com metade de todas as espcies ao longo do prximo sculo.[36][37]

[editar] BiologiaVer artigo principal: Biologia humana

[editar] Anatomia e FisiologiaVer artigos principais: Corpo humano, Anatomia humana e Gentica humana.

Caractersticas anatmicas bsicas de seres humanos do sexo masculino e feminino (legendas em ingls). Os tipos de corpo humano variam substancialmente. Embora o tamanho do corpo seja largamente determinado pelos genes, tambm significativamente influenciado por fatores ambientais, como dieta e exerccio. A altura mdia de um ser humano adulto de cerca de 1,5 a 1,8 metro de altura, embora varie consideravelmente de lugar para lugar.[38][39] A massa mdia de um homem adulto varia entre 7683 kg e 5464 kg para mulheres adultas.[40] O peso tambm pode variar muito (obesidade, por exemplo). Diferentemente da maioria dos outros primatas, os seres humanos so totalmente capazes de realizar a locomoo bpede, deixando os braos disponveis para manipular objetos usando as mos, auxiliados principalmente por polegares opositores. Embora os seres humanos aparentem ter menos plos em comparao com outros primatas, com o crescimento notvel de plos ocorrendo principalmente no topo da cabea, axilas e regio pubiana, o homem mdio tem mais folculos pilosos em seu corpo do que um chimpanz mdio. A principal diferena que os plos humanos so mais curtos, mais finos e com menos pigmentao do que os plos do chimpanz mdio, tornando-os mais difcil de serem vistos.[41] A tonalidade da pele humana e do cabelo determinada pela presena de pigmentos chamados melaninas. As tonalidades de pele humana pode variar do marrom muito escuro at o rosa muito plido. A cor do cabelo humano varia dobranco, ao marrom, ao vermelho, ao amarelo e ao preto, a tonalidade mais comum.[42] Isso depende da quantidade de melanina (um pigmento eficaz no bloqueio do sol) na pele e no cabelo, com as concentraes de melanina diminuindo no cabelo com o aumento da idade, levando ao cinza ou, at mesmo, aos cabelos brancos. A maioria dos pesquisadores acredita que o escurecimento da pele foi uma adaptao evolutiva como uma forma de proteo contra a radiao solar ultravioleta. No entanto, mais recentemente, tem sido alegado que as cores de pele, so uma adaptao do equilbrio decido flico, que destrudo pela radiao ultravioleta, e de vitamina D, que requer luz solar para se

formar.[43] A pigmentao da pele do homem contempor neo est geograficamente estratificada e em geral, se correlaciona com o nvel de radiao ultravioleta. A pele humana tambm tem a capacidade de escurecer (bronzeamento) em resposta exposio radiao ultravioleta.[44][45] Os seres humanos tendem a ser fisicamente mais fracos do que outros primatas de tamanhos semelhantes, com os jovens, condicionado os seres humanos do sexo masculino a terem se mostrado incapazes de combinarcom a fora de orangotangos fmeas, que so pelo menos trs vezes mais fortes.[46]Constituintes do corpo humanoEm uma pessoa que pesa 60 kg

Constituinte Peso[47] Porcentagem de tomos[47]

Oxignio 38,8 kg

25,5%

Carbono 10,9 kg

9,5%

Hidrognio 6,0 kg

63,0%

Nitrognio 1,9 kg

1,4%

Outros 2,4 kg

0,6%

Os seres humanos tm palatos proporcionalmente mais curtos e dentes muito menores do que os de outros primatas e so os nicos primatas com os dentes caninos mais curtos. Tm caracteristicamente dentes cheios, com falhas de dentes perdidos geralmente fechando-se rapidamente em espcimes jovens e gradualmente perdem seus dentes do siso, tendo algumas pessoas, congenitamente, sua ausncia natural.[48]

[editar] FisiologiaVer artigo principal: Fisiologia humana A fisiologia humana a cincia das funes mec nicas, fsicas e bioqumicas dos seres humanos, em boa sade, e do que seus rgos e clulas so compostos. O principal foco da fisiologia ao nvel dos rgos e sistemas. A maioria dos aspectos da fisiologia humana esto intimamente homlogos correspondente aos aspectos da fisiologia do s animais e a experimentao animal tem proporcionado grande parte da base do conhecimento fisiolgico. A anatomia e a fisiologia esto estreitamente relacionadas com as reas de estudo: anatomia, o estudo da forma e fisiologia, o estudo da funo, esto intrinsecamente vinculados e so estudados em conjunto como parte de um currculo mdico.

[editar]

entica

Ver artigo principal: Gentica humana Os seres humanos so uma espcie eucaritica. Cada clula diplide tem dois conjuntos de 23 cromossomos, cada conjunto recebido de um dos pais. H 22 pares deautossomos e um par de cromossomos sexuais. Pelas estimativas atuais, os seres humanos tm aproximadamente 20.000-25.000 genes.[49] Assim como outros mamferos, os humanos tm um sistema XY de determinao do sexo, de modo que as fmeas tm cromossomos sexuais XX e os machos tm XY. O cromossomo X no carrega muitos genes no cromossomo Y, o que significa que as doenasrecessivas associadas com genes ligados ao X, como a hemofilia, afeta mais os homens do que as mulheres.

[editar] Ciclo de vidaVer artigos principais: Relao sexual humana, Fecundao, Gravidez humana e Morte humana.

Embrio humano de 10 mm na quinta semana de gestao. O ciclo de vida humano semelhante ao de outros mamferos placentrios. O zigoto divide-se dentro do tero da mulher para se tornar um embrio, que, ao longo de um perodo de trinta e oito semanas (9 meses) de gestao se torna um feto humano. Aps este intervalo de tempo, o feto totalmente criado fora do corpo da mulher e respira autonomamente como um beb pela primeira vez. Neste ponto, a maioria dasculturas modernas reconhecem o beb como uma pessoa com direito pl na proteo da lei, e embora algumas jurisdies de diferentes nveis alterem esse padro, reconhecendo os fetos humanos enquanto eles ainda esto no tero. Em comparao com outras espcies, o parto humano perigoso. Partos de durao de vinte e quatro horas ou mais no so raros e muitas vezes levam morte da me, da criana ou de ambos.[50] Isto ocorre porque, tanto pela circunferncia da cabea fetal relativamente grande (para a habitao do crebro) quanto pela cavidade plvica relativamente pequena da me (uma caracterstica necessria para o sucesso do bipedalismo, por meio da seleo natural).[51][52] As chances de um bom trabalho de parto aumentaram significativamente durante o sculo XX nos pases mais ricos com o advento de novas tecnologias mdicas. Em contraste, a gravidez e o parto normal permanecem perigosos nas regies subdesenvolvidas e em desenvolvimento do mundo,

com taxas de mortalidade materna aproximadamente 100 vezes maiores do que nos pases desenvolvidos.[53] Nos pases desenvolvidos, as crianas normalmente pesam de 3 a 4 kg e medem de 50 a 60 cm no nascimento.[54] No entanto, o baixo peso ao nascer comum nos pases em desenvolvimento e contribui para os altos nveis de mortalidade infantil nestas regies.[55] Indefesos ao nascimento, os seres humanos continuam a crescer durante alguns anos, geralmente atingindo a maturidade sexual entre 12 e 15 anos de idade. Mulheres continuam a desenvolver fisicamente at cerca dos 18 anos, o desenvolvimento masculino continua at os 21 anos. A vida humana pode ser dividido em vrias fases: infncia, adolescncia, vida adulta jovem, idade adulta e velhice. A durao destas fases, no entanto, tm variado em diferentes culturas e perodos. Comparado com outros primatas, os corpos dos seres humanos desenvolvem-se extraordinariamente rpido durante a adolescncia, quando o corpo cresce 25% no tamanho. Chimpanzs, por exemplo, crescem apenas 14%.[56] Existem diferenas significativas em termos de esperana de vida ao redor do mundo. O mundo desenvolvido geralmente envelhecido, com uma idade mdia em torno de 40 anos (a mais elevada em Mnaco - 45,1 anos). No mundo em desenvolvimento a idade mdia fica entre 15 e 20 anos. A esperana de vida ao nascer em Hong Kong de 84,8 anos para a mulher e 78,9 para o homem, enquanto na Suazilndia, principalmente por causa da AIDS, 31,3 anos para ambos os sexos.[57] Enquanto um em cada cinco europeus tem 60 anos de idade ou mais, apenas um em cada vinte africanos tem de 60 anos de idade ou mais.[58] O nmero de centenrios (pessoas com idade de 100 anos ou mais) no mundo foi estimado pela Organizao das Naes Unidas em 210 000 indivduos em 2002.[59] Apenas uma pessoa, Jeanne Calment, conhecida por ter atingido a idade de 122 anos; idades mais elevadas foram registradas, mas elas no esto bem fundamentadas. Mundialmente, existem 81 homens com 60 anos ou mais para cada 100 mulheres da mesma faixa etria, e entre os mais velhos, h 53 homens para cada 100 mulheres.

y

Menina (antes da puberdade)

y

Mulher em idade reprodutiva

y

Mulher idosa (depois da menopausa)

y

Menino (antes da puberdade)

y

Homem em idade reprodutiva

y

Homem idoso Os seres humanos so os nicos que experimentam a menopausa em alguma parte da vida. Acredita-se que a menopausa surgiu devido "hiptese da av", em que ocorre o interesse da me em renunciar aos riscos de morte durante outros partos para, em troca, investir na viabilidade dos filhos j nascidos.[60] As questes filosficas de quando comea a morte so o tema de um longo debate. A conscincia de sua prpria mortalidade causa medo na maioria dos seres humanos, medo esse distinto da conscincia de uma ameaa imediata. Cerimnias de sepultamento so caractersticas das sociedades humanas, muitas vezes acompanhada na crena de vida aps a morte.

[editar] Dieta

Ver artigos principais: Dieta e Nutrio. Por centenas de milhares de anos o Homo sapiens empregou (e algumas tribos que ainda dependem) um mtodo de caadores-coletores como o seu principal meio de obter alimentos, combinando e envolvendo fontes estacionrias de alimentos (tais como frutas, cereais, tubrculos e cogumelos, larvas de insetos e moluscos aquticos), com a caa de animais selvagens, que devem ser caados e mor tos, para serem consumidos. Acredita-se que os seres humanos tm utilizado o fogo para preparar e cozinhar alimentos antes de comer desde o momento da sua divergncia doHomo erectus. Os seres humanos so onvoros, capazes de consumir tanto produtos vegetais como produtos animais. Com as diferentes fontes de alimentos disponveis nas regies de habitao e tambm com diferentes normas culturais e religiosas, grupos humanos adotaram uma gama de dietas, principalmente a partir do puramentevegetariano para o carnvoro. Em alguns casos, restries alimentares em levam deficincias que podem acabar em doenas, porm, grupos estveis de humanos se adaptaram aos vrios padres dietticos, atravs especializao gentica e convenes culturais para utilizar fontes alimentares nutricionalmente equilibradas.[61] A dieta humana proeminentemente refletida na cultura humana e levou ao desenvolvimento da cincia dos alimentos. Em geral, os seres humanos podem sobreviver por duas a oito semanas sem alimentos, em funo da gordura corporal armazenada. A sobrevivncia sem gua geralmente limitada a trs ou quatro dias. A falta de comida continua a ser um problema grave, com [62] cerca de 300 000 pessoas a morrendo de fome a cada ano. A desnutrio infantil [63] tambm comum e contribui para o nmero de mortos. No entanto a distribuio alimentar global no equilibrada, a obesidade atinge algumas populaes humanas chegando a propores epidmicas, levando a complicaes de sade e aumento da mortalidade em alguns pases desenvolvidos e em desenvolvimento. O Centers for Disease Control and Prevention (CDC) dos Estados Unidos indica que 32% dos adultos americanos com idades superiores a 20 anos so obesos, enquanto 66,5% so obesos ou com sobrepeso. A obesidade causada por consumir mais calorias do que os gastos do corpo, muitos atribuem o ganho de peso excessivo a uma combinao de excessos alimentares e exerccios fsicos insuficientes. H pelo menos dez mil anos, os humanos desenvolveram aagricultura,[64] que alterou substancialmente o tipo de alimentos que as pessoas comiam. Isto levou a um aumento da populao, o desenvolvimento das cidades, e em virtude do aumento da densidade populacional, a maior propagao de doenas infecciosas. Os tipos de alimentos consumidos, bem como a forma em que so preparados, tem variado muito, atravs do tempo, localizao e da cultura.

[editar] PsicologiaVer artigos principais: Psicologia, Crebro humano e Mente.

Seco de um cr nio humano mostrando o interior do crebro. O crebro humano o centro do sistema nervoso central e atua como o principal centro de controle para o sistema nervoso perifrico. O crebro controla atividades autonmas involutrias, como a respirao e a digesto, assim como atividades conscientes, como o pensamento, o raciocnio e a abstrao.[65] Estes processos cognitivos constituem a mente, e, juntamente com suas consequncias comportamentais, so estudadas no campo da psicologia. O crebro humano considerado o mais "inteligente" e capazcrebro da natureza, superando o de qualquer outra espcie conhecida. Enquanto muitos animais so capazes de criar estruturas utilizando ferramentas simples, principalmente atravs do instinto e do mimetismo, a tecnologia humana muito mais complexa e est constantemente evoluindo e melhorando ao longo do tempo. Mesmo as mais antigas estruturas e ferramentas criadas pelos humanos so muito mais avanadas do que qualquer outra estrutura ou ferramenta criada por qualquer outro animal.[66] Embora as habilidades cognitivas humanas sejam muito mais avanadas do que as de qualquer outra espcie, a maioria destas habilidades podem ser observadas em sua forma primitiva no comportamento de outros seres vivos. A antropologia moderna sustenta a proposio de Darwin de que "a diferena entre a mente de um homem e a de animais evoludos, grande como , certamente uma diferena de grau e no de tipo".[67]

[editar] Conscincia e pensamentoVer artigos principais: Conscincia e Cognio. Os seres humanos so apenas uma dos nove espcies que passam noteste do espelho que testa se um animal reconhece sua reflexo como uma imagem de si mesmo juntamente com todos os grandes macacos (gorilas, chimpanzs, orangotangos, bonobos), golfinhos, elefantes asiticos, Pega-rabudas e Orcas.[68] A maioria das [69] crianas humanas passam no teste do espelho com 18 meses de idade. No entanto, a

utilidade deste teste como um verdadeiro teste de conscincia tem sido contestada, e esta pode ser uma questo de grau, em vez de uma diviso ntida. Macacos foram treinados para aplicar as regras de resumo em tarefas.[70] O crebro humano percebe o mundo externo atravs dos sentidos e cada indivduo humano muito influenciado pelas suas experincias, levando a vises subjetivas da existncia e da passagem do tempo. Os seres humanos possuem a conscincia, a autoconscincia e uma mente, que correspondem aproximadamente aos processos mentais de pensamento. Estes so ditos de possuir qualidades tais como a auto-conscincia, sensibilidade, sapincia e a capacidade de perceber a relao entre si e o meio ambiente. A medida como a mente constri ou experincia o mundo exterior um assunto de debate, assim como as definies e validade de muitos dos termos usados acima. O filsofo da cincia cognitiva Daniel Dennett, por exemplo, argumenta que no existe tal coisa como um centro narrativo chamado de "mente", mas que em vez disso, simplesmente um conjunto de entradas e sadas sensoriais: diferentes tipos de '"softwares"' paralelos em execuo.[71] O psiclogo B. F. Skinner argumenta que a mente uma fico de motivos que desvia a ateno das causas ambientais do comportamento[72] e o que so comumente vistos como processos mentais podem ser melhor concebidos como formas de comportamento verbal encoberto.[73][74] O estudo humano que observa mais os aspectos fsicos da mente e do crebro e por extenso do sistema nervoso, entra no campo da neurologia, os aspectos mais comportamentais entram no campo da psicologia, e uma rea s vezes vagamente definida entre no campo da psiquiatria, que trata doenas mentais e distrbios comportamentais. A psicologia no se refere necessariamente ao crebro ou ao sistema nervoso e pode ser enquadrada no plano puramente fenomenolgico ou teorias de processamento de informaes da mente. Cada vez mais, no entanto, um entendimento das funes cerebrais est sendo includo na teoria psicolgica e prtica, especialmente em reas como a inteligncia artificial, neuropsicologia e neurocincia cognitiva. A natureza do pensamento fundamental para a psicologia e reas afins. A Psicologia Cognitiva o estudo da cognio, o comportamento dos processos mentais subjacentes. Ele usa o processamento de informao como um quadro para a compreenso da mente. Percepo, aprendizagem, resoluo de problemas, memria, ateno, linguagem e emoo so todas reas bem estudadas tambm. A psicologia cognitiva associada com uma escola de pensamento conhecida como cognitivismo, cujos adeptos defendem um modelo de processamento de informao da funo mental, informado pelo positivismo e pela psicologia experimental. Tcnicas e modelos da psicologia cognitiva so amplamente aplicados e formam a base das teorias psicolgicas em muitas reas de pesquisa e psicologia aplicada. Em grande parte com foco no desenvolvimento da mente humana atravs da esperana de vida, a psicologia do desenvolvimento procura compreender como as pessoas chegam a perceber, entender e agir no mundo e como estes processos mudam com a idade. Isto pode incidir no desenvolvimento intelectual, cognitivo, neural, social ou moral. Alguns filsofos dividem a conscincia em conscincia fenomenal, que a prpria experincia, e conscincia de acesso, que a transformao das coisas em experincia.[75] A conscincia fenomenal o estado de ser consciente, como quando dizem: "Estou consciente". A conscincia de acesso a conscincia de algo em relao a conceitos abstratos, como quando algum diz: "Eu estou consciente destas palavras."

Vrias formas de acesso conscincia incluiem a sensibilizao, auto -percepo, conscincia, fluxo de conscincia, a fenomenologia de Husserl e a intencionalidade. O conceito de conscincia fenomenal, na histria moderna, segundo alguns, est intimamente relacionado com o conceito de qualia. A psicologia social une a sociologia com a psicologia, em seu estudo comum da natureza e as causas da interao social humana, com nfase em como as pessoas pensam em relao uns aos outros e como elas se relacionam entre si. O comportamento e os processos mentais, tanto humanos como no-humanos, podem ser descritos atravs de cognio animal, etologia, psicologia evolucionista e da psicologia comparativa. A ecologia humana uma disciplina acadmica que investiga como os seres humanos e as sociedades humanas interagem com o ambiente natural e o seu ambiente social humano.

[editar] Motivao e emooVer artigos principais: Motivao e Emoo. A motivao a fora motriz por trs do desejo de todas as aes deliberadas dos seres humanos. A motivao baseada em emoes, especificamente, na busca desatisfao (experincias emocionais positivas), e preveno deconflitos. Positivo e negativo so definidos pelo estado individual do crebro, que pode ser influenciado pornormas sociais: uma pessoa pode ser levada a auto-agresso ou violncia, porque seu crebro est condicionado a criar uma resposta positiva a essas aes. A motivao importante porque est envolvida no desempenho de todas as respostas aprendidas. Dentro da psicologia, a preveno de conflitos e a libido so vistas como motivadores primrios. Dentro da economia, a motivao muitas vezes vista por basear-se em incentivos, estes podem ser de ordem financeira, moral ou coercitiva. As religies, em geral, colocam influncias divinas ou demonacas. A felicidade, ou o estado de ser feliz, uma condio humana emocional. A definio de felicidade um tema filosfico comum. Algumas pessoas podem definir-se como a melhor condio que um ser humano pode ter, uma condio desade fsica e mental. Outros a definem como a liberdade de carncia e angstia, a conscincia da boa ordem das coisas, a garantia de um lugar no universo ou na sociedade. A emoo tem uma significante influncia, podemos dizer que serve at mesmo para controlar o comportamento humano, porm historicamente muitas culturas e filsofos, por diversas razes tem desencorajado essa influncia por no ser checvel. As experincias emocionais percebidas como agradveis, como oamor, a admirao e a alegria, contrastando com aquelas percebidas como desagradveis, como odio, a inveja ou a tristeza. H muitas vezes uma distino entre emoes refinadas, que so socialmente aprendidas, e emoes orientadas sobreviventes, que so pensa serem -se inatas. A explorao das emoes humanas como separada de outros fenmenos neurolgicos digno de nota, especialmente em culturas onde a emoo considerada separada do estado fisiolgico. Em algumas teorias culturais mdicas, a emoo mdica considerada to sinnimo de certas formas de sade fsica que no h nenhuma diferena entre as duas. Os esticos acreditavam que a emoo excessiva prejudicial, enquanto alguns professores Sufi achavam que certas emoes extremas poderiam render uma perfeio conceitual, o que frequentemente traduzido como oxtase.

No pensamento cientfico moderno, algumas emoes refinadas co nsideradas um trao complexo neural inato em uma variedade de mamferos domesticados e no domesticados. Estas normalmente foram desenvolvidas em reaco a mecanismos de sobrevivncia superior e inteligentes de interao entre si e o ambiente; como tal, no em todos os casos distinta e separada da funo neural natural como foi uma vez assumida a emoo refinada. No entanto, quando seres humanos vivem de forma civilizada, verificou-se que a ao desinibida em extrema emoo pode levar desordem social e criminalidade.

[editar] Sexualidade e amorVer artigos principais: Amor e Sexualidade humana. A sexualidade humana, alm de garantir a reproduo biolgica, tem importante funo social: ele cria intimidade fsica, ttulos e hierarquias entre os indivduos, podendo ser direcionada para a transcendncia espiritual (de acordo comalgumas tradies); e com um sentido hedonista de gozar de atividade sexual envolvendo gratificao. O desejo sexual, ou libido, sentido como um desejo do corpo, muitas vezes acompanhada de fortes emoes como o amor, o xtase e o cime. A extrema import ncia da sexualidade na espcie humana pode ser vista em uma srie de caractersticas fsicas, entre elas a ovulao oculta, a evoluo do escroto e do pnis na rea externa do corpo, sugerindo competio do esperma, a ausncia de um bculo permanente, caractersticas sexuais secundrias, a formao de casais baseado na atrao sexual como uma estrutura social comum e a capacidade sexual das mulheres fora da ovulao. Estas adaptaes indicam que a import ncia da sexualidade no ser humano semelhante com a encontrado no Bonobo e que o comportamento sexual humano complexo tem uma longa histria evolutiva. Escolhas humanas em agir sobre a sexualidade so normalmente influenciadas p or normas culturais, que variam de forma muito ampla. As restries so muitas vezes determinadas por crenas religiosas ou costumes sociais. O pesquisador pioneiro Sigmund Freud acreditava que os seres humanos nascem polimorficamente perversos, o que significa que qualquer nmero de objetos pode ser uma fonte de prazer. Segundo Freud, os seres humanos, em seguida, passam por cinco fases de desenvolvimento psicossexual (e podem fixar-se em qualquer fase por causa de traumas diversos durante o processo). Para Alfred Kinsey, outro influente pesquisador do sexo, as pessoas podem cair em qualquer lugar ao longo de uma escala contnua deorientao sexual (com apenas pequenas minorias totalmente heterossexual ou totalmente homossexual). Estudos recentes da neurologia e da gentica sugerem que as pessoas podem nascer com uma predisposio para uma determinada orientao sexual ou outra.[76][77]

[editar] Culturaedit

Estatsticas da sociedade humanaPopulao mundial 6,8 bilhes (Estimativa de 20 de novembro de 2009)

Densidade populacional Maiores aglomeraes

12,7 por km pela rea total 43,6 por km por rea de terra Tquio, Seul, Cidade do Mxico, Nova York, Lagos, Bombaim, Jacarta, So Paulo, Deli, Osaka-K be-Kyoto, Xangai, Manila, Hong Kong-Shenzhen, Los Angeles, Calcut, Moscou, Cairo, Buenos Aires, Paris, Londres, Taipei, Pequim, Carachi, Daca

Idiomas com mais Mandarim: 1120 milhes de 100 milhes de Ingls: 510 milhes falantes[78] Hindi: 490 milhes Espanhol: 425 milhes rabe: 255 milhes Russo: 254 milhes Portugus: 218 milhes Bengali: 215 milhes Indonsio: 230 milhes Malaio: 176 milhes Francs: 130 milhes Japonesa: 127 milhes Alemo: 123 milhes Persa: 110 milhes Urdu: 104 milhes Punjabi: 103 milhes Moedas Libra esterlina, Dlar americano, Euro, Iene, Rupia, Dlar australiano, Real, Rublo, Dlar canadense, Yuan e vrias outras. $36.356.240 milhes USD ($5.797 USD per capita) $51.656.251 milhes IND ($8.236 per capita)

PIB (nominal) PIB (PPC)

Ver artigo principal: Cultura Cultura definida como um conjunto de distintos materiais, intelectual, emocional, espiritual e caractersticas de um grupo social, incluindo arte, literatura, esporte, estilos de vida, sistemas de valores, tradies, rituais e crenas. A ligao entre a biologia, o comportamento humano e a cultura humana muitas vezes muito prxima, tornando difcil a clara diviso de temas em uma rea ou outra, como tal, a colocao de alguns assuntos pode ser baseada principalmente em conveno. A cultura constituda por valores, normas sociais e artefatos. Os valores de uma cultura definem o que tem de ser importante ou tico para uma sociedade. Intimamente ligada so normas, as expectativas de como as pessoas devem se comportar, obrigadas pela tradio. Artefatos, ou a cultura material, so objetos derivados a partir dos valores da cultura, normas e compreenso do mundo.

[editar] LinguagemVer artigo principal: Linguagem

F F

A capacidade que os seres humanos tm de transferir conceitos e ideias atravs da fala e da escrita incomparvel com qualquer outra espcie conhecida. Ao contrrio dos sistemas de chamada de outros primatas que so fechados, a linguagem humana muito mais aberta e ganha diversidade em diferentes situaes. A linguagem humana tem a qualidade de deslocamento, usando palavras que representam coisas e acontecimentos que no esto atualmente ou localmente ocorrendo, mas em outro lugar ou em um horrio diferente.[48] Desta forma, as redes de dados so importantes para o contnuo desenvolvimento da linguagem. A faculdade de expresso uma caracterstica definidora da humanidade, possivelmente anterior a separao filogentica da populao moderna. A linguagem fundamental para a comunicao entre os seres humanos, alm de ser central para o senso de identidade que une as naes, culturas e grupos tnicos. A inveno dos sistemas de escrita, pelo menos, h 5 000 anos permitiu a preservao da lngua sobre os objetos materiais e foi um passo importante na evoluo cultural. A cincia da lingustica descreve a estrutura da linguagem e a relao entre as lnguas. H aproximadamente 6 000 lnguas diferentes em uso atualmente, incluindo lnguas de sinais e muitas milhares mais que so consideradas extintas.

[editar] Espiritualidade e religioVer artigos principais: Espiritualidade e Religio.

Uma igreja catlica ao lado de uma mesquita no Lbano. As sociedades humanas so extremamente diversas religiosamente. A religio geralmente definida como um sistema de crenas sobre os cdigos de sobrenatural, sagrado ou divino, e cdigos morais, prticas, valores, instituies e rituais associados a essa crena. A evoluo e a histria das primeiras religies recentemente se tornaram reas de pesquisa cientfica ativa.[79][80][81] No entanto, no decurso do seu desenvolvimento, a religio tem tomado diversas formas que variam de acordo com a cultura e a perspectiva individual. Alguns dos principais questionamentos religiosos incluem a vida aps a morte (geralmente envolvendo a crena na vida aps a morte), a origem da vida, a natureza do universo (cosmologia religiosa) e seu destino final (escatologia) e o que moral ou imoral. Uma fonte comum de respostas para estas perguntas so as crenas em seres divinos transcendentes, como deuses ou um Deus nico, embora nem todas as religies sejam testas - algumas so atestas ou ambguas sobre o tema, especialmente as religies orientais. Espiritualidade, crena ou envolvimento em assuntos da alma ou esprito, so muitas das diferentes abordagens que os seres humanos tomam na tentativa de responder a perguntas fundamentais sobre o lugar da humanidade no universo, o sentido da vida e a forma ideal para viver uma

vida. Embora esses temas tambm sejam abordados pela filosofia e, em certa medida, pela cincia, a espiritualidade nica na medida em que se concentra nos conceitos msticos ou sobrenaturais como Karma e Deus. Embora o nvel exato da religiosidade seja difcil de medir,[82] a maioria das pessoas professa alguma variedade de crena religiosa ou espiritual, embora algumas sejam irreligiosas: que negam ou rejeitam a crena no sobrenatural ou espiritual. Outros seres humanos no tm crenas religiosas e so ateus, cticos cientficos, agnsticos ou simplesmente no-religiosos. O humanismo uma filosofia que visa incluir toda a humanidade e todas as questes comuns aos seres humanos e geralmente noreligiosa. Alm disso, embora a maioria das religies e crenas espirituais sejam claramente distintas da cincia, tanto a nvel filosfico e metodolgico, os dois no so geralmente consideradas mutuamente exclusivas, visto quea maioria das pessoas possui uma mistura de pontos de vista cientfico e religioso. A distino entre filosofia e religio, por outro lado, s vezes menos clara, e os dois esto ligados em campos como a filosofia da religio e teologia.

Esttua de Confcio em Berlim, Alemanha.

[editar] Filosofia e auto-reflexoVer artigos principais: Filosofia e Natureza humana. A filosofia uma disciplina ou campo de estudo que envolve a pesquisa, anlise e desenvolvimento de ideias, em geral, abstratas ou de fundamental nvel. uma disciplina que busca uma compreenso geral da realidade, raciocnio e valores. Principais reas de filosofia incluem lgica, metafsica, epistemologia, filosofia da mente e axiologia (que inclui tica e esttica). A filosofia abrange um amplo leque de abordagens e usada para se referir a uma viso de mundo, uma perspectiva sobre um assunto, ou para posies sustentadas por um determinado filsofo ou escola de filosofia.

[editar] Arte, msica e literaturaVer artigos principais: Arte, M sica e Literatura.

G

Alegoria da M sica (ca. 1594), uma pintura de uma mulher escrevendo partituras por Lorenzo Lippi. Obras artsticas tm existido por quase tanto tempo quanto a humanidade, desde aarte pr-histrica at a arte contempor nea. A arte um dos aspectos mais incomuns do comportamento humano e uma caracterstica chave dos seres humanos de outras espcies. Como uma forma de expresso cultural por seres humanos, a arte pode ser definida pela busca da diversidade e do uso de narrativas de libertao e de explorao (isto , a histria da arte, crtica de arte e teoria da arte) para mediar seus limites. Esta distino pode ser aplicado a objetos ou performances, atuais ou histricos, e seu prestgio se estende queles que fez, descobriu, exibiu, ou a eles prprios. No uso moderno da palavra, a arte geralmente entendida como o processo ou um resultado d fazer obras e de material que, desde a concepo at a criao, aderiram ao "impulso criativo" dos seres humanos. A arte se distingue de outras obras, sendo em grande parte, espontaneamente, por necessidade, por unidade biolgica, ou por qualquer persegui o indisciplinada de recreao. A msica um fenmeno natural e intuitivo com base nas trs estruturas organizacionais distintas e interligadas de ritmo, harmonia e melodia. Ouvir msica talvez a mais comum e universal forma de entretenimento para os seres humanos, ao mesmo tempo que aprendem e entendem que so disciplinas populares. H uma grande variedade de gneros musicais e msicas tnicas. A literatura, o corpo dos trabalhos de escrita, inclui prosa, poesia e drama, fico e no-fico. A literatura inclui gneros como o pico, a lenda, o mito, balada e folclore.

[editar]

tili ao de ferramentas e tecnologiaVer artigos principais: Ferramenta e Tecnologia.

H

Uma ferramenta arcaica Acheulense de pedra. As ferramentas de pedra foram usadas pelo proto-humanos, pelo menos, h 2,5 milhes de anos.[83] O uso controlado do fogo comeou h cerca de 1,5 milhes de anos atrs. Desde ento, os seres humanos tm feito grandes avanos, o desenvolvimento de tecnologia complexa para cria