An£Œlise Gerencial da Opera£§££o 1¢› Trimestre 2006-05-10¢  4 An£Œlise Gerencial da Opera£§££o Banco

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  • Análise Gerencial da Operação 1º Trimestre 2006

  • Sumário Executivo 03

    Análise do Resultado Consolidado 13

    - Margem Financeira 14

    - Resultado de Créditos de Liquidação Duvidosa 15

    - Receitas de Prestação de Serviços 17

    - Despesas não Decorrentes de Juros 18

    - Despesas Tributárias de ISS, PIS e COFINS 20

    Demonstrações Contábeis Pro Forma por Segmento 23

    Demonstrações Contábeis Pro Forma por Subsegmento 26

    Itaubanco - Banking 28

    Cartões de Crédito - Correntistas 29

    Seguros, Previdência e Capitalização 30

    Gestão de Fundos e Carteiras Administradas 34

    Itaú BBA 35

    Itaucred 36

    Gestão de Risco 40

    Balanço por Moedas 44

    Negócios no Exterior 45

    Estrutura Acionária 48

    Desempenho no Mercado de Ações 49

    Parecer dos Auditores 51

    Demonstrações Contábeis Completas 52

    Í n d i c e

    As tabelas deste relatório apresentam os números em milhões. No entanto, as variações e totalizações foram calculadas utilizando números em unidades.

    Expectativas futuras decorrentes da leitura desta análise devem considerar os riscos e incertezas que envolvem quaisquer atividades e que estão fora do controle das empresas do conglomerado (mudanças políticas e econômicas, volatilidade nas taxas de juros e câmbio, mudanças tecnológicas, inflação, desintermediação financeira, pressões competitivas sobre produtos e preços e mudanças na legislação tributária).

    Neste trimestre, alteramos a metodologia de cálculo empregada para transformar taxas trimestrais em anuais, passando a apresentar taxas anualizadas linearmente, ao invés de taxas anualizadas exponencialmente, como calculávamos anteriormente.

  • Análise Gerencial da Operação3 Banco Itaú Holding Financeira S.A.

    (1) Descrita na página 4. (2) Em Out/05 foi realizado desdobramento das ações. Os valores de períodos anteriores foram adequados para melhor comparabilidade. (3) JCP - Juros sobre o Capital Próprio. Valor bruto. (4) Calculado com base na cotação de fechamento da ação preferencial. (5) O cálculo do Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio - Anualizado (ROE) foi efetuado dividindo-se o Lucro Líquido da Controladora (R$ 1.460 milhões) pelo

    Patrimônio Líquido Médio da Controladora (R$ 16.090 milhões). O quociente desta divisão foi multiplicado por quatro para se obter o índice ROE anualizado. Caso tivéssemos mantido o método de cálculo anteriormente adotado, o índice seria de 41,5% no primeiro trimestre de 2006 e de 42,5% no quarto trimestre de 2005.

    Highlights - Critérios Gerenciais

    Sumário Executivo

    R$ Milhões (exceto onde indicado)

    Lucro Líquido da Controladora 1.460 1.425 1.141 Margem Financeira Gerencial (1) 4.073 3.650 2.986 Receita de Serviços 2.121 2.121 1.794

    Lucro Líquido Consolidado por Ação (2) 1,32 1,29 1,00 Número de Ações em Circulação - em milhares (2) 1.107.735 1.104.009 1.136.768 Valor Patrimonial por Ação (2) 15,00 14,09 12,87 Dividendos / JCP (3) (R$ milhões) 553 534 346 Dividendos / JCP (3) por Ação (2) 0,50 0,48 0,30 Market Capitalization (4) (R$ milhões) 70.895 62.156 49.449 Market Capitalization (4) (US$ milhões) 32.634 26.554 18.547

    Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio - anualizado (5) 36,3% 37,0% 31,9% Retorno sobre o Ativo Médio - anualizado 3,7% 3,9% 3,3% Índice de Solvabilidade 16,9% 17,0% 18,3% Taxa Anualizada da Margem Financeira 15,1% 14,3% 12,9% Índice de Cobertura PDD / Nonperforming Loans 181% 192% 221% Índice de Eficiência 45,4% 50,1% 49,8%

    Ativos Totais 163.204 151.241 146.403 Operações de Crédito 63.969 60.636 50.980

    Fianças, Avais e Garantias 72.046 67.756 57.012

    Títulos e Valores Mobiliários + Dep. Interfinanceiros 43.791 42.905 38.967 Depósitos Totais 51.688 50.520 44.025 Patrimônio Líquido da Controladora 16.619 15.560 14.629

    Ativos sob Administração (AUM) 135.576 120.287 105.197 Número de Funcionários do Conglomerado 51.765 51.036 45.803 Número de Clientes Ativos (milhões) 12,6 12,5 11,9 Número de Produtos por Cliente 5,1 5,1 5,0 Número de Agências (unidades) 2.408 2.391 2.283 Número de PAB's (unidades) 791 783 792 Número de Caixas Eletrônicos (unidades) 22.316 22.023 21.346

    8.077 7.121 6.032

    Asset Management 14,7% Financiamento de Veículos (*) 19,0% Recolhimento de CPMF 15,3% Cartões de Crédito 21,6% Depósitos (*) 8,1% Prêmios de Seguros (*) 12,7% Previdência Privada (*) 10,4%

    Principais market shares em Mar/06

    (*) Referente a Dezembro/2005. Fontes: Bacen, Susep, Anbid, Abel, Receita Federal e Abecs. Obs.: Prêmios de Seguros não incluem seguro saúde.

  • Análise Gerencial da Operação4 Banco Itaú Holding Financeira S.A.

    Adotamos uma estratégia de gestão do risco cambial do capital investido no exterior que tem como objetivo não permitir impactos no resultado decorrentes de variação cambial. Para alcançarmos essa finalidade, o risco cambial é neutralizado e os investimentos são remunerados em reais (R$) por meio da utilização de instrumentos financeiros derivativos. Nossa estratégia de hedge considera ainda todos os efeitos fiscais incidentes: quer os relativos à não tributação ou dedutibilidade da variação cambial em momentos de apreciação ou depreciação, respectivamente, do real ante as moedas estrangeiras, quer os decorrentes dos instrumentos financeiros derivativos utilizados. Nos períodos em que a variação da paridade entre o real e as moedas estrangeiras é expressiva, verifica-se significativo impacto em diversas linhas das demonstrações contábeis, com especial destaque para as receitas e despesas financeiras. Em razão disso, a partir do segundo trimestre de 2005, passamos a divulgar, no Relatório de Análise Gerencial da Operação, a Demonstração de Resultado Gerencial, que destaca o impacto da variação cambial sobre os investimentos de capital no exterior e os efeitos decorrentes do hedge dessa posição. A Demonstração de Resultado Gerencial é obtida com base em uma série de reclassificações realizadas sobre a demonstração do resultado contábil, e a margem financeira gerencial incorpora dois ajustes em relação à margem financeira contábil: (i) a totalidade dos efeitos da variação cambial

    dos investimentos no exterior, a qual está distribuída em várias linhas na demonstração do resultado contábil; e (ii) os efeitos fiscais do hedge desses investimentos, os quais estão considerados nas linhas de despesas tributárias (PIS e Cofins) e de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, na demonstração do resultado contábil. Além disso, a margem financeira gerencial foi subdividida, passando a apresentar a margem financeira gerencial das operações bancárias, associada às atividades comerciais de clientes, a margem financeira gerencial da tesouraria, na qual, a cada operação, está alocado o seu custo de oportunidade, e a margem financeira gerencial da administração do risco cambial dos investimentos no exterior, a qual corresponde fundamentalmente à remuneração pela taxa do CDI do capital aplicado nesses investimentos. A seguir, apresentamos um quadro com a apuração da margem financeira gerencial da administração do risco cambial dos investimentos no exterior. Destacamos, por fim, que o real valorizou-se 7,2% em relação ao dólar durante o primeiro trimestre de 2006 e a cotação do dólar atingiu R$ 2,1724 ao final de março de 2006 ante R$ 2,3407 em 31 de dezembro de 2005. Lembramos, ainda, que durante o quarto trimestre de 2005 o real se desvalorizou 5,3% em relação ao dólar, alcançando a cotação de R$ 2,3407 em dezembro ante R$ 2,2222 em setembro de 2005.

    R$ Milhões

    R$ Milhões

    1º Trimestre/06 Saldo Inicial Resultado

    Bruto Efeito Fiscal Resultado

    Líquido Investimentos de Capital no Exterior (A) 5.822

    Variação Cambial de Investimentos de Capital no Exterior (B) (406) (406) Efeito Administração de Risco Cambial de Investimentos no Exterior (C) = (D) + (E) 882 (327) 555

    Posição Ativa em DI (D) 5.822 236 (88) 149 Posição Passiva em Moeda Estrangeira (E) (9.251) 646 (239) 406

    Margem Financeira Gerencial da Administração do Risco Cambial dos Investimentos no Exterior (F) = (B) + (C) 476 (327) 149

    4º Trimestre/05 Saldo Inicial Resultado

    Bruto Efeito Fiscal Resultado

    Líquido Investimentos de Capital no Exterior (A) 5.637

    Variação Cambial de Investimentos de Capital no Exterior (B) 265 265 Efeito Administração de Risco Cambial de Investimentos no Exterior (C) = (D) + (E) (158) 59 (100)

    Posição Ativa em DI