ANO XXXIII – N 218 / GOINIA-GO MARO/ABRIL – 2012 ... nesta edio ANO XXXIII – N 218 / GOINIA-GO MARO/ABRIL – 2012 Professor raimundo ro-drigues – “Finalizando seu traba-lho,

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    ANO XXXIII N 218 / GOINIA-GO MARO/ABRIL 2012

    Professor raimundo ro-drigues Finalizando seu traba-lho, o Irmo Valdemar Sanso procla-ma: O Maom s mesmo Maom se conhecer Maonaria; em sua histria, sua simbologia, sua filosofia, sua ritu-alstica e sua Liturgia... Absa Go-mes Brito Pgina 2

    HiPlito da Costa Foi vito-rioso em sua misso com muita crti-ca situao portuguesa e brasileira. Estendeu seu trabalho de jornalista de 1802 a 1822, falecendo pouco depois, em 1823, com 49 anos. Barbosa Nunes Pgina 4

    maons que ConHeCi Qua-se todos que me conhecem j sabem que no nasci ontem e que j vivi oi-tenta por cento do tero da idade de Hermes Trimegisto, que dizem ter vi-vido trezentos anos. Barsanulfo P. Gomes Pgina 5

    ConselHos de um mdiCo Emoes e sentimentos que so escondidos, reprimidos, acabam em doenas como: gastrite, lcera, do-res lombares, dor na coluna. Dr. Druzio Varela Pgina 8

    quando falta graa nos relaCionamentos Quando falta graa, as regras tornam-se mais importantes do que os relacionamen-tos. No sou contra as regras. Precisa-mos de regras na famlia, cumprimos regras no trabalho ou em qualquer outra comunidade. Marcos Jos Pgina 9

    gois do Couto, um Cente-nrio a Comemorar No prximo dia 12 de junho, quando os casais estiverem satisfeitos festejando o Dia dos Namorados, cumprindo o calendrio romntico em todo o pas, os goianos em geral, e, de maneira toda especial, a famlia Di Lorenzzo, estar comemorando o centenrio de um dos grandes goianos, na poltica, no judicirio, nas letras de Gois; o Centenrio de Gois do Couto. Li-cnio Barbosa Pgina 11

    CAMINHO DA FELICIDADEO Ir.: Michael Winetzki, membro da Loja Jos do Patrocnio n 148 dos quadros da Grande Loja do Es-tado de Gois, Or.: de Valparaiso de Gois, proporcionou momentos de reflexo aos IIr.: e cunhadas de Liberdade e Unio em Sesso realizada em 03/04/2012, mostrando o ver-dadeiro sentido da palavra amor, atravs da palestra Caminho da Felicidade, que alm de alimentar a esperana em cada um, nos induziu a acreditar mais ainda no G.: A.: D.: U.:. Na foto, o Ir.: Michael ( direita), recebe das mos do Ir.: Isaas Costa, o Certificado de Reconhecimento e Agradecimento ofer-tado pela Loja Liberdade e Unio.

    O Venervel Mestre, Ir.: Manoel da Costa Lima ( direita na foto), acompanhado do Ir.: Alberto Sobrinho, fizeram-se presentes em Sesso Magna de Iniciao realizada pela ARLS Filhos da Justia n 2284, no ltimo dia 03/03. Na ocasio, o Ir.: Manoel, foi convidado pelo Venervel Mestre daquela Oficina, Ir.: Carlos Jos dos Santos, para compor o altar.

    Presena do Ir.: Manoel em Sesso de Iniciao

    A conquista resultou em um longo processo de mobilizao da luta das mulheres na poltica e se con-cretizou apenas a partir de 1932, durante o governo de Getlio Var-gas. Pgina 10

    MulhereleItora

    Ministra da Cultura, Sra. Ana de Holanda, demorou dizer a que veio. Nos primeiros meses de sua administrao, foi alvo de fogo amigo de seus correligion-rios que procuraram desestabili-zar sua administrao por todos os meios e formas... Pgina 3

    Cultura: um plano aloprado

  • 2 LIBERDADE E UNIO Maro/Abril 2012

    O irmo Valdemar Sanso escreveu artigo que foi publi-cado no Jornal O Companheiro, edio de janeiro/fevereiro 2012, pgina 14, co o ttulo O Escritor Maom, onde enfoca as qualidades que deve ter o escritor, no sentido de atingir o objetivo que levar conhecimento aos leitores, citando, entre outros, Nicola Aslan, Theobaldo Varoli Filho, Mrio Na me, Jos Castellani, Xico Trolha, Octaclio Schuler Sobrinho, com destaque para Raimundo Rodrigues, ... que se dedicando inteiramente ao servio da Maonaria, publicou muitos livros, centenas de artigos, fundou Lojas Simblicas, Academias Manicas de Letras e nos brindou com vasto e confivel material de pesqui-sa e estudo srio e valioso sobre Mao-naria simblica e fi-losfica, para nosso aprimoramento nas tarefas manicas onde aprendemos a interpretar o tra-balho prtico que a Maonaria nos faculta com explica-es de inestimvel valor, de forma a nos orientar para a ma-neira mais adequada a quantos se dispu-serem a aprender, servir e trabalhar.

    Continuou dizen-do que Raimundo Rodrigues... com-bateu com veemncia invencionices, suposies e achis-mos criados pela imaginao de quem no tem coragem de estudar.

    Entendemos que o Professor Raimundo Rodrigues, que passou por Gois, onde deixou um legado de cultura e enca-minhamento de muitos ao saber, merece nossa admirao e respeito pelo que foi e ainda como orientador e exemplo de dedicao cultura manica.

    Na sua passagem para o Oriente Eterno, nossa manifestao de saudade e um at breve.

    Absa Gomes Brito Diretor

    Na Coluna do Diretor desta Edio, transcrevemos tre-cho do trabalho produzido pelo Acadmico Valdemar Sanso, com o ttulo O Escritor Ma-om, publicado no Jornal O Companheiro de jan/fev 2012, onde retrata com fidelidade o que representou para ns Maons, a figura do Professor Raimundo Rodrigues, autor de vrias obras de cunho manico e filosfico, entre as quais citamos: Anlise da Constituio de Anderson, Car-tilha do Companheiro, Filosofia da Arte Real, A Maonaria e o Hbito da Virtude, Entre Colu-nas, Cartilha do Mestre e outras mais, afirmando que ... Aos escritores maons, ele ensinou que a fonte de escrita deve ser segura, com bases concretas e com um linguajar que abranja a maioria. Que nossa palavra seja sempre o que vai a nossa alma. Palavra amorosa, leve, fraterna e compreensiva, para que seja um

    instrumento de amor, que soma, pacifica, que confia e conforta, nunca disseminando a discrdia. Pois, no fundo, o papel do Maom manter e formar o homem de bem.

    Mais adiante o Irmo Sanso, tomando como exemplo os escri-tos de Raimundo Rodrigues, diz: Assim, o comunicador Maom na finalidade educativa da comu-nicao, deve:

    1 Antes de transmitir uma mensagem aos outros deve tentar vivenci-la.

    2 Fazer apreciao razovel dos fatos e das consequncias que deles decorrem.

    3 Ter como objetivo sempre chegar verdade para no alterar preceitos fundamentais.

    4 Acolher todas as observa-es sobre o assunto.

    5 Discutir os assuntos sem se desviar da tica.

    6 Estudar a Maonaria e fazer da Sublime Instituio

    sua base no mundo da infor-mao.

    7 Fazer abstrao das pr-prias ideias, procurando expor o pensamento da Maonaria.

    Finalizando seu trabalho, o Ir-mo Valdemar Sanso proclama: O Maom s mesmo Maom se conhecer Maonaria; em sua Histria, sua Simbologia, sua Filosofia, sua Ritualstica e sua Liturgia, tendo uma viso cons-ciente do passado, do presente e do futuro. E o Maom s saber sobre esses itens se ler, muito.

    Que o Grande Arquiteto do Universo nos ajude a manter os coraes alegres e unidos hoje e sempre no firme propsito de amar e servir cada vez mais e melhor, e nos conceda fora para sermos portadores da mensagem de uma Maonaria transformado-ra, espiritualizada, presente e em defesa da famlia, da sociedade e da humanidade.

    Absai Gomes Brito Diretor

    Coluna do Diretor E d i t o r i a l

    rgo de Divulgao da Loja Manica Liberdade e Unio n 1158Registrado no Cartrio da 2 Zona de Protestos, Ttulos eDocumentos, em 16 de junho de 1980, sob o n 255A04.

    Av. Paranaba n 984 Centro Fones: (62) 3223-4087/ 3229-4775Caixa Postal n 21, CEP: 74025-900 Goinia-GO.

    Site: arlsliberdadeeuniao.wordpress.comE-mail: liberdadeeuniao@gmail.comFundador: Luiz Gonzaga Marques

    DIRETORIADiretor: Absa Gomes Brito AGI n 1799

    E-mail: absai.brito@hotmail.comAssistente: Acir Ferreira Cardoso Jnior

    Aceitamos colaborao de irmos e Lojas ManicasTiragem desta edio: 1.000 exemplares

    A direo do Jornal no se responsabiliza por conceitos emitidos em matrias que nem sempre representam a opinio oficial da

    LOJA Liberdade e UnioAssinatura anual: R$ 50,00

    Este jornal filiado ABIM Associao Brasileirade Imprensa Manica, sob o n 003-J

    Programao Visual: Adriana Almeida (62) 3211-3458Impresso: Grfica Fama (62) 3211-1152

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    o eSCrItor MaoM

    PROFESSOR RAIMUNDO RODRIGUES

    A E B F G D E O A G D H G B E O N I C R E TI P E R M A N E C E R I A M L B E P A O L BE A J N D O E N A S K N F I O R H L M N P FA C O R E H A K N M I M P O N I T R E B I LI O B E D E C E R A L P M Q A G E I O R S DO M P L E D A O H R M I D R I A O H R L V HB P D I S T I N G U I R H S E D A Z I M A ME R N G O G K J L A Q D R Y T O V X Y L O TO E J I E F P E I F S I A O S S E P M V E OI E M A N O E L M P N E R S T E V X W O D FE N F O B P I A O Q E S A B S A I P X L A TB D G L N G M R B M M T V A X R E Y P W D D E N O M I N A O S X Y R X W O M Y I HO R H P A Q E G I H R B I A O P R A J T ER I F J L S M K R T V X R I C A P L S OE D N J O S E S T M S X H X L A U A O V E FU E A M N F S O M E N T E S I W L G M L N IQ Y J A S M G N T S J L X C G O P R S O DL O L I R L A I Q R T P I K N P S T V W H EA B O D I P U T S E S V O G O J L R S V O IU A R M A I A N R S A D A I C N A T S I D OQ E B G H O I A J N R I O D A L M S N J I A

    Palavras a encontrar: AS MAISCULAS

    deus e religio na maonaria modernaUm MAOM obrigado, por seu dever, a OBEDECER Lei Moral e, se ele COMPREENDER corretamente a Arte, nunca ser um ESTUPIDO ateu nem um LIBERTINO irreligioso. Embora em tempos ANTIGOS os Maons fossem OBRIGADOS a adotar a RELIGIO do seu pas ou nao, QUALQUER que ela fosse, hoje, pensa-se ser mais correto, obrig-los a adotar SOMENTE aquela religio com a qual todos os homens concordam, isto , serem HOMENS bons e leais, e homens de honra e HONESTIDADE, qualquer que seja a DENOMINAO ou convico que os possa DISTINGUIR, guardando para si prprios as suas opinies PESSOAIS. Assim a MAONARIA se tornar um centro a unio e um meio de CONCILIAR uma verdadeira AMIZADE entre pessoas que de outra forma PERMANECERIAM perpetuamente DISTANCIADAS.(Cap. I Sobre Deus e Religio do Livro das Constituies da