APELAÇÃO CÍVEL – AÇÃO REVISIONAL DE .cÍvel manifestamente improcedente – aÇÃo revisional

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  • APELAO CVEL AO REVISIONAL DE CONTRATO LEGITIMIDADE PASSIVA parte legtima pessoa jurdica com a mesma denominao da empresa contratada e pertencente ao mesmo grupo econmico. Juros remuneratrios limitados a 12% ao ano, observados os parmetros vigentes. Incidncia do CDC. Preliminar desacolhida e apelo improvido. (TJRS APC 70003456019 16 C.Cv. Rel Des Helena Cunha Vieira J. 20.02.2002)

    APELAO CVEL AO REVISIONAL DE CARTO DE CRDITO APELAO NO CONHECIDA AUSENTES OS REQUISITOS DO ART. 514 DO CPC No tendo o recorrente trazido, nas razes do apelo a exposio do direito e razes do apelo, a exposio do direito e razes para nova deciso, no impugnando a sentena, o recurso no preenche os requisitos para conhecimento. Apelo no conhecido. (TJRS APC 70003552874 16 C.Cv. Rel Des Helena Cunha Vieira J. 20.02.2002)

    APELAO CVEL AO REVISIONAL INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONFISSO DE DVIDA Possibilidade da autonomia da vontade interpretado com os demais princpios que regem os contratos. Juros remuneratrios de 2,50% ao ms mantidos porque ausente previso legal ao tipo contratual. No estabelecida a TR, cabe corrigir monetariamente o dbito pelo IGP-M. Embora em tese possvel a reviso de toda a contratualidade em razo da novao, presente o ato jurdico perfeito. Entendimento do 8 grupo cvel. Precedente jurisprudencial do STJ. Apelo do banco parcialmente provido e apelo dos autores improvidos. (TJRS APC 70003362282 16 C.Cv. Rel Des Helena Cunha Vieira J. 20.02.2002)

  • APELAO CVEL AO REVISIONAL CONTRATO DE CRDITO PESSOAL Reconhecimento do limite mximo dos encargos em 12% ao ano, estabelecido o percentual atravs dos parmetros existentes no ordenamento jurdico. Incidncia do CDC. Apelo improvido. (TJRS APC 70003505740 16 C.Cv. Rel Des Helena Cunha Vieira J. 20.02.2002)

    APELAO CVEL AO REVISIONAL CONTRATO DE ABERTURA DE CRDITO EM CONTA CORRENTE INCIDNCIA DO CDC Juros remuneratrios limitados a 12% ao ano, observados os parmetros legais vigentes. Princpio da autonomia da vontade interpretado com os demais princpios que regem os contratos. Afastada a capitalizao dos juros, visto que o contrato revisando na admite a periodicidade anual. TR no contratada, o que no permite sua utilizao. Comisso de permanncia excluda porque vinculada a taxas de mercado. Encargos moratrios devidos relativamente ao dbito decorrente de clusulas mantidas, incidindo multa contratual. Apelo parcialmente provido. (TJRS APC 70003255197 16 C.Cv. Rel Des Helena Cunha Vieira J. 20.02.2002)

    ALIENAO FIDUCIRIA AO DE BUSCA E APREENSO RECONVENO AO REVISIONAL Independentemente de admitir-se ou no reconveno, a matria de defesa no se encontra limitada no mbito da ao de busca e apreenso. A contestao no sofre a limitao prevista no art. 3, 2, do DL n 911/64. Precedente do Superior Tribunal de Justia. Os juros remuneratrios encontram-se limitados a 12% ao ano, tanto pelo entendimento da auto aplicabilidade da norma constitucional, quanto pela incidncia da legislao infraconstitucional. Cumpre reafirmar, por outro lado, que as normas do Cdigo de Defesa do Consumidor, segundo entendimento deste rgo fracionrio e do egrgio stimo grupo cvel desta corte, tem aplicao nas operaes bancrias. O Superior Tribunal de Justia, por sua vez, tambm firmou orientao no sentido de encontrarem-se as instituies financeiras sujeitas aos princpios e regras do

  • Cdigo de Defesa do Consumidor. Entre os inmeros julgados destaco os recursos especiais n 57974/RS(94/0038615-0), Rel. O Sr. Ministro Ruy Rosado de Aguiar e 142799/RS(97/0054586-5), Rel. o Sr. Ministro Waldemar Zveiter. A limitao da taxa de juros, assim, encontra amparo tambm nas disposies do Cdigo de Defesa do Consumidor- se assim no pudesse ser entendido. Isto , afastando-se a incidncia da norma constitucional, do Decreto 22.626/33 e do Cdigo de Defesa do Consumidor. Por depender a primeira de regulamentao e o segundo e terceiro por no se aplicarem as instituies financeiras, assim mesmo o apelante no poderia exigir taxa de juros superiores a 12% a. a., Pois no comprovou nos autos tenha autorizao do CMN para praticar taxas superiores. No que tange a comisso de permanncia, cumpre reafirmar que a mesma no devida, mesmo que no cumulada com correo monetria. Resulta, da, que no se pode falar em mora. E que no se pode imputar culpa a devedor pelo no pagamento de valores que no so realmente devidos. Precedente: Recurso Especial n 82560-SP. Encontrando-se descaracterizada a mora, conforme acima analisado, de ser improvido o apelo, visto que o autor e mesmo carecedor da ao proposta. Para que pudesse ser operada a reviso contratual no mbito da prpria ao de busca e apreenso necessrio se fazia o ajuizamento de reconveno, que era possvel na espcie. Neste sentido temos precedentes da egrgia 14 Cmara Cvel desta corte e do Superior Tribunal de Justia. No caso em exame, contudo, embora tenha sido proposta reconveno no houve recurso contra sua extino. Assim, neste ponto, assiste razo ao apelante ante a ausncia de condenao nos nus da sucumbncia relativamente a reconveno. Impe-se, em conseqncia, o provimento tambm do recurso adesivo, na parte que diz com os nus sucumbenciais. No que tange a litispendncia, matria argida na ao revisional, assiste razo ao apelante. Configurada estava a litispendncia, pois tratavam-se das mesmas partes, da mesma causa de pedir e do mesmo pedido. Apelo e recurso adesivo parcialmente providos. (TJRS APC 70001362805 13 C.Cv. Rel. Des. Marco Aurlio de

  • Oliveira Canosa J. 26.02.2002)

    AGRAVO INTERNO INTERPOSTO CONTRA DECISO MONOCRTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO A APELAO CVEL MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE AO REVISIONAL CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL A DECISO MONOCRTICA MANTEVE A R. SENTENA QUE: (A) DESCARACTERIZOU O CONTRATO (B) AFASTOU A COMISSO DE PERMANNCIA (C) PROIBIU A CAPITALIZAO DOS JUROS QUANTO A DESCARACTERIZAO DO CONTRATO A RECORRENTE ALEGA QUE A MATRIA NO PACFICA, CITANDO PRECEDENTES DA 1 e da 3 Turma do Superior Tribunal de Justia. A deciso da egrgia 1 Turma, alm de dizer com matria tributria, no reflete a orientao dominante do Superior Tribunal de Justia sobre a matria. Tanto assim que as turmas componentes da 2 Seo (3 e 4) decidem a matria monocraticamente. O prprio egrgio Superior Tribunal de Justia j afirmou, enfrentando a matria em questo (conforme se verifica na emenda abaixo transcrita) que a existncia de julgado isolado e divergente do entendimento predominante, que no prevaleceu nas manifestaes posteriores da turma, no afasta a possibilidade de o relator decidir monocraticamente.. AGRESP 286332/MG ; Agravo regimental no Recurso Especial (2000/0115199-1) No que tange ao julgamento da egrgia 3 Turma (RESP n 164918/RS), tenho que a recorrente est litigando de m-f. que a publicao do acrdo que recente e no a data do julgamento do recurso. Verifica-se, portanto, mediante uma leitura atenta da deciso monocrtica ora atacada, que o recurso citado pela recorrente anterior ao julgamento do RESP n 279023 (fl. 142), indicado por este relator, razo pela qual se conclui, facilmente, que o precedente mencionado pela agravante se encontra superado nas turmas integrantes da 2 Seo. A alegao de que a matria no pacfica neste Tribunal tambm no socorre a recorrente. O precedente citado da colenda 1 Cmara Especial Cvel (que veio a substituir as antigas Cmaras de Frias Cveis), que julga, assim, recursos interpostos durante o perodo de frias. Isto quer dizer que se trata de posio

  • isolada neste Tribunal e no reflete a posio do 7 grupo cvel (composto por esta 13 e pela 14 Cmaras Cveis), o qual o competente para o julgamento da matria nesta Corte, conforme se verifica pela leitura atenta do precedente citado as fls. 140/142. O art. 557 do Cdigo de Processo Civil no exige que a questo seja pacfica, e sim que seja orientao dominante no Tribunal. Relativamente a comisso de permanncia o recurso inepto, tendo em vista que no foram atacados os fundamentos da deciso monocrtica. Quanto ao anatocismo a recorrente est litigando de m-f. O contrato traz expresso na sua clusula n 13 a cobrana de juros os quais, no podem ser capitalizados. As alegaes de que no foi assegurado o contraditrio, a ampla defesa e nem observado o duplo grau de jurisdio no possui nenhum cabimento. Com efeito, a apelante, inconformada com a r. Sentena, apelou. Da exerceu seu direito. No resta dvida que esta Corte a instncia recursal competente para exame da irresignao, bem como este relator, desembargador deste egrgio Tribunal, a quem foi distribudo o recurso, poderia examinar a matria, de forma monocrtica, amparado no artigo 557 do CPC. de se lembrar, ainda, que o direito a ampla defesa no compreende o de ver assegurado o acolhimento da pretenso deduzida. A ampla defesa no ofendida pelo disposto no artigo 557 do Cdigo de Processo Civil, conforme j assentado pelo egrgio Supremo Tribunal Federal. Agravo previsto no art. 557, 1, do CPC parcialmente conhecido e improvido. Multa aplicada. (TJRS AGV 70003553971 13 C.Cv. Rel. Des. Marco Aurlio de Oliveira Canosa J. 26.02.2002)

    AGRAVO INTERNO INTERPOSTO CONTRA DECISO MONOCRTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO A AGRAVO DE INSTRUMENTO MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE AO REVISIONAL TUTELA ANTECIPADA O recurso inadmissvel ante a inpcia da pea recursal. Com efeito, no cabe no agravo interno rediscutir a matria, mas sim para ser demonstrado que a deciso contrria a orientao do colegiado. de se lembrar que manuteno provisria na posse do bem, conferida pela deciso ento combatida, foi confirmada nos termos da orientao deste colegiado, do

  • Superior Tribunal de Justia e do Supremo Tribunal Federal (fls. 73/75); Sendo que a proibio de inscrio do nome da parte autora/agravada em bancos de dados de consumo e inadimplentes foi ratificada em consonncia com a orientao deste rgo fracionrio e do Superior Tribunal de Justia (fls. 76/80). A possibilidade de julgamento monocrtico foi justificada