Aplicando pol­ticas de QoS MUM Brasil – S£o Paulo ...mum. QoS (Quality of Service ou Qualidade

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  • Aplicando polticas de QoS

    MUM Brasil So Paulo Outubro/2008

    Srgio Souza

  • Nome: Sergio SouzaPas: Brasil

    Tecnlogo em Processamento de Dados

    Consultor independente atuando h vrios anos em implementao, manuteno e gerenciamento de redes estruturadas e redes sem fio

    Consultor em implementao e manuteno de sistemas livres baseados em GNU/Linux

    Administrador do provedor de servios gerenciados Via Livre

    Parceiro MD Brasil

  • ObjetivosA apresentao tem o objetivo de esclarecer o que QoS Quality of Service - no ambiente de uma rede de computadores, gerenciadas por um gateway Mikrotik RouterOS.

    O apresentao trata do assunto, apresentando uma viso global, tanto gerencial quanto tcnica, sobre esse conceito abrangente e de suma importncia para as transmisses de dados e multimdia.

    Sero demonstradas, de uma maneira ampla e genrica, as formas como administradores de T.I. devem enxergar, planejar e implementar suas redes com QoS, os protocolos, tcnicas e tendncias existentes para tal.

    Ser abordada QoS para redes tradicionais, wireless, e VoIP.

  • QoS

    Atualmente os profissionais de tecnologia se vem s voltas com a necessidade e a demanda cada vez mais crescente de QoS (Quality of Service ou Qualidade de Servio), mas s vezes existem dificuldades em entender a respeito dessa qualidade que, de fato, um assunto bem complexo.

    Fala-se bastante em QoS, vrios hardwares de rede prometem QoS, alguns protocolos de rede garantem QoS, as aplicaes de tempo real (VoIP, videoconferncia, etc.) precisam de QoS, artigos e textos tcnicos mencionam QoS mas... o que QoS?

  • QoS Viso Global

    QoS o comprometimento dos recursos em um ambiente de transmisso, cabeado ou wireless, IP ou outro qualquer, visando manter a funcionalidade das aplicaes e a integridade dos dados;

    um conceito amplo, abrangente, e seus valores no se aplicam igualmente a todas as demandas de uma rede. Tambm no est restrito a protocolos, pois passa por consideraes como capacidade de processamento e outras questes to importantes quanto; cabendo ao profissional de redes identificar a QoS indicada para cada caso e implement-la.

  • QoS Viso Gerencial

    Na viso gerencial necessrio um acordo comercial que dever ser negociado entre os contratos de servios.

    O termo utilizado para este acordo, o qual trata a QoS SLA.

  • QoS Viso GerencialSLA, ou Service Level Agreement (Acordo de Nvel de Servio) pode ser entendido, a grosso modo, como a QoS em termos humanos, ou de relacionamento profissional.

    SLA , ento, um documento formal, negociado e estabelecido entre as partes (cliente e prestador de servios), firmado no ato da contratao de um servio de T.I. ou Telecomunicaes.

    No que se refere transmisso de dados, SLA o acordo que define as taxas mnima e mxima a serem utilizadas pelo contratante

    Os requisitos gerais que devem fazer parte de um SLA so: Disponibilidade dos Servios; Compromissos com tempos e prazos;Requisitos de desempenho.

  • QoS Viso Tcnica

    Nas redes tradicionais a QoS est relacionada ao conceito de diferenciao do tratamento dado aos pacotes (priorizao), e a minimizao do atraso do envio.

    Que fique claro; QoS no cria ou aumenta largura de banda de uma conexo, ou seja, s possvel garantir o que se tem disponvel.

    QoS pode gerenciar o uso dessa banda, de acordo com as configuraes realizadas e as exigncias das aplicaes.

    QoS tem a misso de racionalizar os recursos da rede, balanceando o fluxo de dados com a melhor velocidade possvel, evitando o monoplio do canal.

  • QoS Caractersticas do roteamento

    Manter as informaes sobre o estado da rede o mais atualizadas possvel, pois disto depende a escolha das rotas mas por outro lado, recursos com informaes de controle sobre o estado dos enlaces devem ser minimizados.

    O roteamento com QoS deve ser realizado de maneira eficiente, atendendo s exigncias de qualidade demandadas, sem, contudo, consumir muito tempo de processamento. Ento, o tempo de resposta deve ser baixo, sob pena de no atender algum requisito da aplicao e surgirem problemas:

    pacotes descartados (dropped packets);atraso (delay);Entrega desordenada (out of order);erros;

  • Principais parmetros negociados para QoS nas

    redes

    Throughput (vazo)Delay (atraso de transmisso)

    Atraso de enfileiramento nos roteadoresAtraso de codificao/decodificao

    Taxa de perda (ou Confiabilidade da transmisso)Jitter (variao de atraso)Largura de banda

  • Garantias de servio que podem ser estabelecidas

    Best Effort (melhor esforo): o modelo atual de transmisso de informaes na internet, o qual pode ser utilizado pelas aplicaes antigas nas novas redes com suporte a QoS, sem requerer nenhum tipo de alterao.

    Garantia estatstica: um determinado percentual dos dados transmitidos e entregues est dentro dos valores de parmetros de QoS desejados. Esta soluo permite um maior compartilhamento de recursos na rede.

    Garantia determinstica: todos os dados so transferidos dentro dos limites estabelecidos e justo por isso, esta vem a ser a forma mais cara de QoS, j que todos os recursos da rede devem ser reservados para o pior caso de transmisso.

  • Como obter QoS?Uma arquitetura de QoS deve prover, basicamente, as seguintes funes:

    Definio de parmetros; Mapeamento dos parmetros definidos; Negociao e controle de admisso; Reserva de recursos;Monitoramento;Renegociao e correes.

    A QoS no um hardware ou um software, ou algo especfico, mas uma arquitetura, um conjunto, uma combinao variada de solues fim-a-fim, e, justamente por isso, necessita de uma srie de consideraes novas e j tradicionais - iniciando-se, obrigatoriamente, em um criterioso planejamento.

  • Como obter QoS?

    A partir de um estudo relacionando algumas aplicaes com a sensibilidade aos parmetros de Qualidade de Servios, surgiram vrias propostas desenvolvidas pelo IETF (Internet Engineering Task Force) para a implementao da Qualidade de Servios na Internet como:

    MPLSServios IntegradosServios Diferenciados

  • MPLSMPLS, ou MultiProtocol Label Switching, uma tecnologia de encaminhamento de pacotes baseada em rtulos (labels) que funciona, basicamente, com a adio de um rtulo nos pacotes de trfego (O MPLS indiferente ao tipo de dados transportado, pelo que pode ser trfego IP ou outro qualquer) entrada do backbone (chamados de roteadores de borda) e, a partir da, todo o encaminhamento pelo backbone passa a ser feito com base neste rtulo.

    Comparativamente ao encaminhamento IP, o MPLS torna-se mais eficiente uma vez que dispensa a consulta das tabelas de routing.

  • MPLS

    Este protocolo permite a criao de Redes Virtuais Privadas garantindo um isolamento completo do trfego com a criao de tabelas de "labels" (usadas para roteamento) exclusivas de cada VPN.

    Alm disso possvel realizar QoS (Quality of Service) com a priorizao de aplicaes crticas, dando um tratamento diferenciado para o trfego entre os diferentes pontos da VPN. QoS cria as condies necessrias para o melhor uso dos recursos da rede, permitindo tambm o trfego de voz e vdeo.

  • IntServ

    Basicamente, a idia atrs do IntServ que qualquer roteador no sistema suporte IntServ e que qualquer aplicao que exija um determinado nvel de garantia seja responsvel por fazer reservas individuais. A Especificao do fluxo (Flow Specs) descreve em que consistem as reservas, enquanto que RSVP o mecanismo responsvel por realizar as mesmas.

    IntServ (Integrated Services): introduzido pelo IETF em 1994 (RFC 1663), trata-se de uma sinalizao de QoS, onde o transmissor comunica suas necessidades de Qualidade de Servio para que a rede providencie todos os recursos necessrios.

  • IntServRSVP - Resource Reservation Protocol (RFC 2205) - Todas as mquinas na rede capazes de enviar dados QoS enviam uma mensagem de PATH a cada 30 segundos, que ser difundida a toda a rede. Aqueles que desejem aceit-lo enviam uma mensagem RESV (reservation message) que ir servir para resolver o caminho de volta para o emissor. A mensagem RESV ir incluir tambm as especificaes de fluxo.Os roteadores entre o emissor e receptor decidem ento se suportam a reserva requerida e, em caso negativo, enviam uma mensagem de rejeio para notificar o interlocutor. Caso contrrio, assim que aceitam a reserva sero responsveis por suportar o trfego.

    O principal problema do modelo IntServ a necessidade de armazenar os mltiplos estados em cada roteador. Como resultado, o IntServ torna-se praticvel numa escala reduzida, embora com o escalonamento at um sistema das dimenses da Internet, torna difcil a gesto de todas as reservas. Como consequncia, o IntServ no muito popular.

  • DiffServ

    O mtodo DiffServ opera sobre grandes volumes de dados em oposio a fluxos ou reservas individuais. Isto implica uma negociao para todos os pacotes. Os acordos resultantes destas negociaes so designados de "acordos de nvel de servio" (Service Level Agreements). Estes acordos especificam que classes de trfego sero servidas, que garantias so necessrias para cada classe, e qual o volume de dados para cada classe.

    DiffServ (Differentiated Services): uma proposta de arquitetura (RFC 2475) contrria orientao por fluxo do RSVP, implementando diferenciao de servios de forma escalonvel na internet. Nessa arquitetura existe um esquema de classificao e marcao de pacotes ao longo do caminho e operaes mais sofisticadas somente so realizadas nos limites da rede (nos hosts).

  • DiffServ

    Uma "nuvem DiffServ" um grupo de routers DiffServ. Para os pacotes entrarem numa nuvem DiffServ tero que ser previamente classificados pelo emissor. O emissor preenche o campo de "tipo de servio" (TOS, de Type of Service, posterior