Apostila de Saúde Coletiva II -Modulo III

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    SADE COLETIVA II MDULO III

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    PLANO DE CURSO

    1 DADOS DE IDENTIFICAO CURSO TCNICO EM ENFERMAGEM

    DISCIPLINA: SADE COLETIVA II

    CARGA HORRIA: 40 H/A; Sendo; 01 H/A (T) e 01 H/A (P)

    PERODO LETIVO: 2014.2 1 COMPETNCIAS E HABILIDADES PROSPOSTAS

    Reconhecer a importncia da assistncia de enfermagem prestada ao indivduo nas

    diferentes faixas etrias, famlias, grupos e comunidade, relacionados a: Educao

    para sade sobre medidas de proteo sade; preveno de doenas prevalentes;

    endemias; epidemias; doenas prevenveis por imunizaes; riscos e agravos

    sade; efeito de medicamentos e de imunobiolgicos;

    Conhecer as principais polticas pblicas de sade no Brasil.

    Registrar as doenas de notificao compulsria em impressos prprios.

    Adotar as medidas de preveno/proteo recomendadas para doenas

    transmissveis.

    Esclarecer a populao acerca das medidas de proteo/preveno a serem adotadas

    em epidemias e endemias.

    Fazer levantamento das caractersticas sociopolticas, econmicas e culturais da

    comunidade.

    Levantar dados de morbimortalidade, de risco e agravos sade.

    Utilizar tcnicas de mobilizao de grupos.

    Vacinar, segundo o calendrio bsico de vacinao do Ministrio da Sade e

    Programa Nacional de Imunizao (PNI).

    Manusear imunobiolgicos conservando-os de acordo com as recomendaes do

    Ministrio da Sade.

    Registrar vacinas aplicadas em carto prprio.

    Utilizar os recursos da comunidade nas aes de sade coletiva.

    Informar quanto ao retorno e efeitos adversos das vacinas.

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    5 BASES TECNOLGICAS

    Objetivos, diretrizes, estrutura do SUS

    A Enfermagem em Sade Pblica.

    Preveno e controle de hansenase, tuberculose, diarria, hipertenso, diabetes,

    dengue, malaria, influenza e Leishamaniose visceral.

    Programa Nacional de Imunizao

    Tcnicas de imunizao/vacinao e aplicao de imunobiolgicos.

    Tcnicas de transporte, armazenamento e conservao de vacinas: controle da Rede

    de Frio.

    Recursos da comunidade para as aes de sade coletiva.

    Noes de Vigilncia Epidemiolgica e Sanitria.

    Desenvolvimento, crescimento, evoluo e envelhecimento humano no ciclo vital.

    Tcnicas de comunicao interpessoal.

    Tcnicas de mobilizao social.

    Estratgias de interveno em sade na famlia.

    Programa de Assistncia a sade do Idoso.

    6 METODOLOGIA DE ENSINO

    6.1 O processo ensino aprendizagem dar-se- atravs de:

    Exposio dialogada, discusso em grupo, seminrios, grupo de discusso, estudo de caso, relatrio das temticas abordas em sala de aula e apresentao de vdeos.

    6.2 Recursos didticos a serem utilizados:

    Data show, quadro de acrlico, pincel, aparelho de som, aparelho de DVD, Livro texto e internet.

    7 AVALIAO DA APRENDIZAGEM

    Ao longo da disciplina sero realizadas quatro avaliaes (sendo: 02 provas tericas,

    01 seminrio, alm de outras atividades). Onde sero considerados ainda considerados:

    Grupos de discusso;

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    Dinmica de grupo; E pela participao em sala de aula.

    OBS: Ser considerado aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a sete pontos (6,0) e frequncia igual ou superiror a setenta e cinco por cento (75%).

    8 REFERNCIAS

    PAGANO, Ana Cludia de Carvalho. Sade Pblica em face do Cdigo de Defesa do

    Consumidor. 1 ed., So Paulo: Editora Mauad, 1.998.

    VANZIN, Arlete Spencer. Enfermagem em Sade Pblica: fundamentao para o exerccio

    do enfermeiro na comunidade. Porto Alegre: Editora Saglia, 1.994.

    CARVALHO, G. I; SANTOS, L. Sistema nico de Sade. So Paulo, Hucitec, 1995.

    VANZIN, A.S. NERY, M.E.S. Enfermagem em Sade Pblica: fundamentao para o

    exerccio do enfermeiro na comunidade. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 1994.

    LEAVEL, H. & CLARK, E.G. Medicina Preventiva. MacGraw-hill, So Paulo, 1976.

    PAIM, J.S. Indicadores de Sade no Brasil e relaes com variveis econmicas e sociais.

    Ver. Baiana S. Publ.; 75(2): 39-83, 1975. . (edio atualizada)

    FORATINI, O. P. Epidemiologia geral. Porto Alegre. Artes mdicas, 1986.

    LESER, W. et all. Elementos de Epidemiologia Geral. Rio de Janeiro. Atheneu, 1990.

    AMATO NETO, V. e Baldy, J. L. S. Doenas Transmissveis. 2 ed. Guanabara

    Joogan.1978. (edio atualizada)

    PHILIPPI JNIOR, A. Saneamento do Meio. So Paulo, FUNDACENTRO; USP.

    Faculdade de Sade Pblica. Departamento de Sade Ambiental, 1978. (edio atualizada)

    Manuais do Ministrio da Sade: Vigilncia Epidemiolgica, Vigilncia Sanitria,

    Imunizao, Doenas de Notificao Compulsria, Programas de Ateno bsica entre

    outros.

    MENDES, Eugnio Vilaa. Distrito Sanitrio: o processo social de mudana das prticas

    sanitrias do SUS. So Paulo - Rio de Janeiro: HUCITEC - ABRASCO, 1.994.

    BRASIL, Ministrio da Sade. Profissionalizao de Auxiliares de Enfermagem:

    instrumentalizando a ao profissional. Ministrio da Sade. Braslia: Ministrio da Sade:

    Rio de Janeiro: Fiocruz 2000.

    _______, Ministrio da Sade. Lei Orgnica da Sade Lei n 8080/90.

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    _______, Ministrio da Sade. Norma Operacional Bsica NOB 01/96

    _______, Ministrio da Sade. Norma Operacional da Assistncia Sade/SUSNOAS-

    SUS 01/2001. Portaria95, de janeiro de 2001.

    LIMA, Idemilda Lopes de [et.al] Manual do Tcnico e auxiliar de Enfermagem, 6 ed.

    ver. ampl. Goinia: AB, 2000.

    _______L. Ministrio da Sade. Guia de controle da hansenase. Braslia: Ministrio da

    Sade. 1993.

    _______. Ministrio da Sade. Manual de normas para o controle da tuberculose. Braslia:

    Ministrio da Sade. 1993.

    ________. Ministrio da Sade. Manual de controle das doenas sexualmente

    transmissveis. Braslia: Ministrio da Sade. 1999. 3 ed.

    ________. Ministrio da Sade. Hipertenso arterial sistmica e Diabetes Mellitus:

    protocolo. Caderno de Ateno Bsica. Braslia: Ministrio da Sade. 2001.

    ________. Ministrio da Sade Manual do Programa Nacional de Imunizao. Braslia,

    1997

    KAWAMOTO, E. E. (org) Enfermagem comunitria. So Paulo: E. P. U. 1995.

    ROUQUAYROL, M. Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e sade. 5 Ed. Rio de

    Janeiro: Medsi, 1999.

    9 NORMAS COMPLEMENTARES DA DISCIPLINA

    As avaliaes bimestrais obedecero s datas previstas no calendrio do PRONATEC, e no podem ser adiadas. Objetivando um bom desempenho acadmico, no ser permita a utilizao de aparelhos celulares durante as aulas. Os celulares devero permanecer no mdulo silencioso durante a aula.

    Estar aprovado o (a) aluno (a) que obtiver 75% de frequncia, porm bom lembrar-se que a permanncia do (a) aluno (a) em sala de aula, representa um dos itens da avaliao somativa.

    A avaliao discente pautada no Regimento Interno do PRONATEC. Para aprovao por mdio o aluno dever obter, no mnimo, mdia mnima: 6.0.

    Os trabalhos escritos, quando solicitados, devero obedecer as normas da ABNT.

    Observao: Esse plano de ensino poder sofrer alteraes durante o semestre em curso de acordo com as necessidades e adversidades surgidas no decorrer da disciplina.

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    SUMRIO

    1 Recursos da Comunidade para as Aes de Sade Coletiva 07

    2 Tcnicas de Comunicao Interpessoal e Tcnicas de Mobilizao Social 13

    3 Planejamento sob uma Nova Perspectiva 16

    4 Sistemas de Informaes ajudam a Planejar a Sade 26

    5 Estratgias de Interveno em Sade na Famlia 27

    6 Aes de Enfermagem na Assistncia durante o Desenvolvimento, Crescimento, Evoluo e Envelhecimento Humano no Ciclo Vital 36

    ANEXOS

    ATIVIDADES DO MDULO III DE SADE COLETIVA II

    REFERNCIAS

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    1 RECURSOS DA COMUNIDADE PARA AS AES DE SADE COLETIVA

    Sendo a educao um processo vital, para o qual ocorrem foras naturais e espirituais pela ao consciente do educador. atividade criadora, que visa levar o seu humano a realizar s suas potencialidades fsicas, intelectuais, morais e espirituais. o processo contnuo, que comea nas origens do ser humano e se estende at a morte.

    A educao em sade uma ao planejada, que visa criar condies para produzir mudanas comportamentais desejveis em relao sade, as quais permitam garantir melhoria das condies de sade da coletividade.

    Objetivos especficos da educao em sade:

    Fazer com que as pessoas considerem a sade como um valor; Estimular a utilizao dos Servios de S