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Apostila desenho tecnico

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  • 1. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho TcnicoDAE-EPgina 1/38 Professor: Fabiano de PduaData: 13/12/2012 Aluno(a): Turma:Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao.

2. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho TcnicoDAE-EPgina 2/38SUMRIO1. OBJETIVO.......................................................................................................................................42. CONCEITOS BSICOS..................................................................................................................4 2.1- Histrico....................................................................................................................................4 2.2- Desenho Tcnico.......................................................................................................................4 2.3- Normas e Padres......................................................................................................................4 2.4- Instrumental bsico...................................................................................................................52.4.1- Atravs de prancheta..........................................................................................................52.4.2- Atravs de Computador......................................................................................................6 2.5- Formato do Papel......................................................................................................................62.5.1- Margem..............................................................................................................................72.5.1- Planta-Baixa.......................................................................................................................82.5.2- Pranchas ou folhas de desenho...........................................................................................8 2.6- Linhas........................................................................................................................................83. DOBRAMENTO DE FOLHAS.....................................................................................................104. FOLHA 1: CARIMBO E DOBRAMENTO..................................................................................11 4.1- Dados Iniciais..........................................................................................................................11 4.2- Fixao da Folha.....................................................................................................................11 4.3- Margem...................................................................................................................................12 4.4- Apresentao da Folha............................................................................................................12 4.5- Legenda...................................................................................................................................145. FOLHA 2: DESENHO...................................................................................................................14 5.1- Dados Inicias...........................................................................................................................14 5.2- Disposio dos Desenhos na Folha.........................................................................................15 5.3- Desenhos.................................................................................................................................156. REPRESENTAO DOS ELEMENTOS CONSTRUTIVOS.....................................................17 6.1- Paredes....................................................................................................................................17 6.2- Portas e Portes.......................................................................................................................17 6.3- Janelas.....................................................................................................................................18 6.4- Pisos........................................................................................................................................18 6.5- Elementos No Visveis..........................................................................................................187. FOLHA 3: ELEMENTOS CONSTRUTIVOS..............................................................................18 7.1- Dados Iniciais..........................................................................................................................18 7.2- Desenhos.................................................................................................................................188. ESCALAS......................................................................................................................................20 8.1- Exemplo para Interpretao....................................................................................................21 8.2- Escalas recomendadas.............................................................................................................21 8.3- Tipos........................................................................................................................................22Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 3. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho TcnicoDAE-E Pgina 3/38 8.4- Exemplo de Determinao de uma Escala para Desenho.......................................................22 8.5- Cotagem..................................................................................................................................239. PLANTA-BAIXA..........................................................................................................................23 9.1- Representao da planta..........................................................................................................24 9.2- Cortes......................................................................................................................................25 9.3- Elevaes ou Fachadas............................................................................................................26 9.4- Planta de Cobertura.................................................................................................................2610. PLANTA DE SITUAO E LOCALIZAO..........................................................................26 10.1- Planta de Situao.................................................................................................................26 10.2- Planta de Localizao............................................................................................................27 10.3- Rosa-dos-Ventos...................................................................................................................2911. FOLHA 4: PLANTA DE SITUAO........................................................................................30 11.1- Dados Iniciais........................................................................................................................30 11.2- Desenho.................................................................................................................................3012. FOLHA 5: PLANTA-BAIXA......................................................................................................31 12.1- Dados Iniciais........................................................................................................................31 12.2- Desenhos...............................................................................................................................3113. EXEMPLOS DE DESENHOS COMPLEMENTARES..............................................................3214. BIBLIOGRAFIA..........................................................................................................................38Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 4. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 4/381. OBJETIVO A presente documentao tem por objetivo introduzir o aluno nos conhecimentosbsicos de desenho tcnico de acordo com a disciplina 68017 do Curso Tcnico deTelecomunicaes do CEFET-MT.2. CONCEITOS BSICOS2.1- HISTRICODesde suas origens o homem comunica-se atravs de grafismos e desenhos. Asprimeiras representaes que conhecemos so as pinturas rupestres, em que o homemrepresentava no apenas o mundo que o cercava, mas tambm as suas sensaes:alegrias, medos, danas, etc.Ao longo da histria, a comunicao atravs do desenho, foi evoluindo, dandoorigem a duas formas de desenho: um o desenho artstico, que pretende comunicaridias e sensaes, estimulando a imaginao do espectador; e o outro o desenhotcnico, que tem por finalidade a representao dos objetos o mais prximo do possvel,em formas e dimenses.2.2- DESENHO TCNICO a linguagem grfica em que se expressa e registra as idias e dados para aconstruo de mquinas e estruturas. caracterizado pela sua normatizao e a ferramenta mais importante numprojeto, por ser o meio de comunicao entre quem projeta e quem fabrica. Nele constamtodas as informaes referentes ao projeto.2.3- NORMAS E PADRES Principais normas envolvidas nesta documentao:NBR-10647 Norma Geral;NBR-8196 Escalas;NBR-8402 Escrita;NBR-8403 Tipos de linha;NBR-10068 Folhas de Desenho;NBR-10126 Cotagem;NBR-13142 Dobramento de cpias;Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 5. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 5/382.4- INSTRUMENTAL BSICONa escolha dos instrumentos e materiais para desenho, deve-se sempre primarem adquirir os que possuem melhor qualidade na praa. Para quem espera executartrabalhos profissionais, um grande erro comprar instrumentos de qualidade inferior.Algumas vezes o principiante tentado a adquirir instrumentos baratos para aaprendizagem, na expectativa de comprar outros melhores mais tarde.2.4.1- ATRAVS DE PRANCHETA Esquadros de 45 e 60; Escalmetro, rgua milimetrada; Rgua T ou Paralela ou Tecngrafo; Lpis ou lapiseira, borracha, fita adesiva; Compasso, transferidor e gabaritos;Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 6. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 6/38 Papel Carto, Sulfit, Manteiga, Vegetal, Polister, etc.2.4.2- ATRAVS DE COMPUTADOR Uso de softwares aplicativos (Autocad, CAD Design, CAD Map, etc.).2.5- FORMATO DO PAPEL O formato bsico de papel designado de A0 (A zero) considera um retngulo de841 mm (x) por 1189 mm (y) correspondente a 1 m de rea. Deste formato derivam-se osdemais formatos na relao y = x 2 .Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 7. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-EPgina 7/38Referncia X (mm)Y (mm) 2 A0 11891682A0 8411189A1 594 841A2 420 594A3 297 420A4 210 297A5 148 2102.5.1- MARGEM Margens so limitadas pelo contorno externo da folha e quadro. O quadro limita oespao para o desenho. As margens esquerda e direita, bem como as larguras das linhas, devem ter asdimenses constantes. A margem esquerda serve para ser perfurada e utilizada no arquivamento. Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 8. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 8/382.5.1- PLANTA-BAIXA Planta Baixa o nome que se d ao desenho de uma construo feito, em geral,a partir do corte horizontal altura de 1,5m a partir da base. Nela devem estar detalhadasem escala as medidas das paredes (comprimento e espessura), portas, janelas, o nomede cada ambiente e seu respectivo nvel. A partir da planta baixa feito os lanamentosdos demais projetos complementares de instalaes eltricas, hidrulicas, sanitrias,telefnicas, preveno e combate a incndio, sistema de proteo a descargasatmosfricas, sonorizao, segurana, assim como o clculo estrutural e de fundaes deuma obra.2.5.2- PRANCHAS OU FOLHAS DE DESENHO Normalmente empregam-se as denominadas pranchas ou folhas de desenhoutilizando-se de vrios mdulos A4, cujas reas variam da normalizao. Esta adequao permite variar o tamanho da folha de desenho em funo dodesenho desejado, contribuindo em diminuio de espao em branco. Procura-seempregar as medidas na horizontal (x) em mdulos mpares (185 mm), enquanto que, navertical (y) esta medida pode variar at o limite do papel de mercado (1200 mm).2.6- LINHASPara se fazer linhas importante o uso de lpis ou lapiseira. O lpis comum demadeira e grafite tambm pode ser usado para desenho. O lpis dever ser apontado,afiado com uma lixa pequena e, em seguida, ser limpo com algodo, pano ou papel. Tipos de lpis: N 1 macio, geralmente usado para esboar e para destacar traos que devem sobressair; N 2 mdio, o mais usado para qualquer traado e para a escrita em geral; N 3 duro, usado em desenho geomtrico e tcnico; Letra H duro; Letra B macio. Atualmente mais prtico o uso de lapiseira. Recomendamos a de 0,5mm e a de0,9mm, com grafite HB.As linhas so os principais elementos do desenho tcnico. Alm de definirem oformato, dimenso e posicionamento das paredes, portas, janelas, pilares, vigas e etc.,determinam as dimenses e informam as caractersticas de cada elemento projetado.Sendo assim, estas devero estar perfeitamente representadas dentro do desenho.As linhas de um desenho normatizado devem ser regulares, legveis (visveis) edevem possuir contraste umas com as outras. Espessura da Linha: Trao forte - As linhas grossas e escuras so utilizadas para representar, nas plantas baixas e cortes, as paredes e todos os demais elementosEste documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 9. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho TcnicoDAE-EPgina 9/38interceptados pelo plano de corte. No desenho a lpis podemos desenh-lacom a grafite 0.9, traando com a lapiseira bem vertical, podendo retra-ladiversas vezes caso necessrio. Com o uso de tinta nanquim a pena pode ser0.6; Trao mdio - As finas e escuras representam elementos em vista ou tudoque esteja abaixo do plano de corte, como peitoris, soleiras, mobilirio,ressaltos no piso, etc. indicado o uso da grafite 0.5, num trao firme, com alapiseira um pouco inclinada, procurando gira-la em torno de seu eixo, paraque o grafite desgaste homogeneamente mantendo a espessura do traonico. Para o desenho a tinta pode-se usar as penas 0.2 e 0.3. Textos e outros elementos informativos podem ser representados com traosmdios. Ttulos ou informaes que precisem de destaque podero aparecercom trao forte. Trao fino - Nas paginaes de piso ou parede (azulejos, cermicas, pedras,etc), as juntas so representadas por linhas finas. Tambm para linhas decota, auxiliares e de projeo. Utiliza-se normalmente o grafite 0.3, ou ografite 0.5 exercendo pequena presso na lapiseira. Para tinta, usam-se aspenas 0.2 ou 0.1.Tipos de Linha: Linhas gerais Linhas principais Linhas auxiliares (cota, ladrilhos, etc.). Partes invisveis _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ Eixos de simetria Sees InterrupesEste documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 10. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 10/383. DOBRAMENTO DE FOLHAS As cpias dos projetos podem ser arquivadas dobradas, ocupando menor espaoe sendo mais fcil seu manejo. O formato final deve ser o A4, para arquivamento. A NBR-13142 mostra uma seqncia de dobramento, para os tamanhos padresde papel. Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 11. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-EPgina 11/384. FOLHA 1: CARIMBO E DOBRAMENTO4.1- DADOS INICIAISObjetivo: margem, legenda e dobramento.Papel: vegetal ou manteiga.Formato do Papel: A2.4.2- FIXAO DA FOLHARecomenda-se que seja fixada corretamente a folha na prancheta, podendoseguir: Coloque a folha embaixo da rgua paralela; Nivelar a borda inferior da folha pela rgua paralela; Comece a fixar a folha com um pequeno pedao de fita adesiva, de dentropara fora da folha; Coloque cada fita adesiva em diagonal.Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 12. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 12/38 importante observar que o alinhamento da folha em relao a rgua paralela,e no pela prancheta.4.3- MARGEM Fazer as margens da folha A2.4.4- APRESENTAO DA FOLHA A norma NBR-10582 define a localizao e disposio do espao para desenho,espao para texto e espao para legenda. A folha para o desenho deve conter: Espao para desenho: Os desenhos so dispostos na ordem horizontal e vertical. O desenho principal, se houver, colocado acima e esquerda, noespao para desenho. Os desenhos so executados, se possvel, levando em considerao odobramento das cpias do padro de desenho, conforme formato A4. Espao para texto: O espao para texto colocado a direita ou na margem inferior do padrode desenho. Quando o espao para texto colocado na margem inferior, a altura varia Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 13. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho TcnicoDAE-E Pgina 13/38 conforme a natureza do servio.A largura de espao para texto igual a da legenda ou no mnimo 100 mm.O espao para texto separado em colunas com larguras apropriadas de forma que possvel, leve em considerao o dobramento da cpia do padro de desenho, conforme formato A4.O espao para texto deve conter as seguintes informaes: Explanao; Instruo; Referncia; Localizao da planta de situao; Tbua de reviso. Espao para legenda:A legenda usada para informao, indicao e identificao do desenho e deve ser traada conforme a NBR-10068.As informaes contidas na legenda so as seguintes: Designao da empresa; Projetista, desenhista ou outro, responsvel pelo contedo do desenho; Local, data e assinatura; Nome e localizao do projeto; Contedo do desenho; Escala (conforme NBR-8196); Nmero do desenho; Designao da reviso; Unidade utilizada no desenho conforme a NBR 10126.A legenda pode, alm disso, ser provida de informaes essenciais ao projeto e desenho em questo.O nmero do desenho e da reviso so colocados juntos e abaixo, no canto direito do padro de desenho.Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 14. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 14/38 DesenhoTexto Legenda4.5- LEGENDA A posio da legenda (carimbo) deve estar dentro do quadro para desenho de talforma que contenha a identificao do desenho (nmero de registro, ttulo, origem, etc.);deve estar situado no canto inferior direito, tanto nas folhas posicionadas horizontalmentecomo verticalmente. A direo da leitura da legenda deve corresponder do desenho. Porconvenincia, o nmero de registro do desenho pode estar repetido em lugar dedestaque, conforme a necessidade do usurio.A legenda deve ter 178 mm de comprimento, nos formatos A4, A3 e A2, e 175mm nos formatos A1 e A0. Para o desenvolvimento deste trabalho, a legenda ter 190mm x 50mm.5. FOLHA 2: DESENHO5.1- DADOS INICIAS Objetivo: uso de esquadros, rgua paralela, compasso e transferidor. Papel: vegetal ou manteiga. Formato do Papel: A2. Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 15. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-EPgina 15/385.2- DISPOSIO DOS DESENHOS NA FOLHA5.3- DESENHOS As medidas entre as retas e circunferncias so de 5mm: 1- Retas horizontais; 2- Retas verticais; 3- Combinao de retas horizontais e verticais; 4- Retas diagonais; 5- Retas diagonais; 6- Combinao das retas diagonais; 7- Combinao de retas dos desenhos 1 a 5; 8- Retas verticais com espaamentos de 5mm e demais retas devem apenaspreencher.Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 16. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho TcnicoDAE-E Pgina 16/38Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 17. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-EPgina 17/386. REPRESENTAO DOS ELEMENTOS CONSTRUTIVOS6.1- PAREDESSo representadas de acordo com suas espessuras e com simbologiarelacionada ao material que as constitui. Normalmente as paredes internas sorepresentadas com espessura de 15 cm, mesmo que na realidade a parede tenha 14 cmou at menos. Nas paredes externas o uso de paredes de 20 cm de espessura orecomendado, mas no obrigatrio. Entretanto, obrigatrio o uso de paredes de 20 cmde espessura quando esta se situa entre dois vizinhos (de apartamento, salascomerciais...). Convenciona-se para paredes altas (que vo do piso ao teto) trao grossocontnuo, e para paredes a meia altura, com trao mdio contnuo, indicando a alturacorrespondente. Parede de tijolos: Parede de concreto:6.2- PORTAS E PORTES So desenhados representando-se sempre a(s) folha(s) da esquadria, com linhasauxiliares, se necessrio, procurando especificar o movimento da(s) folha(s) e o espaoocupado. Porta interna - Geralmente a comunicao entre dois ambientes no hdiferena de nvel, ou seja, esto no mesmo plano, ou ainda, possuem amesma cota. Porta externa - A comunicao entre os dois ambientes (externo e interno)possuem cotas diferentes, ou seja, o piso externo mais baixo.Nos banheiros a gua alcana a parte inferior da porta ou passa para o ambiente vizinho; os dois inconvenientes so evitados quando h uma diferena de cota nos pisos de 1 a 2 cm pelo menos. Por esta razo as portas de sanitrios desenham se como as externas.Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 18. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-EPgina 18/386.3- JANELASSo representadas atravs de uma conveno genrica. Elas tm representaosimilar planta baixa, marcando-se o peitoril como parede (trao cheio e grosso) e aaltura da janela (quatro linhas paralelas em trao cheio e mdio).6.4- PISOS Em nvel de representao grfica em Planta Baixa, os pisos so apenas distintosem dois tipos: comuns ou impermeveis. Salienta-se que o tamanho do reticuladoconstitui uma simbologia, no tendo a ver necessariamente com o tamanho real daslajotas ou pisos cermicos.Geralmente, usa-se hachuras para diferenciar tipos de pisos. As hachurascompostas de linhas estreitas, eqidistantes e paralelas entre si e inclinadas.6.5- ELEMENTOS NO VISVEIS No desenho da Planta Baixa deve-se indicar elementos julgados de importnciapelo projetista, mas situados acima do plano de corte, ou abaixo, mas escondidos poralgum outro elemento arquitetnico. Neste caso, deve-se sempre representar o contornodo elemento considerado, atravs do emprego de linhas tracejadas curtas, de espessurafina, conforme exemplificaes a seguir.7. FOLHA 3: ELEMENTOS CONSTRUTIVOS7.1- DADOS INICIAIS Objetivo: portas, janelas e perspectiva. Papel: vegetal ou manteiga. Formato do Papel: A2. Legenda: usar da Folha 1.7.2- DESENHOS Segue disposio dos desenhos da folha.Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 19. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho TcnicoDAE-E Pgina 19/381- Porta;2- Janela;3- Caixa;4- Perspectiva de um canto de parede com porta e janela;5- Pra-raios num topo de uma edificao.Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 20. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 20/388. ESCALASEscala a relao entre a medida de um objeto ou lugar representado no papel esua medida real, ou seja, a relao que indica a proporo entre cada medida dodesenho e a sua dimenso real no objeto. Prdios muito longos ou grandes extenses urbanizadas em geral sodesenhados nas escalas de 1:500 ou 1:1000. Para projeto pequeno desenhado na escalade 1:100 (ou 1/100) talvez possa utilizar uma prancha A4 ou A3. A designao completa de uma escala deve consistir na palavra ESCALA,seguida da indicao da relao: ESCALA 1:1, para escala natural; ESCALA X:1, para escala de ampliao (X > 1); ESCALA 1:X, para escala de reduo (X > 1).Quando for necessrio o uso de mais de uma escala na folha de desenho, almda escala geral, estas devem estar indicadas junto identificao do detalhe ou vista aque se referem; na legenda, deve constar a escala geral. Seja:d 1 E= =D N Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 21. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 21/38 Onde, E = a escala; d = distncia medida no desenho; D = distncia real (do objeto, pea, estrutura, etc.). N = o mdulo da escala.8.1- EXEMPLO PARA INTERPRETAOUma escala de 1:500 informa que, o comprimento de um segmento representadoem uma planta, equivale a quinhentas vezes este comprimento no campo. Exemplos: 1m em planta representa uma linha de 500m no terreno.1m 1 Escala = = D = 1m 500 = 500m D 500 10 cm em planta representa uma linha de 5.000cm (= 50m) no terreno.10cm1 Escala == D = 10cm 500 = 5000cm = 50m D5008.2- ESCALAS RECOMENDADAS Escala 1:1, 1:2, 1:5 e 1:10 - Detalhamentos em geral; Escala 1:20 e 1:25 - Ampliaes de banheiros, cozinhas ou outros compartimentos; Escala 1:50 - a escala mais indicada e usada para desenhos de plantas, cortes e fachadas de projetos arquitetnicos; Escala 1:75 - Juntamente com a de 1:25, utilizada apenas em desenhos de apresentao que no necessitem ir para a obra; Escala 1:100 - Opo para plantas, cortes e fachadas quando invivel o uso de 1:50. Plantas de situao e paisagismo. Tambm para desenhos de estudos que no necessitem de muitos detalhes; Escala 1:175 - Para estudos ou desenhos que no vo para a obra; escala 1:200 e 1:250- Para plantas, cortes e fachadas de grandes projetos, plantas de situao, localizao, topografia, paisagismo e desenho urbano; Escala 1:500 e 1:1000 - Planta de localizao, paisagismo, urbanismo e topografia; Escala 1:2000 e 1:5000 - Levantamentos aerofotogramtricos, projetos de urbanismo e zoneamento. Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 22. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-EPgina 22/388.3- TIPOS As escalas so classificadas em dois tipos: Escala Numrica:A escala numrica pode ser de reduo ou de ampliao. chamada de ampliao quando a representao grfica maior do que o tamanho real do objeto. Por exemplo: 3:1, 5:1, 10:1.A escala de reduo sempre realizada em tamanho inferior ao que o objeto real. Por exemplo: 1:25, 1:50, 1:100. Escala Grfica a representao atravs de um grfico proporcional escala utilizada. utilizada quando for necessrio reduzir ou ampliar o desenho por processo fotogrfico. Assim, se o desenho for reduzido ou ampliado, a escala o acompanhar em proporo. Para obter a dimenso real do desenho basta copiar a escala grfica numa tira de papel e aplic-la sobre a figura.Ex.: A escala grfica correspondente a 1:50 representada por segmentos iguais de 2cm, pois 1 metro/50= 0,02 = 2cm. metros-1 0 1238.4- EXEMPLO DE DETERMINAO DE UMA ESCALA PARA DESENHO Seja uma rea ou um terreno: A folha escolhida: Escolha da escala para as dimenses horizontais: d 1 0,251 = D N50200 Escolha da escala para as dimenses verticais: d 1 0,201 = D N20100Escala escolhida: 1/200 (escala de menor valor entre as escalas vertical ehorizontal).Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 23. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-EPgina 23/388.5- COTAGEM Cotas so os nmeros que correspondem s medidas reais no desenho. aforma pela qual passamos nos desenhos, as informaes referentes as dimenses deprojeto. Princpios Gerais: As cotas de um desenho ou projeto devem ser expressas em uma nica unidade de medida; As cotas devem ser escritas sem o smbolo da unidade de medida (m, mm ou cm); As cotas devem ser escritas acompanhando a direo das linhas de cota; Qualquer que seja a escala do desenho, as cotas representam a verdadeira grandeza das dimenses; As linhas de cota devem ser contnuas e os algarismos das cotas devem ser colocados acima da linha de cota; Uma cota no deve ser cruzada por uma linha do desenho; No traar linha de cota como continuao de linha da figura; Os ngulos sero medidos em graus, exceto nas coberturas e rampas que se indicam em porcentagem.9. PLANTA-BAIXA A planta baixa a representao grfica de uma vista ortogrfica seccional doEste documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 24. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 24/38tipo corte, obtida quando imaginamos passar por uma construo um plano projetantesecante horizontal, de altura a seccionar o mximo possvel de aberturas (mdia de 1,20a 1,50m em relao ao piso do pavimento em questo) e considerando o sentido devisualizao do observador de cima para baixo, acrescido de informaes tcnicas. PLANTA BAIXAQualquer construo projetada para um nico piso ter a necessidade bvia deuma nica planta baixa, que ser denominada simplesmente Planta Baixa. Emconstrues projetadas com vrios pavimentos, ser necessria uma planta baixa paracada pavimento distinto arquitetonicamente. Vrios pavimentos iguais tero comorepresentao uma nica planta baixa, que neste caso ser chamada de Planta Baixa doPavimento Tipo. Quanto aos demais pavimentos, o ttulo da planta recebe adenominao do respectivo piso. Utilizam-se as denominaes piso ou pavimento eno andar. As Plantas Baixas, sempre que possvel devem ser representadas na escala 1:50.Em projetos de edificaes de grande porte, por inconvenincia ou impossibilidade detamanho do papel, permissvel o desenho na escala 1:75 ou 1:100.9.1- REPRESENTAO DA PLANTA Devem-se observar os seguintes itens a seguir: Representao das paredes (altas com trao grosso contnuo, e paredes baixas com trao mdio continuo com a altura correspondente); Colocar todas as cotas necessrias; Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 25. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 25/38 Indicar as reas correspondentes de cada compartimento, em m2; Colocar o tipo de piso de cada compartimento; Indicar as portas e janelas com suas medidas correspondentes (base x altura) de acordo com a simbologia adotada; Representar piso cermico ou similar com quadrculas (linha fina); Indicar desnveis se houver; Representar todas as peas sanitrias, tanque, pia de cozinha (obrigatrio). Com linha pontilhada, indicar o beiral (linha invisvel); Indicar onde passam os cortes longitudinal e transversal (trao e ponto com linha grossa) e o sentido de observao, colocando letras ou nmeros que correspondem aos cortes;9.2- CORTESSo os desenhos em que so indicadas as dimenses verticais. Neles encontram-se o resultado da interseo do plano vertical com o volume. A posio do plano de cortedepende do interesse de visualizao. Recomenda-se sempre pass-lo pelas reasmolhadas (banheiro e cozinha), pelas escadas e poo dos elevadores. Podem sofrerdesvios, sempre dentro do mesmo compartimento, para possibilitar a apresentao deinformaes mais pertinentes. Podem ser: Transversais: plano de corte na menor dimenso da edificao. Longitudinais: na maior dimenso. O sentido de observao depende do interesse de visualizao. Os cortes devem Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 26. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 26/38sempre estar indicados nas plantas para possibilitar sua visualizao e interpretao.9.3- ELEVAES OU FACHADASSo desenhos das projees verticais e horizontais das arestas visveis dovolume projetado, sobre um plano vertical, localizado fora do elemento arquitetnico.Nelas aparecem os vos de janelas, portas, elementos de fachada, telhados assim comotodos os outros visveis de fora da edificao.9.4- PLANTA DE COBERTURA Representao grfica da vista ortogrfica principal superior de uma edificao,ou vista area de seu telhado, acrescida de informaes do sistema de escoamentopluvial.10. PLANTA DE SITUAO E LOCALIZAOPara locar uma obra necessrio representar o local exato onde ela ocupar nolote, bem como a representao do lote dentro da quadra.10.1- PLANTA DE SITUAO Vista ortogrfica superior esquemtica com abrangncia de toda a zona queenvolve o terreno onde ser edificada a construo projetada, com a finalidade deidentificar o formato, as dimenses do lote e a amarrao deste no quarteiro em que selocaliza. Diz-se que a planta de situao um vista esquemtica, pois no se representamtodos os elementos que se enxerga na vista (construes, muros, vegetaes), massomente o contorno do lote, com suas informaes em relao ao espao que se situa. Para atender aos objetivos e finalidades da prpria planta de situao, arepresentao grfica deve ser composta dos seguintes elementos: Elementos reais: Contorno do terreno (ou gleba); Contorno do quarteiro (em zona urbana); Trechos dos quarteires adjacentes (em zona urbana); Acessos e elementos topogrficos (em zona rural). Informaes: Orientao geogrfica (norte); Dimenses lineares e angulares do lote ou gleba (cotas do terreno); Distncia esquina mais conveniente (zona urbana); Nome dos logradouros (zona urbana); Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 27. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-EPgina 27/38 Nome dos acessos e elementos topogrficos (zona rural); Distncia a um acesso principal rodovia estadual, municipal ou federal(zona rural); Dimenses dos passeios e ruas (zona urbana).A orientao geogrfica do lote ou gleba um elemento indispensvel aodesenho, e normalmente se faz atravs da indicao do norte, identificado por seta queindique a direo e sentido do norte, acompanhada da letra N (maiscula). Alguns exemplos de representao do norte:RUA GENERAL OSRIORUA LOBO DA COSTA RUA TIRADENTES48925,004,0012,00 30,00 4,00 12,00 4,00RUA MARECHAL FLORIANO12,004,0010.2- PLANTA DE LOCALIZAORepresentao da vista ortogrfica superior esquemtica, abrangendo o terreno eo seu interior, com a finalidade de identificar o formato, as dimenses e a localizao daconstruo dentro do terreno para o qual est projetada. So os seguintes os elementos grficos componentes do desenho de uma Plantade Localizao/Implantao: Elementos gerais: Contorno do terreno; Contorno da cobertura (+grosso, em destaque, apenas no caso de serepresentar JUNTAMENTE com a planta de cobertura); Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 28. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSOProf Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho TcnicoDAE-E Pgina 28/38Contorno da edificao (linha tracejada, quando JUNTAMENTE com a planta de cobertura);Desenho de construes pr-existentes;Representao de vegetao existente e plantar;Tratamentos externos - muros, jardins, piscinas...Representao das caladas;Localizao e representao do poste padro (fornecimento da energia eltrica);Localizao do hidrmetro (localizao do fornecimento de gua);Desenho da rede pluvial (caixas de passagem grelhadas 30x30cm e canalizao subterrnea, at o passeio pblico rede pblica de captao, ou at a sarjeta);Desenho da rede de esgotos (caixas de inspeo 30x30 cm; caixas de gordura 50x50cm e canalizao subterrnea at o passeio pblico quando houver rede pblica de captao);Identificao de local par destinao de lixo; Informaes:Cotas totais do terreno;Cotas parciais e totais da edificao;Cotas angulares da construo (diferentes de 90);Cotas de beirais;Cotas de posicionamento da construo (recuos);Cotas das caladas;Informaes sobre os tratamentos externos;Distino por conveno das construes existentes;Nmero do lote e orientao geogrfica (norte);Identificao do alinhamento predial e meio-fio;Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 29. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de PduaCURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 29/381200 1115 1065 390 56025034050560 50 200502500 885 88550 450 500 A. P.meio fio10.3- ROSA-DOS-VENTOSA rosa-dos-ventos uma figura que mostra a orientao das direes cardeaisnum mapa ou carta nutica. A utilizao de rosas-dos-ventos extremamente comum emtodos os sistemas de navegao antigos e atuais.Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 30. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 30/38Os quatro pontos cardeais principais so: Norte (0 de azimute cartogrfico), Sul(180), Este ou Leste (90) e Oeste (270).H tambm quatro pontos colaterais; Nordeste (45), Sudeste (135), Noroeste(315) e Sudoeste (225).Finalmente, oito pontos subcolaterais; Norte-nordeste (22,5), Leste-nordeste(67,5), Leste-sudeste (112,5), Sul-sudeste (157,5), Sul-sudoeste (202,5), Oeste-sudoeste (247,5), Oeste-noroeste (292,5) e Norte-noroeste (337,5).11. FOLHA 4: PLANTA DE SITUAO11.1- DADOS INICIAIS Objetivo: Desenho de uma planta de situao. Papel: vegetal ou manteiga. Formato do Papel: A2. Legenda: usar da Folha 1. Escala: Definir conforme o desenho (sugesto: escala 1:500). Observao: escrever os nomes das ruas.11.2- DESENHO Segue rascunho do desenho. Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 31. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 31/3812. FOLHA 5: PLANTA-BAIXA12.1- Dados Iniciais Objetivo: Desenho de uma planta-baixa. Papel: vegetal ou manteiga. Formato do Papel: A2. Legenda: usar da Folha 1. Escala: 1:50. Observao: as portas so de 70cm e as paredes de 10cm.12.2- Desenhos Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 32. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 32/3813. EXEMPLOS DE DESENHOS COMPLEMENTARES13.1- EX-1 Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 33. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 33/3813.2- EX-2 Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 34. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 34/3813.3- EX-3 Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 35. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 35/3813.4- EX-4 Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 36. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 36/3813.5- EX-5 Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 37. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho Tcnico DAE-E Pgina 37/3813.6- EX-6 Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao. 38. CENTRO FEDERAL DE EDUCAO TECNOLGICA DE MATO GROSSO Prof Fabiano de Pdua CURSO SUPERIOR EM AUTOMAO E COTROLE Desenho TcnicoDAE-EPgina 38/3814. BIBLIOGRAFIA [1] Prof. Denise Schuler e Hitomi Mukai, Desenho Tcnico I, Faculdade FAG, Curso de Arquitetura e Urbanismo. [2] ARQ-3322, Desenho Tcnico II, UFRGS [3] Prof. Carlos J. Engel, Desenho Tcnico, Curso de Leitura de Projetos. [4] French, Thomas E. e Vierck, Charles J., Desenho Tcnico e Tecnologia Grfica, Ed. Globo, 1995. [5] www.teleco.com.br [6] www.anatel.gov.br Este documento propriedade do CEFET-MT, sendo proibida sua reproduo sem prvia autorizao.