of 32/32
Conectividade Óptica Aprendendo com a Diamond

Apostila Diamond FO

  • View
    392

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of Apostila Diamond FO

Conectividade ptica Aprendendo com a Diamond

ndice

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12.

Introduo Histrico A mdia ptica Conectores pticos Fuses pticas Adaptadores pticos Homologao Anatel para conexes pticas Sistemas de Rede FTTx Ativos industriais MFS Mobile Fiber-Optic Service Perguntas mais freqentes Glossrio ptico

3 4 5 10 18 19 21 22 25 26 27 28

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 2

Introduo

1

Desde a origem da existncia humana a natureza vem sendo a inspirao para o desenvolvimento de modelos que viabilizam a descoberta e a inovao. A observao dos seus princpios e complexos fenmenos forma a base para evolues muitas vezes ainda mais fascinantes do que as originalmente criadas pela natureza. A tecnologia ptica um bom exemplo. Aproveitando as vantagens do vidro, tornou-se possvel transportar incrveis quantidades de informaes em fibras com dimetros iguais aos de fios de cabelo. Informaes que colaboram para tornar nossas vidas mais simples, seguras e agradveis. Existem notveis tecnologias que tornaram a comunicao ptica uma realidade. Um dos maiores desafios superados foi o desenvolvimento de mtodos precisos de alinhamento para permitir que a luz - assim como as informaes nela contida - fosse transmitida de forma eficiente e sem perdas. Com capacidade de transmisso muito maior e com mais qualidade do que os meios tradicionais, a fibra ptica tem se tornado a base para o crescimento das novas redes de comunicao, requisitando componentes com alta preciso que viabilizam a plena utilizao dos meios pticos. Somente tecnologias pticas de comunicao so capazes de atender s cada vez maiores demandas de transmisso de dados, por meio de redes WANs e LANs nos mais diversos segmentos de telecomunicaes, industriais, pesquisas, comerciais e residenciais. Atendendo ao avano tecnolgico nas comunicaes, a DIAMOND tornou-se um centro desenvolvedor de solues inovadoras na rea de conectividade ptica. Mundialmente conhecida e presente em mais de 50 pases, oferece produtos que excedem especificaes tcnicas, com qualidade certificada. Na DIAMOND o futuro est evoluindo constantemente.

Diamond Brasil www.diamond-brasil.com.br [email protected] ptica

Rua Pereira Landim 54 Ramos Rio de Janeiro RJ +55 21 3083 2000

Rua Dr. Fausto Ferraz, 28 Bela Vista So Paulo SP +55 11 3284 6003Diamond Brasil pgina 3

Histrico

2

O contnuo aumento das taxas de transmisso nos atuais sistemas de comunicao deve-se principalmente ao uso da conectividade ptica. Somente com a utilizao das tecnologias pticas foi possvel atingir os altos trfegos de transmisses nos sistemas atuais, com velocidades de centenas de gigabits por segundo. Essa realidade s se tornou possvel a partir da descoberta das fibras pticas com baixas perdas na dcada de 70. Mesmo antes dessa descoberta, o homem vem utilizando as fontes de luz existentes na natureza com a finalidade de estabelecer a comunicao distncia. O pesquisador ingls John Tyndall demonstrou, em 1870, que um feixe de luz podia ser conduzido atravs de um jato de gua curvo ao sair de um reservatrio. Embora no houvesse aplicaes prticas na poca, esta descoberta despertou o interesse de outros pesquisadores, dando seqncia s pesquisas.

Tanque dgua Suposto percurso da luz Luz

Percurso efetivo da luz

Na dcada de 50 o fsico indiano Narinder Singh Kapany, com base nos estudos efetuados por Tyndall, concluiu suas experincias que o levaram inveno da fibra ptica, a qual passou a ter aplicaes prticas na dcada de 70 com a viabilizao de fontes de luz em estado slido, como o laser e o led. Desde ento, as linhas de pesquisa tm sido direcionadas para o desenvolvimento de sistemas com maior eficincia, maiores capacidades de transmisso/alcance e menor nmero de repetidores intermedirios. O Brasil foi um dos primeiros pases do mundo a dominar a tecnologia ptica, ainda na dcada de 70, sendo que a Unicamp foi a primeira organizao a desenvolver e produzir fibras pticas. Esta tecnologia, na poca, foi incorporada pela estatal Telebrs e repassada, na dcada de 80, para as empresas privadas, visando produo de fibras em escala comercial.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 4

A mdia ptica

3

A estrutura bsica da mdia ptica composta pela fibra ptica, que um material dieltrico (no conduz energia como, por exemplo, slica ou plstico) capaz de manter e propagar a luz em seu interior, viabilizando a transmisso de pulsos luminosos, e estabelecendo assim uma comunicao entre as suas extremidades. Os elementos que a compem so geralmente medidos em mm ou m (mcron, sendo que 1m = 10-6m). 3.1. A fibra ptica So as partes fsicas que compem a fibra ptica: Ncleo Corresponde parte central onde a luz propagada (9m, 50m ou 62,5m so dimetros comuns em fibras fabricadas para redes de telecomunicaes), composto de slica dopada1 e apresentando ndice de refrao mais alto do que a casca, condio necessria para o confinamento da luz. Casca a camada que envolve o ncleo (125m de dimetro), composta de slica com menor ndice de refrao em relao ao ncleo, fornecendo-lhe isolamento ptico. Revestimento primrio o elemento de proteo de uma fibra ptica (250m de dimetro), mais comumente composto de acrilato (um tipo de resina acrlica). Este revestimento evita a formao de microcurvaturas, causadoras de degradaes dos sinais, e confere maior resistncia mecnica fibra.

Os materiais dieltricos usado na fabricao de fibras pticas voltadas para redes de comunicao devem atender aos requisitos: Excelente transparncia nas freqncias pticas de interesse Materiais na casca e no ncleo com propriedades trmicas e mecnicas compatveis e ndices de refrao ligeiramente diferentes Possibilidade de manufatura de fibras longas, finas e flexveis.

1

Slica dopada: slica contendo pequenas porcentagens de outros componentes qumicos capazes de alterar seu ndice de refrao, favorecendo os comprimentos de onda utilizados em redes de comunicaes.Diamond Brasil pgina 5

Conectividade ptica

A capacidade de transmisso (largura de banda) de uma fibra ptica determinada pelo seu comprimento, sua geometria e seu perfil de ndices de refrao. Atualmente existem duas classificaes principais relacionadas ao tipo das fibras pticas utilizadas em redes de comunicao: Fibras multimodo (MM Multimode) Desenvolvidas com um dimetro de ncleo que permite vrios modos de propagao, esse tipo de fibra faz com que os raios de luz percorram o interior da fibra simultaneamente por diversos caminhos - os chamados modos. Em funo dessa caracterstica, nessas fibras ocorre o fenmeno da disperso modal, colaborando para a atenuao do sinal ptico. As fibras multimodo utilizadas em redes de comunicao possuem ncleo com dimetros tpicos iguais a 62,5m ou 50m, composto por materiais com diferentes valores de ndice de refrao que diminuem as diferenas de tempos de propagao da luz em seu interior. Essa caracterstica possibilita a variao gradual do ndice de refrao do ncleo em relao casca, fazendo com que os raios apresentem tempos prximos de propagao, amenizando assim problemas de perdas, devido disperso modal, e aumentando a largura de banda da fibra ptica. O maior dimetro do ncleo torna mais fcil o alinhamento da fibra em emendas e conectorizaes, consequentemente colaborando para o menor custo dos componentes a ela interligados, como conectores e equipamentos eletrnicos. Por outro lado, as transmisses nessas fibras so limitadas por distncias menores e taxas de transmisso mais baixas.

Sinal de entrada

Sinal de sada

Fibras monomodo (SM Singlemode) Desenvolvidas com dimetro de ncleo menor do que as fibras multimodo tipicamente 9m -, esse tipo de fibra permite um nico modo de propagao, ou seja, os raios de luz percorrem o interior da fibra por um s caminho. Essa caracterstica faz com que esse tipo de fibra seja insensvel dispero modal. Para a transmisso de apenas um modo pela fibra, necessrio que o dimetro do ncleo seja poucas vezes maior do que o comprimento da onda da luz transmitida. Essa caracterstica faz com que as perdas sejam bem mais baixas, viabilizando transmisses em maiores distncias e taxas de transmisso muito maiores quando comparadas com as fibras multimodo. Por outro lado, o processo de alinhamento em emendas e processos de conectorizao torna-se mais sensvel, alm de exigir maior preciso dos componentes eletrnicos a ela interligados, traduzindo-se em maiores custos dos sistemas.

Sinal de entrada

Sinal de sada

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 6

As caractersticas especficas das fibras pticas implicam em considerveis vantagens em relao aos suportes fsicos de transmisso convencionais, tais como o par metlico e o cabo coaxial. As principais caractersticas das fibras pticas, destacando suas vantagens como meio de transmisso, so as seguintes: Grandes capacidades de transmisso, podendo inclusive suportar canais de mltiplos servios (dados, udio, vdeo etc) em uma mesma mdia. Essa capacidade atualmente limitada somente pelos equipamentos ativos que compem os sistemas. Imunidade a interferncias como EMI (Eletromagnetic Interference) e RFI (Radio Frequency Interference), permitindo uma operao satisfatria dos sistemas de transmisso mesmo em ambientes ruidosos. Baixas perdas, sendo possvel implantar sistemas de transmisso de longas distncias com grandes espaamentos entre repetidores, reduzindo custos e complexidade do sistema. Pequeno tamanho e peso, permitindo otimizar os espaos e evitar congestionamento de dutos nos subsolos de sites. Sigilo para comunicao, visto que as fibras pticas no irradiam a luz propagada, implicando em alto grau de segurana para a informao transportada. Permanncia do investimento no cabeamento, visto que os sistemas de transmisso por fibras pticas podem ter sua capacidade de transmisso aumentada sem que seja necessrio alterar o cabeamento Recursos naturais abundantes.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 7

3.2. O cabo ptico Conforme abordado anteriormente, a fibra ptica revestida com uma camada de acrilato para proteo. Em alguns casos esse revestimento primrio suficiente para permitir que a fibra seja utilizada em aplicaes de cabeamento. Entretanto, na maioria dos sistemas, necessrio adicionar protees extras fibra, dando origem a cabos pticos que proporcionam maiores facilidades de manuseio na instalao sem riscos de danos. O uso de elementos tensores e outros componentes conferem a estabilidade mecnica nesses cabos. So requisitos a serem considerados na especificao de um cabo ptico: Resistncia elasticidade Preveno a tenses (alongamento) Nmero e tipo de fibras nele confinadas Limitao dos raios de curvatura Resistncia a presses laterais Reduo de problemas com umidade e outras caractersticas onde o cabo ser instalado.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 8

Os cabos pticos so categorizados pelo tipo de acondicionamento das fibras e pela funo a que se destinam. De um modo geral, classificamos os cabos em duas classes abrangentes, a partir das quais as diversas estruturas especficas so delas derivadas: cabos tipo Loose e cabos tipo Tight. Cabo ptico tipo Loose Apresenta as fibras pticas soltas (loose) confinadas em tubos plsticos, no interior dos quais um gel sinttico base de petrleo protege o sistema, em funo de trs fatores: o Como no existe esforo sobre as fibras, o conjunto torna-se mais resistente a choques mecnicos o Como variaes de temperatura implicam em expanses e retraes no cabo, com as fibras soltas dentro do tubo no existe esforo interno o O gel, derivado do petrleo, dificulta a penetrao da gua em possveis rupturas no revestimento do tubo. Cabo ptico tipo Tight Apresenta cada fibra ptica fixada (tight) no interior de um revestimento secundrio de 900m aplicado diretamente sobre ela. O cabo que confina essas fibras revestidas pode receber elementos de trao e capa externa individual ou global, proporcionando maior proteo ao conjunto. 3.3. Sistema Fan-out A DIAMOND desenvolveu o sistema de cabeamento Fan-out como uma soluo de compactao fsica utilizada para realizar converses de cabos pticos geleados (loose) para at 48 cordes monofibras de 02 milmetros de tal forma a conect-los em distribuidores pticos ou diretamente em componentes ativos.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 9

Conectores pticos

4

Conectores pticos so componentes passivos utilizados para conectar freqente e facilmente fibras pticas entre si e com interfaces ativas e passivas em LANs e WANs. So requisitos de qualidade para a montagem de conectores pticos: Alinhamento preciso do furo do ferrolho com o ncleo da fibra Alta estabilidade mecnica Atenuaes menores possveis (baixas perdas por insero e por retorno) Proteo das superfcies dos ferrolhos. Estrutura mais comum de um conector ptico: Ferrolho Chave anti-rotativa Acoplamento e peas externas Fibra com revestimento secundrio Fibra em excesso Corpo do conector Mola Proviso para o encaixe da fibra Cpsula protetora da fibra (boot)

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 10

4.1. Fatores de degradao As atenuaes nos lances pticos conectorizados so medidas a partir de dois parmetros principais: Perda por insero (IL Insertion Loss) Consiste na quantidade de potncia ptica perdida quando um novo componente inserido no sistema. A perda por insero contribui para a soma total da perda de potncia ptica de todo o sistema e define a distncia mxima com que um sinal pode ser transmitido e ainda assim captado pelo receptor. Esta perda est totalmente relacionada com o processo de alinhamento entre conector e fibra e com a qualidade do acabamento das superfcies dos ferrolhos em contato. O clculo da perda por insero medido em dB, comparando a potncia antes e aps a conexo. A diferena representa essa perda, segundo a seguinte frmula: IL = -10 x log(P1/P0) dB onde P0 a potncia inicial medida e P1 a potncia ptica medida depois que os conectores so acoplados. Os valores tpicos situam-se na ordem de 0,1dB at 1dB. Perda por retorno (RL Return Loss) Consiste na perda luminosa que ocorre em funo da quantidade de potncia ptica refletida na conexo, sendo que essa luz pode retornar at a fonte de luz. A maior causa de perda de qualidade em RL a contaminao da face do ferrolho. uma medida importante, pois, por exemplo, a reflexo em operaes com fibra monomodo pode ser difundida na cavidade do laser, degradando sua estabilidade; ou, em operaes multimodo, a reflexo pode causar sinais extrnsecos, reduzindo deste modo seu desempenho. Consiste na perda luminosa que ocorre em funo da quantidade de potncia ptica refletida na conexo, sendo que essa luz pode retornar at a fonte de luz. Uma das causas mais comuns de perda em RL a contaminao e a prpria geometria da face do ferrolho. Em determinadas situaes a reflexo em operaes com fibra monomodo pode ser difundida na cavidade do laser, degradando sua estabilidade; ou, em operaes multimodo, a reflexo pode causar sinais extrnsecos, reduzindo deste modo seu desempenho. O clculo da perda por retorno medido em dB, comparando a potncia incidente e a refletida. A diferena representa essa perda, segundo a seguinte frmula: RL = 10 x log(Pr/Pi) dB onde Pi a potncia incidente e Pr a potncia refletida. Assim, a perda por retorno a medida da atenuao da potncia ptica refletida, particularmente a potncia que transmitida, absorvida, dispersa ou radiada. Os valores tpicos dependem basicamente do tipo de polimento da superfcie do ferrolho.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 11

4.2. Polimento Na superfcie do ferrolho realizado um polimento para que sejam minimizados problemas relacionados com perdas por retorno. Os polimentos podem ser realizados de 03 formas: Polimento plano (flat) Neste caso as superfcies so planas. IL baixa (bom) e RL alta (ruim), tpico 14dB.

Polimento PC Physical Contact A superfcie do ferrolho mantm um perfil convexo, minimizando a reflexo da luz e gerando melhores respostas s perdas por retorno e por insero. IL baixa (bom) e RL mdia (regular) tpico de 45dB (multimodo) e 50dB (monomodo).

Polimento APC Angled Physical Contact realizado um polimento PC com geometria em ngulo de 8 na superfcie do ferrolho. O polimento angular da face do conector elimina quase toda a reflexo, refletindo a luz atravs da casca da fibra, at que esta seja dissipada. RL tpico de 70dB (monomodo).

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 12

4.3. Ferrolho: a alma do conector Para satisfazer as atuais aplicaes no mercado de comunicao ptica, com altas taxas de transmisso e elevadas potncias, os conectores pticos devem possuir caractersticas especiais que permitam o contato de todos os tipos de fibras, oriundas de vrios fabricantes, sem perda de qualidade na transmisso. A maioria dos conectores pticos atuais baseia-se no uso de ferrolhos, atravs do qual a luz da fibra transmitida. a alma do conector, componente responsvel pela conexo das fibras. Na extremidade do ferrolho realizado um polimento para que sejam minimizados problemas relacionados com a reflexo da luz. A eficincia desse componente est ligada preciso do alinhamento entre os ncleos da fibra e do ferrolho. O mercado mundial de conectores tem usado, at o momento, componentes com ferrolhos monobloco de cermica com tolerncias muito pequenas a fim de obter um bom contato entre as fibras. Apesar desses cuidados, problemas crnicos de excentricidade entre o ncleo e o ferrolho esto longe de serem resolvidos, por causa de detalhes como: O orifcio do ferrolho excntrico em relao ao dimetro externo do ferrolho O ncleo da fibra excntrico em relao sua casca O orifcio do ferrolho muito grande e a casca da fibra fica folgada A casca da fibra muito fina e se desalinha no orifcio do ferrolho. Uma vez que o ferrolho monobloco convencional d margem a erros de excentricidade como os citados acima, a DIAMOND deu um passo decisivo para resolver definitivamente estes problemas, eliminando praticamente todos os problemas originados pelas imperfeies caractersticas da fibra.

O projeto desenvolvido pela DIAMOND baseado no revolucionrio ferrolho tipo cogumelo, constitudo por uma camada externa rgida de cermica zircnica e um por inserto metlico de alpaca, possibilitando o alinhamento preciso. O ferrolho DIAMOND possui as seguintes vantagens: Possibilidade de centralizao do ncleo Processo de fabricao seriado Menor custo do polimento, maior qualidade do perfil do ferrolho Maiores taxas de transmisso

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 13

4.4. Processo de Alinhamento Ativo do Ncleo A qualidade do ferrolho garante a preciso dos conectores, observando parmetros de excentricidade, posicionamento do ngulo de contato, acabamento do polimento, contato fsico e caractersticas dos materiais utilizados. A DIAMOND observa todos esses parmetros, graas ao seu processo de terminao ptica de alta preciso denominado Alinhamento Ativo do Ncleo, que elimina a excentricidade residual no ncleo da fibra e garante altas taxas de repetibilidade e de reprodutibilidade, com baixas perdas por insero combinado a um polimento de alta qualidade. O inserto metlico do ferrolho DIAMOND a base para o processo preciso de terminao. A tcnica consiste no alinhamento da casca e do ncleo. Na primeira fase, chamada cunhagem, a liga metlica do ferrolho deformada suavemente conforme o dimetro da fibra. O furo do ferrolho molda-se de acordo com o dimetro real da fibra, incluindo a tolerncia da casca. Em seqncia, a fibra guiada ao centro do furo, assegurando uma distribuio uniforme dos materiais de fixao, ainda em processo de cura, e eliminando a folga entre furo capilar e fibra. Na segunda fase, chamada recunhagem, o eixo do ferrolho alinhado ativamente em relao ao ncleo da fibra. Neste processo, um feixe de luz visvel injetado em seu interior, visando iluminao do ncleo. O ferrolho inserido em uma bucha de alinhamento (carbureto de tungstnio de alta preciso), sendo girada em um processo de movimentao, observando a existncia de alguma excentricidade entre o ncleo e o eixo do ferrolho. Uma cunha de 120 move a fibra em 1/10 m por passo. Aps esta operao, a excentricidade reduzida ao mximo de 0,25m. O perfeito alinhamento do ncleo da fibra a razo dos baixos valores de perda por insero nos conectores DIAMOND.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 14

4.5. Principais tipos de conectores E-2000Originalmente projetado pela Diamond Possui tampa especial para uma maior proteo do ferrolho Alta repetibilidade de conexes/desconexes Travas intercambiveis com codificao por cores e/ou mecnica facilitam a documentao Semelhante ao conector E-2000, porm mais compacto, com dimensional compatvel com os conectores LC Ferrolho de 1,25 mm Utilizado em aplicaes de alta densidade Subscription Channel Tipo de encaixe push-pull Tem uma seo em corte quadrada que permite maior densidade de acondicionamento em painis de ligao

F-3000

SC

ST

FC

Straight Tip construdo em torno de um ferrolho cilndrico que se encaixa com um adaptador de interconexo ou receptculo de acoplamento Tem uma seo em corte redonda e preso no lugar ao ser girado para encaixar um soquete baioneta com mola Tipo de encaixe rosqueado Suas perdas pticas so similares aos tipos ST e SC

DIN

um tipo de conector com tamanho compacto Tem perda por insero menor e maior perda por retorno

FSMAFoi um dos primeiros conectores construdos para uso com fibra tica Existem basicamente trs tipos de FSMA: o HFS 13AG (MM), ferrolho com 2,5mm o HMS 10AG (SM), ferrolho com 2,5mm o HFS 25A (MM), ferrolho com 3,175mm

MU

MTRJ

Tambm conhecido como "mini-SC", em funo de suas caractersticas fsicas e metade do tamanho em relao ao conector SC Utiliza uma trava simples para conexo Maiores facilidades de operao e de limpeza, design de alta densidade Verso ptica para padres dimensionais do conector RJ-45 Originalmente duplex O mecanismo de trava facilita a conexo Tem tamanho igual ao conector RJ-45, e aproximadamente a metade do tamanho do conector SC Originalmente projetado pela Diamond Extremamente compacto Interface de fibra ptica baseada no padro da tecnologia do ferrolho de 2,5 mm Clip baseado no princpio de fcil montagem Alta estabilidade mecnica

DMI

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 15

4.6. Conectores Outdoor-Industrial Devido crescente demanda por solues em conectividade ptica com altas performances em meios inspitos ou sujeitos a intempries, sistemas pticos com conexes robustas passaram a ser necessrias em ambientes como: Linhas de produo Refinarias Ambientes off-shore Minerao/siderurgia Ambientes externos Aplicaes militares Aplicaes no-industriais como laboratrios de pesquisa e desenvolvimento. Observando as crescentes demandas nesses mercados, a DIAMOND desenvolveu os conectores OutdoorIndustrial com as seguintes caractersticas gerais: Conexes robustas Proteo IP 65 (resistentes a poeira e lquidos) Resistentes a um grande intervalo de temperaturas (-40 a 85) Auto-alinhamento no encaixe, proporcionando fcil conexo em situaes de difcil visualizao. E-2000 RHASistema de conexo E-2000 At 04 conexes pticas SM PC/APC e MM-PC Verses para conexes em painis e em campo

E-2000 RHBSistema de conexo E-2000 At 24 conexes pticas SM PC/APC e MM-PC Design permite alta densidade modular

F-3000 CRBSistema de conexo F-3000 At 02 conexes pticas SM PC/APC e MM-PC Verses para conexes em painis e em campo

X-BEAMAt 04 conexes pticas MM baseado na tecnologia de Feixe Expandido Sistemas de lentes integradas Verses para conexes em painis e em campo Imero: 01 metro de profundidade em gua

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 16

4.7. Inspeo e limpeza A performance adequada de uma conexo ptica extremamente dependente do grau de limpeza dos ferrolhos pticos. Uma inspeo otimizada da fibra ptica a melhor maneira de detectar as causas das degradaes tpicas de performance do sistema que podem ocasionar: M qualidade de transmisso Aumento da taxa de erro digital Reduo da potncia ptica acoplada Contaminao dos conectores, podendo causar danos aos demais componentes a eles acoplados (adaptadores e outros conectores)

Fibra limpa

Arranhes no ncleo

Fibra contaminada com impurezas

Fibra quebrada

Fibra contaminada com gel

A DIAMOND desenvolveu um Kit de inspeo e limpeza destinado realizao de manutenes preventivas, contendo todos os instrumentos necessrios para os procedimentos de limpeza e posterior inspeo. Desta forma, possvel garantir o prefeito funcionamento de todos os conectores e, consequentemente, da rede de comunicaes.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 17

Fuses pticas

5

As fuses pticas so necessrias para permanentemente ampliar ou dar continuidade a um lance ptico nos casos onde: O comprimento do sistema for maior do que o comprimento contnuo do cabo disponvel A derivao entre cabos se faz necessria A terminao em distribuidores internos pticos se faz necessria Os procedimentos exigem preparo e cuidado para a execuo das emendas em fibras pticas Para atender esta demanda, a DIAMOND desenvolveu a soluo Fusion, um kit completo de ferramentas para prover alta qualidade de terminao ptica por fuso, aproveitando a flexibilidade da tecnologia Alberino: Decapador Clivador Kit completo de limpeza Mquina de fuso Zeus Fusion Crocodile Kit de montagem Alberino Alimentao com baterias de Nquel-cdmio recarregveis: autonomia para at 100 terminaes Para solucionar problemas de conectorizaes em campo - geralmente traumticas em funo das altas atenuaes geradas - a DIAMOND criou o componente Alberino Fusion Crocodile: um ferrolho pr-montado, em fbrica, em uma pequena extenso de fibra, e com polimento de acordo com a necessidade do sistema (polimento PC ou APC, monomodo ou multimodo). Esta soluo dispensa o uso de colas e caixas de emenda em campo. Por ser realizado em fbrica, o ferrolho Alberino Crocodile passa pelo processo DIAMOND de Alinhamento Ativo do Ncleo, o que faz com que as rigorosas especificaes tcnicas e pticas desses componentes sejam mantidas, mesmo para o trabalho em campo. A Fusion Splicer uma mquina compacta que permite a fuso, em campo, entre fibras e o ferrolho Crocodile Fusion, com excelente performance ptica (atenuao menor ou igual a 0,3dB). O processo de fuso automatiza o alinhamento das fibras, o offset da casca, a medio do ngulo de clivagem e o aviso de contaminantes antes da fuso. A mquina compacta de fuso DIAMOND ZEUS Fusion Splice System permite uma terminao em campo de forma fcil, proporcionando a mais alta qualidade do processo de fuso, incluindo requisitos para redes de transmisso Gigabit ou 10-Gigabit, com excelente performance ptica (atenuao menor ou igual a 0,3dB).

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 18

Adaptadores pticos

6

Componentes passivos utilizados como receptculos que recebem um conector ptico de cada lado, devendo proporcionar o acoplamento tico com a menor perda possvel. So utilizados em bandejas de distribuio ptica (DIOs) para facilitar a conexo/desconexo de fibras em uma rede. Constituio: Corpo, que atua como suporte mecnico de fixao para os dois conectores pticos Luva de alinhamento interno, pela qual realizado o alinhamento entre os dois ferrolhos sob conexo. So requisitos de qualidade para os adaptadores pticos: Alinhamento preciso entre os ferrolhos conectados Alta estabilidade mecnica Proteo do interior fsico do componente. Exemplos de adaptadores pticos:

E-2000

SC

ST

FC

Adaptadores pticos hbridos recebem um conector diferente de cada lado. Exemplos:

E-2000/SC

FC/SC

ST/SC

FC/E-2000

Adaptadores pticos UGT permitem a converso entre conectores PC e APC. Exemplos:

UGT E-2000

UGT FC

UGT SC

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 19

Em conectividade ptica, deve-se atentar para a qualidade da preciso mecnica na execuo das conectorizaes com adaptadores. Os fatores de degradao, nas interfaces entre os conectores, que ocorrem comumente como decorrncia do uso de adaptadores e/ou conectores de m qualidade so: Problemas de desalinhamento lateral entre os conectores

Problemas de desalinhamento angular entre os conectores

Degradaes por problemas de folgas longitudinais entre os conectores

Degradaes por falta de qualidade na superfcie dos ferrolhos, normalmente causadas por erros na clivagem das fibras e no polimento dos ferrolhos.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 20

Homologao Anatel para conexes pticas

7

A NBR 14433 a norma da Anatel que fixa as condies mnimas exigveis para conectores montados em cordes ticos ou cabos de fibra ptica e adaptadores. Esta a norma de referncia estabelecida pela ANATEL na rea de conectores pticos Fabricantes e prestadoras ou provedores de servios de telecomunicaes que usem conectores so obrigados por lei a passarem pelos procedimentos de homologao da ANATEL. Na norma, constam classes que determinam a homologao de uma organizao quanto perda por insero da conexo ptica, e categorias relacionadas perda por retorno. As classes (IL) so documentadas de acordo com os seguintes valores: I 0,50dB 0,80 dB Classes II 0,30 dB 0,50 dB III 0,15 dB 0,30 dB

Valor mdio Valor mximo

As categorias (RL) so documentadas de acordo com os seguintes valores: A 30 dB Categorias B C 40 dB 50 dB D 60 dB

Valor mnimo

A DIAMOND fabrica produtos que excedem os requisitos de qualidade praticados pelo mercado. Na norma Anatel 14433, a DIAMOND est homologada na Classe III e Categoria D. O conector DIAMOND E-2000 possui IL 0,1 dB e RL 80 dB, excedendo, portanto, os parmetros mais rigorosos da norma.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 21

Sistemas de Rede FTTx

8

Os princpios que orientam atualmente a estruturao de cabeamento so tipicamente baseados nos tradicionais "Cabeamentos Genricos de Sistemas", segundo os quais os lanamentos horizontais devem chegar at os usurios por meio de pares metlicos. Esta estrutura demanda dutos com espaos suficientes para acomodar altas quantidades de cabos de cobre e limita, inclusive, as possibilidades de expanses futuras. Princpios de cabeamento fundamentados em conectividade ptica possibilitam um novo paradigma na estruturao de redes. So as chamadas redes FTTX - Fiber to the Office e Fiber to the Desk. Uma das principais caractersticas deste sistema relacionada melhor performance em funo das maiores bandas de transmisso, considerando, inclusive, expanses futuras. Por outro lado, o cobre tem atingido altas cotaes no mercado em funo do esgotamento de recursos e, brevemente, impactar nos custos relacionados s redes metlicas. 8.1. Collapsed backbone A capacidade da fibra ptica na transmisso em longas distncias proporciona uma topologia centralizada, conectando o usurio ou rea de trabalho diretamente ao ambiente core por meio de um backbone dedicado. Esta estrutura conhecida como "Collapsed Backbone". Considerando somente um ponto de distribuio, reas com equipamentos intermedirios passam a no ser mais necessrias, simplificando o gerenciamento e a segurana do sistema. Esta estrutura reconhecida pelas normas de cabeamento ISO/IEC 11801 e EN 50173. Visto que todos os lanamentos de cabos partem de uma nica rea, pressupe-se a necessidade de gerenciamento de um grande nmero de conexes no ponto central de administrao. Consequentemente, os distribuidores internos instalados neste local devem proporcionar alta densidade, facilidade e eficincia no manuseio das fibras.Conectividade ptica Diamond Brasil pgina 22

Solues com 24 adaptadores E-2000 Compact reduzem drasticamente a altura dos DIOs de 19" e viabilizam a acomodao de 48 conexes pticas utilizando apenas 1U em rack. Alm disso, a soluo DIAMOND garante o fcil e seguro acesso e visualizao a todos os componentes do painel frontal e tambm aos elementos mecnicos e pticos que compem o espao interno de acomodao de fuses e distribuio das conexes. Cada painel fixado em uma gaveta telescpica destacvel com angulao de 60 quando aberta, onde podem ser montados at 04 mdulos de fuso, cada um com capacidade de acomodao de at 12 fuses. A organizao e estabilidade dos cabos pticos no DIO so facilitadas por meio de uma ampla linha de acessrios especficos para fixao e acomodao de cabos e jumpers pticos. A possibilidade de compactao, o fcil acesso e a facilidade de manuseio dos componentes pticos so caractersticas ainda mais importantes quando utilizadas em um contexto FTTx com foco no usurio. DIOs de parede com painis modulares de distribuio so usualmente mais utilizados nesses ambientes. Fixados em trilhos DIN, mdulos DIOs de at 12 canais de interconexo podem ser montados em diversos tipos de sistemas de distribuio, quadros eltricos e invlucros com protees IP apropriadas. Os mdulos tm versatilidade para a instalao de cabos pr-conectorizados e acomodao de fuses. As guias de cabos nos mdulos foram projetadas visando garantia da integridade das fibras em quaisquer situaes, reduzindo inclusive o tempo de instalao em campo. A utilizao de trilhos DIN permite a fcil montagem/desmontagem dos mdulos assim como a incluso de novos mdulos. 8.2. Convergncia de servios Existe atualmente uma crescente demanda para atender, por meio de uma nica conexo, diferentes servios de comunicao, em particular dados, telefonia e vdeo (Triple-Play). Como o ambiente LAN projetado sobre tecnologias Ethernet e TCP/IP ("all over IP/IP over all"), no somente dados podem ser transmitidos, mas tambm voz (Voice over IP) e vdeo (Video over IP). A tecnologia Triple-Play reduz, de forma considervel, o cabeamento necessrio e o custo do investimento. Com a publicao do padro IEEE 802.3af, normatizando a tecnologia "Power over Ethernet", tornou-se possvel prover energia eltrica para dispositivos como telefones e cmeras por meio de cabos metlicos de rede, no havendo mais a necessidade da utilizao de cabos separados para energia e comunicao. A norma padroniza 15,4 Watts para a potncia mxima permitida por dispositivo, o que pode resultar em considerveis aumentos de temperatura nos cabos metlicos, com efeitos na integridade das transmisses em funo de problemas de diafonia, particularmente em situaes onde maiores quantidades de cabos so envolvidos. A extenso do cabeamento ptico at as reas de trabalho proporciona uma alternativa mais segura e eficiente.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 23

8.3. FTTO Fiber to the Office A soluo FTTO envolve a utilizao de mini-switches que realizam a converso ptica/eltrica e, a partir deles, patch-cords metlicos tradicionais so conectados com os equipamentos nas reas de trabalho.

Installation Switch

4 Ports Twisted Pair, of which 2 x Power over Ethernet 10/100 Mbits 2 x 10/100/1000 Mbits FO up-link

Os mini-switches - fabricados em verses para duto e para desktop permitem a conexo Gigabit de at dois equipamentos (10/100/1000BaseT) com fibras pticas Gigabit (1000Base-SX). Duas portas adicionais Fast Ethernet (10/100Base-TX) so disponibilizadas para a conexo de outros dispositivos. Um controlador integrado Power over Ethernet permite a alimentao eltrica de dispositivos compatveis com a nomra IEEE 802.3af. O gerenciamento habilitado nestes mini-switches proporcionam um amplo escopo de administrao, como configuraes de conexes, VLANs, priorizaes de dados e gerenciamento do controlador Power over Ethernet. 8.4. FTTD Fiber to the DeskFO NIC Card

FO Outlet

Media converter

Com a estrutura FTTD, cada computador conectado a um par dedicado de fibras por meio de um outlet. Para que esta conexo direta seja possvel, em cada equipamento dever ser instalada uma placa de rede ptica. Para equipamentos como impressoras e scanners, que possuem somente interfaces metlicas de comunicao, conversores de mdia podem ser utilizados para interfacear sinais pticos/eltricos, permitindo a conexo destes equipamentos na rede por meio de cabos metlicos.Conectividade ptica Diamond Brasil pgina 24

Ativos industriais

9

Com o objetivo de oferecer produtos que atendam ao ambiente industrial, a DIAMOND lanou uma linha de switches especficos para este segmento. A soluo implementa o protocolo Fast e Gigabit Ethernet em conexes confiveis com altas performances em meios industriais, garantindo a integridade contnua do sistema de controle existente, alm de possibilitar a integrao de novos servios ou aplicativos nessas reas. A alta performance de uma topologia fsica em anel (tempo de comutao < 20ms) proporciona uma estrutura tolerante a falhas ideal para os crescentes trfegos de dados em aplicaes crticas. A soluo tambm implementa a priorizao de servios Diffserv com o QoS necessrio para o trfego de dados com confiana nas redes de produo, de forma que os dados de controle importantes permaneam seguros, disponveis e acessveis quando necessrio. Suporte a VLANs agregam funcionalidade ao gerenciamento do sistema. A estrutura robusta desses equipamentos adequada para situaes especficas de montagem em diversos tipos de sistemas de distribuio, quadros eltricos e invlucros com protees IP apropriadas, por meio de trilhos DIN 35mm. Os equipamentos operam em temperaturas entre -20C a 60C e possuem fonte de alimentao redundante, aumentando a segurana e a integridade das operaes industriais. A compatibilidade com equipamentos Ethernet de mercado, proporciona um ambiente de redes flexvel, integrvel, habilitado para IP e de menor custo de projeto, implementao e suporte. Existem quatro modelos dispnveis: Fast Ethernet Industrial Switch 4x10/100TX + 2x100FX, Multimode Fast Ethernet Industrial Switch 4x10/100TX + 2x100FX, Singlemode Gigabit Ethernet Industrial Switch 4x10/100TX + 2x1000SX, Multimode Gigabit Ethernet Ind. Switch 7x10/100TX, 1x10/100/1000T + 2x1000SX, Multimode

Status normal de operaoConectividade ptica

Status de falha na transmissoDiamond Brasil pgina 25

MFS Mobile Fiber-Optic Service

10

Somente redes de comunicao em fibra ptica so capazes de atender s cada vez maiores demandas de transmisso de dados. Existem hoje centenas de milhares de redes em fibra ptica instaladas no mundo, como WANs, MANs e LANs, nos mais diversos segmentos de comrcio, pesquisa e residencial. Milhes de componentes, ativos e passivos, so utilizados nessas redes de comunicao. Servios eficientes que lidem com a instalao, suporte e manuteno destes componentes so cada vez mais demandados para garantir a correta transmisso de dados nessas redes. O exclusivo servio mvel de conectividade ptica da DIAMOND agora tambm est disponvel no Brasil. Equipado com tecnologia de ltima gerao, o veculo est equipado com todos os instrumentos e ferramentas necessrias para prestar servios de instalao, manuteno, suporte e documentao de redes de comunicao ptica em campo. O servio est pronto para lhe atender: Hotline Reao imediata para reparos emergenciais Deteco de falhas na rede de fibra ptica Eliminao de falhas Instalao de tecnologia DIAMOND fusion in loco Montagem de conectores DIAMOND Certificao de redes pticas (perda por insero, perda por reflexo, documentao) Manuteno de redes pticas Consultoria e planejamento Opo para contrato de manuteno Reparos, medies e manuteno podero ser efetuados a qualquer hora, para assegurar o atendimento em qualquer situao. As intervenes sero sempre coordenadas atravs da central nacional de atendimento (Hotline) do servio MFS da DIAMOND BRASIL. Hotline MFS: +55 21 3083 2002

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 26

Perguntas mais freqentes

11

possvel mesclar solues monomodo (SM Singlemode) com multimodo (MM Multimode) em um sistema? Sim, desde que o projeto inclua componentes que realizem a converso entre os dois modos. Por exemplo, o Mode Conditioning Patchcord. possvel mesclar conectores PC (Physical Contact) e APC (Angled Physical Contact) em um sistema? No, essa situao implica em atenuaes altas e instveis, alm de comprometer a integridade dos conectores. Como realizar a limpeza de conectores pticos? Com lcool isoproplico, lenos especiais e ferramentas especficas de limpeza. Fibras pticas so feitas de vidro? Sim, mas um tipo de vidro muito limpo com caractersticas, no comparvel com outros vidros comumente utilizados. Como a luz gerada em uma transmisso ptica? Aplicaes monomodo utilizam Laser. Aplicaes multimodo (50m e 62,5m) utilizam LEDs. Atualmente, para sistemas multimodo de alta velocidade, so utilizados emissores VCEL - Vertical Cavity Surface Emitting Laser. Como imaginar o tamanho de 1m? 1m igual a 1 x 10-6 do metro. Se dividirmos um fio de cabelo em 50 partes, temos 1m. O ncleo de uma fibra monomodo tem a medida de 1/5 de um fio de cabelo. possvel mesclar conectores com ferrolhos feitos de materiais diferentes como alpaca, titnio e cermica? Sim, todos os conectores podem ser combinados sem comprometer os padres de perdas referentes insero e retorno. tambm possvel utilizar conectores de diferentes tipos com adaptadores hbridos (por exemplo, E-2000 e SC).

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 27

Glossrio ptico

12

Abertura Numrica Valor que expressa a capacidade de recepo da luz de uma fibra. Trata-se um fator caracterstico do meio de transmisso e expresso como o seno do ngulo de aceitao, ou seja, o ngulo mximo de incidncia do feixe de luz que viabiliza a reflexo total da luz. Acoplador ptico Componente passivo que permite combinar ou separar sinais pticos. Acrilato Tipo de resina acrlica mais usada como primeiro revestimento da fibra ptica. Adaptador ptico Componente passivo utilizado como receptculo que recebe um conector ptico de cada lado. Alinhamento ptico Posicionamento lateral e angular do eixo central do ponto final de uma fibra em um terminador ptico realizado para minimizar perdas. ngulo crtico Maior ngulo de incidncia de uma onda que, ao atingir outro meio de ndice de refrao menor, ainda ocorre refrao. A partir desse ngulo, a onda seria inteiramente refletida de volta ao primeiro meio de propagao. Aramida Material dieltrico sinttico, em forma de fibras, muito leve, de grande resistncia mecnica trao, usado como reforo de resistncia trao em cabos. muito conhecido como kevlar, uma de suas marcas comerciais. Atenuao Perda ptica, medida por unidade de comprimento de fibra, causada por absoro e disperso. Expressa em decibis por metro (dB/m) ou decibis por quilmetro (dB/km). Atenuador Dispositivo que tem a finalidade de reduzir a amplitude de um sinal eltrico sem introduzir distoro considervel nesse sinal, adaptando a potncia ptica transmitida s caractersticas do receptor implantado. Banda uma faixa de freqncias, correspondendo poro do espectro compreendido por duas freqncias-limite. A largura de banda a diferena entre essas duas freqncias. Cabeamento estruturado Tcnica de disposio de cabos em um edifcio caracterizada por uma configurao topolgica flexvel, facilitando a instalao e o remanejamento de redes locais.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 28

Casca Camada externa da fibra ptica, composta de material de baixo ndice de refrao, que envolve o ncleo, fornecendo-lhe isolamento ptico. Cone de aceitao Conjunto de ngulos de incidncia que formam a figura geomtrica de um cone, dentro do qual todos os raios de Luz tero condies de se propagar pela fibra ptica. Decibel (dB) Medida que expressa uma relao de potncia ou tenso. Dieltrico Meio no condutor de eletricidade. Disperso Fator limitador de capacidade em uma fibra, causando o alargamento dos pulsos ao longo do comprimento da fibra, resultando em distoro do sinal transmitido. Disperso modal Disperso causada devido aos diferentes modos (caminhos) de propagao em uma fibra ptica. Distoro Mudana no desejada na forma de onda que ocorre entre dois pontos, em um sistema de transmisso. Dopagem Introduo de um elemento dopante (substncia usada na dopagem, normalmente germnio ou xido de boro) slica, para mudar seu ndice de refrao, favorecendo os comprimentos de onda utilizados em redes de comunicaes. EMI Electromagnetic Interference: interferncia causada pela ao de campos de eletromagnticos que podem causar algum tipo de distrbio em sistemas e/ou dispositivos eletrnicos presentes em suas proximidades. Enlace ptico Conjunto composto por um transmissor e um receptor conectados por um cabo ptico. Ethernet Padro muito usado para a conexo fsica de redes locais, originalmente desenvolvido pelo Palo Alto Research Center (PARC) da Xerox nos EUA. Descreve protocolo, cabeamento, topologia e mecanismos de transmisso. Os dados trafegam com velocidade de 10 Mbps. Posteriormente, foram desenvolvidas verses mais avanadas deste protocolo, como o Fast Ethernet (100 Mbps) e Gigabit Ethernet (1.000 Mbps). Freqncia Nmero de ciclos de uma onda por uma unidade de tempo. Em geral expresso em Hertz (Hz), sendo que 1 Hz equivale a 1 ciclo por segundo. Fibra monomodo (SM - Single Mode) Fibra com um ncleo pequeno (tipicamente 9m), que oferece um nico percurso (ou modo) para a propagao da luz.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 29

Fibra multimodo (MM - Multi Mode) Fibra com um ncleo relativamente grande (tipicamente 50m ou 62,5m) que oferece vrios percursos (ou modos) para a propagao da luz. FTTD Fiber To The Desk: Arquitetura de projeto e implantao FTTX de redes pticas que considera, em sua concepo, a rede de fibra ptica levada do ponto central de administrao diretamente at os equipamentos dos usurios. FTTO Fiber To The Office: Arquitetura de projeto e implantao FTTX de redes hbridas (fibras pticas e cabos metlicos) que considera, em sua concepo, a rede de fibra ptica levada do ponto central de administrao at a rea de trabalho do usurio, a partir da qual patchcords metlicos terminam a conexo nos equipamentos dos usurios. FTTX Fiber to the X: Arquitetura de projeto e implantao de redes pticas (puras ou hbridas) que permite o uso intenso da banda larga proporcionada por meios pticos, possibilitando uma ampla capacidade de transmisso de dados, voz e imagens, convergendo esses servios em fibras pticas. O "X" deste termo remete a diversas definies, sendo os modelos principais: FTTO (Fiber to the Office) e FTTD (Fiber to the Desk). ndice de refrao Propriedade de um meio de transmisso, correspondente proporo entre a velocidade da luz no vcuo e a sua velocidade nesse meio. Jumper Pequeno lance de cordo ptico, conectorizado nas duas pontas. Usado na conexo de equipamentos pticos. LAN Local Area Network ou Rede Local de Computadores. Restrita a uma menor rea geogrfica, normalmente um site ou conjunto de sites. Largura de banda Capacidade de transmisso de um meio. Depende de sua construo e do comprimento do canal. Expressa em unidades de freqncia (Hz - ciclos por segundo). Laser (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation) Dispositivo eletro-ptico que produz feixes luminosos direcionados e cujos comprimentos de ondas so mais estreitos do que nos LEDs. normalmente utilizado com fibras pticas monomodo, permitindo que o sinal seja transmitido em longas distncias sem repetio, sendo muito utilizado em sistemas de telecomunicaes e CATVs. LED (Light Emitting Diode) Diodo semicondutor utilizado para emisso de luz em sistemas de fibra ptica. Este dispositivo emite luz quando aplicada corrente eltrica no mesmo. normalmente utilizado com fibras pticas multimodo, permitindo que o sinal seja transmitido em distncias mais curtas do que no caso do uso de lasers, sendo muito utilizado em sistemas de redes locais de computadores e ambientes industriais.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 30

Loose Tipo de construo de cabos pticos onde as fibras no esto fisicamente vinculadas ao elemento de trao do cabo. Nesta estrutura, as fibras ficam soltas dentro de tubetes plsticos cordados em torno de um elemento central. Micron (m) Unidade de medida equivalente a um milionsimo de metro =10-6 metro. O plural de micron micra. Ncleo Parte central de uma fibra ptica onde a luz propagada. Apresenta ndice de refrao mais alto do que a casca que o envolve, viabilizando a reflexo total da luz no seu interior. OTDR Optical Time Domain Reflectometer: instrumento que mede as caractersticas de transmisso da fibra ptica, no qual se envia uma srie de pequenos pulsos de luz na fibra e observa-se a luz refletida como uma funo do tempo, sendo produzido um grfico em que possvel analisar a atenuao do link ptico, a atenuao em funo das emendas e a localizao fsica de rupturas no link. Perda de insero Perda de potncia ptica causada pela adio de um componente no sistema ptico. Perda de retorno Perda de potncia ptica causada em funo da quantidade de potncia ptica refletida na conexo, sendo que essa luz retorna at a fonte luminosa. Pigtail Pequeno lance de cordo ptico, conectorizado em uma das pontas e com a fibra nua na outra. usado para a ligao de equipamentos pticos. Protocolo Conjunto de regras e padres que viabilizam a comunicao entre equipamentos em um sistema. Reflexo da luz Parte da luz que no refratada ao mudar de meio de transmisso. Reflexo total da luz Situao na qual a luz no refratada de um meio de transmisso para o outro, mas totalmente refletida no meio de origem. Refrao da luz Variao da velocidade da luz sofrida ao mudar de meio de transmisso. Revestimento primrio Revestimento de proteo de uma fibra ptica, normalmente feito de acrilato. O revestimento primrio evita a formao de microcurvaturas, causadoras de atenuao e confere resistncia mecnica fibra. Revestimento secundrio Revestimento aplicado, durante a fabricao do cabo ptico, sobre uma ou vrias fibras, como proteo mecnica.

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 31

RFI Radio-Frequency Interference: interferncia causada pela ao de campos de rdio-frequncia que podem causar algum tipo de distrbio em sistemas e/ou dispositivos eletrnicos presentes em suas proximidades. Slica Dixido de silcio em forma vtrea; quartzo. Utilizado na fabricao de fibras pticas. Sinal analgico Tipo de sinal contnuo. As margens de variao podem ou no ter limites superior e inferior, mas o sinal pode ter qualquer valor dentro desses limites. Sinal digital Tipo de sinal discreto. As margens de variao tm limites tanto superior como inferior e o sinal no pode ter qualquer variao entre esses limites, somente alguns definidos (por exemplo, sinais convertidos a zeros e ums). Tight Tipo de construo de cabos pticos onde as fibras so fisicamente ancoradas ao elemento de trao do cabo. Topologia Mapa ou plano de rede. A Topologia fsica descreve de que maneira os fios ou cabos so dispostos, e a topologia lgica descreve como ocorre o fluxo de transmisso. WAN Wide Area Network ou Rede de longa distncia. Representa uma rede de telecomunicaes geograficamente dispersa. O termo distingue uma estrutura de rede de comunicao maior que uma rede local (LAN).

Conectividade ptica

Diamond Brasil pgina 32