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Praça Marechal Floriano Peixoto, 271 – Centro CEP: 84130-000 Palmeira-PR 1 SUMÁRIO Módulo I Atendimento ao cliente Atendimento ao Cliente ..................................................................... ............................................. Pág. 03 O que é um bom Atendimento? ................................................................ ...................................... Pág. 03 Imagens dos Profissionais ............................................................... ............................................... Pág. 04 Função do Balconista .................................................................. .................................................... Pág. 05 21 ítens para um bom Atendimento ao cliente ..................................................................... ........... Pág. 06 Bom Atendimento ao Telefone .................................................................... .................................... Pág. 09 Alguns Incovenientes ............................................................... ....................................................... Pág. 12 Quinze competências fundamentais no Atendimento Externo ....................................................... Pág. 13 Modulo II - Noções de Farmacologia e Classificação de Medicamentos Definições Gerais ...................................................................... ...................................................... Pág. 14 Conceito em Farmácia .................................................................... ................................................ Pág. 15 Tipos de Medicamentos ................................................................ .................................................. Pág. 15 Medicamento Genérico .................................................................... ............................................... Pág. 16 Medicamento Similar ..................................................................... .................................................. Pág. 17 Receita Médica ...................................................................... .......................................................... Pág. 17 Vias de Administração de Medicamentos ................................................................ ....................... Pág. 19 Vias de Administração

APOSTILA NOVA FARMÁCIA

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Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-14081SUMRIOMdulo I Atendimento ao clienteAtendimento ao Cliente .................................................................................................................. Pg. 03O que um bom Atendimento? ...................................................................................................... Pg. 03Imagens dos Profissionais .............................................................................................................. Pg. 04Funo do Balconista ...................................................................................................................... Pg. 0521 tens para um bom Atendimento ao cliente ................................................................................ Pg. 06Bom Atendimento ao Telefone ........................................................................................................ Pg. 09Alguns Incovenientes ...................................................................................................................... Pg. 12Quinze competncias fundamentais no Atendimento Externo ....................................................... Pg. 13Modulo II -Noes de Farmacologia e Classificao de Medicamentos Definies Gerais ............................................................................................................................ Pg. 14Conceito em Farmcia .................................................................................................................... Pg. 15Tipos de Medicamentos .................................................................................................................. Pg. 15Medicamento Genrico ................................................................................................................... Pg. 16Medicamento Similar ....................................................................................................................... Pg. 17Receita Mdica ................................................................................................................................ Pg. 17Vias de Administrao de Medicamentos ....................................................................................... Pg. 19Vias de Administrao Enterais ...................................................................................................... Pg. 20Via Intradrmica ou Intracutnea .................................................................................................... Pg. 25rea de Aplicao ........................................................................................................................... Pg. 25Tcnica de Aplicao ...................................................................................................................... Pg. 26Regras gerais para Administrao de Medicamentos ..................................................................... Pg. 27Classificao das Formas Farmacuticas ....................................................................................... Pg. 28Mdulo III Sistema Circulatrio e Hemapotico Insuficincia Cardaca Congestiva .................................................................................................. Pg. 36Arritmia ............................................................................................................................................ Pg. 38Angina ............................................................................................................................................. Pg. 38Hipertenso Arterial ........................................................................................................................ Pg. 40Procedimento para aferir a Presso Arterial ................................................................................... Pg. 42Anti-Hipertensivos ........................................................................................................................... Pg. 42O que Hematopoise ................................................................................................................... Pg. 43Anemia ............................................................................................................................................ Pg. 43Classificao de Anemia ................................................................................................................. Pg. 45Antianmicos ................................................................................................................................... Pg. 45Leuccitos/glbulos Brancos ........................................................................................................... Pg. 47Coagulantes ou Hemostticos ........................................................................................................ Pg. 48Anticoagulantes ............................................................................................................................... Pg. 49Antitrombticos ................................................................................................................................ Pg. 50Fibrinliticos .................................................................................................................................... Pg. 50 Mdulo IV Sistema Respiratrio -Digestivo GeniturrioSistema Respiratrio ....................................................................................................................... Pg. 52Tosse ............................................................................................................................................... Pg. 52Asma ............................................................................................................................................... Pg. 55Alergia ............................................................................................................................................. Pg. 56Sistema Digestivo............................................................................................................................ Pg. 58Laxativos Naturais ou Estimulantes Intestinais ............................................................................... Pg. 59Estimulantes do Peristaltismo ......................................................................................................... Pg. 60Sistema Urinrio .............................................................................................................................. Pg. 63Os Rins ............................................................................................................................................ Pg. 63 Mdulo V NutrioPraa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-14082Nutrio ...........................................................................................................................................Pg. 65Sais Minerais ...................................................................................................................................Pg. 65Apetite .............................................................................................................................................Pg. 68Vitaminas .........................................................................................................................................Pg. 68Classificao das Vitaminas ........................................................................................................... Pg. 69 Mdulo VI DiabetesDiabetes Mellitus ............................................................................................................................. Pg. 71Causas e Fisiopatologia .................................................................................................................. Pg. 71Gentica .......................................................................................................................................... Pg. 71Diabetes Mellitus Tipo 1 .................................................................................................................. Pg. 72Diabetes Mellitus Tipo 2 .................................................................................................................. Pg. 72Sinais e Sintomas ............................................................................................................................ Pg. 73Tratamento ...................................................................................................................................... Pg. 75Preveno ....................................................................................................................................... Pg. 76Insulina ............................................................................................................................................ Pg. 76Tipos de Insulina ............................................................................................................................. Pg. 77Tcnicas de Aplicao de Insulina .................................................................................................. Pg. 78Hipoglicemiantes ............................................................................................................................. Pg. 79Mdulo VII - Medicamentos Analgsicos, Antipirticos , Antiflamatrios, Antibiticos e AntiparasitriosA dor ................................................................................................................................................ Pg. 82Os Analgsicos ..............................................................................................................................Pg. 82Os Antiflamatrios ........................................................................................................................... Pg. 82Anti-Inflamatrios no Esteroides ................................................................................................... Pg. 82Sndome .......................................................................................................................................... Pg. 83Antiinflamatrios Esteridais ........................................................................................................... Pg. 87Enxaqueca ...................................................................................................................................... Pg. 88Gota ................................................................................................................................................. Pg. 89Antibiticos ...................................................................................................................................... Pg. 90Antiparasitrios ................................................................................................................................ Pg. 91Mdulo VIII Medicamentos que atuam Sistema Nervoso CentralHipnoanalgsicos ou Opiides ......................................................................................................Pg. 95Antidepressivos .............................................................................................................................Pg. 96Produtos Controlados na Farmcia ...............................................................................................Pg. 97Acessrios que podem ser vendidos na Farmcia ....................................................................... Pg. 102Dicionrio de Especialidades Farmacuticas DEF .................................................................... Pg. 103Mdulo IX Medicamentos Manipulado/Homeoptico/FitoterpicoMedicamento Manipulado ............................................................................................................. Pg. 104Medicamento Homeoptico .......................................................................................................... Pg. 104Medicamento Fitoterpicos ........................................................................................................... Pg. 105Principios Ativos Vegetais ............................................................................................................. Pg. 105Conhea alguns fitoterpicos e suas funes ............................................................................. Pg. 106Mdulo X Primeiros SocorrosRespirao Artificial ....................................................................................................................... Pg. 108Afogamento ................................................................................................................................... Pg. 108Asfixia ............................................................................................................................................ Pg. 109Convulso ..................................................................................................................................... Pg. 110Ferimentos .................................................................................................................................... Pg. 110Perda de Conscincia ................................................................................................................... Pg. 111Queimaduras ................................................................................................................................. Pg. 111Papel do Farmacutico na Sociedade/Farmcia .......................................................................... Pg. 112 MODULO IPraa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-14083Atendimento ao ClienteA questo do bom atendimento ao cliente vem ganhando importncia cada vez maior, desde os meios acadmicos, at os meiosempresariaisonde seaplica. Entretanto, nem todosainda estoconscientesdosbenefciosqueasuaprticapodetrazer paraasorganizaes. Alguns cobremdemaquiagemtentando mascarar o que no tem disfarce. O consumidor j conhece a sua fora; as diversas manifestaes, oalcancedosconselhos de proteo ao consumidor e sua reivindicaes, as exigncias frente qualidade dos produtos e servios.Cabe apresentar alguns pontos que podem contribuir para a melhoria cada vez maior do atendimento ao cliente, so eles:- no se deve consertar o erro e sim no errar.- no s receber bem o cliente, mas tambm fazer com que ele saia bem.- antes, durante, depois (e muito depois); saber que no termina,-no s tratar bem quem compra, mas tambm quem o cerca.- aumentar o calor do produto/servio adquirido.- saber ouvir e reconhecer a importncia de uma reclamao.- no falar, e sim exemplificar, explicar.- romper todas as barreiras que prejudicam o desempenho da organizao.- no s qualidade, mas tambm inovao. Faa algo diferente dos outros, e o cliente ir - lembrar-se de voc para sempre.- no o que voc define, mas o que o cliente espera,- parte de voc; o primeiro passo - o exemplo - favorece a sua propagao.Voc pode melhorar seu atendimento a qualquer e a toda hora, Torne-se uma organizao de pessoas obcecadas por isso. Faa porseus clientes o que eles querem que voc faa por eles (e muito mais), e no aquilo que acha que eles vo querer.O que um bom Atendimento?O cliente a base do nosso trabalho dentro e fora da farmcia. Um cliente bem atendido voltar para fazer novas compras e contar aos seus amigos e parentes. Umcliente mal atendido no voltar e tambmcontar para amigos e parentes. A conscientizao do grupo de trabalho em uma farmcia para o tipo de cliente que se utiliza dela fundamental.Umfuncionrioquenosabetrabalharbemdestri afarmciaempoucotempo. Onosso cliente no igual ao de uma lanchonete ou sapataria. Ele est doente, ou tem um parente doente na famlia, est sempre com pressa e, na maioria das vezes, no sabe nada a respeito do produto que est levando. Para que uma venda seja bem feita necessrio que o funcionrio conhea aquilo que est vendendo. Dever sempre: - Fornecer informaes corretas e, em caso de dvidas, no inventar; - Ter conscinciadequeoclientedafarmciaediferentedeoutrosramosdo comrcio,queprovavelmenteestdebilitado, sem pacincia, sem condies fsicas para esperar etc; Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-14084- Conhecer os clientes costumeiros, se possvel pelo nome, seus problemas bsicos; - Conhecer o Cdigo de Defesa do Consumidor; - Dever, sempre, ter educaoe respeitoparacomtodos que se dirigem farmcia.Para que este atendimento esteja de acordo, existem alguns itens que devem ser observados, como: 1 - Cumprimente o cliente com respeito e segurana. Seja firme e decidido. 2 - Cumprimente rapidamente o cliente. No necessrio saber de toda a famlia, time de futebol, etc. 3 - Se no for possvel usar palavras, ou seja, se voc estiver atendendo outro cliente, use gestos ou um olhar, reduza a possibilidade do cliente se sentir ignorado e sair. 4 - Se possvel, d-lhe um aperto de mo. No necessrio mais que isto. 5 - Diga "por favor" e "obrigado". 6 - Conhea seus clientes e sua personalidade. Os clientes que so constantes esperam ser reconhecidos quando entram na farmcia. Faa com que ele se sinta especial, um cliente "da casa". 7 - Prometa menos e faa mais. No adianta prometer coisas que voc j sabe que no conseguir cumprir. S garanta aquilo que voc temcerteza que possvel fazer; promessas no cumpridas diminuem a credibilidade. 8 - No se torne ntimo demais. "Amigos, amigos, negcios parte". fundamental o bom relacionamento, porm o excesso de amizade pode inviabilizar um negcio. 9 - Oua mais e fale menos. 10- O cliente no tem culpa de seus problemas. Guarde os seus problemas para si, no deixando transparecer ao cliente. 11-O cliente tem seus prprios problemas, no precisamos aument-los. 12 - Cuide de sua aparncia pessoal. Devemos estar com o avental sempre limpo, cabelos penteados e mos e unhas limpas. 13- Verifiqueaaparnciadoseulocal detrabalho, eletambmdeverestar limpo, arrumado, fazendo com que o cliente tenha a sensao de higiene e segurana. 14 - Ganhe seus clientes pelo telefone. Um atendimento telefnico mal feito faz com que o cliente no venha pessoalmente e a venda no se realizar. 15 - Deve-se antecipar s necessidades do cliente. Na medida do possvel, devemos prever o que o cliente precisa. 16 - Deve-se, em resumo, satisfazer as suas necessidades, garantindo assim a fidelidade do cliente, ou seja, que o cliente retorne para novas compras e conte a todos como foi bem atendido.IMAGENS DOS PROFISSIONAISA apresentao dos profissionais que trabalham na farmcia muito importante para se criar uma imagem positiva.O profissional deve sempre estar com o uniforme limpo, passado, e em boas condies de uso e padronizado.HomensPara os homens so importantes a barba bem feita, mos e unhas aparadas e limpas, cabelos limpos e penteados.MulheresAs mulheres devem estar sempre com os cabeloslimpos e penteados.Quemoptar por cabelo preso, faz-lo compresilha embomestado. Usar maquiagem leve e perfume suave.As unhas devem ser bem cuidadas, com esmalte em bom estado sem estar descascado, evitar adornos e bijuterias exageradas.Em geral, deve-se tomar cuidado com o mau hlito e cheiro de suor.O crach deve ser usado diariamente, pois faz parte do uniforme.Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-14085FUNES DO BALCONISTAO balconista deuma farmcia ou drogaria sempre a pessoa que mais contato temcomo consumidor, por isso pode e deve sugerir mudanas sobre a quantidade de produtos expostos nas prateleiras e estoque de produtos que so mais vendidos. Alm de informar a falta de produtos que tm procura, mas no so comercializados.

Acolocaodepreonosprodutostambmresponsabilidadedobalconista. importante observar se os preos etiquetados esto corretos e legveis e se no esto sendo colocados sobre o nmero de lote do produto, e principalmente sobre o prazo de validade da mercadoria. O balconista deve ainda observar sempre as necessidades do consumidor e verificar se elas esto sendo atendidas prontamente.

Controlar a entrada e sada de produtos, conferir, repor, arrumar mercadorias, ter conhecimento dos medicamentos que esto sendo vendidos e os laboratrios que produzem estes remdios, saber ler uma receita e atualizar-se sobre novos lanamentos, so princpios bsicos que fazem parte do dia-a-dia do balconista e ajudam, em muito, a organizao de uma farmcia.

Balconista: o elo entre a farmcia e o consumidor Todotrabalhopor mais difcil quesejadeveser encaradocommuitoprofissionalismoe seriedade. No caso do balconista de farmcia este aspecto muito importante, j que este profissional tem que atuar como "relaes pblicas" da farmcia onde trabalha, representar a prpria empresa e ser o elo entre a farmcia e o consumidor. Toda empresa comercial tem como objetivo o bom atendimento aocliente. Nafarmciaissonodiferente, agentilezanoatendimentocomcertezatrarbons retornos para a farmcia e para o balconista.

O balconista a primeira pessoa que o cliente v e ouve e, s vezes, a nica pessoa com quemeleentraemcontatodentrodeumadrogaria. Por issofundamental obomaspectodo balconista, que deve usar sempre um avental ou jaleco limpo, de preferncia de cor clara.

Outro aspecto importante que deve ser observado das mos e unhas, no s pela questo esttica, mas principalmente pela higiene que se deve ter ao manusear os medicamentos. Note ainda que as mos do balconista esto permanentemente no foco de ateno dos clientes.

Pacincia e dedicaoExiste um antigo ditado popular que diz que "o cliente sempre tem razo" e mesmo que isso no seja totalmente verdade importante que o balconista no esquea que este ditado resume uma regra bsica na relao de compra e venda.

Tem cliente que fica nervoso ou irritado pela demora no atendimento ou mesmo por qualquer outromotivo. Neste casoo balconistadeveutilizarde bomsensoe atend-loomaisprontamente possvel, evitando at mesmo comentar o contratempo ocorrido. Desta forma o cliente ficar desarmado e at mesmo sem ao. Manter a calma e ser gentil nesta ou em qualquer outra situao deve ser um dos lemas do balconista at mesmo para se desvencilhar de um cliente que gosta de "esticar a conversa" no balco.Como ele pode estaratrapalhando o andamentodo trabalho,pea amavelmente para ele esperar um pouco at que outros clientes sejam atendidos.

fundamental nunca perder a pacincia e sempre colocar o cliente em primeiro lugar, afinal todo o seu trabalho gira em torno dele e para ele.

A arte de atender Sabemos que uma arte atender um cliente, por isso o balconista deve ser amvel no contato com o consumidor para que ele se sinta bem atendido e volte outras vezes.

Paraqueissoocorraimportanteconquistarasimpatiadoclienteenosatenderasua necessidade imediata, mas estar sempre disponvel quando solicitado para inform-lo e orient-lo no que for possvel.

O balconista de farmcia exerce uma funo de dupla responsabilidade, j que os produtos Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-14086disposio para venda so na verdade frmulas complexas, e se no foremcomercializados corretamente podem causar srios danos sade do consumidor.

RECURSOS PROMOCIONAIS Alm da habilidade do balconista no atendimento ao consumidor, as farmcias ou drogarias se utilizam muito de recursos promocionais par a chamar a ateno do cliente.

As vitrines do balco,as prateleiras externas e as gndolas, normalmente,so usadas para colocar produtos da linha de perfumaria e cosmticos, os produtos naturais (chs e outras ervas) e os produtos de higiene pessoal para destacar e promover as vendas. Em displays, sobre os balces, ficam os produtos homeopticos.

Almdestesrecursos, asdrogariasseutilizamtambmdapromoonopreodealgumas mercadorias -comsticos, perfumes e produtos de higiene pessoal -para atrair os clientes e aumentar a comercializao de produtos em geral. Existem ainda drogarias que do desconto promocionalnos medicamentos.Para um bom atendimento ao cliente1. SAIA DE TRS DO BALCOQuando o cliente entrar na loja, se possvel, v at ele. No fique atrs do balco esperando que ele se aproxime. Oferea ajuda quando ele estiver olhando as gndolas. Oferea a cestinha para maior conforto nas compras deperfumaria.2.CUMPRIMENTE TODOCLIENTE QUE ENTRA NA FARMCIATodo o cliente que entra na sua farmcia deve ser cumprinentadocomumBOMDIA, BOATARDEouBOA NOITE, paraestabelecer umclimaamistoso. Demonstre alegria por t-lo ali.3. CHAME O CLIENTE PELO NOMEQuando o cliente frequente e voc J sabe o nome dele chame-o pelo nome, isto far comque ele se sinta importante.Quandonosouber onomedocliente, reparenocarto fidelidade ou de crdito, caso isso no seja possvel, pergunte.4. MANTENHA O BOM HUMOR E UM SORRISO NO ROSTOUma recepo alegre faz o cliente sentir-se melhor. O cliente espera que tanto a empresa como o Funcionrio deve atend-lo de forma especial. Seja emptico. Aumente seu poder de persuaso mostrando alegria emsua expresso facial, seus gestos, na entonao, ritmo e volume de voz.Aprenda a sorrir, porm, sem falsidade, pois quando gosta do que faz, faz com alegria.5.MANTENHA UMA POSTURA ADEQUADAA postura deve ser ereta, no se encoste parede ou porta, no debruce no balco, no cruze os braos ou coloque as mos no bolso. No se envolva em bate-papo com outros atendentes e evite a conversa particular com algum cliente conhecido. No para isso que voc est ali. Quando o cliente Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-14087chama, responda com um "sim" e aposente o "pois no?".6. NUNCA JULGUE O CLIENTEQuantas vezes voc abordou mal um cliente porque, simplesmente, no foi com a cara dele ou porque achou que ele no iria comprar nada.Nunca julgue, atenda a todos com ateno e com igualdade.7.INFORME AO CLIENTE QUANDO ELE ESTIVER QUE ESPERARInformeosmotivosporqueoclientetemqueesperar eolocal adequado onde ele dever ficar. Olocal de espera deve ser adequado, de modo que o cliente no fique constrangido por estar atrapalhando o fluxo de pessoas.8. MANTENHA CERTA DISTNCIAPara que o cliente se sinta vontade, deve-se manter uma certa distncia fsica e verbal.Antes de se tornar "intimo demais", voc precisa conquistar a confiana dele.Para algumas pessoas, a distancia mnima de 1 metro ideal.Somenteestendaamoparacumprimentar oclienteseeleofizer primeiro, casocontrrio, mantenha as mos para trs.Olhe no rosto do cliente, mas no o encare, ele pode sentir-se invadido,9. USE PALAVRAS PARA INFORMAR, NO PARA IMPRESSIONAR.Mantenha uma linguagem simples e clara, no use termos tcnicos.Fale no nvel do cliente, mas cuidado para no imit-lo.No grite e nem fale muito baixo; regule o seu tom de voz de acordo com o ambiente, fazendo com que o cliente oua claramente o que voc est dizendo.10. MANTENHA OS PROBLEMAS PESSOAIS FORA DA EMPRESANo fcil manter o bom humor, principalmente quando se tem problemas de ordem pessoal ou financeiro ou at mesmo problemas com o seu gerente ou companheiros de trabalho. Voc no pode esperar que os clientes entendam seus problemas pessoais,A capacidade de desempenhar bem, independentemente de problemas pessoais, sempre foi uma caracterstica do bom profissional.11. O CLIENTE ADORA TER PODERExiste um certo sentimento de poder quando um cliente entra na farmcia.Eles "so" os clientes e, desta forma, sabem que so importantes, e realmente so.Durante anos eles ouviram a velha frase:"O cliente tem sempre razo". Ns sabemos que, as vezes, eles no esto com toda a razo, que existe um limite, mas ns precisamos dele mais do que eles precisam de ns.ENCANTE O CLIENTE Oferea algo a mais do que o esperado.O cliente certamente sempre lembrar positivamente desta atitude,Seja emptico, use palavras simpticas.Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-1408812. SEMPRE PAREA PROFISSIONALOs sentimentos do cliente podem ser influenciados, por muitos fatores alm do seu controle, tais como seu estado de esprito e problemas pessoais.Nuncatenteenganar ocliente, poisasconsequnciasnegativassoenormese, svezes, irreparveis. No reclame da empresa nem dos colegas para o cliente, alm de ser algo deselegante, desanima-o de querer voltar outras vezes.13.MANTENHA A FARMCIA SEMPRE LIMPA E TUDO EM ORDEM bastante desagradvel quando chega a vez do cliente e o profissional do caixa pede desculpas e diz: "Vai demorar um pouquinho, acabou o papel da impressora!" Se voc executa o trabalho no caixa, mostre-se profissional, cuide da manuteno dos equipamentos que esto no caixa -mquinas de cartes de crdito, impressoras., fitas de impresso, documentos, etc. Troque os papis das impressoras e as fitas nos horrias em que no h filas no caixa.Aproveite tambm para limpar e deixar o espao de trabalho em ordem. Voc pode pensar que os clientes no reparam, mas no verdade.14. SAIBA LIDAR COM AS RECLAMAES.Noseescondaquandoumproblemaaparecer, escute atentamente o relato da reclamao do cliente, no justifique deimediato, deixe-ofalar. Useaempatia, coloque-seno lugar do cliente, assim poder ver as coisas sob o ponto de vista dele. Examine o fato e tente resolver voc mesmo o problema, se no conseguir indique quem poder ajud-lo. Apresente suasdesculpas e repare o erro imediatamente, mostrando boa vontade em ajud-lo, no leve para o lado pessoal a reclamao do cliente, no fique com raiva. Se o clienteestiver muitoalterado, leve-oparaumlocal mais reservado, para que possa conversar sematrapalhar o outro. Retornar ao cliente, para informar-lhe quala atitude foi tomada, para resolver o problema.Vejamos a seguir algumas sugestes para atender reclamaes de clientes:- Deixe o cliente falar;- Diga com sinceridade que sente pelo ocorrido;- Oua com ateno;- Examine os fatos, sabendo fazer as perguntas;- Mantenha a mente aberta, no faa suposies; - No discuta;- Tente descobrir a soluo desejada pelo cliente;- Concentre-se no que pode e explique o que no pode fazer;- Faa um resumo e verifique se o cliente entendeu e concorda;- Seja sempre verdadeiro em todo o atendimento.Acredite: gentileza, respeito, simpatia e flexibilidade so capazes de "amansar qualquer fera". No existem clientes difceisquando sotratados damaneiracerta. Aprendaagostar das pessoas, por mais complicadas que elas sejam ou paream. Pessoas so confusas, complexas, imprevisveis, complicadas... Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-14089Exatamente por isso so maravilhosas' Quem no gosta de gente, no pode ser um bom profissional de atendimento15. ABORDAGEM EM DIAS DE MUITO MOVIMENTODeixe claro aos seus clientes que voc os viu e que, embreve, osatender: faaumacenocomamo, cabea ou um sorriso. Mantenha-se calmo, no chegue para atender o cliente com pressa, isso pode ncomod-lo.Chame algum para ajud-lo.16. ABORDAGEM EM DIAS DE POUCO MOVIMENTONo fique parado ousentado. Crieuma atividade produtiva.No fique em grupinhos fazendo reclamaes.17. CONHEA OS PRODUTOS QUE VOC VENDEEstejasempremuitobeminformadosobreosprodutosquevocvende. Adquirainformaes atravs de leituras, participe dos treinamentos proporcionados pela rede.18. VENDA TODO PRODUTO COM ENTUSIASMOVender o produto que gosta certamente mais fcil do que vender algo que no gosta. O que importa sempre o que o cliente quer no o que voc gosta ou acha que melhor. No momento em que voc passa a vender o produto que no gosta com o mesmo entusiasmo com que vende o produto que adora, voc pode comear a se considerar um profissional.19. FAA A VENDA AGREGADAConhea as necessidades de seus clientes, conhea bem os produtos, agregue valor s compras dosclientes, Ex.:Oferea termmetropara quem compra analgsicos, lenos umedecidospara quem compra fraldas infantis, condicionador para quem compra xampu cortador de unha para quem compra talco para os ps, acetona, algodo para quem compra esmalte, etc.Podemos oferecer produtos de necessidades bsicas a todos os clientes.20. DESPEA-SE DO CLENTE COM EDUCAOAo final do atendimento, pergunte para o cliente se ficou satisfeito, se tem alguma observao a fazer em relao ao atendimento prestado de uma maneira geral, Despea-se do cliente com ateno e educao. Faa com que o cliente sinta vontade de voltar. No adianta fazer um timo atendimento at aqui e, na hora de fechar, tratar o cliente com desprezo. Ex,: Obrigado, bom dia! Volte sempre!21. FAA PS-VENDAMostre-se interessado pela recuperao do cliente. Ligue aps alguns dias para saber como est de sade, se est precisando de alguma coisa.Pergunte ao cliente como ele est, quando retornar farmcia.BOM ATENDIMENTO AO TELEFONEO telefone muitas vezes o primeiro ponto de contato que os clientes tm com a nossa instituio, por isso saber us-lo corretamente, para causar boa impresso.Cuidados importantes: Atenda ao telefone (no mximo) no terceiro toque. Ao atender, diga: Empresa + nome+ cumprimento. Identifique o cliente, caso ele no tenha se identificado no inicio ("Com quem estou falando, por favor?"). Escute atentamente o cliente para identificar o que ele deseja. Use tratamento formal. Trate sempre o cliente por Sr. ou Sra., independentemente da idade que Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140810tenha. Se o cliente se identificou como Dr. ou Prof., mantenha esse tratamento. D sempre sinais de que est escutando o cliente (ex: "sim", "correto", "perfeitamente", "entendi"claro", "sem dvida"...). Evite expresses do tipo: "meu bem", "meu amor", "minha filha". Nunca use grias, No use diminutivos: "um minutinho", "um segundinho", "uma perguntinha"... Fale sempre no presente, pronunciando as palavras de maneira clara e objetiva. Quando necessrio anote as principais informaes do cliente: nome, empresa, telefone, assunto,etc). Evite interromper o cliente durante sua exposio. Casoestejaatendendoumtelefonemaeumsegundoclientetocar, peaaoprimeiropara aguardar e atenda ao outro. Em seguida, pea ao segundo que aguarde ou retorne a ligao logo aps. Caso seja solicitada transferncia da ligao, informe antes o ramal e a pessoa para contato. Aotransferir aligaoparaoutrosetor, repassepreviamenteasinformaesfornecidaspelo cliente, evitando que ele repita o relato. Seopedidodoclientenofor atendidodeimediato, necessitandoconsulta, ouapessoa solicitadanopuderatender, verifiqueseelepodeaguardar, sedesejadeixar recadoouse aguardar o retorno. Encerre a ligao colocando-se disposio, se possvel usando a expresso: "Posso ajud-lo em mais alguma coisa?" ou "O Senhor tem alguma dvida? Parafinalizar:"Tenhaumbom dia/tarde".LEMBRE-SE:Nunca diga:No comigo! No do meu departamento! Eu fiz a minha parte!Diga:"Senhor, notenhoainformaoquenecessita, mas posso transferir a ligao para o departamento responsvel". TROQUE:S um minutinho. POR: Vou cham-lo ou vou transferi-lo.Obs. Tenha sempreprximo ao telefone umbloco de anotaesPara garantir a qualidade no atendimento: importante que sejamos: Educados; Atenciosos; Prestativos; Disponveis; Bem informados; Conhecedores de todos os setores da empresa.ATENO Falhas tcnicas podem ser superadas pela qualidade humana no atendimento. No importa que voc receba uma multido de pessoas todos os dias. Aquele que est na sua frente importante. No converse tocando nas pessoas. Evite comer no ambiente de trabalho. No economize alegria, bom humor, sorriso.Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140811 Atenda o cliente sempre da melhor maneira.Realmente para sempre em um bom atendimento, tem de ser um pouco de psiclogo, pois s vezes os pacientes chega com raiva da vida e a qualquer palavra nossa j um grande motivo para arrumarem briga, mas no final tudo vale a pena muito bom trabalhar na busca de sempre, pelo menos tentar, ajudar as pessoas. Sendo profissionais preparados, nos primeiros15segundos conseguimos identificar o cliente. Se ele jovem ou idoso; se est calmo ou nervoso; agitado ou tranquilo. Se ainda no treinou essa habilidade no trabalho, comece hoje. Isso facilita o atendimento e permite que voc se adapte a todo tipo de cliente. Vamos analisar a seguir alguns casos especiais:Clientes apressados: esse o mundo onde parte dos clientes est inserida. O cliente quer tudo "para ontem". Quem no atender bem e rapidamente, ter problemas srios. Profissionais rpidos tendem a ser mais valorizados. Como resolver: no deixe para fazer "em um minuto" aquilo que pode ser feito "j". Elimine definitivamente o hbito de adiar a resoluo das coisas. "Daqui apouco" no"j". Resolvaagora! Ocliente apressado agradecer'Clientesirritados:osclientesachamquetmtodoo direito de serem irritados, ansiosos, estressados, quem o atende, no! Muitas vezes eles no ficaram irritados conosco, j vieramassimde fora. Como resolver: quanto mais irritado for o cliente, mais competentes, confiantes e seguros devemos ser.Clientes nervosos: s vezes, eies tm mesmo razo para estar assim. Chegam alterados, mas vo se acalmando aos poucos. As manifestaes de um cliente nervoso podem ser evidentes (falar alto, gritar e gesticular) ou mais contidas (trmulo, ofegante e com dificuldade de se expressar), mas ambos merecem a mesma ateno, como resolver: no interrompa a fala do cliente, deixe-o liberar o nervosismo. Acima de tudo, mantenha-se calmo e no entre na "onda" do cliente. Jamais pea que "fique calmo" - o pior que voc pode fazer lembr-lo de que est nervoso, pois ficar mais nervoso ainda. Use um tom de voz normal e calmo. H frases que ajudam acalmar as pessoas, tais como:- "Farei tudo para resolver seu problema." - "Conte comigo,"-"O senhor tem razo!"- "Imagino como est se sentindo,"- A melhor atitude para atender clientes nervosos : - Escutar atenciosamente e com interesse;- Pensar como se sentiria se estivesse no lugar dele:-Fazer perguntasdeformaqueexijamdoclienteuma reflexo;- Repetir sua percepo a respeito do problema dele.- Desculpar-se sem fazer censura atitude dele;- Solucionar o problema de forma rpida,Clientes desconfiados: num mercado competitivo ecomdisputasacirradas, natural queoclienteexijaquecredibilidadesejaumfatorimportanteno atendimento. Pensam: "Serqueesseprofissional confivel?"Possoacreditar noquediz?"Como resolver: aja com sinceridade e transparncia. Se tiver dados que possa demonstrar ao cliente, use-os. tica um atributo em falta atualmente, mas que faz diferena quando o cliente encontra. Faa o cliente ver que voc verdadeiro e confivel em suas aes.Clientesaproveitadores;emnossaiistadetiposdeclientes, aparecetambmaquelesque tentam ser aproveitadores ou que agem de m f. Se estiver atento, vai identific-lo imediatamente. So muitos os que tentam conseguir vantagens em preos (falando sobre a concorrncia); outros tentam se Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140812prevalecerde alguma irregularidadecometidano atendimentoparaalardearquepodem ir aoProcon. Como resolver: seja, antes de tudo, muito profissional. No altere sua voz, nem sua postura. Fale pouco, pois seus argumentos podem ser uma arma contra voc no esquea que o cliente est treinado em fazer isso). Mantenha a calma e use argumentos objetivos.Clientesmal-educados: huma sriedeles espalhados por a. "engraadinhos" eoutros desagradveis e grosseirosALGUNS INCONVENIENTESComoresolver:nosejamal-educado tambm! Nuncaleveo assunto parao campo pessoal, Lembre-se de que o problema do cliente no com voc e sim com a empresa. Reaja com mais cortesia e suavidade. Se voc reagir de forma positiva e sem retornar as agresses, transfere para o cliente uma presso psicolgica que o incita a tambm agir de forma positiva.Clientesanalfabetos:muitos clientestrazemreceitas paraseremlidas einterpretadasna farmcia. Uns porque no entendem a letra, outros porque so analfabetos e, por constrangimento, no nos dizem isso, Esteja atento para ver se esse o caso.Como resolver: d-lhe toda ateno. Procure entender suas dvidas e necessidades.. Certifique-se de que vai se lembrar das recomendaes que est fazendo, ache formas de auxiliar quem precisa de sua ajuda.Clientes idosos:no Brasil cresce o nmero de pessoas idosas a cada ano; e no se tem feito nada para orientar os profissionais que vo atend-los. H diversos tipos de idosos: os longevos com boa sadefsicaemental equeserecusamseremtratadoscomotais(pois, naverdade, suaidade cronolgica uma, mas a mental muito mais jovem); os tangemos cuja sade fisica ou mental no so to boas; e longevos com sade fsica e mental debilitada e que, ainda por cima, esto sozinhos (ou se sentem assim). Nossas farmcias esto repletas de idosos de todos os tipos.Como resolver: para os idosos com boa sade, trate-os de forma positiva; estimule a jovialidade e o bom humor. Use-o como exemplo para si e para outros, que podem se espelhar em seu comportamento. Para aqueles cuja sade mental e fsica no so to boas, estimule-os com palavras e atitudes positivas; elogie sua aparncia pessoal e oua seus problemas. Para os idosos sozinhos, d-lhes um pouco do seu tempo e amizade. Sem comprometer seu trabalho, converse sobre amenidades e estimule que ele faa novas amizades e alguma atividade fsica. Voc vai prestar um excelente servio comunidade.Oferea, sepossvel, umacadeiraparasentar-se. Presteatenoaoquedizem, incluindo detalhes, H algumas orientaes que devem ser repetidas, tais como:- Seguir os horrios e quantidades do medicamento Indicado pelo mdico;- Verificar as datas de vencimento das drogas e eliminar os remdios velhos;- No utilizar produtos prescritos para outras pessoas;- No interromper o tratamento sem a autorizao do mdico, nem tomar doses menores ou maiores do que as prescritas;- Evitar misturar medicamentos e lcool.Lembre-senovamente: ticaecarinhosoatributosindispensveis paraoatendimentoao pblico, principalmente para com os idosos.Clientessuspeitosdeestaremfurtando:estudosrevelam que as perdas provocadas por furtos nas lojas representam at 2%do faturamento bruto dos varejistas. Para combater esse problema, asempresasvmrecorrendoadiversostiposde equipamentosesolueseletrnicasdesegurana. Noh comocontrolar osfurtossenotivermosnoodecomoe quando eles ocorrem. Algumas empresas usam cmeras em pontosestratgicosoucircuitofechadodeTVparainibirou flagrar pessoas mal entensionadas na loja.Comoresolver: saber abordar aformamaiscorretadeagir. Mesmo tendo certeza, nenhumcliente pode ser considerado ladro enquanto nosaiudalojasem pagar. Portanto, cuidado com a abordagem. use a simpatia como fator inibidor de furtos: Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140813oferecer cestasparaacomodar ascompras; podefazer comqueocliente(flagradopelascmeras furtando) fique constrangido e desista da ao. H situaes em que o cliente no s desiste do furto como ainda compra alguma coisa para despistar.Caso ele J tenha saido da loja,aborde-o com cortesia e de forma justificada, para no gerar constrangimentos ou prejudicar a imagem da loja. Discretamente, afaste o cliente do raio de ao e exponha o problema de forma indireta. Ateno: ser discreto sempre a melhor arma.Clientes problemticos:No so necessariamente ex-clientes, emcaso de atendimento inadequado, admita o erro imediatamente, corrija-o e aprenda com ele, faa perguntas para se esclarecer. Quando descobrir a causa do erro, explique-a ao cliente casualmente, oferecendo solues adequadas.Se a sua empresa tiver o hbito de registrar esses acontecimentos, utilize os formulrios prprios, que lhe permitironosacompanhar asoluofinal,acadams, comopesquisar quantas ocorrncias aconteceram, quais os tipos de clientes mais atingidos e quais os assuntos mais frequentes que originam essas ocorrncias. Dessa forma, poder efetuar mudanas que diminuiro as ocorrncias.Uma ltima palavra:Recuperar relacionamentos com todos esses tipos de clientes muito mais difcil que estabelec-los. Por esse motivo, evite perd-los. QUINZE COMPETNCIAS FUNDAMENTAIS NO ATENDIMENTO EXTERNO- 1 Desenvolver a confiana e fidelidade dos clientes.- 2Colocar-se no lugar do cliente = empatia.- 3Comunicar-se bem.- 4Ter equilbrio emocional.- 5Prestar ateno,- 6Respeitar o cliente.- 7Trabalhar em equipe.- 8Demonstrar confiana e interesse em ajudar.- 9Demonstrar motivao pessoal.- 10Buscar solues.- 11Manter o profissionalismo.- 12Ter entusiasmo.- 13Conhecer o rgo e os servios por ele prestado.- 14Aplicar conhecimentos e habilidades tcnicas,- 15Organizar as atividades de trabalho. Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140814MODULO IINOES FARMACOLOGIA E CLASSIFICAO DE MEDICAMENTOSDEFINIES GERAIS Farmacologia: a cincia que estuda os medicamentos.Matria Prima: so materiais animais, vegetais ou minerais com alguma propriedade farmacolgica, ou de interesse mdico para preveno/cura de doenas. Matria prima aquilo que da a origem para tudo que vem a partir dele(a)..Droga: toda substncia simples da natureza (animal, vegetal ou mineral) que utilizada na preparao de produtos de natureza medicinal ou qumica com finalidade medicamentosa ou sanitria.Princpio Ativo: substncia qumica que possui atividade farmacolgica.Frmaco:umasubstncia comestruturaqumica bem definida, utilizadas para finsteraputicos. o componente principaldo medicamento (princpio ativo), sendo responsvelpelas aes teraputicas, como pelas reaes adversas,O frmaco deve possuir :- eficcia: efeito teraputico desejado.- segurana: iseno de efeitos adversos inesperados,- biodsponibilidade: capacidade de ser absorvido, ou seja, atingir a circulao geral em quantidade e com rapidez adequadas,Sinnimo de frmaco: Principio Ativo = Droga = Base Medicamentosa.Medicamento: Produtofarmacutico(contendo1oumaisfrmacos), tecnicamenteobtidoouelaboradocom finalidade, profiltica, curativa, paliativa, ou para fins de diagnstico de uma determinada molstia.Aco profiltica: a preveno de doenas, se faz, por meio de vacinas.Aoteraputica : Cura ou alvia das enfermidades, se faz, por exemplo, com uso de antibiticos, analgsicos, etc.Como auxiliar de diagnstico podemos citar: Contraste, que uma substncia empregada em exames radiolgcos para facilitar o diagnstico.A OMS define medicamento como: Produtofarmacuticoempregadoparamodificar ouexplorar sistemasfisiolgicosouestados patolgicos em benefcio da pessoa a que se administra.Medicamento: umaformafarmacuticaterminadaquecontmofrmaco, geralmenteemassociaocom adjuvantes farmacotcnicos. Alguns exemplos de adjuvantes:tampes, corantes, diluentes, aromatzantes, saponificantes. desintegrantes, lubrificantes, conservantes, agentes tensoativos, suspendentes.Remdio: tudo que intervm no processo de cura de determinada molstia. Ex: operao de apndice, tratamento psiquitricos, uso de aspirina.Placebo:substncia ou formulaes inativas administradas para satisfazer a necessidade psicolgica do indivduo em tomar medicamentos. Tipos de Placebos:Substncias farmacologicamente inertes: Acar, Amido, Lactose, Talco.Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140815Correlato:a substncia, produto, aparelho ou acessrio no enquadrado nos conceitos anteriores,cujo usoouaplicaoestejaligadoa defesa eproteodasade individual oucoletiva higiene pessoal ou de ambiente, ou a fins diagnsticos e analticos, os cosmticos e perfumes e, ainda, os produtos dietticos, de acstica mdica, odontolgicos e veterinrias.rgoSanitrioCompetente:rgodefiscalizaodoMinistriodasade, dosestados, doDistrito Federal, dos Territrios e dos Municpios.Produto Farmacutico: aquele que contm um ou mais medicamentos convenientemente manufaturados, por exemplo: Lasix, Binotal, Agarol.Forma Farmacutica: a maneira pela qual o produto farmacutico se apresenta (comprimidos, suspenso, emulso etc.).Por exemplo: Lasix comprimido, Binotal suspenso, Agarol Emulso.Frmula Farmacutica: a descrio do produto farmacutico, ou seja, quais os medicamentos que compem e em que quantidade. Por exemplo:Lasix comprimidoFurosem ida.......................................................................40mgExcipiente q. s. p...............................................................200mgConceitos em FarmciaDefinies EspecficasFarmcia Estabelecimento de prestao de servios famacuticos de interesse pblico/ou privado, destinado a prestas assistncia farmacutica e orientao sanitria individual ou coletiva, onde se procede manipulao e /ou dispensao de produtos e correlatos com a finalidade profiltica, curativa, paliativa, esttica ou para fins de diagnsticos.Drogaria (farmcia de dispensao): o estabelecimento que apenas dispensa especialidades farmacuticas.Farmcia(CRF):oestabelecimentoquealmdedispensar especialidadesfarmacuticas manipula medicamentos.FarmciaHospitalar:Unidadeclnicadeassistnciatcnicaeadministrativa, dirigidapor farmacutico, integrada com as atividades do hospital. Tem como objetivo promover, recurperar e manter asadedopaciente,participandodocontroledainfecohospitalar, auxiliandonocombateaosuso indiscriminado de medicamentos e antibiticos, promovendo treinamento e a integrao entre os vrios setores hospitares. Ervanria: o estabelecimento que trabalha exclusivamente com produtos de natureza vegetal "in natura".Diferena entre Drogaria, Farmcia e Ervanria.A farmcia pode ser drogaria e ervanria. A drogaria pode englobar a ervanria desde que trabalhe com produtos industrializados.Tipos de MedicamentosAtualmenteestamos recebendo eusufruindo os avanos impressionantes da cinciaeda medicina, para tanto, dispomos dos mesmos medicamentos presentes no primeiro mundo. Muitas vezes, medicamentos inovadores tm o seu lanamento simultneo aqui e no exterior. Hoje, o Brasil o stimo maior fabricante de produtos farmacuticos do mundo. Em 2000, produziu mais de 2 bilhes de unidades. Omercado nacional umdos oito maiores consumidores do planeta. Alemdisso, exportamos medicamentos de qualidade para a Amrica do Norte e Europa.Medicamento inovador ou deReferncia:produto inovador registrado norgo federalpela vigilncia sanitria e comercializado no pas, cuja eficcia, segurana e qualidade foram comprovados cientificamente junto a esse rgo competente, por ocasio do registro. So medicamentos que possuem um nome comercial e cujo princpio ativo patenteado pelo Governo Federal, bem como os laboratrios Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140816detentos da frmula tmodireitode explor-la comercialmente de5a15anos sobsistema de exclusividade.Medicamentos Magistrais:so os que no esto inscritos nas farmacopias, e o farmacutico preparasegundoasordensexpressasnumareceita. Apresentamsvezesmconservao, poiso mdico formula de acordo com as necessidades do momento, no se interessando pela conservao do produto por tempo mais prolongado.MedicamentosGenricos:soaquelesquecontmomesmofrmaco(principioativo) na mesma dose e mesma forma farmacutica, alm de ser administrado pela mesma via e com a mesma indignao teraputica que o medicamento de referncia no pas. Geralmente produzido aps a expirao ourennciadaproteopatentriaoudeoutrosdireitosdeexclusividade, apresentadosegurana idntica do medicamentode referncia,uma vezqueo MinistriodaSade, pormeio daANVISA (AgnciaNacional deVigilnciaSanitria), avaliaos testes debioequivalndaebiodisponibilidade garantindo assim a sua intercambialidade.O mdico poder receitar um genrico do laboratrio que bem escolher ou um produto de marca de sua confiana, e a farmcia ter que respeitar esta vontade e deciso.MEDICAMENTO GENRICOUmmedicamento genrico um medicamento com a mesmasubstncia ativa,forma farmacuticaedosageme coma mesma indicao que o medicamento original, demarca. E principalmente, sointercambiveisemrelaoaomedicamentodereferncia, ouseja, atrocapelo genrico possvel. maisbaratoporqueos fabricantesdegenricos, aoproduziremmedicamentos aps ter terminado o perodo de proteo de patente dos originais, no precisam investir em pesquisas e refazer os estudos clnicos que do cobertura aos efeitos colaterais, que so os custos inerentes investigao e descoberta de novos medicamentos, visto que estes estudos j foram realizados para a aprovao do medicamento pela indstria que primeiramente obtinha a patente. Assim, podem vender medicamentos genricos com a mesma qualidade do original que detinha a patente a um preo mais baixo.Medicamento genrico no BrasilOs medicamentos genricos brasileiros so identificados por sua caractersticatarja amarelacomuma letra"G" impressa na embalagemOsmedicamentosgenricosforamintroduzidosnoBrasil em 1999nogovernodeFernandoHenriqueCardosopeloento ministro da sadeJos Serrae devempossuir emsuas embalagens uma tarja amarela com um grande "G" de Genrico e os seguintes dizeres:Medicamento Genrico - Lei 9.787/99".extenso o nome do princpio ativo. Tem preos em mdia 35% menores que os originais.Os genricos:So mais baratos porque dispensam investimentos em pesquisas e propaganda. Trata-se de uma cpia de um produto de referncia ou inovador. Sua eficincia e qualidade deve ser comprovada atravs de testes de bioequivalncia e Biodisponibilidade.Prescrioedispensao:Quandoomdicoprescreveummedicamentodemarca, omesmo poderser substitudopelofarmacuticopor umgenricocorrespondente, desdequeomdicono escreva na receita que no autoriza a substituio. O remdio de marca s pode ser substitudo por um genrico e nunca por um similar. Muitos mdicos j receitam usando o nome genrico. O medicamento Genrico identificado pela frase "MEDICAMENTO GENRICO LEI N 9787/99".Como tudo comeou - Em 1999 foi criada a categoria de "medicamentos genricos" pelo governo federal comoobjetivodeImplantarumapolticadepreosmaiscondizentescomarealidadescio-econmicadoBrasil. Em3defevereirode2000foramregistradososseisprimeirosmedicamentos genricos do pas: Ampicilina Sdica (antibiticos); Cloridrato de Ranitidina (antiulceroso); Cetoconazol (antimictico); Furosemida (diurtico);Sulfatode Salbutamol(broncodilatador). Em dezembrode2000, INCLUDEPICTURE "http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7a/Ritalin-SR-20mg-full.jpg/398px-Ritalin-SR-20mg-full.jpg" \* MERGEFORMATINET Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140817189medicamentos genricos de15laboratrios j haviam sido registrados. Em relao aos preos, os genricos custam, em media 40% menos que os medicamentos de marca. Em alguns casos, a diferena de preo pode chegar a 72%.Dados do Mercado de Genricos no Brasil - O mercado nacional de medicamentos atualmente de 7,5bilhes de dlares. Nos primeiros9meses de existncia, os genricos representavam1.06% desse mercadoem vaior, oque significa7,9milhes de dlares.Noprimeiro trimestre de2000,este nmero aumentou para1,47%.At o fim de2004 esperado um crescimento de30%alcanando um valor de 2 bilhes de dlares.O profissional pode proibir a troca do remdio de marca pelo genrico?Pode, mas nesse caso ele deve registrar por escrito, de forma legvel e clara, o porqu da proibioOs genricos podem ser trocados pelos medicamentos de marcaquando o mdico so se opuser substituio.MEDICAMENTO SIMILARAquele que contm o mesmo frmaco e apresenta a mesma concentrao, forma farmacutica, via de administrao, posologia e indicao teraputica do medicamento de referncia registrado no rgo federal, responsvel pela vigilncia sanitria. Pode diferir somente em caractersticas relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, recipientes e veculos, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca, mas no tm a obrigatoriedade de apresentao dos testes de bioequivalncia e biodisponibilidade.Contmomesmoprincpioativo, apresenta a mesma concentrao, forma farmacutica, via de administrao, posologia e indicao teraputica do medicamento de referncia, mas no so bioequivalentes.No pode substituir os remdios de marca na receita pois, apesar de terem qualidade assegurada pelo Ministrio da Sade, no passaram por testes de bioequivalncia.MEDICAMENTO DE MARCA OU REFERNCIA: o produto inovador, cuja eficcia, segurana e qualidade foram comprovadas cientificamente por ocasio do registro. geralmente o primeiro remdio que surgiu para curar determinada doena e sua marca bem conhecida. Ex: Aspirina.Bioequivalncia e BiodisponibilidadeSo testes feitos em laboratrios credenciados pela ANVS para aprovao de um genrico.O custo desses testes para a indstria aprovar um produto est entre R$ 50,00 (cinqenta mil) reais e R$ 250,00 (duzentos e cinqenta mil) reais, segundo a Abifarma. BIOEQUIVALNCIA:Consistenademonstraodaequivalnciafarmacuticaentreprodutos apresentados sob a mesma forma farmacutica, contendo idntica composio qualitativa e quantitativa de principio(s) ativo(s) e que tenham comparvel biodisponibilidade, quando estudados sob um mesmo desenho experimental.BIODISPONIBILIDADE: Indica a velocidade e a extenso de absoro de um princpio ativo em forma de dosagem na circulao sistmica ou sua excreo na urina.A biodisponibilidade pode ser afetada; um mesmo principio ativo pode ter varivel biodisponibilidade em diferentesformulaesfarmacuticas, provenientesdefabricantesdiversosou, ateentrelotesdeum mesmo fabricante. Isso decorre dos ingredientes farmacotcnicos empregados, dos mtodos de manufatura, docontroledequalidadedosprocedimentos deembalagemeestocagem. Quandoas concentraesplasmticas, dosfrmacossocrticasparaaobtenoteraputica, deve-seutilizar produto da mesma procedncia.RECEITA MDICA INCLUDEPICTURE "http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7a/Ritalin-SR-20mg-full.jpg/398px-Ritalin-SR-20mg-full.jpg" \* MERGEFORMATINET Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140818Oconhecimentodafamacocinticae dafarmacodinmicasoindispensveis nomomentoda prescrio do medicamento. Segundo as informaes obtidas na anamnese o mdico poder personalizar a dose e os intervalos de administrao de cada dose, evitando inconvenientes comdoses subteraputicas, efeitos colaterais e intoxicao.Farmacocintica: Farmacodinmica: POSOLOGIADescrevem a dose de um medicamento, os intervalos entre as administraes e a durao do tratamento.DOSE SUBTERAPUTICAOcorre quando a dose administrada no atinge o efeito desejado.HIPERSENSIBILIDADE ALRGICAPara sua produo, necessrio sensibilidade prvia do indivduo e o desenvolvimento de anticorpos pelo organismo. As principais caractersticas incluem erupes, coceira, edema dos tecido moles, bronco constio e reduo da presso arterial.PRESCRIO OU RECEITA MDICAA receita mdica serve para:- Definir um problema do paciente.- Especificar objetivo teraputico.- Verificar se adequado para o paciente.- Iniciar o tratamento.- Fornecer informaes, instrues e recomendaes.- Monitorar (interromper) o tratamento.Para a escolha de um medicamento o mdico tem que:- Definir diagnstico- Especificar objetivo teraputico- Levantamento de grupos eficazes de medicamentos- Escolha de um grupo eficaz, segurana, aplicabilidade, custo do tratamento- Escolha de um medicamento- Escolha de uma substncia ativa- Escolha de uma forma farmacutica- Escolha de uma posologia- Escolha de durao-padro tratamentoAS REAES ADVERSAS PODEM SER:Leve: No requerem tratamento especfico ou antdotos e no necessria a suspenso da droga.Moderada:Exigemodificaodateraputicamedicamentosa, apesar denoser necessriaa suspenso da droga agressora. Podem prolongar a hospitalizao e exigir tratamento especfico. INCLUDEPICTURE "http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7a/Ritalin-SR-20mg-full.jpg/398px-Ritalin-SR-20mg-full.jpg" \* MERGEFORMATINET o caminho que o medicamento faz no organismo. No se tratadoestudodoseumecanismodeaomaissimas etapasqueadrogasofredesdeaadministraoata excreo,queso:absoro,distribuio, biotransformao e excreo.ocampodafarmacologiaqueestudaos efeitosfisiolgicosdosfrmacosnos organismos,seusmecanismosdeaoea relaoentreconcentraodofrmacoe efeito.Deformasimplificada,podemos considerarfarmacodinmicacomooestudodo efeito da droga nos tecidosPraa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140819Graves:Potencialmente fatais, requerema interrupo da administrao do medicamento e tratamento especfico da reao adversa, hospitalizao ou prolongamento da estadia de pacientes j internados.Letais: Contribuem direta ou indiretamente para a morte do paciente.MODELO DE UMA RECEITA PADROO Nome e nmero do mdico prescrito no Conselho Regional de Medicina.O Nome e endereo do paciente.OUso OFrmula com os nomes das substncias ativas, segundo a D.C.B.O(Denominao Comum Brasileira).OPosologia: modo de usar o produto.OCarimbo e Assinatura do Mdico.OEndereo e telfone do Consultrio mdico.VIAS DE ADMINISTRAO DE MEDICAMENTOS o localonde o medicamento introduzido no organismo com a finalidade de ser absorvido, distribudo e ter sua ao farmacolgica, A escolha da via de administrao depende principalmente das propriedadesfsico-quimicasdomedicamentoedesuafinalidadeteraputica. Asviasdenominam-se enterais quando o frmaco entra em contato com qualquer segmento do trato digestivo (vias sublingual, bucal, oral e retal). As demais designadas parentais, j que no utilizam o tubo digestivo. Esse mtodo no deve ser confundido com o mtodo de administrao que o da injeo, como frequentemente se Dra Maria de L. C. SiqueiraCRM 00000CPF: 000.000.000-00Sr. Edson Plovas BuenoRua Marechal Deodoro, 186984940-000 Centro Siqueira Campos-PRUso InternoVia OralcidoAscrbico........................................ 250 mgPiridoxina................................................... 100 mgExcipienteqsq............................................ 1 CpsulaMande 30 CpsulaTomar 01 Cpsula, duas vezes ao diaR. Bugreiro, 24 Curitiba PR CEP 84240 024 Fone: (00) 2222 4444Dra Maria de L. C. SiqueiraCRM 0000012345678Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140820observa em prescries mdicas. Vias parentais compreendem as associadaspor injeo (Intravenosa, intramuscular, subcutnea e outras) e as que' prescindem(cutnea, respiratria, conjuntival etc.) respectivamente chamadas de diretas e indiretas. Geralmente, cada via pode ser abordada por diversos mtodos de administrao (injeo, instilao -introduzir gota a gota, deglutio, frico, etc.) nela se usa vrias formas farmacuticas (comprimidos, cpsulas, drgeas, solues, xarope, pomadas).Principais vias de administrao de frmacos:Enterais Parenterais Direta Parenterais IndiretaOral Intravenosa CutneaBucal Sublingual RetalIntramuscular Subcutnea Intradrmica Intra-arterialRespiratria Conjuntival Rino/ orofaringea GeniturinriaIntracrdiacaIntraperitomal Intrapleural IntratecalIntra-articularVIAS DE ADMINISTRAO ENTERAISVIA ORAL a mais utilizada para slidos e lquidos, porm exige do paciente a ingesto e a deglutio. A absoro se da no trato digestivo, podendo iniciar na boca (comprimidos de uso sublingual e solues) e ir at o intestino (drgeas de desintegrao entrica).Membrana de absoro: - mucosa do trato gastrintestinal.Vantagens:- -Maiores segurana, comodidade e economia,- -Estabelecimento de esquemas teraputicos fceis de serem cumpridos pelo paciente.- -Absoro intestinal favorecida pela grande superfcie de vilosidades intestinais. Desvantagens:- Aparecimento de efeitos adversos (nuseas, vmitos e diarreia) pela irritao.-tipo de formulaes farmacuticas;- pH- Alterao da Absoro na presena de alimentos ou outros medicamentos (incompatibilidade)- -Necessidade de cooperao do paciente.A absoro oral influenciada pela alimentao. A absoro de frmacos lipossolveis aumenta em presena de alimentos ricos em gorduras. O aumento de pH do suco gstrico dificulta a absoro de cidosfracosnoestmago. Retardoouaceleraodoesvaziamentogstricoafetaavelocidadede absoronosprimeirossegmentosintestinais. Algunsfrmacosquebramsaismetlicoscontidosnos alimentos, formandocompostosinsolveis, excretadospelasfezes. Essesfatoresdeterminamseum frmaco deve ser administrado junto ou afastado das refeies. Amisturadecertasdrogaspodediminuir seusefeitos. Omesmoacontececombebidase comidas. O melhor engolir todos os medicamentos com gua. Em vez de curar, medicamentos associados a outras drogas ou a determinados alimentos podem provocar efeito totalmente diferente do desejado. o que se chama de interao medicamentosa, ou seja, a interferncia de uma droga no destino de outra dentro do organismo. S para exemplificar, aquela velha alquimia de tomar leite com antibitico (do tipo tetraciclina), que sempre se pensou fazer bem, prejudicial. Isso porque os metais presentes no leite, como ferro, clcio e zinco, entram em ao com o princpio ativo do remdio no trato digestivo, impedindo a correta Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140821absoro do remdio. Resultado: boa parte dele eliminado pelas fezes, fazendo com que o paciente no se livre da infeco no tempo preestabelecido. No por acaso, a Organizao Mundial de Sade (OMS) recomenda que apenas um medicamentosejaingeridodecadavez, emboraexistamdoenasquenopermitamessetipode procedimento. Em jejum melhor "A absoro de um remdio melhor quando a pessoa est em jejum. Depois das refeies, o contato das molculas do medicamento com o estmago e o intestino cheios de alimentos prejudicada. Dessa forma, a absoro tambm sermenor",avisao professor SeiziOga,diretorda Faculdade de CinciasFarmacuticasdaUniversidadedeSoPaulo(USP), noBrasil. Seoremdiofor inevitvel depois das refeies, recomenda-se que isso seja feito com o intervalo de uma hora. Mas no caso de alguns remdios, como os analgsicos e os anti-reumticos (que combatem artrite, gota e reumatismo),o jejum pode irritar ainda mais a mucosa gstrica.Com esses," sempre bom comer algo antes, como um pedao de po, uma fatia de bolo ou um copo de leite, porque esses alimentos evitam parcialmente a irritao, sobretudo em quem j tem tendncia a lcera e gastrite", diz o professor Oga.Tomeremdiocomgua: Pessoasquetmpor hbitotomar qualquer remdiocomsuco, refrigerante ou ch precisam mudar essa prtica. "Medicamento se toma com gua", ensina Oga. "O ch era usado antigamente como antdoto contra veneno, porque 'cortava' seu efeito. Essa bebida, inclusive, contmumasubstncia, chamada tanino, que bloqueiaaabsorodesais minerais, comoferro, magnsio, clcio e zinco." A pessoa que comer caqui, berinjela ou caju, tambm ricos em tanino, ter dificuldades de reter esses sais minerais, que, em decorrncia de uma reao qumica, no conseguem atravessar o intestino. As drogas incompatveis:H alguns remdios que no deveriam ser tomados simultaneamente porquediminuemaeficciadeambosouaumentamasuatoxicidade. Aqui, algunsdessescasos, comentados pelo professor Seizi Oga. Anticido + anti-reumtico:"Os anticidos neutralizam a acidez, mas tambm alteram o pH do estmago. E essa alterao pode interferir na absoro de outros remdios e at de nutrientes", diz. Anticoagulante + antiinflamatrio: "Como ambos tm afinidades com as protenas do sangue, vo competir entre si e acabar provocando uma potencializao de seus efeitos". Cardiotnico (para insuficincia cardaca congestiva) + diurtico (para fortalecer as contraes do corao): "Pacientesquetomamcardiotnicopor algumtempoteroacmulodessefrmacono organismo. Normalmente, circulamnosanguepoucasmolculas, porqueelassefixamemdiferentes rgos. Mas, quando se toma diurtico, cuja funo eliminar gua do organismo, uma grande quantidade de molculas de cardiotnico pode voltar para o sangue e provocar intoxicao. Por ser essa associao de remdios muito freqente que se deve tomar mais cuidado". Tranqilizante + lcool: "Como ambos deprimem o sistema nervoso central, se tomados juntos podem potencializar o efeito. Dependendo da dose de lcool, o indivduo entra em depresso, depois em coma e pode vir at a morrer". Antibitico (derivado de tetraciclina) + leite, queijo, suco de laranja ou de maracuj: "Os metais presentes no leite ou nos sucos, como ferro, clcio e zinco, impedem a boa absoro do antibitico". Aspirina + colchicina (antigota) : "A Aspirina um analgsico e anti-reumtico que, sozinho, j podecausar irritaogstrica. Juntos, voprovocar irritaoaindamaior eatmicro-hemorragias imperceptveis".As formas farmacuticas empregadas por essa via compreendem vrios tipos de comprimidos, cpsulas, drgeas, suspenses, emulses, elixires, xaropes e solues. Os mtodos de administrao incluem deglutio e sondagem gstrica.Exemplos:-comprimidos de uso sublingual: nifedipna comprimido (Adalat);Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140822-comprimido de absoro pelo estmago: furosemida comprimido (Lasix)-drgeas de absoro no intestino: pancreatina + dimeticona (Pankreoflat)Via SublingualAlguns medicamentos so colocados debaixo da lngua para serem absorvidos diretamente pelos pequenos vasos sanguneos ali situados.Exemplos:-comprimidos de uso sublingual: nifedipina comprimidia (Adalat).Membrana de absoro: mucosa oral.Vantagens:- -Absoro rpida de substncias lipossolveis.- -Reduo de biotransformao de princpio ativo pelo fgado, por atingir diretamente a circulao sistmica. Desvantagens:- -Imprpria para substncias irritantes ou de sabores desagradveis.Via Retal:Com frequncia, a via retal utilizada quando a ingesto no possvel por causa de vmitos ou porque o paciente se encontra inconsciente.Utilizada para o uso de supositrios e clisteres, de ao local ou sistmica.Membrana de absoro: mucosa retal,Vantagens:- Administrao de medicamentos a pacientes inconscientes ou com nusea e vmitos, particularmente em lactentes.- Reduo de biotransformao do principio ativo pelo fgado, por atingir diretamente a circulao sistmica. Desvantagens:- Absoro irregular e incompleta.- Irritao da mucosa retal.Exemplo: supositrio de glicerina.ANTESDECOMERARMOSAFALARDAVIAPARENTERALDIRETA, AHIGIENEDAS MOS MUITO IMPORTANTE PARA EVITAR GERMES PARA OS PACIENTESONDE SE ESCONDEM OS GERMESRelgios, pulseiras, anis e jias, bemcomo embaixo das unhas (Principalmentenasunhascompridas) solocaisondeosgermesse escondem. Por isso muito importante que os profissionais mantenham as unhas curtas e evitem usar jias. TCNICA DE LAVAGEM DAS MOSSem tocar a pia, as mo so umedecidas e ensaboadas com cerca de 2 ml de sabo lquido, preferencialmente, por aproximadamente 15 segundos ou 5 vezes cada posio a seguir.Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-1408231 - Palma com Palma.2 - Palma direita sobre o dorso da mo esquerda e vice versa.3 - Palma com palma, entrelaando-se os dedos. 4 - Parte posterior dos dedos em palma da mo oposta; polpas digitais direitas em contato com as da mo esquerda.5 - Frico rotativa do polegar direito com a palma esquerda e vice-versa.6 - Frico rotativa em sentido horrio e anti-horrio com os dedos da mo direita unidos sobre a palma esquerda e vice-versa.Os pulsos tambmpodemreceber frico rotativa. As mo so secas compapel toalha descartvel de boa qualidade (contra-indica-se o uso de toalhas coletivas de tecidos ou em rolo, assim como os secadores eltricos). Fechar a torneira usando papel toalha descartvel.PROTETOR AUTOMTICO DE AGULHA Antes de utilizar a agulha acople o protetor no canho da agulha; Realize a injeo normalmente; Aps a aplicao, pressione o protetor de encontro a uma superfcie, reencapando-a; Uma vez reencapada, pode ser desprezada sem perigo de ocorrer o desencape acidental e conseqente risco de contaminao.VIA PARENTERALRupturadaintegradadedapele. Apresentacomoprinciapl vantagemrpidavelociadeda abosro. Via de escolha em casos de emergncias. Vantagens:- administrao de medicamentos sem a cooperao de paciente;1 2 3456A causa mais freqente na transmisso de doenas infecto-contagiosas em profissionais da sade d-se atravs de acidentes envolvendo agulhas contaminadas. Estima-se que, por ano, dois bilhes de procedimentos utilizando agulhas sejam realizados e que dois milhes de acidentes ocorram. O PROTETOR AUTOMTICO DE AGULHA vem revolucionar o descarte de materiais perfurocortantes, aumentando a segurana do profissional e tambm evitando acidente com contaminaes quando da remoo do lixo.Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140824- reposio rpida de lquidos e eletrtitos;- efeito mais rpido do medicamento.A administraoparental de medicamentospode serfeita pelasseguintesvias:intramuscular, endovenosa, intra-arterial, intraperitonial, intradrmica e subcutnea ou hipodrmica.PARENTERAL DIRETAIntramuscular (IM)Aplicao direta no msculo, para solues e suspenses. considerada mais segura do que a via intravenosa.Msculos mais aconselhveis para volumes especficos(para adultos):- deltide: volume de 1 a 2 ml;- glteo: volume de 1 a 4 ml.-O fluxo maior no msculo deltide e menor na massa gltea.Membranade absorco: endotlio dos capilares vasculares e linfticos.Vantagens:Absoro rpida- Administrao em pacientes mesmo inconscientes.- Adequada para volumes moderados, veculos aquosos, no aquosos e suspenses.Desvantagens:- Dor, desconforto, dano celular, hematoma, abscessos e reaes alrgicas.- Aparecimento de leses musculares pela aplicao de substncias irritantes ou substncias de pH distante da neutralidade,Aparecimento de processos inflamatrios pela injeo de substncias irritantes ou mal absorvidas. Exemplos: Benzilpenicilina benzatina injeo (Benzetacil)As injees intramusculares so contra-indicadas em pacientes com mecanismo de coagulao prejudicados, empacientescomdoenavascular perifricaoclusiva, edemaechoque, porqueessas molstiasprejudicamaabsoroperifrica. Almdenoseremadministradosemlocaisinflamados, edemaciado ou irritado ou ainda em locais com manchas de nascena, tecido cicatrizado ou outras leses.Endovenosa (EV) ou Intravenosa(IV) Aplicao no interior da veia, indicada quando se quer obter concentraes sanguneas elevadas e efeitos , imediatos, ou quando o medicamento irritante por outra via.A infuso endovenosa tem por finalidade manter constantes os nveis teraputicos em pacientes hospitalizados. Entretanto, na medida do possvel, no devem ser utilizados por essa via medicamentos oleosos ou que precipitem as clulas do sangue.Membranas de absoro: (no h absoro)Vantagens:- Obteno rpida de efeitos,- Administrao de grandes volumes em infuso lenta.- Aplicao de substncias irritantes, diludas.- Possibilidade de controle de doses, para preveno de efeitos txicos.Desvantagens:- Superdosagem relativa em injees rpidas.- Riscos de embolia, irritao do endotlio vascular, ao do pirognio, infeces por contaminastes bacterianos ou virticos e reaes anafilticas.- Imprpria para solventes oleosos e substncias insolveis.A injeo intermitente deve ser executada lentamente, em geralcom monitorizao dos efeitos apresentados pelo paciente. Com injees administradas muito rpidas h o perigo de alcanar imediatas e altas concentraes, indutoras de efeitos adversos no relacionados ao frmaco e sim a checada de soluesmuitoconcentradasaalgunstecidos. Asreaesmaiscomunssorespiraesirregulares, 3Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140825queda da presso sangunea e arritmias cardacas. Outro perigo da injeoIV a introduo acidental particuladooudearnaveia, acarretandoembolizao, eventualmentefatal. PortudoissoaviaIV consideradaamenossegura, devendoser reservadaparasituaesemqueestespecificamente indicada. Exemplo:cefoxtina (Mefoxin), Ceftriaxona I.V. (Rocefim).Intratecal (Raquidiana)Consistenainjeodesubstnciasdiretamentenoespaosubaracquinide. Aadministrao Intratecal consisteem injetar a preparao na camada Raquideano. O emprego desta via deve-se a difcil passagem dos medicamentos do sangue para o tecido nervoso especialmente para regio do encfalo. Aplicao no sistema nervoso central (SNC):usadaparafinsdeanestesialocal, adrogainjetadanoespaosubaracnidenacoluna vertebral. Deve ser utilizada quando se deseja uma alta concentrao da droga nas meninges ou no oixo crebro-espinhal. O efeito imediato. Exemplo: citarabina injetvel (Aracytin)Intra-ArterialAplicaonointerior daartria, indicadaquandosedesejaatingir determinadosrgosna administraode, porexemplo, antneoplscosoucontrastes. utilizadaparaobterefeitoemrgo especficos, como no tratamento de carcinomas.Vantagens:- Usada para gasometria para fins de diagnstico.- No h perdas de primeira passagem.Desvantagem:- E extremamenteperigosa,sdeveserfeitapor pessoas especializadas.Exemplo:bleomicina injetvel (Blenoxane).VIA INTRADRMICA OU INTRACUTNEA (I.D.) a aplicao da droga na derme. Geralmente utilizada para realizar teste de hipersensibilidade, em processos de dessensilidade e imunizao.(BCG).Os frmacos se absorvem mais lentamente que por via subcutnea. Devido s pequenas quantidades administradas, so utilizadas somente para testes diagnsticos e vacinao. REA DE APLICAO: Na face interna do antebrao. Locais onde oferece acesso fcil leitura da reao aos alrgenos. A vacina BCG intradrmica aplicada na rea de insero inferior do deltide direito. a camada mais profunda da pele(entre a epiderme e a derme); Medicamentos: os aplicados por esta via so: algumas vacinas, teste de sensibilidade a alergenos;Volume mximo: normalmente no ultrapassa 1,0(quantidades maiores so aplicadas em duas partes);Aplicao geralmente indolor; Tipo de seringa e agulha: seringas especficas de vacina (tuberculina) com agulhas curtas e finas; Locais de aplicao: parte interna do antebrao, pois no apresenta muitos pelos;Material: algodo com lcool, seringa de vacina e agulha especfica; INJEO SUBCUTNEA (SC)Aviasubcutnea, tambmchamadahipodrmica, indicada principalmenteparadrogasquenonecessitamser torapidamente absorvidas, quandosedesejaeficinciadadosagemetambmuma absoro contnua e segura do medicamento. Certasvacinas, comoa anti-rbica, drogas como a insulina, a adrenalina e outros hormnios so indicados especficos para esta via. REAS DE APLICAO Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140826Tecido subcutneo, entre a pele e o msculo usado para medicamentos que devemser absorvidos lentamente. Os locais mais adequados para aplicao so aqueles afastados das articulaes, nervos e grandes vasos sangneos: partes externas e superiores dos braos; laterais externas e frontais das coxas; ndegas; Seringa de vacina l ml c/ agulha 13x3,8. Usada principalmente na aplicao de insulina e vacinas. Fazer o constante rodzio dos locais de aplicao em diabticos.Medicamentos:osaplicadospor estasviasso: vacinas, insulinas, anticoagulanteseoutros medicamentos que devam ser absorvidos lentamente;Volume mximo: 3,0 ml. Aplicao geralmente indolor. TCNICA DE APLICAO:- lavar as mos;- verificar a concentrao, prazo de validade e o aspecto do produto;- remover o lacre e fazer a limpeza da rolha de borracha com algodo e lcool;- ajustar a agulha ao corpo da seringa, se for o caso;- introduzir a agulha no frasco e aspirar o lquido- retirar o ar da seringa, ajustando a dose, (no necessrio retirar a agulha- do frasco para ajustar a dose);- desconectar a agulha e a seringa do frasco (no necessrio trocar a agulha para a aplicao);- selecionar um local com poucos pelos, sem- Cicatrizes ou leses distante de veias calibrosas. - segurar no pacienteentre os dedos mdios e indicador, distendendo- a pele com o polegar;- introduzir o bisel voltado para cima de forma visvel ao aplicador, observando que a seringa fique paralela pele. Para maior firmeza, fixar o canho da agulha com o- Polegar, evitando que o bisel saia da sua posio;- injetar lentamente observando que a pele no esteja mais distendida;- retirar o polegar do canho e puxar lentamente a seringa com agulha e desprezar a seringa e a agulha na caixa coletora.Obs.:Na aplicao de injees subcutneas o paciente pode estar em p, sentado ou deitado, com a rea bem exposta. No se deve aplicar:- nas proximidades do umbigo e da cintura; - prximo das articulaes;- na regio genital e viriliaMembrana de Absoro: endotlio dos capitares vasculares e linfticos. Vantagens:Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140827- Absoro boa e constante para solues.- Absoro lenta para suspenses e pellets. Desvantagens:- Facilidade de sensibilizao do paciente.- Dor e necrose por substncias irritantes.PARENTERAL INDIRETATransmucosa ou Mucosa:Mucosas so tecidos que revestem algumas cavidades do organismo. Possuem elevada vascularizao que permitem uma rpida absoro. O tratamento pode ser realizado diretamente na mucosa lesada (olhos, nariz, ouvido) ou ainda possibilitar uma ao sistmica, ou seja, atividade geral ou em local diferente da aplicao (sublingual, retal, pulmonar). Mucosa Ocular ou Conjuntiva:: administrao nos olho(globo ocular). Mais utilizado para aplicao de medicamentos de ao local. Uso de pomadas, colrios e substncia para limpeza (estris).Mucosa Auricular: administrao nos ouvidos para medicamentos de ao local.Mucosa Nasal: administrao nas narinas para medicamentos de ao local.Mucosa Pulmonar:administrao por meio de inspirao (inalao) de partculas para absoro no trato respiratrio.Ao local e sistmica.Para substncias volteis como gases eaerossis. Vantagens:- A superfcie do epitlio pulmonar grande e a absoro boa.- Aplicao de alguns anestsicos gerais. Desvantagens:- Irritao da mucosa, ocasionada por vrias substncias,Exemplo: Fluir, Aerolim Spray, gs oxignio.Mucosa Vaginal:administrao pelo canal vaginal. Geralmente medicamentos de ao local, pela utiizao de vulos e comprimidos vaginais.Tpico ou Cutnea:so os medicamentos aplicados sobre a plele. Normalmente destinam-se a aolocal (pomadas, loo, cremesemplastroseadesivos). Quandoaplicadosemregiesdealta vascularizao podem apresentar ao sistmica.REGRAS GERAIS PARA ADMINISTRAO DE MEDICAMENTOSA administrao dos medicamentos feita por diferentes vias, com exatidao e o mscimo de segurana para o cliente, sempre sob prescrio medica. Esta uma das tarefas de maior responsabilidade que, em determinados casos, o atendente de farmcia assume. Todo medicamento deve ser prescrito pelo mdico e preparado com esta prescrio em mos. Ler o rtulo do medicamentopelo menos trs vezes, comprando-so com a data prescrio. Nunca administrar medicamentos sem rtulo, preparados por outra pessoa, ou permitir que um cliente administre medicamento a outro. Verificar a data de validade do medicamento. Surgindo dvidas acerca do medicamento, no administrar at que haja o esclarecimento. Identificar o cliente antes de administrar o medicamento, verificando com todo o cuidado a receita mdica. Satisfazer o quanto possvel aos pedidos do cliente, quanto ao gosto, dissolvendo o medicamento ou acrescentando acar, se no houver contra indicao. Concentrar-sesempreemcincoaspectosbsicos: nomedicamento, napessoa, nadose, no horrio, na via de administrao. AO DOS MEDICAMENTOSA ao dos medicamentos pode ser local ou sistmicaPraa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140828Ao LocalO medicamento age no prprio local onde aplicado (sem penetrar na circulao): na pele (pomadas, loes etc.); na mucosa (supositrios, vulos vaginais, colrios, gotas de uso nasal, colutrios); contrastes radiolgicos; slidos e lquidos de ao no aparelho digestivo (por exemplo: os anticidos neutralizam a ao do suco gstrico e so eliminados sem ser absorvidos).Ao sistmicaO medicamento ter de ser absorvido e entrar na corrente sangunea para, ento, chegar ao seu local de ao. Exemplos:1.Opacientetomaumcomprimidodefurosemidai;Lasix)-aochegar aoestmago, esse comprimido ser absorvido e entrar na corrente sangunea, para ento chegar ao rim e exercer sua ao diurtica.2.O paciente recebe uma injeo de furosemida (Lasix)-a droga ao ser njetada na veia do paciente, j entrar na corrente sangunea, para ento ir diretamente at o rim e exercer a sua ao.A ao, nestes dois exemplos, no no local de aplicao: a droga tem de ser transportada at o local onde ir agir.A maioria dos medicamentos tem ao sistmica.Classificao dos medicamentosOs medicamentos agrupam-se de acordo com sua funo no organismo, formando asclasses farmacolgicas. Aqueles que tmmais de uma funo apresentam-se emmais de uma classe farmacolgica. Noexistemmedicamentossemefeitoscolaterais, massimcomefeitoscolateraisde maior ou menor intensidade.CLASSIFICAO DAS FORMAS FARMACUTICASUso Interno:Via Oral:+ Aglomeradas: plulas, pastilhas, comprimidos, cpsulas, drgeas, granulados.+ Lquidos: solues (simples, compostos, xarope, suspenso). Uso Externo:+ Cutneo (tpico): pomadas, cremes, pastas, loes.+ Retal: supositrios.+ Vaginal: vulos, comprimidos vaginais, gel.Uso Parental:+ grandes volumes (nutrio parenteral).+ pequenos volumes (ampolas, injetveis IM, IV).+ contraste radiolgico.+ intradrmico.Formas FarmacuticasA escolha da forma farmacutica deve assegurar ao medicamento o mximo de ao e o mnimo de inconvenientes. Por motivos de ordem, as drogas no so administradas no seu estado natural. Usam-se coadjuvantes, estes tem com finalidade solubilizar, estabilizar, espessar, diluir, emulsionar, preservar, melhorar o sabor, dar cor a mistura final com o objetivo de oferecer uma forma farmacutica agradvel e eficiente.Vantagens das formas farmacuticas:+ Possibilidade de administrar doses exatas.+ Proteo droga contra o suco gstrico.+ Proteo contra influncia do oxignio.+ Mascarar sabor ou odor desagradvel da droga.+ Oferecer ao prolongada ou contnua da droga, atravs de uma forma de liberao prolongada.+ Proporcionar aoadequadadadrogaatravsdaadministraotpica(pom-adias, cremes, uso Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140829nasal, otolgico).+ Facilitar a colocao da droga nos orifcios do corpo.+ Facilitar a deposio das drogas internamente nos tecidos,+ A forma farmacutica depende das caractersticas do paciente e da doena.Os medicamentos podem ser slidos, lquidos, pastosos e gasosos.ADESIVOS: Aplicaes externas podems apresentar ao local ou sistmica.Emplasto: adesivos normalmente empregados para alvio de dor local.Sistemas transdrmicos de liberao de frmacos: so sistemas de auto-adesivos que liberam quantidades uniformes de frmacos na superfcie da pele, a qual atinge a corrente sangunea. A principal vantagem que evita efeitos gstricos, e a dose liberada e forma gradativa e ininterrupta(sistema de reposio hormonal e nicotina).SLIDOOs medicamentos slidos compreendem os ps, os comprimidos, as cpsulas, as drgeas, os supositrios e os vulos.Ps e GranuladosOs Ps podem ser destinados ao uso interno ou externo. O p mias comum nouso externo o talco, na maioria das vezes associada os frmacos com propriedades atimicorobianas. Os ps para uso interno normallmente so comercailizados em unidades individuaais e so utilizados para preparaes de solues somente no momento da administrao.Ex.: os injetveis (penicilina), os sais efervescentes e assuspensesdeantibiticosparausooral. Paraseremingeridossohabitualmentedissolvidosou colocadosemsuspensonagua, parafacilitar aposologiaeconservaosoapresentados em envelopes contendo doses unitrias.Exemplos:+ Bicarbonato de sdio;+ Acetilcisteina (Fluimucil) acondicionado em saches.Pastilhas: Comprimidos so obtidos com dissoluo lenta na cavidade da boca. Geralmente possuem ao localizada.COMPRIMIDOSForma farmacutica slida, compactada (p comprimido em formato prprio) VO.Na maioria dos casos devem ser ingeridos inteiros com um copo de gua para se desintegrar no trato Digestivo. Exemplo:+ Digoxna comprimido (Lanoxin);+ Fenitona comprimido (Hidantal).Temos tambm comprimidos com sistemas de liberao prolongada, onde os frmacos promovem uma liberao lenta e gradativa do princpio ativo, amentando o intervalo de administrao. Ex,: Plulas, Antibiticos, Antidepressivos, etc.Comprimidos RevestidosSotiposespeciaisdecomprimidosquevisamumaliberaocontroladadoP.A. reduzidaon de ingestes do medicamento (formas de ao prolongada) ou proteger o princpio ativo da degradao no estmago (comprimidos gastro-resistentes e drgeas).No devem ser jamais quebrados ou mastigados risco de perda do efeito teraputico ou intoxicao.Comprimidos SublinguaisDevem ser mantidos sob a lngua onde liberam a substncia ativa. A rica vascularizao propicia rpida absoro de pequenas doses.A substncia ativa no sofre ao dos sucos digestivos.Comprimidos EfervescentesDeixar dissolver completamente em um copo de gua antes de serem ingeridos.Praa Marechal Floriano Peixoto, 271 CentroCEP: 84130-000 [email protected] (42) 3252-140830Comprimidos VaginaisSo destinados via vaginal aplicar o mais profundamente possivel na cavidade vaginal. Alguns acompanham aplicadores que facilita a administrao.CpsulasSo constitudas por uminvlucro de gelatina dura ou mole contendo no seu interior o medicamento em forma slida, semi-slida ou lquida (desde que este no dissolva a cpsula), Utiliza-se com os seguintes objetivos:+ Eliminar sabor e odor desagradvel;+ Facilitar a deglutio;+ Facilitar a libertao do medicamento.Devem ser sempre conservadas ao abrigo da umidade e ingeridas inteiras com gua.Exemplo: amoxicilina cpsula (Amoxil) e Omeprazol Cpsula.DrgeasOs comprimidos podem apresentar revestimentos, que proporcionam proteo ao frmaco contra fatores externo como ar, umidade. Alm de mascarar o sabor e proporcionar caractersticas especficas de liberao. Contm um ncleo com o medicamento e um revestimento com acar e corante.So fabricados em drgeas os medicamentos que no devem ser utilizados na forma de comprimidos por apresentarem alguma destas caractersticas:+ Sabor ou odor desagradvel (o revestimento da drgea elimina o sabor e o odor);+ Exigir absoro no intestino (os comprimidos se dissolvem no estmago, mas as drgeas podem ser produzidas de maneira que sua liberao seja entrica);+ Facilitar a deglutio;+ Mascarar substncias que atacam as mucosas.Exemplos: a fenilbutazona drgea (Butazolidina) e o diclofenaco potssio drgea (Cataflan) somedicamentos irritantes da mucosa gstrica. Tomados em drgeas no provocam o efeito.SupositriosSoformasfarmacuticasslidas(deformatocnicoouogival) quefundemoudissolvema temperatura do corpo.So administrados pela via retal e pe