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Apostila Portugues Nivel Medio e Fundamental

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Text of Apostila Portugues Nivel Medio e Fundamental

LNGUA PORTUGUESAMDULO NVEL BSICO

MME/PROMINP/PETROBRAS

Secretaria da Educao

LNGUA PORTUGUESA

Salvador, 2009

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GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Jaques Wagner SECRETARIA DA EDUCAO Osvaldo Barreto Filho SUPERINTENDNCIA E AVALIAO E INFORMAES EDUCACIONAIS Eni Santana Barreto Basto COORDENAO DE AVALIAO E INFORMAES EDUCACIONAIS Marcos Antnio Santos de Pinho SUPERINTENDNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAO BSICA SUDEB Nildon Carlos Santos Pitombo DIRETORIA DE EDUCAO BSICA Whashington Carlos Ferreira Oliveira COORDENAO DE INFORMAES EDUCACIONAIS Ilza Patrcia de Carvalho Silva EQUIPE TCNICA DO PBF Maria Marise dos Santos Nielson Santos Souza Mamed Fatal

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COMISSO DE ELABORAO DE MATERIAL PARA CAPACITAO: EDMEIRE SANTOS COSTA COSTA GESTAR VALDIR DOS SANTOS SILVA GESTAR SNIA SCAVELLO GESTAR FTIMA PEREIRA GESTAR GRACE MOTTA GESTAR

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SUMRIOAPRESENTAO..........................................................................................................06 LEITURA E INTERPRETAO DE TEXTO ..............................................................07 TIPOLOGIA TEXTUAL ................................................................................................12 SIGNIFICAO LITERAL E CONTEXTUAL DE VOCBULOS ............................13 ORTOGRAFIA OFICIAL...............................................................................................16 ACENTUAO GRFICA ...........................................................................................21 EMPREGO DAS CLASSES DE PALAVRAS ..............................................................26 EMPREGO DO SINAL INDICATIVO DE CRASE......................................................29 SINTAXE DA ORAO E DO PERODO...................................................................34 SINAIS DE PONTUAO ............................................................................................42 CONCORDNCIA NOMINAL E VERBAL.................................................................44 REGNCIA ....................................................................................................................47 PRONOMES: EMPREGO, FORMAS DE TRATAMENTO E COLOCAO ...........49 EMPREGO DE TEMPOS E MODOS VERBAIS .........................................................54 EXERCCIOS..................................................................................................................57 GABARITOS ..................................................................................................................77 REFERNCIAS ..............................................................................................................79

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APRESENTAOCaro (a) aluno (a),

Sejam bem vindos ao estudo de nossa lngua portuguesa!

Esse material didtico foi escrito para voc, concursando do PROMINP. O Programa de Mobilizao da Indstria de petrleo e Gs, tem como principal objetivo qualificar gratuitamente mo de obra especializada em diversas categorias profissionais consideradas crticas para o setor de petrleo e gs, ou seja, categorias com disponibilidade de mo de obra bem inferior demanda do setor.

Visando melhor subsidi-lo(a) para o concurso, criamos o Mdulo Preparatrio, nvel bsico, de Lngua Portuguesa, com o contedo programtico determinado pela coordenao do PROMINP. Ser dividido em Compreenso e interpretao de Textos e de contedos gramaticais.

importante lembrar que os desafios so para serem superados, dessa forma, torcemos para v-los(as) vitoriosos(as) no processo seletivo e posterior insero no mercado de trabalho.

"Em todas as coisas, o sucesso depende de preparao prvia."(Confucio)

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LEITURA E INTERPRETAO DE TEXTOLeia o texto. Nossa Luz Nosso medo mais profundo, no o de que sejamos incapazes. Nosso maior medo que sejamos poderosos alm da medida. a nossa luz, no nossa escurido, que mais nos assusta. Ns nos perguntamos: Quem sou eu para ser brilhante, belo, talentoso e fabuloso? Na verdade, quem voc para no ser tudo isso?... Voc um filho de Deus. Fazer menos do que voc pode no serve para o mundo. No h nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas no se sintam inseguras em torno de voc. Nascemos para manifestar a glria de Deus que est dentro de ns. medida que deixamos nossa prpria luz brilhar, inconscientemente damos s outras pessoas permisso para fazer o mesmo. medida que ns nos libertamos do nosso medo, nossa presena automaticamente liberta as outras pessoas.(NELSON MANDELA Discurso de posse, em 1994)

mesmo? Expressar nossas emoes, falar aquilo que pensamos e interagir uns com os outros. Isso feito por meio da linguagem. Linguagem a capacidade humana de se comunicar por meio de palavras, imagens, sons, gestos, cores, expresses faciais, etc. Quando so usadas palavras, a linguagem chamada verbal. Quando so usadas imagens, gestos, sons, cores, etc. chamada no-verbal. Para a realizao dessa necessidade de se comunicar, para que essa capacidade humana possa ocorrer, o homem utiliza um conjunto organizado de sinais, a lngua. Lngua o conjunto organizado de sinais utilizado por uma comunidade para se comunicar. As palavras so as unidades de uma lngua e seguem certas leis para se organizar: as regras gramaticais. A necessidade de se comunicar existe em algum. A utilizao da lngua feita por algum. Esse algum chamada de Sujeito da linguagem. Sujeito da linguagem aquele que usa a lngua, aquele que tem a responsabilidade de dizer ou no dizer algo, pelo grau de explicitao a que se quer chegar, pela escolha de enunciados ambguos. Que tem sempre um trabalho a realizar a partir das possibilidades que a lngua coloca sua disposio 2. As noes de texto Todos ns ouvimos falar sobre texto. Cotidianamente, o texto aparece com muita freqncia nas escolas, na sociedade etc. Mas o que mesmo

Quando lemos um texto nos deparamos com uma dificuldade: entendermos o texto. O que que eu estou lendo? O que esse texto est querendo dizer com isso? Etc. Antes de comearmos o trabalho de interpretao do texto, vamos ver alguns assuntos importantes. 1. Lngua, Linguagem e Sujeito da linguagem No dia-a-dia, temos necessidades de nos comunicar com as pessoas, no

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texto? Veremos uma das definies de texto.

produo de um texto supe a existncia de uma outra pessoa a quem ele se dirige. A relao que existe entre frases e pargrafos no texto Depois de sabermos o que um texto, necessrio se faz falarmos de dois pontos, entre outros, fundamentais para a relao que existe entre as frases e os pargrafos dentro do texto. So eles: 1. o texto no um aglomerado de frases; 2. o texto feito com a inteno de debater algum assunto ou tema importante na sociedade. Um texto produzido de palavras, frases, pargrafos. Esses elementos lingsticos no fazem parte de um texto de maneira desorganizada. Eles existem e dependem um do outro para dar sentido ao texto, ou seja, para que o texto seja bem formado, e passe para o leitor a mensagem que o autor deseja transmitir. Por que se no for dessa forma (de dependncia um com o outro) o texto vira um emaranhado de frases, apenas. O autor do texto Nossa Luz, que podemos chamar de Sujeito da linguagem, teve necessidade de expressar aquilo que sentia sobre determinado assunto. Ao fazer isso, ele usou sua capacidade humana, a linguagem, para externar seu sentimento. Mas para conseguir que sua vontade tomasse forma, ele ainda utilizou os sinais organizados, que denominamos de lngua. Tudo isso foi feito em um s tipo de linguagem: a linguagem verbal, aquela que se constitui apenas por palavras. Com todos esses elementos, ele construiu um texto, porque: manifestouse lingisticamente, criou uma situao concreta (ou contexto) e mostrou sua inteno. Dessa forma,

Texto pode ser entendido como manifestao lingstica das idias de um autor, que sero interpretadas pelo leitor de acordo com seus conhecimentos lingsticos e culturais. Seu tamanho varivel. Perceba que o texto no definido pelo seu tamanho, mas pela inteno de comunicar algo a algum. Assim, o texto tanto pode ser uma simples palavra como pode ser uma pgina inteira. Por exemplo: Fogo! Imagine a seguinte situao: voc est trabalhando dentro de um shopping e v algum desesperadamente gritando: Fogo, fogo, fogo! A palavra fogo nessa circunstncia um texto, pelas seguintes razes: a palavra fogo uma manifestao lingstica produzida por algum; existe uma situao concreta (contexto); existe uma inteno. Pelo conhecimento que voc j tem sobre essa situao, sua interpretao ser a de que h algo pegando fogo dentro do shopping e a pessoa que gritou tenta, ao gritar, alertar outras pessoas e, se possvel, conseguir ajuda. A pessoa est, com seu grito, realizando uma manifestao lingstica; a situao concreta o algum espao do shopping que pega fogo e a inteno a de avisar outras pessoas do perigo e conseguir socorro. Por isso, Fogo! pode ser tomado como um texto. Outra coisa importante a respeito do texto que ele sempre dirigido a algum, ainda que esse algum seja voc mesmo. Ou seja, a situao de 8

a) Para se fazer uma boa leitura, devemos ler o texto todo, confrontando suas frases e seus pargrafos. b) Fazendo essa boa leitura, seremos capazes de compreendermos o texto.

Nas linha 7, o narrador afirma que o professor tinha ombros contrados. Essa caractersticas, fora do contexto em que est inserida, pode sugerir vrias interpretaes. Mas, levando em conta o contexto, apenas haver uma possibilidade de interpretao adequada. Indique qual essa possibilidade. a) b) c) d) que o professor era velhinho; que era frgil fisicamente; que era corcunda; que era acovardado e submisso s expresses sociais.

Exerccio 01Os desastres de Sofia Qualquer que tivesse sido o seu trabalho anterior, ele o abandonara, mudara de profisso e passara pesadamente a ensinar no curso primrio: era tudo o que sabamos dele. O professor era gordo, grande e silencioso, de ombros con

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