Apresentação Patologias Rev2

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Apresentação sobre patologias.

Text of Apresentação Patologias Rev2

  • Disciplina: Materiais de Revestimento Prof.: Antnio Jnior Aluna: Isadora, Luana, Lucimar, Tais e Vivian Belo Horizonte, 25 de Junho de 2015 PATOLOGIAS EM REVESTIMENTOS

  • RESUMOEste trabalho aborda as principais patologias em revestimentos cermicos, apresentando alguns exemplares, e os principais problemas que fazem com que o revestimento cermico no cumpra as funes para as quais foram projetados.

    Suas principais funes so:

    Proteger contra infiltraes externas; Proporcionar maior conforto trmico no interior da edificao; Oferecer boa resistncia contra as intempries e maresia; Ter vida longa de uso; Fcil limpeza e manuteno; Oferecer diferencial esttico e de mercado.

  • PATOLOGIAS NAS EDIFICAESO estudo das Patologias nas Edificaes compreende anlise das anomalias ou problemas do edifcio e as alteraes anatmicas e funcionais causadas.

    Assim como na medicina, na engenharia diversos termos so usados em associao ao comportamento das patologias das edificaes, porm, voltados ao estudo do comportamento dos materiais que compreendem uma edificao.

    So eles:

    Condies em que atuam as fachadas

    Fonte: http://www.greentime.pt/obras-em-casa/2011/10/recuperacao-fachadas-pinturas-exteriores-de-casas/

  • DIAGNSTICOBusca identificar e descrever o mecanismo, as origens e causas do problema detectado;PROGNSTICOEstima a evoluo do problema ao longo do tempo;

    ANAMNESEBusca relembrar atravs de dados histricos, fatos registrados, documentos, e outros, relacionados edificao. Possui formas corretas de serem aplicadas;PROFILAXIA Aplicao de meios para evitar problemas nas edificaes e suas propagaes;TERAPIA a busca do melhor tratamento para o(s) problema(s) encontrado(s).

  • Componentes do sistema1. Base 2. SubstratoChapiscoEmboo3. Argamassa de assentamentoArgamassas dosadas em obraArgamassas adesivas industrializadasPastas de resinas e resinas de reao4. Placa cermica5. Argamassa de rejuntamentoFonte: http://www.weber.com.br

  • Congnitas; Construtivas; Adquiridas; Acidentais.

    PRINCIPAIS PATOLOGIAS EM REVESTIMENTOS CERMICOS DE FACHADAS

  • Eflorescncias;Trincas e fissuras;Destacamento/ Descolamento;Gretamento;Deteriorao das junta;Manchas e Bolor;

    TIPOS DE PATOLOGIAS

  • ESTUDO DE CASO - EFLORESCNCIA

  • FOTOS DE EFLORESCNCIA

    ESTUDO DE CASO - EFLORESCNCIA

  • Definio o depsito cristalino, de cor branca, na superfcie dos revestimentos de paredes, piso e tetosResultante da migrao e evaporao de solues aquosas salinizadas Os sais solveis nos componentes das alvenarias, nas argamassas de emboo, de assentamento, de rejuntamento ou nas prprias placas cermicas so transportados pela gua utilizada na construo, na limpeza ou vinda de infiltraes, atravs dos poros dos componentes do sistema de revestimentoEm contato com o ar, os sais se solidificam, causando depsitos.Com a presena constante de umidade e com alguns tipos de sais de difcil secagem, os depsitos apresentam-se com exsudao na superfcie, de cor branca nas reas revestida, comprometendo a esttica do revestimento

    ESTUDO DE CASO - EFLORESCNCIA

  • Principais causasExistncia de sais solveis nos materiais ou componentes, - As placas cermicas e a argamassa possuem vazios em seu interior (poros abertos e fechados, rede de micro canais, cavidades, bolhasPresena de gua, umidadeExistncia de presso hidrosttica para propiciar a migrao da soluo para a superfcie - A gua penetra no interior por capilaridade ou por fora de gradiente hidrulicoLargura inadequada de junta - Se a pea cermica for assentada com largura de junta insuficiente para absorver os esforos oriundos da dilatao, pode atingir o regime plstico, causando tenso residual e criando fissuras/trincas e possibilitando a entrada de gua no revestimentoESTUDO DE CASO - EFLORESCNCIA

  • ESTUDO DE CASO - EFLORESCNCIA

    DIAGNSTICOInfiltrao de gua com carreamento dos sais provenientes do hidrxido de clcio, produto resultante da hidratao do cimento ou presente nos componentes do revestimento, com formao de manchas brancasPROGNSTICOSe a causa no for sanada, o problema persistirANAMNESECermica de qualidade ruim, porosaRejunte porosoPresena de umidade

  • ESTUDO DE CASO - EFLORESCNCIA

    PROFILAXIA Impedir as infiltraes, umidadeUtilizar trao do emboo com baixo consumo de cimento PortlandUtilizar emboo com cimento de baixo teor de lcalis;Utilizar cermica de boa qualidade. Cermica queimada em altas temperaturas possui menos sais solveis e menos reativa;Respeitar ao tempo necessrio para secagem de todas as camadas do substratoTERAPIALimpeza com escova, eliminar todos resduosLavagem com soluo diluda de cido muritico de 5 a 10%. Em seguida, enxaguar muito bem a superfcieEliminar as causas das infiltraes.Troca do rejunte cimentcio para elastomricoDeterminao adequada largura juntaAplicao de hidrofugante base de silano siloxano

  • ESTUDO DE CASO DESTACAMENTO DE REVESTIMENTO POR FALHA CONSTRUTIVA

  • ESTUDO DE CASO DESTACAMENTO DE REVESTIMENTO POR FALHA CONSTRUTIVA

  • ESTUDO DE CASO DESTACAMENTO DE REVESTIMENTO POR FALHA CONSTRUTIVA

  • DefinioSo falhas resultantes de um conjunto de omisses, impercia ou no cumprimento de procedimentos ao se executar o servio.Geralmente este tipo de falha ocorre por planejamento ineficaz das etapas do processo construtivo.Falhas de execuo so aqueles servios que apresentam manifestaes patolgicas em razo da falta de controle adequado dos servios, omisso de alguma especificao que conste em projeto e falta de cumprimento da normalizao tcnica (THOMAZ et al., 2004).

    ESTUDO DE CASO DESTACAMENTO DE REVESTIMENTO POR FALHA CONSTRUTIVA

  • ESTUDO DE CASO DESTACAMENTO DE REVESTIMENTO POR FALHA CONSTRUTIVA

    DIAGNSTICODestacamento de peas cermicas em partes do pano revestimentoPROGNSTICOSe a causa no for sanada, haver destacamento geral das peas cermicas. Haver infiltraes nos cmodos atrs da fachada.ANAMNESECermica com engobe.Rejunte em material rgido (argamassa).Ausncia de juntas horizontais, verticais e de dessolidarizao.Cordes da argamassa de assentamento no rompidos.Partes do tardoz da cermica destacada limpa, sem presena de argamassa de assentamento

  • ESTUDO DE CASO DESTACAMENTO DE REVESTIMENTO POR FALHA CONSTRUTIVA

    PROFILAXIA Utilizar rejunte flexvel.Criar as necessrias juntas.Respeitar procedimento de assentamento, no excedendo o tempo em aberto da argamassa.Limpar o tardoz da cermica retirando o engobe..TERAPIARetirar cermicas com som cavo ou danificadasRetirar rejunte cimentcioRetirar material pulverulento do substratoCriar juntas de movimentao horizontais a cada 3 metrosCriar juntas de movimentao verticais a cada 6 metrosCriar juntas de dessolidarizao nas quinas e onde houver transio de materiaisUtilizar rejunte flexvel

  • ESTUDO DE CASO DETERIORAO DO REJUNTE

  • DefinioResponsvel por garantir a estanqueidade do revestimento cermico e por absorver deformaes, a deteriorao das juntas de assentamento, rejuntes, compromete todo o sistema de revestimento.Podem ser compostos a base de cimento, industrializados ou dosados em obra e a base orgnica, como epxi, especiais, a base de uretanos e silicone.

    ESTUDO DE CASO DETERIORAO DO REJUNTE

  • ESTUDO DE CASO DETERIORAO DO REJUNTEFonte: Junginger, 2003

    DIAGNSTICOPerda da estanqueidade da juntaEnvelhecimento do material de preenchimentoPeas cermicas sem rejunte entre elas.PROGNSTICOEstanqueidade comprometidaPossibilidade de aparecimento de infiltraesDesencadeamento de outras patologias, inclusive o colapso do revestimento.ANAMNESELimpeza inadequada aps execuo do rejunteAtaques de agentes atmosfricosSolicitaes mecnicasEnvelhecimento do material de preenchimentoPerda do rejunteouPreenchimento superficial da juntaDesagregao do material de preenchimento

  • ESTUDO DE CASO DETERIORAO DO REJUNTE

    PROFILAXIA Controle da execuo do rejuntamentoEscolha adequada dos materiais de preenchimentos das juntas.Executar o rejunte com espaamento adequadoAtentar para a trabalhabilidade do materialTERAPIARemoo de todo o material envelhecido ou fragilizadoLimpeza da juntaAplicao do material de enchimento de forma adequadaEm situaes onde a junta possui dimenso inferior a minima necessaria fundamental a retirada da ceramica e assentamento de novas peas obedecendo o espassamento.

  • Referncia: ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas. NBR 14.992, NBR 13.755, 14992/2003CARVALHO, Antnio Neves Jnior. Notas de AulaCARASEK, Helena. Argamassas, Materiais de Construo Civil e Princpios da Cincia e Engenharia de Materiaishttp://www.cecc.eng.ufmg.br/trabalhos/pg1/Monografia%20Marcia.pdfhttp://cursos.unisanta.br/civil/arquivos/patologia-revestimento-ceramico.pdfhttp://www.comunidadedaconstrucao.com.br/upload/ativos/132/anexo/03pespat.pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18141/tde-30042010-101558/pt-br.phphttp://techne.pini.com.br/engenharia-civil/116/artigo287385-1.aspxhttp://www.nst.ufba.br/files/Antonio%20Sergio.pdfhttp://mfolha.com.br/patologias_em_rev.phphttp://grupokalfix.com.br/modules/articles/article.php?id=1http://www.mrcl.com.br/xivcobreap/tt25.pdfhttp://www.ceramicaindustrial.org.br/pdf/v15n5-6/v15n5-6a04.pdfhttp://www.citimat.com.br/dica2.htmlManual de Recomendaes Tcnicas HabitareImagem de capa: http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/184/fachadas-com-revestimento-ceramico-nao-aderido-286935-1.aspx

    *****Congnitas:So as manifestaes patolgicas originrias da fase de projeto, em funo do no cumprimento das normas tcnicas, ou, erros e omisses dos profissionais da rea, que resultam em falhas no detalhamento e projeto dos revestimentos. Representam aproximadamente 40% dos problemas registrados nas edificaes;

    Construtivas:A patologia construtiva tem sua origem na fase de execuo da obra, resultado do desp