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Apresentação

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Text of Apresentação

  • Equipe:Adrielle Matos guida Christiane MartinsAmanda GabrielaGerlaneGuilhermeHugoIure BragaLeandroMarcos AlvesPriscilaRobemarRobertaProf. Ubaldino MarquesHERMENUTICA JURDICA

  • INTERPRETAO E INTEGRAO DO DIREITO As leis podem apresentar algumas deficincias ou falhas, por no estarem totalmente adaptadas s novas situaes que surgem no dia-a-dia.Essas falhas se do na forma de lacunas ou omisses na lei, que podem ser verificadas quando no h informaes suficientes na lei que resolvam o caso concreto, ou quando a prpria lei deixa a cargo do juiz decidir, com base em seus critrios e convices.A soluo existente na Ordem Jurdica para resolver o problema das lacunas ou omisses da lei se d mediante um processo de integrao da norma, de forma que a falha ser preenchida com elementos contidos na prpria Ordem Jurdica ou por princpios jurdicos, utilizados de acordo com a lgica e o bom senso.

  • Assim o processo de integrao das normas jurdicas se dar pelaanalogia e Princpios Gerais de Direito.

    Vale dizer que os processos de integrao da norma no podem ser classificados como fontes do Direito, vez que no criam regras e normas, mas to somente auxiliam o operador do Direito a descobrir a norma aplicvel.

  • HERMENUTICA E INTERPRETAO

    PROCESSO COMUNICATIVO EMISSOR RECEPTOR MENSAGEM (SIGNIFICADO)TEXTO (SIGNIFICANTE)

  • ATO DE INTERPRETAR NA PERSPECTIVA JURDICA (Esquema)

  • MODOS DE INTEGRAO DO DIREITO

  • INSTRUMENTOS QUASE-LGICOS:

    ANALOGIA,

    INDUO AMPLIFICADORA,

    INTERPRETAO EXTENSIVA.

  • ANALOGIA Para TRCIO SAMPAIO DE FERRAZ JNIOR, a analogia iuris uma espcie de conjugao de dois mtodos lgicos: a induo e a deduo. A partir de casos particulares obtm-se uma generalizao da qual resultam princpios os quais se aplicam, ento dedutivamente, a outros casos. um raciocnio quase-lgico.

    Analogia(Definio);Procedimentos quase-lgicos. (Definio e Exemplos)Distinguindo Analogiada Induo e Deduo.O uso da analogia no Direito.- analogia legis e analogia juris

  • MARIA HELENA DINIZ entende que a analogia consiste em aplicar a umcaso no previsto de modo direto ou especfico por uma norma jurdica,uma norma prevista para uma hiptese distinta, mas semelhante ao casono contemplado, fundado na identidade do motivo da norma e no daidentidade do fato

    O fundamento da aplicao da analogia o princpio da igualdade,segundo o qual, mutatis mutantis, a lei deve tratar igualmente osiguais, na exata medida de sua desigualdade.

    A analogia no se confunde com a interpretao extensiva, j que aprimeira promove a integrao da norma jurdica, e, a segunda, tem porescopo a busca do sentido da norma jurdica.

  • INDUO AMPLIFICADORA

  • INTERPRETAO EXTENSIVA

  • INSTRUMENTOS INSTITUCIONAIS:

    COSTUMES;PRINCPIOS GERAIS DE DIREITO;EQUIDADE.

  • COSTUMES

    O costume so regras de conduta de uma sociedade,criada pela conscincia . uma maneira cultural da sociedade manifestra-se. Baseia-se ,em termos na crena e na tradio,sob a qual o argumento de algo que deve ser feito.

    O costume usado na ausncia de uma norma legal, quando esta no tem fundamento.O legislador ento usa o costume sendo a segunda fonte do direito na falta da analogia. Ocupa os vazios do ordenamento legal e no global ao qual se pertencem tambm as normas consuetudinrias.Ou seja,se no h normas consumeira,no h lacuna ,mas pode haver omisso da norma legal.Constituium meio de integrao dePraeter legem.(Completa a lei).

  • PRINCPIOS GERAIS DE DIREITO

  • O QUE EQUIDADE?

    Significa o uso da imparcialidade para reconhecer o direito de cada um, usando a equivalncia para se tornarem iguais, e vem do latim "equitas. A equidade adapta a regra para um determinado caso especfico, a fim de deix-la mais justa.

  • Equidade no Direito Equidade uma forma justa da aplicao do Direito, porque adaptada a regra, a uma situao existente, onde so observados os critrios de igualdade e de justia. A equidade no somente interpreta a lei, como evita que a aplicao da lei possa, em alguns casos, prejudicar alguns indivduos, j que toda a interpretao da justia deve tender para o justo, para a medida do possvel, suplementando a lei preenchendo os vazios encontrados na mesma. O uso da equidade tem de ser disposta conforme o contedo expresso da norma, levando em conta a moral social vigente, o regime poltico do Estado e os princpios gerais do Direito. A equidade em sntese, completa o que a justia no alcana, fazendo com que a aplicao das leis no se tornem muito rgidas onde poderia prejudicar alguns casos especficos onde a lei no alcana.

  • Exemplo Sem a presena da equidade no ordenamento jrdico, a aplicao das leis criadas pelos legisladores e outorgadas pelo chefe do Executivo acabariam por se tornar muito rgidas, o que beneficiaria grande parte da populao; mas ao mesmo tempo, prejudicaria alguns casos especficos aos quais a lei no teria como alcanar. Esta afirmao pode ser verificada na seguinte fala contida na obra "Estudios sobre el processo civil" de Piero Calamandrei:

    [...] o legislador permite ao juiz aplicar a norma com equidade, ou seja, temperar seu rigor naqueles casos em que a aplicao da mesma (no caso, "a mesma" seria "a lei") levaria ao sacrifcio de interesses individuais que o legislador no pde explicitamente proteger em sua norma.

  • LIMITES INTEGRAO

  • O QUE HERMENUTICA?

  • HERMENUTICA

    A palavra "hermenutica" de origem grega, significando interpretao; segundo alguns, a sua origem o nome do deus da mitologia grega HERMES, a quem era atribudo o dom de interpretar a vontade divina. Hermes era o responsvel por levar as mensagens dos demais deuses, que habitavam o Olimpo, aos mortais.

  • HERMENUTICA

    Estabelece critrios de interpretao, objetivamente corretos, racionais, verificveis, satisfatoriamente, afastando-os do subjetivismo, decisionismo e arbitrariedades. Proveniente do Grego hermeneuein(interpretar), hermeneia (interpretao) = interpretao do sentido das palavras.

  • O QUE DIREITO ?

    KELSEN: DIREITO NORMA(se A , B deve ser). S as normas constituem objeto do conhecimento Jurdica.

    COSSIO: DIREITO CONDUTA NORMADA O Direito, como objeto, conduta em interferncia intersubjetiva; um ser cultural, real, tem valor(+ e-),cuja compreenso atingvel mediante o mtodo emprico-dialtico.

  • HERMENUTICA

    cincia; Atividade ulterior a aplicao; Existem independente de seu uso; Carter terico-jurdico ou abstrato; Processos aplicveis para determinar osentido e o alcance das e expresses do Direito; Refletir e criar as formas pelas quais sero feitas as interpretaesINTERPRETAO

    uma arte - operao

    pragmtica necessita do caso concreto;

    Aplicao ao caso concreto de enunciados j estabelecidos;

    Explicar, esclarece, dar o verdadeiro significado do vocbulo;

    Extrair da norma tudo o que nela se contm;

    Revelar o seu sentido apropriado para a vida real.

  • HERMENUTICA

    cincia; Atividade ulterior a aplicao; Existem independente de seu uso; Carter terico-jurdico ou abstrato; Processos aplicveis para determinar o sentido e o alcance das e expresses do Direito;Refletir e criar as formas pelas quais sero feitas as interpretaes.INTERPRETAO

    uma arte operao

    pragmtica necessita do

    caso concreto;

    Aplicao ao caso concreto de enunciados j estabelecidos;

    Explicar, esclarece, dar o verdadeiro significado do vocbulo;

    Extrair da norma tudo o que nela se contm;

    Revelar o seu sentido apropriado para a vida real.

  • CONCLUSO A interpretao jurdica torna-se em um processo argumentativo aberto que utiliza a norma e o sistema dogmtico como pontos de vista,constituindo argumentos pragmticos de justia material ou estabelecimento de fins jurdicos, que servem para encaminhar a soluo do problema.

  • REFERNCIAS:

  • INTERPRETAO ESPECFICAS

    NOS DISCURSOS JURDICOS(LEGISLATIVOS, JUDICIAIS E DOUTRINRIOS) EXIGEM A ELABORAO DE METODOLOGIAS DE INTERPRETAO;

    NOS PERMITAM COMPREENDER ADEQUADAMENTE O SENTIDO DE CADA TEXTO JURDICO;