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Asa palavra 23

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Text of Asa palavra 23

  • Anderson Lopes TavaresAndr Leonardo Prado CouraAndreia Amorim NederCamila Teresa MartucheliFernando Csar SilvaFlvia Maria Resende SilvaHeliete Lopes CamposHudson de Oliveira CambraiaKalahan Muniz de Oliveira VelosoJanana Aparecida Palhares,Jlio Csar dos ReisLaisa Thalita Bernardino FelicssimoLaura Diniz OliveiraLcio Alves de BarrosLuis Carlos GontijoMarileide Soares FerreiraMarina PachecoTelesRafael Tallarico Renato Batista FernandesSirlei de Brito Ribeiro Stela Magalhes de AlmeidaTaisse June Barcelos Maciel RomanoThayne Silva VieiraVictor do Carmo Oliveira

    Faculdade ASA de Brumadinho(www.faculdadeasa.com.br)

    DiretoriasGeral: Snia Aparecida Barcelos MacielAdministrativa: Alcimar BarcelosFinanceira: Avimar de Melo BarcelosAcadmica: Snia Aparecida Barcelos Maciel

    Organizao e Coordenao EditorialSofia Martins Moreira Lopes Doutorandaem Estudos Lingusticos professora universitriaemail: [email protected]

    Comisso EditorialSofia Martins Moreira Lopes

    Conselho EditorialLcio Alves de BarrosMaria Lcia Resende Chaves TeixeiraRenato Batista FernandesSirlei de Brito RibeiroSofia Martins Moreira LopesValria Costa Couto

    Ficha Catalogrfica Simone Aparecida Silva

    Colaboradores TextosAnderson Lopes TavaresAndr Leonardo Prado CouraAndreia Amorim NederCamila Teresa MartucheliFernando Csar SilvaFlvia Maria Resende SilvaHeliete Lopes CamposHudson de Oliveira CambraiaKalahan Muniz de Oliveira VelosoJanana Aparecida Palhares,Jlio Csar dos ReisLaisa Thalita Bernardino FelicssimoLaura Diniz OliveiraLcio Alves de BarrosLuis Carlos GontijoMarileide Soares FerreiraMarina PachecoTelesRafael Tallarico Renato Batista FernandesSirlei de Brito Ribeiro Stela Magalhes de AlmeidaTaisse June Barcelos Maciel RomanoThayne Silva VieiraVictor do Carmo Oliveira

    Reviso GeralSofia Martins Moreira Lopes

    Reviso EspecficaResponsabilidade de cada autor

    Projeto GrficoSofia Martins Moreira Lopes e Marconi Lage

    Concepo de capa e folhas de seoSofia Martins Moreira Lopes e Marconi Lage

    DiagramaoMarconi Lage Nonato

    ImpressoEditora Pampulha

    Tiragem350 Exemplares

    Impresso no BrasilPrinted in Brazil

    Asa-Palavra/ Faculdade ASA de Brumadinho.v. I. n.23 ago/dez 2015: Faculdade ASA, 2015.

    SemestralISSN 18062857

    1. Ensino Superior-Peridicos, 1. Faculdade ASA de Brumadinho.

    CDU: 378

    Apresentao

    Este nmero da revista Asa-Palavra traz textos de vrias vertentes do conhecimento cientfico, como de

    costume. A arte da capa busca evidenciar o pensamento cientfico. Para ilustrar, trouxemos uma imagem produzida

    luz da clebre escultura do Pensador, de Auguste Rodin. Retrata um homem em meditao, de costas, mais voltado

    reflexo. A imagem somente em preto e branco representa um homem mais sbrio, mais srio, em busca das respostas

    para os questionamentos cientficos. No fundo palavras aleatrias, soltas, mas no seguimento de um pensamento, como

    um painel a ser contemplado, examinado, estudado.

    A epgrafe traz a to conhecida mxima de Ren Descartes, que destaca o pensamento como a nica maneira

    de o homem afirmar a sua existncia neste mundo.

    Os artigos de cada seo representam a diversidade do pensamento cientfico, nas diferentes reas do

    conhecimento. Desejamos que a leitura dos textos deste peridico incentivem o pensamento e a reflexo dos nossos

    ilustres leitores.

    Boa leitura a todos!

    Sofia Martins Moreira Lopes

    Coordenao Editorial

  • Penso, logo existo.(Ren Descartes)

  • Sumrio

    Democracia - Federalismo - Soberania

    O PARADOXO POLICIAL NO ESTADO DEMOCRTICO DE DIREITO

    Lcio Alves de Barros

    Luis Carlos Gontijo ....................................................................................................................................... 15

    A EDUCAO POLTICA COMO MECANISMO DE APRIMORAMENTO DA DEMOCRACIA

    Hudson de Oliveira Cambraia

    Stela Magalhes de Almeida ........................................................................................................................... 35

    EM QUE MEDIDA A DESCENTRALIZAO DO PODER PROPOSTA PELO FEDERALISMO BRASILEIRO

    CONTRIBUI PARA O PARADIGMA DO ESTADO DEMOCRTICO DE DIREITO?

    Laisa Thalita Bernardino Felicssimo ................................................................................................................ 47

    1865-2015: CENTO E CINQUENTA ANOS DO FIM DA GUERRA CIVIL AMERICANA

    Janana Aparecida Palhares

    Rafael Tallarico

    Sirlei de Brito Ribeiro ................................................................................................................................... 61

    Legalidade - Relaes de Consumo - Resilincia

    LEGALIDADE ADMINISTRATIVA: UMA RELEITURA ENCAMINHADA JURIDICIDADE

    Andr Leonardo Prado Coura ......................................................................................................................... 71

    A IMPORTNCIA DA TUTELA ADMINISTRATIVA NAS RELAES DE CONSUMO

    Kalahan Muniz de Oliveira Veloso

    Andreia Amorim Neder ................................................................................................................................. 85

    RESILINCIA NO MBITO DO PROFISSIONAL DE DIREITO CRIMINAL

    Marina PachecoTeles

    Taisse June Barcelos Maciel Romano

    Thayne Silva Vieira ........................................................................................................................................ 97

  • Contabilidade - Controle - Qualidade - Empreendedorismo

    CONTABILIDADE GERENCIAL: COMPARAO DA QUALIDADE DA PRODUO CIENTFICA NOS

    ENANPADS UM ESTUDO LONGITUDINAL

    Marileide Soares Ferreira

    Renato Batista Fernandes

    Victor do Carmo Oliveira ............................................................................................................................. 109

    FERRAMENTAS DE CONTROLE QUE EVITAM OS DESVIOS DE VERBAS PBLICAS E GARANTEM A

    GOVERNABILIDADE.

    Jlio Csar dos Reis ..................................................................................................................................... 121

    UM DIAGNSTICO DA PERCEPO DOS CLIENTES EM RELAO A QUALIDADE DOS SERVIOS

    PRESTADOS PELA CLNICA MDICA ALPHA LOCALIZADA EM ITANA - MG

    Heliete Lopes Campos

    Anderson Lopes Tavares .............................................................................................................................. 129

    CARACTERIZAO DO PERFIL EMPREENDEDOR

    Camila Teresa Martucheli ............................................................................................................................. 141

    Plantas Medicinais

    ESTUDO ETNOBOTNICO DE PLANTAS MEDICINAIS UTILIZADAS EM PIRACEMA, MINAS GERAIS, BRASIL

    Flvia Maria Resende Silva

    Laura Diniz Oliveira e Fernando Csar Silva ................................................................................................... 151

  • Democracia - Federalismo - Soberania

  • 15

    O paradoxo policial no Estado democrtico de direito

    Lcio Alves de Barros1

    Luis Carlos Gontijo2

    RESUMO: O processo de transio democrtica no Brasil no suprimiu as diversas formas de violncia policial nas

    prticas de controle social e da criminalidade. A permanncia de padres de conduta autoritrios e ilegais na polcia,

    notadamente a militar, um dos graves obstculos consolidao do Estado Democrtico de Direito. Alm disso,

    a conduta policial alimentada pelo legalismo jurdico que no suficiente para regular e controlar o alto grau de

    discricionariedade do ofcio policial que tem resultado em abusos, violncia, corrupo policial etc.

    Palavras-chave: Violncia Policial, Segurana Pblica, Estado Democrtico de Direito.

    1. O ESTADO DE DIREITO E A DEMOCRACIA

    A segunda metade da dcada de 1980 no Brasil foi marcada pela transio da ditadura para o governo civil

    que culminou com a restituio do Estado de Direito. Com o fim do regime militar autoritrio, a promulgao da

    Constituio de 1988 inaugurou o retorno democracia e o restabelecimento de governos civis democraticamente

    eleitos. A nova ordem social trouxe a expectativa da conquista de direitos at ento negados maioria da populao e

    expandiu a participao poltica, o que deveria ter representado uma das principais vias para o alcance da insero social

    e da diminuio das desigualdades (ODONNELL, PINHEIRO, MNDEZ, 2000).

    No entanto, em que pese sociedade brasileira e outras que compem os pases da Amrica Latina terem

    passado pela transio democrtica, as prticas autoritrias governamentais no foram afetadas por profundas mudanas

    polticas ou eleitorais. Segundo Pinheiro (2000, p. 11), sob a democracia prevalece um sistema autoritrio, incrustado

    em especial nos aparelhos de Estado de controle da violncia e do crime. Nesse sentido, contrariamente as expectativas

    manifestadas durante o movimento denominado Diretas J, as mudanas operadas nos planos poltico e jurdico no

    provocaram o estabelecimento de direitos e nem mesmo asseguraram a soluo dos conflitos com base no Estado

    de Direito. Entre as inmeras questes que se referem s prticas no democrticas, a que se procura analisar neste

    trabalho a que versa sobre as prticas decorrentes do ofcio de polcia que redundam em violncia policial. Para chegar

    a esta questo, preciso dissertar sobre o contexto scio-poltico que marcou a transio para a democracia no Brasil,

    bem como a permanncia de prticas consideradas ilegais no controle da violncia e da criminalidade por parte dos

    agentes estatais. Dito de outra forma, o mago do problema a questo da violncia policial, ao qual se relacionam os

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