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    Ateno.

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    vedado, tambm, o fornecimento de informaes cadastraisinexatas ou incompletas nome, endereo, CPF, e-mail - no ato damatrcula.

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    BEM VINDOS NOSSA AULA 3

    Vamos fazer uma breve reviso e uma COMPLEMENTAO DA AULA 2.Do ponto de vista da engenharia, os conceitos mais importantes em relao aosoramentos so:

    Composio de Custos de um Servio

    Para cada servio, h um passo a passo dos insumos: materiais, mo-de-obra eequipamentos necessrios, com os seus respectivos custos, o que chamado deCOMPOSIO de cada servio.

    Dica: veja como obter a mediana para valores no-tabulados e para valores tabulados.

    Oramento Analtico

    Composio de Custo de um servio a relao dos insumos com os seus

    respectivos custos para se fazer uma unidade desse servio.

    Oramento Analtico: uma forma de apresentao do oramento da obra queexplicita servio a servio, as respectivas composies.

    ESTATSTICA

    MEDIANA uma medida de tendncia central. um nmero (custo ou preo) quecaracteriza as observaes de uma determinada varivel (preo do kg de cimento, porexemplo) de tal forma que este nmero (a mediana) de umgrupo de dadosordenados (ordem crescente ou decrescente) separa a metade inferior da amostra, dametade superior. Mais concretamente, 1/2 da populao ter valores inferiores ouiguais mediana e 1/2 da populao ter valores superiores ou iguais mediana.

    Por que isso agora?

    Lembre-se:O custo global de obras e serviosexecutados com recursos dos oramentos da

    Unio dever ser obtidoa partir de custos unitrios de insumos ou servios iguaisou menores que a mediana de seus correspondentes no SINAPI .

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    Um oramento analtico somente pode existir se houver, realmente, as composies decada servio, sejam elas laboradas pela administrao local, sejam adotadas de umsistema oramentrio pr-concebido.

    Oramento Sinttico

    Cuidado! O oramento pode apresentar separadamente custos de materiais e mo-de-obra, mas, mesmo assim, ser sinttico.

    interessante ter em mos um oramento sinttico. Ele apresenta de forma resumida asprincipais informaes para o entendimento geral e para o acompanhamento da obra.No sempre que precisamos conhecer os detalhes da execuo (composio) de cadaservio.

    Vendo um oramento sinttico elaborado pela administrao no ser possvel saber seas composies foram ou no elaboradas, como manda a lei, j que apresenta somenteas quantidades de servios e respectivos custos, sem demonstrar os detalhes de cadaservio, ou seja, sem demonstrar as composies.

    Observe que ao se utilizar um sistema oramentrio como o Sinapi, por exemplo, vocpoder gerar um oramento sinttico ou analtico.

    Gerar um oramento sinttico ser como pedir um resumo, j que voc sabe que o Sinapitem as composies de cada servio.

    Oramento Detalhado um conceito legal. como pedir um oramento completo, bemfundamentado.

    Trata-se de um nome que o legislador adotou, mais para passar uma idia do que parasedimentar um conceito tcnico.

    Vamos entender o Oramento Detalhado como sendo aquele que FOI ELABORADOCOM BASE NAS COMPOSIES DE CUSTOS.

    Pode ser apresentado na forma analtica, estando assim completo.

    Ou

    Oramento Sinttico uma forma de apresentao, mais resumida, que nomostra a composio de cada servio.

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    Pode ser constitudo por um conjunto: Oramento Sinttico + Composies (em umapasta separada).

    Os custos, estudamos, podem ser DIRETOS ou INDIRETOS:

    DIRETOS: relacionam-se aos insumos diretamente associados ao produto

    INDIRETOS: podem ser chamados de custos coadjuvantes necessrios, de difcilalocao a uma determinada atividade ou servio.

    Ainda em relao aos custos, podemos classificar:

    CUSTOS FIXOS:no variam para certa faixa de produo . Ateno! Por estranho que

    parea os custos fixos tambm variam quando muda a faixa deproduo. Pela Concepo Econmica de Custos (que modela umcomportamento observado no mercado), os custos fixos so aquelesque no podem ser alterados a curto prazo. Eles se mantm constantespara qualquer nvel de produo factvel a curto prazo.

    CUSTOS VARIVEIS: variam proporcionalmente com a quantidade produzida.

    H uma classificao de oramento mais detalhada, que bom ns examinarmos dada a

    importncia do tema para a prova.A classificao abaixo que fundamentada na Aula de PCC: Gesto da Produo naConstruo Civil I, Professores: Vitor Aly e Silvio Melhado, de 2006, baseada naapresentao Custos e Oramentos de Luiz Reynaldo de Azevedo Cardoso.2001 i.

    CLASSIFICAO

    H dois MTODOS para a previso dos custos de servios:

    1 - Quantificao / Oramentao

    2 - Correlaes / Estimativas

    1 Quantificao / Oramentao

    Esse mtodo utiliza tcnicas para se chegar a valores mais precisos no oramento daobra, dada a importncia do empreendimento.

    Veja bem, quando eu adoto esse mtodo porque no basta que eu tenha uma simplesestimativa, preciso do desenvolvimento de uma viso analtica do empreendimento.

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    Primeiramente a obra quebrada em partes, ou seja, dividida em servios.

    O Custo do SERVIO = Quantidade de Servio x Custo Unitrio do Servio.

    O Custo Unitrio do Servio igual soma das quantidades consumidas de cada insumox preo unitrio de cada insumo.

    Ilustrao 1 - exemplo de uma composio feita em sistema de oramentao

    NESSE ORAMENTO POR COMPOSIO UNITRIA SO NECESSRIOS:

    - Projeto e especificaes como referncias para quantificao das partes

    LEMBRE-SE: O LTIMO ENTENDIMENTO DO CESPE:

    NECESSRIO O MEMORIAL DESCRITIVO, OK?- Coeficientes tcnicos de consumo auxiliando a composio unitria

    - Cotao como fonte para preos unitrios (cotaes no mercado)

    - As partes executadas por fornecedores (subcontratao, se houver)

    ATENO, IMPORTANTE!!

    Nas composies unitrias so considerados:

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    Material: consumo calculado +perdas

    Mo-de-obra:produtividade mdia

    Perdas tpicas de material consideradas pela PINI em suas tabelas TCPO (S PRA TERUMA IDIA)

    materiais simples (areia, pedra, cimento, etc.) 5 a 20%

    elementos semi-terminados (fios, barras, etc.) 2 a 5%

    elementos simples (tijolos, blocos, etc.) 5 a 10%

    elementos compostos (ferragens, louas, etc.) 0

    elementos funcionais 0

    Tambm devem ser considerados os tempos improdutivos de mo-de-obra e temposociosos de equipamentos durante a realizao de uma unidade de servio. Veja na telaIlustrao1 acima os campos prprios para colocar os custos improdutivos cust.Improd., quando houver.

    Observao: como exemplo de elementos semi-terminados ( fios fios, barras, etc) tem abarra de AO para concreto armado, AO CA (que mede aproximadamente 12m. Oao comprado por quilo. Em barra somente em pequenas quantidades, nas casas demateriais de construo).

    Um exemplo de tabela para a composio do servio: ALVENARIA DE VEDAO

    Veja a observao no final da tabela.

    O Sinapi traz algumas perdas includas nas composies. Por exemplo, para o servioARMAO DE AO traz uma quantidade de 1,05 kg de ao para o kg da armao que

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    ser montada. Ou seja, 5% de perda. algo meio emprico. Na prova, se perguntaremsobre perdas, certamente elas estaro explcitas na tabela de composio.

    A composio unitria pode ser considerada simples de fazer, mas nada perfeito(principalmente se tratando de oramentos).Alguns servios consideram equipamentos locados, e o preo colocado na composio relativo aos de mercado para a locao desses equipamentos.

    Quando o equipamento da prpria empresa executora do contrato, geralmente soconsiderados, proporcionalmente ao tempo de durao, ou vida til, dessesequipamentos, os custos da sua depreciao, amortizao do capital investido, o seguro,as despesas com manuteno e os insumos consumidos pelo equipamento. A mo-de-obra para a operao dos equipamentos computada parte, na composio de cadaservio.

    Podemos dizer que comum ocorrer um grande nmero de imprevistos na obra, quedistanciam os custos reais dos custos compostos.

    Geralmente, para a elaborao dos oramentos, utiliza-se de softwares que trazemcomposies prprias (basta mudar os custos de cada lugar e poca), mas que permitemtambm a montagem de novas composies, de servios no previstos no sistema, oupara incluir peculiaridades regionais.

    Veja um passo a passo simplificado em:

    http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/pesquisas/construcaocivil.html

    Pouco cobrado, mas vamos fazer um breve comentrio acerca do OramentoOperacional.

    A unidade orada a operao (ou o processo) e no o servio. Ex.: um servio dearmao seria desdobrado em 4 operaes (corte, dobra, transporte e montagem). Naoperao, considerada a alocao do recurso ao longo de todo o tempo de suadurao. Esse tipo de orcamentao possui maior aderncia s condies reais da obra,mas de difcil aceitao, um dos motivos por aumentar muito o trabalho daorcamentao (pelo fato de desagregar as operaes de um servio). bom sabermosque um servio pode ser entendido como em encadeamento de operaes e que hessa tcnica de oramento que considera o processo operacional.

    2 - CORRELAES/ESTIMATIVAS (OU ESTIMATIVAS TCNICAS)

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    2.1 - Conferncia

    2.2 - Por custo da unidade

    2.3 - Por correlao simples e mltipla2.4 - Por custo uni trio da rea construda

    2.5 - Por custo unitrio volumtrico

    OBS: As estimativas de custos so tentativas de descobrir os custos de execuo de umprojeto. A sua preciso sempre questionvel. Elas no tm o objetivo de seremprecisas na determinao do valor da obra, mas sim, de fornecer uma ordem de grandeza

    desses valores.

    2.1 Conferncia: Baseada em opinies de poucas pessoas com bastante experincia.Funciona, mais ou menos da seguinte maneira: quanto est saindo ocusto do metro quadrado para a construo de um hotel no litoralnordeste? baseada em informaes muito preliminares sobre o projeto.Pode at ser passada para o cliente, mas serve mais para o uso interno.

    2.2 - Por custo da unidade: Baseada na multiplicao de quantidades de unidades porcustos estimados de unidades de empreendimentos similares: Escolas:custo por aluno, custo por sala; Hospitais: custo por leito;Estacionamentos: custo por vaga; Hotis: custo por apartamento;Conjuntos habitacionais: custo por unidade (casa ou apartamento).Tambm bastante simples e rpida, exige contextualizao (padro,regio, condies especficas).

    2.3 - Por correlao simples e mltipla (regresso): Vale para produtos semelhantes;mesmo tipo, custo proporcional sua dimenso/caracterstica.

    Tem um trabalho sobre correlao no site a seguir. Esse tipo decorrelao, por enquanto, s encontrei citado na referncia (i) e neste site:http://claudio.jacoski.googlepages.com/um.pdf . ii

    2.4 - Por custo unitrio da rea construda: o Mtodo da NBR 12721, que utiliza oCUB Custo Unitrio Bsico (o CUB o principal referencial, massabemos que existem outros, no mesmo?)

    Considera o tipo (comercial ou residencial) e o padro da obra (acabamento)

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    Crticas: Ateno, a referncia (i) usada para a apresentao dessa classificaode oramentos est desatualizada quanto s crticas ao CUB. No itemseguinte faremos algumas consideraes quanto ao novo CUB

    Custo do servio = quantidade X custo unitrioCusto unitrio = composio unitria de insumos X preo unitrio dos insumos

    Procedimentos:

    1) Quantificao dos servios: projetos, especificaes e memoriais2) Composio unitria: coeficientes tcnicos de consumo (produtividade dos

    insumos). Ex: quantas horas de servente e quantos m de argamassa sonecessrios para execuo de 1m de contrapiso?

    3) Preos unitrios: referncias do SINAPI, tabelas oficiais de rgos pbl icos.

    Ex: o custo da hora do servente de R$2,00 e o custo de 1m de argamassa de R$0,015.

    Segundo a NBR 12.721, o cmputo das reas utilizadas pode ser feito por meio dautilizao da metodologia de clculo de custos:

    rea coberta real: medida da superfcie de quaisquer dependncias cobertas, nelaincludas superfcies das projees das paredes, de pilares e demais elementosconstrutivos

    rea coberta padro: rea coberta padro de acabamento semelhante ao do tipoescolhido, dentre os padronizados na norma, para avaliao do custo global daconstruo;

    rea coberta de padro diferente: rea coberta de padro de acabamentosubstancialmente inferior ou superior ao tipo escolhido dentre os padronizados nanorma, para avaliao do custo global da construo.

    rea equivalente da construo: rea estimada fic tcia, que, ao Custo Unitr ioBsico definido tenha o mesmo valor que o estimado para a rea realcorrespondente, descoberta ou coberta de padro diferente.

    Essa conceituao deve ser utilizada visto que as distintas reas dentro de umaedificao podem apresentar padres de acabamento diferentes. No se poderia, porexemplo, considerar o custo das reas do pavimento tipo igual ao das reas de garagem.Nesse contexto, fundamental que se proceda a ajustes no computo das reas a fim deque se possa alcanar um custo com melhor preciso. Por exemplo: se para umadeterminada rea real de 100m, coberta, de padro diferente, for estimado que, emvirtude de sensvel melhora no padro de acabamento, o custo unitrio efetivo cerca de50% maior que o considerado no CUB, dever ser efetuado o ajuste, da seguinte forma:Aeq = (100m)x(1+ fator ajuste) = (100m) x (1,50) = 150m. Depois se faz a multiplicao

    da rea total equivalente (Aeq) pelo CUB.

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    2.5 - Por custo unitrio volumtrico: um mtodo semelhante ao anterior, com adiferena que utiliza como dado o volume e o custo unitrio por m (metrocbico) de edificao. mais empregado na Inglaterra e na Sua, porempresas de projeto de arquitetura (o parmetro o volume, que importante para a arquitetura).

    Ateno:

    ATUALIZAO NO CLCULO (Em 2007 entrou em vigor a Norma Brasileira ABNT NBR12721:2006)

    bom enfatizarmos que o CUB continua sendo um custo meramente orientativo para osetor de construo civil. O Custo real da obra obtido atravs de oramentao, deacordo com as especificaes de cada projeto.

    Para ver maiores detalhes, visite o Trabalho do Sinduscom/PR iii

    Traz novos projetos-padro, mais adequados realidade da construo:

    Projetos-padro, distintos dos anteriores, com incluso de subsolo e pilotis e novasespecificaes de acabamento.

    Incorpora o desenvolvimento dos processos construtivos, as novas tecnologias enovos materiais.

    Novo lote de insumos bsicos: materiais, mo-de-obra, equipamentos e despesasadministrativas.

    Vejamos algumas questes sobre o assunto....

    (Eng. Civil, TRT 9 Regio, CESPE/2007)

    O planejamento de custos acompanha todo o projeto de uma edificao, permitindoinclusive o controle da execuo. Na determinao dos custos, algumas definiese mtodos de apropriao so usualmente empregados e fazem parte dosfundamentos dessa rea de planejamento. Julgue os itens a seguir, referentes aesse assunto.

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    85 Os custos fixos, fora da amplitude utilizada para a sua determinao, podemvariar em funo da quantidade produzida.

    Certo. Como esses custos fixos esto fora da amplitude utilizada para sua determinao,eles podem variar.

    86 Custos indiretos so determinados exclusivamente para os componentes daadministrao empresarial.

    Errado. Os custos indiretos compreendem a administrao central (manuteno doescritrio central da empresa), as despesas financeiras (custo do capital de giro parafazer frente s despesas realizadas na obra antes do efetivo recebimento das devidasreceitas), riscos (imprevistos); seguros e tributos (ISS, COFINS, PIS).

    87 O mtodo de correlao uma alternativa para se elaborar uma estimativaoramentria.

    Certo. Correlao, de acordo com a classificao tratada, pode ser um gnero, queengloba as diferentes formas de estimar custos. J o mtodo de correlao em si umaalternativa para estimar quando se tem projetos muito parecidos, que tenhamespecificaes e sistemas construtivos parecidos. Ex: um tribunal que utiliza o oramentode determinado frum implantado recentemente para estimar o oramento de outro frumcom as mesmas caractersticas.

    88 O valor do lucro e das despesas indiretas, tambm denominado BDI, determinado antes da aprovao do oramento da obra.

    Errado. Embora as empresas j tenham uma idia do BDI que iro adotar, tecnicamenteele deve ser aprovado junto do oramento, por um estudo especfico para aqueladeterminada obra. Ele faz parte do oramento de uma obra.

    (Eng. Civil, Docas/PA, CESPE/2006)

    A elaborao de um oramento implica ter disposio informaes sobre odesenvolvimento do projeto, para se poder relacionar a proposta de construo eos custos associados. Sobre oramento e mtodos para sua elaborao, julgue ositens seguintes.

    51 O mtodo de correlao baseia-se na estimativa da evoluo dos preoscorrelacionados com ndices econmicos.

    Errado. No se utiliza a evoluo dos ndices econmicos, mas a correlao com custos

    pr-estimados de mercado, analisados em uma determinada data.

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    52 O mtodo da quantificao de insumos baseia-se no levantamento dasquantidades relacionadas a mo-de-obra, materiais e equipamentos.

    Certo. O mtodo da quantificao de insumos, ou mtodo de oramentao, baseia-se nolevantamento das quantidades de mo-de-obra, materiais e equipamentos necessrios execuo de um servio.

    53 Custos indiretos so aqueles classificados exclusivamente no grupo de custosfixos.

    Errado. Os custos indiretos so aqueles que no podem ser associados de formadiretamente proporcional aos servios produzidos, mas nem todos so custos fixos, temcustos variveis para a empresa que tambm so repassados ao empreendimento como

    custos indiretos. As seguintes despesas tributrias so consideradas Os custos variveisde venda

    ISSQN 5,00%PIS 0,65%COFINS 3,00%CONTRIBUIOSOCIAL 1,08%IRPJ (LucroPresumido) 1,20%

    Soma 10,93%Lembrando que Contribuio Social e IRPF,quando se trata de rgos jur isdicionadosdo TCU, no devem mais compor o BDI, ou em outras palavras, no devem mais serrepassados para os custos da obra.

    (Analista Meio Ambiente e Rec. Hdricos rea: Engenharia Civil, IEMA/2007)

    Na fase de anteprojeto de uma obra pblica, quando ainda no se dispe dasespecificaes tcnicas e de acabamento definitivas da obra, quase impossvel aelaborao de oramento detalhado; ento, a alternativa a elaborao deoramento por estimativas.

    Quanto a essa forma de orar uma obra, julgue os itens seguintes.

    75 - Se adotado o mtodo da rea equivalente de construo, permitido convertera rea real de construo com determinado padro para uma rea equivalente comum outro padro.

    Certo. Segundo a NBR 12.721, para a aplicao do CUB, utiliza-se o conceito de reaequivalente de construo. Convertendo a rea real em uma rea fictcia, maior ou menor

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