Aula Escala Espírita

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Espiritismo

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  • Escala Esprita e Progresso dos Espritos

  • LE 96. So iguais os Espritos, ou h entre eles qualquer hierarquia?

    Entre os Espritos, do mesmo modo que entre os homens, h os muito ignorantes, de maneira que nunca sero demais as cautelas que se tomem contra a tendncia a crer que, por serem Espritos, todos devam saber tudo.

  • NEM EM PODER

    NEM EM SABER

    NEM EM INTELIGNCIA

    NEM EM MORALIDADE

  • Igualdade ou hierarquia entre os Espritos?

    Ordens ( ou graus de perfeio ) dos EspritosPuros: Perfeio mxima, no influenciados pela matriaBons: Predomnio do esprito sobre a matria e propenso para o bemImperfeitos: Predomnio da matria sobre o esprito e propenso para o mal

    Cincia x bondade x sabedoria

    H Espritos essencialmente maus? LE 96 a 100

  • Critrios adotadosGrau de adiantamentoQualidades adquiridasImperfeies a depurar

    Sistema de classificao no absoluto

    Chave da cincia esprita

    Cada Esprito em sua caixinha?LE 97 e 100

  • Nenhuma influncia da matriaNo tm as necessidades e as vicissitudes da vida material

    Superioridade intelectual e moral absoluta, com relao aos Espritos de outras ordensNo sofrem mais provas e expiaesNo reencarnam em corpos perecveis

    Gozam de inaltervel felicidadecio contemplativo eterno x ocupao tilComandam os Espritos que lhe so inferioresAssistem os homens e concitam-nos ao bemLE 112 e 113

  • Criados bons ou maus?

    O caminho para a perfeioMisso individual como instrumento de aperfeioamentoAproximao de Deus pelo conhecimento da verdadeVivncia das provas submisso x revoltaNa perfeio encontra-se a pura e eterna felicidade

    Velocidade do progressoPermanncia eterna nas ordens inferiores? possvel degenerar?Todos chegaro perfeio?LE 114-118, 125 e 127

  • Deus isenta de provas para alcanar a perfeio?Mrito para gozar benefciosDesigualdade necessria

    Liberdade de escolha entre o bem e o malLivre arbtrioDesenvolve-se pelo conhecimento de si mesmoInfluenciaoLE 119 e 121-123

  • Pode ser-nos indiferente a individualidade deles; suas qualidades, nunca.

    Linguagem

    Bondade e afabilidade

    Inteligncia sinal de superioridade?

    Exame escrupuloso da comunicaoLM 262 a 266

  • Para saber mais...As trs ordens de Espritos ( LE 101 a 113 )O conhecimento de si mesmo ( LE 919 )

    Acontece assim...Como reconhecer a qualidade dos Espritos ( LM 267 )

    Para pensar...O que a Verdade?O que a Felicidade?O que Deus espera de mim?

    Escala quais os tipos de Espritos e suas caractersticas? H ligao com as leis naturais ou divinas ( morais )?

    Progresso necessrio? inescapvel? Homem civilizado e homem natural estamos progredindo? Que tenho que fazer?

    Bons x maus Espritos como saber? Intuio? Anlise?***Quem so os Espritos? Isto se aplica a ns, encarnados?

    Diferentes ordens conforme o grau de perfeio que tenham alcanado no por acaso ou escolha divina mrito

    Ilimitadas em nmero, pois as divises so meramente didticas, mas considerando-se os caracteres gerais dos Espritos, h 3 ordens principais.

    2 ordem - prtica do bem conforme seus progressos essencialmente em trs campos. Mas ainda tm que sofrer provas.

    A maldade uma escolha temporria do Esprito. Omissos; os que se comprazem com o mal e sua prtica; levianos ( mais maliciosos que maus ).

    *Critrios grau de adiantamento, qualidades adquiridas e imperfeies de que ainda tero de despojar-se

    Somente o conjunto tem carter definido, pois a transio insensvel e nos limites extremos os matizes se fundem. Exige mtodo, anlise e conhecimento aprofundado nada foi inventado. Observao e julgamento de palavras e atos levou classificao pelas semelhanas com base nos dados e nas instrues que os prprios Espritos forneceram.

    Com a escala fcil ser determinar-se a ordem, assim como o grau de superioridade ou de inferioridade dos que possam entrar em relaes conosco e, por conseguinte, o grau de confiana ou de estima que meream. S ela pode explicar as anomalias que as comunicaes apresentam, esclarecendo-nos acerca das desigualdades intelectuais e morais dos Espritos.

    Faremos, todavia, notar que estes no ficam pertencendo, exclusivamente, a tal ou tal classe. Sendo sempre gradual o progresso deles e muitas vezes mais acentuado num sentido do que em outro, pode acontecer que muitos renam em si os caracteres de vrias categorias, o que seus atos e linguagem tornam possvel apreciar-se.*Os Espritos que a compem percorreram todos os graus da escala so considerados os anjos, serafins e arcanjos,

    Tendo alcanado a soma de perfeio de que suscetvel a criatura, no tm mais que sofrer provas, nem expiaes. No estando mais sujeitos reencarnao em corpos perecveis, realizam a vida eterna no seio de Deus.

    Eles so os mensageiros e os ministros de Deus, cujas ordens executam para manuteno da harmonia universal. Comandam a todos os Espritos que lhes so inferiores, auxiliam-nos na obra de seu aperfeioamento e lhes designam as suas misses. Assistir os homens nas suas aflies, concit-los ao bem ou expiao das faltas que os conservem distanciados da suprema felicidade, constitui para eles ocupao gratssima. *No so bons ou maus por natureza. Criados simples, ignorantes e iguais ( tm todas as tendncias ). Eles prprios se melhoram em moral e inteligncia atravs das escolhas (vontade/livre arbtrio). Analogia da criana, mas sem tendncia inata. LE 114, 127

    Deus a cada um deu determinada misso como aprendizado portanto h planejamento divino, roteiro a seguir individualizado, livre arbtrio condicionado associado ao trabalho e esforo - para chegar progressivamente ( no h atalhos milagrosos ) perfeio pelo conhecimento da verdade ( no h verdades ou relativismo ) para aproxim-los de Deus ( perfeio ) - inevitvel. Felicidade pura e eterna encontrada na perfeio tica das virtudes, sabedoria. Provas impostas por Deus ESE, V, adquire-se conhecimento - submisso x revolta. LE 115

    Estacionam temporariamente, pois todos se tornaro perfeitos (justia divina no pode banir os filhos que enveredaram pelo mal). Velocidade depende do desejo/esforo e submisso a Deus. A cada prova, conquista a cincia e no a esquece ( analogia do degredado ). LE 116 a 118, 125 *Se Deus os isentasse, onde o mrito para gozar os benefcios? Merecimento sem luta? Alm disto a desigualdade necessria para suas personalidades e para desempenhar as diversas misses nos diferentes graus da escala para harmonia do universo. LE 119

    O mal escolhido por vontade prpria. No haveria liberdade sem vontade independente. O livre arbtrio se desenvolve medida que o Esprito adquire conscincia de si mesmo ( auto-conhecimento ). Influncias espirituais a que cede por livre vontade uns cedem tentao, outros resistem - so causas das ms escolhas, at que consiga dominar a si mesmo. Deus prefere dar liberdade para que se tenha o mrito de suas obras, pois a m escolha tambm impulsiona o progresso. LE 121 a 123*Em todas as comunicaes instrutivas, sobre este ponto que se deve fixar a ateno, porque s ele nos pode dar a medida da confiana que devemos ter no Esprito que se manifesta, seja qual for o nome sob que o faa. bom, ou mau, o Esprito que se comunica? Em que grau da escala esprita se encontra?

    A linguagem dos Espritos est sempre em relao com o grau de elevao a que j tenham chegado. Os Espritos superiores no s dizem unicamente coisas boas, como tambm as dizem em termos isentos, de modo absoluto, de toda trivialidade.

    No tm dio, nem aos homens, nem aos outros Espritos. Lamentam as fraquezas, criticam os erros, mas sempre com moderao, sem fel e sem animosidade. No podem querer seno o bem e dizer seno coisas boas.

    Rejeitando-se, sem hesitao, tudo o que peque contra a lgica e o bom-senso, tudo o que desminta o carter do Esprito que sesupe ser o que se est manifestando. Os bons espritos nunca se ofendem com esta, pois que eles prprios a aconselham e porque nada tm que temer do exame. Apenas os maus se formalizam e procuram evit-lo, porque tudo tm a perder.*

    *