Aulas de Evangelização

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    30-Sep-2015

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Tia Neiva

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<p>AULAS DE EVANGELIZAO</p> <p>TRINO TUMUCHY AULAS DE EVANGELIZAO fls. 1</p> <p>AULAS DE EVANGELIZAO</p> <p>TRINO TUMUCHY, Mestre Mrio Sassi (1983)</p> <p>1 AULA</p> <p>Salve Deus, meus mestres!Imaginem um mar encapelado, ondas muito fortes. Um mergulhador, mergulhando fundo, e, l embaixo, toda uma tranqilidade. Os peixes nem se do conta da tempestade que est l em cima! Assim , tambm, esta Corrente. Ela trabalha no meio do tumulto e da confuso, mas, logo acima de nossas cabeas, h toda uma tranqilidade. Pai Seta Branca navega neste espao sideral, comandando esta amac com a rota sempre firme, cumprindo fielmente o seu roteiro, sem se importar com o que possa estar acontecendo com os seus tripulantes. Nascem, morrem, sofrem os tripulantes, mas a nave continua seu roteiro... E ns a bordo dela! Isto a grande segurana. Esta Doutrina do Amanhecer, que o Evangelho redivivo, est cada vez mais se destacando. Nossa fora reside em termos uma concentrao, porque uma luz concentrada na escurido ilumina muito mais do que muitas luzes na confuso. A concentrao de luzes a nossa grande fora. por isso que sempre h dificuldade de se fazerem as coisas fora daqui. Em termos desta concentrao, pedimos ao Divino e Amado Mestre Jesus que as foras possam descer sobre ns, para que nossos coraes fiquem abertos recepo das coisas que sero trazidas nesta reunio e neste curso. Alm da tranqilidade e segurana habituais com que trabalhamos, faa com que tenhamos a conscientizao necessria compreenso das coisas. Ns sempre falamos em Evangelho e, agora, a preocupao da Espiritualidade a Evangelizao. Para o Vale do Amanhecer, a Evangelizao significa tornar os mestres conscientes dos fatos e das coisas que eles vm fazendo. Trata-se de transformar em sntese objetiva um fato que diludo em todos os recantos da vida. Evangelizar transformar em sntese este trabalho ininterrupto, que j tem vinte e quatro anos de existncia. Quando se fala em Evangelho vem logo a idia da Bblia, o que nos d sensao de culpa, pensando que no Vale no se l a Bblia e, portanto, no se conhece o Evangelho. Mas, em certa oportunidade, pensando assim, comecei a ler o Evangelho o do Pastorini, que me pareceu ser o de mais fcil assimilao. Depois de determinado tempo, senti que comeava a me distanciar das coisas do Vale. A, fiz uma consulta Clarividente, que me aconselhou a no ler mais. que eu estava entrando no caminho das mesmas velhas estradas, de todo mundo que pega a partir do livro escrito como sendo a base de tudo, para que se construssem todas as religies do planeta e que, at hoje, no se entendem e vivem discutindo. Existe muita gente que est ficando obsidiada pela preocupao do formalismo do Evangelho. Este fato, que para ns parece ridculo, tem impressionado milhes de pessoas! No Vale do Amanhecer no existem estes fatos porque, partindo da clarividncia, Tia Neiva seguiu para a vivncia do Evangelho em todo o seu contedo. Vivncia do Sistema Crstico, porque Jesus nada escrevia. Os Evangelhos foram escritos depois, pelos seus seguidores. A preocupao destes seguidores levou a que se colocasse tudo em torno deste livro. O verdadeiro Evangelho a Boa Nova todo o sistema que Jesus implantou, mesmo antes de sua encarnao. J havia sido preparado o terreno, a reorganizao de todo o relacionamento do Homem com o mundo espiritual. O Vale vive o Evangelho real como um todo, e ns, que vamos lidar com pessoas preparadas em termos de hbitos, palavras, construes, teremos, ento, de conciliar em nossos espritos, para ver onde se enquadra, no Evangelho, aquela parte que est sendo tratada. Precisamos ter, portanto, uma referncia do livro sem, entretanto, ser necessrio ter um livro para consultar a todo instante. O que voc precisa saber a essncia do Evangelho, que, em nosso meio, se resume nas palavras: amor, tolerncia e humildade. Ns sabemos quais ensinamentos do Evangelho atingem mais diretamente a nossa vida. Assim, quando nos foi ensinado o Sol Interior, quando nos ensinaram que o ser humano trinrio e no binrio, quando nos ensinaram que o Homem, para se harmonizar, precisa ter os trs reinos da Natureza em harmonia e em sintonia, a partir da estamos recebendo coisas que foram contidas em todos os ensinamentos de Jesus, mas que ns recebemos da maneira como se fosse uma novidade atual. Na verdade, ela j existia, e nisto se constituiu a verdadeira busca. Aqueles que tiverem mais tempo para ler vo descobrir maravilhas a partir de agora, destas revelaes que vo sendo feitas aqui, para que depois, pegando o Evangelho, venham a encontrar aquelas coisas que so explicadas. Temos agora, em nossos coraes, a chave do Evangelho! Em um trecho do Evangelho, os apstolos saram com Jesus num barco pelo lago de Genezar. No meio da viagem, surgiu uma tempestade, e logo as guas se encapelaram. Os apstolos comearam a ficar preocupados com um naufrgio iminente, enquanto Jesus dormia profundamente. Os apstolos resolveram acord-Lo: Mestre! Desperta que morremos!... Vamos naufragar! Jesus acordou e, calmamente, disse: Ora, por que temeis, homens de pouca f? Ele fez um gesto. As guas se acalmaram e a tempestade passou. S depois vim a perceber que aquele episdio era simblico. Jesus se referia s tempestades de nossa vida, em que temos dificuldades para despertar nosso Cristo interior. O barco era o barco de nossa prpria existncia, era nossa prpria vida. Vejam, pois, a interpretao literal e a interpretao dentro do que j aprendemos aqui, nesta Corrente. Falamos em individualidade. Jesus disse: Eu sou o caminho da Verdade e da Vida!. Eu ser Jesus? No. Jesus se referia individualidade, ao Eu Superior, aquele Eu que existe dentro de cada um de ns. o Eu transcendental, que j existia antes de ns chegarmos encarnao. Ento, se dentro de cada ser humano existe uma partcula crstica, a partir do momento em que Jesus organizou o sistema todos os seres humanos nasceram com esta partcula dentro deles. Se Eu, ser superior transcendental, sou capaz de ser o meu caminho da Verdade e da Vida, eu estou com Jesus porque Ele est dentro de mim! O encontro do nosso esprito com o caminho da Verdade e da Vida que vai determinar a nossa Verdade. Pelo sentido de interpretao literal, a frase significa que fora de Jesus no h salvao! Mas a verdade, pura e simples, que Jesus est dentro de mim, porque fao parte do Sistema Crstico. a que o Vale do Amanhecer est demonstrando sua grande capacidade, pois recebe homens pouco ilustrados, de qualquer natureza e de vrias procedncias, e os transforma em poderosos missionrios, trabalhando com preciso inicitica. Assim, mergulhamos na nossa individualidade. Recebemos nosso Cavaleiro, recebemos nossas origens, nossos graus hierrquicos, tudo na nossa individualidade. Somos poderosos apstolos, trabalhando com preciso inicitica, porque foi despertado este Eu Interior que existe dentre de cada um. Ns vivemos o Evangelho sem nunca termos lido o Evangelho! Ultimamente, sentimos que no estamos em condies de assumir, de imediato, os graus hierrquicos que recebemos, porque temos que vencer determinados carmas para podermos chegar l. Recebemos um direito de herana, mas precisamos nos colocar altura dela. Os mecanismos so muito simples: basta observar a idia da tolerncia, do amor e da humildade, e chegar a compreender o que o amor incondicional. Assim, mergulhamos automaticamente no Sistema Crstico. A filosofia crist toda esta srie de controvrsias, que h dois mil anos existe no planeta, por divergncias de idias, de palavras e de construes. Mas, o Sistema totalmente diferente. A filosofia faz parte do Sistema como sua parte mais negativa. O Sistema completo e a filosofia s uma parte do processo. Como ns recebemos o Sistema diretamente, no precisamos de leituras de livros, etc. O Evangelho redivivo, como diz Tia Neiva, o Cristo caminheiro, o Cristo que caminha! Ns temos o Livro da Vida para ler, todos os dias. Basta analisar os fatos do dia a dia. Quando nos desesperamos por qualquer fato adverso em nossa vida, por que no despertamos o Cristo existente dentro de ns? Se o fizermos, vamos sentir que aquilo estava previsto. Como turma de Instrutores, temos que nos familiarizar com os ensinamentos bblicos, porque temos que transmitir os ensinamentos e estarmos em condies de dialogar com todos os tipos de pessoas. Vamos, ento, nos colocar na situao de mestres e nos conscientizar de que o Evangelho a Vida, a Boa Nova da Vida! Vamos transformar esta conscientizao em fatos que possam melhor atender s nossas obrigaes de Instrutores. As cartas, que esto publicadas desde 1976, tm todas estas interpretaes de forma bem discutida, para aqueles que desejarem mais se aprofundar no assunto. Quando Tia Neiva fala na formao do plexo, na formao do interoceptvel, so coisas que esto dentro do Evangelho, mas que j estamos aprendendo de maneira direta, experimentando. Sentimos quando nosso ectoplasma est pesado. Estamos vivendo o Evangelho total, em todos os seus aspectos possveis e imaginrios. o Evangelho vivo, que ns estaremos transmitindo a vocs, at que Tia Neiva tenha condies de faz-lo pessoalmente. Salve Deus!.</p> <p>2 AULA</p> <p>Salve Deus! Uma das coisas que mais me impressionou foi esta possibilidade fisiolgica de nos encontrarmos com Jesus, este Mestre Jesus, que se tornou to pequenino, se tornando uma partcula crstica, para residir dentro de cada um de ns. Esta partcula to pequena, um tomo crstico, que se incendeia dentro de ns e produz uma exploso atmica do tomo crstico, principalmente no corao do Jaguar. Ns, que j fomos brbaros, que j passamos por situaes difceis, atravessamos civilizaes, nunca tivemos uma realizao espiritual to grande como a que ora se nos apresenta. Ns comeamos, realmente, quando se iniciou a preparao do terreno para a vinda de Jesus. Tnhamos uma ansiedade milenar, um desejo muito grande de encontrar um caminho para o Cu, ou seja, o retorno ao nosso planeta de origem, nossa querida Capela. Trezentos anos antes da chegada de Jesus, comeamos, no Orculo de Delfos, a nossa jornada, hoje relembrada no trabalho de Unificao. Em nossa jornada, procurvamos um ponto comum de referncia que saciasse os desesperos ntimos dos nossos coraes. Este ponto de referncia foi Pytia, que hoje encarna nossa Clarividente Neiva. Quando chegou o dia em que os cus tiveram que se abrir para a chegada de Jesus, tremendas modificaes planetrias e ssmicas aconteceram. No h registros, porque a Histria s conta os fatos localizados. Na Amrica, houve a desintegrao dos Homens-Pssaros; na Europa, que j existia, no houve qualquer notcia a respeito. O ser humano, em sua encarnao, vive numa escurido muito densa e limitado. Compara-se a um escafandrista que s possui aquele tubinho para respirar. como os peixes, que s podem viver dentro da gua. O ser humano s tem pela frente um visor, que o seu carma, sua vida. S percebe aquilo que v, que ouve e que apalpa. Seus sentidos so reduzidssimos. Mas vem Pytia, a grande missionria, e estabelece uma abertura para o Cu, para as coisas que esto em torno de ns e que, na verdade, fisicamente no percebemos. Nossa Clarividente nos trs, ento, o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, e nos ensina a viver, alheios ao que os outros esto fazendo em outras religies. Ns s vislumbramos aquele farol crstico que seguimos, que Tia Neiva. Achamos to natural seus ensinamentos que ela , para ns, simplesmente Tia Neiva, nossa Me. O grande fenmeno da Clarividente, que desvendou para ns todos os mistrios do Sistema Crstico, deste mesmo Jesus, por quem tanto esperamos durante tantos milnios, que, com a sua chegada, nos proporcionou muita confiana, desvendando tudo isso para a nossa individualidade, para a nossa percepo transcendental, para tudo aquilo que representa o nosso acervo de velhos Jaguares, experimentados, que conhecem todas as formas religiosas e sociais da Terra. Isso explica nossa indiferena por outras formas de religies, cultos, etc. Estamos nesta tribo coesa, temos uma nave com a segurana de Pai Seta Branca e desses Espritos Iluminados que nos assistem, e a segurana da Clarividente. Mas, agora, nesta partida, chegou o momento de colocarmos nossa roupagem de gala, chegou o momento em que a Humanidade j no est encontrando nada, em lugar nenhum, para poder se agarrar. Tudo indica que a esperana somos ns, porque estamos com aquele Jesus, aquele tomo crstico desenvolvido. Conhecemos e desenvolvemos o nosso Sol Interior e, por isso, somos chamados magos e cientistas do Evangelho! Qual o mdium desta Corrente que no sabe o que carma, Sol Interior, Sol Simtrico, plexo fsico, etc.? Alm do Eu, temos, para aprender estas coisas com mais facilidade, o 1 Mestre Jaguar, com seu grande Ministro Araken, que vem, como um raio, penetrando no corao dos Centuries, jogando l dentro aquelas palavras candentes. O Jaguar no faz quaisquer comentrios sobre esta Doutrina ele a vive intensamente. Estamos vivendo Jesus, o Grande Mestre que nos trouxe abertura para todos os planos espirituais. Ele chegou e percorreu todos os caminhos da Terra, permitiu as solues crmicas para todos os seres humanos e se fez to pequeno nos nossos coraes. Este o Jesus </p> <p>vivo de Reili e Dubale, como diz nossa Me Clarividente. Mas este Jesus, que se fez to pequeno, aproveitou, tambm, todos os dios, todas as guerras, todas as manifestaes de energia humana-animal e tornou tudo aquilo improdutivo, para que os espritos pudessem se libertar das coisas da Terra. Em nossa vida de Jaguar esto contidas todas as experincias humanas de violncia, grosseria, descrena, comando, encarnaes de reis, de escravos, etc. Jesus aproveitou as coisas claras e as ocultas, as coisas terrveis e as boas, as pestes, os terremotos, as violncias, as guerras, etc. Tudo isso Jesus envolveu naquele grande sistema que permitiu a grande dor e a recuperao crmica dos seres humanos. A Clarividente constantemente reaviva fatos passados para que penetrem em nossos coraes. Reili e Dubale so figuras simblicas extraordinrias. Quando os componentes passam pelo Radar, todos se parecem no mesmo turno. Eles se completam, e parece que, naquele momento, est passando um exrcito. Naquela hora, em que passamos ali, estamos levando conosco todas as recordaes e a saudade daquele tempo, em que lutvamos por razes variadas. Ali, passamos a ver a inutilidade da vida terrena. Agora, estamos em outra guerra e esta contra os vales negros da incompreenso. Os mesmos soldados, os mesmos cavaleiros, os mesmos prncipes daqueles tempos esto aqui lutando, e todas estas coisas nos foram dadas por Jesus. Neste mundo que no s dos Jaguares mas, sim, que de Jesus estamos oferecendo a Ele nossos prstimos e nosso trabalho. por isso que mantemos nossa Doutrina em constante operao. a nossa ansiedade de dar ao mundo aquilo de que ele precisa e que temos sobrando, e que precisamos usar, para poder nos redimir, na Lei do Auxlio. Respeite as outras religies. No se preocupe com elas, pois cada uma est dentro de sua faixa crmica e cada uma tem a sua sensibilid...</p>