Barateamento Aracaju Setransp

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Urbanista Nazareno Stanislau Affonso - Coordenador Nacional do MDT Presidente do Instituto RUAVIVA Coordenador do Escritório da ANTP em Brasília nazarenosa@uol.com.br www.antp.org.br www.mdt-mdt.blogspot.com www.ruaviva.blogspot.com Desenhos e fotografias de Nazzareno Stanislau www.nazarenoaffonso.arq.br

Text of Barateamento Aracaju Setransp

  • 1. MOBILIDADE URBANA EBARATEAMENTO DAS TARIFAS Aracaj, 10 de outubro de 2012 Urbanista Nazareno Stanislau Affonso Coordenador Nacional do MDT Coordenador do Escritrio da ANTP BrasliaPresidente do Instituto RUAVIVA

2. Criado em setembro de 2003 junto com a Frente Parlamentar doTransporte Pblico: 9 anos de luta; Congrega: organizaes no governamentais; entidades representativas de movimentos populares nacionais e de trabalhadores de transportes pblicos; operadores e fabricantes de equipamentos de transportes; associaes de profissionais liberais e universidades; frum nacional de secretrios de transportes e trnsito. Bandeiras de luta: incluso social; direito de acesso ao transporte pblico coletivo de qualidade; barateamento das tarifas; priorizao do transporte pblicos no trnsito; acessibilidade universal; Desenvolvimento tecnolgico e defesa do meio ambiente . 3. OBJETIVO DO MDT : Inserir na agenda social e econmica da Nao o Transporte Pblico como um servio essencial e um direito para todos, promovendo a incluso social, a melhoria da qualidade de vida e da qualidade ambiental eo desenvolvimentosustentvelcom gerao de emprego e distribuio de renda. 4. OS CINCO EIXOS DO MDT Mobilidade para todos. Investimento permanente notransporte coletivo. Barateamento das tarifas para aincluso social. Prioridade ao transporte pblicono trnsito. Transporte pblico comdesenvolvimento tecnolgico erespeito ao meio ambiente 5. Quadro geral da Mobilidade no pas 6. Diviso Modal / 2007170 milhes viagens / dia29,4% (coletivo)40,9% (no motorizado) 26,1%38,1% 3,3%29,7% (individual)2,8% 2,5% 27,2% nibus metroferrovirio automvelmotocicletabicicleta a p Fonte: Sistema de Informaes da Mobilidade Urbana da ANTP 7. EFETIVIDADE DOS MODOS DE TRANSPORTEndices por passageiro ModoEnergia Poluio Custo total rea de vianibus11 1 1moto1,9 14,0 3,9 4,2auto4,56,4 8,0 6,4 8. POLTICAS DE ESTMULO AO TRANSPORTE INDIVIDUAL- 2008/2012R$ 20 BILHES - PARA INCENTIVAR A COMPRA DEAUTOMVEISRecordes sucessivos de vendas em plena crise internacional Reduo de IPI no preo dos carros novos, sem garantia de que oalvio fiscal chegue ao consumidor e no foram atrelados amanuteno do emprego- R$ 9 bilhes sempre com justificativa dacrise econmicaAmpliao do crdito para carros usadosRecursos para os bancos das montadoras- (R$ 4 bilhes Gov. Federal e R$ 4 bilhes Gov. Estado de So Paulo Renncia da CIDE- R$ 3 bilhes para no aumentar a gasolina, e 9. 50 MILHES EM 50 ANOS- PROMESSA NOVOS 50 MILHES EM 15 ANOS 10. PERDA DE DEMANDA EM MUNICPIOS COM MAIS DE 200 MIL HABITANTESTotal ideal: com a mesma taxa de viag/bus/dia de 1992Perdas de 1992 a 2005: 20 bilhes pass. (R$ 29 bilhes)Passageiros nibus municipal, 1992-2005 (ndice anual)140120118107100ndice (1992 = 100)89 92806040 total20 total ideal01992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 11. CONSUMOS E EXTERNALIDADES POR RENDA, RMSP, 1997Renda RendaR$ 0-250R$ +3.600Energia - 1 Energia - 9 XCombustivel - 1 Combustivel - 11 XPoluentes - 1 Poluentes - 14 XAcidentes - 1 Acidentes - 15 XTransporte, energia e externalidades, RMSP, 1997 16 14 12 10 ndices86420 0 - 250 251 - 501 1.001 1.801 3.601 ou Energia5001.0001.800 3.600mais CombustvelPoluentesRenda familiar mensal (R$)Acidentes Km entre extremos - 1: 9/15 12. DISTRIBUIO DE CUSTOS POR MODO DE TRANSPORTE, 2005 90 83 76 Acidentes 80Poluio 70Congestionamento62Participao (%) 60 5038 40 302417 20 10 0 Tpblico TindividualNota: Acidentes e poluio (contribuio de cada modo); Congestionamento (experimentado em cada modo) 13. Subsdios totais ao Transporte Urbano nas RM1Modo R$ bilhes/ano Parcela (%)Autos/Motos/Taxi 10,7 a 24,3 86 %T. Pblico 2,0 a 3,9 14 %Total12,7 a 28,21001 Compra e licenciamento de veculos, operao direta, estacionamento e externalidades nocobradas (poluio, acidentes, congestionamento) 14. PARA ONDE VAMOS? 100 9090807060TI52DM (%)50TP 39 3640TNM 30 313020 12 710 3 0Brasil Europa EUA 15. PORQUE PRIORIZAR O TRANSPORTE PBLICO 1. Gerador de Empregos e Renda-Arrecada 30 bilhes (incluindo todos os modaisde transporte coletivo urbano), gera 600 milempregos diretos e contribui para mantermilhares de outros em uma extensa cadeiaprodutiva.- Torna as cidades mais eficientes, diminuindoseus custos, aumentando a produtividade egerando empregos na economia como um todo.2. Agente de Incluso Social -Permite o acesso da populao de baixa renda educao, ao trabalho, ao lazer, sade. 16. Mobilidade para todosPrograma de acessibilidade, definidopelas leis n 10.048/97 e lei n 8078/90 epelo decreto regulamentador n 5296/04.Aprovao Lei da Poltica Nacional daMobilidade Urbana- Lei 12587/2-12 ,nosso Estatuto da MobilidadeSustentvel-Sancionada em 03 dejaneiro de 2012 e entrou em vigor em 12de abril de 2012 17. LEI DA MOBILIDADE URBANA GOVERNOS DEVEM PRIORIZAR EM SUAS AES DE MOBILIDADE URBANA1. Estacionamentos com gesto pblica- reas centrais com taxao;incentivo e planejamento junto sistemas estruturais (Metrs e Ferrovia e Corredores de nibus);2. Qualificar sistema de nibus Convencional (abrigos; informao ao usurios - GPS; proibir estacionamento em vias de transportes pblicos;faixas exclusivas com controle de cmeras);3. Tornar pblico quanto o usurio paga a mais na tarifa para pagar gratuidades;4. Caladas pblicas (grande demanda de pedestres) devem ser acessveis , iluminadas e sem obstculos; 18. GOVERNOS DEVEM PRIORIZAR EM SUAS AES DEMOBILIDADE URBANA6. Bicicletas devem ter espao protegido (ciclovias, ciclofaixas) e integrada ao sistema de transportes;.7. Rever seus Planos de investimentos em sistema virio para adequar a prioridade aos modais no motorizados e Transportes Pblicos Vias exclusivas para automveis sem caladas , ciclovias e vias exclusivas para nibus esto contrrio a Lei de mobilidade);8. Constituir espaos formais de participao social para discutir os projetos e monitorar a implantao dos mesmos segundo as premissas da lei;9.Cidadania para os pedestres nas faixas. 19. AES PBLICAS PR LEI DA MOBILIDADEESTADO DA ARTE DA MOBILIDADE ACESSVELAs leis N. 10.048/00 e N. 10.098/00, e o Decretopresidencial N. 5296/04, alm da promulgao dodecreto legislativo que aprova o texto da Convenoda Organizao das Naes Unidas (ONU) sobre osDireitos da Pessoa Com Deficincia e de seuProtocolo Facultativo soinstrumentos, para oMinistrio Pblico e a sociedade exigirem que otransporte pblico, as caladas, o acesso a prdiospblicos, shoppings, terminais, pontos de paradaetc. sejam acessveis em um prazo de 10 anos,logo2014. 20. AES PBLICAS PR LEI DA MOBILIDADEPAC da CopaLanado em janeiro de 2010 : recursos definanciamento de R$ 7,8 bi e o investimento total de R$12,5 bi, considerando as contrapartidas locais.Do total de empreendimentos estabelecidos na matriz,88% j tem contrato assinado dos quais 35% j estocom obras em andamento.At o momento s 10% foigasto, e os investimentos metro-ferrovirioseguramente no estaro operando em 2014 sem legado que era ter sistemas de transporte operando.Contrapartida para mobilidade urbana do GovernoFederal (Ministrio do Planejamento) foi decretar feriado nos dias de jogos do Brasil . 21. AES PBLICAS PR LEI DA MOBILIDADEPAC da Mobilidade -Grandes CidadesLanado em fevereiro de 2011 o PAC da Mobilidade-Grandes Cidades (R$ 32 bilhes), sendo 6 bilhes deOGU e 26 bilhes de financiamento, seleo, prometidapara junho de 2011 deve ser apresentada em abril.Embora a presidenta j tenha anunciado os projetos nascidades de Belo Horizonte (metr), Porto Alegre (metr),Curitiba (metr), Salvador metr),Fortaleza (metr) eRecife (BRTS e corredor aquavirio). R$ 45 bilhes do Estado de So Paulo.Compromisso do Governo do Estado de So Paulo eminvestir R$ 45 bilhes em sistemas estruturais detransporte pblico, sendo R$ 15 bilhes atravs deParcerias Pblico-Privadas (PPPs). R$ 10 bilhes Rio de Janeiro para Olimpiadas 22. MDT e o Barateamento das Tarifas do Transportes Publico 23. PROPOSTASA- Justia SocialB- Justia TributriaC- Investimento para Baratear a Tarifa e dar Acessibilidade UniversalD- Eficincia e qualidade 24. PROPOSTAS A. Justia SocialGratuidades e descontos(Competncia dos Governos Federal, Estaduais e Municipais) Eliminar as gratuidades sem funo social Oramentos pblicos pagam as gratuidades e descontos tarifrios com funo social. (50% estudantes , portadores de deficincia e idosos) Reduo da tarifa de 19 % Vale Transporte Social(Competncia dos Governos Federal, Estaduais e Municipais) Fornecer 6 vales transportes para as famliascadastradas nos programas sociais dos governos. Equacionamento da questo tarifria na matrizenergtica(Competncia do Governo Federal)Desconto de 60% na energia eltrica para transporte pblicoe eliminao efeitos sobretaxao hora de pico. 25. PROPOSTAS A. Justia SocialBilhete nico Tempo e deciso do usurioAumento dos Passageiros PagantesSo Paulo 13%Metr SP 300 mil/diaCampinas 15%50% dos usurios economizam R$ 90/ms R$ 136 milhes de economia em trs anosFortaleza 20%(Competncia dos Governos Municipais eEstatuais) 26. PROPOSTAS A. Justia SocialReduzir 50% do diesel para transporte pblicoleo Diesel = 25% do custo do transporteLei do Petrleo = (de 2001 a 2007) 140% leo diesel50% gasolina57% IPCAICMS alquota de 12%(Competncia dos Governos Federal, Estaduais e Municipais) Reduo da tarifa de 12 % Utilizao do Gs Natural Veicular (GNV), com preo reduzido. (Competncia do Governo Federal) 27. PROPOSTASB. Justia TributriaTratamento diferenciado dos encargos sociais(Competncia do Governo Federal)Cobrar os encargos sociais com base na receita das operadoras eno da folha de pagamento, com alquota de 2,5%. Reduo da tarifa da ordem de 4%- CONQUISTADO Tratamento Tributrio diferenciado nos trs nveis de Governo(Competncia do Governo Federal)Isentar o PIS e COFINS incidentes sobre os servios do TransportePblico Urbano e de Caracterstica Urbana Reduo da Tarifa da ordem de 3%(Competncia dos Governos Municipais)Isentar do ISS os servios do Transporte PblicoReduo da Tarifa da ordem de 3%(Competncia dos Governos Estaduais e Municipais)Isentar do ICMS o dies