Bases do treinamento aerأ³bio para corrida e emagrecimento 2014-11-22آ  PLANO DE DISCIPLINA •EMENTA

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  • Bases do treinamento aeróbio para

    Corrida e Emagrecimento

    Profª Ma. Kamilla Bolonha Gomes Profº Dr. Anselmo José Perez

  • PLANO DE DISCIPLINA

    • EMENTA

    A corrida como modalidade do esporte atletismo. Corrida como opção de atividade corporal para a saúde. O “boom” da corrida de rua no Brasil e no mundo. Provas de corrida de rua: distâncias, organizadores, participação de atletas e não-atletas. Programas, principais métodos de preparação para a corrida de rua e locais de prática.

    • OBJETIVO GERAL

    Subsidiar a ação e reflexão sobre a corrida de rua como prática corporal.

  • PLANO DE DISCIPLINA

    • OBJETIVOS ESPECÍFICOS

    Conceituar corrida de rua e sua relação com os conteúdos da educação física.

    Diferenciar participação em corridas de rua para atletas e não- atletas.

    Refletir e analisar a função do professor de educação física na orientação da população sobre a participação nas corridas de rua.

     Identificar e descrever as principais corridas de rua no exterior, no Brasil, no estado do Espírito Santo, e na realidade de cada um.

    Correr em diferentes locais: praia (areia, calçadão), asfalto, pista, parques, “cross training”, e outros.

    Elaborar um projeto de plano de treinamento de corrida de rua para uma temporada.

  • PLANO DE DISCIPLINA

    • CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

    Unidade 1 – Corrida de rua como conteúdo da educação física

     1.1 O esporte atletismo e a corrida.

     1.2 O “boom” da corrida na sociedade contemporânea.

     1.3 Os principais organizadores de corridas no Brasil e suas provas.

    Unidade 2 – Fundamentos biológicos e técnicos para a prática da corrida de rua

     2.1 Princípios científicos do treinamento para a corrida.

     2.2 Técnica da corrida e exercícios coordenativos.

    Unidade 3 – Plano de treinamento para a corrida

     3.1 Processo do treinamento: metas, objetivos, métodos, plano e periodização do treinamento e participação em corridas de rua.

  • PLANO DE DISCIPLINA

    • METODOLOGIA DE ENSINO

    Aulas expositivas teóricas e práticas, desenvolvidas por professores e alunos, a partir da identificação coletiva dos conteúdos a serem abordados, baseando-se nos conteúdos cientificamente elaborados e descritos na literatura específica. As apresentações dos conteúdos das unidades poderão ser individuais ou em grupos.

    • METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO

    Serão realizadas três avaliações:

     Dois questionários individuais: 15 pontos cada.

     Projeto de plano de treinamento em grupos (3 pessoas no máximo): 70 pontos [40 pontos (trabalho escrito) + 30 pontos (apresentação)].

  • PLANO DE DISCIPLINA

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA • FOSS, M.L.; KETEYIAN, S.J. Bases fisiológicas do exercício e do esporte de Fox. Guanabara

    Koogan: Rio de Janeiro, 2000. • HEGEDUS, J. Teoría y prática Del entrenamiento deportivo. Buenos Aires: Stadium, 2008. • McARDLE, W .D.; KATCH, F .I.; KATCH, V .L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e

    desempenho humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. pp.369-433. • PEREZ, A.J. Quem são os atletas e os não-atletas no processo de treinamento? Revista

    Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, n. 21, v . 2/3, p. 129-132, 2000. • TUBINO, M.J.G; MOREIRA, S.B. Metodologia científica do treinamento desportivo. Rio de

    Janeiro: Shape, 2003. • TUBINO, M.J.G.; GARRIDO, F .A.C.; TUBINO, F .M. Dicionário enciclopédico Tubino do

    esporte. Rio de Janeiro: Editora Senac Rio, 2007. • WEINECH, J. Manual de treinamento esportivo. 2ª ed. São Paulo: Manole, 1986. • _____. Biologia do esporte. São Paulo: Manole, 1991. • _____. Treinamento ideal. São Paulo: Manole, 1999. • ZAKAROV, A. Ciência do treinamento desportivo. Rio de Janeiro: Grupo Palestra Sport,

    2003.

    • EVANS, Fernando. A história da corrida. Disponível em: . Acesso em: 29 de out. 2014

    http://www.multiesportes.com.br/?p=363

  • PLANO DE DISCIPLINA

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR • Revistas online e Sites

     http://www.revistacontrarelogio.com.br/

     https://www.clubeo2.com.br/

     http://www.acor-es.org/

     http://www.ativo.com/index.php

     http://www.cbat.org.br/

     http://www.copacabanarunners.net/index.html

     http://www.corredorderua.com.br/

     http://www.webrun.com.br/corridasderua/

    • Livros

     Guia Completo de Corrida (James F. Fixx; Ed. Record)

     Correndo Sem Medo (Dr. Kenneth H. Cooper; Editora Nórdica)

     Programa Aeróbico para o Bem-Estar Total (Dr. Kenneth H. Cooper; Editora Nórdica)

    http://www.revistacontrarelogio.com.br/ https://www.clubeo2.com.br/ http://www.acor-es.org/ http://www.ativo.com/index.php http://www.cbat.org.br/ http://www.copacabanarunners.net/index.html http://www.corredorderua.com.br/ http://www.webrun.com.br/corridasderua/

  • Para mim, a corrida é um antidepressivo maravilhoso. Sou muito agitado, faço muitas coisas e a corrida também me ajuda a relaxar. É o momento em que fico em contato comigo mesmo, vejo minhas limitações, e isso me deixa mais com o pé no chão. Por isso não corro ouvindo música e prefiro treinar sozinho.

    Não tenho nenhum cuidado especial com alimentação. Antes do treino, bebo uma água de coco ou como uma fruta. Depois tomo café com leite e como pão, azeite e tomate. Não estou convencido de que existe um benefício real nesses géis e vitaminas, aminoácidos. Durante a maratona só bebo água, não tomo nem isotônico. Como cortei açúcar da minha alimentação há 34 anos, tenho medo de ficar enjoado e passar mal.

    O exercício só é bom quando ele termina. Durante, é sofrimento. Às vezes você até libera uma endorfina no meio e dá uma sensação boa, mas o prazer mesmo vem quando você acaba.

    Depoimento

  • Quem faz atividade física tem um envelhecimento muito mais saudável. Tenho quase 70 e não tomo nenhum remédio, peso 3 kg a mais do que na época da faculdade. As pessoas dizem: “Você é magro, hein? Que sorte!” Não é sorte, tenho que suar a camisa todos os dias.

    Eu corro porque estou convencido de que o exercício físico é contra a natureza humana. Precisamos combater essa inércia. Nenhum animal desperdiça energia, ele gasta sua força para ir atrás de comida e de sexo ou para fugir de um predador. Com essas três necessidades satisfeitas, ele deita e fica quieto. Vá a um zoológico para ver se você encontra uma onça correndo à toa. Ou um gorila se exercitando na barra. Por isso é tão difícil para a maioria das pessoas fazer atividades físicas.

    Um exemplo disso são meus pacientes. A grande maioria são mulheres com câncer de mama. Muitas passam por quimioterapia, perdem o cabelo, têm enjoos, fazem cirurgia para retirar parte do seio. E enfrentam esse processo com tanta coragem que fico até emocionado. Depois disso tudo, falo para elas que, se caminharem 40 minutos por dia, cortam pela metade a chance de morrer de câncer de mama. Esse índice é maior do que o da quimio, mas menos de 1% das minhas pacientes começam a fazer exercício. Vai contra a natureza humana.

    EU CORRO – POR DRÁUZIO VARELLA on jun 9, 2013 Revista Runner´s – Brasil Publicado por Lizanka Marinheiro e Wallace Machado.

    Depoimento

  • Unidade 1 - Corrida de rua como conteúdo da educação física

    1.1 A corrida e o esporte atletismo

    1.2 O “boom” da corrida na sociedade contemporânea

    1.3 Os principais organizadores de corridas no Brasil e suas provas

  • http://esporte.uol.com.br/olimpiadas/historia/ [acesso em 12/11/2014]

    Corrida como fenômeno social, cultural e esportivo desde a antiguidade

    A corrida era o esporte mais nobre das Olimpíadas da Era Antiga. Até os 13ºs

    Jogos, em 728 a.C., foi a única competição disputada.

    Os atletas corriam nus uma distância de um estádio (600 pés ou 192,27 m).

    Em Olímpia, o estádio tinha formato de "U" e capacidade para 45 mil

    pessoas.

    http://esporte.uol.com.br/olimpiadas/historia/

  • Ânforas panatenaicas

    São grandes vasilhames de cerâmicas que continham o óleo que eram

    dados como prêmios nos Jogos Panatenaicos. O óleo vinha do sagrado

    jardim de Atena, na Academia. Os vasos continham figuras em pinturas

    negras, geralmente mostravam Atena (deusa da guerra), e eram

    encomendados pelo Estado aos famosos ceramistas da época,

    como Exéquias.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%82nfora_panatenaica ; http://veja.abril.com.br/historia/olimpiada-1896/especial- estadio-olimpico-atenas-gigante-marmore-impressao.shtml [acesso em 12/11/2104]

    http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%82nfora_panatenaica http://veja.abril.com.br/historia/olimpiada-1896/especial-estadio-olimpico-atenas-gigante-marmore-impressao.shtml

  • É uma corrida que reproduz, segunda a lenda, a distância que Filípides

    (soldado grego), percorreu para anunciar que os Helenos haviam vencido

    uma batalha contra os Persas, desde o local da batalha (planície de

    Maratona – daí vem o nome) até a cidade de Atenas, em 490 a.C.

    MARATONA

  • Minozzo, F.C.; Vancini, R.L; Lira, C.A.B. História da corrida de rua. In: http://bbel.com.br/arquivo/post/historia-da-c