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Boletim Informativo Boletim Informativo Número 03 – Maio e Junho – 2009 violência imposta por seu filho alcoolista.-----29/06/2009 – O Promotor de Justiça Luiz Fernando Góes

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  • Centro de Apoio Operacional da Cidadania e Fundações - CCF

    Boletim Informativo Número 03 – Maio e Junho – 2009

    Notícias Império Alviverde não deve entrar caracterizada em

    jogo contra o Avaí, recomenda MPSC 22/05/2009 – O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) encaminhou Recomendação à Policia Militar de Santa Catarina e ao Avaí Futebol Clube referente a questão da proibição da entrada de integrantes da torcida organizada Império Alviverde, do Coritiba Foot Ball Club, de forma caracterizada, que estejam portando vestuário, bandeiras e faixas com símbolos da torcida O Avaí recebe o Coritiba neste domingo (24/05), às 18h30min. O intuito do Ministério Público é evitar incidentes entre a torcida curitibana e a torcida local, como o confronto que aconteceu em maio de 2008, nas proximidades do Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, entre a Império Alviverde e a torcida organizada Gaviões Alvinegros, do Figueirense Futebol Clube, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro do ano passado. Os ofícios de recomendação foram assinados pelos Promotores de Justiça Alexandre Herculano Abreu e Fábio de Souza Trajano, que atuam, respectivamente, nas áreas da Cidadania e do Consumidor, na Comarca da Capital. A proibição da presença da torcida organizada, de forma caracterizada, do time paranaense foi deliberada em reunião entre o MPSC, o comando da Polícia Militar, a Federação Catarinense de Futebol e da Associação de Clubes de Futebol Profissional de Santa Catarina em junho de 2008, após o confronto entre os torcedores do Coritiba e do Figueirense. Ao encaminhar os ofícios, o MPSC recomenda o cumprimento do deliberado na reunião.

    ------------------------------------------- Justiça concede liminar para suspender cobrança de

    taxas acadêmicas pela UDESC 17/06/2009 – O Juiz de Direito José Maurício Lisboa, da Unidade da Fazenda Pública da Comarca da Capital, concedeu medida liminar pleiteada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em ação civil pública para determinar a suspensão da cobrança de diversas taxas acadêmicas (Diplomas,

    Certificados, Transferência de aluno, Matrícula, Retorno a portadores de diploma de curso superior , Validação de disciplina, Provas / Avaliações, Expedição semestral de atestados / declarações , Expedição de histórico escolar, Multa por atraso na devolução de materiais emprestados da biblioteca) cobradas pela Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Na ação, o Promotor de Justiça Alexandre Herculano Abreu, com atuação na área da cidadania na Comarca da Capital, argumenta que a cobrança das taxas pela UDESC ofende o princípio constitucional referente à gratuidade do ensino em entidades oficiais. O Promotor de Justiça acrescenta que a gratuidade diz respeito não só ao pagamento de mensalidade mas, também, ao pagamento de quaisquer despesas que envolvam a atividade acadêmica.

    ------------------------------------------- MPSC recomenda isenção de taxa para recurso em

    concurso da Secretaria da Fazenda 18/06/2009 – A previsão de cobrança de taxa para entrada de recurso contra conteúdo, gabarito provisório e resultado de concurso para o cargo de contador da Secretaria de Estado da Fazenda levaram o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) a encaminhar recomendação para o órgão público e para a empresa promotora do certame - a Fundação de Estudos e Pesquisas Sócio Econômicos (FEPESE) - para que seja realizado o aditamento do edital do concurso com a exclusão do item que trata da cobrança. No ofício, o Promotor de Justiça Alexandre Herculano Abreu, com atuação na área da cidadania na Comarca da Capital, explica que a cobrança pelo recurso limita o exercício da ampla defesa e do contraditório, além de agredir o princípio da isonomia. O Promotor de Justiça recomenda, então, o aditamento do edital para excluir a taxa de recurso, com ampla divulgação pelos meios de comunicação, e que em editais futuros não conste a previsão de pagamento para exercer o direito de recorrer das provas.

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    Boletim Informativo Número 03 – Maio e Junho – 2009

    Recomendação do MPSC para alteração em concurso para oficiais é acatada

    22/06/2009 – A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa do Cidadão e a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) acataram recomendação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) para modificar o edital 003/CESIEP/2009, que rege o concurso público destinado ao ingresso no curso de formação de oficiais da PMSC, e reabriram o prazo de inscrições para o certame. A recomendação foi motivada pelo fato do concurso prever a entrega de uma série de exames de saúde como primeira fase, antes mesmo das provas classificatórias. Em recomendação enviada no dia 8 de junho à Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão, à PMSC e à Associação Catarinense das Fundações Educacionais (ACAFE), os Promotores de Justiça Alexandre Herculano Abreu e Fábio de Souza Trajano, que atuam nas áreas da cidadania e da moralidade administrativa na Comarca da Capital, respectivamente, expuseram que a exigência da entrega dos exames de saúde antes da avaliação dos candidatos iria reduzir o universo dos interessados no concurso. Segundo os Promotores de Justiça, em consulta realizada junto a cinco laboratórios de análise clínicas de Florianópolis, verificou-se que os exames exigidos custariam, em média, R$ 292,00, quase nove vezes o valor da inscrição, que era de R$ 33. "A exigência de apresentação de tais exames antes da avaliação dos conhecimentos do candidato acarreta verdadeira redução do universo de interessados no certame, em razão do conflito gerado entre a natural incerteza de aprovação e o ônus financeiro com que terão de arcar impreterivelmente", argumentaram os Promotores de Justiça na recomendação. Em resposta ao MPSC, tanto o Secretário de Segurança Pública e Defesa do Cidadão, Ronaldo José Benedet, quanto o Comandante-Geral da Polícia Militar de Santa Catarina Coronel Eliésio Rodrigues, responderam em ofício que a recomendação foi atacada, e os procedimentos administrativos para alteração do concurso já estão sendo adotados.

    ------------------------------------------- Secretaria da Fazenda acata recomendação e não

    cobrará por recurso em concurso público 29/06/2009 – A Secretaria de Estado da Fazenda acatou recomendação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e publicará Termo aditivo ao edital SEF nº 001/2009 excluindo os itens que tratam da cobrança de taxa de recurso quanto ao conteúdo das provas, gabarito provisório e resultado final. O órgão informou, ainda, que respeitará a recomendação em outros concursos que vier a realizar. A previsão de cobrança de taxa para entrada de recurso contra conteúdo, gabarito provisório e resultado de concurso para o cargo de contador da Secretaria de Estado da Fazenda fez com que o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) encaminhasse uma recomendação para o órgão público e para a empresa promotora do certame - a Fundação de Estudos e Pesquisas Sócio Econômicos (FEPESE). No documento, o Promotor de Justiça Alexandre Herculano Abreu, com atuação na área da cidadania na Comarca da Capital, explicou que a cobrança pelo recurso limita o exercício da ampla defesa e do contraditório, além de agredir o princípio da isonomia, e recomendava o aditamento do edital do concurso com a exclusão do item que trata da cobrança.

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    Ações Ajuizadas

    06/05/2009 – A Promotora de Justiça Kátia Rosana Pretti Armange, da Comarca de Blumenau, promoveu Ação de Aplicação de Medida de Proteção em favor de idosa, visando garantir-lhe a integridade física e psicológica haja vista possível falta de cuidado por parte da família.

    ------------------------------------------- 14/05/2009 – O Promotor de Justiça Marcio Rio Branco N. de Gouvêa, da Comarca de Içara, ajuizou Ação Civil Pública com obrigação de fazer cumulada com pedido liminar contra o Município de Içara, visando que este determine a todos os médicos da

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    Boletim Informativo Número 03 – Maio e Junho – 2009

    rede pública de saúde que efetuem as prescrições medicamentosas utilizando obrigatoriamente a Denominação Comum Brasileira (DCB) ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI), sob pena do pagamento de multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por cada descumprimento verificado. Além disso, no prazo de 5 (cinco) dias, determine aos profissionais de medicina da rede pública municipal que prescrevam, preferencialmente, medicamentos constantes das listas de medicamentos padronizados pelo Estado de Santa Catarina, dando- lhes conhecimento das relações de medicamentos da Assistência Farmacêutica Básica,