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Manual de serviço A2368.8P/3 KSB LCC Bombas para sólidos e massas semi-líquidas LCC - metal LCC – revestimento de borracha Nº de série (OP):_____________________________ Modelo: ___________________________________ Este manual contém informação básica e notas de precaução. Por favor leia completamente o manual antes da instalação da unidade, conexões elétricas e comissionamento. É imprescindível atender a todas as outras instruções de operação referente aos componentes desta unidade. Este manual deve ser mantido sempre próximo ao local de operação ou diretamente no conjunto moto- bomba.

Bomba KSB Mod. Ms Lcc a2368 8p 3

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Catalogo de bomba KSB LCC, para area de Petroleo e afins.

Text of Bomba KSB Mod. Ms Lcc a2368 8p 3

Manual de servio A2368.8P/3

KSB LCCBombas para slidos e massas semi-lquidas

N de srie (OP): __________________________ LCC - metal Modelo: ___________________________

LCC revestimento de borracha

N de srie (OP):_____________________________

Modelo: ___________________________________

Este manual contm informao bsica e notas de precauo. Por favor leia completamente o manual antes da instalao da unidade, conexes eltricas e comissionamento. imprescindvel atender a todas as outras instrues de operao referente aos componentes desta unidade.

Este manual deve ser mantido sempre prximo ao local de operao ou diretamente no conjunto motobomba.

LCC

ndice 1 2 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 2.8 3 3.1 3.2 4 4.1 4.2 4.3 4.3.1 4.3.2 4.3.3 4.3.4 4.3.5 4.3.6 4.4 4.5 5 5.1 5.2 5.3 5.3.1 5.3.2 5.4 5.4.1 5.4.2 5.5 5.6 6 6.1 6.1.1 6.1.2 6.1.3 6.1.4 6.1.5 6.1.6 6.1.7 6.1.8 6.2 6.2.1

Pgina Geral Segurana Sinais de instrues no manual Qualificao e treinamento de pessoal No conformidade com as instrues de segurana Conscincia da segurana Instrues de segurana para o operador / usurio Instrues de segurana para trabalho de manuteno, inspeo e instalao Modificao e fabricao no autorizada de peas sobressalentes Modos de operao no autorizados Transporte e Armazenagem temporria Transporte Armazenamento temporrio (abrigado) / conservao Descrio do produto e acessrios Especificao tcnica Designao Detalhes do projeto Corpo da bomba Rotor Vedao do eixo Mancais Foras e momentos permitidos nos bocais da bomba Caractersticas do rudo Acessrios Dimenses e pesos Local da instalao Regulamentaes de segurana Fundao Instalao da bomba ou da unidade Alinhamento da bomba e do acionador Local de instalao Conectando a tubulao Conexes auxiliares Dispositivos de proteo Verificao final Conexo ao fornecimento de energia Comissionamento / partida / parada Comissionamento Lubrificantes Vedao do eixo Escorvamento da bomba e outras verificaes Verificando o sentido da rotao Limpando a tubulao Filtro de suco Partida Parada Limites de operao Temperatura do fluido bombeado, temperatura ambiente e temp. do mancal 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 6 6 6 8 8 9 9 9 9 9 9 10 10 10 10 11 11 11 11 11 11 11 12 12 13 13 13 13 13 13 13 7 7.1 7.2 7.2.1 7.2.2 7.3 7.4 7.4.1 7.4.2 7.5 7.5.1 7.5.2 7.5.3 7.5.4 7.5.5 7.5.6 7.5.7 7.5.8 7.5.9 7.5.10 7.5.11 7.5.12 7.5.13 7.5.14 7.5.15 7.5.16 7.6 7.6.1 7.7 8 8.1 8.2 8.3 8.4 8.5 8.6 8.7 8.8 9 10 11 6.2.2 6.2.3 6.3 6.3.1 6.3.2 6.3.3 6.4 Freqncia de partidas Densidade do fluido bombeado Parada / armazenagem / conservao Armazenamento de bombas novas Medidas a serem tomadas em caso de paradas prolongadas Armazenagem de revestimentos de borracha Retornando operao aps armazenagem Manuteno / Reparo Instrues gerais Manuteno / Inspeo Superviso de operao Lubrificao e troca de lubrificante Drenagem / disposio Desmontagem Desenhos em corte e listas de material Procedimentos de desmontagem Re-montagem Instrues gerais Montagem dos mancais Inserindo eixo e mancais no corpo Instalando as tampas e as vedaes Instalando a luva do eixo Montando a caixa de gaxeta Montando o mancal no pedestal Montagem do expelidor Montando o corpo Revestimento de borracha Rotor Placa e boca de suco Ajuste axial do mancal Folga de funcionamento do expelidor Torques de aperto gua de fonte externa para o conjunto de selagem Estoque de peas sobressalentes Procedimentos de manuteno para mxima vida til das peas Problemas operacionais e solues Defeitos: causa e soluo Baixa vazo Temperatura do mancal Contaminao do mancal Caixa de gaxeta Super aquecimento do corpo da bomba Vazamento da bomba Sobrecarga no motor Vibraes ou rudos anormais Valores de torque para elementos de fixao mtricos Desenho Geral com lista de componentes Complementos

Pgina 14 14 14 14 14 14 14 14 14 15 15 15 15 16 16 16 18 18 18 18 19 19 19 20 20 20 20 21 21 21 21 22 22 23 23 24 25 25 25 25 26 26 26 26 26 27 28 32

2

LCC1. GeralAteno sinal de risco geral conforme ISO 7000-0434. sinal de advertncia ao perigo eltrico

Esta bomba KSB foi desenvolvida de acordo com a mais avanada tecnologia; ela fabricada com o mximo de cuidado e sujeita a um contnuo controle de qualidade. Essas instrues de operao pretendem facilitar a familiarizao com a bomba e suas designaes. O manual contm informao importante para uma operao segura, apropriada e eficiente. de suma importncia estar em conformidade com as instrues de operao para garantir segurana e uma vida til longa da bomba e evitar quaisquer riscos. Essas instrues de operao no levam em conta regulamentaes locais; o operador deve garantir que tais regulamentaes sejam estritamente observadas por todos, inclusive a pessoa chamada para realizar a instalao. Esta bomba / unidade no deve ser operada alm dos valores limite especificados na documentao tcnica para o fluido bombeado, capacidade, velocidade, densidade, presso, temperatura e potncia do motor. Verificar se a operao est de acordo com as instrues contidas neste manual ou na documentao do contrato (Contatar o fabricante, se necessrio). A plaqueta de identificao indica o tipo de srie / tamanho, principais dados de operao e nmero de srie; favor citar estas informaes em todas as consultas, pedidos e particularmente quando comprando peas sobressalentes. Se voc necessitar de qualquer informao adicional ou instrues no constantes desse manual ou em caso de dano, favor contatar o centro de servio da KSB mais prximo. Sobre caractersticas de rudo, consulte o item 4.3.6 .

smbolo de segurana conforme IEC 417-5036. A palavra Ateno usada para introduzir instrues de segurana cuja no observncia pode conduzir ao perigo para a mquina e suas funes. Instrues anexadas diretamente mquina, exemplo: - seta indicando direo da rotao - sinais para conexes de fluido devem sempre ser seguidas e ser mantidas em condies perfeitamente legveis. 2.2 Qualificao e treinamento de pessoal

2.

Segurana

Essas instrues de operao contm informao fundamental que deve estar em conformidade durante a instalao, operao, monitoramento e manuteno. Portanto esse manual de operao deve ser lido e entendido pelo instalador e pela pessoa responsvel / operador treinado, antes da instalao e execuo, e deve sempre ser mantido junto ao local de operao da mquina / unidade para fcil acesso. As instrues gerais de segurana contidas nesse captulo Segurana bem como as instrues de segurana mencionadas em normas especficas devem ser seguidas. 2.1 Sinais de instrues no manual

Todo o pessoal envolvido na operao, manuteno, inspeo e instalao da mquina deve ser altamente qualificado para executar o trabalho envolvido. As responsabilidades do pessoal, competncia e superviso devem ser claramente definidas pelo operador. Se a pessoa em questo ainda no possui o conhecimento necessrio, deve ser providenciado um treinamento e instruo apropriados. Se necessrio, o operador pode solicitar ao fabricante / fornecedor tal treinamento. Adicionalmente, o operador responsvel por garantir que o contedo das instrues de operao seja completamente compreendido pelo pessoal responsvel. 2.3 No conformidade com as instrues de segurana A no conformidade com as instrues de segurana pode colocar em risco a segurana das pessoas, do meio ambiente e da prpria mquina. A no conformidade com as instrues de segurana pode tambm levar a perda de todo e qualquer direito a reclamaes por danos. Em particular, a no conformidade pode por exemplo, resultar em: - falha em mquina importante / funes da fbrica - falha de manuteno prescrita e prtica de servio - perigo s pessoas por efeitos eltricos, mecnicos e qumicos, bem como explosivos - perigo ao meio ambiente devido a vazamento de substncias nocivas.3

As instrues de segurana contidas nesse manual cujas no observncias podem causar riscos a pessoas so especialmente marcadas com o smbolo:

LCC

2.4

Conscincia da segurana

para dano conseqente. 2.8 Modos de operao no autorizados

imprescindvel estar em conformidade com as instrues de segurana contidas nesse manual, com as regulamentaes nacionais e internacionais de proteo contra exploso, de sade e segurana e com a regulamentao de segurana, operao e trabalho interno do prprio operador. 2.5 Instrues de segurana para o operador / usurio

A garantia relacionada segurana operacional da bomba / unidade fornecida s vlida se a mquina for usada de acordo com o seu uso designado como descrito nas sees seguintes. Os limites estabelecidos na folha de dados no devem ser excedidos sob nenhuma circunstncia.

- Qualquer componente quente ou frio que possa apresentar perigo deve ser equipado com uma proteo pelo operador. - Protees que so colocadas para prevenir contato acidental com peas mveis (exemplo acoplamento) no devem ser removidas enquanto a mquina estiver operando. - Vazamentos (exemplo no selo do eixo) de fluido bombeado nocivo (exemplo: explosivo, txico, quente) deve ser contido para prevenir qualquer dano s pessoas e ao meio ambiente. Providncias legais pertinentes devem ser tomadas. - Riscos eltricos devem ser eliminados. (A esse respeito consulte as regulamentaes de segurana aplicveis a diferentes pases e / ou da companhia local de fornecimento de energia). - Qualquer componente em contato com o produto bombeado, especialmente em caso de produtos abrasivos, deve ser inspecionado quanto a desgaste a intervalos regulares e repostos por peas sobressalentes originais (veja seo 2.7) no tempo devido. 2.6 Instrues de segurana para trabalho de manuteno, inspeo e instalao

3.3.1

Transporte e armazenagem temporriaTransporte

O iamento apropriado e prticas de segurana devem ser observados durante todo o tempo. O levantamento do conjunto de bomba requer extremo cuidado, uma vez que o centro de gravidade no est localizado no centro fsico da unidade, mas est usualmente mais prximo da rea da caixa de gaxeta / vedao do eixo. Nunca levante por um nico ponto e no use a bomba ou eixo do motor como ponto de levantamento. No conjunto de mancais e no motor h olhais de iamento prprios para levantamento exclusivo de cada um deles, que no podem ser utilizados para levantar o conjunto completo. Recomendamos utilizar no mnimo 4 pontos de fixao bem distribudos e distanciados para estabilizar a carga. Evite excesso de carga lateral nos olhais de iamento do corpo. Note que determinados pontos de levantamento no suporte destinam-se somente ao manuseio do prprio suporte, no representando necessariamente pontos balanceados para o conjunto todo da bomba. Sempre certifique-se de que a bomba ou unidade permanea na posio horizontal durante o transporte e no possa escapar dos meios de suspenso para o transporte. Se a bomba ou unidade escapar do equipamento de iamento poder ocorrer danos pessoais e materiais. As figuras abaixo sugerem mtodos de iamento. O mtodo de iamento mais seguro varia conforme a configurao da bomba e tipo de equipamento de iamento. Certifique-se que todos os pontos de fixao esto bem presos e faa um teste de levantamento para verificar a estabilidade, antes de iniciar o seu transporte.

O operador responsvel por garantir que todo o trabalho de manuteno, inspeo e instalao seja realizado por especialistas autorizados, qualificados que estejam completamente familiarizados com o manual. A bomba deve ser resfriada at atingir a temperatura ambiente. Ela deve ser drenada e sua presso deve ser liberada. Trabalhos na mquina devem ser efetuados somente durante sua parada. O procedimento de parada descrito no manual deve ser seguido sem falha. Bombas ou unidades de bomba bombeando fluido prejudicial sade devem ser descontaminados. Imediatamente aps completar o trabalho, todos os dispositivos de proteo e segurana devem ser reinstalados e / ou reativados. Por favor observe todas as instrues indicadas no captulo 6.1 Comissionamento antes de retornar a mquina ao servio. 2.7 Modificao e fabricao no autorizada de peas sobressalentes

As modificaes ou alteraes da mquina somente so permitidas sob consulta com o fabricante. Peas sobressalentes e acessrios originais autorizados pelo fabricante garantem segurana. O uso de outras peas pode invalidar qualquer responsabilidade do fabricante4

LCC

4.2

Designao LCC M 300 - 710.5

Modelo Hidrulica Flange de recalque DN em mm Dimetro nominal do rotor em mm Fig 1 Transporte da bomba Cdigo do eixo

Hidrulica M ..........................................................................Metal R ...............................................Borracha (Elastmero) H ....................................................Metal extra-pesado Cdigo do eixo Cdigo Dimetro (mm)

1 35

2 50

3 70

4 100

5 125

Tipo de selagem KE (padro gaxeta) bucha estranguladora selo mecnico expelidor AVISO: Parte superior pesada Opes Rotor aberto Lubrificao leo Lubrificao graxa (padro) Rotor rebaixado (turned down) Mancais com vedaes para ambientes com risco de alagamento

Fig. 2 Transporte da unidade completa 3.2 Armazenamento temporrio (abrigado) / conservao

A unidade / bomba deve ser guardada em ambiente fechado e seco com a umidade do ar o mais constante possvel. Se ficar guardada ao ar livre, a unidade e a embalagem devem ficar cobertas com material impermevel, para evitar contato com a umidade. Todos os artigos guardados devem ser Ateno protegidos contra umidade, sujeira, bichos e insetos e acesso no autorizado. Consulte a seo 6.3 para exigncias de armazenagem por longos perodos.

Dimetros nominais dos bocais e rotores em mm (polegadas).Designao LCC 50-230 LCC 80-300 LCC 100-400 LCC-150-500 LCC 200-610 LCC 250-660 LCC 300-710 Recalque 50 (2) 80 (3) 100 (4) 150 (6) 200 (8) 250 (10) 300 (12) Suco 80 (3) 100 (4) 150 (6) 200 (8) 250 (10) 300 (12) 350 (14) Rotor 225 (8,86) 310 (12,22) 395 (15,55) 500 (19,69) 610 (24) 660 (26) 710 (27,95)

4. Descrio do produto e acessrios4.1 Especificao tcnica

Bomba centrfuga para bombeamento de partculas grossas ou finas de gua suja carregada de slidos a fluidos agressivos de natureza abrasiva ou corrosiva. Aplicaes incluem processo de bombeamento e descarga de rejeitos para minerao, dragagem e outras operaes industriais.

4.3

Detalhes de projeto

Suco horizontal, corpo espiral da bomba modificado, com rotor de trs palhetas para permitir a passagem de slidos de grande tamanho. Disponveis nos modelos: borracha, metal e metal extra-pesado, todos intercambiveis.5

LCC

4.3.1

Corpo da bomba

Trs configuraes padro esto disponveis: 1) Metal duro: Carcaa de parede simples, rotor e revestimento de suco de ferro fundido branco de alto teor de cromo. Prpria para descarga de alta presso, para todos os tamanhos de partculas at o mximo de passagem livre e polpas de mdia corroso. Tambm pode ser fornecida em material resistente a polpas altamente corrosivas. Revestimento de borracha: Construda em parede dupla, aberta radialmente, consistindo de uma parede externa dctil e revestimentos internos de borracha moldada. O rotor de ferro fundido branco de alto teor de cromo ou poliuretano. Destina-se a descarga de presso moderada, para partculas finas mdias e polpas altamente corrosivas. Metal duro extra-pesado: Similar verso de metal duro, mas com sees mais reforadas e hidrulica apropriada para os mais severos trabalhos com polpas. Capacidade de dois estgios de presso. Est disponvel nos tamanhos LCC 150-500 e acima.

2)

Fig. 4.3-3 LCC metal duro extra-pesado 4.3.2 Rotor

3)

Todos os rotores padro so fechados e possuem 3 palhetas como mostram as figuras 4.3-1 a 4.3-3. Em alguns tamanhos tambm esto disponveis rotores abertos com diferentes nmeros de palhetas. 4.3.3 Vedao do eixo

Todas as carcaas possuem fixao dos flanges conforme padro ANSI. Existem adaptadores para converso aos flanges DIN.

Todas as bombas padro usam gaxetas substituveis montadas em uma caixa de gaxeta com conexes para selagem do eixo atravs de lquidos de fonte externa. Opes incluem bucha estranguladora, selo mecnico para polpa ou expelidor com gaxeta lubrificada graxa e execuo especial para usina de acar e lcool.

Bucha estranguladora (opcional)

Fig. 4.3-1 LCC metal duro

Fig. 4.3-4 polpa

Execuo padro para bombeamento de

Fig. 4.3-2 LCC com revestimento de borracha6

LCC

Fig. 4.3-5 Execuo com selo expelidor.

Fig. 4.3.6 Execuo para usina de acar e lcool, com menor fluxo de lquido de fonte externa O sistema selo expelidor utilizado em aplicaes cujo fluxo de gua nas gaxetas limitado ou no permitido, ou onde o fludo no compatvel com o processo. Um segundo rotor montado em uma cmara separada reduzindo a presso na regio da caixa de selagem, permitindo que a luva protetora seja lubrificada a graxa e que a compresso das gaxetas seja suficiente para a selagem. Ao contrrio dos selos mecnicos, os expelidores devem ser cuidadosamente selecionados para cada aplicao e condies especficas de operao. Na seleo do motor, quando utilizado o sistema expelidor, deve ser previsto um adicional de potncia. Mudanas na altura manomtrica, vazo, velocidade da bomba, slidos no processo ou nvel de lama podem afetar a funcionalidade do sistema de selagem do expelidor. A correta instalao, ajustes e procedimentos de operao so extremamente importantes tanto para o funcionamento quanto para a vida til destes selos. Testes extensivos tm mostrado que as seguintes normas de procedimento podem ajudar a manter o sistema expelidor a operar apropriadamente prolongando a vida til dos componentes de desgaste. Alm disso recomendamos uma reviso da engenharia para operao com expelidor no mencionado nesta norma de procedimento. Tamanho das partculas: Deve ser mantido entre 200 e 1500 m; Peso especfico da lama: Deve permanecer abaixo de 1,35;

Slidos: Camadas de lama depositadas na superfcie da bomba devem ser evitadas; Limites de vazo: Deve ser entre 0,5 e 1,3 x Qopt.; Lavagem: O fluxo de slidos no processo pode precipitar a parada da bomba e a reparao na cmara do expelidor, reduzindo a eficincia e acelerando o desgaste. O sistema deve ser purgado com gua limpa pelo menos 15 minutos antes da parada da bomba. A aplicao de gua limpa ajudar no desprendimento dos slidos impregnados no expelidor. Para aplicaes onde inevitvel a formao precipitada de crostas de lama na cmara do expelidor, o uso de fluxo de gua intermitente passa a ser necessrio. Enquanto no existir gua de fonte externa na caixa de selagem, as gaxetas devero ser lubrificadas com graxa ou leo. Para esse sistema so recomendadas gaxetas de grafite. Distribuidores de graxa manuais ou automticos esto disponveis dependendo da aplicao. Girar a tampa sobre as unidades manuais acrescentar uma pequena quantidade de graxa gaxeta. Esta ser novamente recarregada removendose a tampa. Sistemas de lubrificao automticos usam um pisto acionado por mola para manter um fornecimento estvel de graxa. So novamente recarregados conectando uma pistola de graxa no encaixe ao lado da unidade. Note que excessos na temperatura podem alterar a quantidade de lubrificante fornecida gaxeta e deve ser considerada. Molas esto disponveis para o sistema de lubrificao automtico com trs diferentes nveis de tenso para controlar o fluxo de graxa. As bombas com expelidor so equipadas com um defletor que pressionado na regio do cubo do corpo da bomba. O defletor ajuda a reduzir a quantidade de slidos na cmara de selagem. Para instalao do defletor consulte o item 11.4. importante operar a bomba com expelidor dentro dos limites de rotao e condies de operao especificadas nos parmetros do projeto original. Grandes variaes na quantidade de fluxo e slidos podem permitir o acmulo de partculas na cmara do expelidor, o que pode resultar em obstruo ou falha prematura dos componentes. Qualquer alterao nas condies de operao deve ser discutida com um representante da KSB para estabelecer se as novas condies so apropriadas ao equipamento.

Fig. 4.3-7 Tpico selo mecnico para polpa7

LCC2)

Para informao sobre selos mecnicos, consulte o manual do fabricante do selo. 4.3.4 Mancais

Mancais de rolos cnicos de 125 mm, montados a partir de mancais de duas carreiras de rolos. Outros tamanhos possuem configurao TDO (capa inteira).

O conjunto do mancal foi projetado em forma de cartucho, montado sobre um pedestal concntrico com um mecanismo de ajuste para o posicionamento da folga axial do rotor. A lubrificao padro graxa. Tambm est disponvel uma verso para lubrificao a leo. No item 7.2 indicamos as qualidades e quantidades do lubrificante. Peas bsicas de rolamentos esto listados para referncia. Reposio de rolamentos est disponvel na KSB.Cdigo do eixo Rolamentos instalados Rolo cnico de duas carreiras Nmero da Rolo esfrico Folga final pea Tipo E mm (pol.) Cone/capa/ distanciador 1) 53177/53376D 0,15 22209 E /X2S53176 (.006) 72225C/ 0,15 72488D/ 22212 E (.006) X1S72225 9285 / 9220D / 0,18 22217 E (.007) X4S9285 HM926740/ 0,25 22224 E HM926710CD/ (.010) HM92674XA HH932145/ 0,20 22230 E HH932110/ (.008) H932145XA

Fig. 4.3-8 Montagem do mancal tipo cartucho 4.3.5 Foras e momentos permitidos nos bocais da bomba

As foras e momentos seguem uma verso modificada da norma francesa NF E 44-145. Os valores de fora e momentos s se aplicam s tubulaes estticas. Os valores tambm s se aplicam se a bomba estiver instalada numa base totalmente cimentada e parafusada a uma fundao rgida e plana.

1 2 3 4 5 2)1)

A numerao se refere a peas da Timken Co., sendo que tambm a Koyo um fornecedor aprovado.

8

LCC

Flange da bomba 50 mm (2 pol.) 75 mm (3 pol.) 100 mm (4 pol.) 150 mm (6 pol.) 200 mm (8 pol.) 250 mm (10 pol.) 300 mm (12 pol.) 75 mm (3 pol.) 100 mm (4 pol.) 150 mm (6 pol.) 200 mm (8 pol.) 250 mm (10 pol.) 300 mm (12 pol.) 350 mm (14 pol.)

Fx 600 900 1200 1800 2400 3000 3600 1000 1350 2000 2700 3350 4000 4650

Tubulao de recalque

Tubulao de suco

Foras admissveis N (lb.) Fy Fz 700 500 (135) (160) 1000 800 (200) (225) 1350 1050 (270) (305) 2000 1600 (405) (450) 2700 2100 (540) (610) 3350 2700 (675) (750) 4000 3200 (810) (900) 800 900 (225) (180) 1050 1200 (305) (235) 1600 1800 (450) (360) 2100 2400 (610) (470) 2700 3000 (750) (600) 3200 3600 (900) (720) 3750 4200 (1045) (845)

(110) (180) (235) (360) (470) (600) (720) (200) (270) (405) (540) (675) (810) (945)

Momentos admissveis N.m (libras-p) Mx My Mz 120 100 80 (90) (75) (60) 230 190 160 (170) (140) (120) 380 310 260 (280) (230) (190) 750 610 520 (555) (450) (385) 1200 1000 850 (885) (750) (630) 1800 1450 1250 (1330) (1070) (920) 2400 2000 1700 (1770) (1475) (1250) 230 190 160 (170) (140) (120) 380 310 260 (280) (230) (190) 750 610 520 (555) (450) (385) 1200 1000 850 (885) (750) (630) 1800 1450 1250 (1330) (1070) (920) 2400 2000 1700 (1770) (1475) (1250) 3100 2550 2200 (2290) (1880) (1620)

4.3.6

Caractersticas do rudo

55.1

Local da instalaoRegulamentaes de segurana

Funcionando dentro dos limites normais de operao e com lquido limpo, o nvel de rudo da bomba individualmente no passa de 80 dB a um metro de distncia. A presena de slidos de grande tamanho, espuma ou cavitao pode aumentar significativamente os nveis de rudo tanto na bomba como na tubulao. Caso sejam necessrios nveis de rudos precisos em tais condies, ser preciso fazer testes em campo. Os nveis de rudo do motor e do redutor de engrenagens devem ser adicionados aos acima, de acordo com frmulas acsticas padro, levando-se em conta a distncia entre as unidades. Nas unidades acionadas por polias e correias, acrescente mais 2 dB. 4.4 Acessrios

Os equipamentos eltricos operados em lugares de risco devem atender s respectivas normas de proteo contra exploses. A placa de identificao do motor contm esta indicao. Se o equipamento for instalado em lugar de risco, tambm preciso observar e atender s normas locais de proteo contra exploses e s regulamentaes do certificado de teste fornecido com o equipamento, que so emitidos pelas autoridades aprovadoras responsveis. O certificado de teste deve ser conservado prximo ao local de operao, permitindo fcil acesso (ex.: sala do mestre). 5.2 Fundao

Podem-se empregar acoplamentos, polias, correias, suportes de motor e/ou placas de base. Consulte a lista de materiais, as especificaes tcnicas e/ou os desenhos para saber mais a respeito. 4.5 Dimenses e pesos

Todo o trabalho estrutural necessrio deve ter sido preparado de acordo com as dimenses indicadas na tabela de dimenses ou no plano de fundao. A fundao de concreto deve ser suficientemente forte para garantir uma instalao segura e funcional. Certifique-se de que a fundao de concreto esteja bem firme antes de colocar a unidade sobre o mesmo. Sua superfcie deve ser absolutamente horizontal e plana. Os chumbadores devem ser inseridos nos orifcios da base metlica.9

Consulte o plano de fundao da bomba.

LCC

5.3

Instalao da bomba ou da unidade

Depois de colocada sobre a fundao, a base metlica deve ser nivelada com calos. Estes devem ser colocados entre a base metlica e a fundao. Sempre devem ser colocados direita e esquerda dos parafusos de ancoragem e bem prximos a estes. Se houver uma distncia de mais de 800 mm (30 pol.) de um parafuso ao outro, deve-se colocar um calo adicional na metade da distncia entre um orifcio e outro. Todos os calos devem estar perfeitamente nivelados. Insira os chumbadores e fixe-os na fundao utilizando concreto. Quando a massa estiver curada, aperte os parafusos de ancoragem retos e firmes e efetue o enchimento do interior da base com concreto magro adequado.

Fig. 5.3-2 Alinhamento do acoplamento com o auxlio de um calibre e de uma rgua Os desvios radial e axial (tolerncias) entre as duas partes do acoplamento no deve exceder 0,1 mm (0,004 pol.) O alinhamento incorreto da unidade pode causar danos tanto ao acoplamento como prpria unidade! Nas instalaes com correias em V, as polias estaro corretamente alinhadas se, em relao a uma parede reta vertical houver um desvio no superior a 1,0 mm (0.04 pol). As polias devem estar em paralelo.

Fig. 5.3-1 Colocao dos calos 5.3.1 Alinhamento da bomba e do acionador

Todos os componentes devem ser nivelados durante a operao a menos que tenham sido feitas disposies especiais para lubrificao de mancal e leo de selagem. Aps fixar a base metlica sobre a fundao e conectar a tubulao, a bomba e o acionador devem ser cuidadosamente inspecionados e, se necessrio, realinhados. Ateno A inspeo do acoplamento e o realinhamento devem ser feitos mesmo que a bomba e o motor tenham vindo completamente montados e alinhados sobre uma base comum. Observe a distncia correta entre as metades dos acoplamentos, indicadas no plano de fundao. O conjunto bomba/motor estar corretamente alinhado se uma superfcie plana colocada axialmente sobre as duas metades do acoplamento apresentar a mesma distncia de cada eixo em todos os pontos da circunferncia. Tambm a distncia entre as duas metades do acoplamento deve ser a mesma em toda a circunferncia. Utilize um apalpador, uma cunha escalonada ou um micrmetro digital para fazer a verificao (veja figuras 5.3.2 e 5.3.3). Fig. 5.3-3 Alinhamento de polias de correias em V 5.3.2 Local de instalao

O corpo espiral e o selo mecnico (se aplicado) possuem aproximadamente a mesma temperatura do material bombeado. O selo mecnico (se aplicado), rolamentos e o mancal no precisam ser isolados. Tome os devidos cuidados para evitar queimaduras no pessoal e nos equipamentos adjacentes. 5.4 Conectando a tubulao Ateno

Nunca use a prpria bomba como ponto de ancoragem para a tubulao. As foras admissveis da tubulao no podem ser excedidas (veja item 4.3.5). A tubulao de suco horizontal deve ser montada com uma inclinao ascendente em direo bomba e a tubulao de presso com uma inclinao descendente em relao bomba. A tubulao deve ser ancorada10

LCC

bem prxima bomba e deve ser conectada sem transmitir qualquer esforo ou tenso. Os dimetros nominais da tubulao devem ser no mnimo iguais aos dimetros nominais dos bocais da bomba. recomendvel instalar elementos de controle e de fechamento no sistema, dependendo do tipo do projeto de instalao e da bomba. De qualquer modo preciso projetar a instalao de tal modo que a bomba possa ser drenada e desmontada sem dificuldades. Expanses trmicas da tubulao devem ser adequadamente compensadas, de modo a no causar nenhuma carga extra na bomba que exceda as foras e momentos admissveis da tubulao. Um aumento excessivo e inadmissvel das foras da tubulao pode causar vazamentos na bomba, por onde o produto bombeado possa escapar para a atmosfera. Perigo de vida no bombeamento de produto txico ou quente. As protees do flange nos bocais de suco e recalque da bomba devem ser removidas antes da instalao na tubulao. 5.4.1 Conexes auxiliares

6

Comissionamento, paradaAteno

partida

/

O cumprimento das exigncias a seguir de suprema importncia. Danos resultantes do no cumprimento das mesmas no estaro cobertos pela garantia. Este manual aplica-se a bombas de estgio nico. Procedimentos para bombas multiestgio devem ser obtidos com a KSB. 6.1 Comissionamento

Antes de dar a partida na bomba, certifique-se de que os requisitos abaixo foram conferidos e atendidos. Os dados de operao, o nvel de leo, se necessrio (6.1.1), e a direo de rotao (6.1.4) devem ser conferidos. O conjunto bomba / motor deve ser escorvado (6.1.3). Verifique se a unidade est corretamente conectada na fonte de energia eltrica e com os dispositivos de proteo. Verifique se todas as conexes auxiliares (5.4.1) esto conectadas e funcionando. Se a bomba ficou fora de servio por um longo perodo de tempo, proceda como descrito no item 6.4. Lubrificantes

As dimenses e localizaes das conexes auxiliares (refrigerao, aquecimento, lquido selante, lquido de fluxo, etc.) esto indicadas no plano de fundao ou na planta de distribuio da tubulao. Estas conexes so necessrias ao funcionamento adequado da bomba e so portanto, de vital importncia! Ateno 5.4.2 Dispositivos de proteo

-

-

6.1.1

De acordo com o que dispe as normas de preveno de acidentes, a bomba no deve ser operada sem protees nos acoplamentos e nos acionamentos. Se o cliente solicitar especificamente que as protees no sejam includas no fornecimento, o prprio operador dever providenci-las. 5.5 Verificao final

Verifique novamente o alinhamento conforme descrito no item 5.3. O eixo deve girar com facilidade no acoplamento quando girado manualmente. 5.6 Conexo ao fornecimento de energia

Rolamentos lubrificados com graxa Rolamentos lubrificados graxa j saem com graxa da fbrica. Devem ser relubrificados aps as 50 horas iniciais de operao e depois disso a intervalos regulares. Veja as instrues de lubrificao de graxa contidas no item 7.2.2.2. Se a velocidade do eixo exceder a indicada na tabela abaixo, a temperatura no mancal deve ser monitorada durante o funcionamento inicial, sendo necessrio adicionar mais graxa se exceder 100C (210F), ou se os rolamentos estiverem barulhentos. Em alguns casos em que a refrigerao externa do mancal fraca, pode ser necessrio fazer uma parada para esfriar os mancais, diversas vezes durante esse perodo de incio. Eixo 1 2 3 4 5 Velocidade do eixo (rpm); monitorar a temperatura inicial se superior a: 2300 1800 1400 1000 750

A conexo com a fonte de energia s pode ser executada por um eletricista treinado. Verifique se a tenso da rede est de acordo com as especificaes indicadas na placa do motor e escolha o mtodo de partida apropriado. Recomendamos o uso de um dispositivo de proteo para o motor.

Uma pequena quantidade de lubrificante pode ser expelida atravs dos selos tipo labirinto por ocasio da partida. Isto normal e no cessar at que o excesso de graxa tenha sido expelido.

11

LCC

Rolamentos lubrificados a leo Unidades podem ser enviadas sem leo da fbrica. Completar com leo ISO 150, sinttico, at o centro do visor de leo. Antes de acionar a bomba, verifique se os mancais esto preenchidos corretamente at o centro do indicador de nvel de leo. No encher demais. Unidades preenchidas na fbrica contm o leo sinttico ISO 150. Ou ento, use um leo sinttico equivalente ou um leo mineral de alta qualidade ISO 220 prprio para equipamentos industriais pesados, rolamentos antifrico e sistemas de circulao de leo. Tais leos so dotados de estabilidade trmica, resistem oxidao e formao de espuma e inibem a ferrugem, a corroso e a formao de depsitos. leos com aditivos EP no so recomendados. Para aplicaes em ambientes de alta temperatura, acima de 85 C (180 F) , cargas pesadas ou excessiva contaminao, pode ser empregado um lubrificante sinttico de alta qualidade. Consulte seu representante KSB a respeito. Eixo 1 2 3 4 5 Capacidade de leo aproximada litros 0,75 1,0 1,75 3,0 6,0

Operao submersa Conjuntos de mancais para uso submerso devem ser completamente preenchidos com leo e levemente pressurizados por uma recirculao de leo e sistema de filtragem. Como resultado, suas capacidades sero diversas vezes maior que o mostrado acima e ser necessrio o uso de um leo thinner. Dependendo da temperatura da gua no local de operao da bomba, o grau de viscosidade ISO deve ser alterado como segue para lubrificantes base de leo mineral: Temperatura da gua Grau de viscosidade ISO 0 a 20 C (32 a 70 F) 100 20 a 30 C (70 a 85 F) 150 acima de 30 C (acima 200 de 85 F) O leo sinttico ISO 150 pode ser usado para todas as temperaturas acima mencionadas. Para maiores informaes sobre conjuntos de mancais submersos, consulte a seo 11.2 e 11.3. 6.1.2 Vedao do eixo

No preencha totalmente o conjunto do mancal. As capacidades indicadas acima so aproximadas. Ao encher o mancal, o nvel do leo deve ficar na linha central do visor de controle de nvel, quando o eixo no estiver em movimento. Este o nvel frio e mudar durante a operao da bomba e o leo ficar suspenso nos mancais. O copo de ressuprimento de leo no est mais disponvel. Seu uso no recomendvel pois aumenta o nvel do leo quando a bomba est em operao e causa vazamento nos selos do mancal.

Gaxeta Antes do funcionamento inicial, o aperta-gaxeta fornecido com a bomba deve ser ajustado como descrito no item 7.5.16. Recomendamos o uso de anis de gaxeta prtensionados da KSB. Se for utilizar outras marcas, observe as instrues do fabricante sobre instalao e uso (veja item 2.7). Para fornecimento de fonte externa, use gua limpa apropriada no agressiva, no sujeita formao de depsitos e que no contenha slidos suspensos. A mdia da dureza deve ser 5 com um ph > 8. Deve ser condicionada e neutra em relao corroso mecnica. Uma temperatura interna de 10 a 30 C (50 a 85 F) deve produzir uma temperatura externa mxima de 45C (115 F) quando a gaxeta estiver apropriadamente ajustada. Operar a bomba a seco aumentar o desgaste da gaxeta e da luva protetora do eixo ou causar falha do selo mecnico. Ateno Selos mecnicos Selos mecnicos so dispositivos de preciso que requerem cuidados especiais para operarem adequadamente. Se a bomba possuir um selo mecnico, ser preciso consultar o manual de instrues da vedao no que se refere s condies especiais de armazenagem e de funcionamento inicial da mesma. 6.1.3 Escorvamento verificaes da bomba e outras

Antes de dar a partida, preciso retirar todo o ar da bomba, da tubulao de suco e (se aplicvel) do tanque e fazer a escorva com o lquido a ser bombeado. A vlvula de fechamento da tubulao de suco precisa estar totalmente aberta. Fig. 6.1.1 Abastecimento, drenagem e nvel do leo12

LCC

Abra completamente todas as conexes auxiliares (fluxos, vedaes, lquido de refrigerao, etc.) e verifique se o fluxo tem passagem livre. 6.1.4 Verificando o sentido de rotao

6.1.8

Parada

O sistema de tubulao nunca deve estar equipado com uma vlvula de verificao ou outro dispositivo que possa desacelerar rapidamente a vazo nominal. Desligue o acionamento, verificando se a unidade mostra um comportamento suave at a parada total. O acionador de freqncia varivel (VFD) e outros controladores no devem usar nenhuma funo de parada para diminuir o bombeamento. Engrenagens movidas a diesel devem soltar a embreagem e permitir que a bomba desa at a parada. Feche as conexes auxiliares. Os sistemas de lubrificao de mancal pressurizados devem continuar funcionando at que toda a rotao pare. Se qualquer parte do sistema utilizar um fornecimento de lquido de refrigerao desligue-o somente depois que a bomba estiver resfriada. Em caso de uso de lquido para aplicao nos selos mecnicos, consulte o manual de manuteno do selo para procedimentos especficos de parada. Em caso de parada com altura de recalque esttico significante no sistema, o rotor pode comear a funcionar no sentido inverso uma vez que a vazo inverte na tubulao. Isto cria um torque positivo no eixo no permitindo que a conexo do rotor desparafuse. No feche nenhuma vlvula de linha principal at que a vazo pare. Uma mudana na velocidade do fluido pode criar um torque negativo no rotor e desparafus-lo do eixo. Isto pode danificar as partes da bomba da extremidade assim como os mancais, selos e outros componentes. Ateno No caso de geada, a bomba e, se houver, as cmaras de resfriamento, devem ser drenadas ou de algum modo protegidas contra congelamentos. 6.2 Limites de Operao

O sentido de rotao deve corresponder direo indicada pela seta existente no corpo da bomba. Faa um teste, ligando o motor com o acoplamento desconectado. Se o motor girar na direo errada, corrija e teste novamente antes de acoplar. Se for utilizado um acionador de freqncia varivel (VFD) ou outro controlador, recomendvel desativar permanentemente a funo REVERTER e TRAVAR durante a instalao do controlador. Ateno Se for aplicada fora motriz bomba e a rotao estiver na direo contrria, mesmo que momentnea, pode desaparafusar o rotor, causando graves danos a toda a unidade. Isto especialmente importante durante a partida da bomba pois o rotor pode no estar completamente torquiado ao eixo da bomba. 6.1.5 Limpando a tubulao

O modo de operao da limpeza e a durao dos trabalhos de lavagem e desoxidao devem levar em considerao os materiais da carcaa e das vedaes. 6.1.6 Filtro de suco

Se o sistema dispuser de um crivo para proteger as bombas contra impurezas provenientes do local, ser preciso monitorar o nvel de contaminao do mesmo, medindo-se a presso diferencial para garantir a presso de entrada adequada bomba. 6.1.7 Partida

Antes de dar a partida na bomba, certifique-se de que a vlvula de fechamento da linha de suco esteja completamente aberta. Pode-se dar a partida contra uma vlvula de controle de oscilao fechada, montada no lado do recalque, ou contra um elemento de fechamento. Assim que a bomba atingir a velocidade rotacional total, comea-se a abrir lentamente a vlvula de fechamento, at ajustar-se ao ponto de operao. Se optar pela partida contra uma vlvula de fechamento aberto no lado de recalque, leve em considerao o aumento da potncia de entrada da resultante. No permitido fazer a bomba funcionar prolongadamente contra uma vlvula fechada. H perigo de formao de vapor e exploso! Uma vez atingida a temperatura de operao e / ou no caso de vazamentos, desligue a unidade e reaperte todos os parafusos. Verifique o alinhamento do acoplamento conforme descrito no item 5.3.1 e, se necessrio, realinhe. Ateno

Os limites de aplicao da bomba ou da unidade no que se refere presso, temperatura e velocidade so indicados em uma folha de dados e devem ser rigorosamente obedecidos. Se a folha de dados no estiver disponvel, consulte o representante KSB. 6.2.1 Temperatura do fluido bombeado, temperatura ambiente e temperatura do mancal

No opere a bomba com temperaturas superiores s especificadas na folha de dados ou na plaqueta de identificao da mesma, a menos que obtenha permisso por escrito do fabricante. Ateno Os danos resultantes do no cumprimento desta observao no sero cobertos pela garantia do fabricante. Devem-se observar as temperaturas dos mancais descritas no item 7.2.1. Uma temperatura muito alta nos13

LCC

mancais pode indicar desalinhamento ou problemas tcnicos. 6.2.2 Freqncia de partidas

6.3.3

Armazenagem borracha

de

revestimentos

de

Para evitar aumentos excessivos de temperatura no motor e excesso de carga na bomba, no acoplamento, no motor, nas vedaes e nos mancais, a quantidade de vezes que se liga a bomba por hora no deve exceder a seguinte tabela: Potncia do motor Mximo de ligaes/h at 12 kW (16 hp) 25 at 100 kW (135 hp) 20 acima de 100 kW (135 hp) 10 6.2.3 Densidade do fluido bombeado

A potncia de entrada da bomba aumentar na proporo da densidade do produto bombeado. Para evitar sobrecarga do motor, da bomba e do acoplamento, a densidade do produto deve atender os valores especificados no pedido de compras. 6.3 Parada / Armazenagem / Conservao

As bombas com revestimentos de borracha devem ser guardadas em local refrigerado, escuro, onde no haja equipamentos eltricos como motores ou qualquer outro aparelho gerador de oznio. Deve-se evitar a exposio direta luz do sol e temperaturas superiores a 50C (120F). Os componentes de borrachas, quando armazenados corretamente, conservam suas propriedades por aproximadamente dois anos no caso de borracha natural, ou cinco anos no caso de neoprene ou uretano. Os componentes devem ser inspecionados periodicamente, prestando-se ateno presena de leves formaes calcrias, facilmente removveis, que indicam deteriorao. O escurecimento ou a descolorao de componentes de borracha ao longo do tempo so ocorrncias naturais e no indicam nenhuma perda de propriedade. 6.4 Retornando operao aps armazenagem

Toda bomba KSB sai de fbrica cuidadosamente montada. Se ela for colocada em funcionamento algum tempo depois do fornecimento, recomendamos os seguintes cuidados na armazenagem: 6.3.1 Armazenagem de bombas novas

Antes de colocar a bomba em servio novamente, execute todos os trabalhos de verificao e de manuteno especificados nos itens 7.1 e 7.2. Deve-se observar as instrues contidas nos itens Comissionamento (6.1) e Limites de operao (6.2). Depois de terminado o trabalho preciso reinstalar e/ou reativar todos os equipamentos de proteo e de segurana antes de colocar a unidade em funcionamento.

Proteo mxima por at 12 meses, se a bomba for apropriadamente guardada em local coberto. Coloque a bomba em local seco. Gire manualmente o rotor da bomba uma vez por ms. Siga as instrues do fabricante no que se refere aos selos mecnicos. Veja abaixo os requisitos para a armazenagem de revestimentos de borracha. Medidas a serem tomadas em caso de paradas prolongadas a bomba permanece instalada; operao de verificao: Para garantir o pronto funcionamento da bomba a qualquer tempo e para evitar a formao de depsitos dentro da bomba e na rea de suco da bomba, ligue o conjunto de bomba regularmente uma vez por ms ou uma vez a cada 3 meses por um breve perodo (aproximadamente 5 minutos), se a bomba precisar ficar fora de servio por muito tempo. Antes de coloc-la em funcionamento para verificao, veja se h lquido suficiente disponvel para operar a bomba. A bomba desmontada e armazenada: Antes de armazenar a bomba, execute todas as verificaes especificadas nos itens 7.1 a 7.4. aconselhvel fechar os bocais (por exemplo, com tampas plsticas ou similares).

77.1

Manuteno / reparoInstrues gerais

6.3.2

1)

A bomba KSB LCC um produto internacional e foi projetada, no geral, para o sistema MTRICO de unidades usando componentes mtricos. Todas as fixaes so mtricas e necessitaro de ferramentas mtricas. Todas as vedaes so mtricas, incluindo vedaes de leo, anis tipo O-Ring e caixas de gaxetas. Duas excees importantes: 1) Os elementos de fixao do flange de suco e de recalque possuem o padro americano ANSI, porm dispomos de carretis de adaptao para os flanges. 2) O rolamento do lado do acionamento um rolamento de rolos cnicos em polegadas. O cliente responsvel pela garantia de que todos os trabalhos de instalao, manuteno e inspeo sejam executados por pessoal autorizado e devidamente qualificado, que conhea integralmente estas instrues de operao. Um plano de manuteno regular ajudar a evitar consertos caros e contribuir para uma operao normal14

2)

LCC

e confivel da bomba com o mnimo de gastos de manuteno. Qualquer trabalho s pode ser feito na unidade com as conexes eltricas desconectadas e fora de acesso, de modo que o conjunto bomba / motor no possa ser ligado acidentalmente. As bombas que trabalham com lquidos contendo produtos prejudiciais sade devem ser descontaminadas. Ao drenar o produto bombeado, certifique-se de que no h risco para as pessoas ou para o meio ambiente. Todas as leis a respeito devem ser obedecidas. 7.2 7.2.1 Manuteno / inspeo

7.2.2

Lubrificao e troca de lubrificante

7.2.2.1 Lubrificao Os elementos rolantes do rolamento so lubrificados graxa ou leo mineral. A seguir especificamos os intervalos de troca do lubrificante, assim como as quantidades e qualidades requeridas. Em condies de operao desfavorveis, como por exemplo, sob temperatura ambiente muito alta, elevada umidade atmosfrica, ar carregado de p, atmosfera industrial agressiva, etc., os intervalos de inspeo, enchimento e troca do lubrificante devem ser encurtados. 7.2.2.2 Qualidade da graxa / troca de graxa Superviso da operao Os mancais contm graxa de sabo de ltio de alta qualidade. Em condies normais de operao, o contedo deve ser completado a cada 1500 horas atravs de uma injeo aproximadamente igual metade da quantidade original usada para montar os mancais. Aps 20000 horas de operao ou a cada 2,5 anos preciso inspecionar os rolamentos e, se necessrio, limp-los e relubrific-los. Nesse caso utilize graxa de sabo de ltio de alta qualidade, sem resina ou cidos, que no aglutine e com boas caractersticas anti-oxidantes. O ndice de penetrao da graxa deve estar entre 2 e 3, correspondendo a uma penetrao de trabalho entre 220 e 295 mm/10. Seu ponto de gota no pode estar abaixo de 175C. As cavidades do rolamento devem estar totalmente cheias de graxa. Capacidade de graxa aproximada Rolamento de Rolamento de rolos esfricos rolos cnicos 15 ml (1/2 oz) 20 ml (3/4 oz) 20 ml (3/4 oz) 40 ml (1.5 oz) 30 ml (1 oz) 90 ml (3 oz) 90 ml (3 oz) 190 ml (6 oz) 140 ml (5 oz) 280 ml (10 oz)

A bomba deve funcionar sempre sem rudo e sem vibrao. Se ocorrer um destes fatores, deve-se investigar a causa e elimin-la imediatamente. Ateno Os procedimentos operacionais que possam causar golpe de arete devem ser evitados, do contrrio a bomba e seus componentes podem ser seriamente danificados. Ao colocar a bomba em funcionamento contra uma vlvula de bloqueio fechada no lado recalque por um perodo curto, no se devem exceder os valores de presso e de temperatura admissveis. A operao prolongada contra uma vlvula de bloqueio fechada no permitida. Perigo de formao de vapor e de exploso! A temperatura do leo nos mancais pode exceder a temperatura do ambiente em at 85C (150F), mas nunca deve ser superior a +100C (210F), exceto por um perodo curto para ajustar rolamentos novos. Se a temperatura exceder 120C (250F), a unidade deve ser desligada imediatamente. Verifique o nvel correto do leo como descrito no item 6.1.1. O aperta-gaxeta (se houver na bomba) deve gotejar levemente durante a operao. Deve ser lentamente apertado. Qualquer bomba de reserva instalada deve ser ligada e desligada uma vez por semana para manter-se pronta para funcionar. Deve-se observar o funcionamento correto das conexes auxiliares. Se os elementos do acoplamento flexvel comearem a mostrar sinais de desgaste, devem ser substitudos. Ateno

Eixo 1 2 3 4 5

Depois de adicionar graxa, possvel que algum excesso seja expelido pelas vedaes tipo labirinto. Isto normal e pra assim que todo o excesso tiver sado. 7.2.2.3 Troca de leo A primeira troca de leo deve ser feita aps 300 horas de operao, as trocas seguintes aps 3000 horas ou quando parecer ou suspeitar-se de que esteja sujo ou contaminado. Veja item 6.1.1. sobre especificaes do leo e capacidades. 7.3 Drenagem / disposio Ateno

Se a bomba tiver sido usada para bombear lquidos prejudiciais sade, tome as devidas providncias para no colocar em risco as pessoas e o ambiente na hora de drenar o produto.15

LCC

Todas as leis relevantes, cdigos locais, e procedimentos de segurana devem ser observados. Se necessrio, vista roupas de segurana e mscara de proteo. Se o produto bombeado deixa resduos que possam causar corroso ao entrar em contato com a umidade atmosfrica, ou que possam entrar em ignio quando em contato com oxignio, ser preciso lavar e neutralizar a unidade. O lquido de lavagem usado e qualquer resduo lquido dentro da bomba deve ser adequadamente coletado e descartado de modo a no oferecer nenhum risco s pessoas ou ao meio ambiente. 7.4 Desmontagem

No aplique calor no cubo do rotor, para no danificar as cavidades seladas do mesmo. PERIGO DE EXPLOSO! Ferramenta para soltar o rotor: Gire o rotor at que a ponta de uma palheta aponte para a descarga da bomba. Insira a ferramenta atravs da abertura de suco do rotor e encaixe-o na palheta que est voltada para a descarga. Gire o eixo no sentido oposto ao normal, usando a polia da bomba ou uma chave inglesa. OBS.: Para que o rotor seja facilmente removido, as roscas do eixo devem ser fortemente impregnadas com composto anti-aderente durante a re-montagem. Tambm deve-se usar duas juntas de papelo hidrulico com fibra de aramida entre a luva do eixo e o rotor.FERRAMENTA

Antes da desmontagem, tome as devidas providncias para que a bomba no possa ser ligada acidentalmente. As vlvulas de bloqueio nos bocais de suco e recalque devem ser fechadas. A bomba deve ser resfriada at atingir a temperatura ambiente, deve ser drenada e sua presso deve ser aliviada. Observe as normas de segurana do item 7.1. Os trabalhos de reparos e de manuteno na bomba s podem ser realizados por pessoal especialmente treinado e s devem ser empregadas peas de reposio originais do equipamento (veja item 2.7) 7.4.1 Desenhos em corte e listas de material

O manual que voc est lendo um manual bsico para todas as bombas do tipo KSB LCC. Para desenhos em corte e listas de material relacionados sua bomba e equipamento especficos, localize um representante KSB e solicite uma cpia oficial. Podem ser enviados separadamente da bomba e junto com o manual bsico ser enviado desenhos e listas de material.

Fig. 7.4-1 Ferramenta para soltar o rotor Dispositivo para levantar o rotor: Para retirar ou colocar o rotor, pegue o rotor pela abertura de suco como mostrado na figura 7.4-2. O rotor pode ser nivelado, girando-se o parafuso de ajuste que aponta para a extremidade dianteira do rotor. Este recurso muito til na hora da re-instalao. Para retirar o rotor, certifique-se de que a tubulao de suco esteja bem presa antes de soltar a rosca. No retire, levante, desloque ou re-instale o rotor sem empregar adequadamente um dispositivo de levantamento conforme recomendado para o rotor.

A desmontagem e a montagem sempre devem ser realizadas de acordo com os respectivos desenhos em corte. Qualquer trabalho no motor, no redutor de engrenagens, no selo mecnico ou nos demais equipamentos que no a prpria bomba deve obedecer as especificaes e regulamentaes do respectivo fornecedor. 7.4.2 Procedimentos de desmontagem

Rotor Durante a operao normal, o rotor torna-se firmemente parafusado sobre o eixo pelo torque de giro. Geralmente necessrio um torque firme ou um sbito golpe torsional leve, porm brusco, para soltar o rotor. Existem diversos mtodos para isso. Um dos mais fceis citado abaixo. Para solicitar as ferramentas auxiliares aqui descritas, entre em contato com seu representante KSB. Favor informar o nmero do conjunto bomba/motor no pedido, para garantir o recebimento da ferramenta adequada.16

LCC

Se a remoo no for feita como explicado acima, a placa do expelidor pode cair depois que a carcaa for removida. Removendo o expelidor Antes de retirar o expelidor, use dois dos furos que ficaram abertos e dois parafusos de reserva (no inclusos), para prender o corpo do expelidor (10-7) ao pedestal da bomba. Se a fixao no for feita como explicado acima, o corpo do expelidor pode cair depois que o expelidor for removido. O expelidor (23-15) pode agora ser removido do eixo. A fixao desta pea similar da luva protetora do eixo (um encaixe deslizante justo). Se necessrio, o corpo do expelidor pode ser solto do pedestal, calado conforme necessrio e empregado para aplicar presso ao expelidor, de modo a for-lo para fora do eixo. Esta presso deve ser aplicada em diversos pontos em torno do corpo do expelidor, para evitar carga desigual e a potencial quebra de componentes de metal duro. Montagem do mancal tipo cartucho Drene o leo (se aplicvel), retirando o bujo de drenagem existente no lado inferior do mancal. Retire o anel centrifugador (se houver) e as tampas traseiras do mancal. Deve-se ter cuidado com os INPRO-seal, que no devem ser retirados das tampas a menos que tenham sido danificados e precisem ser substitudos. Examine os selos, vedaes, anis O-Ring e troque qualquer um que aparente desgaste ou quebra. A porca do mancal e a chapa de segurana que prendem o rolamento no lado do acionamento, tambm devem ser retiradas. Um dos dentes da chapa de segurana estar curvado para dentro de um dos canais da porca do mancal e precisar ser curvado de volta para permitir que a porca seja desparafusada. O eixo e os rolamentos (que esto pressionados sobre o eixo) podero ento ser retirados juntos da extremidade de acionamento do corpo de mancal. aceitvel a desmontagem horizontal, se houver apoio adequado para o eixo, evitando que este encoste em qualquer das superfcies acabadas das aberturas existentes no mancal. Deve-se ter cuidado para no danificar o anel retentor de graxa (pea 63-7, lubrificao graxa) ou o anel distanciador (pea 45-4, lubrificado a leo) que sair com o eixo entre os dois rolamentos. Os rolamentos so aquecidos quando montados sobre o eixo e ficam apertados. difcil remov-los do eixo sem danific-los, portanto s devem ser retirados se precisarem ser substitudos. Normalmente retiram-se os rolamentos por meio de aquecimento, que deve ser rpido para evitar que tambm o eixo seja aquecido. s vezes pode ser necessrio cortar a fogo o lado externo e usinar cuidadosamente o lado interno, porm preciso tomar cuidado para evitar que o eixo seja danificado, especialmente na rea do INPRO-seal.

Fig. 7.4-2 Dispositivo de levantamento do rotor Corpo Recomenda-se que no mnimo dois pontos de levantamento sejam usados para mudar o corpo da bomba de lugar. Isto propicia maior segurana e controle do componente. Quando aplicvel, as bombas KSB so fornecidas com olhais fundidos no corpo para esta finalidade. Observe que se o gancho da corrente no se encaixar no olhal de iamento, ser preciso instalar uma manilha. Outro ponto de iamento aceitvel uma corrente fixada em torno do flange de recalque, tomando-se os devidos cuidados para no danificar os parafusos do flange. Revestimento de Borracha A maioria dos revestimentos assentam-se justos nos corpos lado suco e lado cubo. Os corpos possuem dois furos roscados a 180 graus para ajudar na remoo. Se a reutilizao dos revestimentos for antecipada, deve-se tomar cuidado para empurr-los para fora retos, para evitar o curvamento da placa de ao traseira. Montagem do expelidor: - nas bombas de metal LCC-M padro Aps escorar o corpo da bomba, retire as porcas dos quatro prisioneiros (902.10) que seguram o corpo no lugar e desmonte o mesmo. Aps escorar a placa do expelidor (16-4), retire os quatro parafusos passantes restantes (901.33) e desmonte a placa do expelidor. V para o item removendo o expelidor, abaixo. - nas bombas LCC-R e LCC-H Aps escorar o corpo da bomba, retire as porcas dos oito prisioneiros (902.10) que seguram o corpo no lugar. Desmonte o corpo e a placa do expelidor (16-4) juntos, permitindo que a placa do expelidor repouse sobre os oito prisioneiros.

17

LCC

7.5 7.5.1

Re-montagem Instrues gerais

deve ser deixada de fora durante este procedimento, para evitar danos). Depois que os rolamentos tiverem esfriado, retire a porca de fixao e instale-a com a arruela de travamento contra o rolamento de rolos cnicos, apertando a porca com o torque indicado no item 7.5.15. O aperto excessivo pode prejudicar a arruela de travamento, permitindo que a porca de fixao se solte durante a operao. Ateno No solte a porca depois de fix-la, com o objetivo de ajustar o distanciamento dos rolamentos. O rolamento cnico LCC possui um espaador interno que ajusta automaticamente a distncia interna dos rolamentos. Ateno Aps o aperto, dobre para baixo um dos dentes da chapa de segurana, inserindo-o em uma das fendas da porca do mancal. Se nenhum dos dentes estiver alinhado com alguma fenda, localize a mais prxima e aperte a porca mais um pouco, at conseguir curvar o dente da arruela para baixo. Se o dente da arruela no for dobrado para baixo, a porca pode se soltar, levando danificao prematura do rolamento. Veja o item 7.2.2.2 no que se refere lubrificao graxa. Ateno

A bomba deve ser reinstalada de acordo com as regulamentaes da engenharia, obedecendo os limites de rudo. Utilize o desenho em corte e a lista de materiais como orientao. Antes da montagem, limpe cuidadosamente as superfcies do eixo, do furo do rolamento e da tampa, empregando um solvente adequado para remover graxa velha, gua, poeira ou sedimentos. Limpe todos os componentes desmontados e verifique se no h sinais de desgaste. Os componentes danificados ou gastos devem ser substitudos por peas de reposio originais do equipamento. Veja se todas as superfcies das vedaes esto limpas e se os anis O-Ring e as juntas esto corretamente assentados. Recomendamos trocar os elementos de vedao (anis O-Ring, juntas) toda vez que a bomba for re-montada. As novas juntas devem ter a mesma espessura das antigas. Evite o mximo possvel o uso de produtos auxiliares na montagem. Caso isto seja inevitvel, utilize um fixador de contato comum. O fixador s deve ser aplicado em alguns pontos (trs ou quatro) e em camadas finas. No use fixador base de cianoacrilato (fixadores de secagem rpida). Se houver necessidade de um produto de montagem ou anti-fixador diferente dos descritos, consulte o fabricante dos materiais de vedao. 7.5.2 Montagem dos mancais

O anel retentor de graxa (63-7, para lubrificao graxa) ou o anel distanciador (45-4, para lubrificao a leo) deve ser colocado no eixo entre os rolamentos na posio correta antes de se montarem os dois rolamentos. Depois de montados os rolamentos, no podero ser removidos sem risco de dano. O anel de graxa essencial para proteger o rolamento cnico da perda de lubrificao no caso de altas cargas. A m instalao do anel poder resultar em significativa reduo da vida til do rolamento. Ateno Os rolamentos so prensados no eixo e devem ser aquecidos a 120C (250F) com o auxlio de um aquecedor para rolamentos, banho de leo ou outro dispositivo de aquecimento, antes da montagem. No recomendado o aquecimento por chama. Na hora da montagem, importante que os rolamentos estejam inteiramente assentados em relao ao eixo. Ao montar o rolamento de rolos cnicos, importante aquecer a parte externa (ou capa) juntamente com a capa interna (ou cones) para garantir o assentamento adequado em relao ao distanciador interno exigido por este tipo de rolamento de separao pr-ajustada. Antes que o rolamento de rolos cnicos esfrie sobre o eixo, termine de fix-lo, apertando a porca de fixao sem a arruela de travamento. (A arruela de travamento Fig. 7.5-1 Rolamento de rolos cnicos lado do acionador 7.5.3 Inserindo eixo e mancais no corpo

Depois de verificar que os dimetros externos do rolamento e dos furos do mancal esto totalmente livres, insira o eixo com os rolamentos e o anel de graxa (ou distanciador) no mancal pelo lado do acionador. Poder ser necessrio alinhar o anel de graxa (ou distanciador) ao entrar no mancal, pois a folga no eixo de aprox. 6 mm (0,25 pol.). Os rolamentos devem deslizar livremente dentro do mancal, sem que seja preciso fazer muita fora, pois isto indicaria p ou resduos entre os rolamentos e o mancal, resultando em pr-carga axial sobre o rolamento de rolos esfricos no Ateno18

LCC

lado do rotor. A pr-carga do rolamento far com que este absorva as cargas axiais, que normalmente seriam absorvidas pelo rolamento de rolos cnicos. Isto provocaria um super aquecimento e a falha prematura do mancal de rolos esfricos. 7.5.4 Instalando as tampas e as vedaes

A vedao do eixo padro para o rolamento o INPRO VBX tipo selo labirinto. Outros tipos de selos podem estar disponveis incluindo o selo Caterpillar Duo-Cone para montagens submersas. Consulte o desenho geral para informaes especficas sobre estes tipos de selos alternativos. Antes da instalao aperte os selos INPRO-seal no eixo de cada extremidade nas tampas, fazendo com que a sada de expulso do produto contaminante e a passagem de retorno do lubrificante fiquem na posio equivalente a 6 horas (em baixo). Se possvel, utilize um balancim de eixo cremalheira operado mo, ao invs de uma prensa hidrulica, para controlar a operao de prensagem. Voc ir perceber um leve assentamento interferente e poder cortar uma poro do anel O-Ring externo, porm isto normal e indica uma fixao segura. Deslize as tampas laterais com as juntas e os selos INPRO-Seal sobre as extremidades do eixo, certificando-se novamente de que a sada de expulso do produto contaminante e a passagem de retorno do lubrificante estejam situados na parte inferior. Utilize uma leve camada de vaselina industrial para lubrificar os anis tipo O-Ring internos em relao ao eixo. Tome muito cuidado para no cortar o anel tipo O-Ring, ao deslizar o selo sobre o sulco da chaveta, no eixo. Se necessrio, lixe levemente os cantos do sulco para no correr este risco. Aps parafusar as tampas no lugar, gire o eixo manualmente. No deve haver contato de frico entre os componentes rotativos e os estacionrios do selo INPRO-Seal. Qualquer movimento axial ou de atrito no selo pode indicar desalinhamento. Neste caso, rosqueie levemente at chegar no alinhamento. Note que a tampa do lado do acionamento fica presa contra a ranhura externa do rolamento de rolos cnicos e pode no ficar nivelada em relao ao mancal. No necessrio calar. Um vo de at 1 mm (0.04 pol.) admissvel e est dentro da tolerncia dos componentes. Porm, se o vo for maior que isto, significa que o rolamento de rolos cnicos no est bem assentado. Consulte o item 7.2.2 para maiores detalhes referentes lubrificao de leo. Fig. 7.5-2 Selo VBX INPRO para KSB LCC 7.5.5 Instalando a luva do eixo

Ao montar a luva do eixo, no deixe o produto antifrico entrar em contato com nenhuma das faces axiais da mesma, incluindo a face de contato com o rotor ou a face em contato com o eixo. Se necessrio para facilitar a retirada, aplique somente uma leve camada do produto anti-frico na superfcie interna da luva do eixo. A lubrificao da luva do eixo ou da superfcie do prprio eixo pode resultar em sobrecarga e quebra do mesmo. Em muitos casos haver um anel O-Ring, que dever ser colocado sobre o eixo primeiro. Ao empurrar a luva do eixo na posio, este anel deve ser forado at encaixar totalmente no rebaixo da luva do eixo. Se houver ainda um anel cadeado (anel de selagem) no partido ou de fundo, ele tambm dever ser colocado sobre a luva do eixo neste momento.

Fig. 7.5-3 Montagem de uma luva de eixo KSB LCC padro 7.5.6 Montando a caixa de gaxeta

7.5.6.1 Caixa de gaxeta A caixa de gaxeta deve ser montada de modo que a conexo de fonte externa esteja sobre ou prxima linha vertical central. Isto ir posicionar os prisioneiros na posio 09:00h e 03:00h para fcil acesso. Note que as caixas de gaxeta para eixos 1, 2 e 3 tm uma nica entrada enquanto que as caixas de gaxeta maiores tm uma segunda entrada que pode ser usada para fluxo adicional ou ser plugada.19

LCC

A caixa de gaxeta fixada justa em relao ao pedestal. No h necessidade de nenhuma operao de centragem adicional. Em alguns casos preciso instalar uma placa de desgaste separada da caixa de gaxeta. Esta deve ser fixada na caixa de gaxeta com uma junta. A figura 4.3-4 mostra uma instalao tpica de caixa de gaxetas. 7.5.6.2 Gaxeta (sem expelidor) O arranjo de selagem consiste de um anel de selagem padro, seguido de quatro anis de gaxeta (trs anis para eixo de 70mm). A gaxeta deve ser untada com graxa resistente gua durante a montagem. Veja figura 4.3-4. 7.5.6.3 Gaxeta (com expelidor) Para aplicaes com expelidor o primeiro anel de gaxeta e o anel de selagem padro so substitudos por uma bucha estranguladora de baixa vazo. A bucha estranguladora seguida por um anel de gaxeta, um anel cadeado especial, e ento por um segundo anel de gaxeta. Todos os anis de gaxeta devem ser untados com graxa resistente gua durante a montagem. Veja figura 4.3-5. H uma conexo adicional (traseira) na caixa de gaxeta para lubrificao a graxa da gaxeta, permitindo conexo principal (dianteira) fluxo de gua intermitente, quando necessrio. Quando no for usada injeo de gua, a conexo principal deve ser plugada. 7.5.7 Montando o mancal no pedestal

Antes de instalar o expelidor (23-15), colocam-se duas juntas de papelo hidrulico com fibra de aramida de 0,5 mm (0,020 pol.) entre a luva do eixo e o expelidor, para evitar escoriaes e garantir uma desmontagem fcil. As juntas devem ser colocadas secas, sem graxa. Depois de montar o expelidor, que deve deslizar justo sobre o eixo, ajuste o mancal em direo ao lado de acionamento at que o expelidor encoste no corpo do expelidor. Em seguida movimente-o de volta em direo ao lado da bomba aproximadamente 1,0 mm (0,4 pol.). Este um ajuste preliminar. O ajuste final ser feito depois que o conjunto do lado da suco estiver completo. Instale a placa do expelidor (16-4) ao mesmo tempo que o corpo montado, inserindo os prisioneiros no corpo de modo que a placa do expelidor fique assentada e seja escorada pelos prisioneiros. Caso tente montar a placa do expelidor sem o apoio do corpo ou prisioneiros, ela no ficar corretamente apoiada e poder cair. A figura 4.3-5 indica uma instalao tpica do expelidor. 7.5.9 Montando o corpo

O alinhamento do corpo da bomba com os componentes do mancal obtido atravs de um rebaixo usinado no pedestal. Para obter um bom desempenho e minimizar desgastes essencial assentar a carcaa corretamente neste encaixe. Antes da instalao, certifique-se de que a junta existente entre a carcaa e o pedestal seja a apropriada. Em se tratando de bomba KSB LCC-R revestida de borracha, a vedao formada pelo prprio revestimento. Veja instrues adicionais abaixo. 7.5.10 Revestimento de borracha

Depois de colocar a caixa de gaxeta (ou adaptador do selo mecnico) solta sobre o encosto do pedestal e de apertar o parafuso de ajuste (909) com a porca (924) no comprimento adequado ao pedestal, o cartucho do conjunto de mancal pode ser colocado sobre o pedestal. A regio com fenda no mancal deve ser inserida entre o encosto do parafuso de ajuste e a porca de ajuste. Para obter um bom resultado, recomendamos que o pedestal e o mancal estejam limpos e secos, sem leo ou graxa. Se, porm, a corroso dos suportes tornar-se problemtica, estes podero ser revestidos com um filme fino de produto preservativo. Neste caso, ento, deve-se tomar muito cuidado para que no ocorra nenhum movimento durante o procedimento de ajuste axial. Veja o item Ajuste axial do mancal (7.5.13). Os quatro suportes de fixao (732) do mancal precisam agora ser parafusados, devendo permanecer levemente soltos at que o ajuste axial do mancal esteja completo. 7.5.8 Montagem do expelidor

Encaixe firmemente os revestimentos nos corpos lado suco e lado cubo, empregando um martelo grande de borracha, se necessrio. Para assentar o revestimento no lado da suco, utilize uma barra de madeira e grampos grandes, ou coloque o revestimento, com o lado do flange para cima, sobre uma barra de madeira e baixe o corpo sobre ele, fazendo com que o peso do corpo assente o revestimento. Coloque os flanges de borracha em seus encaixes, empregando uma ferramenta cega, se necessrio. O assentamento justo dos revestimentos, embora exija um certo esforo na montagem, garantir um melhor suporte dos mesmos e maior durabilidade. Se desejar, empregue sabo lquido para lubrificar os revestimentos durante a montagem. No utilize produtos base de petrleo para lubrificar os revestimentos, pois podem deteriorar a borracha. Ateno

Instale o corpo do expelidor (10-7) no pedestal, empregando dois parafusos separados (no acompanham o fornecimento) a 180 graus de distncia entre si, para mant-lo temporariamente no lugar.

20

LCC

Antes de juntar as metades dos corpos, examine os revestimentos dos mesmos, para garantir seu assentamento correto, sobretudo nas reas dos flanges de suco, centro e de descarga. Os furos, por onde passam os parafusos do revestimento, possuem uma folga que permite um reajuste limitado das peas. Ao parafusar os dois corpos, preciso que os revestimentos fiquem bem alinhados entre si no permetro externo, especialmente na rea de recalque. Pode ocorrer algum abaulamento na costura, no flange de recalque. Este pode ser eliminado e a superfcie de vedao aplainada atravs de um leve polimento com lixa grossa ou esmeril. Se desejado, podem-se empregar juntas de borracha tanto no flange de suco como no de recalque, porm no costuma ser necessrio. Tambm podero ocorrer salincias no interior da carcaa, entre os revestimentos. Isto normal e no afeta o desempenho. 7.5.11 Rotor

gaxeta pode ser vedada antes ou depois do procedimento de ajuste, porm, o ajuste axial de qualquer selo mecnico deve ser deixado para depois de terminado o ajuste. Verifique se os quatro grampos de fixao do mancal esto levemente soltos e desloque o mancal em direo ao lado do rotor por meio do parafuso de ajuste, at que o rotor encoste no lado da suco. conveniente rotacionar lentamente o rotor durante este procedimento. Em seguida, gire de volta o parafuso de ajuste, at obter a folga entre o rotor e a boca de suco conforme indicao da tabela abaixo. Folga do rotor conjunto do mancal Tamanho do eixo mm (pol.) Todos os tamanhos 0,25 (0.010) Depois de ajustada a folga, aperte manualmente os parafusos dos quatro suportes que prendem o mancal, assegurando-se de que o contato apropriado seja mantido nos quatro locais. Aperte completamente os parafusos de acordo com as instrues do item 7.5.15. Trave firmemente o parafuso de ajuste e a porca contra a ala do mancal. A fixao correta dos suportes do Ateno mancal e da porca de ajuste essencial para evitar a movimentao do conjunto rotativo durante a operao. Do contrrio podem ocorrer vibraes severas e conseqentes danos a todos os componentes da bomba. 7.5.14 Folga de funcionamento do expelidor

Aplique bastante composto anti-frico nas roscas do eixo. No revista as faces da luva do eixo que entram em contato com o rotor nem o rebaixo no eixo. Entre a luva do eixo e a face do furo do rotor h duas juntas de papelo hidrulico com fibra de aramida (400.10) de 0,5 mm (0.020 pol.), para evitar o atrito e para facilitar a retirada do rotor. As juntas devem ser instaladas secas, sem graxa. Parafuse o rotor firmemente com a mo. Nos tamanhos maiores, pode ser conveniente manter o rotor estacionrio e girar o eixo. Esto disponveis dispositivos de levantamento para auxiliar nesta tarefa (veja figura 7.4-2). Depois de terminada a montagem da bomba, confira a folga do rotor em relao placa de desgaste da suco e ajuste se necessrio. Veja o item abaixo referente ao ajuste axial do mancal. 7.5.12 Placa e boca de suco (KSB LCC-H somente)

O ajuste correto da folga do rotor conforme descrito no item anterior Ajuste axial do mancal, deve resultar na folga ideal do expelidor na nova condio, no sendo necessrios outros ajustes. Em alguns casos, porm, quando se faz o ajuste do rotor depois de um excessivo desgaste do revestimento do lado da suco, possvel que o expelidor comece a raspar na placa do expelidor. Em outros casos, prefervel otimizar o desempenho do expelidor ao invs de otimizar a folga do rotor. Para otimizar o desempenho do expelidor ou para ajustar as folgas nas bombas com algum componente desgastado, recomendamos o procedimento descrito a seguir: 1) Com a placa / boca de suco retirada, ajuste o mancal em relao ao lado da bomba at o exato momento em que a superfcie traseira do expelidor comece a tocar na placa do expelidor. Utilize um relgio comparador para indicar o movimento axial do conjunto do cartucho do mancal e zere o relgio comparador neste ponto. Agora ajuste o mancal em relao ao lado do acionamento (ou do motor) at o momento em que as palhetas do expelidor comecem a tocar o corpo21

No lado da suco, parafuse a boca de suco placa e instale o anel ORing antes de colocar no corpo. Aps a montagem, a boca de suco deve ficar exposta aproximadamente 1,0 mm (0.4 pol.) para fora da placa, na conexo do flange de suco. Isto normal e serve para vedar a tubulao de suco. 7.5.13 Ajuste axial do mancal

Para aproveitar ao mximo o desempenho da sua bomba KSB LCC e reduzir desgastes, a folga entre a face do rotor e a boca de suco deve ser reduzida a um espaamento mnimo de 0,25 mm (0.010 pol.). Para isso, movimente o conjunto do mancal com o parafuso de ajuste. Antes de fazer o ajuste, o lado de suco da bomba precisa estar completamente montado. A caixa de

2)

3)

LCC

do expelidor ou at que o rotor encoste no lado da abertura do corpo da bomba, o que ocorrer primeiro. 4) Ajuste novamente o mancal em relao ao lado da bomba aproximadamente 1,0 mm (0.04 pol.), para deixar uma folga mnima para o funcionamento do expelidor. Para otimizar o desempenho do expelidor, trave o ajuste nesta posio. Ateno

Outros parafusos: No h nenhuma exigncia especial de torque para as demais porcas e parafusos KSB LCC, a menos que haja alguma especificao neste sentido no desenho. Os parafusos e porcas sem especificao de torque, devem ser apertados o suficiente para garantir um ajuste firme entre as partes conforme estabelece a prtica. Onde for possvel, recomenda-se utilizar uma chave de impacto pneumtica para parafusos acima de 24 mm ( 1.0 pol.) de dimetro. Para valores de torque adicionais, consulte a seo 9.0. 7.5.16 gua de fonte externa para o conjunto de selagem

S recomendvel otimizar as folgas do expelidor se o desempenho do mesmo for precrio e for necessria uma pequena melhora, para promover a vedao contra a presso da bomba. Ajustar folgas para melhorar o desempenho do expelidor pode resultar em folga excessiva para o rotor e desgaste acelerado. Se necessrio, pode-se contornar isto atravs de um distanciador confeccionado especialmente para o cliente, com juntas entre o rotor principal e o expelidor. 5) Monte novamente a placa da suco e verifique a folga entre o rotor e a boca de suco. No caso de no otimizar as folgas do expelidor, ajuste a folga do rotor conforme detalhado no item anterior Ajuste axial do mancal. O relgio comparador no pode chegar mais perto do que 1,0 mm (0.04 pol.) do ajuste zero anterior, do contrrio o expelidor poder raspar. Se necessrio, considere o uso de um distanciador, conforme mencionado no passo 4. Torques de aperto

A caixa de gaxeta possui furos roscados para selagem gua. Para manter a caixa de gaxeta livre de partculas abrasivas, a presso da gua de selagem e o aperto do aperta-gaxeta (452) deve ser ajustado de modo a manter um pequeno fluxo de vazamento frio ou morno saindo da caixa de gaxeta. Se o vazamento tornar-se quente, deve-se soltar o aperta-gaxeta para aumentar a vazo. Se o vazamento estiver turvo, ser preciso aumentar a presso da gua. A gua de fonte externa no pode ser agressiva, no pode favorecer a formao de depsitos e no pode conter slidos em suspenso. (Dureza: classe 5; pH>8, ou condicionada e neutra no que se refere corroso mecnica). Temperatura de entrada tE = 10 a 30C (50 a 85F) Temperatura de sada tA mx. 45C (115F) A presso da gua de fonte externa necessria para produzir uma operao satisfatria da caixa de gaxeta varia em funo da presso de operao da bomba, das propriedades da polpa, das condies da gaxeta e do tipo da caixa de gaxeta. A presso de alimentao deve ser 0,7 bar (10 psi) superior presso de recalque da bomba. Para aplicaes em usinas de acar e lcool a presso de alimentao deve ser em torno de 80% da presso de recalque. Na maioria dos casos, os ajustes da presso de alimentao podem ser feitos atravs de uma vlvula manual e de um manmetro prximo caixa de gaxeta. Controle de fluxo A caixa de gaxeta KE (padro) foi projetada para baixo fluxo e deve ter sua presso controlada. O controle do fluxo pode resultar em queima ou desarranjo das gaxetas. O fluxo real em uma caixa de gaxeta apropriadamente ajustada consideravelmente menor que o mostrado na tabela a seguir. A presso da gua de fonte externa e da bucha estranguladora na caixa de gaxeta so geralmente controladas, sendo o controle de fluxo opcional. As exigncias para gua de vedao listadas na tabela mostram o fluxo potencial com gaxeta j em operao. O controle do fluxo pode ser executado de diferentes formas. Uma bomba de deslocamento positivo que fornece o volume correto pode ser usada com uma22

7.5.15

Torque de montagem da porca de travamento do rolamento axial de rolos Eixo 1 2 3 4 5 Torque de montagem da porca de travamento 100 Nm (75 libras-p) 135 Nm (100 libras-p) 200 Nm (150 libras-p) 375 Nm (275 libras-p) 680 Nm (500 libras-p)

Parafusos de fixao do mancal Eixo 1 2 3 4 51)

Tamanho do parafuso M 20 M 24

Torque do parafuso de fixao 1) 340 Nm (250 libras-p) 680 Nm (500 libras-p)

As bombas KSB LCC de fabricao anterior a 2004 podem utilizar parafusos de fixao um tamanho menor do que a tabela acima. Se a sua unidade for desse tipo, reduza os valores de torque como segue: Eixos 1 e 2 com parafuso M16: 270 Nm (200 librasp) Eixos 3, 4 e 5 com parafuso M20: 340 Nm (250 libras-p)

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vlvula de segurana ou pop-off para que a presso de fonte externa nunca possa exceder 10 psi (0,7 bar) acima da presso mxima de trabalho da bomba. Se o fornecimento de gua estiver adequado, instale um medidor de fluxo e vlvulas de controle na linha. Um bloqueador de retorno de fluxo recomendado para prevenir fluxo contrrio se a presso da bomba exceder a presso de fornecimento. Todos os componentes devem ter presso nominal adequada. Verifique se os componentes funcionaro corretamente com o volume, presso e qualidade de gua fornecida para a caixa de gaxeta. Para melhor desempenho, a quantidade de fluxo da caixa deve ser ajustada ao mnimo necessrio para a refrigerao. Conforme o volume de gua reduzido, a caixa de gaxeta dever ser lentamente solta para manter o gotejamento adequado. Isto ir garantir fluxo adequado enquanto o uso da gua limitado. A temperatura da gua na caixa de gaxeta pode ser um indicador melhor que o gotejamento ou volume. Deve estar a uma temperatura confortvel para lavar as mos, o que indica que a gaxeta no est super aquecida. Necessidade mxima de gua de vedao para a caixa de gaxetas Em condies de calor, presso elevada ou outro tipo de servio severo, recomendamos uma combinao opcional de anel cadeado / anel de fundo, no lugar do anel cadeado comum e primeiro anel de gaxeta. Os requisitos em relao gua para esta opo sero intermedirios entre as configuraes de fluxo padro (KE) e opcional, mostradas na tabela a seguir. Para aplicaes com expelidor, a caixa de gaxetas deve ser do tipo KE (fluxo baixo), com um anel de gaxeta entre o anel cadeado e o fludo bombeado. Todos os anis de gaxetas devem ser bem revestidos de graxa resistente gua durante a montagem.Eixo 1 2 3 4 5 Fluxo padro (KE) 0,09 l/s (1.4 gpm) 0,11 l/s (1.7 gpm) 0,15 l/s (2.4 gpm) 0,20 l/s (3.1 gpm) 0,23 l/s (3.7 gpm) Tipo de selagem Fluxo opcional (anel de fundo) 0,44 l/s (7 gpm) 0,54 l/s (8.5 gpm) 0,76 l/s (12 gpm) 0,98 l/s (15.5 gpm) 1,17 l/s (18.5 gpm) Bucha estanguladora 0,18 l/s (2.8 gpm) 0,21 l/s (3.4 gpm) 0,30 l/s (4.8 gpm) 0,39 l/s (6.2 gpm) 0,47 l/s (7.4 gpm)

da severidade do produto bombeado e da quantidade de unidades em operao. Manter de reserva subconjuntos completamente montados ou bombas completas tambm pode favorecer a manuteno em alguns casos. Experincias anteriores em condies de trabalho similares frequentemente mostram a melhor soluo. Em caso de dvida, consulte um representante KSB sobre recomendaes especficas. Partes em contato com a polpa: Corpo (ou revestimentos do corpo) Rotor Revestimento lateral Jogo de juntas Conjunto do mancal: Rolamentos Jogo de juntas Caixa de gaxeta: Luva do eixo Anel de selagem Gaxetas Jogo de juntas Expelidor: Corpo Placa Expelidor Jogo de juntas

7.6.1

Procedimentos de manuteno para mxima vida til das peas

O desgaste de componentes da bomba em contato com a polpa bombeada influenciado por muitos fatores, sendo indicados os seguintes procedimentos para ajudar o usurio a tirar o mximo proveito das peas de desgaste. Se ocorrer algum problema, pea para um representante KSB reexaminar sua aplicao. Veja tambm o item 7.7: Problemas operacionais e solues. Revestimento da suco: O revestimento da suco deve ser rotacionado em 180 quando atinge aproximadamente metade da sua vida til, se ocorrer desgaste localizado. Se este desgaste for severo, o reparo deve ser feito antes da rotao, conforme recomendado pela KSB. Uma junta nova sempre deve ser usada com um novo revestimento de suco ou novo corpo. Rotor: A folga entre o rotor e o revestimento da suco deve ser ajustada para a frente diversas vezes durante o ciclo de vida, para garantir o mximo de vida til do rotor e do revestimento da suco. Veja item 7.5.13. Em geral, um rotor no deve ser trocado at parar de produzir presso suficiente para a aplicao. Os rotores s vezes so trocados muito cedo, em funo da23

7.6

Estoque de peas sobressalentes

Devido ao de corroso e abraso da polpa, muitos dos componentes em contato com a polpa podem exigir substituio no decurso da manuteno normal. A inspeo e a reviso dos componentes mecnicos tambm podem levar substituio de determinadas peas. A seguir relacionamos as peas que devem estar disponveis para a manuteno normal e inspeo. A quantidade de peas mantidas em estoque depender

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aparncia ruim. A vibrao causada pelo desgaste de um rotor desbalanceado rara, mas possvel. Se isto ocorrer, o rotor pode ser estaticamente balanceado atravs de esmerilhamento da sua regio traseira. Nunca empregue solda para fazer consertos no rotor. Corpo da bomba: Se for detectado algum desgaste como sulcos profundos, conserte ou substitua o componente conforme recomendado pela KSB. Problemas excessivos com desgaste geralmente so indicaes de que a bomba no est operando com o fluxo e condies de presso originalmente especificados para o seu projeto. 7.7 Problemas operacionais e solues

Para aumentar o NPSH disponvel na bomba, necessrio que a tubulao de suco seja to curta e reta quanto possvel e que o nvel do reservatrio seja to alto quanto possvel (ou a altura de suco o menor possvel no caso da bomba estar acima do nvel da gua). Minimizar o nmero de vlvulas ou de acessrios de pequeno raio; a instalao de um cone de suco, tambm reduzir perdas de entrada. Uma tubulao de dimetro maior pode ajudar, mas preciso ter cuidado para no reduzir a vazo abaixo dos nveis seguros de transporte, do contrrio ocorrer deposio da polpa, resultando em espessamento da parede na suco e desgaste do rotor. Nos servios de dragagem, onde a tubulao de suco de passagem livre ou uma vlvula de p mergulhada no lquido com slidos em suspenso que ser bombeado, conveniente manter manmetros de presso no lado de suco e de recalque da bomba. O operador, ao observar os manmetros, ter condies de manter o mximo de vcuo de suco sem produzir cavitao na bomba. Projeto do sistema de tubulao: Para as polpas brutas, a tubulao deve ser vertical ou horizontal. Tubulaes inclinadas podem perder presso devido a um movimento de retorno ou deposio de slidos. Tambm pode ocorrer um aumento de perda por frico da polpa nestas tubulaes inclinadas, reduzindo o rendimento. O dimetro das tubulaes deve ser corretamente dimensionado, para garantir velocidade de transporte suficiente. Tubulaes super dimensionadas podem resultar na formao de um leito de polpa deslizante, que pode acelerar imensamente o desgaste de bombas e tubulaes. Condies operacionais de vazo e presso: preciso observar que a bomba sempre esteja operando na interseco da curva caracterstica da bomba e da curva caracterstica do sistema de tubulao. Durante os estgios iniciais de operao, deve-se verificar a carga do motor sobre a bomba. Se a bomba estiver puxando muita potncia do motor, possvel que a presso do sistema (AMT) esteja abaixo do previsto, resultando em vazes maiores e exigindo maior potncia. s vezes isto ocorre quando se projeta o sistema, aplicando-se um fator de segurana presso. Tambm podem ocorrer cavitaes sob tais condies de vazo elevada. A velocidade da bomba deve ser reduzida para diminuir a vazo, ou deve-se aumentar a presso de recalque da bomba (isto resultar na reduo da vazo e da potncia exigida). Se a mdia de vazo real for menor do que o projetado, o reservatrio poder secar, fazendo com que o sistema perca presso e acelere o desgaste da bomba. Deve-se diminuir a velocidade da bomba ou diminuir o dimetro do rotor, ou aumentar a disponibilidade de gua, para manter o reservatrio o mximo possvel em nvel estvel. Se as variaes de vazo forem muito grandes, pode ser necessrio um motor de velocidade varivel.24

Muitos problemas de desgaste na bomba so causados por operao instvel do sistema ou por operao em vazio. Embora a dinmica dos sistemas condutores de polpa no possam ser integralmente abordados neste manual, os itens a seguir devem ser observados. Veja tambm o item 8: Falhas e solues. Projeto do reservatrio de suco: Deve-se prever uma capacidade mnima de reservatrio de suco dentro das respectivas condies de fluxo. A configurao do reservatrio deve evitar o fluxo desnivelado dos slidos em direo suco. Muitas vezes um reservatrio de fundo plano melhor, pois permite que os slidos assumam uma inclinao natural de repouso. O reservatrio deve ser observado durante a operao, para se ter certeza de que os slidos no estejam se acumulando. A configurao do reservatrio deve evitar a formao de redemoinhos ou outros fenmenos que possam introduzir ar na bomba. Onde houver suco submersa, a profundidade do nvel da gua acima da suco da bomba mais importante do que a seco transversal do reservatrio. Tambm deve-se eliminar a formao de espuma no reservatrio, instalando-se defletores, canos de alimentao submersos ou outros mtodos para evitar a entrada de ar na polpa. Se inevitvel, a espuma deve ser levada em considerao no projeto de instalao e na operao do sistema. Se o reservatrio ficar vazio, a presso do sistema ser aliviada, causando desgaste acelerado na bomba. preciso reduzir a velocidade da bomba ou o dimetro do rotor, ou aumentar a disponibilidade de gua. Se as variaes de vazo forem muito grandes, pode ser necessrio um motor de velocidade varivel. Cavitao / Rendimento NPSH O NPSH disponvel sempre deve ser maior que o NPSH exigido pela bomba, do contrrio ocorrer cavitao, resultando em perda de presso (gotejamento na presso de recalque), aumento do ndice de desgaste dos componentes da bomba e cargas de impacto no conjunto de mancal da bomba. Em caso de dvida, consulte o representante KSB sobre as necessidades da sua bomba.

LCC

Este problema muito comum em aplicaes com elevada proporo de presso esttica, como descarga de usina e alimentao de ciclone. O problema tambm pode ser agravado se o sistema operar bem abaixo da mdia de vazo ideal da bomba, onde a curva caracterstica da bomba relativamente plana. Sob tais condies, pequenas flutuaes na resistncia do sistema, causadas por variaes normais na concentrao ou no tamanho dos slidos, pode resultar em perda de vazo. Sempre que possvel, evite a operao prolongada com vazes bem abaixo da vazo ideal. Isto provoca a recirculao da polpa dentro da bomba e favorece o desgaste localizado. No caso de encontrar problemas, consulte seu representante KSB. Para melhor avaliao do problema, informe, alm do nmero de OP, os seguintes itens: A. O nmero de OP (Ordem de Produo) indicado na plaqueta, localizado no pedestal da bomba e a data aproximada do start-up. O peso especfico; tamanho das partculas e a temperatura do lquido bombeado.

com o ttulo de Slurry transport using centrifugal pumps (Transporte de polpa utilizando bombas centrfugas), elaborado por Wilson, Addie & Clift.

88.1 a)

Defeitos: causa e soluoBaixa vazo Verifique se a vazo e presso da bomba esto corretas de acordo com os parmetros do sistema. A curva da bomba pode ser usada para determinar o rendimento, potncia e velocidade. Dependendo da idade e tempo de servio da bomba, as peas podem estar suficientemente gastas a ponto de reduzir o rendimento da bomba. Verifique se o motor est com a potncia e voltagem corretas exigidas pelo sistema, e se o mesmo est operando corretamente. Verifique se a bomba est operando na velocidade correta. Verifique se o lado suco tem o NPSH adequado como descrito nas especificaes da bomba. Verifique se h bolsas de ar, vazamentos na tubulao de suco e se as vlvulas esto parcialmente fechadas ou se h outras restries. Assegure-se de que a entrada da suco e o rotor no esto obstrudos. Verifique se a vlvula de recalque est completamente aberta. Temperatura do mancal Durante a parada ini