Caderno 1 Cfo

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Text of Caderno 1 Cfo

  • CONCURSO PBLICO

    CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS

    C A D E R N O D E P R O V A S

    CADERNO

    1 CARGO:

    CURSO DE FORMAO DE OFICIAIS BOMBEIRO MILITAR CFO/BM EDITAL 18/2013

    PROVAS:

    LNGUA PORTUGUESA

    LITERATURA BRASILEIRA

    MATEMTICA

    GEOGRAFIA

    HISTRIA

    DIREITOS HUMANOS

    QUMICA

    BIOLOGIA

    FSICA

    LNGUA ESTRANGEIRA (INGLS OU ESPANHOL)

    REDAO

    LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUES ABAIXO:

    1. Este caderno de provas contm um total de 50 (cinquenta) questes objetivas e um tema de Redao. Confira-

    o.

    2. Esta prova ter, no mximo, 5 horas de durao, includo o tempo destinado transcrio de suas respostas

    no gabarito oficial e do texto definitivo da Redao na folha prpria.

    3. Este caderno de provas traz as questes de 46 a 50 sobre Lngua Inglesa e Lngua Espanhola. Voc dever

    fazer APENAS a prova de lngua estrangeira por que fez opo.

    4. Respondidas as questes, voc dever passar o gabarito para a sua folha de respostas, usando caneta esfe-

    rogrfica azul ou preta.

    5. Em nenhuma hiptese haver substituio da Folha de Respostas por erro do candidato.

    6. Este caderno dever ser devolvido ao fiscal, juntamente, com sua folha de respostas e texto definitivo de sua

    Redao, devidamente preenchidos e assinados.

    7. O candidato s poder se ausentar do recinto das provas aps 1 (uma) hora contada a partir do efetivo incio

    das mesmas.

    8. Voc pode transcrever suas respostas na ltima folha deste caderno e a mesma poder ser destacada.

    9. O gabarito oficial da prova objetiva ser divulgado no endereo eletrnico www.fumarc.org.br, dois dias depois

    da realizao da prova.

    10. A comisso organizadora da FUMARC Concursos lhe deseja uma boa prova.

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  • 3

    Prezado (a) candidato (a): Coloque seu nmero de inscrio e nome no quadro abaixo:

    N de Inscrio Nome

    ASSINALE A RESPOSTA CORRETA.

    PROVA DE LNGUA PORTUGUESA

    SEM DVIDAS?

    Rosely Sayo

    Um professor universitrio na rea da educao disse uma frase curta que pode nos fazer refletir muito: "A

    possibilidade de buscar qualquer informao no Google acabou com a dvida..

    Realmente, conviver com a dvida tem sido cada vez mais difcil. Quanto mais se amplia o leque de esco-

    lhas em qualquer atividade da vida, menos dvidas queremos ter. Queremos fazer a escolha certa, para a qual

    no restaria dvida alguma. No mais nos contentamos com a melhor escolha possvel ou com uma escolha sufi-

    cientemente boa. Difcil, seno impossvel, viver dessa maneira, no verdade?

    Esse estilo de viver complica bastante a escolha do curso universitrio, tarefa na qual muitos jovens que

    frequentam o ensino mdio esto implicados. Criamos uma srie de mitos em torno da escolha da profisso que

    os jovens devem fazer. " uma escolha muito sria para ser feita nessa idade" ou "Eles no tm maturidade para

    escolher o que faro no resto da vida" so frases que expressam algumas de nossas ideias a esse respeito.

    Esquecemos que ns fizemos tal escolha com essa mesma idade? E parece que no foi uma tarefa to

    complicada como temos tentado fazer com que seja na atualidade. Ser porque as escolhas eram mais restritas,

    ser que no tnhamos tanto compromisso com o xito, com a certeza? Como as escolhas eram feitas?

    Muitas escolhas profissionais foram herdadas. Conhecemos a tradio de os filhos continuarem o trabalho

    dos pais. Conhecemos tambm pessoas que fizeram escolhas por oposio aos pais. Para muitos, a escolha de

    herana positiva ou negativa dos pais deu certo; para outros, no deu. Mas seria diferente se fosse outro o critrio

    usado?

    Outras escolhas eram feitas com base em razes subjetivas. Uma jornalista me disse que desde criana

    quis fazer jornalismo, talvez por influncia paterna. No, o pai dela no era jornalista e sim leitor voraz de jornal.

    Isso pode apontar para escolhas feitas por influncias inconscientes para as quais encontramos razes objetivas

    mais tarde.

    De qualquer maneira, a famlia do jovem era a maior fonte de influncias, para o bem ou para o mal, na

    hora de tal deciso. Hoje, a escola influencia mais do que a famlia. que, pouco a pouco, a famlia passou a en-

    tender que deveria dar mais liberdade aos filhos tambm na hora de ele fazer a escolha do vestibular. Mas, para

    que o jovem pudesse desfrutar de tal "liberdade", ele precisaria de um apoio. E quem daria tal apoio?

    A escola, claro. Difcil, hoje, encontrar uma instituio escolar que no oferea um trabalho de orientao

    profissional. E h ofertas para todo o tipo de gosto ou anseio. Alis, tal trabalho passou a ser mais um dos itens

    que os pais consideram na hora de escolher a escola para o filho.

    Boa parte desses trabalhos parte de um princpio: o de que a oferta de informaes, de mercado ou de

    conhecimentos tcnicos ao alunado tem o potencial de resolver a questo da angstia do jovem no momento da

    escolha. Os altos ndices de desistncia e de troca de curso ainda no primeiro ano da universidade, no entanto,

    contradizem tal conceito.

    Talvez seja necessrio que famlias e escolas revejam a parte que lhes cabe nesse processo.

    Disponvel em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2013/09/1335977-sem-duvidas.shtml (Adaptado)

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    QUESTO 01

    Com base numa leitura global do texto, possvel fazer as seguintes afirmaes, EXCETO:

    (A) Ao afirmar que queremos fazer a escolha certa, para a qual no restaria dvida alguma, a locutora explica por

    que complicado para os jovens a escolha da profisso.

    (B) Ao constatar que conviver com a dvida tem sido cada vez mais difcil, a locutora reafirma a ideia de que o

    Google acabou com a dvida.

    (C) Ao se referir poca em que as escolhas eram feitas com base na influncia familiar, a locutora pretende

    demonstrar que a famlia, na hora da deciso, deve apoiar seus filhos.

    (D) Ao apresentar os altos ndices de desistncia e de troca de curso ainda no primeiro ano da universidade, a

    locutora constata a importncia de se rever o papel da escola e da famlia no momento da escolha da profis-

    so do jovem.

    QUESTO 02

    Percebe-se a interlocuo entre a locutora e os locutrios em:

    (A) Criamos uma srie de mitos em torno da escolha da profisso que os jovens devem fazer.

    (B) No mais nos contentamos com a melhor escolha possvel ou com uma escolha suficientemente boa.

    (C) No, o pai dela no era jornalista e sim leitor voraz de jornal.

    (D) Ser porque as escolhas eram mais restritas, ser que no tnhamos tanto compromisso com o xito, com a

    certeza?

    QUESTO 03

    A posio do pronome oblquo facultativa em:

    (A) No mais nos contentamos com a melhor escolha possvel ou com uma escolha suficientemente boa.

    (B) Talvez seja necessrio que famlias e escolas revejam a parte que lhes cabe nesse processo.

    (C) Um professor universitrio na rea da educao disse uma frase curta que pode nos fazer refletir muito: [...].

    (D) Uma jornalista me disse que desde criana quis fazer jornalismo [...].

    QUESTO 04

    Em E quem daria tal apoio?, o termo destacado um pronome

    (A) demonstrativo.

    (B) indefinido.

    (C) interrogativo.

    (D) relativo.

    QUESTO 05

    Em Talvez seja necessrio que famlias e escolas revejam a parte que lhes cabe nesse processo., os verbos

    destacados esto flexionados no

    (A) imperativo afirmativo imperativo afirmativo

    (B) presente do indicativo presente do subjuntivo

    (C) presente do subjuntivo imperativo afirmativo

    (D) presente do subjuntivo presente do subjuntivo

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    PROVA DE LITERATURA BRASILEIRA

    QUESTO 06

    NO caracteriza o Simbolismo:

    (A) A atitude mstica perante a vida, buscando o inatingvel, o oculto, o misterioso para justificar a existncia.

    (B) A explorao de ecos, ressonncia, alteraes, valorizando a sonoridade da linguagem, para aproxim-la da

    msica.

    (C) O desprezo pelo passado e pelas vivncias histricas do povo a que pertence.

    (D) O mundo ntimo metaforizado por imagens noturnas: a sombra, o negro, a morte, a nvoa, etc.

    QUESTO 07

    H um elemento esttico/literrio COMUM ao Barroco e ao Arcadismo em:

    (A) Racionalismo; equilbrio.

    (B) Dramaticidade; subjetivismo.

    (C) Culto do contraste; simplicidade.

    (D) Conscincia do efmero; valorizao do tempo presente.

    QUESTO 08

    Nasce o Sol, e no dura mais que um dia,

    Depois da luz se segue a noite escura,

    Em tristes sombras morre a formosura,

    Em contnuas tristezas, a alegria.

    (Gregrio de Matos)

    NO caracterstica barroca presente no texto:

    (A) O sentido trgico do Locus Horrendus.

    (B) A viso dilemtica, a dualidade da vida.

    (C) A conscincia da transitoriedade da vida.

    (D) O culto do contraste: anttese e paradoxo.

    QUESTO 09

    Analise as seguintes afirmativas sobre os gneros literrios:

    I. A comdia uma espcie de gnero gramtico, cujo objetivo predominante fazer rir.

    II. O gnero pico apresenta um narrador que deseja comunicar alguma coisa a outrem.

    III. O gnero lrico caracterizado pela subjetividade, traz um eu que exprime emoes, reflexes, dis-

    posies psquicas.

    So VERDADEIRAS as afirmativas:

    (A) I e II apenas

    (B) I e III apenas

    (C) II e III apenas

    (D) I, II e III.

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    QUESTO 10

    O texto NO exemplifica corretamente o estilo de poca em:

    (A) Goza, goza da flor da mocidade,

    Que o tempo tra