Caderno SST SESI

  • View
    130

  • Download
    4

Embed Size (px)

Text of Caderno SST SESI

  • CADERNO EDUCATIVO DE LEGISLAO EM SST: ABORDANDO AS NR 5, 7, 9, 15, 16 E O FAP/NTEP

    Salvador2012

  • CADERNO EDUCATIVO DE LEGISLAO EM SST: ABORDANDO AS NR 5, 7, 9, 15, 16 E O FAP/NTEP

    Salvador2012

  • CONFEDERAO NACIONAL DA INDSTRIA - CNI

    Robson Braga de AndradePresidente

    SERVIO SOCIAL DA INDSTRIA SESI Conselho Nacional

    Jair MeneguelliPresidente

    SESI - Departamento Nacional

    Robson Braga de AndradeDiretor

    Renato CaporaliDiretor Superintendente

    FEDERAO DAS INDSTRIAS DO ESTADO DA BAHIA

    Jos de Freitas MascarenhasPresidente

    SESI Departamento Regional da Bahia

    Jos de Freitas MascarenhasDiretor Regional

    Jos Wagner Sancho FernandesSuperintendente

  • CADERNO EDUCATIVO DE LEGISLAO EM SST: ABORDANDO AS NR 5, 7, 9, 15, 16 E O FAP/NTEP

    Salvador2012

  • 2012 SESI Departamento Nacional.

    SESI/DNUnidade de Qualidade de Vida UQV

    Ficha Catalogrfica

    Qualquer parte desta obra poder ser reproduzida, desde que citada a fonte.

    S491c

    Servio Social da Indstria. Departamento Nacional.Caderno educativo de legislao em SST: abordando

    as NR 5, 7, 9, 15, 16 e o FAP/INTEP / Servio Social da Indstria. Departamento Regional da Bahia Braslia : SESI/DN, 2012.

    255 p. : il.

    ISBN 978-85-7710-317-1

    1. Sade 2. Segurana no trabalho 3. Legislao 4. Brasil. I. Ttulo

    CDU: 363.11

    SESIServio Social da IndstriaDepartamento Nacional

    SESIServio Social da Indstria Departamento Nacional

    SedeSetor Bancrio NorteQuadra 1 Bloco CEdifcio Roberto Simonsen70040-903 Braslia DFTel.: (61) 3317-9001Fax: (61) 3317-9190http://www.sesi.org.br

  • SESI/DNUnidade de Qualidade de Vida UQV

    Fabrizio Machado Pereira Gerente-Executivo

    Sylvia Regina Trindade YanoCoordenao

    Ana Garcia CuadrielloSylvia Regina Trindade YanoVilma Francisco de OliveiraEquipe Tcnica

    DIRETORIA DE COMUNICAO DIR-COM

    Carlos Alberto BarreirosDiretor de Comunicao

    Gerncia Executiva de Publicidade e Pro-paganda GEXPP

    Carla Cristine Gonalves de SouzaGerente Executiva

    SESI/DR BAHIAGerncia de Qualidade de Vida - GQV

    Amlio Miranda JuniorGerente

    Kari McMillan CamposGestora do Projeto Gesto do Site Pr-SST

    Lara Villas-Boas FernandesCoordenadora do Subprojeto Legislao em SST

    Andra Maria Gouveia BarbosaFabrcio Vieira da SilvaJuliana Gomes MessiasKatyana Arago MenescalLcia Maria B. NascimentoMaria Fernanda Torres LinsReviso Tcnica

    Fernanda Brito da SilvaMarcia Maria Castro do LagoSergio Ricardo Santos da SilvaReviso Didtica e Pedaggica

    Arlete CastroReviso de texto

    Jos Arlindo Lima da Silva JniorTcnico-Administrativo

    Biblioteca Sede / Sistema FIEBNormalizao___________________________________

    Eliane Cardoso Sales (Sant Consultoria e Servios em Sade Ltda-ME)Bethnia Cardoso (Semear Ambiental Ltda)Fernando Vasconcelos (Setma Segurana do Trabalho Ltda)Paulo Roberto de Veloso Reis (STI Consul-toria Ltda)Elaborao de Contedo

    AG EditoraProjeto Grfico e Diagramao

  • 7SUMRIO

    APRESENTAO1 ENTENDENDO O PPRA (NR 9)1.1 ASPECTO LEGAL1.1.1 Obrigatoriedade da Elaborao e da Implementao do Ppra1.2 ELABORAO, DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO PPRA1.2.1 Estrutura do PPRA - Elaborao1.2.2 Desenvolvimento e Funcionamento do PPRA1.2.2.1 Antecipao e Reconhecimentos dos Perigos/ Fatores de Risco1.2.2.2 Estabelecimento de Prioridades e Metas de Avaliao e Controle1.2.2.3 Avaliao dos Riscos e da Exposio dos Trabalhadores1.2.2.4 Implantao de Medidas de Controle e Avaliao de sua Eficcia1.2.2.5 Monitoramento da Exposio aos Riscos1.2.2.6 Registro e Divulgao de Dados1.3 RESPONSABILIDADES1.3.1 Responsvel pela Elaborao do PPRA1.3.2 Responsabilidades do Empregador 1.3.3 Responsabilidades dos Trabalhadores 1.4 CONSIDERAES FINAIS SOBRE O PPRA2 ENTENDENDO O PCMSO (NR7)2.1 ASPECTO LEGAL2.1.1 Obrigatoriedade da Elaborao e Implementao do PCMSO

    2.2 A RELAO DO PCMSO COM O PROGRAMA DE PREVENO DE RISCOS AMBIENTAIS (PPRA)

    2.3 RESPONSABILIDADES E COMPETNCIAS2.3.1 Compete ao Empregador2.4 DESENVOLVIMENTO DO PCMSO2.4.1 Tipos de Exames Ocupacionais Obrigatrios2.4.2 Periodicidade da Realizao do Exame Peridico2.4.3 Atestado de Sade Ocupacional (ASO)2.4.4 Perodo de Arquivamento dos Dados do PCMSO2.4.5 Relatrio Anual do PCMSO2.5 ESTRUTURA DO PCMSO

    2.6 CONSIDERAES FINAIS SOBRE O PCMSO

  • 3 ENTENDENDO A INSALUBRIDADE (NR 15)

    3.1 ASPECTO LEGAL3.2 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE BASE DE CLCULO3.3 ATIVIDADES E/OU OPERAES INSALUBRES3.3.1 Caracterizao de Insalubridade para Exposio a Rudo3.3.1.1 Rudo Contnuo ou Intermitente3.3.1.2 Rudo de Impacto3.3.2 Caracterizao de Insalubridade para Exposio a Temperatu-

    ras Extremas3.3.2.1 Calor3.3.2.2 Frio3.3.3 Caracterizao de Insalubridade para Exposio a Radiaes 3.3.3.1 Radiaes Ionizantes3.3.3.2 Radiaes No Ionizantes3.3.4 Caracterizao de Insalubridade para Exposio a Atividades

    sob Condies Hiperbricas3.3.5 Caracterizao de Insalubridade para Exposio Vibrao3.3.6 Caracterizao de Insalubridade para Exposio Umidade3.3.7 Caracterizao de Insalubridade para Exposio a Agentes

    Qumicos 3.3.7.1 Avaliao Qualitativa3.3.7.2 Avaliao Quantitativa3.3.8 Caracterizao de Insalubridade para Exposio a Poeiras

    Minerais3.3.9 Caracterizao de Insalubridade para Exposio a Agentes

    Biolgicos3.4 CESSAO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE3.5 CONSIDERAES FINAIS SOBRE A INSALUBRIDADE4 ENTENDENDO A PERICULOSIDADE (NR 16)4.1 ASPECTO LEGAL4.2 ATIVIDADES E OPERAES PERIGOSAS4.2.1 Atividades e Operaes Perigosas com Explosivos4.2.2 Atividades e Operaes Perigosas com Inflamveis (Lquidos

    e Gases)4.2.3 Atividades e Operaes Perigosas com Radiaes Ionizantes

    ou Substncias Radioativas4.2.4 Atividades e Operaes Perigosas com Eletricidade4.3 ADICIONAL DE PERICULOSIDADE4.3.1 Base de Clculo4.3.1 Proporcional ao Tempo de Exposio4.3.3 Acumulao de Adicionais

  • 4.3.4 Aposentadoria Especial4.4 CESSAO DO ADICIONAL DE PERICULOSIDADE4.5 CONSIDERAES FINAIS SOBRE A PERICULOSIDADE5 ENTENDENDO A CIPA (NR 5)5.1 ASPECTO LEGAL 5.1.1 Obrigatoriedade para Implementao da CIPA5.2 CONSTITUIO DA CIPA5.2.1 Requisitos para Dimensionamento da CIPA5.2.2 Processo Eleitoral5.2.2.1 Etapas do Processo Eleitoral5.2.2.2 Anulao da Eleio5.2.3 Treinamento5.3 ATRIBUIES E FUNCIONAMENTO DA CIPA5.3.1 Atribuies da CIPA5.3.2 Funcionamento da CIPA5.3.2.1 Reunies5.3.2.1 Decises da CIPA5.4 CARACTERSTICAS GERAIS5.4.1 Estabilidade dos Membros da CIPA5.4.2 Mandato e Perda do Mandato dos Membros da CIPA5.4.3 Afastamento Definitivo do Presidente 5.4.4 Afastamento Definitivo do Vice-Presidente5.5 CONSIDERAES FINAIS SOBRE A CIPA6 ENTENDENDO O FAP/NTEP

    6.1 ENTENDENDO O NEXO TCNICO EPIDEMIOLGICO PREVIDENCI-RIO - NTEP

    6.1.1 Embasamento Legal do NTEP

    6.1.2 As implicaes Legais e Econmicas do NTEP para as Empre-sas

    6.1.3 Como a Empresa tomar cincia do NTEP e de que forma po-der recorrer?

    6.1.4 Contestao do NTEP6.2 ENTENDENDO O FATOR ACIDENTRIO DE PREVENO (FAP)6.2.1 Embasamento Legal do FAP6.2.2.1 Fontes dos Dados para Calcular o FAP6.2.2.2 Clculo do FAP6.2.2.3 Gerao do FAP por Empresa6.2.2.4 Clculo da Taxa de Rotatividade para a Aplicao do FAP6.2.2.5 Periodicidade e Divulgao dos Resultados do FAP 6.2.2.6 Exemplo de como calcular o FAP (TODESCHINI; COUTO, 2009)6.2.2.7 Clculos do Percentil para cada ndice Total

  • 6.2.2.8 Clculos do ndice Consolidado (IC)6.2.2.9 Obteno do FAP6.2.2.10 RAT Ajustado 6.3 O QUE AS EMPRESAS DEVEM FAZER PARA OBTER O BNUS?6.4 CONTESTAO DO FAP (SESI/DN, 2011)

    REFERNCIASANEXOS

  • 11

    APRESENTAO

    O Caderno Educativo de Legislao em Segurana e Sade no Trabalho (SST) um dos produtos desenvolvidos no Subprojeto Legislao em SST, parte integrante do Pro-jeto Gesto Compartilhada do Site Pr-SST, uma iniciativa do Servio Social da Inds-tria, Departamento Regional da Bahia (SESI DR/BA) e Departamento Nacional, visan-do ampliar o acesso das empresas industriais ao conhecimento na rea, sobretudo, por meio de uma gesto eficiente dos recursos disponveis no site de informao em SST - Pr-SST e do desenvolvimento de novos produtos gratuitos a serem disponibilizados.

    Uma pesquisa realizada em 2005 pelo SESI Bahia, com empresrios da regio, apontou como demandas, a necessidade de informaes sobre legislao em SST atualizadas e em linguagem clara e acessvel. Acreditando que esta necessidade seja similar em todo o Brasil, sobretudo nas empresas de menor porte, esta publicao vem responder a uma necessidade concreta do setor industrial.

    Este caderno apresenta cinco das principais normas do Ministrio do Trabalho e Em-prego, utilizadas pelas indstrias, e um captulo sobre o Fator Acidentrio de Preveno (FAP) e Nexo Tcnico Epidemiolgico Previdencirio (NTEP), tema de grande interesse das empresas industriais, visto que a partir deste novo requisito legal, a forma com que as organizaes conduzem a gesto de SST impactar diretamente nos custos relacio-nados carga tributria.

    Os captulos abaixo relacionados compem este caderno e tambm o contedo de seis cursos distncia, que esto disponveis gratuitamente no site Pr-SST, no endereo: www.sesi.org.br/pro-sst.

    Entendendo o PPRA (NR 9) Entendendo o PCMSO (NR 7) Entendendo a Insalubridade (NR 15) Entendendo a Periculosidade (NR 16) Entendendo a CIPA (NR 05) Entendendo o FAP/ NTEP

    Desejamos, com mais estes produtos, contribuir com as empresas industriais na pro-moo de ambientes de trabalho seguros e saudveis, em prol da competitividade e da qualidade de vida.

  • 13

    1 ENTENDENDO O PPRA (NR 9)

    O SESI, atravs do seu Programa Indstria Saudvel, tem como referencial o concei-to de Ambiente de Trabalho Saudvel definido pela Organizao Mundial de Sade: Ambiente de trabalho saudvel aquele em que os trabalhadores e os empregado-res colaboram no uso de um proc