CAPÍTULO I Normas Gerais: - Principal - ANS - Capítulo I – Normas Gerais _____ 2 PLANO DE CONTAS…

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    26-Nov-2018

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  • ANEXO Captulo I Normas Gerais

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    CCAAPPTTUULLOO II

    NNoorrmmaass GGeerraaiiss::

    1. Objetivo

    2. Codificao Original do Plano de Contas

    3. Escriturao

    4. Exerccio Social

    5. Demonstraes Contbeis

    6. Controles Gerenciais

    7. Critrios de Avaliao, de Apropriao Contbil e de Auditoria

  • ANEXO Captulo I Normas Gerais

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    PLANO DE CONTAS PADRO PARA OPERADORAS DE PLANOS DE

    ASSISTNCIA SADE NORMAS GERAIS 1. Objetivo 1.1 Este Captulo estabelece as normas, critrios e procedimentos que

    possibilitem a manuteno de padres uniformes no registro das operaes e na elaborao e apresentao das Demonstraes Contbeis das Operadoras de Planos de Assistncia Sade - OPS, mediante a utilizao dos critrios, contas e modelos de Demonstraes Contbeis apresentados nesta Instruo Normativa.

    1.2 As diretrizes e normas ora estabelecidas no pressupem permisso

    para a prtica de operaes ou servios vedados por lei, regulamento ou ato administrativo, ou dependentes de prvia autorizao da Agncia Nacional de Sade Suplementar ANS.

    2. Codificao do Plano de Contas 2.1 - O plano geral de codificao prev o emprego de 3 (trs) cdigos

    distintos totalizando 13 dgitos:

    Primeiro Cdigo O primeiro cdigo, constitudo dos 5 (cinco) primeiros dgitos, indica, da esquerda para a direita:

    1 dgito a classe 2 dgito o grupo 3 dgito o subgrupo 4 dgito a conta 5 dgito a subconta

    Segundo Cdigo

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    O segundo cdigo, constitudo por mais 4 (quatro) dgitos, do 6 ao 9, utilizado como desdobramentos da subconta, tem as seguintes finalidades:

    a) 6 dgito:

    algarismo 1 (um) utilizar para todas as contas de produtos e para as subcontas 123111, 123121, 123311, 123321, 123411, 123421, 123911 e 123921, indicando a modalidade de pagamento em funo do perodo de cobertura da assistncia, a preo pr-estabelecido;

    algarismo 2 (dois) utilizar para todas as contas de produtos

    e para as contas 123112, 123122, 123312, 123322, 123412, 123422, 123912 e 123922, indicando a modalidade de pagamento em funo do perodo de cobertura da assistncia, a preo ps-estabelecido;

    algarismo 9 (nove) - utilizado para todas as subcontas de

    no-produtos, exceto para as subcontas 123111/21, 123311/21, 123411/21, 123911/21, 123112/22, 123312/22, 123412/22, 123912/22, 123123, 123323, 123423 e 123923.

    b) 7 e 8 dgitos: utilizados para subcontas, a critrio da ANS, conforme j definido na relao de contas.

    c) 9 dgito: para as contas patrimoniais (ativo e passivo) utilizar a

    codificao j prevista pela ANS, segundo a relao de contas; para as contas de resultado (receita e despesa) a

    utilizao fica a critrio da operadora segundo sua necessidade de informaes, mas, entretanto, pelo menos o algarismo zero deve ser utilizado. Observar, ainda, a exceo das subcontas 31192116, 31192216, 31196116, 31196216 e 461519000 para as quais deve-se adotar a codificao predefinida pela ANS.

    Terceiro Cdigo

    O terceiro cdigo, constitudo por outros 4 (quatro) dgitos, indica simultaneamente, e nessa ordem, para as contas de produtos: o

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    perodo de implantao dos planos (10 dgito); a natureza jurdica da contratao do plano de assistncia sade (11 dgito); e a segmentao assistencial (12 e 13 dgitos), sendo utilizado obrigatoriamente em determinadas subcontas dos grupos 3-Receita e 4-Despesa. Tambm, o terceiro cdigo deve ser utilizado para a subconta 461519000 seguindo a estrutura de codificao predefinida pela ANS.

    A estrutura deste 3 cdigo a seguinte:

    a) 10 dgito - perodo de implantao dos planos que, para os fins

    previstos nesta norma, est assim definido:

    algarismo 1 Planos operados antes da vigncia da Lei 9656/98, isto , at 31/12/1998;

    algarismo 2 Planos operados a partir da vigncia da Lei

    9656/98, ou seja, 01/01/1999.

    b) 11 dgito - tipo de contratao plano de assistncia sade que, segundo estabelece a Instruo Normativa IN/DIPRO n. 21, de 2009, assinala-se:

    algarismo 1 Plano Individual / Familiar; algarismo 3 Plano Coletivo Empresarial; ou algarismo 4 Plano Coletivo por Adeso.

    c) 12 e 13 dgitos Segmentao assistencial caractersticas de composio do produto, de acordo com a RN n 100, de 3 de junho de 2005:

    algarismos 01 Ambulatorial algarismos 02 Hospitalar com Obstetrcia algarismos 03 Hospitalar sem Obstetrcia algarismos 04 Odontolgico algarismos 05 Referncia (ambulatorial + hospitalar com

    obstetrcia e acomodao padro de enfermaria)

    algarismos 06 Ambulatorial + Hospitalar com Obstetrcia algarismos 07 Ambulatorial + Hospitalar sem Obstetrcia

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    algarismos 08 Ambulatorial + Odontolgico algarismos 09 Hospitalar com Obstetrcia + Odontolgico algarismos 10 Hospitalar sem Obstetrcia + Odontolgico algarismos 11 Ambulatorial + Hospitalar com Obstetrcia +

    Odontolgico algarismos 12 Ambulatorial + Hospitalar sem Obstetrcia +

    Odontolgico

    Observaes adicionais: a) CONTAS DE PRODUTOS - so aquelas em que necessria a

    utilizao do 3 cdigo. Neste caso, nas folhas analticas de funo e funcionamento da conta, h sempre os dizeres:

    Registrar, por perodo de implantao do plano, por natureza jurdica da contratao e segmentao assistencial oferecida....

    So algumas subcontas das classes 3-Receitas e 4-Despesas.

    b) CONTAS DE NO-PRODUTOS consideram-se todas as contas no

    classificadas como contas de produtos. c) Abertura de Subcontas:

    A abertura de subcontas poder ser feita a critrio da

    operadora, obedecendo-se s orientaes deste item para estruturar a codificao;

    obrigatria a adoo da codificao e da nomenclatura

    definida para todos os nveis deste Plano de Contas, desde Classes at Subcontas e desdobramentos previstos, sendo as contas especficas de seguradora especializada em sade somente por estas utilizveis;

    facultado s operadoras a criao de desdobramentos,

    adicionalmente s subcontas previstas no Plano, em funo de suas necessidades de informaes, podendo, se for o caso, acrescentar dgitos da seguinte forma:

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    - a partir do 10 nvel para as contas patrimoniais e de resultado de no-produtos; e

    - a partir do 14 nvel para as contas de resultado e de produtos, alm da subconta 461519000.

    d) Exemplo da estrutura de codificao contbil

    2.2 O Plano de Contas classifica as contas em 6 classes: contas de Ativo, iniciadas pelo nmero 1, contas de Passivo, pelo nmero 2, e contas de resultado, iniciadas pelos nmeros 3 - Receita, 4 - Despesa, 6 - Impostos e Participaes Sobre o Lucro e 7 - Contas Transitrias Apurao de Custos.

    2.2.1 As classes compreendem vrios grupos, os quais se desdobram em

    subgrupos; estes em contas e estas em subcontas. 2.2.1.1 Classes de Contas Patrimoniais a) Classe 1 ATIVO

    Grupo 12 Ativo Circulante Grupo 13 Ativo No Circulante Grupo 19 Compensao Ativo

    b) Classe 2 PASSIVO

    Grupo 21 Passivo Circulante Grupo 23 Passivo No Circulante Grupo 25 Patrimnio Lquido / Patrimnio Social Grupo 29 Compensao Passivo

    2.2.1.2 Classes de Contas de Resultado a) Classe 3 CONTAS DE RECEITA

    Grupo 31 Contrapr. Efetivas/Prmios Ganhos de Planos de Assist. Sade

    1 cdigo 2 cdigo 3 cdigo

    Conta/Subconta Desdobramento Desdobramento

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    Grupo 32 (-) Tributos Diretos de Operaes de Assistncia Sade Grupo 33 Outras Receitas Operacionais Grupo 34 Receitas Financeiras Grupo 35 Receitas Patrimoniais

    b) Classe 4 CONTAS DE DESPESA

    Grupo 41 Eventos / Sinistros Indenizveis Lquidos Grupo 43 Despesas de Comercializao Grupo 44 Outras Despesas Operacionais Grupo 45 Despesas Financeiras Grupo 46 Despesas Administrativas Grupo 47 Despesas Patrimoniais

    c) Classe 6 CONTAS DE DESTINAO / APURAO DE RESULTADO

    Grupo 61 Impostos e Participaes sobre o Lucro Grupo 69 Apurao do Resultado

    d) Classe 7 CONTAS TRANSITRIAS - APURAO DE CUSTOS

    Grupo 71 Apurao de Custos

    3. Escriturao 3.1 A escriturao das operaes das operadoras de planos de assistncia

    sade deve obedecer s disposies contidas da Lei n 6.404/1976 e suas alteraes, bem como as normas emanadas do Conselho Federal de Contabilidade CFC e do Comit de Pronunciamentos Contbeis CPC e do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON, no que couber.

    3.1.1 Os procedimentos estabelecidos neste Plano de Contas tm o objetivo

    de determinar/orientar os registros contbeis dos atos e fatos das operadoras de planos de assistncia sade e devem estar em consonncia com as Prticas Contbeis Adotadas no Brasil, abrangendo inclusive o processo de convergncia s regras internacionais de contabilidade.

    3.2 Os controles analticos e as conciliaes contbeis devem ficar

    disposio da ANS por prazo no inferior a 5 (cinco) anos; 3.3 Para fins deste Plano de Contas, entende-se como rede hospitalar

    prpria, todo e qualquer recurso hospitalar de propriedade da operadora, ou de sociedade controlada pela operadora, ou, ainda, de sociedade controladora da operadora e rede mdica/odontolgica prpria,

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    compreendendo todos os profissionais mdicos ou odontlogos, assalariados ou cooperados da operadora.

    3.4 A contabilizao ser centralizada na sede da operadora ou, no caso de

    filial de operadora estrangeira, em sua representao legal no Brasil com observncia das disposies previstas em Leis, Regulamentos, Resolues e Circulares do CONSU e da ANS.

    3.5 O simples registro contbil no constitui elemento suficientemente

    comprobatrio, devendo a escriturao ser fundamentada em documentao hbil para a perfeita viabilidade dos atos e fatos administrativos.

    3.6 A forma de classificao contbil de quaisquer bens, direitos e obrigaes

    no altera, de forma alguma, as suas caractersticas para efeitos fiscais e tributrios, que se regem por regulamentao prpria.

    3.7 A escriturao contbil, com atraso superior a 90 (noventa) dias, a no

    ser em casos de fora maior, devidamente justificados a ANS, ou a escriturao processada em desacordo com as normas pertinentes, sujeita as Organizaes e seus diretores, s penalidades previstas na regulamentao prpria.

    3.8 O profissional habilitado, responsvel pela contabilidade, deve conduzir a

    escriturao dentro dos padres exigidos, com observncia dos princpios fundamentais de contabilidade, atentando, inclusive, tica profissional, cabendo a ANS providenciar comunicao ao rgo competente, sempre que forem comprovadas irregularidades, para que sejam aplicadas as medidas cabveis.

    3.9 Eventuais consultas quanto interpretao das normas e procedimentos

    previstos neste plano, bem como, a adequao a situaes especficas, devem ser dirigidas a ANS/Diretoria de Normas e Habilitao das Operadoras -DIOPE.

    3.10 A existncia de eventuais consultas sobre a interpretao de normas

    regulamentares vigentes, ou at mesmo sugestes para o reexame de determinado assunto, no exime a instituio interessada do seu cumprimento.

    3.11 As operadoras classificadas como autogesto, que operem planos de

    sade por intermdio de seu Departamento de Recursos Humanos ou rgo assemelhado esto dispensadas da exigncia de escriturao contbil prevista nas normas deste Plano de Contas, mas devem, naquilo que couber, observar as demais normas emanadas pela ANS.

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    4. Exerccio Social O exerccio social coincide com o ano civil, e a data de seu trmino ser 31 de dezembro, devendo ser fixado no estatuto ou contrato social. 5. Demonstraes Contbeis 5.1 As Demonstraes Contbeis devem obedecer classificao contbil

    prevista neste Plano de Contas. 5.2 As Demonstraes Contbeis compreendem aquelas determinadas pela

    lei n. 6.404/1976 e alteraes subseqentes, e devem ser complementadas por Notas Explicativas, pelo Relatrio da Administrao e outros quadros analticos ou demonstraes contbeis necessrios para esclarecimento da situao patrimonial e dos resultados do exerccio.

    5.3 As demonstraes contbeis anteriormente mencionadas, em conjunto

    com o Parecer dos Auditores Independentes devem ser publicadas na forma da Lei at o dia 25 de abril do exerccio subsequente.

    5.3.1 A publicao deve ser em conformidade com os modelos padronizados

    por este Plano de Contas, exceto a Demonstrao de Valor Adicionado DVA que pode ser por modelo prprio.

    5.3.2 Os modelos previstos destinam-se a todas as operadoras obrigadas a

    este Plano de Contas. 5.3.3 As demonstraes contbeis devem ser publicadas de forma

    comparativa com as demonstraes do exerccio anterior. 5.3.4 As operadoras de pequeno porte ficam dispensadas de publicar o

    Parecer de Auditoria e as Demonstraes Contbeis previstas no item 5.2. A dispensa de publicao no exime estas operadoras da obrigatoriedade de protocolar na sede da ANS, at o dia 31 de maro do exerccio subsequente, as Demonstraes Contbeis completas, acompanhadas do respectivo Parecer de Auditoria independente e do Relatrio Circunstanciado Sobre Deficincias de Controle Interno. ANS compete dar publicidade a estas demonstraes.

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    5.3.4.1 O porte da operadora determinado em razo da quantidade de beneficirios na data-base do encerramento do exerccio social, que so os seguintes: a) pequeno porte: quantidade inferior a 20.000 beneficirios; b) mdio porte: entre 20.000 e 100.000 beneficirios; e c) grande porte: quantidade superior a 100.000 beneficirios

    5.3.5 As publicaes devem ser feitas na forma disposta no art. 289 caput e

    seu 2 da Lei n 6.404, de 15 de dezembro de 1976, para as operadoras cuja natureza de constituio estejam vinculadas a esta Lei. Para as demais operadoras, a obrigatoriedade de publicao se restringe ao jornal de grande circulao no municpio de localizao da operadora.

    5.3.6 O Relatrio da Administrao deve conter, no mnimo, as seguintes

    informaes:

    a) Poltica de destinao de lucros / supervits / sobras; b) Negcios sociais e principais fatos internos e/ou externos que

    tiveram influncia na performance da sociedade/entidade e/ou no resultado do exerccio;

    c) Reorganizaes societrias e/ou alteraes de controle direto ou indireto;

    d) Perspectivas e planos da administrao para o(s) exerccio(s) seguinte(s);

    e) Descrio dos principais investimentos realizados, objetivo, montantes e origens d...

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