of 13/13

Capítulo - hugoribeiro.com.brhugoribeiro.com.br/biblioteca-digital/kennan_cap04.pdf · TTI: Sonata em L á Menor, Kirkpatric k

  • View
    218

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of Capítulo - hugoribeiro.com.brhugoribeiro.com.br/biblioteca-digital/kennan_cap04.pdf · TTI: Sonata...

  • Captulo 4Exerios a Duas Vozes, 1:1, 2:1Nos exerios de ontraponto, uma voz usualmente dada. Esta onheida omo oantus rmus1 (voz xa), e este termo omumente abreviado para C. F. A posio doC. F. omo voz superior ou inferior (em exerios a duas vozes) geralmente espeiada.Quando o C. F. ontraponteado om uma nota na voz adiionada ontra ada notado C. F., o resultado hamado ontraponto de primeira espie. Esta espie podeonvenientemente ser designada pela razo de 1:1, dita omo uma ontra uma. As vriasespies tradiionalmente usadas no estudo do ontraponto so as seguintes:Primeira espie: 1:1Segunda espie: 2:1 e 3:1Tereira espie: 4:1 e 6:1Quarta espie: SinopadoQuinta espie: Florido (uma ombinao das outras quatro espies)Ainda que a abordagem usada neste livro seja em grande parte mais livre do que aqueladas espies tradiionais de ontraponto, estaremos trabalhando exerios envolvendo asprimeiras quatro propores rtmias para explorar as possibilidades e os problemas peu-liares de ada uma. A quinta espie no ser empreendida omo tal, j que ela se igualade perto ao trabalho em ontraponto livre a ser feito.0.1 NOTA CONTRA NOTA (1:1)Muitas das relaes rtmias rem menionadas oorrem freqentemente na msia real,mas a proporo 1:1 raramente usada por longo tempo. A razo para isto que elaaree de independnia rtmia entre as vozes, um requisito importante do bom ontra-ponto. Entretanto, ela s vezes empregada para uns pouos tempos ou mesmo uns pouosompassos, omo nos exertos seguintes.Exemplo 1a SCARLATTI: Sonata em L Menor, Kirkpatrik No. 3

    1O plural antus rmi. A verso italiana, anto fermo, s vezes usada ao invs, em qual aso oplural anti fermi.

  • 2 Contraponto baseado na prtia do s. XVIIIExemplo 1b BEETHOVEN: Sonata, Op. 13

    Exemplo 1 MOZART: Sinfonia No. 41, K. 551

    Para ilustrar o tipo de exerio a ser feito primeiro, vamos supor que tenhamos dadoo C. F. mostrado no pentagrama superior do Exemplo 2 a ser usado omo voz superior.Abaixo dele devemos adiionar outra voz na relao de 1:1. Um possvel ontraponto mostrado no pentagrama inferior. Os intervalos vertiais esto desritos por nmerosoloados entre os pentagramas, e as harmonias implitas foram indiadas embaixo.Exemplo 2

    24

    24

    Somente intervalos esseniais devem ser usados em exerios 1:1. Destes, a 6a, a 3a, e aoitava devem apareer om maior freqnia. A oitava deve ser empregada prinipalmentena nota da tnia nos inios e nais; ela tambm pode ser oorrer na nota da dominanteou, raramente, em outra nota (exeto a sensvel) se a onduo de vozes torna o seu usolgio por exemplo, entre a 10a e a 6a, om as vozes movendo-se por grau onjunto emmovimento ontrrio. Em tais asos ela est geralmente numa posio rtmia fraa. A 5ajusta pode ser usada oasionalmente, preferivelmente irundada por 3as ou 6as.Os Exemplos 3, 4, e 5 mostram faltas freqentemente enontradas no trabalho deestudantes.Exemplo 3

    24

    24

  • 3No Exemplo 3 as seguintes araterstias ruins podem ser apontadas:1 Em a e b, a 5a uma esolha questionvel omo intervalo.2 Em b, h 5as paralelas.3 Em , a tendnia da nota da sensvel (Sol) foi ignorada. Ela deveria subir para Lbemol, no deser para Mi bemol. Alm disso, o baixo de um aorde I64 no deveriater sido abordado por um salto, j que o aorde preedente no ii e a repetio deaordes no est envolvida.4 Em d, a harmonia onduzida do segundo tempo frao para o tereiro tempo forte.Tambm, o intervalo de uma 4a pobre5 Em e, a nota da sensvel foi dobrada.6 Em f, h oitavas paralelas.Exemplo 4

    24

    24

    Aqui no Exemplo 4 h muito uso onseutivo do mesmo intervalo, a 6a. As linhasonsequentemente areem de independnia de urva. Como uma regra geral, um intervalono deve ser usado mais do que trs ou quatro vezes em suesso.Exemplo 5

    24

    24

    No Exemplo 5 os intervalos harmnios so satisfatrios, mas a voz inferior mantm-seretornando para o L bemol. Sua urva desinteressante e aree de qualquer senso fortede direo.Ao fazer os exerios apontados no Livro de Exerios de Contraponto, no qual vriaspropores rtmias devem ser usadas, observe as seguintes instrues:1 A mesma nota no deve ser usada duas vezes em suesso. Isto iria, efetivamente,dar nota o dobro do valor e poderia alterar a proporo rtmia pretendida entreas vozes.2 Em muitos asos, as vozes no devem estar distaniadas por mais de duas oitava.Espaos de distnias maiores podem oorrer brevemente de vez em quando. Porenquanto, as vozes no devem ruzar-se.

  • 4 Contraponto baseado na prtia do s. XVIII3 A voz inferior deve ser onsiderada omo um baixo isto , o equivalente da vozinferior numa harmonizao real. Lembre-se, entretanto, que baixo no signianeessariamente fundamental; as notas na voz inferior iro geralmente ser a terada harmonia impliada, oasionalmente a quinta ou a stima.(Exerios de 1:1 podem ser feitos neste ponto.)DUAS NOTAS CONTRA UMA (2:1)Os exerios a serem feitos seguir iro envolver duas notas na voz adiionada ontraada nota do C. F. Os exertos no Exemplo 6 ilustram a relao 2:1, ada qual om umaunidade bsia diferente (semnima, mnima, olheia).Exemplo 6a BACH: Sute Franesa No. 2, Minuet

    43

    43

    Exemplo 6b FRESCOBALDI: Canzoni alla Franese, Canzon Prima, detta La Rovetta

    23

    23

    Exemplo 6 HANDEL: Sute No. 10, Allegro

    83

    83

  • 5Notas No HarmniasA prinipal araterstia nova que enontraremos nos exerios de 2:1 a possibilidadede usar notas no harmnias2 e os intervalos no esseniais que elas riam. Consequente-mente, uma breve reviso das notas no harmnias aqui pode provar ser til. No exemplo7, que d ilustraes urtas dos vrios tipos, as notas no harmnias esto iruladas.Infelizmente h divergnias onsiderveis de opinio sobre a lassiao e a rotulao detais notas, e em alguns asos dois ou mais nomes para um tipo partiular esto em usoorrente.Exemplo 7 Notas No Harmnias

    AbreviaturasP = [Passing tone Nota de PassagemL = [Leaning tone Apojatura(App = [Appoggiatura Apojatura)N = [Neighbor tone Bordadura2s vezes hamadas non-hord tones [notas estranhas ao aorde abreviatura NCT. Este termo preferido por aqueles que usam a palavra harmonia para signiar a progresso harmnia numaomposio inteira e aorde para signiar a estrutura harmnia vertial em qualquer ponto dado uma distino vlida e que essenial para o pensamento Shenkeriano. Entretanto, no harmnias foimantido aqui omo sendo o termo mais amplamente utilizado e entendido. [Em portugus usa-se notasmeldias. N. do T.

  • 6 Contraponto baseado na prtia do s. XVIIIE = [Esape tone Esapada (Aux = [Auxiliary Auxiliar)Ch = [Changing tones3 Bordadura DuplaS = [Suspension SuspensoPed = [Pedal point Ponto de PedalA = [Anteipation AnteipaoUma nota de passagem uma nota no harmnia que move-se por tom ou semitom deuma nota harmnia para outra (oasionalmente para outra nota de passagem que entoresolve).Uma bordadura (ou auxiliar) uma nota no harmnia um tom ou um semitom aimaou abaixo de uma nota harmnia. Ela abordada [partindo da nota harmnia e retornapara ela.A bordadura dupla, s vezes onheida (espeialmente na primeira forma mostradano Exemplo 7) omo a gura ambiata, so duas bordaduras usadas em suesso. Elaspodem ou no ser abordadas da nota harmnia da qual elas so vizinhas, mas elas sempreproedem para ela. Alguns textos terios reentes referem-se elas omo um grupobordadura [neighbor group.Uma apojatura (nota enostada4) uma nota no harmnia abordada por salto queresolve por grau onjunto, mais freqentemente na direo oposta ao salto. Em sua formaaraterstia, ela aentuada, isto , ela oorre ou num tempo forte om a resoluo se-guindo no prximo tempo, ou na primeira parte de um tempo om a resoluo aonteendona segunda metade do tempo. Por esta razo, alguns sistemas terios empregam outrosrtulos quando a nota no harmnia em tal padro no aentuada. Destes rtulos, omais lgio paree ser nota vizinha [bordadura inompleta uma bordadura abordadapor salto ao invs da nota harmnia da qual ela vizinha. A apojatura s vezes esritaomo uma pequena grae note5, omo no Exemplo 8. Em tais asos ela ertamentetoada no tempo, e seu valor subtrado da nota que a segue. (O mesmo tipo de notao usado para notas de passagem aentuadas no inio do ompasso 3 no Exemplo 8.)Uma esapada, ou happe, uma nota no harmnia que, na sua forma mais usual, abordada de uma nota harmnia um grau da esala abaixo, e que ento salta desen-dentemente para uma nota harmnia; esta ltima no neessariamente um membro daharmonia rem ouvida. (Este o padro visto no Exemplo 8d.) Muito raramente, a esa-pada abordada de uma nota harmnia um grau da esala aima e salta asendentementepara uma nota harmnia. Como pode ser prontamente observado, a esapada reverte arelao salto-grau onjunto envolvida no padro da apojatura. Como a apojatura, ela podeser pensada omo uma forma de bordadura inompleta, mas desta vez om o retorno porgrau onjunto para a nota harmnia original que falta.O Exemplo 8 ilustra o uso em msia real das notas no harmnias denidas at aqui.3Kostka usa: Neighbor group. [N. do T.4Leaning tone, literalmente: nota enostada. o que hamamos: apojatura. [N. do T.5Sem equivalente em portugus. Nota de tamanho menor que o normal ( sempre oloada om a hastepara ima). [N. do T.

  • 7Exemplo 8a BACH: Sinfonia No. 12Exemplo 8b VIVALDI: Conerto em F Maior para Violino, Cordas, e Cravo6

    Ap.

    Largo

    P.

    Ap.

    Ap.

    P

    Ap.

    Exemplo 8 C.P.E. BACH: Kurze und Leihte Klavierstke, No. 15b, Minuetto IIExemplo 8d BACH: Fughetta, B.W.V. 952

    6A parte do embalo (ravo) no est inluda aqui. Ela onsiste das mesmas linhas tomadas pelosviolonelos e ontrabaixos, alm dos smbolos do baixo gurado.

  • 8 Contraponto baseado na prtia do s. XVIIIO prinipal ponto a lembrar ao usar notas no harmnias que elas devem ser re-solvidas por grau onjunto om exeo da esapada, om erteza. Esta quase sempreaparee no padro envolvido no Exemplo 8d. Uma falta freqentemente enontrada noontraponto de estudantes a de deixar uma nota que obviamente tem a funo de notade passagem saltar em vez de passar por grau onjunto.Uma suspenso um membro de uma harmonia ligado ou repetido omo uma nota noharmnia na prxima, e normalmente resolvido desendentemente naquela harmonia. Assuspenses que resolvem asendentemente so s vezes hamadas retardos.Uma anteipao uma nota no harmnia que oorre logo antes da harmonia qualpertene. Sua posio mais freqente nas adnias.Tanto as suspenses quanto as anteipaes sero vistas em algum detalhe um pouomais adiante em onexo om o ontraponto sinopado (quarta espie).Um ponto de pedal uma nota sustentada ou repetida, geralmente na altura da tniaou da dominante, que perdura por duas ou mais harmonias. (Seu nome origina-se de seu usoaraterstio na parte do pedal da msia para rgo.) Embora ele mais freqentementevisto na voz inferior, ele pode oorrer em qualquer voz. Ele geralmente omea e terminaomo uma nota harmnia, mas pode, entre estes pontos, ser dissonante harmonia isto , no harmnio. No Exemplo 9a o ponto de pedal da tnia aparee tanto navoz intermedirias quanto na inferior; uma tem olheias repetidas, a outra, notas longassustentadas. No Exemplo 9b o ponto de pedal da tnia parte de uma gura em olheias.Exemplo 9a HAYDN: Sonata em Mi-bemol Maior

    Exemplo 9b BACH: Sute Franesa No. 6, BourreColoao das Notas Harmnias e No Harmnias: Intervalos VertiaisUm exemplo no aptulo preedente ilustrou o uso de notas harmnias e no harmniasem vrias relaes. Ele mostrado novamente aqui, ligeiramente alterado, para propsitode maior anlise:

  • 9Exemplo 10Nos pontos marados om a (Exemplo 10), h uma nota harmnia na primeira metadedo tempo e uma nota no harmnia na segunda metade. Com a voz inferior, estas riamum intervalo essenial seguido por um intervalo no essenial.Nos om b h notas harmnias em ambas as metades do tempo (dois intervalos essen-iais).Nos dois pontos marados om h uma nota no harmnia na primeira metadedo tempo om a nota harmnia seguindo-a (um intervalo no essenial seguido por umintervalo essenial).Estas so as trs disposies prinipais de notas harmnias e no harmnias (den-tro do tempo) utilizveis no ontraponto 2:1. Aquelas mostradas em indubitavelmenteoriginaram-se pelo desloamento rtmio das notas relaionadas omo aquelas vistas em ae b. Em outras palavras, uma nota primeiro empregada numa posio rtmia leve (forado tempo) veio a ser usada no tempo subsequente. Este proesso ilustrado no Exemplo11, em onexo om uma 4a justa no essenial em a, e uma 7a no essenial em b.Exemplo 11

    Uma possibilidade adiional, embora vista menos freqentemente, pode ser ilustradamudando-se ligeiramente o segundo ompasso do Exemplo 10:Exemplo 12

    Aqui no Exemplo 12, o D no harmnio na voz superior no primeiro tempo do segundo

  • 10 Contraponto baseado na prtia do s. XVIIIompasso agora uma semnima, e em vez de resolver dentro do tempo ele atrasa a suaresoluo at o segundo tempo. Assim, ambos os intervalos vertiais dentro do primeirotempo so no esseniais. O prinpio envolvido este: quando o ritmo harmnio abaradois tempos (qualquer que seja o sinal de ompasso), o estilo que estamos usando aomodaum intervalo no essenial em um daqueles tempos om o intervalo essenial no outro.Em tais asos a semnima obviamente assume o papel que as olheias tem num ritmoharmnio de semnimas.Os intervalos de 2a, de 7a, e de 4a justa foram evitados nos exerios 1:1 porque eles noeram utilizveis om intervalos esseniais l. Agora deve estar aparente que no ontraponto2:1 eles podem tornar-se inteiramente aeitveis para uso omo intervalos no esseniais.Neste papel, eles muito freqentemente oorrem entre os tempos; mas mesmo quandooloados no tempo om um intervalo essenial seguindo-os, eles so ouvidos somenteomo tendo poua importnia isto , meramente omo notas onetando o ontrapontobsio de 1:1.Muito raramente, a 2a maior e a 7a menor podem oorrer omo intervalos esseniaisem 2:1, ontanto que os outros membros do aorde impliado de stima os preedam ousigam imediatamente (Exemplo 13).Exemplo 13

    Tnias de Esrever 2:1Uma maneira, embora no neessariamente a melhor, de esrever ontraponto 2:1 omearom uma verso 1:1 e onverte-la, pela adio de notas entre os tempos em uma voz. OExemplo 14 mostra omo uma verso 2:1 pode ser derivada de um ontraponto 1:1 queusamos previamente. Certamente, somente as vozes superior e inferior no exemplo devemsoar na verso 2:1.Exemplo 14

    Vrios artifios para expandir o ontraponto 1:1 em 2:1 podem ser vistos em operao

  • 11aqui. Provavelmente o mais fil e suave destes seja simplesmente a insero de notas depassagem entre duas notas originariamente afastadas por uma 3a, omo em d e e. svezes uma 4a na verso 1:1 pode ser preenhida om duas notas de passagem adjaentes,uma delas aentuada, omo em . No inio e prximo do nal, o ontraponto 1:1 originalmove-se por grau onjunto e obviamente no permite a insero de uma nota de passagem(exeto uma nota de passagem romtia, a qual no seria partiularmente apropriadaneste estilo). Entretanto, um salto para uma nota do aorde pode ser feito ao invs, omoem a, b, e f. Cuidado deve ser tomado para no abusar este ltimo reurso. A delineaodemasiada de aordes at a exluso do movimento por grau onjunto torna-se ansativae tende a fazer om que a voz soe menos omo uma linha do que omo uma suesso deguraes harmnias.Uma segunda, e freqentemente prefervel, abordagem para a esrita de ontraponto2:1 inventar a verso 2:1 diretamente, sem t-la desenvolvido de uma verso 1:1, emujo aso uma possibilidade importante aresentada: podemos ter a mesma nota emtempos adjaentes porque outras notas iro intervir, e as notas no tempo no iro entoestar repetidas em suesso. Por exemplo, de aordo om as restries que apliam-se aoontraponto 1:1, no poderamos esrever o seguinte por ausa da repetio em a e b;Exemplo 15Mas no ontraponto 2:1 no haveria objeo ao seguinte:Exemplo 16Neste exemplo partiular (16), uma bordadura inferior leva o movimento em olheiasem a e b. Mas estas notas entre os tempos poderiam ter sido notas do aorde ao invs denotas no harmnias se tivssemos esolhido outro ontraponto.ParalelismoNo ontraponto 1:1, oitavas e 5as paralelas so geralmente aparentes tanto para o ouvidoquanto para os olhos. Mas em 2:1 a presena de notas intervenientes entre os tempostorna a situao mais omplexa no que diz respeito ao reonheimento de paralelismos. Hmesmo ertos padres de notas que so ondenados por alguns esritores de ontrapontona rea do paralelismo mas aeitos por outros. Paree, ento, que o nio ritrio sensato

  • 12 Contraponto baseado na prtia do s. XVIII o que foi pratiado realmente plos ompositores deste perodo (Bah, em partiular), e sobre este padro que os omentrios no Exemplo 17 esto baseados.Exemplo 17

    Os asos dados aqui no Exemplo 17 podem ser listados de aordo om as seguintes a-tegorias, as quais podem ser de alguma ajuda para relembrar quais padres so utilizveis:1 abertas (om notas intervenientes em uma voz, omo em a e e): ruim2 simtrias ou orrespondentes1 om paralelismo em tempos fortes, omo em b e f: ruim2 om paralelismo em tempos fraos, om em e g: possvel73 assimtrias (intervalos paralelos em lugares no orrespondentes no ompasso,omo em d e h): bom bvio, ento, que se h oitavas ou 5as paralelas numa verso 1:1, a adio de notasintervenientes numa verso 2:1 no ir destruir o sentimento do paralelismo. Tambm, partiularmente neessrio, ao onverter 1:1 em 2:1, estar de guarda ontra oitavas paralelasque possam ser formadas pela adio de notas (Exemplo 18).Exemplo 18Um aso espeial deve ser menionado. As 5as onseutivas ilustradas no prximoexemplo no so onsideradas ensurveis, j que a segunda das duas no essenial. Elaspodem portanto ser usadas livremente.7Entretanto, esta disposio no desejvel se dissonnias oorrem nos tempos fortes, omo em:

  • 13Exemplo 19: SCARLATTI: Sonata (Kirkpatrik. No. 377)(Exerios diatnios em 2:1 podem ser feitos neste ponto.)TAREFAS SUGERIDAS1 Exerios 1:1, maior, diatnio2 Exerios 1:1, menor, diatnio.3 Exerios na deteo de erros (2:1, 3:1, 4:1)4 Exerios 2:1, maior e menor, diatnio