Capítulo VI Carga Móvel - ?· influência correspondentes. Para se obter as ordenadas das linhas de…

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  • Captulo VI Carga Mvel

    Captulo VI

    Carga Mvel A anlise para carga mvel consiste na obteno dos esforos estticos mximos devidos a carregamento que se desloca pelo eixo da estrutura. O carregamento suposto plano e na presente verso no possvel a considerao de excentricidade, na direo transversal do eixo da estrutura, da carga mvel. A anlise aplica-se apenas a modelos reticulados, no plano ou tri-dimensional. A carga mvel composta por cargas uniformes e cargas concentradas, estas limitadas a vinte e cinco. Alguns parmetros para as cargas definidas nas normas brasileiras NBR-7188 e NBR-7189, j esto definidos internamente. possvel definir um coeficiente de impacto para cada elemento da estrutura. Para cada esforo mximo solicitado so fornecidos todos os demais esforos concomitantes. Os esforos mximos so obtidos a partir do carregamento das linhas de influncia correspondentes. Para se obter as ordenadas das linhas de influncia de um modelo reticulado, necessrio definir a geometria, condies de contorno, propriedades do material, propriedades de seo, articulaes, etc. Esta definio anloga utilizada anlise esttica. Deve-se observar que os esforos so calculados apenas nas extremidades das barras, e as linhas de influncia so aproximas pela poligonal considerando aquelas extremidades. Assim sendo o usurio deve utilizar um nmero conveniente de barras, de forma a obter os resultados desejados e com boa aproximao. Definida a geometria da estrutura, as informaes a seguir so necessrias, colocadas na ordem de apresentao, no arquivo de dados, aps todas as informaes da geometria da estrutura. As instrues a seguir so apresentadas apenas para entendimento, uma vez que a IG fornece os recursos para a gerao dos arquivos necessrios.

    Palavra chave: sequncia de trfego

    Neste bloco so fornecidos os elementos que a carga unitria deve percorrer e em que ordem, que representam os elementos a serem percorridos pelo trem-tipo.

    Os dados a serem fornecidos so:

    sequncia de trfego

    I1 ex [g I2 I3]

    onde:

    I1 representa o nmero do elemento

    ex representa a extremidade do elemento por onde entra a fora

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    unitria, podendo ter os valores i se for extremidade inicial e f se for extremidade final

    g indica o incio dos dados para gerao semi-automtica

    I2 nmero de elementos a serem gerados

    I3 incremento na numerao dos elementos

    A ordem em que so fornecidos os dados a seqncia de trfego.

    A ltima linha deste bloco deve conter um 0(zero) sem ponto decimal.

    Caso esse bloco no seja definido, o programa determinar a seqncia de trfego como sendo a numerao natural dos elementos e correspondentes extremidades iniciais.

    Palavra chave: direo da carga Neste bloco fornecida a direo da fora generalizada que percorrer a estrutura, como a seguir:

    Direo da carga dir

    onde dir definido por um cdigo, a saber:

    dx, dy, dz carga concentrada unitria nas direes X, Y e Z globais, respectivamente

    O cdigo dir deve ser precedido do sinal negativo, caso a orientao da fora seja contrria orientao do eixo global. As direes compatveis com cada modelo estrutural so definidas na tabela VI.1.

    Tabela VI.1 - Direes da fora unitria compatveis com o modelo estrutural.

    Modelos Direo

    prtico plano dx, dy

    grelha dz

    trelia plana dx, dy

    trelia espacial dx, dy, dz

    prtico espacial dx, dy, dz

    Aps a especificao da direo da carga, deve-se escolher uma das seguintes opes:

    linha de influncia de esforo;

    linha de influncia de reao;

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    linha de influncia de deslocamento;

    valores mximos de esforo;

    valores mximos de reao;

    valores mximos de deslocamento;

    Palavra chave: linha de influncia de esforo

    A seo na qual se determinar a linha de influncia de esforo deve coincidir com uma extremidade de um elemento e definida pelo nmero do elemento correspondente, seguido de um dos cdigos:

    i extremidade inicial do elemento

    f extremidade final do elemento

    Na mesma linha dos dados anteriores, deve ser definido o esforo (de acordo com a tabela VI.2) para o qual se deseja determinar a linha de influncia, atravs de um dos cdigos:

    mx, my, mz momento fletor na direo dos eixos x, y e z locais, respectivamente

    qy, qz esforo cortante na direo dos eixos y e z locais, respectivamente

    n esforo normal na direo do eixo x local

    Tabela VI.2 - Esforos compatveis com o modelo estrutural.

    Modelos Esforo

    prtico plano mz, qy, n

    grelha mx, my, qz

    trelia plana e espacial n

    prtico espacial mx, my, mz, qy, qz, n

    A ltima linha deste bloco deve conter um 0(zero) sem ponto decimal.

    Os resultados so obtidos com sinais relativos ao eixo local do elemento a que a seo em estudo pertence.

    Para um prtico plano, pode-se ter:

    linha de influncia de esforo

    I1 f mz [I2 I3]

    onde:

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    I1 representa o nmero do elemento

    f indica que a seo na qual se deseja determinar a linha de influncia a extremidade final do elemento I1

    mz descreve o tipo de linha de influncia de esforo

    I2 nmero de linhas de influncia a serem geradas

    I3 incremento na numerao dos elementos

    palavra chave: linha de influncia de reao

    O n no qual ser definida a linha de influncia de reao deve ser obrigatoriamente um n de apoio e a reao deve ser em uma das direes restringidas, de acordo com a tabela VI.3.

    Tabela VI.3 - Reaes compatveis com o modelo estrutural.

    Modelos Reaes

    prtico plano fx, fy, mz

    grelha fz, mx, my

    trelia plana fx, fy

    trelia espacial fx, fy, fz

    prtico espacial fx, fy, fz, mx, my, mz

    A ltima linha deste bloco deve conter um 0(zero) sem ponto decimal. Os resultados so obtidos com sinais relativos ao eixo global.

    Para um prtico plano, pode-se ter:

    linha de influncia de reao

    I1 mz [I2 I3]

    onde:

    I1 representa o nmero do n

    fy descreve o tipo de linha de influncia de esforo

    I2 nmero de linhas de influncia a serem geradas

    I3 incremento na numerao dos elementos

    palavra chave: linha de influncia de deslocamento

    A seo na qual se determinar a linha de influncia de deslocamento deve coincidir com uma extremidade de um elemento e definida pelo nmero do

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    elemento correspondente. Caso seja um n de apoio deve ser em uma das direes liberadas, caso seja qualquer outro n da estrutura pode-se escolher um dos deslocamentos compatveis com o tipo de estrutura, de acordo com a tabela VI.4, seguido de um dos cdigos:

    i extremidade inicial do elemento

    f extremidade final do elemento

    Na mesma linha dos dados anteriores definido o deslocamento para o qual se deseja determinar a linha de influncia, que se faz atravs de um dos cdigos a :

    rx, ry, rz rotao na direo dos eixos X, Y e Z globais, respectivamente

    dx, dy, dz deslocamento na direo dos eixos X, Y e Z globais, respectivamente

    Tabela VI.4 - Deslocamentos compatveis com o modelo estrutural.

    Modelos Deslocamentos

    prtico plano dx, dy, rz

    grelha dz, rx, ry

    trelia plana dx, dy

    trelia espacial dx, dy, dz

    prtico espacial dx, dy, dz, rx, ry, rz

    A ltima linha deste bloco deve conter um 0(zero) sem ponto decimal. Os resultados so obtidos com sinais em relao ao eixo global.

    Para um prtico plano, pode-se ter:

    linha de influncia de deslocamentos

    I1 f rz [I2 I3]

    onde:

    I1 representa o nmero do elemento

    f indica que a seo na qual se deseja determinar a linha de influncia a extremidade final do elemento I1

    rz descreve o tipo de linha de influncia de deslocamento

    I2 nmero de linhas de influncia a serem geradas

    I3 incremento na numerao dos elementos

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    palavra chave: valores mximos de esforo

    Opcionalmente aps a palavra chave pode ser adicionado o comando posicionar mximos, fazendo com que no relatrio seja impresso para cada valor mximo a posio do trem tipo correspondente.

    A seo na qual sero determinados os valores mximos de esforo deve coincidir com uma extremidade de um elemento e definida pelo nmero do elemento correspondente, seguido de um dos cdigos:

    i extremidade inicial do elemento

    f extremidade final do elemento

    Na mesma linha dos dados anteriores, define-se o esforo (de acordo com a tabela VI.2) para o qual se deseja determinar os valores mximos, que se faz atravs de um dos cdigos:

    mx, my, mz momento fletor na direo dos eixos x, y e z locais, respectivamente

    qy, qz esforo cortante na direo dos eixos y e z locais, respectivamente

    n esforo normal na direo do eixo x local

    A ltima linha deste bloco deve conter um 0(zero) sem ponto decimal. Os resultados so obtidos com sinais relativos ao eixo local do elemento a que a seo em estudo pertence.

    Para um prtico plano, pode-se ter:

    valores mximos de esforo

    I1 f mz [I2 I3]

    onde:

    I1 representa o nmero do elemento

    f indica que a seo na qual se deseja determinar o valor mximo de esforo a extremidade final do elemento I1

    mz descreve o tipo de valor mximo de esforo

    I2 nmero de valores mximos de esforo a serem gerados

    I3 incremento na numerao dos elementos

    palavra chave: valores mximos de reao

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    Opcionalmente aps a palavra chave pode ser adicionado o comando posicionar mximos, fazendo com que no relatrio seja impresso para cada valor