Caso Cl­nico Gerencial

  • View
    16

  • Download
    0

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Caso Clínico Gerencial. Curso de Especialização em Gestão Hospitalar Escola Nacional de Saúde Pública – Fiocruz Coordenação: Profa. Sheyla Lemos Adriana Braga da Graça Fevereiro de 2005. Identificação do Problema. “Limitada qualidade assistencial e Inadequada gestão da UTI neonatal”. - PowerPoint PPT Presentation

Text of Caso Cl­nico Gerencial

  • Caso Clnico Gerencial

    Curso de Especializao em Gesto Hospitalar

    Escola Nacional de Sade Pblica FiocruzCoordenao: Profa. Sheyla Lemos

    Adriana Braga da Graa

    Fevereiro de 2005

  • Identificao do Problema

    Limitada qualidade assistencial

    e

    Inadequada gesto da UTI neonatal

  • Grfico1

    17.2

    14.7

    11.2

    14.1

    12.5

    9.9

    8.4

    9.2

    14.4

    32.69

    46

    93.2

    UTI Neonatal - Tempo mdio de permanncia/2001

    TempMedPermanencia

    UIT Neonatal

    Tempo Mdio de Permanncia

    Janeiro17.2

    Fevereiro14.7

    Maro11.2

    Abril14.1

    Maio12.5

    Junho9.9

    Julho8.4

    Agosto9.2

    Setembro14.4

    Outubro32.7

    Novembro46.0

    Dezembro93.2

    TempMedPermanencia

    &C&"BernhardFashion BT,Regular"&20HOSPITAL SO JOO BATISTA/SAH

    &L&8IndicadorUTINeo-9

    UTI Neonatal - Tempo mdio de permanncia/2001

    TaxaOcupao

    UIT Neonatal

    Taxa de ocupao/2001

    Janeiro18.9%

    Fevereiro18.7%

    Maro13.8%

    Abril15.7%

    Maio9.6%

    Junho16%

    Julho29.1%

    Agosto21%

    Setembro14.2%

    Outubro20%

    Novembro7%

    Dezembro3%

    TaxaOcupao

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    &C&20Hospital So Joo Batista / SAH

    &L&8IndicadorUTINeo-9

    Taxa de ocupao/2001

    UTI Neonatal - Taxa de ocupao 2001

    TaxaInfecHosp

    UIT Neonatal

    Taxa de infeco hospitalar/2001

    Janeiro19.4%

    Fevereiro19.4%

    Maro20.0%

    Abril18.2%

    Maio28.1%

    Junho16.6%

    Julho22.7%

    Agosto19.4%

    Setembro25.0%

    Outubro19.2%

    Novembro35.7%

    Dezembro35.0%

    TaxaInfecHosp

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    &C&20Hospital So Joo Batista / SAH

    &L&8IndicadorUTINeo-9

    UTI Neonatal - Taxa de Infeco Hospitalar 2001

  • Grfico2

    0.189

    0.187

    0.138

    0.157

    0.096

    0.16

    0.291

    0.21

    0.142

    0.2

    0.07

    0.03

    Taxa de ocupao/2001

    UTI Neonatal - Taxa de ocupao 2001

    TempMedPermanencia

    UIT Neonatal

    Tempo Mdio de Permanncia

    Janeiro17.2

    Fevereiro14.7

    Maro11.2

    Abril14.1

    Maio12.5

    Junho9.9

    Julho8.4

    Agosto9.2

    Setembro14.4

    Outubro32.7

    Novembro46.0

    Dezembro93.2

    TempMedPermanencia

    &C&"BernhardFashion BT,Regular"&20HOSPITAL SO JOO BATISTA/SAH

    &L&8IndicadorUTINeo-9

    UTI Neonatal - Tempo mdio de permanncia/2001

    TaxaOcupao

    UIT Neonatal

    Taxa de ocupao/2001

    Janeiro18.9%

    Fevereiro18.7%

    Maro13.8%

    Abril15.7%

    Maio9.6%

    Junho16%

    Julho29.1%

    Agosto21%

    Setembro14.2%

    Outubro20%

    Novembro7%

    Dezembro3%

    TaxaOcupao

    &C&20Hospital So Joo Batista / SAH

    &L&8IndicadorUTINeo-9

    Taxa de ocupao/2001

    UTI Neonatal - Taxa de ocupao 2001

    TaxaInfecHosp

    UIT Neonatal

    Taxa de infeco hospitalar/2001

    Janeiro19.4%

    Fevereiro19.4%

    Maro20.0%

    Abril18.2%

    Maio28.1%

    Junho16.6%

    Julho22.7%

    Agosto19.4%

    Setembro25.0%

    Outubro19.2%

    Novembro35.7%

    Dezembro35.0%

    TaxaInfecHosp

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    &C&20Hospital So Joo Batista / SAH

    &L&8IndicadorUTINeo-9

    UTI Neonatal - Taxa de Infeco Hospitalar 2001

  • Grfico1

    0.189

    0.187

    0.138

    0.157

    0.096

    0.16

    0.291

    0.21

    0.142

    UTI Neonatal - Taxa de Mortalidade/2001

    TempMedPermanencia

    UIT Neonatal

    Tempo Mdio de Permanncia

    Janeiro17.2

    Fevereiro14.7

    Maro11.2

    Abril14.1

    Maio12.5

    Junho9.9

    Julho8.4

    Agosto9.2

    Setembro14.4

    TempMedPermanencia

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    &C&"BernhardFashion BT,Regular"&20HOSPITAL SO JOO BATISTA/SAH

    &L&8IndicadorUTINeo-9

    UTI Neonatal - Tempo mdio de permanncia/2001

    TaxaMortalidade

    UIT Neonatal

    Taxa de ocupao/2001

    Janeiro18.9%

    Fevereiro18.7%

    Maro13.8%

    Abril15.7%

    Maio9.6%

    Junho16.0%

    Julho29.1%

    Agosto21.0%

    Setembro14.2%

    TaxaMortalidade

    &C&"BernhardFashion BT,Regular"&20HOSPITAL SO JOO BATISTA/SAH

    &L&8IndicadorUTINeo-9

    UTI Neonatal - Taxa de Mortalidade/2001

    TaxaInfecHosp

    UIT Neonatal

    Taxa de infeco hospitalar/2001

    Janeiro19.4%

    Fevereiro19.4%

    Maro20.0%

    Abril18.2%

    Maio28.1%

    Junho16.6%

    Julho22.7%

    Agosto19.4%

    Setembro25.0%

    TaxaInfecHosp

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    0

    &C&"BernhardFashion BT,Regular"&20HOSPITAL SO JOO BATISTA/SAH

    &L&8IndicadorUTINeo-9

    UTI Neonatal - Taxa de Infeco Hospitalar/2001

    Plan2

    Plan3

  • Sinais do ProblemaBaixa Taxa de Ocupao no ltimo trimestre de 2001

    Elevada taxa de permanncia no ltimo trimestre de 2001

    Elevada morbi mortalidade no ltimo trimestre de 2001

    Insatisfao e exausto profissional da equipe multidisciplinar

  • Consequncias do problema

    Atendimento inadequado aos recm-nascidos na UTI Neonatal do HSJB Recm-nascidos muito gravesAlta taxa de mdia de permanncia, acarretando em menor rotatividade de recm-nascidos na UTI, no contemplando todos aqueles que necessitam de atendimentoVentilao mecnica prolongada Aumento do uso de O2 Custo elevado com O2Uso prolongado de antibiticos de 2a linha como cefalosporinas, carbamapemnicos, ciprofloxacina e antifngicos Custo elevado de antibiticos Consequente aumento do gasto com ATBs.Custo elevado de medicaes e materiais Consequente aumento do gasto com medicaes e materiais.Pior prognstico no desenvolvimento a curto, mdio e longo prazo para o desenvolvimento neuro - psico motor dos recm-nascidosBaixa auto-estima da equipe multidisciplinar da UTI Neonatal e pior desempenho

  • Atores Internos Envolvidos

    No primeiro momento:(Maro, abril, maio/2002)Direo do HSJBCoordenao da UTI NeonatalEnfermeira supervisora Enfermagem e mdicas plantonistas Equipe multidisciplinar da UTI Neonatal

    No segundo momento:(A partir de maio de 2002)Direo do HSJBGerncia de Linha Materno InfantilCoordenao da UTI NeonatalGAG da UTI NeonatalEquipe multidisciplinar da UTI Neonatal

  • Atores Externos EnvolvidosPrefeito: Autorizou contrataesConsrcio Municipal de Sade: Patrocinou a auditoria e cosultoria da InfantoRotary Club: Doou os dois computadores para a UTI neonatal, realizou bingo, cuja renda reverteu-se em: ap. de fax e 4 cadeiras de balano para aleitamento

  • CAUSASEspao fsicoInadequadoRecursos HumanosInadequadosFalta de Treinamentos e capacitaesFalta de estabelecimento das Condutas e ProtocolosFalta de uma CCIH atuante ede Vigilncia Epidemiolgica na UnidadeFalta de Cateter EpicutneoFalta de LactrioFalta de Banco de LeiteInadequado Controle dos Indicadores de Qualidade

  • Descrio das Causas do Problema

  • Espao Fsico InadequadoDistanciamento inadequado entre os leitos Distncia menor que um metro Recm-nascidos de unidade intensiva e intermediria num mesmo continenteFalta de espao especfico para preparo das medicaesFalta de espao especfico adequado, para higienizao das mos, na entrada da UTIFalta de espao para lanche dos funcionrios(realizado dentro da UTI Neonatal) Alto ndice de formigas na UTI NeonatalFalta de espao para guardar equipamentos fora do uso(ficavam amontoados na UTI) Dificuldade na limpeza da UTI neonatal

  • Auditoria da InfantoDistanciamento entre os leitos:...A Legislao brasileira recomenda uma rea total mnima de 6,5m2 por neonato em unidades de cuidados intensivos...(Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria, 2002)...A rea por neonato um item importante na preveno de transmisso nosocomial de infeces e sua metragem, j muito superior s recomendaes nacionais, vem sendo ampliada em legislaes estrangeiras. Desta forma a AAP, desde 1997, recomenda uma rea de 2,8m2 para neonatos sadios; 4,5 a 5,5m2 para aqueles em cuidados intermedirios e 14m2 em cuidados intensivos, sendo a distncia mnima entre leitos de 1m;1,2 e 1,8m respectivamente...

  • Recursos Humanos Inadequados Falta de cobertura de enfermagem supervisora tarde e nos finais de semanaFalta de mdicos plantonistas para cobrir as 24 horas dos plantes de final de semana;(alguns plantes sem mdicos equipe desfalcada)Falta de Rotina mdica na UTI NeonatalRelao enfermagem / recm-nascidos inadequadaRelao mdicos / recm-nascidos insuficienteFalta de equipe de psicologiaFalta de fonoaudiloga Falta de lactaristasFalta de enfermeiras e auxiliares de enfermagem feristas; Falta de capacitao desmotivando a equipe

  • Falta de CCIH Atuante e de Vigilncia Epidemiolgica da UnidadeDesconhecimento do germe prevalente na UTI NeonatalUso indiscriminado de antibiticosFalta de profissional da CCIH implementando e checando processos de trabalho na unidadeFalta de profissional da CCIH checando ambiente

  • Falta de Cateter Epicutneo Mltiplas punesExposio da pele aumentada leses porta de entradaAlto ndice de disseces

    Piora da Gravidadee Nmero dasInfeces Hospitalares

    Aumento daTaxa de PermannciaAumento daTaxa de MortalidadeAumentodoCusto

  • Falta de LactrioDieta preparada, cada dia, por uma aux.de enfermagem diferentesem paramentao, e sem treinamento

    Dieta preparada para 24